03 julho, 2008

Sol na casa 1. Lua na casa 2.
Agora vai.

02 julho, 2008

Alguém pode me explicar o que é aquele cabelo do Leão
Lobo?
Rafael Ilha parece que resolveu percorrer todo código
penal.
[Cesar Tralli, no SPTV]
:)))))
Na chamada do Jornal Hoje: novo exame a laser substitui o exame de toque na prevenção e/ou diagnóstico de câncer de próstata.
Acho isso muito injusto.
Meninas, agradeço sinceramente os comentários carinhosos
sobre minha crise alérgica.
Tudo sob controle agora, ontem fez uma semana que sai do tal
coma de fabricação caseira e estou me recuperando muito
bem, Monique.
Mi, tudo indica que a crise foi mesmo desencadeada pelo
estresse, aquele ingrato.
Silvinha, utilizo os princípios da homeopatia com o filtro
da minha conveniência. E, você bem sabe, minha
cara-de-pau não conhece limites. Mas me conta: o que
seriam remédios mais alegres, hein? Eu quero! :)
Rubia, agora que passou, eu penso: somatização? Nem. A
julgar pela brutalidade, acho que foi exorcismo mesmo. E dos
bons. :)
Passou.
Rafael Ilha transformou-se em um arquipélogo de problemas.
[Percival de Souza]
:)))))
Minha dieta desintoxicante inclui sorvete Negresco no café
da manhã. Duas bolotas.
E doses eqüinas de ban-chá torrado no decorrer do dia.
Eu deveria comer umeboshi em jejum com mais freqüência,
mas não. Morro de preguiça.
Acordei às 5 da madruga, assisti House em episódio
meigo.(suspiros)
Gargalhei no final.
House é meu. Ponto.

29 junho, 2008

E essa marra que tu tem, qualé?
Sábado, 21/06, amanheci gravemente enferma.
Sozinha em casa, tive que buscar coragem onde eu nem sabia
que tinha para chegar dirigindo ao hospital mais próximo,
sob suspeita de estar com dengue. Foi tenso.
Ana Eritema Almgren era meu nome.
Diagnóstico: reação alérgica de origem desconhecida
e desidratação.
Passei três dias numa espécie de coma induzido pela
associação de metoclopramida e anti-histamínico, duas
vezes ao dia. Chumbo grosso.
Hibernei.
Enfraqueci dois quilos mas sobrevivi. Isso eu recupero
facinho.
Soube depois que os homeopatas consideram as crises
alérgicas uma benção, oportunidade para o organismo
expurgar os excessos de toda ordem e se purificar.
Sei.
Pra mim, foi coisa feita.
Nem vem.
Se bem que estou me sentindo bem mais forte e mais serena
agora.
Sinistro.
E a Telinha, sempre querida, disse que quer ser a Lola e
tomar leite cor-de-rosa. :)
Eu digo: quero ser Lola e ter um irmão fofo que nem o
Charlie, que ensina Lola a investir o dinheiro da fadinha do
dente e nunca a deixa na mão. :)
Reuniãozinha com gente que mal conheço.
Pessoa 1: E a Amy Winehouse, hein? Cês viram?
Pessoa 2: Meu, desse jeito ela não chega aos 25!
Eu: Aos 25? Se chegar até dezembro já tá no lucro.
Foi mais forte do que eu. Sorry.
Parei. Ö

20 junho, 2008

Andre Alli, o Visconde.
Bua.
Assine:
www.radioeldorado.com.br
Entra no Eldorado Jornalismo.
RG e CPF apenas.
Vai.
Chega de impostos, mordedeus.
Errata:
The Big BANG Theory.
Na lua, eu.
Sorry.
PS: Silvinha, amei o link. Quero t-shirt do Sheldon. Thanks!
:)
Monique,
Onde passa StarDust?
Acho De Niro meio canastra, mas me agrada.
Vejo Pocoyo todo dia. :)
Pushing Daisies
Silvinha assiste.
Rúbia e o marido também.
Juntando mais eu e o Auki, somos cinco.
Caramba. Tudo isso?

Monique, isso mesmo.
Mucura é um tipo de gambá, só que bem mais feio.
Aliás, feio pra burro.
A piada consta nos arquivos de fevereiro, quarta-feira de
cinzas, quando Igor atualmente residindo em Santarém,
resolveu comer meio rato. Não devia estar bom.
Rezinha, mãe do moleque, me ligou pedindo que eu ligasse
pra Deus Grego (suspiros), vet. de Godzila.
A idéia é que Igor devore meia mucura para que eu tenha
assunto para ligar novamente.
Meia mucura tem bem mais glamour do que meio rato, concorda?

Letícia,
Seria eu a menina que roubava livros?
Medo de mim. :)

Mi,
Eu e minha franja, desde criancinha, né?
Mas já tá crescendo.
A franja, não eu. ;)

Milladdy,
Manda endereço do seu blog para eu atualizar os links do
Ventilador.
Sumida, você.

Monique,
Você sabe que eu sou uma viciada patológica em seriados
e em Häagen-Dazs, né?
Caia da cama e veja Pocoyo, logo às 7 da madruga, no
Discovery Kids. Coisa mais linda, você vai amar.
Às nove, tbm no Discovery Kids, tem Charlie e Lola. Presta
atenção naquela direção de arte. Inveja.
Domingo é um dia meio ingrato, eu sei, mas olha, recomendo
fortemente The Big Band Theory, Warner, 11h30. Sheldon, o
nerd mais encantador do planeta. Gente esquisita me agrada.
Ainda na Warner, 12h30, Two and a Half Men. É cáustico.
Amo. Preciso de uma Berta para colocar ordem na minha vida e
seu fosse mãe de um menino, seria o Jake. :)
Às 14, Cold Case, Warner, e pra mim isso não é
seriado. É cinema. Sempre choro no fim. Um primor de
roteiro, trilha, pesquisa. Tudo.
Às 15, Law & Order, na Universal, embora eu nem goste
tanto assim.
Permaneça onde está, e veja House, às 16h (suspiros) e
Law & Order SVU na seqüência (deste sim, eu gosto).
Depois tem Monk e suas neuroses fofas, ainda na Universal,
às 19h.
E, claro, às 21h, Pushing Daisies, na Warner. Peça
pizza.:)
Isso tudo sem falar na dobradinha Friends e ER, logo às
nove da matina, na Warner. Clássicos obrigatórios, eu
tinha esquecido.

Madrugada de quinta, eu revi Brilho Eterno de Uma Mente sem
Memória.
Pensa numa mulher chorando.
Oi.

Jorge,
Eu te falei que adoro Charlie e Lola?

Veja House, domingo, 16h.
Universal.
Piegas pra cacete.
Mas veja.

