Check up geral.
Semana passada tive uma pequena emergência médica. Piripaque feminino. Pura bobagem.
Mas me obrigou a ir correndo ao médico. De vez em quando é bom fazer isso. Acabo esquecendo.
O fato é que fui. E levei uma dura dos diabos do Dr. Thomaz.
Uma porrada de exames de rotina atrasados pra fazer. Mais por preguiça do que por covardia. Sou valente pra essas coisas.É sério.
No meio da lista tava a tal da mamografia, que eu nunca tinha feito na vida.
Descuido? Não. Faço religiosamente o auto-exame, todo mês e eu crente que tava abafando. Não se pode confiar em mais nada, hoje em dia, né doutor?
Dr. Thomaz não achou a menor graça.
Já tinha ouvido dizer que o exame é meio incômodo. Mas quem sou eu pra discutir ordens médicas, me diz?
E lá fui eu.
A sala de espera tava engraçada. Quatro mulheres, já na fase da reposição hormonal e eu, a caçulinha da turma.
No meio do falatório histérico, típico de sala de espera de exame, uma deu o veredito: - Seu exame não vai doer muito, não. Seu peito é pequenininho...Olha o tamanho do meu. É um inferno.
E a outra concorda.
Aí, brinquei: - Meninas, por favor, sejam delicadas. É minha primeira vez, certo?
Hum... ninguém entendeu a piada. Achei melhor deixar quieto e voltei a ler meu livro.
Aí a mocinha do exame me chamou. Toda sorridente. Muito simpática. O tipo de coisa que a gente precisa mesmo numa hora dessa.
Na hora de me orientar sobre os procedimentos, ela foi categórica: - Quem inventou esse exame deve ter sido um homem. Uma mulher não faria uma coisa dessa.
Pronto. Quem agüenta o cagaço depois dessa?
Então, já que estou aqui, vamos lá.
- Segura o peito com essa mão.
- Tá.
- Não deixa o cabelo cair pra frente.
- Melhor prender?
- Não precisa. É só não deixar cair na frente.
- Vou tentar.
- Com a outra mão você segura ali. (enquanto prensava minha mama, impiedosamente)
- Tá.
- Você passou desodorante?
- Não. Disseram que não podia.....
- Isso, desodorante estraga a máquina.
- Imagino, mas vc nunca estourou nenhuma prótese de silicone nessa coisa, não?
- Não. Agora fica quieta e não respira.
- Por que não posso respirar?
- Porque se respirar, dói mais. Não respira! Pronto.. Pode esperar lá na sala.
- Ué? Não acabou??
Desculpa, mas essa foi demais pra mim. Acho que o conceito "só dói quando eu respiro" deve ter sido criado a bordo de uma máquina de mamografia.
Quinze minutos depois, minha algoz voltou, sorridente. Já comecei a achar um certo sadismo naquele sorriso.
- Vamos ter que fazer de no-vo.
- AAAAAAAAAAAh, não! Chega.
- Vamos, coragem..
- Promete que deixa eu respirar, dessa vez???
Ela acabou rindo. Fazer o que com uma criatura como eu?
Semana que vem volto lá pra pegar o resultado.
Tomara que eu tenha saído bem na foto. ;O)
Mas, queridas leitoras, não se assustem não. Mamografia não dói a metade do que dizem. Puro folclore.
Cuidem-se. ;O)
29 abril, 2003
ATENÇÃO TODOS OS CARROS: BLOG NOVO NA ÁREA!!
Minha filha inventou de criar um blog. Dá uma olhada lá.
Tá bonitinho. :O)
Minha filha inventou de criar um blog. Dá uma olhada lá.
Tá bonitinho. :O)
27 abril, 2003
25 abril, 2003
Revirando a estande de livros.
Sexta-feira [ 3 de dezembro de 1948]
Muito querido você. Estou contente por ter recebido esta carta de setembro, que nos incita a ir até o fundo do problema. Em certo sentido, não posso dizer que a última carta , a longa, me tenha cumulado de felicidade. É claro que eu sabia, desde a noite em que chorei tanto, que nossa história terminará dentro em breve, que de uma certa maneira alguma coisa já estava morta, mas assim mesmo foi um choque tomar consciência de que o fim poderia chegar tão rápido, a partir deste outono, que ele poderia chegar amanhã - não, isso não me cumulou de felicidade. Entretanto, você tem absoluta razão, tudo que você diz é justo. Posso muito bem entender a sua necessidade de ter uma mulher só sua, você a merece, uma mulher que não abandonasse seu próprio destino para tomá-lo como marido. Você seria um destino muito belo para uma mulher, eu mesma teria de bom grado esse destino se as circunstâncias não me proibissem. Sim, eu o compreendo, Nelson. Eu desejaria apenas que que a sua felicidade do ano passado não o entristecesse; ela tinha um significado. Durante um anos foi muito importante para mim conhecer um amor assim, fiel, verdadeiro, caloroso. Ele tocou profundamente meu coração, e eu lhe retribuí com uma felicidade tal, que, se você ainda me quiser bem, não deve lamentá-lo; não se lamente por ter me dado tanto, pois isso foi recebido com muito reconhecimento. A vida é fria e curta, sim, e é por isso que você estaria errado se desprezasse sentimentos como os nossos, quentes, intensos. Não fomos loucos por nos amar assim e por sacrificar o resto, nós nos tronamos felizes durante um tempo, verdadeiramente felizes, e isso é mais do que a maioria das pessoas obterão de suas vidas, eu jamais o esquecerei e você se lembrará disso às vezes, espero.
No momento, querido, toda minha expectativa se restringe a que compartilhemos ainda um longo momento: venha a Paris entre abril e setembro, por exemplo. E que continuemos amigos, mesmo que você um dia se case....
.... Adeus, Nelson. Como acreditar que neus braços lhe pareçam tão frios quando o meu coração arde? Entretanto, é verdade, eu sei? Braços distantes são frios. A esperança de que você os ache quentes ainda uma vez (e você sabe o quanto eles podem sê-lo) persiste em mim. Oh! Você me amaria neste momento, porque voltando a ser aquela do dia em você estragou tudo, a alma perdida, perdi a arrogância da felicidade. Mas eu o amo sempre muito!
Sua Simone.
De Simone de Beauvoir
in Cartas a Nelson Algren - Um Amor Transatlântico - 1947 - 1964
Dando seqüência a maratona literária, segura essa:
Separação.
......Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Veja. Você fica com a Net e eu com a TV. Você fica com a UOL e eu com a Terra. Você fica com o 486, e eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E cortador de unha. Aquele bom.
São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan?
De Mario Prata
in Minhas Tudo.
Tem mais, agora deu soninho. Fica pra depois.
Sexta-feira [ 3 de dezembro de 1948]
Muito querido você. Estou contente por ter recebido esta carta de setembro, que nos incita a ir até o fundo do problema. Em certo sentido, não posso dizer que a última carta , a longa, me tenha cumulado de felicidade. É claro que eu sabia, desde a noite em que chorei tanto, que nossa história terminará dentro em breve, que de uma certa maneira alguma coisa já estava morta, mas assim mesmo foi um choque tomar consciência de que o fim poderia chegar tão rápido, a partir deste outono, que ele poderia chegar amanhã - não, isso não me cumulou de felicidade. Entretanto, você tem absoluta razão, tudo que você diz é justo. Posso muito bem entender a sua necessidade de ter uma mulher só sua, você a merece, uma mulher que não abandonasse seu próprio destino para tomá-lo como marido. Você seria um destino muito belo para uma mulher, eu mesma teria de bom grado esse destino se as circunstâncias não me proibissem. Sim, eu o compreendo, Nelson. Eu desejaria apenas que que a sua felicidade do ano passado não o entristecesse; ela tinha um significado. Durante um anos foi muito importante para mim conhecer um amor assim, fiel, verdadeiro, caloroso. Ele tocou profundamente meu coração, e eu lhe retribuí com uma felicidade tal, que, se você ainda me quiser bem, não deve lamentá-lo; não se lamente por ter me dado tanto, pois isso foi recebido com muito reconhecimento. A vida é fria e curta, sim, e é por isso que você estaria errado se desprezasse sentimentos como os nossos, quentes, intensos. Não fomos loucos por nos amar assim e por sacrificar o resto, nós nos tronamos felizes durante um tempo, verdadeiramente felizes, e isso é mais do que a maioria das pessoas obterão de suas vidas, eu jamais o esquecerei e você se lembrará disso às vezes, espero.
No momento, querido, toda minha expectativa se restringe a que compartilhemos ainda um longo momento: venha a Paris entre abril e setembro, por exemplo. E que continuemos amigos, mesmo que você um dia se case....
.... Adeus, Nelson. Como acreditar que neus braços lhe pareçam tão frios quando o meu coração arde? Entretanto, é verdade, eu sei? Braços distantes são frios. A esperança de que você os ache quentes ainda uma vez (e você sabe o quanto eles podem sê-lo) persiste em mim. Oh! Você me amaria neste momento, porque voltando a ser aquela do dia em você estragou tudo, a alma perdida, perdi a arrogância da felicidade. Mas eu o amo sempre muito!
Sua Simone.
De Simone de Beauvoir
in Cartas a Nelson Algren - Um Amor Transatlântico - 1947 - 1964
Dando seqüência a maratona literária, segura essa:
Separação.
......Você fica com a Folha e eu com o Estadão. Você fica com a Istoé, eu com a Veja. Você fica com a Net e eu com a TV. Você fica com a UOL e eu com a Terra. Você fica com o 486, e eu com o Pentium. Você fica com o amor e eu com a saudade. Posso levar o papel higiênico? E cortador de unha. Aquele bom.
São cinco da manhã e a gente ainda está ali, na sala, dividindo as nossas vidas. Ele deseja sorte, faz recomendações. Levou o Lexotan?
De Mario Prata
in Minhas Tudo.
Tem mais, agora deu soninho. Fica pra depois.
22 abril, 2003
18 abril, 2003
Agradeço aos meus leitores, e tudo mais. Tipo vovô, mâe, titia, madrinha e todo mundo que tá vendo o facão afiado sobre meu pulso destro. Aquelas coisa que a gente sempre diz, nessas horas.
Feliz dia de Tiradentes. Feriadão emendado, isso é raro.
Alegrem-se. Novos feriados virão.
Rezem pela minha alma artomentada.
Feliz dia de Tiradentes. Feriadão emendado, isso é raro.
Alegrem-se. Novos feriados virão.
Rezem pela minha alma artomentada.
Vale o combinado, certo?
..Se eu não sobreviver a esse golpe, a Rê, assumirá a função.
Avisrá todos os amigos, limpará o piso do ap., essas coisas.
Se suicídio se der a contento, o funeral será no dia de Tiradentes.
Incrível como as coisas nessa minha vida miserável fazem sentido.
Mas, ó, faço questão da melhor roupa, hein?
Passem um mouse no sapato e batom cor de boca no cadáver.
Classe ainda é tudo. Mesmo que no Além.
Amém.
..Se eu não sobreviver a esse golpe, a Rê, assumirá a função.
Avisrá todos os amigos, limpará o piso do ap., essas coisas.
Se suicídio se der a contento, o funeral será no dia de Tiradentes.
Incrível como as coisas nessa minha vida miserável fazem sentido.
Mas, ó, faço questão da melhor roupa, hein?
Passem um mouse no sapato e batom cor de boca no cadáver.
Classe ainda é tudo. Mesmo que no Além.
Amém.
