24 janeiro, 2009

Eu gosto desta criatura.
Quando assisti a este vídeo pela primeira vez, fiquei de
cara.
Ao rever, o fiz em três etapas.
Em todas elas, meus olhos marejaram.
http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3827595897016378253&hl

23 janeiro, 2009

E o meu carro continua na oficina e esta brincadeira, na
boa, começa a perder completamente a graça. Até agora
eu tava levando na esportiva, blablabla.
Com a parte da funilaria pronta, os manés se tocaram que
deu pobrema sério na suspensão: amortecedor, bandeja e
mais num negócio que não faço a mínima idéia. Ou
seja, os despreparados estão com o meu carro há bem mais
de um mês e não se ligaram que um veículo capotado, no
estado deplorável em que chegou por lá, poderia ter
sofrido alguma avaria mecânica.
O prazo foi novamente estilingado para terça-feira, 27.
Cheguei numa fase da minha vida que não acredito mais no
que eu ouço ou no que leio. Só acredito no que eu vejo e
no que posso tocar, ou esganar, com as minhas próprias
mãos.
Cansei.
Sergio, surpresa boa ler você por aqui.
Minha descoberta dos encantos do chá de palha torrada data
da época quando eu fiquei grávida. Diariamente eu
consumia em quantidade considerável, hábito que ficou
adormecido por vários anos e ressurgiu das cinzas quando
comecei a abandonar o cigarro. (cof)
Eu nunca consegui gostar de chá verde. Sempre adorei o
paladar da infusão feita com as folhas do chá verde
tostadas, embora sejam oficialmente consideradas de
qualidade tosca. Nunca imaginei.
Costumo tomar o ban-chá Yamamotoyama Since 1690 (a marca,
não eu : ).
De qualquer modo, você me deu uma ótima idéia. É bem
provável que eu torne útil qualquer tarde ociosa e
ensolarada fazendo uma incursão pelas ruas da Liberdade,
em busca no meu novo chá perfeito, ou da minha nova palha
torrada perfeita. Meu estoque oficial está praticamente no
fim.
Soube que no Mercadão vendem chá branco a granel, a 90
conto o quilo. Cá entre nós, eu acho um roubo.
Por enquanto, aquela loja bacana de chás do Iguatemi
permanece fora do meu circuito. Por enquanto.
Valeu a dica. : )

17 janeiro, 2009

Eu queria comentar os últimos acontecimentos da minha
semana, o dia divertido e produtivo que passei hoje com a
Rê, os búzios, agradecer à Monique pela sua dica
preciosa, comprei uma quantidade eqüina do chá +
bolotinhas anti-stress, as minhas prediletas, da Weleda
(thanks, Monique, tô calminha que só vendo! :), queria
contar como foi meu encontro com a Mi, na quinta-feira,
fechando um ciclo de 29 anos (!) de muitas saudades.
Mas agora vou ver Crash - No Limite, no Telecine Action.
Amo este filme, odiei profundamente na primeira que eu
assisti, amo a trilha e talvez tudo o que eu precise hoje
é chorar um pouco. Só um pouco.
Vou lá, que o filme tá começando agorinha.
Já volto.

12 janeiro, 2009

Jorge,
Você e os seus comentários sempre tão gentis.
Paúba é mesmo o máximo, não?
Dez dias por lá e eu sempre volto outra. Tô precisando
muito, inclusive. : )

A noite de quarta/madrugada de quinta-feira foi um pesadelo
sem fim.
Consegui cometer uma grande burrada. Quando eu digo grande,
quero dizer enorme. Tipo gigante mesmo.
Burrada aquela que, não tenho dúvida, já garantiu
lugar no meu TOP 5 particular das Burradas Masters de Todos
os Tempos (breve em DVD).
Dizem que é sintoma do tal do stress pós-traumático,
eu sei, daqui a algumas semanas tudo vai ficar bem. O pior
do trauma já foi, eu tô me cuidando, blabla.
Passei a noite quase insone pensando na tal burrada. Após
duas horas minguadas de sono, eu acordei exausta, tensa e
ainda um tanto confusa com uma indagação a martelar
(au!) minha cabeça: Qual seria a função daquele ato
falho tão estúpido? Tem que haver alguma função ou
razão, não é possível. Já sei: foi encosto, só
pode.

(abre aspas) No silêncio da madrugada, meu constrangimento
me sussurrava a hipótese de vazar do país, viver uma
vida mais espiritualizada em busca do meu Eu Superior, tipo
na Indonésia. Mas vamos combinar que não seria
exatamente a auto-punição merecida. (fecha aspas)
[pequeno trecho publicável do Diário Impublicável de
Ana Almgren - 08/01/09]

Final de tarde de sexta-feira, troquei a fronha borrada de
rímel, coloquei as roupas de cama na máquina e joguei os
meus encantos na cozinha.
Cortei uma banana prata em 4 fatias longitudinais e as
coloquei na grelha pré-aquecida. Nada de manteiga, nada de
canela nem de açúcar.
Enquanto elas amoleciam e formavam uma delicada crosta
dourada, raspei dois, apenas dois quadradinhos de
Hershey´s meio amargo em lascas irregulares. Metade,
joguei no fundo de uma tigela para que derretessem sob o
calor das fatias fumegantes. O restante das raspas, joguei
por cima da banana quase cremosa e aguardei pacientemente um
minuto até que as leis da física completassem com
maestria o meu trabalho.
Desliguei a tv, sentei-me no chão da sala e degustei
aquele mimo singelo, sentindo a mistura dos sabores e os
pedacinhos de chocolate quase amolecidos acabarem de
derreter na minha boca, enquanto eu ia quase ao delírio.
Era o fim da minha auto-punição.
Parei de brigar comigo e dormi feito um anjo.
O que está feito, está feito.

- E o que você imagina que vai acontecer?
- No mundo ideal, eu vejo ele caindo na realidade e, logo
sem seguida, nos meus braços.
- Ahahahahaha!
Why not? Why not?


Mantra do Dia:
Não tome ban-chá depois das 17h.
Não tome ban-chá depois das 17h.
Não tome ban-chá depois das 17h.


Me disseram, sexta passada: ban-chá tem muita cafeína.
Ora, que coisa.
Então eu tenho feito assim: tomo ban-chá durante o dia e
a partir das 18h, tomo um mix de capim cidreira, erva doce,
camomila e hortelã + trocentas e quinze bolotinhas de
homeopatia.
Com isso, tenho conseguido dormir umas 5 horinhas.
Praticamente um milagre.

Procurei o chá calmante da Welleda, aquele que derruba
elefante em dia de fúria, e parece que tiraram do mercado.
Isso não se faz. É falta de consideração com um
próximo necessitado.
Alguém sabe se é verdade ou onde eu ainda consigo
encontrar em Sampa?
Hein?
Minhas olheiras abissais agradecem. =´)

11 janeiro, 2009

Ganhei da Rê, hoje à tarde, Queime Depois de Ler:
- Depois de assistir, você me empresta?
- Sem chance.
- Por quê?
- Eu vou queimar depois de ver. Huahuahuahuahuahuah!

09 janeiro, 2009

Daí que a locutora na TV, no final da chamada de um
programa "mulherzinha", indaga: - Seria um beijo na testa o
fim de um relacionamento?
Ao que eu respondo de bate-pronto: - Beijo na testa não
é o de fim de um relacionamento. Beijo na testa é o fim
do mundo, minha senhora.
O fim do mundo.