19 junho, 2008

> - Moço, eu num vou caber nesta vaga, criatura.
> - Vai, a gente faz caber (eu amo isso)
> - Vem, isso, mais pra atrás, vem, aê, aêê.
> - Conseguimos.
> E ele, completamente embriagado prosseguiu:- Eu vou
> comprar um estacionamento pra mim.
> - Eu sei que vai. Vai na fé
> - E eu só vou aceitar mulher. Porque mulheres que nem
> você sabem estacionar, respeitam a gente. Outro dia eu
> quase apanhei de um cara.
> - Então cuida do meu carro pra mim.
> - Então me dá um cigarro.
> - Mas eu não fumo. (se tem uma frase que eu amo na vida
> é essa)
> - Mas você pode me dar dois reá pra comprar um maço.
> Esse é o tipo da coisa que faz a vida valer a pena.
>
> Mi, apenas vc entende minhas piadas sobre fadinhas.
> Acredita?
>

>
>

E nada do Igor comer meia mucura pra quebrar esse tédio
que me aflige.
Rúbia.
Repare no endereço: ja-man-ta-das.
Notou?
Eu sou uma besta.
Me perdoa?
:)

18 junho, 2008

- Apenas vc assiste Pushing Daises.
- Mentira. Eu e o Auki.
:)
Stacy deu pro House.
Inveja em estado bruto.
House desprezou Stacy.
Decidiu continuar infeliz.
Idiota.

17 junho, 2008

Silvinha bem lembrou, melhor tentar criar marca registrada
com o uso de um chapéu moderninho, até que a franja
estraçalhada atinja níveis aceitáveis de
exposição.
Bingo!
Bem mais confortável do que uma máscara de ferro.
Monique, sabiamente, aconselhou as presilhas.
Vou tentar também. : )

Klein, beijo na testa sempre chega lotado de mensagens
ambigüas.
Notou?
Difícil decifrar, chega a causar uma certa angústia.
Pode denotar amor e/ou carinho profundo, do tipo
estou-contigo-pro-resto-desta-porra-da-minha-vida, amor
platônico inconfesso ou desprezo da pior espécie, tipo
me-esquece.
Medo, viu?
Sempre tive.
Bora tomar uma cerveja, dia desses.
A gente vai se divertir
Trust me.
Me ligua.

Domingo, 3h40 da madrugada, vindo da Luz (?), entro na
contramão, em plena Av.Tiradentes, sentido bairro (!).
Nem foi culpa minha, e nem estava eu imensamente embriagada.
Fui induzida ao erro, sinalização péssima, tenho
testemunha.
Mas, eu conto pra vcs, a emoção é forte.
As luzes vindo ao contrário...
Manobras rápidas, antes que.
É forte.
Sem falar que posso dizer que estou na última moda.
Hu! :Tedouumdado? : )

Auki! e Thiago, meu JohnyWalker predileto, tão queridos
vcs.
YSL perda imensa, não foi?
Sem falar naquele drama feminino: se vc não se veste com
os braços do homem amado {pq ninguém te ama}ou com um
modelito YVL, vc faz o que da vida?
Se mata, né?
Concordam?


Cacau,
Quando fico muito tempo sem postar nada, sempre lembro da
sua síndrome de abstinência.
Perceba a importância. Te juro: )

Jorge, querido,
Minha vida não me permite o direito de declarar 2008 um
ano sabático, entende?
Difícil, mas vamos em frente.

Eu não sei andar no centro da minha cidade. Vergonha.
Não consigo me localizar.
Praticamente uma falha de caráter a minha.
Sábado, 22h, e eu, de chamisie plissado preto e bota cano
longo, tentando chegar na General Jardim.
Lugar impróprio para uma mulher direita e sozinha, eu sei.
Falta de cavalheirismo do anfitrão.
Mas eu fui.

Eu, sem noção, na São Joaquim.
- Moço, como eu faço pra chegar na General Jardim?
(perceba meu olhar de súplica)
- Olha, eu não sei. Mas vai aqui em frente, pega a
Brigadeiro, vira na segunda à esquerda e depois pergunta.
Adoro gente assim, que não sabe mas resolve.

Ruth, adorei te conhecer também, toda cheia de vergonha,
eu.
Sou tímida.
Certamente a gente vai conversar novamente.
Questão de combinar.

Enquanto isso, morreu Jamelão.
Fredico, cadê tu?
Saudade, Fred.
Escreve pra mim.
Escreve?
Precisando imensamente do seu ombro.
Aquele ombro, de arame farpado. O lado se, aquele mais
carrancudo.
Preciso muito.

Ela estava sozinha no quarto.
Enquanto ele se banhava, ela apenas observava, sem nada,
nada invadir.
Na estante, muito parecida com a que ela tem na entrada da
sala de estar, havia um livro sobre cinema. 1001? Ou 101
filmes?
Disso ela não se recorda.
Na outra estante havia uma arma.
Um revolver. Uma garrucha?

Ela dormira com um homem armado.
Não era um revolver. Era uma garrucha.
Desta vez, ela nem sentira medo.
Ela não havia percebido.
E gozara como nunca.
Fez massagem nos pés.
E tentou não se apaixonar.

El ele não ligou no dia seguinte.

A poíicia investiga o caso.

Esta foi a terça-feira mais fria do ano.

Domingo, quase 13h30.
- Vc vai à uma festa?
- Não, estou voltando.
E ela nada mais perguntou.

Eu amo minha mãe.

13 junho, 2008

A última vez, pelo que eu me lembro, foi em 2003. Ou 2002.
Faz tempo.
Desde então, parei tal hábito pernicioso.
Mas ontem, foi mais forte do que eu.
E eu nem posso dizer que fiz sozinha. Pior. Pedi que
fizessem por mim.
Enfim, cortei a franja e o resultado ficou um tanto
diferente do jeito que eu pedi pra moça cortar.
Por sorte, cabelo cresce e o meu cresce muito rápido.
Restam-me algumas saídas honrosas para os próximos 15 ou
20 dias:
1- Presilhas + tiara
2- Bandana
3- Boné
4- Turbante
5- Burca
6- Coma induzido
7- Máscara de ferro.

Oi, meu nome é Ana Cascatinha Almgren.
Quer ser meu amigo mesmo assim?
:)

E coisa se complica a cada dia aqui em casa.
Depois de o modem sair pra comprar cigarro e voltar, na
cara-de-pau, quatro dias depois e sem nada explicar, chegou
a vez da TV, que desde o começo da semana entrou numas de
brincar de fantasminha.
Assim: voce liga e ela funciona normalmente. Coisa de 15
minutos depois, a imagem some. E fica apenas o som. Dá
medo.
Nas primeiras vezes, eu desligava, dava um tempinho. Ligava
novamente. Às vezes funcionava, às vezes não. Um
inferno isso quando você está vendo Cold Case, por
exemplo. Dá raiva.
Foi quando eu descobri a vocação para mulher de soldado
da Tevezinha Poltergeist, aquela vagabunda.
Dei porrada. Uma só. No jeito. A imagem voltou.
Ela gosta mesmo de apanhar. Um perigo, isso.
No decorrer da semana, convivemos dessa forma: entre socos e
pontapés.
Acredito que essa seja uma conduta de risco, uma vez que pra
eu partir pra algo mais forte tipo toalha molhada ou taco de
beisebol tá facinho.
Hoje, a safada tá abusando da sorte. Tela negra durante o
Bom Dia Brasil. A luzinha vermelha piscando no painel. E
apenas o som funciona[va].
Agora, parece, desencarnou de vez. E eu nem toquei nela.
Tô te falando, doutor.