10 abril, 2003
Ah, se fosse comigo..
A gente vê cada coisa na TV. Uma apresentadora de um programa vespertino estrapolou a paciência de qualquer ser iluminado.
Acompanhe:
- Ah, você aí em casa vai aprender uma lasanha de talharine de berinjela. Aproveita e faz aí pra janta
(Eu tenho vontade de cuspir na cara de uma pessoa que fala "janta", em vez de jantar", mas vamos dar um desconto pra pobrezinha)
- Anota aí os ingredientes: 1 pacote de talharine.
Então dirige-se ao paciente culinarista - Em vez de talharine, pode ser espagueti?
- Pode.
- Agora ele vai fazer o refogado de berinjela. Em vez de berinjela, a dona de casa pode usar abobrinha?
- Pode, também fica muito bom.
- Mas essa azeitona verde que você colocou, pode ser trocada pela azeitona preta?
- Sim, pode.
- Esse molho que você tá colocando é o que?
- Molho ao sugo..
- Pode ser à bolonhesa? Mas você vai colocar só esse pouquinho de molho?
- Sim.. (Note que o culinarista começa a ficar monossilábico)
O ser iluminado e dotado de incomparável paciência começa a montar o prato.
- Agora se a dona de casa não tiver espagueti ou talharine, qual outra massa ela pode usar?
- A dona de casa pode usar a massa que ela quiser. (Ueba! Ele também já está perdendo a paciência.. )
- Agora, se a dona de casa pode substituir a berinjela ou abobrinha pelo chuchú?
O pobre já arrancando o avental: - Você (note que ele falou você e não "a dona de casa") pode colocar chuchú, se quiser. Mas vai virar uma aguaceira só.
Ah! Como ele foi gentil.
No meu caso, pode imaginar o que eu responderia, né?
Decidi mudar pra Sony e assistir Mad about it. Todo mundo ganha mais.
A gente vê cada coisa na TV. Uma apresentadora de um programa vespertino estrapolou a paciência de qualquer ser iluminado.
Acompanhe:
- Ah, você aí em casa vai aprender uma lasanha de talharine de berinjela. Aproveita e faz aí pra janta
(Eu tenho vontade de cuspir na cara de uma pessoa que fala "janta", em vez de jantar", mas vamos dar um desconto pra pobrezinha)
- Anota aí os ingredientes: 1 pacote de talharine.
Então dirige-se ao paciente culinarista - Em vez de talharine, pode ser espagueti?
- Pode.
- Agora ele vai fazer o refogado de berinjela. Em vez de berinjela, a dona de casa pode usar abobrinha?
- Pode, também fica muito bom.
- Mas essa azeitona verde que você colocou, pode ser trocada pela azeitona preta?
- Sim, pode.
- Esse molho que você tá colocando é o que?
- Molho ao sugo..
- Pode ser à bolonhesa? Mas você vai colocar só esse pouquinho de molho?
- Sim.. (Note que o culinarista começa a ficar monossilábico)
O ser iluminado e dotado de incomparável paciência começa a montar o prato.
- Agora se a dona de casa não tiver espagueti ou talharine, qual outra massa ela pode usar?
- A dona de casa pode usar a massa que ela quiser. (Ueba! Ele também já está perdendo a paciência.. )
- Agora, se a dona de casa pode substituir a berinjela ou abobrinha pelo chuchú?
O pobre já arrancando o avental: - Você (note que ele falou você e não "a dona de casa") pode colocar chuchú, se quiser. Mas vai virar uma aguaceira só.
Ah! Como ele foi gentil.
No meu caso, pode imaginar o que eu responderia, né?
Decidi mudar pra Sony e assistir Mad about it. Todo mundo ganha mais.
06 abril, 2003
South Park - A morte do Kenny.
Estamos inconsoláveis, aqui em casa. Godzila, inclusive.
Uma grande perda, sem dúvida.
Pensando bem, pra tudo se dá um jeito.
Por exemplo, Viviane Ronalli poderia ser eleita o novo Kenny da TV da brasileira.
Ela poderia morrer torrada em um grill família Aroma, ou em uma churrasqueira esmaltada Hawai.
Tudo em 5 vezes, sem juros, anunciados no TV UD, do ShopTime..
E ressucitaria, insuportavelmente, incorporada no Ciro Botini, no episódio seguinte, como um rosbife mal passado.
A vida é assim. Fazer o que, né ?
Estamos inconsoláveis, aqui em casa. Godzila, inclusive.
Uma grande perda, sem dúvida.
Pensando bem, pra tudo se dá um jeito.
Por exemplo, Viviane Ronalli poderia ser eleita o novo Kenny da TV da brasileira.
Ela poderia morrer torrada em um grill família Aroma, ou em uma churrasqueira esmaltada Hawai.
Tudo em 5 vezes, sem juros, anunciados no TV UD, do ShopTime..
E ressucitaria, insuportavelmente, incorporada no Ciro Botini, no episódio seguinte, como um rosbife mal passado.
A vida é assim. Fazer o que, né ?
05 abril, 2003
A caminhada.
Peguei a Oli e segui rumo à Primeira Caminhada Contra a Fome da Chácara Klabin.
Ok, vamos lá.
Doação: 1kg de alimento não perecível.
O prêmio: uma camiseta.
A alegria: encontrar os amigos, apesar do resquício do mau humor, pelo stress matinal. Pode parecer que não, mas eu gosto de encontrar os amigos. Verdade.
A má notícia: as camisetas tinham acabado. (a camiseta seria o meu pijama do inverno)
O choque: rolava um som sertanejo constrangedor na caixa de som, na pracinha da Chácara Kabin.
O desejo: eu quero a minha mããããeeee!!!!!
A boa notícia: tinha uma padaria quase ali perto e eu tava com fome.
O cenário: professores da Academia de Ginástica, patrocinadores do evento, convidando os participantes a fazerem alongamento. Hum, hum,. Sei como é essa coisa de aula coletiva, de grátis. Eu não me arrisco.
Sentei-me no gramado pra observar: (até começou a rolar um Titãs nessa hora. Melhorou)
1- Uns 4 ou 5 cachorros, todos bem banhados e bem tosados, defecando sobre o gramado.
2- Um vovozinho de uns 70 anos fumando, enquanto fazia os exercícios. Como ele devia ter doado o seu 1kg de comida não perecível, então, tudo era festa. Nenhum organizador se deu ao trabalho de orientá-lo.
3- Uma ambulância tava lá, de plantão amigo. Pensei: eu vou de carona, na ambulância. Parece-me mais seguro.
4- Rolou uma certa confusão organizada, na hora da saída da caminhada. O CET e os organizadores não decoraram muito bem o script. Perfeitamente compreensível. Primeira caminhada, bairro pequeno. Todo mundo passeando. Dê-se um desconto. Vale mesmo a boa intenção. E a brincadeira.
5- Levei um safanão descomunal de um funcionário do CET que, talvez, pela correria, estivesse meio desentendido, no meio daquela aglomeração.
6- Na brincadeira, soltei um: - ô, ô, seu galda, pedir licença ou desculpa é bom, viu? Eu nem tô dirigindo.
7- E não é que ele me encarou? Pessoa Física sofre nessa terra, pensa o quê?
8- Caminhados os meus aproximados 500m, concluí que eu já havia caminhado 1/3 da minha cota anual de exercícios físicos. Minha serotonina, eu capturo de outra forma, dá licença.
9- O povo seguiu adiante, em sua caminhada. Com o truculento da caminhonete da CET à frente e a ambulância do co-patrocinador, na retaguarda. E a gente imaginando o gualdinha da CET, lá à frente, gritando, ao microfone: Pamonhas, pamonhas, pamonhas. Pamonhas ....
10- Parei na banca de jornal. Comprei uma Capricho recém saída do forno, pra dar uma vasculhada básica sobre o que minha filha anda lendo. Sim, isso não é pecado, ok? Pedi uma água de bolota e um café, na padoca.
11- Eles voltaram, sob o comando da Regina, coisa de hora e meia depois, são e salvos da caminhada. São, salvos e felizes. Isso é bom.
12- Confesso, foi divertida essa caminhada. Tem cada figura por esse mundo.
13- Pouco depois, Oli , Regina e seus amigos seguiram rumo a um Bazar de Páscoa. Decidi ficar em casa. Ir a um Bazar é impossível, atualmente. Não posso ver defunto sem chorar, se é que entendem. Melhor evitar. Certo?
14- Certo.
A caminhada II - O pograma de índio.
Considerações finais. .
Se você for convidado pra uma friaca dessa, faça-se de morto.
Mico amazônico.
Classificação: 5 cocares
Peguei a Oli e segui rumo à Primeira Caminhada Contra a Fome da Chácara Klabin.
Ok, vamos lá.
Doação: 1kg de alimento não perecível.
O prêmio: uma camiseta.
A alegria: encontrar os amigos, apesar do resquício do mau humor, pelo stress matinal. Pode parecer que não, mas eu gosto de encontrar os amigos. Verdade.
A má notícia: as camisetas tinham acabado. (a camiseta seria o meu pijama do inverno)
O choque: rolava um som sertanejo constrangedor na caixa de som, na pracinha da Chácara Kabin.
O desejo: eu quero a minha mããããeeee!!!!!
A boa notícia: tinha uma padaria quase ali perto e eu tava com fome.
O cenário: professores da Academia de Ginástica, patrocinadores do evento, convidando os participantes a fazerem alongamento. Hum, hum,. Sei como é essa coisa de aula coletiva, de grátis. Eu não me arrisco.
Sentei-me no gramado pra observar: (até começou a rolar um Titãs nessa hora. Melhorou)
1- Uns 4 ou 5 cachorros, todos bem banhados e bem tosados, defecando sobre o gramado.
2- Um vovozinho de uns 70 anos fumando, enquanto fazia os exercícios. Como ele devia ter doado o seu 1kg de comida não perecível, então, tudo era festa. Nenhum organizador se deu ao trabalho de orientá-lo.
3- Uma ambulância tava lá, de plantão amigo. Pensei: eu vou de carona, na ambulância. Parece-me mais seguro.
4- Rolou uma certa confusão organizada, na hora da saída da caminhada. O CET e os organizadores não decoraram muito bem o script. Perfeitamente compreensível. Primeira caminhada, bairro pequeno. Todo mundo passeando. Dê-se um desconto. Vale mesmo a boa intenção. E a brincadeira.
5- Levei um safanão descomunal de um funcionário do CET que, talvez, pela correria, estivesse meio desentendido, no meio daquela aglomeração.
6- Na brincadeira, soltei um: - ô, ô, seu galda, pedir licença ou desculpa é bom, viu? Eu nem tô dirigindo.
7- E não é que ele me encarou? Pessoa Física sofre nessa terra, pensa o quê?
8- Caminhados os meus aproximados 500m, concluí que eu já havia caminhado 1/3 da minha cota anual de exercícios físicos. Minha serotonina, eu capturo de outra forma, dá licença.
9- O povo seguiu adiante, em sua caminhada. Com o truculento da caminhonete da CET à frente e a ambulância do co-patrocinador, na retaguarda. E a gente imaginando o gualdinha da CET, lá à frente, gritando, ao microfone: Pamonhas, pamonhas, pamonhas. Pamonhas ....
10- Parei na banca de jornal. Comprei uma Capricho recém saída do forno, pra dar uma vasculhada básica sobre o que minha filha anda lendo. Sim, isso não é pecado, ok? Pedi uma água de bolota e um café, na padoca.
