Estou meio doente, por isso passando uns dias de molho aqui em casa.
Não consigo cozinhar. Passei no supermercado pra umas comprinhas de urgência, ontem: sopinhas da Gerber, alguns kiwis, uma manga e algumas caixinhas de água de coco. Mais saudável, impossível. Certo?
Hum... Mais o menos.
Tudo estaria relativamente perfeito se: eu tivesse conseguido abrir a porra dos potinhos de sopa. Estavam indomáveis.
Os kiwis estavam insuportavelmente azedos. E manga inacreditavelmente verde.
Bosta. Passei o dia, literalmente, à base de pão (velho) e água de coco.
06 fevereiro, 2002
05 fevereiro, 2002
Mais coisas valiosas na vida. Sim, mais amigos. Não postei ontem por falta de tempo.
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
04 fevereiro, 2002
Se tem uma coisa que é realmente valiosa na vida são os amigos.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
30 janeiro, 2002
Passeamos pelas barraquinhas espremidas entre si. Buscávamos apenas uma entre elas que aparentasse ser mais confiável.
Confesso que isso levou um certo tempo. Mas finalmente, achamos: o plástico que forrava a barraca era limpinho, assim como os panos de prato que forravam o balcão do preparo da comida.
Nos empuleiramos no banco e pedimos, humildemente: - Tem Tacacá?
:O)
Um senhor nos atendeu. Ele olhou pra mim. Olhou pro Marujo.
Voltou a olhar pra mim.
Silêncio sepulcral.
Voltou a olhar pro Marujo.
Após mais um longo silêncio, respondeu: - Tem, mas vá ali naquela barraca. E apontou pro rumo.
À pouca distância, deu pra ver: era uma barraca comandada por uma velhinha que usava uma touca diferente, que parecia um pouco aquelas toucas que as enfermeiras usavam antigamente.
Aquele velhinho tinha uma certa docilidade no olhar e sem questionar nada, seguimos pra barraca da velhinha que usava aquela touca diferente.
Chegamos lá. Marujo pediu: - Tacacá? :O)))
A velhinha olhou pra mim. Olhou pra ele.
Silêncio. Longo silêncio.
Com uma voz baixa e com um sotaque que não consegui entender direito, ela fez alguns gestos. Fomos atrás dela.
Ela falava muito rápido. Difícil de entender.
Gentilmente, nos conduziu à uma plataforma, à beira do rio, onde havia um carrinho pronto pra preparar um Tacacá legal, com lugar pra sentar de costas pra um posto da Delegacia de Polícia e de frente pro rio.
Meleca! Claro, achei o atendimento nota 10!
Mas, porra, eu tenho tanta cara de turista nórdica assim? (Ö)
Confesso que isso levou um certo tempo. Mas finalmente, achamos: o plástico que forrava a barraca era limpinho, assim como os panos de prato que forravam o balcão do preparo da comida.
Nos empuleiramos no banco e pedimos, humildemente: - Tem Tacacá?
:O)
Um senhor nos atendeu. Ele olhou pra mim. Olhou pro Marujo.
Voltou a olhar pra mim.
Silêncio sepulcral.
Voltou a olhar pro Marujo.
Após mais um longo silêncio, respondeu: - Tem, mas vá ali naquela barraca. E apontou pro rumo.
À pouca distância, deu pra ver: era uma barraca comandada por uma velhinha que usava uma touca diferente, que parecia um pouco aquelas toucas que as enfermeiras usavam antigamente.
Aquele velhinho tinha uma certa docilidade no olhar e sem questionar nada, seguimos pra barraca da velhinha que usava aquela touca diferente.
Chegamos lá. Marujo pediu: - Tacacá? :O)))
A velhinha olhou pra mim. Olhou pra ele.
Silêncio. Longo silêncio.
Com uma voz baixa e com um sotaque que não consegui entender direito, ela fez alguns gestos. Fomos atrás dela.
Ela falava muito rápido. Difícil de entender.
Gentilmente, nos conduziu à uma plataforma, à beira do rio, onde havia um carrinho pronto pra preparar um Tacacá legal, com lugar pra sentar de costas pra um posto da Delegacia de Polícia e de frente pro rio.
Meleca! Claro, achei o atendimento nota 10!
Mas, porra, eu tenho tanta cara de turista nórdica assim? (Ö)
29 janeiro, 2002
Vale aqui um parênteses. Eu e o Marujo temos uma tradição, nesses anos todos, de realizar experiências gastronômicas, sem nenhum critério muito rígido.
Quem já foi capaz de enfrentar um caldinho de mocotó, num pé-sujaço ao lado do Lamas - RJ, não seria capaz de recusar uma aventura em plena Belém. Ara! Tão me estranhando?
Eu tinha em mãos duas opções: encarar um Tacacá ou avançar em território absolutamente desconhecido e arriscar um caldinho de carne em um mercadão sinistro, esse sim, suspeitíssimo da cidade.
Hum.. Já que é assim, vamos ao Tacacá.
Quem já foi capaz de enfrentar um caldinho de mocotó, num pé-sujaço ao lado do Lamas - RJ, não seria capaz de recusar uma aventura em plena Belém. Ara! Tão me estranhando?
Eu tinha em mãos duas opções: encarar um Tacacá ou avançar em território absolutamente desconhecido e arriscar um caldinho de carne em um mercadão sinistro, esse sim, suspeitíssimo da cidade.
Hum.. Já que é assim, vamos ao Tacacá.
Passado o sufoco, na manhã seguinte, era hora de explorar as novas paragens.
Consegui umas horinhas vagas pra enfrentar de frente a boa e famosa Belém. :O)
Roteiro traçado, ao acordar e antes de espreguiçar: Ver-o-Peso, Estação das Docas e a Igreja de Nossa Senhora do Nazaré, amém!
Foi tudo que eu consegui pensar.
E lá fomos nós:eu e meu bom e velho Marujo. ;O)
Desembarque 1: Mercado do Ver-o-Peso. (juro que eu não lembro se tem hífem mesmo)
Emoções fortes. Calor, muito calor.
Não sei qual o truque que os fotógrafos conseguem nas fotos jornalísticas, mas o que eu conhecia pelas matérias que eu li, o dito não era assim, tão digamos... Tá vamos aos fatos.
A parte renovada do Mercado tá bonitona. Banquinhas bonitas, ajeitadas, frutas, legumes, tipo uma feira-livre, ao redor.
O bicho começa a pegar mesmo na ala das barraquinhas de comida.
Como diria Luis Fernando Veríssimo, me pareceu algo que soa como o limite entre a vida inteligente e a vida orgânica.
Esqueça qualquer parâmetro normal de higiene ou qualquer outra regra.
Ora, bolas, relax! Nada que a visão de um churrasquinho grego com suco - tang sabor laranja - de grátis vc já não tenha visto na vida, em plena Av. São João. Larga a mão de frescura! ;O)
Consegui umas horinhas vagas pra enfrentar de frente a boa e famosa Belém. :O)
Roteiro traçado, ao acordar e antes de espreguiçar: Ver-o-Peso, Estação das Docas e a Igreja de Nossa Senhora do Nazaré, amém!
Foi tudo que eu consegui pensar.
E lá fomos nós:eu e meu bom e velho Marujo. ;O)
Desembarque 1: Mercado do Ver-o-Peso. (juro que eu não lembro se tem hífem mesmo)
Emoções fortes. Calor, muito calor.
Não sei qual o truque que os fotógrafos conseguem nas fotos jornalísticas, mas o que eu conhecia pelas matérias que eu li, o dito não era assim, tão digamos... Tá vamos aos fatos.
A parte renovada do Mercado tá bonitona. Banquinhas bonitas, ajeitadas, frutas, legumes, tipo uma feira-livre, ao redor.
O bicho começa a pegar mesmo na ala das barraquinhas de comida.
Como diria Luis Fernando Veríssimo, me pareceu algo que soa como o limite entre a vida inteligente e a vida orgânica.
Esqueça qualquer parâmetro normal de higiene ou qualquer outra regra.