É. Boa sexta-feira 13 pra vocês também.

Eu não consigo mais ler ou responder aos comentários
pelo blogger.
Por sorte, recebo notas por e-mail, por isso sei quem tem
mandado recados.
Vou dar meu jeito por aqui, não pensem que é desfeita
minha. Vou responder assim que der jeito, tá?

09 junho, 2008

Pensamento edificante da semana:
"Mais vale um beijo na boca do que cinco na testa."
Ana Almgren
Encalhou?
Fica triste, não.

Leia:
A fila anda mas não empurra que é pior.
André Figueiredo Maciel.
[não anotei o nome da editora. Aproveita que você num
tá fazendo nada mesmo e procura no google.:]

05 junho, 2008

Em verdade, vos pergunto: como vai ser nossa vida sem YSL?
Me diga.

30 maio, 2008

A viagem foi ó-te-ma, fui na quinta, voltei no domingo.
Quatro mulheres, duas adolescentes.
Tomei mais sol do que Rochinha de groselha.
Nem fiquei vermelha.
Quase comportada, mais comi do que bebi.
Mais pensei do que dormi.
Sonolenta, mais andei do que corri.
Pulei mais ondas do que refeições.
Fiz marquinha de biquini e planos para o futuro incerto.
Não joguei frescobol. =[
Não comprei besteira. =]
Não li nem escrevi.
Cochilei durante Duro de Matar 4.
Capotei durante As 10 Coisas Que Odeio Em Você.
Dez é pouco.
Falei mais bobagem do que nunca.
Até enquanto dormia. Acho.

Noite de quinta-feira, litoral, supermercado:
- Eu sei, estou me tornando uma pessoa insuportável nesta
minha fase eu-amo-granola. =]
- Tudo bem, Ana.Vamos levar brocólis para o jantar.
- Brócolis combate radicais livres, gentem. =]
- Mas eu sou militante do MLR, Movimento Liberdade para os
Radicais.
- Ok,queremos um mundo melhor com todos os radicais
plenamente livres. Liberdade para os radicais! Now!
Desencana do brócolis. Eca! =]

Sexta-feira, litoral, café da manhã, antes das 10 da
madruga:
- Semana passada, fui fazer endoscopia.
- Deu tudo certo?
- Nada, vou ter que fazer de novo.
- Hahahahaha, sortuda.
- ?????
- Sei de gente capaz de inventar sintomas medonhos por uma
endo. Diz que o sedativo é uma maravilha e nem vende em
farmácia. Tipo maldade. Coisa pra obrigar mesmo o
cidadão a se hospitalizar.
- Num senti nada. Só fiquei meio grogue.
- Acho que é essa a idéia: pilequinho medicinal incluso
na diária da internação e sem ressaca. Eu quero!
- Mas por que vai ter que repetir o exame?
- Tinha resíduo de alimentos no estômago.
- Num fez jejum, doida?
- Fiz, de 10 horas.
- E ainda tinha tinha resíduos? Xi.
- Isso não é normal?
- Não muito. Porque, até onde a gente sabe, você não
é um tubarão. =]

Assistindo ao Mulheres, vi a dupla sertaneja Admistrativo e
Financeiro cantando.
Te juro. Eu vi.
Lembrei-me de que, quando estava em Manaus, sugeri
informalmente aos amigos a formação de uma dupla
sertaneja chamada Copaíba e Andiroba. Sucesso garantido
nas paradas locais.
Quase apanhei.
O mundo é muito injusto comigo, às vezes.
Né? =|


Eu volto para responder aos comentários. Não esqueci.
Tudo anotado.

22 maio, 2008

Eu sei, pode parecer que sumi, por descaso ou desprezo. Mas
não.
Vou descer agora para a praia. Primeira vez que viajo
sozinha com Caveirão. Encontrarei os amigos. Vou caminhar
muito, pretendo abusar do sol, fazer marca de biquini e
falar muita bobagem.
Levo livros, canetas, caderno de notas, mais bebida do que
comida. Duas cadeiras, nenhum guarda-sol, filtros 30 e 50,
travesseiro e edredon. Muito mais roupas do que o
necessário, óbvio, porque essa onda de terremotos está
um horror. Vai saber.
Vou voltar cheia de assunto e prometo responder a todos os
comentários. Oremos.
Não me queiram mal, sim?

PS: cês viram a doida que, tarde demais, descobriu que
tava sem grana para o pedágio e voltou pela contra-mão?
Sabem que esse é um pesadelo recorrente meu, né? Pavor.
Permaneçam rezando, por favor. : )

19 maio, 2008

- Impressiona sua capacidade de afastar, de colocar uma
pedra sobre sua vida afetiva, definir outras prioridades e
seguir adiante. Acho que 98% das pessoas não conseguem
isso. Você consegue.
- Consigo. Embora não seja exatamente um motivo de
orgulho, pensei.
Nem sempre é "so easy" se viver.

16 maio, 2008


Não se perdoa mais nada hoje em dia, hã?
Valeu, Alê.

10 maio, 2008

Um dia, vou escrever sobre tudo isso.
Mas só quando tudo isso passar.
Porque agora nada disso tem a menor graça.
Cansei, parei.

09 maio, 2008

Anna Carolina Jatobá foi transferida para o presídio de
Tremembé.
- Mamãe chegou! Mamãe chegou!, gritou Suzane.
=)
Amour Indian Holi Kenzo.
Preciso muito, pelo resto da minha vida.

05 maio, 2008

O contrato com a Nike que se foda. O que eu quero saber
é: o Ronaldinho vai renunciar ao cargo de embaixador da
Unicef quando mesmo, hein?


Dias difíceis por aqui.
Nem tristes. Nem complicados. Tampouco dramáticos.
Apenas trabalhosos. E cansativos. E friorentos.


Noite de domingo, parei pra ver um pouquinho de Priscila, a
Rainha do Deserto.
Só pra desanuviar, enquanto as meigas gotinhas de
passiflora e valeriana não fazem efeito.