11- Eles voltaram, sob o comando da Regina, coisa de hora e meia depois, são e salvos da caminhada. São, salvos e felizes. Isso é bom.
12- Confesso, foi divertida essa caminhada. Tem cada figura por esse mundo.
13- Pouco depois, Oli , Regina e seus amigos seguiram rumo a um Bazar de Páscoa. Decidi ficar em casa. Ir a um Bazar é impossível, atualmente. Não posso ver defunto sem chorar, se é que entendem. Melhor evitar. Certo?
14- Certo.
A caminhada II - O pograma de índio.
Considerações finais. .
Se você for convidado pra uma friaca dessa, faça-se de morto.
Mico amazônico.
Classificação: 5 cocares
A Bela Adormecida.
Não, dessa vez não fui eu.
Foi a minha TV.
Sei lá que cagada que eu fiz.
Devo ter acionado um botão nunca antes acionado do controle remoto.
Continuei assistindo ao filme.
Puf. Adormeci.
Era meio tardão da noite.
Acordei com o sol (Hã, sol????) raiando, lá pelas 6h30.
Tempo nublado. Ameaçando chuva. TV desligada.
Isso não é nada bom.
Tentei ligar a TV. Nada.
Meleca.
Tentei acionar o controle remoto novamente. Nada.
Sem TV não dá. Hoje tem episódio inédito de South Park, ora pois.
Godzila, já pra casinha!!
Stress brabo. Descontrole. Choro. Lágrimas de sangue. Um relativo exagero, tá certo. Mas, sem TV, não!
Rezei. Tentei me acalmar. Tudo em vão.
Chamei meus Anjos. Tomei um copo de água, chutei uma porta e doeu o pé. Chorei novamente.
Tentei relembrar a noite anterior. Tudo parecia em vão.
Um drama.
Desliguei tudo da tomada. Comecei tudo de novo. Uma espécie de reiniciar psicológico.
Só então, num flash do além, eu me dei conta que tinha acionado, acidentalmente, a maldita tecla sleep do controle remoto, antes de dormir.
Pensa que é fácil encarar uma dessa, em plena 6h30 da madrugada?
Às 8h34, meu Anjo interno entrou em ação. Acionei a milagrosa tecla TV/Video e tava lá, o bom o velho Telecine na tela.
Qual era o nome do filme que eu tava vendo????
Inteligência Artificial.
Ok, tudo começa a fazer sentido, agora.
Melhor esquecer. E aprender: esparadrapo na tecla Sleep, de agora em diante
Não, dessa vez não fui eu.
Foi a minha TV.
Sei lá que cagada que eu fiz.
Devo ter acionado um botão nunca antes acionado do controle remoto.
Continuei assistindo ao filme.
Puf. Adormeci.
Era meio tardão da noite.
Acordei com o sol (Hã, sol????) raiando, lá pelas 6h30.
Tempo nublado. Ameaçando chuva. TV desligada.
Isso não é nada bom.
Tentei ligar a TV. Nada.
Meleca.
Tentei acionar o controle remoto novamente. Nada.
Sem TV não dá. Hoje tem episódio inédito de South Park, ora pois.
Godzila, já pra casinha!!
Stress brabo. Descontrole. Choro. Lágrimas de sangue. Um relativo exagero, tá certo. Mas, sem TV, não!
Rezei. Tentei me acalmar. Tudo em vão.
Chamei meus Anjos. Tomei um copo de água, chutei uma porta e doeu o pé. Chorei novamente.
Tentei relembrar a noite anterior. Tudo parecia em vão.
Um drama.
Desliguei tudo da tomada. Comecei tudo de novo. Uma espécie de reiniciar psicológico.
Só então, num flash do além, eu me dei conta que tinha acionado, acidentalmente, a maldita tecla sleep do controle remoto, antes de dormir.
Pensa que é fácil encarar uma dessa, em plena 6h30 da madrugada?
Às 8h34, meu Anjo interno entrou em ação. Acionei a milagrosa tecla TV/Video e tava lá, o bom o velho Telecine na tela.
Qual era o nome do filme que eu tava vendo????
Inteligência Artificial.
Ok, tudo começa a fazer sentido, agora.
Melhor esquecer. E aprender: esparadrapo na tecla Sleep, de agora em diante
01 abril, 2003
27 março, 2003
23 março, 2003
Semana do consumidor
A minha foi do balacobaco.
Nunca me diverti tanto com os SACs da vida. Confira.
O mistério dos líquidos depilatórios.
Como vocês sabem, estou numa economia boçal de despesas.
Tenho que rever meus padrões de consumo. Bosta.
Comprei um líquido depilatório de uma marca altamente suspeita.
As instruções da embalagem eram assustadoras. Mas o preço era bom: 4 reá.
Perfeito.
Então vamos lá.
Segui criteriosamente as instruções de uso. Coloquei uma luva, apliquei o produto utilizando uma haste de plástico com um chumaço de algodão na ponta.
Ordens expressas e garrafais: - NÃO DEIXE QUE O PRODUTO ENTRE EM CONTATO DIRETO COM AS MÃOS.
Ok.
- NÃO REAPLICAR O PRUDUTO ANTES DE 7 DIAS.
Xiii.
- NÃO USAR SABOTE PARA A REMOÇÃO DO PRODUTO. APENAS ÁGUA MORNA.
Isso não vai dar certo.
O mistério dos líquidos depilatórios - Ninguém merece.
Apliquei o produto.
Nem todos os pêlos foram removidos. Shit!
Depois de tantas advertências, comecei a ficar com medo daquela alquimia dos diabos.
Achei um telefone de atendimento ao consumidor.
Liguei. Atendeu uma mocinha. Contei minha história triste.
A mocinha falou que era pra eu estar contando o caso pra Sicrana. Só que a Sicrana estava no banheiro, então eu deveria estar ligando de volta em dez minutos.
Porra! Dez minutos? Onde será que a Sicrana costuma estar almoçando? Medo!
Por medida de segurança, decidi estar ligando uma meia hora depois.
Meia hora depois, a Sicrana já tinha saído do banheiro. Será que ela lavou as mãos?
Contei, novamente, toda minha história triste.
A pergunta era: posso estar aplicando novamente essa porra nas áreas onde os pêlos não foram removidos?
- Sim, você pode estar aplicando novamente, sem nenhum problema.
- É que na embalagem diz que não pode.
- Eu sei, mas pode.
- Então tá. Agora me diz: quando que posso estar passando um sabonete na perna? Esse cheiro de enxofre está empesteando a casa toda.
- Logo em seguida.
- Mas na embalagem diz que..
- Eu sei, meu bem. Mas você pode estar passando um sabonete,sim. Só não pode nada com álcool.
- Err... Então, quanto tempo eu tenho que ficar sem estar tomando cerveja?
- Como?
- Nada. Brincadeira. Muito obrigada.
- Tchau
- Tchau.
Essa Sicrana é completamente louca. Socorro!
Semana do Consumidor II - Nem tudo está perdido.
Eu preciso tomar vitamina C quase que diariamente. Caso contrário, minha pele fica um lixo.
Seguindo as ordens de redução boçal de despesas, optei por uma vitamina C em gotas, que era bem mais em conta.
Na sexta-feira, resolvi estrear minha vitamina nova.
Li na embalagem: indicações e posologia, vide bula.
Abri a embalagem com cuidado. Serviço limpinho.
Mas, onde é que fica mesmo a bula? Shit!
Minha embalagem estava premiada: veio sem bula.
Ok, 0800, lá vou e-euuu!!!!
Liguei.
A Flávia me atendeu: - Bom dia, em que posso ajudar?
Comecei a achar que aquele era mesmo meu dia de sorte, pois a atendente não falou: Em que posso estar ajudando?
Bom sinal, bom sinal.
Contei minha história triste.
- Um momento, senhora.
Grrrrrrrrrr. Senhora ?Grrr, nada é perfeito.
Fiquei uns 3 minutos ouvindo musiquinha de caminhão de gás.
Nada é perfeito, mesmo.
- Sra Ana?
- Eu!
- É a sra. que vai utilizar o medicamento?
- Sim..
- Errr.., hum.. é que.... esse medicamento é de utilização pediátrica. A sra. deveria utilizar a apresentação em capsulas ou pastilhas efervecentes.
Como a Flávia não disse algo como: a sra deveria estar utilizando a apresentação etc, etc passei a respeitar um bocado essa menina.
- Então, anota aí a minha reclamação: na apresentação gotas não está escrito na embalagem que é para uso pediátrico.
- A sra. tem razão. Nosso laboratório vai mandar um portador até a sra. para recolher o produto para averiguação e a sra será ressarcida pelo valor pago.
Uia! A Flavia é mesmo genial.
Ela não fala tudo no gerúndio! Que coisa linda!
Horas depois, o SAC do laboratório entrou em contato, novamente, para confirmar o endereço e agendar o dia para o recolhimento do produto.
- Na segunda-feira, pegaremos o produto e o deixaremos R$ 5,70 como ressarcimento. Tudo bem.
Definitivamente, esse foi meu dia de sorte. Paguei R$ 5,20, na farmácia.
Ganhei R$ 0,50! Vou torrar essa pícola fortuna em 7 belo. :O)
A minha foi do balacobaco.
Nunca me diverti tanto com os SACs da vida. Confira.
O mistério dos líquidos depilatórios.
Como vocês sabem, estou numa economia boçal de despesas.
Tenho que rever meus padrões de consumo. Bosta.
Comprei um líquido depilatório de uma marca altamente suspeita.
As instruções da embalagem eram assustadoras. Mas o preço era bom: 4 reá.
Perfeito.
Então vamos lá.
Segui criteriosamente as instruções de uso. Coloquei uma luva, apliquei o produto utilizando uma haste de plástico com um chumaço de algodão na ponta.
Ordens expressas e garrafais: - NÃO DEIXE QUE O PRODUTO ENTRE EM CONTATO DIRETO COM AS MÃOS.
Ok.
- NÃO REAPLICAR O PRUDUTO ANTES DE 7 DIAS.
Xiii.
- NÃO USAR SABOTE PARA A REMOÇÃO DO PRODUTO. APENAS ÁGUA MORNA.
Isso não vai dar certo.
O mistério dos líquidos depilatórios - Ninguém merece.
Apliquei o produto.
Nem todos os pêlos foram removidos. Shit!
Depois de tantas advertências, comecei a ficar com medo daquela alquimia dos diabos.
Achei um telefone de atendimento ao consumidor.
Liguei. Atendeu uma mocinha. Contei minha história triste.
A mocinha falou que era pra eu estar contando o caso pra Sicrana. Só que a Sicrana estava no banheiro, então eu deveria estar ligando de volta em dez minutos.
Porra! Dez minutos? Onde será que a Sicrana costuma estar almoçando? Medo!
Por medida de segurança, decidi estar ligando uma meia hora depois.
Meia hora depois, a Sicrana já tinha saído do banheiro. Será que ela lavou as mãos?
Contei, novamente, toda minha história triste.
A pergunta era: posso estar aplicando novamente essa porra nas áreas onde os pêlos não foram removidos?
- Sim, você pode estar aplicando novamente, sem nenhum problema.
- É que na embalagem diz que não pode.
- Eu sei, mas pode.
- Então tá. Agora me diz: quando que posso estar passando um sabonete na perna? Esse cheiro de enxofre está empesteando a casa toda.
- Logo em seguida.
- Mas na embalagem diz que..
- Eu sei, meu bem. Mas você pode estar passando um sabonete,sim. Só não pode nada com álcool.