Ora, bolas, relax! Nada que a visão de um churrasquinho grego com suco - tang sabor laranja - de grátis vc já não tenha visto na vida, em plena Av. São João. Larga a mão de frescura! ;O)
28 janeiro, 2002
Serviço de Utilidade Pública - ou de Futilidade Pública, se assim preferir. ;O)
Meninas, atenção!
Num coquetel formal, evitem as empadas.
A todo custo.
Sei que isso é um sacrifício descomunal. Eu sei. Mas, pensem bem: salto alto, calor, sem ar condicionado, pés doendo. Sim, existe coisa pior. Você é capaz de resistir ao apelo de uma empada.
Fé, irmãs.
Pensem bem.
Não existe armadilha pior na vida social de uma mulher do que uma simples e inocente empadinha na bandeja.
Você olha pra ela, ela olha pra você. Você imagina aquela massa macia, esfarelenta, recheio cremoso, provavelmente de camarão ou de palmito. (se for de frango, fuja da festa. Empada de frango não está à sua altura. Você não gastou horas planejando o vestido e se maquiando pra dar de cara com uma empada de frango com milho. Hunf! )
Pensa noutra coisa que passa. Seja forte.
Lembre que aquela massa macia irá se derreter na sua boca. E vai se alojar, incomodamente, naquele espaço que existe entre seus dentes, por menor que ele seja.
Pior do que isso: Lei de Murphy existe e costuma entrar em ação exatamente nessas horas. Por exemplo, na primeira abocanhada, alguém vai dirigir a palavra a você. E você estará com aquela massa disforme, dissolvendo na sua boca e se alojando confortavelmente naqueles malditos espacinhos que existem entre seus dentes.
Constrangida, você será obrigada a grunir: Féra aí.. (enquanto, difarçadamente, tenta dar conta daquela massaroca que se formou na sua boca)
Não se iluda: não só você terá uma massaroca alojada entre seus dentes, como também um rastro constrangedor poderá ter escorrido entre a sua boca e seu queixo, sem perceber. Empadinhas são sorrateiras. Todos os guardanapos do mundo não seriam capazes de dar conta de tamanha fúria.
Pior do que isso, elas deixam marcas em sua roupa. Inocentes poeirinhas da massa podem se alojar em sua roupa. Você, desavisada, pode tentar dar um pitaco nelas. E aí, o caráter traiçoeiro da inocente empada se revela: deixa um rastro de poeira e gordura na sua roupa novinha em folha.
Sim, aceite esse fato cruel: empadinhas de buffet são traiçoeiras e podem acabar com a sua imagem.
Fujam delas.
Recuse. Resista bravamente.
Se você usa aparelho e o garçom insistir, chame a polícia. Você estará coberta de razão. ;O)
Meninas, atenção!
Num coquetel formal, evitem as empadas.
A todo custo.
Sei que isso é um sacrifício descomunal. Eu sei. Mas, pensem bem: salto alto, calor, sem ar condicionado, pés doendo. Sim, existe coisa pior. Você é capaz de resistir ao apelo de uma empada.
Fé, irmãs.
Pensem bem.
Não existe armadilha pior na vida social de uma mulher do que uma simples e inocente empadinha na bandeja.
Você olha pra ela, ela olha pra você. Você imagina aquela massa macia, esfarelenta, recheio cremoso, provavelmente de camarão ou de palmito. (se for de frango, fuja da festa. Empada de frango não está à sua altura. Você não gastou horas planejando o vestido e se maquiando pra dar de cara com uma empada de frango com milho. Hunf! )
Pensa noutra coisa que passa. Seja forte.
Lembre que aquela massa macia irá se derreter na sua boca. E vai se alojar, incomodamente, naquele espaço que existe entre seus dentes, por menor que ele seja.
Pior do que isso: Lei de Murphy existe e costuma entrar em ação exatamente nessas horas. Por exemplo, na primeira abocanhada, alguém vai dirigir a palavra a você. E você estará com aquela massa disforme, dissolvendo na sua boca e se alojando confortavelmente naqueles malditos espacinhos que existem entre seus dentes.
Constrangida, você será obrigada a grunir: Féra aí.. (enquanto, difarçadamente, tenta dar conta daquela massaroca que se formou na sua boca)
Não se iluda: não só você terá uma massaroca alojada entre seus dentes, como também um rastro constrangedor poderá ter escorrido entre a sua boca e seu queixo, sem perceber. Empadinhas são sorrateiras. Todos os guardanapos do mundo não seriam capazes de dar conta de tamanha fúria.
Pior do que isso, elas deixam marcas em sua roupa. Inocentes poeirinhas da massa podem se alojar em sua roupa. Você, desavisada, pode tentar dar um pitaco nelas. E aí, o caráter traiçoeiro da inocente empada se revela: deixa um rastro de poeira e gordura na sua roupa novinha em folha.
Sim, aceite esse fato cruel: empadinhas de buffet são traiçoeiras e podem acabar com a sua imagem.
Fujam delas.
Recuse. Resista bravamente.
Se você usa aparelho e o garçom insistir, chame a polícia. Você estará coberta de razão. ;O)
Chegou a hora do indefectível coquetel. Só para os oficiais e poucos convidados.
Calor. Sede. Meus pezinhos. Ai.
Ufa! Sofá, bebida, comida e ar condicionado.
Era tudo que eu precisava.
Um pouco mais relaxada, comecei a entender um pouco o meu novo papel.
A esposa do comandante é mesmo uma espécie de primeira-dama da Vila. Promove chás, reuniões entre as esposas dos comandantes. Eu jurava que essas coisas só existiam em novela.
A mulherada ficou surpresa ao saber que eu não iria morar lá. Disse que iria mensalmente visitar, aproveitar os feriados prolongados.
Confesso que achei tudo muito divertido e fui muito bem recebida. Óbvio que cometi algumas gafes protocolares, mas foda-se. É o meu jeitinho. :O)
Calor. Sede. Meus pezinhos. Ai.
Ufa! Sofá, bebida, comida e ar condicionado.
Era tudo que eu precisava.
Um pouco mais relaxada, comecei a entender um pouco o meu novo papel.
A esposa do comandante é mesmo uma espécie de primeira-dama da Vila. Promove chás, reuniões entre as esposas dos comandantes. Eu jurava que essas coisas só existiam em novela.
A mulherada ficou surpresa ao saber que eu não iria morar lá. Disse que iria mensalmente visitar, aproveitar os feriados prolongados.
Confesso que achei tudo muito divertido e fui muito bem recebida. Óbvio que cometi algumas gafes protocolares, mas foda-se. É o meu jeitinho. :O)
Começou a cerimônia.
Tudo muito objetivo: uma passagem comando.
Discurso do Almirante. Discurso do Comandante que está saindo e discurso do Comandante que está assumindo.
Coisa rápida. No discurso do Marujo, a minha surpresa. Ele falou da dor de se separar da família e do meu apoio irrestrito à sua decisão de assumir esse comando. Referiu-se a mim como sua esposa.
Uia! Eu casei! :O))
Fiquei extremamente comovida. De verdade. Mas tive que conter minhas lágrimas.
Eu não podia borrar a porra do meu rímel depois daquela trabalheira toda. :pp
Tudo muito objetivo: uma passagem comando.
Discurso do Almirante. Discurso do Comandante que está saindo e discurso do Comandante que está assumindo.
Coisa rápida. No discurso do Marujo, a minha surpresa. Ele falou da dor de se separar da família e do meu apoio irrestrito à sua decisão de assumir esse comando. Referiu-se a mim como sua esposa.
Uia! Eu casei! :O))
Fiquei extremamente comovida. De verdade. Mas tive que conter minhas lágrimas.
Eu não podia borrar a porra do meu rímel depois daquela trabalheira toda. :pp
Cheguei no local da cerimônia. Oficiais e a marujada toda com farda de festa: todos de branco.