Me baixou uma Dita forte, com roupa de bater e lenço na
cabeça.
Estou aproveitando, desde quinta-feira, os dias de folga
para colocar ordem na casa. Zona federal, embora olhando nem
pareça.
Papéis e documentos inúteis em todos os cantos. Até
agora foram para o lixo cinco sacolas lotadas de contas,
faturas, estratos, bilhetes de amor, listas de compras,
receitas médicas [de Godzila, inclusive, com caligrafia de
Deus Grego :], recados com letras ilegíveis, anotações
com letras ébrias, recortes de jornal sem importância
aparente, sobrou nada. Papéis que já foram tesouros,
hoje, tralhas picadas. Lixo.
Toneladas de conteúdo do meu passado reviradas, revisadas
e descartadas, em 36 horas de triagem rigorosa e um certo
sofrimento.
Pensa, ainda nem cheguei na metade.
Remexer o passado empoeirado exaure. Mas o desapego renova.
Quando eu terminar, a casa vai ficar bacana. Dizem. Eu tento
crer.
[bocejos]


Era bem mais legal quando eu acreditava que as fadinhas do
bem, Passiflora, Passifauna e Valeriana, vinham de noite,
arrumavam tudo, limpavam, passavam e abasteciam a geladeira
com guloseimas enquanto eu dormia. Bem mais legal.
[sobe trilha com xilofone]


Eu tenho problemas com fios.
O fato de eu ter nascido com o cordão umbilical enrolado
no pescoço revela outra seqüela jamais citada: tenho
problemas com fios em geral, fios elétricos em especial.
Não consigo lidar com eles, não tem acordo.
No início do século, trabalhei com um diretor de arte
que diariamente enrolava o fio do meu carregador de celular
de um jeito tão legalzinho. Eu tentava imitar. Nunca dava
certo. Ele passava nervoso com minha incapacidade
psicomotora. Desistiu de me ensinar.
Hoje, tentei, juro que tentei, domar a maçaroca
indecifrável de fios e cabos (odeio cabos) que se esconde
atrás do micro e da TV.
Fios têm vontade própria e ausência de comportamento
lógico. Pelo menos os daqui de casa.
Melhor esconder a maçaroca como está.
É de ordem neurológica o problema. Só pode.
[bocejos]


Lanchinhos prediletos, nestes dias de tarefa insana:
queijo coalho no palito
papinha de mamão com laranja-pêra
banana grelhada com aveia
sorvete light (cof, cof) de creme com calda maracujá
Talento Intense Amêndoas (a-do-ro, apesar do nome de
xampu)
Chocolate quente na padaria

Ou termino logo de arrumar esta casa ou meu destino será
mesmo ir morar no mar.
Com as baleias. = ]
[bocejos]

Durmam bem.

29 abril, 2008

Domingo, ocorreu um acidente de pequenas proporções no
porta-mala do carro. Mancada minha.
Foi mais ou menos assim: antes de chegar em casa, passei no
supermercado, fiz comprinhas rápidas.
Muito raramente eu faço isso mas naquela tarde ensolarada,
sei lá o que me passou, joguei tudo na 3a porta do
veículo.

Chegando em casa, fui retirar as compras e senti algo
estranho. Me-le-ca.
O cara do posto achou que precisava completar o óleo do
motor. Sobrou quase ½ litro. Custa uma grana aquilo. Isso
faz um tempinho. Então a muquirana que vos tecla fechou o
frasco com força, colocou numa sacolinha bem amarradinha
e, pimba, porta-mala. Sabe gente besta? É.

Perceba que era necessária uma providência urgente,
inadiável. E assim foi.

Cena 1:
Domingo - por volta das 17h.
Peguei o carrinho que fica perto da minha vaga na garagem do
prédio. Ajeitei as sacolas lambuzadas, a linda mochila
rosa da academia com imperdoáveis marcas de óleo, a
minha bolsona e o meu casaco com capuz (!), porque
definitivamente o meu termostato pifou. O carrinho tava
quase cheio.
Nenhum vizinho me viu.

Cena 2:
No hall do térreo, chamei o elevador que veio do subsolo.
Ao abrir a porta, dei de cara com o meu vizinho quase idoso
do apartamento em frente, acompanhado da sua inseparável
poodle branca, que também já tá mais pra lá do que
pra cá.
Subimos em silêncio amistoso, nós três e o carrinho
gigante. Notei que ele observava tudo com atenção.
Sabe gente que fica reparando compra dos outros na fila do
caixa?
Esse velhinho é dos meus.
Ele entrou no seu ap., desejou-me boa noite e fechou a
porta.
O carrinho-Hammer não passa pela porta de casa, de modo
que eu descarreguei as compras, silenciosamente, no
corredor.

Cena 3:
Com a porta do meu ap. aberta, deixei as compras na cozinha,
bolsa e casaco na sala, levei a mochila para a área de
serviço. Em cima da mesinha da sala, havia uma Veja.
Arranquei varias páginas. Voltei a área de serviço e
peguei 4 raquetes de frescobol que estavam sobre o cesto de
roupa suja desde janeiro. Joguei tudo dentro do carrinho e
fechei a porta de casa, sem trancá-la.
Notei uma sombra sob a fresta da porta em frente. Ainda acho
que era a poodle.

Cena 4:
Minha vaga na garagem fica de cara com a porta de serviço,
a poucos passos do elevador. Em dias de chuva e de compra de
mês, é uma mão-na-roda. Em termos de privacidade, quem
passa, tudo sabe, tudo vê.
Abri o porta-mala e comecei a forrar o carpete com as folhas
de revista que estavam no carrinho-Hammer.
Surgiu Velhinho Japa, que se amarra numa boa prosa.
Notei seu olhar de estranheza quando coloquei uma folha da
revista e uma raquete de frescobol no carro. Olhou para o
carrinho com mais folhas e mais três raquetes e continuou
parado.
Velhinho Japa não me disse boa noite e seguiu rumo ao
elevador.

Cena 5:
Segunda-feira - 8h.
Desci com cabelo espetado e olheiras profundas segurando
escova de limpeza, vasilha plástica pequena com algumas
gotas de detergente e uma sacola de supermercado.
Em volta do meu carro, um bando de funcionários planejava
a lavagem da fachada do prédio.
Abri o porta-mala e verifiquei o resultado do meu plano.
Foi um servicinho bem ma-o-menu.
Juntei tudo e voltei para casa, pensando num plano B.

Cena 6:
Segunda-feira - 8h15
No elevador, entraram duas vizinhas de meia-idade falando
alto.
Se calaram ao me ver praticamente de pijama e olhar meio
vago, carregando uma escova de limpeza, uma vasilha plastica
e sacola de supermercado lotada de folhas de revista meio
ensebadas.
E caladas permaneceram até o fim do percurso.

Fiquei falada na vizinhança. Aposto.

27 abril, 2008

House - 4a temporada - Episódio: Congelada.
Assista.
Vai por mim. :O)
Recadinho.

Queridos Auki, Mi, Silvinha, Jorge, Thiago, Anônimo.
Não estou conseguindo responder aos comentários do
blogger.
Mas, saibam, estou lendo todinhos, tá?
Assim que normalizar o meu acesso, responderei.
Não me abandonem jamais.
Beijinhos.