07 janeiro, 2009

Desde o final de dezembro, eu tenho sido submetida a um grau
desumano de stress.
Teve o acidente e, com ele, aflorou a minha incapacidade
pueril de lidar com qualquer situação burocrática.
Cada vez que o telefone toca e o identificador mostra que
é W., o cara bacana do seguro, entro em pré-pânico.
Hoje, eu estava no metrô, tocou o telefone. A mim soou
como a sétima trombeta do apocalipse.
E era W., aquele anjo de criatura, apenas para avisar que as
solicitações de conserto dos carros estavam todas
aprovadas pela seguradora. Eu sofro.
Enquanto rolava tudo isso, essa eu não contei pra vocês,
teve o vazamento do meu banheiro para o apartamento de
baixo. Stress.
Chamei o encanador indicado pelo condomínio. O bruto veio,
fez um serviço porco e uma lambança no banheiro.
Despesas e ódio mortal.
No mesmo dia de chuva torrencial, voltou um vazamento no
teto do meu banheiro, problema que já havia sido
solucionado em agosto/setembro.
Ou seja, vizinho de cima veio em casa com outros dois
brutamontes para localizar o foco do problema, que estava,
buh, na unidade de cima.
Pensa no inferno na Terra. Oi.
Ontem, tocou o interfone. A mim, toque de interfone logo
cedo sempre soou como a sexta trombeta do apocalipse. Chega
a dar calafrios.
Bingo! Era o porteiro informando que o vazamento no banheiro
da vizinha de baixo continua e que eu deveria autorizar nova
inspeção na minha unidade para localizar a origem do
problema.
Até o início da tarde, ninguém apareceu e quem tinha
que vazar era eu.
Deixei a chave.
No metrô, terminei de ler a primeira história do
encantador Comer, Rezar, Amar e quase tive uma crise de
choro.
Participei de uma reunião de briefing, fiz pesquisa de
campo na Casa Santa Luzia e voltei pra minha, quase no
início da noite.
O porteiro fuxicou que o encanador disse estar tudo certo no
meu banheiro mas é preciso quebrar o banheiro do ap. de
baixo, obra que evidentemente será financiada por mim .
Despesa, stress, ódio mortal e ranger de dentes.
E hoje é dia 7 e minha pergunta que não quer calar é:
falta muito pra dezembro?
(abre aspas) De todo modo, àquela altura, em meados de
novembro, o tímido e estudioso Giovanni e eu já
havíamos nos tornado grandes amigos. Quanto a Dario - o
mais extrovertido e festivo dos dois irmãos -, eu o
apresentei à minha encantadora amiguinha sueca, Sofie, e o
modo como eles têm compartilhado as suas noites em Roma
é outro tipo completamente diferente de intercâmbio.
Mas Giovanni e eu só fazemos conversar. Bom, comer e
conversar. Já faz várias agradáveis semanas que temos
comido e conversado, dividindo pizza e gentis correções
gramaticais, e a noite de hoje não foi uma exceção.
Uma noite maravilhosa, regada a novos idiomas e mozzarella
fresca. (fecha aspas)
[Comer, Rezar, Amar - Elizabeth Glibert - Ed. Objetiva]

06 janeiro, 2009

[Ai, que bom, disse a meu Deus, que frio que me dá o
encontro desse olhar.*]

A vantagem de ficar em casa em pleno dia útil é que tem
Vale a Pena Ver de Novo: Mulheres Apaixonadas - Manoel
Carlos - 2003.
Quase duas horas de duração. Sabe o que é isso? : )
A-mo-de-pa-i-xão.

[I got you under my skin.*]

E a novela do meu carro entra em seus dez últimos
capítulos.
O cara da corretora de seguros já tá virando meu chapa.
Ele sempre elogia minha calma e meu senso de humor, eu fico
até sem graça.
Hoje, tocou o telefone.
- Dona Ana, é W., da corretora Tal. Tudo bem com a sra.?
- Depende. As notícias são boas? Porque se forem ruins,
finge que é engano e desliga. Eu não conto nada pra
ninguém, na boa.
W. é um cara muito bacana, dois dias após o acidente,
quando eu ainda estava mega-confusa, tomou umas
providências burocráticas que sozinha eu não estava
conseguindo. Foi praticamente meu anjo.
Ele me disse que o carro vai ficar pronto no dia 16.
Sinceramente? Eu duvido, embora W. seja um anjo mesmo muito
bacana.

[Mas é claro que o sol vai voltar amanhã, eu sei.*]

Eu estava tentando ver O Monge e a Sereia, no Telecine.
Adormeci no tapete da sala. Não, queridos, eu ainda não
virei um labrador.
Acordei com o telefone tocando.

[ I got you under my skin.*]

Nas horas em que eu mais preciso, não sei exatamente o que
dizer e eu pareço uma idiota.
Tenho que trabalhar agora, pesquisar e planejar pesquisa de
campo para amanhã.
Mas pensa numa mulher feliz. Feliz.
Oi. : )

[Será que o sol já vem?*]


* Trilha sonora da novela.

Maratona NET, no final de semana.
Praticamente não saí de casa, do início da tarde de
sexta até o início da tarde de segunda-feira. Tempinho
do cão, sem carro e sem grana, melhor cozinhar sem fogão
e ver o que a sorte me reservou na TV. Isso não é
exatamente um sacrifício, acredite.
Tive boas surpresas. O que me mata é o Efeito Zapping,
tento me controlar.
Segue listinha de filmes:
- Antes Só do que Mal Casado. Vale pelo Ben Stiller. O
filme é tolinho, porém engraçadinho. Bobaginha pra
assistir tomando sorvete. Se bobear, na testa. No Telecine
- Feitiço do Tempo. Um clássico que eu amo. Feliz Dia da
Marmota pra você também. No Sony
- As Duas Faces de um Crime. Trama primária, com Richard
Gere em fase pré-senil. E, olha, eu juro que não entendi
o final. No Telecine.
- A Sete Chaves. Baita roubada. Vai passar um pano na
cozinha, bater um bolo que cê ganha mais, trust me. No
Telecine.
- Ecos do Além. Dormi gostosinho no tapete, cheguei a
sonhar. No Telecine.
- Quero Ficar com Polly. Tá bom, eu confesso: assisto toda
vez que passa. Acho bobo mas fofo. No Fox.
- Armadilhas do Destino. Com Nastassja Kinski e William
Baldwin. Abacaxi com argumento manjadíssimo. No entanto,
a dica é: nem comece a ver, caso você tenha que sair.
Porque, começou, não pára mais. Vai por mim. No
Telecine.
- Do que as Mulheres Gostam. Mel Gibson e Helen Hunt. Eles
não formaram uma boa dupla? No Telecine.
- O Casamento de Lousie. É tão idiota, mas tão idiota
que chega ser bacana. No GNT.
- O Amor não Tira Férias. Enredo inverossímel. Mas tem
Jude Law, prestenção. Eu disse Jude Law! No Telecine.
- Casamento Grego. Sempre passo a acreditar no amor quando
assisto. No Fox.
- Os Sonhadores - De Bernado Bertolucci. Um filme um tanto
clichê, um tanto perturbador. Não é meu Bertolucci
predileto, mas valeu a madrugada acordada. No Telecine.
- Tootsie. Tarde chuvosa de domingo, eu revi pela 867a vez.
Amo a trilha, acima de tudo. No Universal.
- O Mentiroso. Jim Carrey, o novo Jerry Lewis; Eu me acabo
com cenas tão cretinas, que me dá vontade de desligar a
TV. Amo muito. No Universal.

Por último:
A Vida Secreta das Palavras. Passou na noite de sábado e
eu, vítima do Efeito Zapping, vi que já estava quase na
metade e zap.
Durante novo Efeito Zapping, tava passando a reprise do
filme, numa parte esclarecedora da parada.
Puta merda, viu?
Tenho que ver desde o começo e prometo jogar o controle
remoto pela janela, pra não ter perigo.
Olhei no guia da NET, não vai reprisar este mês. Reza
pra passar de novo em fevereiro. No Telecine.

Grande ironia:
Após quase 72 horas de maratona de filmes, seriados e
afins, o melhor do melhor foi um filme que eu não assisti
inteiro.
Vai entender.
Ok, eu entendo.

Adoro cozinhar.
Ando meio revoltada com a alta absurda dos preços e a
péssima qualidade dos pães.
Voltei a preparar waffles em casa.
Prático, rápido, econômico, posso variar as receitas
como eu quero.