Alguns convidados, uns 50. Calor, muito calor. Minha amiga me apresentou, informalmente, à algumas pessoas, como a esposa do Comandante. E num é que essa coisa de primeira-dama existe mesmo, rapaz? Eu achava que era brincadeira do Marujo.
Calor. Bosta. Num tem cadeira. Vai ser tudo de pé.
Meleca.
Procurei o Marujo. Achei.
Sim, quase desmaiei. Ele estava lin-do!
Nesses anos todos, eu nunca o tinha visto fardado, acredita?
Lin-do!!!!! Ele me viu. Veio falar comigo. Cochichou ao meu ouvido que eu estava linda. (ele é um gentleman ;O)
A pergunta que não queria calar era: pra que as luvas? É estranho ver o Marujo de luvas brancas. :O)
Alguns convidados, uns 50. Calor, muito calor. Minha amiga me apresentou, informalmente, à algumas pessoas, como a esposa do Comandante. E num é que essa coisa de primeira-dama existe mesmo, rapaz? Eu achava que era brincadeira do Marujo.
Calor. Bosta. Num tem cadeira. Vai ser tudo de pé.
Meleca.
Procurei o Marujo. Achei.
Sim, quase desmaiei. Ele estava lin-do!
Nesses anos todos, eu nunca o tinha visto fardado, acredita?
Lin-do!!!!! Ele me viu. Veio falar comigo. Cochichou ao meu ouvido que eu estava linda. (ele é um gentleman ;O)
A pergunta que não queria calar era: pra que as luvas? É estranho ver o Marujo de luvas brancas. :O)
O calor era dos diabos.
E úmido, muito úmido.
A impressão era que eu tinha caído num grande caldeirão de sopa.
Meleca. Minha pressão costuma cair nesses casos.
Não. Eu não vou dar esse vexame. Não esse.
Por volta das 9h15, minha amiga passou em casa com a esposa de outro oficial pra seguirmos pra bendita cerimônia.
Comecei a achar que minha roupa estava básica demais, mas era tarde demais. Foda-se. Eu tava no meu estilo. Eu era a primeira-dama. Estava lançando o estilo jamanteano de se vestir. Ueba. Até que isso é divertido. ;O)
E úmido, muito úmido.
A impressão era que eu tinha caído num grande caldeirão de sopa.
Meleca. Minha pressão costuma cair nesses casos.
Não. Eu não vou dar esse vexame. Não esse.
Por volta das 9h15, minha amiga passou em casa com a esposa de outro oficial pra seguirmos pra bendita cerimônia.
Comecei a achar que minha roupa estava básica demais, mas era tarde demais. Foda-se. Eu tava no meu estilo. Eu era a primeira-dama. Estava lançando o estilo jamanteano de se vestir. Ueba. Até que isso é divertido. ;O)
O dia tão temido e esperado chegou.
Fui me arrumar onde seria a nossa nova casa.
Minha cara tava um lixo e levou deu um certo trabalho para que minha maquiagem perpetrasse algum milagre. Meleca.
Eu estava um pouco nervosa, não sei bem como me comportar nessas cerimônias lotadas de formalidades protocolares. Um pouco antes, Marujo me deu uns toques básicos, do tipo: se eu te apresentar a um oficial, por exemplo - comandante fulano e sua esposa, dona fulana. Você, necessariamente, vai se dirigir à criatura como comandante fulano e à sua esposa, como dona fulana. Você a chamará de DONA fulana, até que ela libere ser chamada pelo nome. Certo?
Certo.
Pra minha sorte, eu conhecia a esposa de uns dos oficiais. Ela me deu a maior força. Eu tava sozinha e ela passou lá pra ver se eu precisava de alguma coisa. Agradeci a atenção e disse que tava dando pra me virar sozinha. Antes de sair, virou-se pra mim e solidária perguntou: quer que eu chame um maquiador pra você? Ele vem em casa. Dá tempo. Quer?
Puta merda. Eu devia estar pior do que o espelho me mostrava. (Ö) .
Fui me arrumar onde seria a nossa nova casa.
Minha cara tava um lixo e levou deu um certo trabalho para que minha maquiagem perpetrasse algum milagre. Meleca.
Eu estava um pouco nervosa, não sei bem como me comportar nessas cerimônias lotadas de formalidades protocolares. Um pouco antes, Marujo me deu uns toques básicos, do tipo: se eu te apresentar a um oficial, por exemplo - comandante fulano e sua esposa, dona fulana. Você, necessariamente, vai se dirigir à criatura como comandante fulano e à sua esposa, como dona fulana. Você a chamará de DONA fulana, até que ela libere ser chamada pelo nome. Certo?
Certo.
Pra minha sorte, eu conhecia a esposa de uns dos oficiais. Ela me deu a maior força. Eu tava sozinha e ela passou lá pra ver se eu precisava de alguma coisa. Agradeci a atenção e disse que tava dando pra me virar sozinha. Antes de sair, virou-se pra mim e solidária perguntou: quer que eu chame um maquiador pra você? Ele vem em casa. Dá tempo. Quer?
Puta merda. Eu devia estar pior do que o espelho me mostrava. (Ö) .
Quinta-feira passada, véspera de feriadão, estava eu de malas prontas pra bendita cerimônia de posse do Marujo, em Belém.
Pra tornar tudo mais divertido, caiu uma tempestade no final da tarde. Não foi uma grande tragédia. Choveu apenas o suficiente pra interditar o aeroporto de Congonhas. Básico.
A Vasp, pra variar, manteve a tradição de fazer lambança. A aeronave que seguiria pra Belém pousou em Cumbica, de modess que houve um atraso de quase 3 horas. Se você pensar que meu vôo estava marcado pras 19h38 (piada). Eram quase 22h15 e ainda não tinham chamado para o embarque. Congonhas fecha às 23h. Se o vôo fosse cancelado, eu iria perder a meleca da cerimônia.
Que nerbios!
Embarquei às 22h30 e cheguei a Belém mais de 2h (horário local - lá não tem horário de verão). Isso significa que meu relógio biológico apontava pras 3 da matina.
Estava exausta e sem teto. O Marujo ainda estava num abrigo provisório, na Marinha.
Dormimos num motel. Na verdade, capotamos. Acordei 3 horas depois, pra me aprontar pra cerimônia.
Sinceramente, eu daria meu braço direito por mais 5 horas de sono. (Ö)
Pra tornar tudo mais divertido, caiu uma tempestade no final da tarde. Não foi uma grande tragédia. Choveu apenas o suficiente pra interditar o aeroporto de Congonhas. Básico.
A Vasp, pra variar, manteve a tradição de fazer lambança. A aeronave que seguiria pra Belém pousou em Cumbica, de modess que houve um atraso de quase 3 horas. Se você pensar que meu vôo estava marcado pras 19h38 (piada). Eram quase 22h15 e ainda não tinham chamado para o embarque. Congonhas fecha às 23h. Se o vôo fosse cancelado, eu iria perder a meleca da cerimônia.
Que nerbios!
Embarquei às 22h30 e cheguei a Belém mais de 2h (horário local - lá não tem horário de verão). Isso significa que meu relógio biológico apontava pras 3 da matina.
Estava exausta e sem teto. O Marujo ainda estava num abrigo provisório, na Marinha.
Dormimos num motel. Na verdade, capotamos. Acordei 3 horas depois, pra me aprontar pra cerimônia.
Sinceramente, eu daria meu braço direito por mais 5 horas de sono. (Ö)
21 janeiro, 2002
Um dia quase perfeito.
Acordei cedo. Cedo o suficiente para assistir ao Bom Dia São Paulo.
(mas, tarde o suficiente pra não assistir à aula de Química do Telecurso 2000, he,he)
Triste. Muito triste os fatos. Celso Daniel era uma grande figura. Adormeci ontem e acordei hoje ainda meio estarrecida com o fato.
Enfim.
Dia de rodízio.
Ueba! Dá pra ficar até mais tarde em casinha.
Segui pro trabalho sentindo uma paz que há muito eu não lembrava.
Chefe voltando de férias. Medo.
Até que ele voltou de bom humor. Mal pude acreditar.