25 abril, 2008

Pushing Daisies.
Coisa mais linda.
Completamente encantada.

24 abril, 2008

Eu sonhei que D. arrancava meu nariz com os dentes, na porta
do Pão de Açúcar da Oscar Freire (?!)
E eu fiquei medonha sem meu nariz.
Mordida dói.

23 abril, 2008

Kill Bil - Vol. 2.
Eu amo.

Salve!

Salve!

21 abril, 2008

Histórias de Elevador, penúltimo capítulo.
Sexta-feira, 18, 13h30.
Eu e diretora de arte entramos no elevador com a porta quase
fechando. Uma moça apertou um botão e nos salvou de um
massacre. Aquela porta é louca.
O dia estava esquisito. E nem era o meu humor que estava
péssimo. Não. Eu era apenas uma portadora de ausência
completa de sono e de traquejo social, sem perder a ternura,
que agradeceu polidamente a gentileza da desconhecida e
começou a ler a página de esportes do Metro.
Minha dupla foi bem mais simpática. Aliás, ela sempre
foi.
No trajeto entre o térreo e o primeiro andar, começamos
a desconfiar que simpática desconhecida era uma pessoa
interessada na vida das pessoas e na razão social das
empresas. Aquele tipo de gente movida pela curiosidade.
- Que andar vocês vão?
- Xis, por favor, obrigada.
Simpática Desconhecida, solícita, apertou o botão do
nosso andar e o do andar dela, que pra nossa sorte, era
apenas o X/3. Pertinho. Foi nessa hora que ela assim, como
quem não queria nada, indagou:
- Nesse andar que vocês vão tem o quê?
- Você quer realmente saber?, pensei.
- Uma agência, respondeu a diretora de arte que, alem de
simpática desde criancinha, tem um traquejo social muito
melhor que o meu.
- E o que mais tem lá?
- Um cofre, um cheiro estranho nos dias de chuva, formigas,
a melhor pizza da cidade, sem falar do mistério da mesa de
luz, cujo tampo de vidro quebra a cada semana e já quase
matou dois, pensei enquanto virava a página do jornal.
- Só tem essa agência mesmo, ocupa o andar inteiro,
disse a diretora de arte começando a estranhar o
inquérito.
- E o que vocês fazem lá?
- A brincadeira do copo sobre a mesa de luz, quando os caras
da vidraçaria conseguem consertar a mesa no prazo, o que
raramente acontece, pensei.
Comecei a achar que teria ocorrido um assassinato no
prédio, daqueles que não repercutem largamente na
mídia e Simpática Desconhecida era detetive. Por isso
era desconhecida entre nós. Sacou? Sacou? Ham? ; )
- Somos uma dupla, redatora e diretora de arte, respondeu
minha dupla.
- Errada a resposta, amiga. Melhor seria dizer que somos da
equipe de serviços de apoio: você é a moça do café
e eu sou da faxina.
Que bela chance desperdiçamos, pensei.
Finalmente chegamos ao andar de Simpática Desconhecida e
pela primeira vez em todos estes meses, eu me dei conta do
quanto aquele elevador é lerdo. Rende assunto e era dia
que eu apenas queria ficar quieta.
Chegamos na agência que não tem cofre [citei pra dar
climinha noir :], mas a mesa de luz tem história. Ah, tem.
Olhei para a recepcionista, uma jovem linda e sorridente.
- Voce tá vendo aquela mocinha ali? Pois ela está
sentada na mesa diante do computador apenas pra verificar
seus recados no orkut. Hora de almoço. Ela é do setor de
limpeza de janelas. Limpa todas, diariamente. Pendurada pelo
lado de fora. Faça chuva ou faça sol, pensei.

20 abril, 2008

Recebi por e-mail, sobre o caso Isabella:

"Por mim, se provada a culpa do casal, eles podiam pegar
uma pena alternativa do tipo adotar a Suzane Von Richtofen".

Quem conhecer o autor, por favor, me apresente.
Achei genial.

18 abril, 2008

Falta de job.
Fazendo palavra cruzada pelo iChat com diretor de arte.
- Busca com 4 letras
- [silêncio]
- A terceira letra é t.
- Teta. :)
- Vai cagar.
- Mas não eram 4 letras?
Mereço.

17 abril, 2008

Da arte de ser Poliana.
Esta semana está especialmente difícil por uma série de razões, inclusive pela notícia estarrecedora que a mensalidade do estacionamento vai subir abusivamente. Em 18 meses, fiz as contas: 94% de aumento.
Pensa numa pessoa revoltada.
De manhã, encontrei Colega do Atendimento, no saguão do prédio.
Comentei o roubo. Ele foi compreensivo, quase solidário.
O elevador chegou. Subiram conosco um senhor com cara de chefia e uma garota de cabelo engraçado, que lia horóscopo do Metro.
Eu sei, Glorinha can-sou de avisar que é falta de educação, mas a gente continuou o assunto mesmo assim.
- Mas, Ana, lembra do R., que trabalhou com a gente? Ele tá trabalhando na Paulista. Paga 350. Por mês.
- !!! (um andar e meio de silêncio). Eu tô quase voltando lá pra pedir desculpa e perguntar porque eles não aumentam 100% logo de uma vez. Tá praticamente de graça, então.
- É que eu não sei quanto você paga, porque a agência cobre essa despesa pro Atendimento.
Nessa hora que garota de cabelo engraçado, que trabalha num concorrente, parou de ler horóscopo e, com toda razão de estar puta, comentou:
- Eu sou do Atendimento e diretoria não paga estacionamento pra mim..
E saiu do elevador pisando duro. E bufando, me pareceu.
Concluímos então que a realidade lá fora é muito dura e cruel. E que gente reclama à toa.

Será?

14 abril, 2008

Ai, a vida.
Sempre feita de pequenas lições. E foi tanto o que
aprendi na sexta, onze, com cara de treze.
Em cada encontro, em cada diálogo, uma pequena, porém
importante lição.
Ai, o que seria de mim se não fosse essa minha vida?

[vc sonhava acordada
um jeito de não sentir dor
prendia o choro e aguava o bom do amor]

Saí do trabalho e fui direto à manicure. Esta tem sido
minha happy hour, nova rotina instalada, às sextas, depois
do expediente.
O lugar é meio esculhambadão, mas limpo e iluminado.
Inspira uma certa confiança.
Maluca do Alicate é ótima.
Quando erra, não arranca bife. Corta filé. Pede
desculpas e acha por bem trocar o alicate cego por outro
mais afiado (!!), cantarolando Cazuza bem baixinho.
Sabe uma pessoa fofa?
Trust me.
Maluca do Alicate puxa assuntos agradáveis, conhece mesmo
o perfil da clientela. Tipo esmaltes de secagem rápida,
tendências de cores para outono/inverno, odeia essa
invasão insana dos azuis e/ou roxos cintilantes e fala com
uma elegância ímpar de seus ex-amores. Dá gosto de
ouvir.
11/04 - Lição 1: raciocínios aparentemente ogros
podem, em alguns casos, facilitar um bocado a porra dessa
nossa vida falsamente genial.