Ontem, acordei com vontade comer pãozinho. Pãozinho
mesmo.
Achei receita tradicional de pãozinho de minuto, que eu
tinha desde menina.
Final de tarde, preparei minha receita reduzida e adaptada
para a versão com farinha integral imaginada por euzinha.
Tenham fé, tudo vai acabar bem.
Fiz tudo certinho, conforme eu disse, com receita reduzida e
a novidade da farinha integral. Detalhes bobos.
Notei que a textura da massa não possibilitava a moldagem
manual dos pãezinhos, conforme eu me lembrava e que eu
tanto adorava na infância. Aquela coisa lúdica, sabe?
Brincar de massinha. :p
Usei duas colheres. Deu certo. Os pãezinhos foram se
esparramando pela forma, assim, espontaneamente, enquanto eu
batia a gema para pincelar. A gema que iria dourá-los ao
forno.
Achei melhor respeitar a lei da gravidade e deixei a
natureza terminar o que seria meu trabalho de esquecer a
idéia da farinha integral. Era tarde demais.
Vamos aos fatos: em questão de minutos, meus pãezinhos
integrais de minuto se esparramaram e se transformaram em
cookies integrais de minuto. Nada contra.
Criei uma nova modalidade. Why not?
Levei-os ao forno pré-aquecido.
E a coisa demorou pra assar, viu?
Coisa de hora e meia.
Mas os cookies aparentemente se achataram tanto, formaram
uma massa de pão integral da melhor qualidade.
Vou vender este know-how.
Ficou uma delícia!
Estou orgulhosa de mim.
: )

31 dezembro, 2008

Já é 2009 na Austrália!
:)
Prosperidade e Saúde, eu desejo a vocês!

30 dezembro, 2008

2008 foi ano bissexto, e ele chegou a mim com todos os seus
significados.
Foi um ano 3 em 1: alegrias, nunca fui tanto à praia,
nunca fui tanto ao cinema. Nunca fui tão elogiada, nunca
eu me senti tão linda.
Perdi dois empregos, quase um carro e quase a vida.
Hoje tenho um apartamento pra cuidar, roupas a doar e um
vaso de flores a manter.
Quero um 2009 apenas linear.
Eu sempre adorei emoçôes fortes, vocês sabem.
Hoje, desejo apenas sossego, prosperidade e amor.
Apenas tudo de bom.
Não deve ser pedir demais.

Segue, então, minha retrospectiva, porque eu adoro pensar
nisso.
Só com o melhor de 2008, porque o pior eu faço questão
de esquecer.
.........
O tema do ano: Reencontros. [lindos, improváveis,
adoráveis e inesquecíveis.] Quero lembrar pra sempre.
Todos.

Música do ano: Up Where We Belong - by Joe Cocker
[que continua sendo a voz mais sexy do planeta.]

Hobbie do ano: Voltei a cozinhar, mesmo sem ter me dado ao
trabalho de comprar um fogão ou um microondas. :]

Filme do ano: PS: I Love You. [a história que me desabou.
Coisa mais linda.]

Restaurante mais querido: Cacilda.[rua Tito, quase ao lado
do Teatro - Vila Romana]. Não me lembro de ter conhecido
um lugar com charme maior.

Bandejão mais fofo e honesto do mundo: Sesc Fábrica
Pompéia. [Rua Clélia, quase X Av. Pompéia - R$ 6,50]

Refúgio rotineiro: As sobremesas reconfortantes do
Mercattore e o modo encantador como sempre me atenderam por
lá. [Vespasiano X Tito - Vila Romana].

Refúgio necessário: Praia, Paúba, ever.

Refúgio pragmático: Market Place, ever. Eu amo muito.

Grande descoberta: O Aprendiz, um restaurante surpreendente
- Vila Madalena. [suspiros :]

Correio Elegante: Bilhete manuscrito e perfumado. Obtive
resposta. :]

Vinho: Encuentro - Malbec 2007 [Mendoza].

Perfume da sorte: Paco Rabanne [o nome? Eu não digo,
nunquinha :]

Vício da vez: Negresco, versão biscoito, versão
sorvete. I love it ;]

Prato da vez: Guacamole de fabricação caseira,
preparado por mim, com nachos by Elma Chips.

Surpresa da vez: miniaturas de quindim.

Ousadia improvável: cabelos curtos como nunca d´antes;
mechas louras, muito louras, como as da infância. Amei-me.

Limite é bom e eu gosto: Não pise nas [minhas] flores,
eu sempre disse.

Prova de fogo: Permanecer firme, não-fumante e com o
coração em chamas.

Exemplo de superação: Descobrir que a Lapa/Vila Romana
tem seus muitos encantos.

Futuro hobie: Jardinagem.
Ganhei da Rê um vaso meigo de crisântemos
cor-de-rosa-quase-choque. Coisa mais linda. É uma
espécie de laboratório. Se as flores sobreviverem a mim
(uhahahhahaha), por um mês, estarei capacitada a cultivar
a floreira gigante da minha janela, na sala de estar.
Tornei-me uma criatura mais sensível, após o acidente,
eu notei. : )

Figuraça do ano: Rosângela, a minha designer de
sobrancelha - Rua Clélia, 1.485. Recomendo fortemente. Vai
lá. Se quiser o telefone, me escreva.

O diálogo do ano:
- A mina quer um filho meu.
- Liga pro seu advogado e manda redigir contrato. Melhor
coisa.
- Mas a mina é louca.
- Então abrevia seu sofrimento e diz que você teve
caxumba aos 30. Sabe, né?
- Boa!
(por vezes, meu pragmatismo me espanta. : )

Frase recorrente:
Eu acredito em combustão espontânea.

Sintonia perfeita, naquelas nossas horas vagas:
- Bohemia ou Bohemia?
- Bohemia. : )

O encontro do ano: um olhar profundo e um abraço apertado,
sem entendermos ao certo qual era a função da nossa
enorme saudade.

Dias mais felizes do ano: 21/07; 27/09; 12/10; 08/12.

18/12. É.
Eu vou morrer de saudades.

A pergunta do ano: Eu feri alguém?

Up Where We Belong
Joe Cocker & Jennifer Warnes
Who knows what tomorrow brings
In a world, few hearts survive
All I know is the way I feel
When it's real, I keep it alive
The road is long,
there are mountains in our way
But we climb a step every day

CHORUS:
Love lift us up where we belong
Where the eagles cry on a mountain high
Love lift us up where we belong
Far from the world we know,
up where the clear winds blow
Some hang on to "used to be"
Live their lives, looking behind
All we have is here and now
All our life, out there to find
The road is long,
there are mountains in our way,
But we climb them a step every day

CHORUS
Time goes by
No time to cry
Life's you and I
Alive, today

23 dezembro, 2008

Há quase uma semana, numa quase noite, fui quase
Cinderela.
E, ainda lembro, eu quase fui feliz.
Yo non creo en princepes, pero que los hay, los hay. : )

Ontem, fui completamente Cinderela.
Sozinha em casa, lavei, passei e cozinhei o dia inteirinho,
inteirinho.
Hunf. Pero que los hay, los hay.

Momento CSI.
Chega uma hora na vida em que não dá mais para evitar
certos enfrentamentos.
Daí eu tive que encarar de frente meu casaco de moleton
branco e meu jeans manchados de sangue, abandonados na
área de serviço desde aquele aniversário esquisito.
Separei meu arsenal para remoção de manchas difíceis,
respirei fundo e lá fui.
Primeiro foi o choque: o casaco estava muito mais manchado
do que eu me lembrava.
Segundo foi o estranhamento da localização das manchas
maiores: o carro tombou para o lado esquerdo e todos os
ferimentos na cabeça foram evidentemente no lado esquerdo.
O fato intrigante: as principais marcas ficaram localizadas
no capuz, do lado direito. Eu não sou Unabomber para andar
dirigindo de capuz, ora. E por que no lado direito?
Ok, vamos raciocinar. Eu desmaiei. Imagino que minha
cabeça tenha pendido para o lado oposto, por isso as
manchas e a dor intensa na musculatura do cervical no lado
direito. Só pode. Esquisito foi ver também umas manchas
fortes no punho direito, talvez inconscientemente eu tenha
tentado me limpar. Sensação muito esquisita essa de
supor o que eu fiz desacordada e ferida ao examinar minha
própria roupa. Uau.
Enquanto imaginava qual teria sido o trajeto do meu corpo,
eu usava um pincel para aplicar água oxigenada nas manchas
com uma precisão cirúrgica.
Fiz uma primeira lavagem e, ao final, lá estavam elas,
intactas. Certo. Lembrei: água oxigenada funciona bem
quando as manchas ainda estão, digamos, fresquinhas. Tipo
um, dois dias, no máximo. Fica a dica.
Segunda tentativa: vanish em pó mais vanish alvejante.
Segunda lavagem completa. Não rolou.
Terceira tentativa: pastinha forte de vanish aplicada com
pincel diretamente sobre as manchas. Nova lavagem, desta vez
no ciclo molho limpeza profunda.
Trabalho profissa. Perfeito. Fiquei orgulhosa de mim.
Tempo total da Operação CSI: cinco horas.
Agora posso dizer que entre mortos e feridos salvaram-se
todos.
Meu moleton branco, inclusive. :))

Então, depois dessa maratona toda, não quero mais ouvir
falar em vidros, estilhaços ou coisas do gênero.
Combinado?
Quando falarem comigo, plizz, não digam: - Ana, passe o
vidro de catchup pra cá.
Digam: - Passe o frasco de catchup pra cá.