Na hora do almoço, fui retirar meus bilhetes pra viagem a Belém. Loja da Vasp, obvs.
Eu sei. Eu sei. Eu num aprendo.
Mas, dá um desconto: eu tinha direito a um trecho de grátis. Num ia perder essa. ;O)
A operação toda durou uns 40 minutos. Vasp é Vasp também em terra, pensa o que? :p
Foi coisa do anjo da guarda. Tudo resolvido, a trapaiada que fizeram com a minha reserva foi toda acertada, paguei parte do trecho, assinei a porra do comprovante, a impressora acabou de cuspir a meleca da passagem e.. acaba a luz.
Peguei meus bilhetes (com conexão em Brasília. Isso ainda vai dar merda.. anota aí) e segui de volta pra agência.
Juro que eu achei que a energia elétrica tinha sido cortada na loja da Vasp. Não me culpe por isso. ;P
Chegando ao sagüão do prédio da agência, tá o povo todo lá. Coisa bonita. Todo mundo voltando do almoção e sem elevador.
São 15 andares pra subir.
Até então, ninguém sabendo de nada.
Fumamos um cigarrinho na área de fumantes do térreo e lá ficamos.
Chega uma hora em que a consciência começa a pesar. Melhor subir de escada, né?
É!
Legal. A iluminação de emergência estava apagada. (Ö)
Praticamente, um crime. Se um fiscal da prefeitura aparece por lá, pode interditar o prédio. (hu,huuu!!! :O)
Esquece.
O Segurança do prédio se ofereceu pra nos acompanhar até lá em cima, a bordo de uma lanterna.
Meleca! São 15 andares. No escuro, de salto alto, eu não vou conseguir.
E não é que eu consegui, rapá!?? :O)
O pior ainda estava por vir.
E a porra da energia elétrica não voltava..
Comecei a imaginar o pior: sim, err..., dia de rodízio, tanque de gasolina do carro no talo da reserva.
Soube que postos de gasolina não funcionam com falta de energia elétrica.
Grande! Como não pensei nisso antes?
Lembrei que eu tinha R$12,35 na carteira, saldo insuficiente pra voltar pra casa de táxi, se fosse o caso. E desconta-se desse montante o R$ 1,40 sagrado para o maço de cigarro.
Danou-se: caixas eletrônicos também estavam fora de cogitação, pela mesma razão.
Mãe? Manhê??
Esquece, deixa mon em paz, Jamanta! Te vira!
Por volta das 17h40, a luz voltou.
Ueba! :O))
E apagou de novo, cinco minutos depois. (Ö)
Comecei a olhar em volta e pensei: vou dormir aqui. Isso! Não tem outro jeito.
Resumo: às 19h00 a luz já tinha voltado. Voltei pra casa, sem pegar trânsito. Foi lindo. Voltei cantando pra casa.
Até pensei, no elevador: lesgal, vai dar tempo de pegar o finalzinho primeiro capítulo da novela e assistir ao filme do Tela Quente. Era tudo que eu precisava. Juro.
Chego em casa e.. e.. e..? Sim, vc acertou: a Net está fora do ar. Sem sinal e sem previsão de volta.
Grrrr...
Acordei cedo. Cedo o suficiente para assistir ao Bom Dia São Paulo.
(mas, tarde o suficiente pra não assistir à aula de Química do Telecurso 2000, he,he)
Triste. Muito triste os fatos. Celso Daniel era uma grande figura. Adormeci ontem e acordei hoje ainda meio estarrecida com o fato.
Enfim.
Dia de rodízio.
Ueba! Dá pra ficar até mais tarde em casinha.
Segui pro trabalho sentindo uma paz que há muito eu não lembrava.
Chefe voltando de férias. Medo.
Até que ele voltou de bom humor. Mal pude acreditar.
Na hora do almoço, fui retirar meus bilhetes pra viagem a Belém. Loja da Vasp, obvs.
Eu sei. Eu sei. Eu num aprendo.
Mas, dá um desconto: eu tinha direito a um trecho de grátis. Num ia perder essa. ;O)
A operação toda durou uns 40 minutos. Vasp é Vasp também em terra, pensa o que? :p
Foi coisa do anjo da guarda. Tudo resolvido, a trapaiada que fizeram com a minha reserva foi toda acertada, paguei parte do trecho, assinei a porra do comprovante, a impressora acabou de cuspir a meleca da passagem e.. acaba a luz.
Peguei meus bilhetes (com conexão em Brasília. Isso ainda vai dar merda.. anota aí) e segui de volta pra agência.
Juro que eu achei que a energia elétrica tinha sido cortada na loja da Vasp. Não me culpe por isso. ;P
Chegando ao sagüão do prédio da agência, tá o povo todo lá. Coisa bonita. Todo mundo voltando do almoção e sem elevador.
São 15 andares pra subir.
Até então, ninguém sabendo de nada.
Fumamos um cigarrinho na área de fumantes do térreo e lá ficamos.
Chega uma hora em que a consciência começa a pesar. Melhor subir de escada, né?
É!
Legal. A iluminação de emergência estava apagada. (Ö)
Praticamente, um crime. Se um fiscal da prefeitura aparece por lá, pode interditar o prédio. (hu,huuu!!! :O)
Esquece.
O Segurança do prédio se ofereceu pra nos acompanhar até lá em cima, a bordo de uma lanterna.
Meleca! São 15 andares. No escuro, de salto alto, eu não vou conseguir.
E não é que eu consegui, rapá!?? :O)
O pior ainda estava por vir.
E a porra da energia elétrica não voltava..
Comecei a imaginar o pior: sim, err..., dia de rodízio, tanque de gasolina do carro no talo da reserva.
Soube que postos de gasolina não funcionam com falta de energia elétrica.
Grande! Como não pensei nisso antes?
Lembrei que eu tinha R$12,35 na carteira, saldo insuficiente pra voltar pra casa de táxi, se fosse o caso. E desconta-se desse montante o R$ 1,40 sagrado para o maço de cigarro.
Danou-se: caixas eletrônicos também estavam fora de cogitação, pela mesma razão.
Mãe? Manhê??
Esquece, deixa mon em paz, Jamanta! Te vira!
Por volta das 17h40, a luz voltou.
Ueba! :O))
E apagou de novo, cinco minutos depois. (Ö)
Comecei a olhar em volta e pensei: vou dormir aqui. Isso! Não tem outro jeito.
Resumo: às 19h00 a luz já tinha voltado. Voltei pra casa, sem pegar trânsito. Foi lindo. Voltei cantando pra casa.
Até pensei, no elevador: lesgal, vai dar tempo de pegar o finalzinho primeiro capítulo da novela e assistir ao filme do Tela Quente. Era tudo que eu precisava. Juro.
Chego em casa e.. e.. e..? Sim, vc acertou: a Net está fora do ar. Sem sinal e sem previsão de volta.
Grrrr...
Marujo ficou sem dar notícias por dois dias, semana passada, porque estava hospitalizado.
Bosta.
A longa viagem desencadeou uma crise de dor na coluna e, sem trocadilhos, teve que ir pro estaleiro.
Morri de dó. Ele lá, sozinho e eu aqui, nem sabendo de nada.
Vou fazer babaganuch pra ele, quando eu chegar a Belém.
Ele deve estar com saudade. ;O)
Bosta.
A longa viagem desencadeou uma crise de dor na coluna e, sem trocadilhos, teve que ir pro estaleiro.
Morri de dó. Ele lá, sozinho e eu aqui, nem sabendo de nada.
Vou fazer babaganuch pra ele, quando eu chegar a Belém.
Ele deve estar com saudade. ;O)
20 janeiro, 2002
Hoje, fui assistir Harry Potter..
Pequena Oli me arrastou. Bosta.
Tá, confesso: chorei no final.
Gostei da fita. :O)
E o garoto é gente boa.
Tá certo que o mirim é uma caricatura de Bill Gates, aos 11 anos: cara redonda, óculos idem e cabelo tijelinha.
Tá certo também que aquela cena da fuga do cão de 3 cabeças lembra um pouco Indiana Jones.