- Err... Então, quanto tempo eu tenho que ficar sem estar tomando cerveja?
- Como?
- Nada. Brincadeira. Muito obrigada.
- Tchau
- Tchau.
Essa Sicrana é completamente louca. Socorro!
Semana do Consumidor II - Nem tudo está perdido.
Eu preciso tomar vitamina C quase que diariamente. Caso contrário, minha pele fica um lixo.
Seguindo as ordens de redução boçal de despesas, optei por uma vitamina C em gotas, que era bem mais em conta.
Na sexta-feira, resolvi estrear minha vitamina nova.
Li na embalagem: indicações e posologia, vide bula.
Abri a embalagem com cuidado. Serviço limpinho.
Mas, onde é que fica mesmo a bula? Shit!
Minha embalagem estava premiada: veio sem bula.
Ok, 0800, lá vou e-euuu!!!!
Liguei.
A Flávia me atendeu: - Bom dia, em que posso ajudar?
Comecei a achar que aquele era mesmo meu dia de sorte, pois a atendente não falou: Em que posso estar ajudando?
Bom sinal, bom sinal.
Contei minha história triste.
- Um momento, senhora.
Grrrrrrrrrr. Senhora ?Grrr, nada é perfeito.
Fiquei uns 3 minutos ouvindo musiquinha de caminhão de gás.
Nada é perfeito, mesmo.
- Sra Ana?
- Eu!
- É a sra. que vai utilizar o medicamento?
- Sim..
- Errr.., hum.. é que.... esse medicamento é de utilização pediátrica. A sra. deveria utilizar a apresentação em capsulas ou pastilhas efervecentes.
Como a Flávia não disse algo como: a sra deveria estar utilizando a apresentação etc, etc passei a respeitar um bocado essa menina.
- Então, anota aí a minha reclamação: na apresentação gotas não está escrito na embalagem que é para uso pediátrico.
- A sra. tem razão. Nosso laboratório vai mandar um portador até a sra. para recolher o produto para averiguação e a sra será ressarcida pelo valor pago.
Uia! A Flavia é mesmo genial.
Ela não fala tudo no gerúndio! Que coisa linda!
Horas depois, o SAC do laboratório entrou em contato, novamente, para confirmar o endereço e agendar o dia para o recolhimento do produto.
- Na segunda-feira, pegaremos o produto e o deixaremos R$ 5,70 como ressarcimento. Tudo bem.
Definitivamente, esse foi meu dia de sorte. Paguei R$ 5,20, na farmácia.
Ganhei R$ 0,50! Vou torrar essa pícola fortuna em 7 belo. :O)
Guerra é guerra.
Ando meio sem saco pra mensagens muito edificantes, do tipo: se a vida lhe ofereceu limões, faça uma limonada.
Limonada o caralho.
Atire os limões e procure acertar na moleira do inimigo.
Em casos extremos, esprema os limões, despeje o suco sobre a pele de seu algoz e deixe-o agonizar sob o sol.
Veja o lado bom da coisa. A vida encarregou-se de colocar uma arma química em suas mãos!
Hunf!
Ando meio sem saco pra mensagens muito edificantes, do tipo: se a vida lhe ofereceu limões, faça uma limonada.
Limonada o caralho.
Atire os limões e procure acertar na moleira do inimigo.
Em casos extremos, esprema os limões, despeje o suco sobre a pele de seu algoz e deixe-o agonizar sob o sol.
Veja o lado bom da coisa. A vida encarregou-se de colocar uma arma química em suas mãos!
Hunf!
Sobre ser feliz.
O Leo, lá de Beorizont, mandou esse texto pra mim, justamente num dia em que eu estava bem tristin.
Valeu, Leo! Adorei!
Beijinho
35 anos para ser feliz
Martha Medeiros
Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o
Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos
congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem
participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não
sei. Mas gostei do resultado.
A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não
existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava
quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada
pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto
era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de
tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.
Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular,
aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando
dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar
dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o
próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos
sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde
está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.
Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga
salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem:
depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se
no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu
sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do
cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma
Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da
Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas
reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o
cara.
Depois que cumprimos as missões impostas no berço - ter uma profissão, casar
e procriar - passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a
valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos.
Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas
nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa
loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele
congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o
que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
O Leo, lá de Beorizont, mandou esse texto pra mim, justamente num dia em que eu estava bem tristin.
Valeu, Leo! Adorei!
Beijinho
35 anos para ser feliz
Martha Medeiros
Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o
Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos
congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem
participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não
sei. Mas gostei do resultado.
A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não
existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava
quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada
pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto
era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de
tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.
Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular,
aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando
dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar
dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o
próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos
sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde
está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.
Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga
salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem:
depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se
no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu
sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do
cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma
Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da
Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas
reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o
cara.
Depois que cumprimos as missões impostas no berço - ter uma profissão, casar
e procriar - passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a
valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos.
Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas
nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa
loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele
congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o
que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
16 março, 2003
Sem choro, nem vela.
Mas faço questão de ser enterrada com roupa boa. Ah! Pobreza pra eternidade, não!
Também prefiro ver os amigos enchendo a cara num boteco de quinta categoria, ao lado do velório.
Quem sabe numa dessas, eu não desça pra marcar presença na brincadeira do copo. He,he.
Ok, essa foi podre. Esquece.
Mas faço questão de ser enterrada com roupa boa. Ah! Pobreza pra eternidade, não!
Também prefiro ver os amigos enchendo a cara num boteco de quinta categoria, ao lado do velório.
Quem sabe numa dessas, eu não desça pra marcar presença na brincadeira do copo. He,he.
Ok, essa foi podre. Esquece.
Pronto. Sobrou pra mim.
Essa louca aqui lembrou que eu fiquei com a responsabilidade de avisar aos amigos virtuais quando ela passar dessa pra melhor.
Ok, eu lembrava disso.
Agora, ela também ficou com a mesma função, caso eu estampe os cornos num poste ou seja esmagada numa calçada.
:ppp
Essa louca aqui lembrou que eu fiquei com a responsabilidade de avisar aos amigos virtuais quando ela passar dessa pra melhor.
Ok, eu lembrava disso.
Agora, ela também ficou com a mesma função, caso eu estampe os cornos num poste ou seja esmagada numa calçada.
:ppp
15 março, 2003
Filha de Jamanta, Jamantinha é.
Dentro da nossa agenda lotadérrima, tínhamos uma tarefa insana e inesperada.
Mãe experiente e precavida que sou, solicitei à minha co-pilota: - Filha, liga pro seu pai e pergunta.. patati, patatá... Sem essa informação a gente não vai dar conta.
Oli pega meu cel., liga pro pai. Caixa postal. Deixa recado: - Pai, a gente precisa saber até que horas.. patati, patatá... Liga de volta por cel. da mamãe, porque o meu tá sem bateria. Beijinho.
Trinta segundos depois.
- Mãe, tem recado na sua caixa postal. Quer que eu anote o recado?
- Não, xá comigo.
Ouço o recado, na MINHA CAIXA POSTAL: - Pai, a gente precisa saber até que horas...patati, patatá...
Well.
- Oli!!!! Você ligou pra mim, sua pateta!!!!!
- Err... Hum... Errei o número ? :O)))))))
Eu mereço.
Dentro da nossa agenda lotadérrima, tínhamos uma tarefa insana e inesperada.
Mãe experiente e precavida que sou, solicitei à minha co-pilota: - Filha, liga pro seu pai e pergunta.. patati, patatá... Sem essa informação a gente não vai dar conta.
Oli pega meu cel., liga pro pai. Caixa postal. Deixa recado: - Pai, a gente precisa saber até que horas.. patati, patatá... Liga de volta por cel. da mamãe, porque o meu tá sem bateria. Beijinho.
Trinta segundos depois.
- Mãe, tem recado na sua caixa postal. Quer que eu anote o recado?
- Não, xá comigo.
Ouço o recado, na MINHA CAIXA POSTAL: - Pai, a gente precisa saber até que horas...patati, patatá...
Well.
- Oli!!!! Você ligou pra mim, sua pateta!!!!!
- Err... Hum... Errei o número ? :O)))))))
Eu mereço.
Eu e minha grande boca.
Fui buscar a pequena Oli no colégio e seguimos pra boa e velha padoca de sempre.
Conversa vai, conversa vem, acabei contando sobre a reunião com a orientadora, o pai cardiovascular, etc.
Antes de soltar a bomba, preparei-a psicologicamente: - Filha, acho que dei um fora. Mas, não foi um fora assim tão grave.
- Ai, mãe! Não!
- Na verdade, foram dois foras. :/
- Ai.. Tudo bem, o que você fez dessa vez??? =O
Não teve jeito. Tive que contar sobre os meus comentários sobre o paciente do dr. cardiovascular.
- Mãe. Jura pra mim que você não isso! Você não fez isso! É brincadeira sua, né?
- Foi mais forte do que eu, filha. Quando me dei conta, já era tarde demais. Passa o catchup pra cá, plizz.
Enquanto a pequena devorava seu pedaço de pizza, concluiu: - Tudo bem. Vou conversar com a orientadora, na segunda-feira.
- O que você vai falar???? = 0
(notem a inversão dos papéis)
- Vou explicar pra orientadora que você pode parecer louca, mas você é uma mãe normal.
- Num exagera, vá?
- Hã?
- Ué, sou quase normal.
- É, tem razão. Você é quase normal.
- Como assim?
A conversa foi longa, como podem notar. ;O)
Fui buscar a pequena Oli no colégio e seguimos pra boa e velha padoca de sempre.
Conversa vai, conversa vem, acabei contando sobre a reunião com a orientadora, o pai cardiovascular, etc.
Antes de soltar a bomba, preparei-a psicologicamente: - Filha, acho que dei um fora. Mas, não foi um fora assim tão grave.
- Ai, mãe! Não!
- Na verdade, foram dois foras. :/
- Ai.. Tudo bem, o que você fez dessa vez??? =O
Não teve jeito. Tive que contar sobre os meus comentários sobre o paciente do dr. cardiovascular.
- Mãe. Jura pra mim que você não isso! Você não fez isso! É brincadeira sua, né?
- Foi mais forte do que eu, filha. Quando me dei conta, já era tarde demais. Passa o catchup pra cá, plizz.
Enquanto a pequena devorava seu pedaço de pizza, concluiu: - Tudo bem. Vou conversar com a orientadora, na segunda-feira.
- O que você vai falar???? = 0
(notem a inversão dos papéis)
- Vou explicar pra orientadora que você pode parecer louca, mas você é uma mãe normal.
- Num exagera, vá?
- Hã?
- Ué, sou quase normal.
- É, tem razão. Você é quase normal.
- Como assim?
A conversa foi longa, como podem notar. ;O)
13 março, 2003
Um dia eu aprendo II.
E seguimos a reunião. O pai, o cardiovascular, e a outra mãe falando das dificuldades de adaptação dos filhos. E eu, constrangida. Quietinha no meu canto. Não ia ser eu a sair falando que Oli tá levando a nova escola com os pés nas costas e que está adorando a nova rotina. Isso dá olho-gordo. Cai fora.
Passaram-se 20 minutos e o cardiovascular comunicou: - Preciso voltar ao centro cirúrgico.
Eu, anta: - Não vai esquecer o bisturi lá dentro, hã?
Por que eu abro a minha boca? Hunf.
O sujeito foi embora e ficaram só as mulheres na sala.