- Tem filmão na TV hoje: A Casa de Vidro. Vamos ver?
- Desventuras em Série, que tal?, eu vou responder.

- Dá pra você abrir o vidro, que tá abafado aqui?
- Não, não dá, liga o ventilador. :p

- Verdade que David Bowie tem olho de vidro?
- Mentira, é de acrílico.

Eu ainda estou meio traumatizadinha. Só um pouquinho.
Vai passar.

21 dezembro, 2008

Amados,
Gratidão eterna pela preocupação e carinho comigo.
Passada uma semana, podemos avaliar que, diante de tudo que
poderia ter acontecido comigo naquele acidente, sobrou
apenas um gasto financeiro completamente fora orçamento.

Então, respondendo, sergio, foi assim ó: era meio da
tarde de sábado, eu estava de carro, a menos de um
quilômetro de casa, numa via de mão única, com pouco
movimento e muitas lombadas, indo almoçar na casa da minha
mãe. Acordei na calçada, com uma moça de voz
angelical, e com um basset no colo, me dizendo calmamente
que eu havia sofrido um acidente de carro, enquanto a amiga
de cabelos encaracolados e olhos arregalados tamponava minha
cabeça com uma toalha verde clarinho. Assustei com as
manchas de sangue na toalha e na minha blusa branca mas eu
não conseguia me lembrar de nada. Fiquei por uns instantes
calada. O veterinário da clínica, que ficava bem em
frente de onde eu provavelmente dei a primeira batida, veio
perguntar se tava tudo bem, seu eu precisava de mais alguma
coisa ou chamar alguém. Perguntei como tinha sido o
acidente. Ele disse que ninguém viu. Só ouviram as
porradas muito fortes, saíram para me socorrer e deram com
o carro capotado.
Fiquei novamente em silêncio. Vi uma viatura de polícia.
Temendo pela resposta, perguntei ao vet. se eu havia ferido
alguém.
Os policiais se aproximaram, um deles perguntou se eu
lembrava do que havia acontecido, fez um breve
interrogatório, anotou as respostas, perguntaram se eu
queria ao hospital. Lógico que não, tá maluco?
Eles foram embora, fiquei esperando o guincho enquanto aos
poucos minha cabeça parava de sangrar. Eu não sentia
dor. Agradeci a todos que tão gentilmente me socorreram,
deixei meu telefone com o vet. porque eu acabei com a porta
do carro dele e pedi que ele avisasse ao pobrezinho do dono
do monza abandonado, que teve a lateral direita inteira
detonada.
O cara do guincho me deu carona até em casa e levou meu
carro todo acabadinho pra oficina.
Cheguei em casa, avisei a família, deitei e dormi. Não
podia dormir, eu sei. Rompi nais essa lenda. : )

A Silvinha, sempre tão querida, escreveu preocupada.
Relaxa, viu? Eu tô ótima, ainda um bocadinho dolorida,
com alguns estilhaços de vidro no couro cabeludo, a
natureza fez seu trabalho e alguns já foram expulsos.
Nenhuma marca no rosto ou no corpo. Acredita em milagre?
Ah, eu fui violentamente arrasta pela minha filha até o
pronto-socorro, no domingo. O médico que me atendeu disse
que eu tava ótima, orientada (cof, cof, cof, viram, não
fui eu que disse isso :) e que o procedimento seria
aguardar que os caquinhos saíssem e controlar a dor com
analgésicos. Simples assim.
Durante a semana, vida normal, indo e voltando do trabalho
de busão e metrô. Até quarta-feira eu ainda estava com
a musculatura cervical e dos ombros absurdamente doloridas.
Ontem, sábado, o foi meu primeiro dia livre, desde
então. Foi dia de ficar jogada no sofá, esquema
come-dorme-vê-filme-acorda-toma-sorvete-volta-a-dormir.
Tava merecendo. : )

Telinha, minha flor, permita-me discordar de ti. Diante dos
últimos acontecimentos, começo a acreditar que devo ter
uma espécie de pelotão do BOPE no reino dos
anjos-da-guarda especialmente destacado pra cuidar da
integridade da minha pessoa. Um anjo sozinho, por mais
brucutu que fosse, não daria conta, né? Ok. Prometo
não abusar da sorte. : )

Mi, sumida hein?, este foi o inferno astral mais atípico
de todos os tempos. Mas ainda não sei ao certo. Acredito
que, neste ano, a exemplo do nosso Verão (o que é mesmo
Verão?), o meu inferno astral também chegou atrasado.
Atrasado e meio emputecido, eu senti na pele. ; )

Mama and Papa, obrigada pelo imenso carinho. Tá tudo sob
controle agora.
Como vocês devem ter notado, Deus foi Pai comigo. : )
Beijos

Igor, sorria, Jamanta não morreu.
Se bem que você sabe, há controvérsias, caro cão.
Há controvérsias. : p

18 dezembro, 2008

Recadinho:
É. Eu vou morrer de saudades. ; )

17 dezembro, 2008

A coisa tá tão feia pro meu lado, tão feia, mas tão feia que, na hora do almoço, eu fui comer um bagulho e a minha conta deu R$ 6,66. Não tô zoando. Te juro.
No sábado, dia do meu aniversário, bati o carro e a
cabeça.
Capotei.
Posso afirmar que, hoje, completo 5 dias de vida.

12 dezembro, 2008

Eu e o meu fantástico mundo de Bobby.

Em menos de 15 dias, desembarquei em seis estações erradas no metrô.
Problema é que eu quando eu me sento no banco, meus pensamentos me consomem e me ensurdecem. Lunática.
Meu dupla já falou que eu estou em conduta de risco. Achei um exagero.
Semana passada, era pra eu ter descido na Ana Rosa, parei na Chácara Klabin. Voltei. Perdi a estação de novo, fui parar na Conceição.
Ontem, era pra eu ter descido na Ana Rosa, parei no Paraíso. Ainda na plataforma, notei o equívoco. Embarquei no mesmo trem. Yes!
A porta fechou e o cara anunciou: - Próxima estação, Vergueiro.
Como assim???
Acho que são estas vozes na minha cabeça.
Preciso de um acompanhante terapêutico.
Pode ser agora? :)

11 dezembro, 2008

Wishlist:
- Smart bag vermelha-de-tirar-o-fôlego
- Necessaire com as quatro temporadas de House.

- Estoque vitalício de Häagen Dazs sabores tiramisu e midnight coockies.
- As autênticas e cobiçadas camisetas do Sheldon The Big Bang Theory, que você encontra facinho aqui ó: www.sheldonshirts.com/.Quem encontrar esta gracinha, na versão baby look terá minha gratidão eterna.


Fiquem à vontade, queridos, saibam que nunca ouvirão de mim papagaiada do tipo:
- oummm, não precisa-va!
Porque eu preciso muito, sim. De tudo isso aí.

10 dezembro, 2008

Vinte e três anos é muito tempo. Se eu parar para
pensar, o estagiário aqui da agência não tem tudo isso
de vida.
E eu me lembro de tanta coisa. De algumas, eu me esqueci,
é fato. Eu precisava daqueles refrescos na memória,
thanks.
Sozinha, há controvérsias se eu conseguiria.

- Você nunca usa seta, não? Se eu estivesse atrás,
xingaria.
Isto foi há 24 anos. Em 84. Sem noção desde menina, eu
sei.