Mas vamos dar um desconto? Vamos? ;O)
Pequena Oli me arrastou. Bosta.
Tá, confesso: chorei no final.
Gostei da fita. :O)
E o garoto é gente boa.
Tá certo que o mirim é uma caricatura de Bill Gates, aos 11 anos: cara redonda, óculos idem e cabelo tijelinha.
Tá certo também que aquela cena da fuga do cão de 3 cabeças lembra um pouco Indiana Jones.
Mas vamos dar um desconto? Vamos? ;O)
Finalmente, o Marujo chegou a Belém, quarta-feira passada.
As ligações telefônicas são meio, digamos, difíceis. A linha cai toda hora. Ódio mortal.
Descobri que em Belém não tem horário de verão, de modess que eu vou ter que fazer uma adaptação rápida de fuso horário.
Mas, o que a gente não faz por amor, não é?
Hunf!
As ligações telefônicas são meio, digamos, difíceis. A linha cai toda hora. Ódio mortal.
Descobri que em Belém não tem horário de verão, de modess que eu vou ter que fazer uma adaptação rápida de fuso horário.
Mas, o que a gente não faz por amor, não é?
Hunf!
Fui ao dentista, semana passada.
Dr. Anselmo, do alto de sua candura, foi categórico: - Você precisa aprender a pentear a gengiva.
- Errrr.. (Ö) .. Como assim, dr. ? (Ö)
- Pentear a gengiva, como se você estive escovando seu cabelo.
- Sei.
Pentear a gengiva..
Legal. Claro que vou fazer isso. Confio muito no Dr. Anselmo, afinal.
Mas, foi inevitável: enquanto ele falava, saquei que o "pentear a gengiva" pode ser um xingamento duca!
Na mesma categoria do " vá pentear macaco", ou "vá plantar batata".
Adorei! E adotei! :O)
Dr. Anselmo, do alto de sua candura, foi categórico: - Você precisa aprender a pentear a gengiva.
- Errrr.. (Ö) .. Como assim, dr. ? (Ö)
- Pentear a gengiva, como se você estive escovando seu cabelo.
- Sei.
Pentear a gengiva..
Legal. Claro que vou fazer isso. Confio muito no Dr. Anselmo, afinal.
Mas, foi inevitável: enquanto ele falava, saquei que o "pentear a gengiva" pode ser um xingamento duca!
Na mesma categoria do " vá pentear macaco", ou "vá plantar batata".
Adorei! E adotei! :O)
16 janeiro, 2002
Pra quebrar o galho, estou me afogando num balde de chá de camomila. Acho que já tomei uns 820ml.
Mas acho que é meio tarde demais. São 6h10 e tá começando a dar soninho.
Daqui a pouco é hora de pegar caminho da roça.
Quer apostar quanto que vai dar merda e eu vou acordar às 11h40?
Melhor jogar o chá de camomila no ralo e preparar um capuccino. Pra acordar. :´/
Mas acho que é meio tarde demais. São 6h10 e tá começando a dar soninho.
Daqui a pouco é hora de pegar caminho da roça.
Quer apostar quanto que vai dar merda e eu vou acordar às 11h40?
Melhor jogar o chá de camomila no ralo e preparar um capuccino. Pra acordar. :´/
Há alguns anos, eu tomava um chazinho pra dormir que era o bicho. Tinham uns ursinhos supermeigos na latinha. Se eu não me engano chamava Sleep Time.
Eu chamava de Chá de Ursinho. Eu tomava uma dose e dormia que era uma beleza.
Se alguém souber onde vende essa porra, pelamordedeus, dá um berro.
Tô comprando 5 caixas. Ou um lote fechado, pra garantir o estoque. (Ö)
Eu chamava de Chá de Ursinho. Eu tomava uma dose e dormia que era uma beleza.
Se alguém souber onde vende essa porra, pelamordedeus, dá um berro.
Tô comprando 5 caixas. Ou um lote fechado, pra garantir o estoque. (Ö)
15 janeiro, 2002
Confesso que deu uma certa dor na consciência por ter violado uma correspondência alheia. Mas você viu que foi sem querer.
Foi culpa do incompetente do zelador.
Fico aqui, olhando pra carta do Bradesco e, juro, tenho dó do meu vizinho anônimo, viu? Acho que vou poupá-lo desse desgosto.
E, pensando bem, com que cara vou devolver na portaria uma correspondência aberta?
Isso! Melhor ir dormir.
Amanhã eu penso nisso. Ou esqueço disso. Sei lá.
Foi culpa do incompetente do zelador.
Fico aqui, olhando pra carta do Bradesco e, juro, tenho dó do meu vizinho anônimo, viu? Acho que vou poupá-lo desse desgosto.
E, pensando bem, com que cara vou devolver na portaria uma correspondência aberta?
Isso! Melhor ir dormir.
Amanhã eu penso nisso. Ou esqueço disso. Sei lá.
Logo ao chegar em casa, tinha uma correspondência à minha porta.
Do Bradesco.
Medo... :/
O golpe de misericórdia foi encontrar um envelope com a fatura do cartão de crédito, sob a porta.
Ok. Respira. Pensa noutra coisa que passa.
Comecemos pelo menos doloroso: abri o envelope do Bradesco.
Caraios. Isso não pode estar acontecendo comigo. Não comigo.
Hunf! Desculpe, foi engano. O incompetente do zelador do prédio entregou o envelope do Bradesco em ap.errado.
Sim, tudo que eu preciso na vida é de emoções fortes.
Thanks.
Do Bradesco.
Medo... :/
O golpe de misericórdia foi encontrar um envelope com a fatura do cartão de crédito, sob a porta.
Ok. Respira. Pensa noutra coisa que passa.
Comecemos pelo menos doloroso: abri o envelope do Bradesco.
Caraios. Isso não pode estar acontecendo comigo. Não comigo.
Hunf! Desculpe, foi engano. O incompetente do zelador do prédio entregou o envelope do Bradesco em ap.errado.
Sim, tudo que eu preciso na vida é de emoções fortes.
Thanks.
14 janeiro, 2002
Todo mundo me pergunta se eu já fui assistir ao Senhor dos Anéis.
E também se eu já vi Harry Potter ou Os Monstros.
Meleca! Não, não vi.
Nem li a porra da trilogia do O Senhor dos Anéis, e confesso que não consegui passar da pág. 20 do mala do Harry Potter.
Hunf!
Meu braço direito por um Wood Allen ou pela coletânea compretaça do Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado. - plizz
Shrek também. I love Shrek. ;O)
Toppo Gigio.
Garibaldo. Enio e o Beto.
Sartre. Jeff Smith. Faith Popcorn.
Louro José. Baby, o porquinho atrapalhado. Freud.
Caco - o Sapo, Animal, Pernalonga.
Tazz, Harold Loyd, Os Três Patetas.
Patolino, Mary Tyller Morre, A Mulher Biônica.
Starsk e Hucht (é assim???), Chaplin, A Bela e a Fera.
O Rei Leão, Carl Gustav Jung, Sob o Céu que nos Protege - Bertolucci, amém.
Polanski, Muppet Show.
Meleca. Acho que eu preciso dormir.
E de um pouco de paz, imploro!. ;O)
E também se eu já vi Harry Potter ou Os Monstros.
Meleca! Não, não vi.
Nem li a porra da trilogia do O Senhor dos Anéis, e confesso que não consegui passar da pág. 20 do mala do Harry Potter.
Hunf!
Meu braço direito por um Wood Allen ou pela coletânea compretaça do Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado. - plizz
Shrek também. I love Shrek. ;O)
Toppo Gigio.
Garibaldo. Enio e o Beto.
Sartre. Jeff Smith. Faith Popcorn.
Louro José. Baby, o porquinho atrapalhado. Freud.
Caco - o Sapo, Animal, Pernalonga.
Tazz, Harold Loyd, Os Três Patetas.
Patolino, Mary Tyller Morre, A Mulher Biônica.