Quase terminando a reunião, a orientadora desabafou: - Cês acreditaram que ele deixou o paciente com o peito aberto pra vir aqui?
Eu - Sim.. Nunca assistiu E.R., não?
Novo silêncio sepulcral. De novo, não!!!
Momento de auto-reflexão.
Ana, fofa, aprenda uma coisa: o mundo não é obrigado a entender o seu humor sarcástico e você tem um nome a zelar.
Meleca
E seguimos a reunião. O pai, o cardiovascular, e a outra mãe falando das dificuldades de adaptação dos filhos. E eu, constrangida. Quietinha no meu canto. Não ia ser eu a sair falando que Oli tá levando a nova escola com os pés nas costas e que está adorando a nova rotina. Isso dá olho-gordo. Cai fora.
Passaram-se 20 minutos e o cardiovascular comunicou: - Preciso voltar ao centro cirúrgico.
Eu, anta: - Não vai esquecer o bisturi lá dentro, hã?
Por que eu abro a minha boca? Hunf.
O sujeito foi embora e ficaram só as mulheres na sala.
Quase terminando a reunião, a orientadora desabafou: - Cês acreditaram que ele deixou o paciente com o peito aberto pra vir aqui?
Eu - Sim.. Nunca assistiu E.R., não?
Novo silêncio sepulcral. De novo, não!!!
Momento de auto-reflexão.
Ana, fofa, aprenda uma coisa: o mundo não é obrigado a entender o seu humor sarcástico e você tem um nome a zelar.
Meleca
Um dia eu aprendo I.
Logo às 10h da madrugada, fui convocada pra uma reunião com a orientadora da nova escola da Oli. Colégio marista. É séria a coisa.
Mas, sacanagem. Às 10h da madrugada não é a hora ideal pra se tratar de um assunto tão importante, como a avaliar a adaptação de sua filha à nova escola. Isso deveria ser proibido.
E lá fui eu. Consegui chegar com apenas 5 minutos de atraso. Como vocês podem notar, tudo dentro do chamado "atraso social". Principalmente se considerar que acordei às 9 e meia. E eu até caprichei na beca. Passei até rímel. Mãe chiquérrima.
A orientadora em cena, mais eu e outra mãe novata.
Alguns minutos depois, chega um pai novato.
- Desculpem-me pelo atraso. Sou cirurgião cardiovascular, deixei um paciente aberto na mesa de operação, preciso voltar logo.
... Silêncio sepulcral. Trinta segundos depois, nem a orientadora, nem a outra mãe falavam nada. Tinham apenas os olhos esbugalhados pelo pavor.
Silêncio sepulcral é o tipo da coisa que costuma me incomodar.
Então, perguntei: - Mas a criatura tá anestesiada?
O mal estar aumentou.
O pai, que também não entendeu a piada, balbuciou: - Sssiiimmm.
- Ah, ótimo! Então ele pode esperar. Vamos lá.
Eu e minha maldita boca!!!!!
Logo às 10h da madrugada, fui convocada pra uma reunião com a orientadora da nova escola da Oli. Colégio marista. É séria a coisa.
Mas, sacanagem. Às 10h da madrugada não é a hora ideal pra se tratar de um assunto tão importante, como a avaliar a adaptação de sua filha à nova escola. Isso deveria ser proibido.
E lá fui eu. Consegui chegar com apenas 5 minutos de atraso. Como vocês podem notar, tudo dentro do chamado "atraso social". Principalmente se considerar que acordei às 9 e meia. E eu até caprichei na beca. Passei até rímel. Mãe chiquérrima.
A orientadora em cena, mais eu e outra mãe novata.
Alguns minutos depois, chega um pai novato.
- Desculpem-me pelo atraso. Sou cirurgião cardiovascular, deixei um paciente aberto na mesa de operação, preciso voltar logo.
... Silêncio sepulcral. Trinta segundos depois, nem a orientadora, nem a outra mãe falavam nada. Tinham apenas os olhos esbugalhados pelo pavor.
Silêncio sepulcral é o tipo da coisa que costuma me incomodar.
Então, perguntei: - Mas a criatura tá anestesiada?
O mal estar aumentou.
O pai, que também não entendeu a piada, balbuciou: - Sssiiimmm.
- Ah, ótimo! Então ele pode esperar. Vamos lá.
Eu e minha maldita boca!!!!!
Gilmore Girls.
Aconteceu ontem. Foi divertido.
Eu e a pequena Oli, quase chegando ao consultório da ortodondista.
Pois um garoto lindo de morrer atravessou a rua, bem à frente do meu carro.
- Uau!
- Que foi, mãe?
- Garoto lindo.
- Cadê????? Onde???
- Acabou de atravessar. Tá indo ali, ó.
- Eu não vi! Olha pra trás, filho da puta, olha pra trás.
- Olha a boca, menina! Que coisa!
- Hunf! Era bonitão, mesmo?
- Bonitão? A criatura deve ter prestado vestibular para ingressar no Olimpo e passou na primeira lista.
- Hã?
- Nada, esquece.
- Ah! Eu queria ter visto.
- Ele é muito velho pra você. Deve ter uns 20 aninhos.
- Ué! O que é que tem?
- Ele tá mais no jeito pra mamãe aqui.
- Mãe?????????!!!!!!!! = O
- Brincadeirinha! ;O)
Aconteceu ontem. Foi divertido.
Eu e a pequena Oli, quase chegando ao consultório da ortodondista.
Pois um garoto lindo de morrer atravessou a rua, bem à frente do meu carro.
- Uau!
- Que foi, mãe?
- Garoto lindo.
- Cadê????? Onde???
- Acabou de atravessar. Tá indo ali, ó.
- Eu não vi! Olha pra trás, filho da puta, olha pra trás.
- Olha a boca, menina! Que coisa!
- Hunf! Era bonitão, mesmo?
- Bonitão? A criatura deve ter prestado vestibular para ingressar no Olimpo e passou na primeira lista.
- Hã?
- Nada, esquece.
- Ah! Eu queria ter visto.
- Ele é muito velho pra você. Deve ter uns 20 aninhos.
- Ué! O que é que tem?
- Ele tá mais no jeito pra mamãe aqui.
- Mãe?????????!!!!!!!! = O
- Brincadeirinha! ;O)
12 março, 2003
Eu ainda morro disso.
Levei o maior susto, logo cedo.
Tive um sono pesado. Muito profundo.
Acordei, olhei pro relógio: - Caraio, 6 e meia!!! Durmi o dia todo. Eu tinha que levar a Oli na ortodontista.Meu Deus!
Liguei a TV. Hunf! Globo Rural.
Grrr. São 6 e meia da manhã, sua anta!
Juro que não foi a primeira vez que isso acontece comigo.
Saco.
Levei o maior susto, logo cedo.
Tive um sono pesado. Muito profundo.
Acordei, olhei pro relógio: - Caraio, 6 e meia!!! Durmi o dia todo. Eu tinha que levar a Oli na ortodontista.Meu Deus!
Liguei a TV. Hunf! Globo Rural.
Grrr. São 6 e meia da manhã, sua anta!
Juro que não foi a primeira vez que isso acontece comigo.
Saco.
10 março, 2003
Maldito Dia 10.
Deixei o tempo passar e a vida acalmar pela cidade.
Esperei as 21h30 bater no relógio pra fazer umas comprinhas que ficaram faltando por aqui.
Fui ao Carrefour.
Maldição!!!!!!! Trocentas e cinquenta famílias fazendo compras do mês, manja? Crianças chorando pra tudo que é lado.
O retrato do inferno.
Consegui um caixa vazio e tentei passar minhas modestas compras. A porra do computador deu pau.
Tive que esperar a patinadora vir dar um jeito na coisa, enfim, grrrrrrrr.
Desci a rampa do Carrefour decidida: vou apostar na Mega-Sena. Isso não é vida. Tenho que dar um jeito.
Preenchi meu cartão e fiquei no guichê, esperando.
Foi a mocinha do quiosque do pão de queijo que me avisou: - Moça, a lotérica já fechou, viu?
Puta que me pariu.
Um arsênico duplo. E sem gelo, plizzz.
Deixei o tempo passar e a vida acalmar pela cidade.
Esperei as 21h30 bater no relógio pra fazer umas comprinhas que ficaram faltando por aqui.
Fui ao Carrefour.
Maldição!!!!!!! Trocentas e cinquenta famílias fazendo compras do mês, manja? Crianças chorando pra tudo que é lado.
O retrato do inferno.
Consegui um caixa vazio e tentei passar minhas modestas compras. A porra do computador deu pau.
Tive que esperar a patinadora vir dar um jeito na coisa, enfim, grrrrrrrr.
Desci a rampa do Carrefour decidida: vou apostar na Mega-Sena. Isso não é vida. Tenho que dar um jeito.
Preenchi meu cartão e fiquei no guichê, esperando.
Foi a mocinha do quiosque do pão de queijo que me avisou: - Moça, a lotérica já fechou, viu?
Puta que me pariu.
Um arsênico duplo. E sem gelo, plizzz.
De novo, nããão!!!!
Acordei com uma certa ressaca existencial. Resultado de tanto tumulto no último final de semana.
Ok, vamos lá, Jamanta. Semana nova, vida nova.
Hum.... Coragem, mulé!
Tá bom. Tenho que ir a dois bancos. Um pra depósito, outro pra pagamento. Disciplina ainda é tudo na vida.
Oh, shit!
Além de ser segunda-feira, dia oficial de rodízio por aqui, tinha um maldito dia 10 marcando no calendário.
Danou-se.
Bancos lotadérrimos. Impossível.
A fila de entrada, tô falando da fila de entrada no estacionamento, dava a impressão de que era véspera de Natal.
Hunf!
Só consegui encarar as filas do banco pro depósito. O do pagamento ficou pra amanhã.
Ninguém merece, sinceramente.
Acordei com uma certa ressaca existencial. Resultado de tanto tumulto no último final de semana.
Ok, vamos lá, Jamanta. Semana nova, vida nova.
Hum.... Coragem, mulé!
Tá bom. Tenho que ir a dois bancos. Um pra depósito, outro pra pagamento. Disciplina ainda é tudo na vida.
Oh, shit!
Além de ser segunda-feira, dia oficial de rodízio por aqui, tinha um maldito dia 10 marcando no calendário.
Danou-se.
Bancos lotadérrimos. Impossível.
A fila de entrada, tô falando da fila de entrada no estacionamento, dava a impressão de que era véspera de Natal.
Hunf!
Só consegui encarar as filas do banco pro depósito. O do pagamento ficou pra amanhã.
Ninguém merece, sinceramente.
09 março, 2003
Não acerto uma.
Tô achando que vão mandar o mala mineiro pro fuzilamento.
Pelo análise histórica deste meu final de semana, melhor esquecer de apostar um chiclete mastigado.
Mas que o mala do Dhomini vai se safar, isso vai.
Sabe por quê?
Elementar, meus caros. O que deve ter de moleque de todas as idades torcendo pra ver a bailarinha caipira como veio ao mundo, não é brincadeira. Terça-feira tem paredão e na quinta ou sexta, a moça já estará faturando os tubos (sem trocadilhos).
Ora, eu nasci ontem?
Tô achando que vão mandar o mala mineiro pro fuzilamento.
Pelo análise histórica deste meu final de semana, melhor esquecer de apostar um chiclete mastigado.
Mas que o mala do Dhomini vai se safar, isso vai.
Sabe por quê?