- Sim, acho que eu conheço você de algum lugar.
Isto foi há 7 anos. Em 2001. E eu continuava uma
destrambelhada sem noção.

- Por que não aconteceu antes?
- Porque tudo tem sua hora, eu disse.
E isto foi praticamente ontem. Quando eu quase perdi a
noção do tempo.

09 dezembro, 2008

Linda noite, ontem.

05 dezembro, 2008

Esqueci meus vidros de leitura em casa. Danou-se.
Comprei um par de óculos xadrez. Foi necessário. Do
jeito que a coisa anda,
não enxergo mais meio palmo diante do nariz. Topeira
completa.
Por aqui, virei alvo de chacota.
1- Ganhou de brinde da Cobertores Parayba?
2- Pegou uma toalha de mesa pra fazer os óculos?
3- É pra combinar com a calça de palhaço?
4- Onde você comprou esse, não tinha pra gente grande?
Mereço.

02 dezembro, 2008

Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som.
[Lulu Santos]

29 novembro, 2008

No feriado da Minha Consciência Pesada, eu escrevi:
Assisti ao apavorante A Morte Pede Carona comendo nachos de queijo e
tomando suco de maracujá.
Eu sei, a construção foi infeliz, faltou vírgula, parece que a morte
pede carona enquanto come, blablabla.
Pensando bem, pura verdade, né não?
Avalia: a morte pede carona comendo nachos de queijo e bebendo suco de
maracujá.
A vida é assim.
Pelo menos a minha.
Nhé.
Depois de muito, muito tempo, voltei a usar metrô e ônibus, e a
interagir com estranhos.
A caminho de casa, em vez de pegar o metrô na Sumaré, desci em frente à
Consolação. Yah!
E em vez de embarcar na Consolação, achei melhor dar uma voltinha pelo
Conjunto Nacional, passei pela Cultura, quase tomei um café no
quiosque. Caminhei pela Paulista, não tomei sorvete e embarquei na
Trianon.
Reparou como a decoração de Natal da fachada do Bradesco tá linda?

Quais são cores e as coisas pra te prender?
[Paralamas]


Escolhi aquele trajeto impensável porque, olhando pela janela do
ônibus, cheguei à conclusão que sou uma completa imbecil.
Durante o longo tempo que morei na floresta, descobri na pele que
saudade dói. Tipo dor física mesmo, difícil de explicar, mas deve ser
fácil imaginar que a intensidade não é para amadores. E eu sentia uma
saudade por vezes insuportável não apenas de pessoas minhas, mas também
de lugares. Avenida Paulista, por exemplo.
E eu retornei já há mais de dois anos e acho que ainda não voltei como
deveria e nem saí para passear como merecia. Tchonga, eu.

But how many corners do I have to turn?
How many times do I have to learn
All the love I have is in my mind?
[The Verve]


Eu amo horário de Verão. Amo muito.
Parei no supermercado, quase ao anoitecer. Comprei nachos, frutas
frescas e pão de queijo congelado.
Preparei o guacamole quase perfeito para o jantar e lá se foram quase
um pacote inteiro de doritos e mais 5 quadradinhos de Intense Garoto,
durante uma reprise de Friends.
Descontrol level 5.
Tomei chá calmante.

What are you doing wich a fool like me?
[Joe Cocker]


Aos meus leitores tão amados, peço perdão sincero pelo aparente
abandono dos comentários. A vida por aqui anda um tanto confusa, vocês
devem ter notado.
Mantenho firmes minha esperança e meu propósito de colocar tudo em dia,
correspondências bloguísticas inclusive, durante as férias que se
aproximam a passos largos.
Oremos, sim?


Estou com medo de tudo que terei que fazer, organizar e providenciar
durante as minhas férias. E desta vez, não tem Paúba, baby.
Alô, Alice, Terra chamando.

Eu fui lá fora e vi dois sóis
E a vida aqui ardia sem explicação.
[Nando Reis]

22 novembro, 2008

Como nascem os boatos:

Fulano grita, avisando a equipe: - Vou ao banco.
O engraçadinho pergunta: - Banco de sangue?

Meia hora depois, outro pergunta: - Cadê Fulano?
O lunático responde: - Foi doar sangue.

Quinze minutos depois, Fulano volta.
E o Sem Noção pergunta: E aê? Verdade que doar a medula dói pra cacete?

Ontem foi apenas o Dia da Consciência Pesada. Fiz nadica de nada.
Revi o apavorante A Morte Pede Carona comendo doritos de queijo e
bebendo suco de maracujá.
Só saí de casa às 21 pra comprar comida e voltei meia hora depois.
Acho isso um desperdício.

19 novembro, 2008

- A gente sabia que isso iria acontecer um dia.
- Mas não precisava chegar tão rápido.

11 novembro, 2008

10 novembro, 2008

Tá passando O Chamado 2.
Tenho pavor da Samara, acho que eu já disse isso uma vez.
Filmes de terror me atormentam. Eu regrido aos cinco anos de
idade. Vexame.
A fantasia recorrente é das mãos que seguram meus
braços e/ou minhas pernas quando estou levantando da cama.
Tipo a cena final de Carrie, a Estranha (1976).
Ok, estranha sou eu quando acordo, Carrie foi filme
traumatizante master, muito mais do que O Exorcista, te
juro.
Mas eu insisto. Faço de conta que assisto, enquanto fico
escrevendo bobagens no Ventilador e pensando no sapato que
vou calçar amanhã.
Não tenho coragem de ir para o meu quarto agora.
Sou uma fraude, eu sei. Eu acendo todas as luzes da casa e
sinto que a Eletropaulo me ama muito por tudo isso.
Emily (Everwood/Brothers and Sisters) Van Camp me lembra a
Olívia, pela postura, a elegância, pelo jeito de falar.
Adoro.
Mas eu tenho mesmo pavor da Samara.
Vai ser uma noite longa. Já vi esse filme. (buh!)
Olha aí, tá lá o molequinho, filho da jornalista,
diante da TV, com aquelas cenas sinistras e interferências
tipo Poltergeist. Onde está a mãe dessa criança?
Num disse? Não vou conseguir dormir, eu sei.
É o meu inferno astral se aproximando, talvez?
Será?
É bem possível.
Aguardemos os próximos acontecimentos.

07 novembro, 2008

Procura-se desesperadamente Helena.
A fada das tesouras e navalhas mudou-se de salão.
Pânico.
Consegui falar com a (ex) assistente, que me falou o nome do
novo estúdio.
Pelo 102 e pelo google, nada consta.
Minhas fantasias de abandono afloram com força brutal.
Estou aqui a sofrer.

05 novembro, 2008

03 novembro, 2008

Protect me from what I want.

31 outubro, 2008

Eu e Amiga, em almoço mulherzinha total: mussaka espanhola, legumes na manteiga, purê de mandioquinha e suco de uva.
Falávamos de pretendências. A rigor, de pretendências dela. As minhas, permanecem platônicas.
Eu: - Entendi, cê quer dizer que o cara é galinha.
Amiga: - Não que ele seja galinha. Mas ele tá numa fase baladeira e isso me cansa um pouco.
Eu: - Mas você tem um Plano B?
Amiga: Ele é o Plano B. O Plano A sou eu.
Tomou?
Correria, surtos, corações disparados.
Sorte lançada.
Que assim seja.

20 outubro, 2008

Olho nos seus olhos
E o que eu posso ler?
Que eles ficam melhores
Quando eles me leêm
[Nando Reis]

18 outubro, 2008

Menina Eloá acaba de falecer, deu no plantão da Globo.
Deus é pai.
Que o assassino sofra.
Com requintes de maldade.

Voltemos à programação normal.
Kill Bill, no Supercine.
I love it.