Starsk e Hucht (é assim???), Chaplin, A Bela e a Fera.
O Rei Leão, Carl Gustav Jung, Sob o Céu que nos Protege - Bertolucci, amém.
Polanski, Muppet Show.
Meleca. Acho que eu preciso dormir.
E de um pouco de paz, imploro!. ;O)
Na noite de sábado, assistimos ao Luau MTV.
Eu, a pequena Oli e o mala do Godzila.
Um Especial com a Cássia Eller.
Só então me dei conta do que aconteceu. (falei pro cês que a vida tá muito corrida por aqui.)
Ou melhor teclando, só então me dei conta de que foi mesmo uma puta perda.
Foi também uma oportunidade de ter, praticamente, uma conversa de mulher pra mulher com minha pequena Oli.
Falamos sobre homossexualismo, drogas, enfim, ainda bem que Cissa-mãe estava na casinha dela. Provavelmente, ela teria enfartado. ;O)
Mas, pensando bem, pequena Oli tá crescendo muito e será uma linda mulher. ;O)
(este foi mais um episódio da série "Mamãe Jamanta é uma mãe-coruja insuportável" ;O)
Eu, a pequena Oli e o mala do Godzila.
Um Especial com a Cássia Eller.
Só então me dei conta do que aconteceu. (falei pro cês que a vida tá muito corrida por aqui.)
Ou melhor teclando, só então me dei conta de que foi mesmo uma puta perda.
Foi também uma oportunidade de ter, praticamente, uma conversa de mulher pra mulher com minha pequena Oli.
Falamos sobre homossexualismo, drogas, enfim, ainda bem que Cissa-mãe estava na casinha dela. Provavelmente, ela teria enfartado. ;O)
Mas, pensando bem, pequena Oli tá crescendo muito e será uma linda mulher. ;O)
(este foi mais um episódio da série "Mamãe Jamanta é uma mãe-coruja insuportável" ;O)
13 janeiro, 2002
12 janeiro, 2002
Num repara, não.
Tô meio deprimidinha.
Marujo está seguindo viagem. Neste exato momento está seguindo, rumo a Vitória e vai dormir na casa do irmão dele, o Edu.
Tô meio sem saber o que escrever. Parece que estou catatônica.
Esquece.
Já volto.
Mas, relax, Godziladen ainda não virou sabão. Note bem, eu teclei AINDA.
Dei um desconto pro maleta, que, hoje pela manhã, tentou quebrar meu cinzeiro.
Eu quero a minha mâe! (Ö)
Tô meio deprimidinha.
Marujo está seguindo viagem. Neste exato momento está seguindo, rumo a Vitória e vai dormir na casa do irmão dele, o Edu.
Tô meio sem saber o que escrever. Parece que estou catatônica.
Esquece.
Já volto.
Mas, relax, Godziladen ainda não virou sabão. Note bem, eu teclei AINDA.
Dei um desconto pro maleta, que, hoje pela manhã, tentou quebrar meu cinzeiro.
Eu quero a minha mâe! (Ö)
08 janeiro, 2002
Não prometo que a primeira imagem que vou postar por aqui, assim que eu for pra Belém buscar o scanner que eu herdei, será do Godziladen, porque estou com ódio mortal daquele infeliz.
Grrrr.
Eu tinha comprado um auto-bronzeante carésimo e o dito estava sobre a pia do banheiro.
Acredita que o terrorista desgraçado, durante a madrugada, deu um salto duplo, alcançou o frasco e teve o requinte de apenas destruir o bico do spray? Acredita que o monstro fez isso?
A porra do auto-bronzeante está completamente inutilizado. Meleca! O frasco e o conteúdo estão intactos. Mas o spray não funciona, nem a poder de feitiço.
Eu mato. Juro que eu mato!
Grrrr.
Eu tinha comprado um auto-bronzeante carésimo e o dito estava sobre a pia do banheiro.
Acredita que o terrorista desgraçado, durante a madrugada, deu um salto duplo, alcançou o frasco e teve o requinte de apenas destruir o bico do spray? Acredita que o monstro fez isso?
A porra do auto-bronzeante está completamente inutilizado. Meleca! O frasco e o conteúdo estão intactos. Mas o spray não funciona, nem a poder de feitiço.
Eu mato. Juro que eu mato!
Até onde tenho notícias, Marujo ainda não seguiu pra Belém.
Liguei pra lá, à tarde, e o pessoal da mudança tava empacotando as tralhas.
Ueba! Herdei uma impressora e um scanner.
Lesgal. Vou aprender a postar imagens no Ventilador.
Prometo que a primeira será da Orca, combinado?
Bosta. Saudades da Orca. (Ö)
Liguei pra lá, à tarde, e o pessoal da mudança tava empacotando as tralhas.
Ueba! Herdei uma impressora e um scanner.
Lesgal. Vou aprender a postar imagens no Ventilador.
Prometo que a primeira será da Orca, combinado?
Bosta. Saudades da Orca. (Ö)
07 janeiro, 2002
06 janeiro, 2002
O meu último dia por lá chegou.
Inevitável, eu sei.
Marujo sugeriu a programação: vamos ao shopping procurar a roupa pra cerimônia de posse.
NÃO, NÃO, NÃO!!!!!
Sou, confesso e não nego, uma paulistana atípica: o-dei-o shoppings.
Por volta das 14h, estávamos nós entrando no Barra Shopping.
Well, já que estamos aqui...
Foi uma maratona que durou exatas 8 horas. Praticamente, uma jornada de trabalho.
Mas tudo foi resolvido. Pasme você, consegui comprar um modelão legal pra bosta da cerimônia de posse, com sandália nova e tudo.
Jama vai ficar elegantérrima. Não é nada do que eu tinha imaginado. Mas até que eu gostei.
Tá certo que o vestido ficou para alguns ajustes e a moça da loja vai enviar o dito cujo por Sedex.
He,he. Quer apostar quanto que isso vai dar merda? ;O)
Inevitável, eu sei.
Marujo sugeriu a programação: vamos ao shopping procurar a roupa pra cerimônia de posse.
NÃO, NÃO, NÃO!!!!!
Sou, confesso e não nego, uma paulistana atípica: o-dei-o shoppings.
Por volta das 14h, estávamos nós entrando no Barra Shopping.
Well, já que estamos aqui...
Foi uma maratona que durou exatas 8 horas. Praticamente, uma jornada de trabalho.
Mas tudo foi resolvido. Pasme você, consegui comprar um modelão legal pra bosta da cerimônia de posse, com sandália nova e tudo.
Jama vai ficar elegantérrima. Não é nada do que eu tinha imaginado. Mas até que eu gostei.
Tá certo que o vestido ficou para alguns ajustes e a moça da loja vai enviar o dito cujo por Sedex.
He,he. Quer apostar quanto que isso vai dar merda? ;O)
Acho que foi no dia 2, consegui marcar um encontro com os meus amigos, na Lagoa.
Era uma espécie de despedida. Afinal, por uns 2 anos vou ficar sem vê-los.
Chamada geral: Bia, Ana Ice, Liginha, Dani Prado, Mau e Amália e Claudia "Lord Cão" Pizzolato.
Meleca! Claudia, Mau e Amália declinaram. Desertores! :p
Não vou nem falar que a perua da Liginha não mandou notícias. Hunf! (sua batata está assando, fofa! :pp)
Foi um encontro divertido: eu, Marujo, Ana Ice, Dani e a Bia, a bordo da Chica, a poodle-rastafari mais boa gente do planeta. ;O)
Bebemos moderadamente, comemos muto bem, tiramos muitas fotos, falamos o diabo de muita gente (é uma delícia fofocar, fala a verdade ;O).
Despedi-me das meninas com uma certa melancolia. Eu as conheci na Lagoa, afinal, e foi lá que a gente teve encontros memoráveis.
Sei que a gente vai se encontrar sempre, independentemente do Marujo estar em Belém.
Antes de seguir o caminho da roça, eu e o Marujo paramos no deck, pra ver a árvore de Natal.