Srta Loirinha-Simpatica-Toda-Vida, enquanto pintava as unhas
de framboesa do outro lado do salão berrava com
Coleguinha-Blasé, lamentando que Cunhada-Acabou-De-Casar
chegou ontem da Europa, com notícia péssima: o tal
esmalte de secagem rápida não chega tão cedo ao
Brasil.
Bo-a-to forte, tolinha!, protesto eu, em pensamento.
Minha colaboração na conversa foi jogar um dado atual,
relevante e verdadeiro, tipo oi, é da Bourjois, tem na
Droga Raia e na Drogaria Iguatemi do MP, em diversas cores e
seca mesmo em 30 segundos. Coisa incrível, em que planeta
vc nasceu?
Julguei que falar sobre preço seria irrelevante. Pra não
dizer indelicado.
Ao meu lado, a Sou-Pirulona-Mas-Queria-Tanto-Ser-Feliz, que
pintava suas imensas unhas de
vermelho-sangue-Ó-positivo-e-operante corrigiu minha
pronúncia, com voz de enfado e cara de bunda, enquanto
folheava uma Contigo!.
11/04 - Lição 2: Não há nada de tão errado ou
perverso assim em odiar com requintes pessoas pirulonas com
voz de enfado e cara de bunda. Ok?


13/04 - Lição 3: Falar mal de ex-amor pode ser muito
divertido. Eu nunca tinha feito isso, não desse jeito.
Tipo chamar de traste. Mas tem que ser com a manicure.
Enquanto pinta as unhas de rubi. Óbvio.

[você sonhava acordada
um jeito de não sentir dor
prendia o choro e aguava o bom do amor]

13/04 - Lição 4: Eu sempre achei que essa letra era do
Luiz Melodia, considerando que sempre odiei Cazuza.

13/04 - Lição 5: Eu sou uma besta.

14/04 - Lição 6: Segunda-feira chegou. O dia ainda nem
amanheceu. Chove torrencialmente em Sampa e eu não consigo
dormir. Consigo ouvir os trovões.
Eu vou me ferrar, eu sei.

13 abril, 2008

[Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor]

11 abril, 2008

Unhas cor de rubi.
Que Deus me defenda.

Mantra do dia:
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Amanhã, correr no parque, faça chuva ou faça sol.
Repita.
Você entende que algo de muito errado está acontecendo quando ao coçar a cabeça, o seu dente dói.
É só comigo?

10 abril, 2008

O lance do licenciamento eletrônico funciona mesmo.
Em oito dias, recebi os documentos do carro em casa, por
Sedex.
Sem atropelos, sem stress.
Adorei.

Village People, no Via Funchal.
Dia 08/05.
Garanta já o seu ingresso.
Ho, ho, ho!

É hoje.

09 abril, 2008

Vi no blog da Luciana Fróes.
Eu quero muito, muito.


http://oglobo.globo.com/blogs/lucianafroes/
Paris Hilton planeja ter um filho em breve.
Por onde andam os pais dessa moça?
Isso já configura abandono de incapaz.
O meu arsênico eu quero duplo. E sem gelo, sim?
Sabe que eu tava doida pra ir no bazar do Abadia, né?

08 abril, 2008

Tormentos múltiplos.
- Vontade de comer bolo de fubá.
- Queria um guarda-roupa só com vestidos. E echarpes.
- Quero ir ao Rio.
- Tenho que fazer Pilates, dança de salão, marcar o
shiatsu, a limpeza de pele, a manicure, a pedicure.
- Voltar pra musculação, amanhã.
- Acordar cedo, amanhã.
- Me dar um presente e me fazer um agrado.
- Repensar celibato.
- Comprar amêndoas e pistaches.
- Comer amêndoas e pistaches.
- Mudar a cor do cabelo.
- Perder barriga.
- Ganhar tônus.
- Manter o juízo.
- Ligar pra Bia e pra Lígia
- Preciso ir ao Rio, saudades do Rio.
- Quando é o feriado?
Inferno.
Meu braço direito por uma massagem no pescoço.
Tá difícil.
- Mãe, a menina no cursinho falou que eu pareço a Britney.
- E você não cuspiu na cara dela?

07 abril, 2008

A exemplo da dor-de-corno, a raiva é uma onda que vem e
que passa.
Mas não convém abusar da sorte.
Barra de cereal Taeq com laranja e chocolate tem gosto de xarope para tosse.
Topas?
Toda segunda-feira é uma espécie de Ano Novo semanal.
Levando em conta uma série de variáveis, dentre elas, as
såbias observações de M., o avaliador físico, que
também se mostrou um ótimo ponderador, decidi que acabou
a moleza.
Vou começar a levar 2008 a sério, vou correr no parque,
conhecer gente nova, fazer os cursos que planejei e encarar
o tal do voluntariado punk.
Depois de alguns sacodes que levei nos últimos 10 dias,
acho que agora vai.
Reza aí.

04 abril, 2008

Unhas cor de carmim.
Um escândalo.

Momento |Mamãe Não Tem Noção|.

Mamãe vai buscar filhinha de 17 anos na casa da vovó, logo cedo.
Filhinha, com cara de sono, arrasta mochila da escola e boneca Pucca de pelúcia.
- Hoje é dia do brinquedo, na escola, filhinha?
- Não, mamãe, hoje é dia do pijama. Minhas pantufas estão na mochila.
Agora, eu pergunto: quem tá zoando quem?
Hein?

03 abril, 2008

Check out this story

People.com

Ana saw this at People.com and thought you would be interested:

Jerry Seinfeld Walks Away from Rollover Car Crash - Health, Jerry Seinfeld : People.com
http://www.people.com/people/article/0,,20188054,00.html?xid=rss-topheadlines

Visit People.com for the latest news, gossip and photos


Please note that the sender's e-mail address has not been verified but was sent by a visitor to People.com.
Copyright 2007 Time Inc. All rights reserved.

Síndrome de Forest Gump.
Muitas pessoas à minha volta estão aderindo e tenho notícias de outras distantes também.
O fato é que M, o avaliador, sugeriu que eu pelo menos tentasse. Um vício, tipo caminho sem volta mesmo.
Experimentou uma vez, danou-se, ele disse, mas não nestes termos.
A pessoa não quer mais parar, sob chuva de canivete ou sol da moléstia.
Ok, não custa tentar.
Domingo, vou correr no parque.
Só para expreimentar. Mas sem tragar.