Elementar, meus caros. O que deve ter de moleque de todas as idades torcendo pra ver a bailarinha caipira como veio ao mundo, não é brincadeira. Terça-feira tem paredão e na quinta ou sexta, a moça já estará faturando os tubos (sem trocadilhos).
Ora, eu nasci ontem?
Crise de auto-imagem.
Diálogo meigo, entre 3 gerações, à mesa de domingo.
Cissa-Mãe: - Sua tia veio passar o canarval aqui. Vimos alguma coisa pela TV.
Eu: - É divertido. Vi alguma coisa.
Cissa-Mãe: - Sua tia achou você parecida com aquela apresentadora da Band.
Eu, prevendo a desgraça: - Ai, ai, ai.
Oli: =:0. Hã?
Eu: - Quem?
Cissa-Mãe: - Aquela que tem um nome esquisito.
Eu: - =:O. Nãããããooo!!!!
Oli: - Putzzz.. A Astrid?
Cissa-Mãe: - Isso. Essa mesma.
Eu: - Manhê, tem gillete no banheiro?
Cissa-Mãe e Oli: - ??????
Eu: - Preciso cortar os pulsos e a jugular, imediatamente. :[
Agora eu indago: ONDE FOI QUE EU ERREI? Hã? :[
Diálogo meigo, entre 3 gerações, à mesa de domingo.
Cissa-Mãe: - Sua tia veio passar o canarval aqui. Vimos alguma coisa pela TV.
Eu: - É divertido. Vi alguma coisa.
Cissa-Mãe: - Sua tia achou você parecida com aquela apresentadora da Band.
Eu, prevendo a desgraça: - Ai, ai, ai.
Oli: =:0. Hã?
Eu: - Quem?
Cissa-Mãe: - Aquela que tem um nome esquisito.
Eu: - =:O. Nãããããooo!!!!
Oli: - Putzzz.. A Astrid?
Cissa-Mãe: - Isso. Essa mesma.
Eu: - Manhê, tem gillete no banheiro?
Cissa-Mãe e Oli: - ??????
Eu: - Preciso cortar os pulsos e a jugular, imediatamente. :[
Agora eu indago: ONDE FOI QUE EU ERREI? Hã? :[
08 março, 2003
E o paredão, hein?
Só vou ligar o videocassete depois do BBB.
Ok, eu confesso, tire essa lâmpada da minha cara: eu assisto ao BBB todo dia.
Mas, cá entre nós, a professorinha tem uma cara de trairona que não me engana, não.
Tô achando que ela vai mandar o Harry - o sujeito mais asseado do planeta - pro fuzilamento.
Anota aí. (Puf, como se depois de um dia como o de hoje eu pudesse ter alguma credibilidade).
Esquece.
Só vou ligar o videocassete depois do BBB.
Ok, eu confesso, tire essa lâmpada da minha cara: eu assisto ao BBB todo dia.
Mas, cá entre nós, a professorinha tem uma cara de trairona que não me engana, não.
Tô achando que ela vai mandar o Harry - o sujeito mais asseado do planeta - pro fuzilamento.
Anota aí. (Puf, como se depois de um dia como o de hoje eu pudesse ter alguma credibilidade).
Esquece.
Grrrrr...
Definitivamente, tem dias que você não deve levantar da cama, nem em caso de incêndio.
Veja só o exemplo:
1- Decidi ir ao mercadinho a pé. Isso é raro. Muito raro. Lá fui eu, toda saltitante, com a sacolinha para as compras.
Começou a chover. &*$*%&....
2- Na volta, um peso desgraçado na sacolinha. Comprei mais do que o planejado. Bem feito. Quem mandou ir fazer compras com fome? Bosta.
3- Quase fui atropelada. Um Audi, com três meliantes altamente suspeitos, quase me pegou na calçada. Foi por muito pouco. Lazarentos.
4- Refeita do sustão, levei quase 5 minutos pra conseguir atravessar a avenida. Chovia uma chuva chata. Chegando em casa, percebi que esqueci de comprar cigarros. Maldição.
5- Fui à videolocadora, coisa que eu não fazia há séculos. O mocinho do caixa descobriu que eu estava devendo uma diária de uma locação feita não quando. &*%*$
6- Fui levar a pequena Oli à uma festa. Já fui umas 3 vezes na casa da tal amiguinha dela. Todas as vezes, eu errei o caminho. Por que hoje seria diferente? Anta.
Olhei para os céus: - Acho que por hoje já tá bom, né, Meu Chapa?
Ledo engano: ameaçava chover novamente.
Eu mereço.
Definitivamente, tem dias que você não deve levantar da cama, nem em caso de incêndio.
Veja só o exemplo:
1- Decidi ir ao mercadinho a pé. Isso é raro. Muito raro. Lá fui eu, toda saltitante, com a sacolinha para as compras.
Começou a chover. &*$*%&....
2- Na volta, um peso desgraçado na sacolinha. Comprei mais do que o planejado. Bem feito. Quem mandou ir fazer compras com fome? Bosta.
3- Quase fui atropelada. Um Audi, com três meliantes altamente suspeitos, quase me pegou na calçada. Foi por muito pouco. Lazarentos.
4- Refeita do sustão, levei quase 5 minutos pra conseguir atravessar a avenida. Chovia uma chuva chata. Chegando em casa, percebi que esqueci de comprar cigarros. Maldição.
5- Fui à videolocadora, coisa que eu não fazia há séculos. O mocinho do caixa descobriu que eu estava devendo uma diária de uma locação feita não quando. &*%*$
6- Fui levar a pequena Oli à uma festa. Já fui umas 3 vezes na casa da tal amiguinha dela. Todas as vezes, eu errei o caminho. Por que hoje seria diferente? Anta.
Olhei para os céus: - Acho que por hoje já tá bom, né, Meu Chapa?
Ledo engano: ameaçava chover novamente.
Eu mereço.
03 março, 2003
Não perda II - :O)
Tudo isso tem passado no Telecine Premiun.
Estou sem saco pra olhar a revista e conferir a programação.Sorry. É só conferir lá no site.
Mas, é tudo do grande caraio:
- A Esposa Perfeita - Hu, hu. Nunca vi criatura mais cruel na vida. Adoro filmes de crimes com finais previsíveis.
- Onde Mora o Coração - Pra quem gosta de uma Sessão da Tarde açucarada, só falta a pipoca.
- Refém do Silêncio - Michael Douglas, um psiquiatra que cuida de uma menina em choque, que simula uma catatonia. Delícia.
- Homens de Honra - A história do primeiro negro admitido na Marinha americana. História verídica. Foda. Robert de Niro vai de brinde.
- O Primeiro Aniversário - Prepare os lecinhos de papel pra morrer de chorar. Muito meigo.
Como vocês podem notar, não tem nenhuma erudição por aqui.
Já que estou pagando os tubos pela TV a cabo, o jeito é esquecer que existem cinemas e videolocadoras.
Pra tudo a gente dá um jeito na vida. ;O)
Tudo isso tem passado no Telecine Premiun.
Estou sem saco pra olhar a revista e conferir a programação.Sorry. É só conferir lá no site.
Mas, é tudo do grande caraio:
- A Esposa Perfeita - Hu, hu. Nunca vi criatura mais cruel na vida. Adoro filmes de crimes com finais previsíveis.
- Onde Mora o Coração - Pra quem gosta de uma Sessão da Tarde açucarada, só falta a pipoca.
- Refém do Silêncio - Michael Douglas, um psiquiatra que cuida de uma menina em choque, que simula uma catatonia. Delícia.
- Homens de Honra - A história do primeiro negro admitido na Marinha americana. História verídica. Foda. Robert de Niro vai de brinde.
- O Primeiro Aniversário - Prepare os lecinhos de papel pra morrer de chorar. Muito meigo.
Como vocês podem notar, não tem nenhuma erudição por aqui.
Já que estou pagando os tubos pela TV a cabo, o jeito é esquecer que existem cinemas e videolocadoras.
Pra tudo a gente dá um jeito na vida. ;O)
Mais um episódio da série: Coisas que só acontecem comigo.
Fui encontrar amigos muito queridos, no início da noite de sábado.
Encontrei o prédio, sem atropelos. - Isso é raro, notem.
Econtrei um lugar pra estacionar bem à porta. - Coisa mais rara ainda.
Estava eu desligando o motor do Cascão, quando os meninos apareceram e pediram pra eu dar marchar à ré, pra dar um lugarzinho pro carro deles também. Nada mais justo, ora pois..
Estacionei. Abri a porta do carro e, opss... a porta não abre. A lixeira que habita a calçada impedia meu livre trânsito.
Hunf!
Abri a janela do carro e brinquei: - Rapazes, então vamos fazer assim: cês trazem uma cervejinha pra mim, eu ligo aqui do celular pra vocês e a gente vai conversando, combinado?
- Ana, não é mais fácil você sair pelo lado do passageiro?
Grrrrr. ....
Fui encontrar amigos muito queridos, no início da noite de sábado.
Encontrei o prédio, sem atropelos. - Isso é raro, notem.
Econtrei um lugar pra estacionar bem à porta. - Coisa mais rara ainda.
Estava eu desligando o motor do Cascão, quando os meninos apareceram e pediram pra eu dar marchar à ré, pra dar um lugarzinho pro carro deles também. Nada mais justo, ora pois..
Estacionei. Abri a porta do carro e, opss... a porta não abre. A lixeira que habita a calçada impedia meu livre trânsito.
Hunf!
Abri a janela do carro e brinquei: - Rapazes, então vamos fazer assim: cês trazem uma cervejinha pra mim, eu ligo aqui do celular pra vocês e a gente vai conversando, combinado?
- Ana, não é mais fácil você sair pelo lado do passageiro?
Grrrrr. ....
02 março, 2003
Têm coisas que não dá.
Por exemplo: Chico Pinheiro narrando desfile de escola de samba. No way. Ele é a cara do Bom Dia São Paulo. Adorava acordar com as más notícias sobre as condições do trânsito narradas por ele. Uma gracinha. Ok, A Mariana Godoy, mãe do Heitor, é ótima na função de acordar o telespectador, com sua voz calma e meiga.
Agora, Chico Pinheiro é um desastre na narração de desfile, hã?
Não vou nem falar da Renata Ceribeli, tadinha. Ela ainda tá se achando na Grobo. Uma judiação.
Sinceramente, acho que preciso aprender a desligar a TV.
Por exemplo: Chico Pinheiro narrando desfile de escola de samba. No way. Ele é a cara do Bom Dia São Paulo. Adorava acordar com as más notícias sobre as condições do trânsito narradas por ele. Uma gracinha. Ok, A Mariana Godoy, mãe do Heitor, é ótima na função de acordar o telespectador, com sua voz calma e meiga.
Agora, Chico Pinheiro é um desastre na narração de desfile, hã?
Não vou nem falar da Renata Ceribeli, tadinha. Ela ainda tá se achando na Grobo. Uma judiação.
Sinceramente, acho que preciso aprender a desligar a TV.
Essa é otima.
Foi esse cara aqui, ó, aquique postou primeiro.