Fotos, fotos, muitas fotos. A árvore de Natal da Lagoa estava especialmente bonita, neste ano.
Meleca. Vou sentir saudades.
Era uma espécie de despedida. Afinal, por uns 2 anos vou ficar sem vê-los.
Chamada geral: Bia, Ana Ice, Liginha, Dani Prado, Mau e Amália e Claudia "Lord Cão" Pizzolato.
Meleca! Claudia, Mau e Amália declinaram. Desertores! :p
Não vou nem falar que a perua da Liginha não mandou notícias. Hunf! (sua batata está assando, fofa! :pp)
Foi um encontro divertido: eu, Marujo, Ana Ice, Dani e a Bia, a bordo da Chica, a poodle-rastafari mais boa gente do planeta. ;O)
Bebemos moderadamente, comemos muto bem, tiramos muitas fotos, falamos o diabo de muita gente (é uma delícia fofocar, fala a verdade ;O).
Despedi-me das meninas com uma certa melancolia. Eu as conheci na Lagoa, afinal, e foi lá que a gente teve encontros memoráveis.
Sei que a gente vai se encontrar sempre, independentemente do Marujo estar em Belém.
Antes de seguir o caminho da roça, eu e o Marujo paramos no deck, pra ver a árvore de Natal.
Fotos, fotos, muitas fotos. A árvore de Natal da Lagoa estava especialmente bonita, neste ano.
Meleca. Vou sentir saudades.
O Marujo é um sujeito completamente sem juízo.
Quando cheguei lá, tinha um filhote novo na casa: o Majid.
Majid? Hum.. nominho estranho. Não gostei. Me aguarde.
Majid é um pit bull importado do Texas. Lindo, chocolate.
Nunca tivemos um cão chocolate em casa.
Majid tava ainda meio de ressaca. O pobrezinho enfrentou muitas horas de vôo e umas 8 horas de espera no aeroporto, até que a burocracia toda da Receita Federal liberasse a carga, no dia anterior.
Uma figuraça, ele. Deitou-se comigo no sofá. Aos poucos, foi folgando e aninhou a cabeça na almofada onde eu estava.
Cinco minutos depois, apoiou a pata imensa no meu pescoço. Dormiu abraçado comigo. E ronca, o desgraçado.
Hunf!
Quando cheguei lá, tinha um filhote novo na casa: o Majid.
Majid? Hum.. nominho estranho. Não gostei. Me aguarde.
Majid é um pit bull importado do Texas. Lindo, chocolate.
Nunca tivemos um cão chocolate em casa.
Majid tava ainda meio de ressaca. O pobrezinho enfrentou muitas horas de vôo e umas 8 horas de espera no aeroporto, até que a burocracia toda da Receita Federal liberasse a carga, no dia anterior.
Uma figuraça, ele. Deitou-se comigo no sofá. Aos poucos, foi folgando e aninhou a cabeça na almofada onde eu estava.
Cinco minutos depois, apoiou a pata imensa no meu pescoço. Dormiu abraçado comigo. E ronca, o desgraçado.
Hunf!
No dia 31, esqueci de passar o filtro solar.
Não tenho por hábito, quando vou à praia, me estirar na areia para me bronzear. No máximo, dou uma caminhada para queimar a bunda. Costumo mesmo sentar na cadeira, à sombra, e me divertir observando as pessoas.
O pobrema foi que o sol tava brabo. Castigou, sem dó nem piedade.
Resultado: voltei pra casa parecendo um quadro de Mondrian, em magenta e branco.
Meleca.
Sejamos otimistas: passei o ano, literalmente, vestida de vermelho. Reza a lenda que o vermelho traz boa sorte para as paixões.
Custa nada acreditar, né?
Bosta.
Não tenho por hábito, quando vou à praia, me estirar na areia para me bronzear. No máximo, dou uma caminhada para queimar a bunda. Costumo mesmo sentar na cadeira, à sombra, e me divertir observando as pessoas.
O pobrema foi que o sol tava brabo. Castigou, sem dó nem piedade.
Resultado: voltei pra casa parecendo um quadro de Mondrian, em magenta e branco.
Meleca.
Sejamos otimistas: passei o ano, literalmente, vestida de vermelho. Reza a lenda que o vermelho traz boa sorte para as paixões.
Custa nada acreditar, né?
Bosta.
Pensando bem, eu lavei a égua: fui 4 dias à praia e me empanturrei de empada, de queijo coalho grelhado e de cerveja gelada, obvs.
Descobri que a Empada do Barbudo é incrivelmente superior à Empada da Praia.
Tá certo que é meio aflitivo comer a Empada do Barbudo. Dá a impressão de que a qualquer momento você pode dar de cara com um pêlo no creme de camarão. Mas a massa é fininha e o vendedor apostou comigo que o recheio era honesto. E não é que era mesmo? Tinham 9 camarões na minha empada. E a azeitona era sem caroço.
A Empada do Barbudo é mesmo um must. Pena que eu tenha feito essa descoberta tarde demais. (Ö)
Descobri que a Empada do Barbudo é incrivelmente superior à Empada da Praia.
Tá certo que é meio aflitivo comer a Empada do Barbudo. Dá a impressão de que a qualquer momento você pode dar de cara com um pêlo no creme de camarão. Mas a massa é fininha e o vendedor apostou comigo que o recheio era honesto. E não é que era mesmo? Tinham 9 camarões na minha empada. E a azeitona era sem caroço.
A Empada do Barbudo é mesmo um must. Pena que eu tenha feito essa descoberta tarde demais. (Ö)
27 dezembro, 2001
O que eu não posso deixar de fazer, mesmo, é desejar a todos vocês, aos amigões de longa data, àqueles que eu conheci por aqui e, claro, às vítimas desavisadas que entram aqui sem saber o que vão ler e dão de cara com esse monte de posts surtados:
um 2002 sereno, cheio de saúde e pleno de conquistas cotidianas dos seus melhores sonhos.
Smack!
Ano que vem, eu tô de volta.
Vem aí um Jamanta no Ventilador repaginado.
Sim, isso é uma ameaça. ;O)
um 2002 sereno, cheio de saúde e pleno de conquistas cotidianas dos seus melhores sonhos.
Smack!
Ano que vem, eu tô de volta.
Vem aí um Jamanta no Ventilador repaginado.
Sim, isso é uma ameaça. ;O)
Sobrevivi ao Natal e ao risoto por mim perpretado ( UIA SÓ!! :O).
O que tá ruim de dar conta é dessa pergunta insana: o que eu faço primeiro?
Hunf!
A mochila fica pra amanhã. Godziladen vai pro hotel. Tadinho. :{
(mas, não tem outro jeito)
Voltei pra casa, agora há pouco, pensando sobre a porrada de coisas que deixei de fazer, neste ano.
Foda-se. O que não deu, esquece. Ou, o que é absolutamente necessário, volta pra pegar a senha e entra de novo na fila, no guichê 2002, pliz.
Chega! Preciso descansar um pouco, pelamordedeus!
O que tá ruim de dar conta é dessa pergunta insana: o que eu faço primeiro?
Hunf!
A mochila fica pra amanhã. Godziladen vai pro hotel. Tadinho. :{
(mas, não tem outro jeito)
Voltei pra casa, agora há pouco, pensando sobre a porrada de coisas que deixei de fazer, neste ano.
Foda-se. O que não deu, esquece. Ou, o que é absolutamente necessário, volta pra pegar a senha e entra de novo na fila, no guichê 2002, pliz.
Chega! Preciso descansar um pouco, pelamordedeus!
25 dezembro, 2001
Eu consegui.
Não me pergunte como, mas consegui.
Ei-los!!!!
Estão todos de volta. Meus arquivos. Arquivinhos tão queridos.
É, praticamente, um presente de Natal.
Meleca. Ontem, eu dormi. Acordei e já tinha terminado o show do Eric Clapton.
Nem preparei a sopa Campbells.
Bosta.
Mas assisti à Missa do Galo, inteirinha.
Chorei pra caraio.