Será que essa chuva passa, hã?
Posso apenas afirmar que a avaliação física de ontem foi a mais comédia de todos os tempos.
O relatório definitivo, com análise da perícia, fica pronto semana que vem.
Enquanto isso, as conclusões iniciais apontam que poucas mulheres da minha idade têm a minha sorte.

Só minha cinturinha ficou de depê.
: )

02 abril, 2008

Logo mais à noite, vou fazer minha avaliação física, na academia.
Em maio de 2007, eu estava com 30% da minha capacidade respiratória.
Façam suas apostas.
Até agora já tirei cinco cópias da chave de casa.
Só faltam três.
Três, não. Quatro (só pra garantir : ).
Hoje é o segundo dia útil de abril e eu já licenciei o carro.
Acredita?
Eu não.
É Sergio Maggi quem avisa lá no delicioso Papo Série:
“Depois que publiquei o post sobre House (na verdade, os posts), recebi um monte de emails de fãs alucinados do médico que, assim como eu, não vêem a hora de assistir a capítulos inéditos da quarta temporada. Que está maravilhosa, diga-se de passagem.
Pois o Universal Channel anunciou que os capítulos inéditos voltam a ser exibidos no dia 17 de abril, às 23h. Serão três: "Uma mentira maravilhosa", "Congelada" e "Não mude nunca".
Depois disso, haverá uma nova pausa (não disseram de quanto tempo) até o retorno dos quatro últimos episódios. O canal esclarece que este segundo intervalo ainda é um reflexo da greve dos roteiristas, que bagunçou a vida de todos os estúdios e também a nossa, que ficamos aqui a ver navios.”
[www.oglobo.globo.com/blogs/series/]

01 abril, 2008

Diante de tudo que poderia ter dado errado, deu tudo completamente errado.Em alguma coisa eu tinha que acertar. Oras.

Dia 17, às 23horas. [suspiros]

Saudades do Cascão. :O)

31 março, 2008

- Só me promete que num dia, ou numa noite, em que o
maluco do taco de beisebol sair em ataque de fúria cê me
convida? Sou doida pra fazer isso e nunca tive oportunidade.
Em troca, eu te ensino a transformar limões em armas
químicas.
- Como faz? Mas me diz: se vc for com o maluco do taco de
beisebol, vc vai querer entrar na pancadaria tb?
- Entrar na pancadaria como espancadora, lógico.
- Sim, claro : ). Quando aparecer uma oportunidade de
arrancar a cabeça de alguém pelo cu, eu te dou um toque
- Valeu! \O/. Daí eu prometo que te ensino aquela parada
com os limões.
- Como funciona?
- Existem várias formas. Mas, ei, vc tá querendo saber
demais, maluco.
- : )
No sábado, saí da agência, por volta das 2h30 da
madruga, com uma vaga esperança de que a chave de casa
estivesse caída no porta-mala do carro.
E também rezava fortemente pra que estivesse na porta de
casa mesmo.
Não estava.

Comecei a considerar seriamente a hipótese de dormir em um
motel.
Me pareceu uma idéia bastante razoável, dadas as
circunstâncias e o adiantado da hora.
Parei na portaria de um que me pareceu ser um motel de
família.
Concluí que não iria pagar 190 reais por 5 ou 6 horas de
sono. Desaforo.
Confesso, o dia e a noite estavam tão truncados que não
era hora de brincar com a sorte, Tive medo.
Um dia, eu juro, só de brincadeira vou dormir sozinha num
motel e conto tudo pra vocês.
Naquela noite, não.
Dei meia volta.
Cogitei dormir na casa da minha mãe. Daí eu me imaginei
ligando pra ela, em plena madrugada. Ciça Mãe ainda
está traumatizada com o telefonema do falso sequestro da
Olívia. Caso eu ligasse, talvez hoje eu não tivesse uma
mãe morta, mas certamente uma mãe com a saúde bastante
debilitada.
Resolvi preservá-la.

Estacionei na garagem de casa e me joguei no banco de trás
do Caveirão.
Enquanto não conseguia dormir, me diverti um bocado.
Ouvi música, li a Capricho da quinzena passada, pensei nas
mazelas da minha vida e no quanto eu preciso ser mais
atenta a alguns detalhes cotidianos, tipo chave de casa, por
exemplo.
Ódio mortal de mim.
Tentei dormir e obviamente não consegui.
Passei por aquele tormento que é cochilar sonhando e
acordar sem saber se sonhou ou o que foi. Delírios.

Pensei que sonhos fossem verdade. Enganos.
Quase ao amanhecer, o tempo esfriou muito.
Quase congelei.
Abri o porta-mala do carro, alcancei a mochila da academia.
Calcei minhas meias. Clamei por cobertas. Não havia.
Tentei dormi. Frio. Muito frio.
Alguma fome também. Tentei abstrair.

Acordei, já havia alguma luz do sol.
Mas ainda era cedo.
Meu corpo doía, eu estava exausta, gelada e tensa.
E o frio me atormentava. Eu queria minhas gotinhas mágicas
de criar sono.
Tentei ouvir um pouco de rádio, mas não.
Não rolou.
Imaginei que eu deveria me sentir uma mulher feliz.
Eu era uma homeless abrigada.
Caveirão havia se transformado no puxadinho lá de casa.
Poucas pessoas têm esse privilégio, eu tinha mesmo era
que agradecer.
Eu estava congelando com minha roupa pequena, mas eu tinha
que aguentar mais um pouco, ainda não eram oito horas, eu
tinha que fugir das tarifas noturnas dos chaveiros 24 horas,
aqueles exploradores da desgraça alheia.
O pior já havia passado.
Seja homem quando for preciso, Ana - me aconselhou uma vez
um ex-amor.

Comecei a observar em volta. Meu carro estava uma zona.
Sandálias de salto no lado do passageiro, roupas de
ginástica usadas inutilmente como coberta, a rosa vermelha
que ganhei murchando no painel, o pão de batata com frango
de sexta, que sabiamente não comi.

Escondida no carro, vi a vizinha do 14o saindo, talvez para
passear.
Sempre a achei uma idiota. Mas era uma idiota que, sem
dúvida, dormiu protegida em lençóis limpos e estava de
banho tomado.
Merda.

Fui até a padaria, pedi vitamina de frutas, pão na chapa
com queijo branco e café quentinho.
Voltei a me sentir humana.
Enquanto isso, eu pensava: preciso de cópias de chaves,
muitas, muitas. Quantas o meu dinheiro puder comprar.
E preciso também criar ambiente mais favorável pra
Caveirão.
Tipo cobertor Parayba, travesseirinho portátil e comida
liofilizada no porta-mala, porque o inverno tá logo aí.
E nunca se sabe o dia de amanhã.

E vou ter que distribuir chaves: uma pra mim, outra pra Oli,
outra pra morar no Caveirão, outra pra Ciça Mãe, uma
pra deixar na firma, uma pra sortear entre os amigos e outra
pra dar pra alguém que teje pricisanu.
Acabou a fase da miséria de chaves aqui em casa.