16 outubro, 2008

Ela disse: - Estou com tanto medo…
E eu perguntei: - Por quê?
Aí ela respondeu: - Porque estou me sentindo profundamente
feliz, dr. Rasul. E uma felicidade assim é assustadora.
Voltei a perguntar por quê, e ela prosseguiu:
- Só permitem que alguém seja assim tão feliz quando
estão se preparando para tirar-lhe algo.
E eu disse: - Agora chega, já basta dessas tolices.
[Khaled Hosseini – O Caçador de Pipas]

15 outubro, 2008

Acordei com crise de rinite.
Porém não a ponto de ter 8 espirros seqüenciais.
Um desperdício.
Oh, can you just tell me
Its all right (Its all right)
Let me sleep tonight
Oh, can you comfort me
Tonight (Its all right)
Make it all seem fine

I just cant make it alone
Oh, no, no
[The Verve]

Há dias a criatura andava supergripada.
Fez cara de quem queria espirrar. Não conseguiu.
Mandei olhar para a lâmpada acesa. Não olhou.
- Droga, perdi um orgasmo.
- Bem-feito, quem mandou não olhar pra lâmpada?
- Droga, eu adoro espirrar.
- Eu também.
- Sabe que uma seqüência de oito espirros pode causar
uma sensação de orgasmo?
- EU SEI!
- Ahahahahahahahaha! Você já teve?
- Sim, múltiplos. Eu tive rinite alérgica em janeiro.
- Não tomou anti-histamínico, aposto.
- Lógico que não. Foi uma maravilha. Inesquecível.

:)

14 outubro, 2008

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
[Lulu Santos]
Coisa mais linda a Lua no céu, hoje.

12 outubro, 2008

Feliz dia da Criança pra você também.
Eu volto pra contar tudo, juro que eu volto.
:)
Fiquem bem.
Beijos

05 outubro, 2008

Olívia. \0/
Smack.
Loviu!

30 setembro, 2008

Eu acredito em combustão espontânea.
God save me.

27 setembro, 2008

- Comprei uma muda de tomate, cheia de tomatinhos.
- :)
- Só que passou uma semana e os tomatinhos nem se mexeram.
Continuam do mesmo jeito desde que eu comprei.
[silêncio]
- Tem certeza que a muda de tomate não é de plástico?
[silêncio}
- Ou é uma árvore de Natal, talvez. Tá na época.
E viva Cosme e Damião.
:)

17 setembro, 2008

Reflita sobre esta frase:
Usando uma calça, uma blusa, dependendo do sapato, você
pode ir a qualquer lugar.
[Luciana Gimenez]

Né?

16 setembro, 2008

14 setembro, 2008

Prometo que é a última, mas: por que de cada 10 casas na
Lapa, duas são laranja-uniforme-de-gari?
Tá.
Fui.
Perguntas que não se calam:
Por que House não é o padrasto da minha filha?
Por que Patrícia Poeta está usando aquela maquiagem
medonha?
Por que eu insisto em ouvir Coldplay se eu sei que isso me
deixa triste?
Por que amanhã já é segunda-feira e eu nem notei?
Por que noites de domingo me deixam confusa e melancólica?
Por falar nisso, por que eu não tenho mais cólicas?
Por que homens bacanas se envolvem com megeras?
Por que homens bacanas que se envolvem com megeras
invariavelmente emburrecem?
Chega, né?
Parei.

Boa semana pra você também.
Beijo.

O moço que me chama de irmã da Olívia não estava.
Mas Helena, Tina e todo o povo daquele salão me deixam
tão pra cima, com a auto estima tão no salto que eu fico
com vontade de morar lá. É sério.

A designer de sobrancelha é ótema também.
Recomendo fortemente. Vale uma passadinha na Lapa pra
conferir.
Já a Helena fica no Paraíso. Lógico.

Sábado foi dia de visitar Helena, a grande fada das
tesouras, navalhas e, no caso, dos pincéis. Eu amo ir
lá.
O corte de cabelo ficou lin-do. E mexi na cor também. Pedi
pra fazer luzes. Helena entendeu holofotes.
Um escândalo.
Ainda não me acostumei com tamanha loirice.
House - 4a temporada - O Coração de Wilson.
Chorei baldes. Mais baldes. E mais baldes. Again.
Já viu?

12 setembro, 2008

Tira sobrancelha dói mais que cãibra na sola do pé.
Já teve?
Sonhei que eu fumava muito. Praticamente um pesadelo.
Acordei com a garganta irritada.

Hoje eu vou na designer de sobrancelha.
Anestesia geral não rola mesmo e eu tô com medo.
Tirar sobrancelha é a pior dor do mundo.
Te juro.
Reza aê.

11 setembro, 2008

Brainstorm.
- Eu saí com a mina umas duas vezes e a achei meio
estranha. Daí me contaram que ela pensa em ter um filho
comigo. Eu quero um filho, não a mina. E ela quer um
filho, não a mim. Vou colocar o material num potinho e
mandar entregar.
(e o celular dele toca).
- Olha aí, é ela ligando. A louca.
(três minutos depois)
- Ela quer um filho meu e vai ovular a semana que vem, ligou
pra combinar.
- Se você concorda mesmo em fecundar a louca, liga pro seu
advogado e manda redigir um contrato. Melhor coisa.
- Contrato é uma boa. Mas a mina é louca.
- Então abrevia o seu sofrimento. Diz que você teve
caxumba aos 30.Sabe, né?
- Boa!

10 setembro, 2008


Você nunca foi ao Cacilda? Então vá.
Rua Tito, em frente ao teatro Cacilda Becker.
Amei.
Tem novela nova na parada: o marcador de combustível do
Caveirão pifou, naquela noite do maluco da torre. Estou rodando
às escuras desde então.
Aguardem emoções fortes.
Ganhei um CD com a trilha da terceira temporada de House.
Lindo. Perfeito para ouvir no trânsito.
No conjunto da obra, é o melhor, desde a minha finada
série Suicidal Records.

09 setembro, 2008

Na sexta-feira, eu tive que ir ao banco urgentemente,
resolver as apurrinhações habituais.
Na ida, passei diante do salão de beleza que ostentava a
plaquinha Design de Sobrancelhas. Oba, eu nunca tinha
notado.
Na volta, parei, lógico.
Era só pra colher informações básicas, a
princípio.
A dona do salão era de uma simpatia e educação raras.
Uma fofa.
- Então, notou que tá um lixo minha sobrancelha? Quanto
tempo normalmente leva a sessão?
(eu calculei, mais ou menos, uns 90 minutos pra colocar
minha expressão facial em condições)
- Depende. Vem cá.(e me levou pro quartinho e me fez
deitar na maca. Medo.)
- Ana, quem fez este buraco na sua sobrancelha???
- Errr, eu mesma, fui eu. (cof, cof, cof). É grave?
- Como você conseguiu fazer isso?
- Facinho, ó. Tentei dar um jeitinho enquanto assistia a
E.R., sabe? Pinça, espelho, tv, tudo ao mesmo tempo. Acho
que não deu, né?
- Eu vou te mostrar. Segura este espelho.
- Num precisa, olha, eu só dei uma passadinha aqui pra
ver, digo, perguntar quanto tempo demora. Tipo, meia hora?
Tô morrendo de pressa.
- Ana, a gente vai fazer o seguinte: não mexa mais nessa
sobrancelha, sua louca, deixa crescer. Venha aqui na
próxima sexta-feira e a gente redesenha tudo.
Pelamordedeus, não tenta consertar sozinha, ok?
- Tá.
- Em meia hora, no máximo, vai ficar tudo bem. Certo? (ela
falava comigo como quem estivesse lidando com a Maluca da
Pinça, tentando me desarmar pra eu não atingir pessoas,
e eu não posso culpá-la por isso)
- Tá. Mas teu serviço inclui anestesia geral? Eu preciso
muito.
- [gargalhadas] Nunca pensei nisso.
- Considere esta hipótese. Vai por mim. E na
segunda-feira, vou trazer todas as pinças que eu tenho em
casa e deixá-las sob sua guarda.
- Acho que é um favor a você mesma. Deixe as pinças
aqui, na segunda, e volte na sexta. Tudo vai ficar bem, ela
me disse, gargalhando.
Eu gosto de gente assim. : )

08 setembro, 2008

Nem posso dizer que foi um dia ruim. Não foi.
Cheguei tarde em casa, fiz monte de coisas. Algumas até
que bem bacanas.
Liguei a TV.
Multishow Music Live.
Coldplay.
In My Place.
Morri.