Vou dar um c/p básico, sem pedir autorização. Acho que ele não vai ficar brabo com eu. :O)
Divirta-se, afinal, todo mundo tem um causo parecido pra contar. ;O)
Trocando de biquini sem parar
(publicado originalmente no Spam Zine 058)
Em tempos dantes navegados, 31 de março era celebrado na escola como o Dia da Revolução (sic) de 1964, e éramos obrigados a pintar bandeirinhas do Brasil e a cantar o Hino Nacional no pátio do colégio. Com as mãos encostadas no peito, soltávamos nossas vozinhas agudas em uníssono, repetindo mecanicamente uma letra hermética, como se isso fosse capaz de despertar ufanismo em alguém. Oras, é como esperar que um moleque de 11 anos vá criar gosto pela leitura depois de ser obrigado na escola a ler Iracema ou Eurico, o Presbítero. Mas, no meu caso, o Hino soava mais nonsense ainda. Porque, na maior das convicções pueris, eu cantava a seguinte pérola: "Elvira do Ipiranga às margens plácidas". Passei anos intrigado com o misterioso papel de Dona Elvira na proclamação da independência, especulando se não era um pseudônimo da Marquesa da Santos.
Anos mais tarde descobri uma expressão, aparentemente criada por Paulo Francis (na época do primeiro Pasquim), para definir essas ocasiões em que a cabeça da gente viaja longe e recria maionesicamente letras de música: "virundum". Inspirada, bobviamente, pelo fatídico verso inicial de nosso hino, que até hoje causa lapsos em patriotas incautos e jogadores da Seleção, ao cantarem coisas como "verás que um FILISTEU não foge à luta" ou "do que a terra MARGARIDA". Há uma expressão mais contemporânea: "dibikini". Originada por um velho hit do grupo Brylho, Noite do Prazer: "na madrugada vitrola rolando um blues/ tocando B. B. King (ou: trocando de biquíni) sem parar".
Os americanos também possuem um termo para isso: "mondegreen". Para que vocês vejam como a história é antiga, a expressão data de 1954, quando a jornalista musical Sylvia Wright confessou, em um artigo, que havia entendido "lady Mondegreen" no verso de uma canção que dizia "and laid him on the green". No site Kiss This Guy é possível encontrar mais de 2.500 exemplos de letras involuntariamente modificadas. Eye of the Tiger, a música-tema de Rocky, o Lutador, tornou-se "Ivan the tiger". Love in an Elevator, do Aerosmith, virou "loving an alligator". E daí pra pior.
Aqui no Brasil, o "mondegreen" mais hilariante que conheço foi descrito por Mário Prata. Uma amiga dele confessou que, ao ouvir Ciranda Cirandinha, entendia que o verso "o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou" significava "o amor de Tumitinha era pouco e se acabou". Para ela Tumitinha era o diminutivo carinhoso de Tumita, um garoto japonês que se decepcionava demais toda vez que se deparava com a volatividade de suas paixões. Quando descobriu que o tal garoto não existia, sofreu pra burro. Parece que ela faz análise até hoje.
Uma grande "especialista" em virunduns é minha amiga Patricia Correia, a Sra. Pedro Vitiello. Que, ao cantar o tema do Sítio do Pica-Pau Amarelo, em vez de "bananada de goiaba, goiabada de marmelo", cometia: "banana a dar de goiaba, goiaba a dar de marmelo".
Outra amiga minha que repassou exemplos ótimos de virunduns é Maria João Amado, a mãe da Júlia. Repasso a palavra a ela:
"Eu tenho 2 músicas que juropurdeus que ouvia diferente: uma é 'Como Nossos Pais'. Naquela parte do 'contando o vil metal', eu entendia 'cortando fio dental'. :) E a outra é uma música de Luiz Gonzaga que diz: 'Luiz respeita Januário.../ Respeita os oito baixos do teu pai'. Eu entendia, e cantava: 'respeita os 'ovo baixo' do teu pai'. KKKKKKKKKKK
Tem uma outra historinha bonitinha de meu irmão mais novo. Um belo dia saímos em família para lanchar na McDonald's recém-inaugurada (isso foi em 87), e Jonga, meu irmãozinho, do alto dos seus 7 anos falava que os Beatles isso, e os Beatles aquilo. Meu Big Brother (irmão mais velho), já de saco cheio da falação, intimou:
- Você conhece os Beatles?
- Claro. conheço muito.
- Ah, é? então diga pelo menos 1 música deles.
- Fácil. Tilóptium!
(todos juntos) - O quê?
- Tilóptium!
- E que música é essa?
- Aquela... Tilóptium yeah, yeah, yeah..."
Vai, confessa aí: qual foi o pior "virundum" que você já cometeu? Compartilhe suas recriações musicais no espaço dos comentários...
Foi esse cara aqui, ó, aquique postou primeiro.
Vou dar um c/p básico, sem pedir autorização. Acho que ele não vai ficar brabo com eu. :O)
Divirta-se, afinal, todo mundo tem um causo parecido pra contar. ;O)
Trocando de biquini sem parar
(publicado originalmente no Spam Zine 058)
Em tempos dantes navegados, 31 de março era celebrado na escola como o Dia da Revolução (sic) de 1964, e éramos obrigados a pintar bandeirinhas do Brasil e a cantar o Hino Nacional no pátio do colégio. Com as mãos encostadas no peito, soltávamos nossas vozinhas agudas em uníssono, repetindo mecanicamente uma letra hermética, como se isso fosse capaz de despertar ufanismo em alguém. Oras, é como esperar que um moleque de 11 anos vá criar gosto pela leitura depois de ser obrigado na escola a ler Iracema ou Eurico, o Presbítero. Mas, no meu caso, o Hino soava mais nonsense ainda. Porque, na maior das convicções pueris, eu cantava a seguinte pérola: "Elvira do Ipiranga às margens plácidas". Passei anos intrigado com o misterioso papel de Dona Elvira na proclamação da independência, especulando se não era um pseudônimo da Marquesa da Santos.
Anos mais tarde descobri uma expressão, aparentemente criada por Paulo Francis (na época do primeiro Pasquim), para definir essas ocasiões em que a cabeça da gente viaja longe e recria maionesicamente letras de música: "virundum". Inspirada, bobviamente, pelo fatídico verso inicial de nosso hino, que até hoje causa lapsos em patriotas incautos e jogadores da Seleção, ao cantarem coisas como "verás que um FILISTEU não foge à luta" ou "do que a terra MARGARIDA". Há uma expressão mais contemporânea: "dibikini". Originada por um velho hit do grupo Brylho, Noite do Prazer: "na madrugada vitrola rolando um blues/ tocando B. B. King (ou: trocando de biquíni) sem parar".
Os americanos também possuem um termo para isso: "mondegreen". Para que vocês vejam como a história é antiga, a expressão data de 1954, quando a jornalista musical Sylvia Wright confessou, em um artigo, que havia entendido "lady Mondegreen" no verso de uma canção que dizia "and laid him on the green". No site Kiss This Guy é possível encontrar mais de 2.500 exemplos de letras involuntariamente modificadas. Eye of the Tiger, a música-tema de Rocky, o Lutador, tornou-se "Ivan the tiger". Love in an Elevator, do Aerosmith, virou "loving an alligator". E daí pra pior.
Aqui no Brasil, o "mondegreen" mais hilariante que conheço foi descrito por Mário Prata. Uma amiga dele confessou que, ao ouvir Ciranda Cirandinha, entendia que o verso "o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou" significava "o amor de Tumitinha era pouco e se acabou". Para ela Tumitinha era o diminutivo carinhoso de Tumita, um garoto japonês que se decepcionava demais toda vez que se deparava com a volatividade de suas paixões. Quando descobriu que o tal garoto não existia, sofreu pra burro. Parece que ela faz análise até hoje.
Uma grande "especialista" em virunduns é minha amiga Patricia Correia, a Sra. Pedro Vitiello. Que, ao cantar o tema do Sítio do Pica-Pau Amarelo, em vez de "bananada de goiaba, goiabada de marmelo", cometia: "banana a dar de goiaba, goiaba a dar de marmelo".
Outra amiga minha que repassou exemplos ótimos de virunduns é Maria João Amado, a mãe da Júlia. Repasso a palavra a ela:
"Eu tenho 2 músicas que juropurdeus que ouvia diferente: uma é 'Como Nossos Pais'. Naquela parte do 'contando o vil metal', eu entendia 'cortando fio dental'. :) E a outra é uma música de Luiz Gonzaga que diz: 'Luiz respeita Januário.../ Respeita os oito baixos do teu pai'. Eu entendia, e cantava: 'respeita os 'ovo baixo' do teu pai'. KKKKKKKKKKK
Tem uma outra historinha bonitinha de meu irmão mais novo. Um belo dia saímos em família para lanchar na McDonald's recém-inaugurada (isso foi em 87), e Jonga, meu irmãozinho, do alto dos seus 7 anos falava que os Beatles isso, e os Beatles aquilo. Meu Big Brother (irmão mais velho), já de saco cheio da falação, intimou:
- Você conhece os Beatles?
- Claro. conheço muito.
- Ah, é? então diga pelo menos 1 música deles.
- Fácil. Tilóptium!
(todos juntos) - O quê?
- Tilóptium!
- E que música é essa?
- Aquela... Tilóptium yeah, yeah, yeah..."
Vai, confessa aí: qual foi o pior "virundum" que você já cometeu? Compartilhe suas recriações musicais no espaço dos comentários...
Diálogo em plena manhã.
Ligo pro Marujo e a gente começa a comentar os fatos da semana.
Um deles, logicamente, foi a transferência do Fernandinho Beira-Mar pra São Paulo.
Indignada, argumentei: - Acharia mais justo uma troca. Poderia até ser por um kit: um pedófilo, um esquartejador e um canibal em troca do ser.
A resposta: - Não sou mulher, nem criança, então, tô cagando.
Fala verdade: ele não é a coisa mais meiga?
Ligo pro Marujo e a gente começa a comentar os fatos da semana.
Um deles, logicamente, foi a transferência do Fernandinho Beira-Mar pra São Paulo.
Indignada, argumentei: - Acharia mais justo uma troca. Poderia até ser por um kit: um pedófilo, um esquartejador e um canibal em troca do ser.
A resposta: - Não sou mulher, nem criança, então, tô cagando.
Fala verdade: ele não é a coisa mais meiga?
23 fevereiro, 2003
Buá.
Acabei passando a tarde inteira com a minha mãe sobre os cães da família.
Foi divertido e comovente.
Chorei pra caraio.
Nasci numa família lotada de gente que gostava pra caramba de cães.
Pra complicar, morava em uma chácara. Ou seja, cães eram fundamentai.
Pra complicar mais ainda, os cães gostavam de mim. Eu era criancinha e eles subiam na minha cama. Pânico.
Traumatizei.
Eu morria de medo de cães.
Um belo dia, ao chegar da escola, minha tia estava me esperando com um "pacotinho" no colo.
A primeira pergunta: Ele morde?
A resposta: Olhe pro tamanho da criatura.
E lá foi o Brasinha habitar a nossa chácara.
Ele era um vira-latão. Dizem que ele era fruto de um cruzamento de fox com setter.
Eu tenho cá minhas dúvidas, mas deixa pra lá.
Eu amava o Brasinha, era meu companheirão, que roubava meus potinhos de iogurte. Era muito legal esse vira-lata. :O)
Adorova ele, e, claro, o grande respnsável por perder o medo e confiar em cães. :O)
Depois, veio o Lepper.
O Lepper era uma criatura com uma história cruel.
Era um vira-latão abandonado, literalmente jogado na rua.
A criançada da rua começou a judiar do cachorro. Foi feia a coisa.
Meu padrinho viu a cena e você já pode imaginar o final da história, né? Família de cachorreio sempre dá nisso.
Sem sacanagem, o Lepper foi o cão mais fiel, amigo, companheiro que a gente teve em casa.