Passado o pesadelo e pouco antes de dormir, subi até a
floricultura.
Comprei rosas brancas para o meu banho. Porque era sábado,
dia de faxina pesada e eu tava precisando.

28 março, 2008

Pra quem assistiu a Antes de Partir, fica o conselho:
Guarde bem suas latas de café. Você pode precisar delas
no futuro.

Prefiro potes de häagen-dazs. :O)

Ontem foi um dia quase perfeito, aconteceu monte de coisas.
Daí que eu enquanto trabalhava, deparei-me com algumas
verdades internas, a partir da indagação: a quem eu
quero enganar?
Detalhes não importam. Insights.
Final do dia, decisões inadiáveis: inscrição na
academia, escolher meu presente por ter parado de fumar e ir
ao cinema.

Na academia, três surpresas e uma decepção.
Mensalidade com aumento quase nulo, anteciparam minha
avaliação física que seria só em maio e uma sessão
de massagem como cortesia. Amei.
De brinde, um squeeze :/ (eu falei que tinha sido um dia
quase perfeito)
Tudo bem que é um squeeze importado, suíço.
Eu não entendo nada de squeezes. Mas olhando pra ele, posso
imaginar que se trata de uma espécie de Victorino no
universo dos squeezes mais cobiçados.
Posso até me ver andando de bike pelo parque, as pessoas
apontando para mim e comentando:
- Olha, aquela moça tem um sigg!
- Poderosa, hein?
- Olha que luxo, e o sigg combina com suas unhas vermelhas!
- Aonde ela pensa que vai com esse sigg? Metida!
Eu sei, posso arrasar corações e causar inveja, assim que decidir
seriamente a me dedicar a atividades aeróbicas com algum
empenho.
Mas eu queria tanto o roupão.

Soquei o squeeze vermelho na bolsa e fui ao cinema.

27 março, 2008

Antes de Partir é um filme desconsertante.

Agora pensa numa mulher chorando.
Muito.
Pois foi assim.

Saldos do dia:
1- Andei até bem pra lá da fantástica fábrica de chocolate. Distância razoável.
2- Resolvi 2/3 das pendências bancárias que me acorrentavam a alma.
3- Jurei mais nunquinha dormir no ponto desse jeito. Como pude?
4- No caminho, descobri que desconfio imensamente de restaurantes com nomes temáticos, tipo Garfus, Pratus, Guardanapus.
Tinha um monte no caminho.
5- Torrei parte do troco da multa da conta atrasada em supino light e barrinha Quaker sabor torta de limão. Ótimo
investimento.
6- Eu procuraria doutora meio bruxa das gotinhas mágicas e inocentes agora mesmo. Quem sabe ela é capaz de dar
jeito também no meu juízo. Pensou?

Conclusão edificante do dia:
Dê-me seis horas ininterruptas de sono e serei capaz de conquistar o mundo.
(cof, cof cof)

E superego implacavelmente recomenda: Cala a boca e continua remando, Ana. Continua remando.

Passo o dia de ontem pensando que eu merecia duas noites consecutivas de bom sono. Lembro que, há mais de um mês, comprei e nem tomei gotinhas mágicas e inocentes que doutora meio bruxa me receitou faz uma cara.

Chego em casa pouco antes das 23h, com texto que Máquina de Moer Macacos me pediu leitura e opinião sincera. Demorô. = )

Instalada no sofá, começo a ler a bula das gotinhas mágicas e inocentes. Fico pensando na imprecisão das informações.
Lá dizia sobre a posologia: em casos de instabilidade e ansiedade – de 20 a 30 gotas. Insônia e agitação, de 30 a 40 gotas, após o jantar e ao se deitar.
As perguntas começam a atormentar: jantei faz uma hora e acabei de me deitar. No sofá vale como ato de se deitar?
Devo dobrar a dose, contando o jantar e o deitar?
Dado o adiantado da hora, o jantar e o deitar podem ser considerados uma ação dois em um?
E olha que nem considero o fato de além de insone, eu me sentir um tantinho ansiosa. Confusa, não.

Tomo 50 gotinhas mágicas e inocentes diluídas em dois dedinhos de água de bolotas.
Pego os escritos de MMM e faço algumas anotações com dúvidas, exclamações e opiniões sinceras, até a metade da página dois. Começo a gostar dos meus manuscritos.
Dada a responsa da tarefa, decido fazê-la com a atenção que Mr. Howard merece.

Gotinhas mágicas e inocentes começam a incitar bocejos.
Acordo com a TV ligada.
Seis da matina.
Malévola? Quem é Malévola?
Sim, a bruxa boa no Oeste, agora me lembro.

26 março, 2008


Pucca, minha fofa da vez.
No Jetix.
Avoada, por pouco não atropelei uma moto.

25 março, 2008

Nova paixão: barrinha da Quaker sabor torta de limão.
Então Dona Urtigona saiu sozinha pra almoçar. Mais pra
andar do que pra comer. Acabou indo longe demais. O
restaurante era mediano, tendendo a muito ruim. Na vagem
havia coentro. Impressionante o azar da pessoa.

Ligaram da academia. Queriam saber porque não tenho levado
mais meu corpinho para pegar um tônus, como eu fazia
antes.
Decidi voltar de vez e pronto.
Cansei desse eterno voltar à estaca zero E também vou
parar de reclamar tanto das coisas, tentar ser um pouquinho
mais tolerante com as pessoas.

Só não dá pra imaginar o que tem na cabeça um
desqualificado capaz de servir vagem com coentro.
Não dá.

- Pensou que eu fosse pedir pra você arrebentar alguém?
Tenho uma listinha importante. Podia aproveitar a viagem : )
- Hmmm.. A gente sempre pode unir o útil ao agradável.
- Tudo gente que pisou nas minhas flores. Você ficou de me
defender e eu serei-lhe eternamente grata por isso. : )
- Passa a lista e o que vc quer que aconteça com eles...
- Hmm. Quantos dias você vai ficar e quantos consegue
abater por dia?
- Depende. Uns 15
- Uau. Com uma produtividade dessa, posso arrumar inimizade
até
onde não existe.
- Viu só?
- Ô!
- Sou praticamente uma máquina de moer macacos.
- Há macacos em tudo que eu vejo. Cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro.
- HahahahhHHAHAHAHHA

: )

24 março, 2008

Pensamento do dia:
É da natureza dos baldes serem chutados.

23 março, 2008

Coisas importantes a decidir.
Alguns medos imperam.
Acho que estou me enganando.
Ou me iludindo.
Que Deus me defenda de ti.
Feliz Ano Novo.
Sonhei que eu voltava a pintar minhas unhas de vermelho.
Acho que preciso disso.
2008 acabou de chegar.
Feliz Ano Novo!

22 março, 2008

E eu queria tanto te beijar.
Falta-me coragem.
=]