07 setembro, 2008

Chega de falar de comida.
Fui jantar na casa da Rê, aquela, da desventuras na
Americanas, blabla.
Só que eu levei sorvete de sobremesa.
Negresco, shure.
Mais uma alma que se perdeu.
Eu devia ganhar dinheiro com isso.
Né?
Vontade de experimentar comida coreana.
Acho que nunca comi. Sei que existe uma entradinha, feita
com acelga desidratada, um mix de legumes e uma pimenta
vermelha que é o capeta.
Tô passando vontade.
Foi uma semana que eu trabalhei feito gente grande.
Costumo medir pelo tempo que Caveirão não passa pelo
lava-rápido.
Tô passando vergonha.
Esqueça que aquela sexta-feira existiu. :)

This lightning storm, this tidal wave
This avalanche, I'm not afraid
Come on, come on
No one can see me cry

That sugarcane that tasted good
That's who you are, that's what you could
Come on, come on
No one can see you cry

That sugarcane that tasted good
That's who you are, that's what you could
Come on, come on
No one can see you cry
[Imitation Of Life - R.E.M.]

02 setembro, 2008

Estou assistindo ao Quando Um Estranho Chama.
No Universal Chanel, reprise na quarta-feira, dia 10, às
21h.
Pensa numa pessoa com medo.
Chamou?

01 setembro, 2008

Não, prezado Anônimo, o nobre candidato é o Genésio,
de Arujá.
Já ouviu a figuraça falando?

29 agosto, 2008

Momento Cultural.

Sexta-feira ensolarada, 7 horas da manhã, mãe e filha
sonolentas, no carro, a caminho do colégio. No rádio,
horário político.
O locutor dá a deixa e o nobre candidato inicia o
discurso.
Lá pelas tantas, nobre candidato profere: graça ao
trabalho da prefeitura.
- Mãe, graça ao trabalho?
- Sim, porque foi um trabalho. Se fossem dois trabalhos
seria graças aos trabalhos. Tendeu?
- Tendi.
(bocejos)


PS: tendeu porque às 7h30 eu já tô me jogando no
sorvete, Auki?
A vida começa bem cedo por aqui. :)

28 agosto, 2008

Semaninha pra riscar do calendário, esta.
Sem entrar no mérito da somatória das pequenas
contrariedades, ontem levei 1 hora e 4o minutos pra chegar
em causa, por causa do maluco da torre.
Pra quem não leu nos jornais, um corno subiu numa torre de
distribuição de energia na Barra Funda e ameaçava se
jogar.
Chamaram os bombeiros. Os heróis nacionais avaliaram que
tecnicamente era impossível o resgate sem o desligamento
da energia.
Resumo: a cidade parou. Aulas foram suspensas, semáforos
desligados, ruas ficaram horas sem iluminação colocando
em risco milhares de pessoas, que em tese, estão felizes
com suas vidas.
Na boa, pra mim, isso não é serviço para o Corpo de
Bombeiros.
É tarefa pra franco atirador.
Se joga, meu filho.
Silvinha mandou bem de novo nos comentários.
Diz que estudos apontam para a possibilidade de existência
de terminais nervosos em vegetais.
Ou seja, você morde uma folha de alface e ela,
silenciosamente, grita de dor.
Sempre desconfiei.

27 agosto, 2008

Conversa insana com um maluco de plantão, por e-mail.
Percebam do que a falta de assunto é capaz:

Amigo: Pior que o animal humano não é omnívoro mas
frugívoro.

Eu: Controvérsias, controvérsias. Teriam então meus
quatro lindos caninos apenas uma função estética?

Amigo: Você tem caninos porque é uma tigresa!
Mas o animal humano não tem a configuração nem de
carnívoro e nem de omnívoro. Considerando o tamanho do
intestino, posição dos olhos, conformação da boca,
das mãos, a pele, etc e tal.

Eu: Um comentário muito lisonjeiro de sua parte. Thanks!
Mas fosse eu realmente uma tigresa, eu teria quatro lindos
dentes felinos.
E não quatro lindos dentes caninos. Né?

Amigo: Tá bom, tá bom. Serve uma loba?

Eu: Sim, lobas comem carninha tenra e baby beef. Ui! :)

Boa, Silvinha!
Então na briga, o lance é unha no olho.
Gostei.
Vou adotar.
Mas é unha no olho do outro, né?
Vontade incontrolável de comer açaí, desde cedo.
Almocei na barraca da japonesa.
Comi dois pastéis e 500ml de creme de açaí batido com
guaraná e banana.
Voltei pra agência e, dos meninos, ganhei um alfajor.
E o manequim continua 36, meio larguinho.
É. Magra de ruindade. E comida não é afeto.
Eu sei.


Meu sono é que anda perturbado.
De domingo pra segunda, arranhei meu nariz enquanto dormia.
Nem maquiagem disfarça.
Eu tinha parado. Desde os tempos mais difíceis em Manaus
isso não ocorria mais. Tenho que cortar as unhas e dormir
com luvinhas de recém-nascido. Ódio.

Hoje, acordei com a testa inchada e não tenho idéia do
que aconteceu durante a noite.
Não. Não é o que sua mente feia, suja e malvada está
pensando.
A vantagem de estar sozinha e sem amor é exatamente essa.
Não se tem nada. Sequer chifre.
Duh!

25 agosto, 2008

Tem gente nova no Mode On.
Bem-vinda, Luisa. A moça manda bem no Ponto Zero.
:)

18 agosto, 2008

Recadinhos:

Capreta e Silvinha,
Tenho tido muita sorte. Transporte coletivo é mesmo uma
coisa interessante. Salvo quando os dias amanhecem
carrancudos.
Meu ânimo costuma se dissolver sob nuvens densas.
Caminhar é uma prática que me induz ao vício. Quando
sou obrigada a ir de carro, eu já começo a me odiar.
Considero isso um progresso.
Ainda estou em busca do calçado perfeito. Tarefa árdua,
diga-se.
Hoje, por exemplo, me ferrei. Perdi a hora.
Vou de carro.
Eu me odeio.

Auki,
Recomendo cautela ao experimentar sorvete sabor Negresco,
viu?
Estou irremediavelmente viciada.
Outro dia, enquanto eu esperava a água do meu ban-chá
matinal ferver, abri o freezer e detonei uma bolota e meia,
assim, glump.
Antes das 7h30.
Foi mais forte do que eu.
É. Depois não diga que eu não avisei.
:)

Rubia,
Bad hair days se perpetuam por aqui, freqüência semanal.
Confesso, sob a chuva tudo fica mais difícil.
Né?
Aquela segunda-feira não foi fácil.
Semana passada, o cão rosnou foi na quarta-feira.
Os finais de semana me salvam, sempre.

Klein,
Eu descobri a solução para minha solteirice crônica.
Poucas pessoas sabem, eu tenho um namorado imaginário e
é assim que minha vida afetiva sobrevive.
Desde que eu comecei esse lance, todas as lâmpadas de casa
funcionam, ele aprendeu a cozinhar com Jeff Smith e fez
curso de massagem quando foi pra Índia.
O cara não veio ao mundo a passeio.
Não reclama dos meus horários bizarros, nem dos meus
enlatados americanos.
Tem uma casinha modesta em Paúba e é pra lá que eu
vou, quando a barra pesa.
Não entende nada de chuveiros e eletricidade em geral, mas
não se pode querer tudo na vida.
Domingo, de manhã, por exemplo, ele me acordou com
morangos e champanhe.
Um fofo.

15 agosto, 2008

Feliz dia do Solteiro pra você também.

05 agosto, 2008

Achei sete reais esquecidos no bolso da calça.
Isto se chama alegria de pobre. Porque dura pouco,
inclusive.

04 agosto, 2008

Bad hair day. =:|

31 julho, 2008

Só para não deixar a data de hoje passar em branco,
tomei três bolotas de sorvete sabor Negresco.
Praticamente um orgasmo.
No pedido estava escrito: precisamos alterar o texto do
anúncio e incluir os três bullets finalistas. (sic)
Então o diretor de criação indaga: o que são três
bullets finalistas?
Ao que a redatora responde: são o primeiro, o segundo e o
terceiro colocados respectivamente.
O diretor de arte brilhantemente encerra: e o bullet
vencedor vai pra arte final.
(Aplausos).
Decifrar um briefing é mesmo uma arte para poucos.