Ele era feio como o capeta, mas muito fo-fo e de uma lealdade invejável. Na verdade, eu diria: de uma lealdade exemplar.
Depois veio o Pit. Que eu peguei abandonado na rua, numa condição de dar dó.
A gente cuidou dele, deu vacina, etc.
A criatura cresceu e arrebentou a mão do meu avô de uma forma imperdoável.
Eu já era grandinha. Quando eu vi a merda que a criatura fez, sugeri: manda matar.
A família não teve coragem, fazer o quê, nè?
Depois que o Pit se foi, eu não podia deixar a casa da minha mãe sem um cão de guarda.
E tá lá o Duque. Outro vira-latão que me fez subir o morro do Vista Alegre, no Embú.
Cada coisa que me aparece na vida, viu?
Eu falo pra ela: Mãe, vc é muito pateta.
E isso porque eu não contei pra vocês sobre o Eduardo. O primeiro teckel que eu tive na vida. :)))
Acabei passando a tarde inteira com a minha mãe sobre os cães da família.
Foi divertido e comovente.
Chorei pra caraio.
Nasci numa família lotada de gente que gostava pra caramba de cães.
Pra complicar, morava em uma chácara. Ou seja, cães eram fundamentai.
Pra complicar mais ainda, os cães gostavam de mim. Eu era criancinha e eles subiam na minha cama. Pânico.
Traumatizei.
Eu morria de medo de cães.
Um belo dia, ao chegar da escola, minha tia estava me esperando com um "pacotinho" no colo.
A primeira pergunta: Ele morde?
A resposta: Olhe pro tamanho da criatura.
E lá foi o Brasinha habitar a nossa chácara.
Ele era um vira-latão. Dizem que ele era fruto de um cruzamento de fox com setter.
Eu tenho cá minhas dúvidas, mas deixa pra lá.
Eu amava o Brasinha, era meu companheirão, que roubava meus potinhos de iogurte. Era muito legal esse vira-lata. :O)
Adorova ele, e, claro, o grande respnsável por perder o medo e confiar em cães. :O)
Depois, veio o Lepper.
O Lepper era uma criatura com uma história cruel.
Era um vira-latão abandonado, literalmente jogado na rua.
A criançada da rua começou a judiar do cachorro. Foi feia a coisa.
Meu padrinho viu a cena e você já pode imaginar o final da história, né? Família de cachorreio sempre dá nisso.
Sem sacanagem, o Lepper foi o cão mais fiel, amigo, companheiro que a gente teve em casa.
Ele era feio como o capeta, mas muito fo-fo e de uma lealdade invejável. Na verdade, eu diria: de uma lealdade exemplar.
Depois veio o Pit. Que eu peguei abandonado na rua, numa condição de dar dó.
A gente cuidou dele, deu vacina, etc.
A criatura cresceu e arrebentou a mão do meu avô de uma forma imperdoável.
Eu já era grandinha. Quando eu vi a merda que a criatura fez, sugeri: manda matar.
A família não teve coragem, fazer o quê, nè?
Depois que o Pit se foi, eu não podia deixar a casa da minha mãe sem um cão de guarda.
E tá lá o Duque. Outro vira-latão que me fez subir o morro do Vista Alegre, no Embú.
Cada coisa que me aparece na vida, viu?
Eu falo pra ela: Mãe, vc é muito pateta.
E isso porque eu não contei pra vocês sobre o Eduardo. O primeiro teckel que eu tive na vida. :)))
Ela se foi. :{
A pequena Dinah se foi.
Dinah era uma boxer, que a minha filha deu de presente de aniversário à sua avó paterna.
Isso foi há mais de 10 anos.
Ela deu muita alegria às crianças da casa e também segurança aos seus donos.
A natureza tem que fazer seu trabalho. Tudo tem seu tempo.
Minha mãe ficou muito triste com a notícia, assim como eu. E aposto que a família toda.
Enquanto conversava com a avó paterna da pequena Oli - adoro ela e me recuso a chamá-la de ex-sogra ;O))))
ela me falava sobre o sofrimento da morte da pequena Dinah, e eu tentava fazê-la entender: mãe é uma merda. A gente faz de tudo, mas tem hora que não tem jeito.
O meu consolo foi tentar falar à ela que eu tenho uma imagem de São Francisco de Assis na mesa do meu computador. Uma imagem que eu comprei numa viagem a Parati.
São Francisco deve estar levando nossa pequena Dinah pra repousar em paz. Ela merece muito.
S
A pequena Dinah se foi.
Dinah era uma boxer, que a minha filha deu de presente de aniversário à sua avó paterna.
Isso foi há mais de 10 anos.
Ela deu muita alegria às crianças da casa e também segurança aos seus donos.
A natureza tem que fazer seu trabalho. Tudo tem seu tempo.
Minha mãe ficou muito triste com a notícia, assim como eu. E aposto que a família toda.
Enquanto conversava com a avó paterna da pequena Oli - adoro ela e me recuso a chamá-la de ex-sogra ;O))))
ela me falava sobre o sofrimento da morte da pequena Dinah, e eu tentava fazê-la entender: mãe é uma merda. A gente faz de tudo, mas tem hora que não tem jeito.
O meu consolo foi tentar falar à ela que eu tenho uma imagem de São Francisco de Assis na mesa do meu computador. Uma imagem que eu comprei numa viagem a Parati.
São Francisco deve estar levando nossa pequena Dinah pra repousar em paz. Ela merece muito.
S
22 fevereiro, 2003
21 fevereiro, 2003
Não me peça o impossível.
A louca da Alê Ber, num acesso Totalmente Bridget, colocou um comment pedindo que eu providencie uma receita diet de wafle.
Impossível, fofa.
O máximo que eu posso fazer por você é uma receita de wafle integral ou de aveia. Tudo coisa que faz bem à pele.
E aos ossos, como queijo, por exemplo.
Ora, me poupe, né? :ppp
A louca da Alê Ber, num acesso Totalmente Bridget, colocou um comment pedindo que eu providencie uma receita diet de wafle.
Impossível, fofa.
O máximo que eu posso fazer por você é uma receita de wafle integral ou de aveia. Tudo coisa que faz bem à pele.
E aos ossos, como queijo, por exemplo.
Ora, me poupe, né? :ppp
18 fevereiro, 2003
Fome Zero.
Faz assim, ó: 3 fatias de presunto, daquele do bom, cortadinhas em meigas tiras, muzzarela cortadas em tirinhas, 1/4 de cebola roxa micropicadinhas, uma colher de requeijão e meia colher de queijo parmesão. Misture tudo.
Prepare sua sanduicheira. Uma boa base de maionese light deixará tudo mais gostoso. A gente veio à essa vida a passeio, ora pois.
Enquanto o sanduba derrete, prepare a cama da vítima.
Pois é: fica perfeita se for forrada com batata Chips Explosão de Sabor Requeijão.
Enjoy it. ;O)
Faz assim, ó: 3 fatias de presunto, daquele do bom, cortadinhas em meigas tiras, muzzarela cortadas em tirinhas, 1/4 de cebola roxa micropicadinhas, uma colher de requeijão e meia colher de queijo parmesão. Misture tudo.
Prepare sua sanduicheira. Uma boa base de maionese light deixará tudo mais gostoso. A gente veio à essa vida a passeio, ora pois.
Enquanto o sanduba derrete, prepare a cama da vítima.
Pois é: fica perfeita se for forrada com batata Chips Explosão de Sabor Requeijão.
Enjoy it. ;O)
17 fevereiro, 2003
Falta do que fazer.
Pois é. Como diria vovô, mãos vazias, oficina do diabo.
Calma. Não é nada disso que sua mente podre está pensando.
Estou me especializando no preparo de receitas especiais de wafles. Adoro wafles. Coisa muito prática, sabe?
Wafles de batata, de arroz, de milho.
Sem sacanagem, os de ontem ficaram do capeta.
Preciso patentear a criação. O de aveia com granola de amêndoas e canela ficou dos deuses.
Só faltou o sorvete de creme como cobertura.
Pois é. Como diria vovô, mãos vazias, oficina do diabo.
Calma. Não é nada disso que sua mente podre está pensando.
Estou me especializando no preparo de receitas especiais de wafles. Adoro wafles. Coisa muito prática, sabe?
Wafles de batata, de arroz, de milho.
Sem sacanagem, os de ontem ficaram do capeta.
Preciso patentear a criação. O de aveia com granola de amêndoas e canela ficou dos deuses.
Só faltou o sorvete de creme como cobertura.
29 janeiro, 2003
24 janeiro, 2003
Providence.
Como vocês podem notar, sou viciada em seriados.
Providence é muito legal.
A Dra. Sid é linda.
O pai dela, o veterinário é maravilhoso. A irmã da Dra. Sid, uma maluca de dar dó, tem uma loja de guloseimas pra cães.
O cão do veterinário, o Dr Jess, é um Golden Retriever, que tá agora num programa de treinamento pra detecção de drogas.
Às 11h30 na Warner, com direito à reprise à 16h30.
Enjoy it. :O)
Como vocês podem notar, sou viciada em seriados.
Providence é muito legal.
A Dra. Sid é linda.
O pai dela, o veterinário é maravilhoso. A irmã da Dra. Sid, uma maluca de dar dó, tem uma loja de guloseimas pra cães.
O cão do veterinário, o Dr Jess, é um Golden Retriever, que tá agora num programa de treinamento pra detecção de drogas.
Às 11h30 na Warner, com direito à reprise à 16h30.
Enjoy it. :O)
Mais Alan Alda.
A personagem dele entrou no seriado arrasando.
A criatura resolve tudo. Muito, muito legal.
Ele atendeu uma menina com anemia falciforme, que me fez lembrar de uma paciente minha, já quase cega pela doença. Uma história muito triste.
Lembranças, lembranças.
Deixa pra lá.
Se você gosta de ver um sanguinho, não perda ;p: E.R., a sala de emergência mais famosa de Chicago, passa na Warner. Canal 47, pra quem assina a Net. Às 18h30, com reprise às 23h.
A personagem dele entrou no seriado arrasando.
A criatura resolve tudo. Muito, muito legal.
Ele atendeu uma menina com anemia falciforme, que me fez lembrar de uma paciente minha, já quase cega pela doença. Uma história muito triste.
Lembranças, lembranças.
Deixa pra lá.
Se você gosta de ver um sanguinho, não perda ;p: E.R., a sala de emergência mais famosa de Chicago, passa na Warner. Canal 47, pra quem assina a Net. Às 18h30, com reprise às 23h.
E.R.
Depois que o trairão do George Clooney abandonou o seriado, quem apareceu por lá foi o bom e velho Alan Alda. Quem diria, hã?
Lembra dele?
Do M.A.S.H.
Ele tá velhinho. Muito velhinho. Mas uma gracinha.
I love Alan Alda.
George Clooney, aquele trairão do Dr. Doug, o ser que abandonou a enfermeira grávida. Cafajeste.
Suspiros....
Homens.
Depois que o trairão do George Clooney abandonou o seriado, quem apareceu por lá foi o bom e velho Alan Alda. Quem diria, hã?
Lembra dele?
Do M.A.S.H.
Ele tá velhinho. Muito velhinho. Mas uma gracinha.
I love Alan Alda.
George Clooney, aquele trairão do Dr. Doug, o ser que abandonou a enfermeira grávida. Cafajeste.
Suspiros....
Homens.
Assinar:
Postagens (Atom)