29 julho, 2008

Amanhã, quinta e sexta eu prometo usar transporte
coletivo, conforme o combinado. Adoro tomar sorvete na
estação Ana Rosa.
Se bem que ficar a pé numa sexta-feira não me parece uma
idéia muito boa. Enfim. Com esse lance de vir trabalhar de
metrô e busão estou passando por uma fase de
readequação de sapatos. De salto 11 fica difícil.
Sendo assim, vou precisar também da readequação de
calças por causa da altura da barra.
Ou seja, na ponta do lápis, vai sair mais barato trabalhar
de carro.
Mentira. :p
Uma espécie de alegria difícil de explicar é ir para o
trabalho ouvindo Frank Zappa.

28 julho, 2008

Recadinhos:
Auki, quando quiser perguntar onde eu trabalho, pode
perguntar.
Só não vou contar na frente de todo mundo. ;)

Thiago Johnny Walker, quando ainda era possível beber até
altas horas da madruga, eu num tava podendo. Agora que
aquela fase difícil passou e eu tô podendo, não se
pode mais beber em paz. Nem puro, nem com gelo.
Este mundo é mesmo muito injusto, você não acha?
Mas mesmo assim faz o seguinte: quando vocês resolverem
sair para beber, me chamem, tá?
Chama seu chefe. :D


Momento Futriquinha Básica:
Ainda sobre as desventuras na Americanas, Rezinha permanece
com o discurso micado da inocência adquirida na
Amazônia.
Inocência adquirida.
É ruim, hein?


Eu cito algo sobre a Olívia, daí chegam Silvinha e
Telinha mencionando Gilmore Girls. E eu fico toda bestinha,
me achando a Lorelai. :)

Sexta-feira, pouco depois das 8 da matina, eu vi Deus Grego,
de malha vermelha, tentando abrir a porta da loja. Quase
bati o carro.
Deus-du-céu, como o vermelho lhe cai bem.

21 julho, 2008

Daí que a dupla se reencontra quase 15 anos depois.
- Não dá pra acreditar que sua filha já vai fazer 18
anos.
- Prefiro nem pensar muito nisso.
- Mas quando ela nasceu você era supernovinha, né?
- É. Eu tinha uns 12.Por aí.
- [gargalhadas]
O pequeno prédio do trampo novo já foi o galpão de uma
fábrica, um dia.
Uma Fantástica Fábrica de Alguma Coisa. Ainda não sei
do quê. Se eu não souber, vou inventar. Me dê mais
alguns dias.
Na cobertura de paredes laranja-uniforme-de-gari, tem
solarium, churrasqueira, uma mesa de ping-pong
E também uma mesa de bilhar.
Vou precisar de aulas de reforço. (ho, ho, ho)
Bom dia, boa sorte.
Boa semana pra você.
E bora em frente, com banana e sanduíche de queijo na
lancheira.
Porque o pior já foi. Ou ainda está por vir.

17 julho, 2008

Na falta de um, foram dois presentes.
Valeu.

Não-fumante há exatamente 1 ano.
\o/

16 julho, 2008

Amanhã é um dia que nunca chega.
Droga.

14 julho, 2008

Recadinhos.

Sobre as desventuras na Americanas, meninas, tem uma coisa
que não entendo: minha amiga vem para Sampa e dá uma
mocorongada daquele naipe e a doida e/ou maluca sou euzinha?
Fala sério.
Mereço mesmo apanhar de verdade no quartinho escuro?
E se vocês acharam a história divertida, imaginem eu que
estava lá.
:D
...................
Silvinha, eu fico besta com o sorriso encantador do boss, de
Reaper. *
No feriado, enquanto andava no parque, pensava a respeito.
Perto dele, House é um garotinho manquitola de 9 anos, com
uma longa trilha a percorrer em termos de cinismo e
perspicácia.
Depois de assistir a Reaper, se alguém virar pra mim e
disser:
- Ora, vá pro diabo que te carregue!
A resposta virá no bate-pronto: - Demorô!

* Universal Chanel, sexta-feira, às 21 horas. Eu
recomendo.
..................
Auki, e a mega-sena acumulou de novo, cê viu?
E até agora, tô na mesma, amigo.
O que me leva a crer que aquele lance do
azar-no-jogo-blábláblá significa apenas que estou R$
1,75 mais pobre. :p
...................
Mi, a exemplo dos índios, também acredito que fotos
roubam almas.
Imagens, só no espelho e ainda assim, nos horários mais
favoráveis. : )

O legal de estar em casa segunda-feira, às 18 horas é
assistir Will & Grace e, na seqüência, That´s 70s Show
comendo chocolate com amêndoas e tomando chá.
O jantar é só por volta das 21 horas. Acompanha Cold
Case. :)
Estávamos com um grupo de amigos em comum numa praia, mas
eu e House tínhamos sido apresentados ali, naquela
madrugada.
Era uma espécie de maratona, daquelas que eu adoro, em
que a gente passa a noite inteira indo de um lugar a outro,
até o dia amanhecer.
Não estávamos bebendo, embora curiosamente eu não
estivesse dirigindo.
House gostou muito de mim, procurava sempre ficar ao meu
lado e eu não posso culpá-lo por isso (ho,ho,ho).
De vez em quando se afastava, depois voltava contando sobre
o lugar que tinha ido, tipo subido nas pedras, ou sobre algo
que tinha comido. House estava feliz feito menino. Era um
sujeito engraçado, agradável, fazia perguntas
divertidas, por vezes infames, e não me deixava em paz.
Rolava um climinha.
Se bem que chegou a fazer um comentário sem graça sobre
o meu cabelo. Cretino.
Então House queria saber onde ficava a região Oceânica
de Niterói [olha meu inconsciente me sabotando aí,
gente]. Tal indagação me levou a concluir sobre nossa
localização: praia de Icaraí.
Na cena seguinte, a gente estava na mesma praia, só que
agora jogados numa espreguiçadeira na varanda de um
prédio.
Num momento de sensiblidade suprema, chamei a atenção de
House para algo espetacular que iria surgir no mar em
instantes. Ficamos em silêncio.
Um imenso cogumelo se formou como se tivesse ocorrido uma
violenta explosão submarina. E o House moleque virou um
homem maravilhado e ao mesmo tempo assustado, que segurou
com força o meu braço e nessa hora eu pensei que
deveriam ocorrer explosões submarinas deste porte com mais
freqüência. :))
O imenso cogumelo se dissipou e rolou uma aparente calmaria.
Aparente.
Segurei o braço dele suavemente e avisei: - Te prepara.
Foi nessa hora que se formou o maior maremoto que os meus
registros oníricos têm notícia. Sim, maremoto é o
meu tema campeão master na categoria sonhos recorrentes.
House praticamente foi ao delírio com a cena e eu ainda
podia sentir o seu toque em meu braço quando acordei com o
barulho da porta de incêndio sendo batida com força pelo
meu vizinho sem noção.
Sabe ódio? Daquela categoria de ódio capaz de se
transformar em manchete de página policial facinho?
Pois então.

Ainda possuída pela minha ira, tentei adormecer novamente.
De vez em quando eu tenho a sorte de retomar o mesmo enredo.
Não tive desta vez.
Sonhei que eu paguei o mico de sair de casa completamente
nua, apenas calçando Havaianas e com uma toalha de banho
enrolada na cabeça.
Só percebi minha condição constrangedora quando estava
dentro de um supermercado lotado.
Um clássico ao amanhecer.


Daí, nesta noite de domingo pra segunda, sonhei que
Michelle Pfeiffer tentava brutalmente me afogar no mar
revolto. Briga de gente grande.Uma selvageria.
Na boa, eu não sabia que a broaca era tão a fim do House
desse jeito.
Não sabia mesmo.

A tal reação alérgica diagnosticada na correria do
Pronto Atendimento não era reação alérgica, concluiu
a dermatologia, sexta-feira passada.
Agora eu procuro um Clínico Geral que avalie possíveis
avarias internas.
Ou, a considerar meu estado psíquico, se for um Pediatra,
tá valendo.
Aceito indicações.