E como bem disse o Leo, Natal é uma época em que se chora por qualquer motivo. Até em inauguração de sacolão.
É verdade, Leo. Smack, adorei sua mensagem. ;O)
Eu confesso: choro também ao assistir comerciais do Mc Donalds. Até aqueles promocionais. Xá pra lá. :O)
Não me pergunte como, mas consegui.
Ei-los!!!!
Estão todos de volta. Meus arquivos. Arquivinhos tão queridos.
É, praticamente, um presente de Natal.
Meleca. Ontem, eu dormi. Acordei e já tinha terminado o show do Eric Clapton.
Nem preparei a sopa Campbells.
Bosta.
Mas assisti à Missa do Galo, inteirinha.
Chorei pra caraio.
E como bem disse o Leo, Natal é uma época em que se chora por qualquer motivo. Até em inauguração de sacolão.
É verdade, Leo. Smack, adorei sua mensagem. ;O)
Eu confesso: choro também ao assistir comerciais do Mc Donalds. Até aqueles promocionais. Xá pra lá. :O)
24 dezembro, 2001
Vou abrir um champaghe que ganhei de presente.
Tive notícias de que a Record vai mandar pro ar o show do Eric Clapton, gravado lá, no Rio.
Ueba! Eu tava lá.
Vou tomar banhão, abrir minha lata de sopa Campbells de legumes e vestir minha camisola nova.
Merry Chrystimas! (hum, a grafia tá estranha, foda-se)
Um grande Natal pro cês.
Tive notícias de que a Record vai mandar pro ar o show do Eric Clapton, gravado lá, no Rio.
Ueba! Eu tava lá.
Vou tomar banhão, abrir minha lata de sopa Campbells de legumes e vestir minha camisola nova.
Merry Chrystimas! (hum, a grafia tá estranha, foda-se)
Um grande Natal pro cês.
23 dezembro, 2001
Acho que vou voltar a dormir mais um pouquinho.
Desta vez, no sofá.
É mais seguro. Dá de o Godzila vazar pro meu quarto, de novo... Não convém abusar da sorte, certo?
Certo.
Daqui a pouco, tem almoção na casa da Cissa-mãe.
Vou ganhar presentes de aniversário.
Posso confessar?
Adoro ganhar presentes.
A vida dura me faz esquecer que, de certa forma, eu mereço esses carinhos...
Bosta.
E vê se lembra de corrigir o sal na farofa de formiga.
Esqueci de postar.
Desta vez, no sofá.
É mais seguro. Dá de o Godzila vazar pro meu quarto, de novo... Não convém abusar da sorte, certo?
Certo.
Daqui a pouco, tem almoção na casa da Cissa-mãe.
Vou ganhar presentes de aniversário.
Posso confessar?
Adoro ganhar presentes.
A vida dura me faz esquecer que, de certa forma, eu mereço esses carinhos...
Bosta.
E vê se lembra de corrigir o sal na farofa de formiga.
Esqueci de postar.
Ontem à noite, eu surtei feio.
Melhor esquecer.
Dormi como uma pedra.
Nada como uma boa e velha noite de sono pra revigorar.
Como eu disse, o surto foi brabo.
Entrei no quarto, fechei a porta e morri.
Ao amanhecer, notei algo estranho na minha cama.
Caraio.
Godzila vazou pela porta.
Dormiu comigo.
Meleca!
Há anos ele foi proibido de dormir comigo. O trombadinha costuma rasgar meu edredon, comer sapatos, fazer o diabo enquanto eu durmo.
Quando abri os olhos e senti um ser encontado em mim, gelei.
Na hora, pensei: danou-se.
O filho da puta estava dormindo com as 4 patas viradas pra cima e roncava como um dinossauro bêbado.
Foi cena de filme. Eu olhei pra ele. Ele abriu os olhos devagarzinho. Continuava com os quatro cotocos virados pra cima.
Ele olhou pra mim e fez cara de quem pensou: danou-se.
É Godzila, danou-se mesmo. Sai já daí, menino.
Cara folgado!
Hunf!
Já fiz a inspeção.
Tudo normal por aqui. O pobrezinho deve ter ficado tão feliz de dormir novamente na minha cama que até esqueceu de comer meus sapatos.
Deus é pai, é o que eu sempre digo. :p
Melhor esquecer.
Dormi como uma pedra.
Nada como uma boa e velha noite de sono pra revigorar.
Como eu disse, o surto foi brabo.
Entrei no quarto, fechei a porta e morri.
Ao amanhecer, notei algo estranho na minha cama.
Caraio.
Godzila vazou pela porta.
Dormiu comigo.
Meleca!
Há anos ele foi proibido de dormir comigo. O trombadinha costuma rasgar meu edredon, comer sapatos, fazer o diabo enquanto eu durmo.
Quando abri os olhos e senti um ser encontado em mim, gelei.
Na hora, pensei: danou-se.
O filho da puta estava dormindo com as 4 patas viradas pra cima e roncava como um dinossauro bêbado.
Foi cena de filme. Eu olhei pra ele. Ele abriu os olhos devagarzinho. Continuava com os quatro cotocos virados pra cima.
Ele olhou pra mim e fez cara de quem pensou: danou-se.
É Godzila, danou-se mesmo. Sai já daí, menino.
Cara folgado!
Hunf!
Já fiz a inspeção.
Tudo normal por aqui. O pobrezinho deve ter ficado tão feliz de dormir novamente na minha cama que até esqueceu de comer meus sapatos.
Deus é pai, é o que eu sempre digo. :p
Pequenas empresas, grandes negócios.
Taí outro pograma lesgal pra domingão de manhã.
De madrugada, melhor dizendo.
Apareceu uma velhinha que fatura 15 conto por mês vendendo churros.
Taí.
Como não pensei nisso antes?
Vou dar um pé na bunda do meu chefe e vou montar um carrinho de churros.
Quanto custa o litro do óleo diesel?
Óleo de soja faz mal à saúde.
Taí outro pograma lesgal pra domingão de manhã.
De madrugada, melhor dizendo.
Apareceu uma velhinha que fatura 15 conto por mês vendendo churros.
Taí.
Como não pensei nisso antes?
Vou dar um pé na bunda do meu chefe e vou montar um carrinho de churros.
Quanto custa o litro do óleo diesel?
Óleo de soja faz mal à saúde.
Acordei cedão.
Antena Paulista é mesmo um pograma lesgal.
Deu vontade de pegar o metrô e desembarcar lá no Mosteiro de São Bento.
Boas recordações.
Quando eu era adolescente, costumava pegar bumbão mais metrô e ia ao centro da cidade, comprar livros na 24 de maio.
Na volta, eu parava lá na igreja. Era lindo. E me dava uma paz tão grande.
Preciso voltar a fazer isso.
Como a gente esquece de hábitos antigos, né?
Tudo culpa dos shoppings.
Odeio shoppings.
O que não posso dizer o mesmo do Submarino. ;p
Antena Paulista é mesmo um pograma lesgal.
Deu vontade de pegar o metrô e desembarcar lá no Mosteiro de São Bento.
Boas recordações.
Quando eu era adolescente, costumava pegar bumbão mais metrô e ia ao centro da cidade, comprar livros na 24 de maio.
Na volta, eu parava lá na igreja. Era lindo. E me dava uma paz tão grande.
Preciso voltar a fazer isso.
Como a gente esquece de hábitos antigos, né?
Tudo culpa dos shoppings.
Odeio shoppings.
O que não posso dizer o mesmo do Submarino. ;p
22 dezembro, 2001
Eu sei, tô enrolando.
Tenho que sair, encarar um shopping center na peitada.
Não tem como fugir: presente pra Cissa-mãe, pra Oli, pra mais 4 crianças - a minha afilhada inventou de nascer no dia 29, o que resulta em mais 2 presentes, a caixinha de Natal pros porteiros do prédio, consulta veterinária, banhão, corte de unhas e vacina pro mala do Godzila (he,he, adoro vinganças ;p) e a facada de almoçar no shopping.
Ou seja: minha tão sonhada Mavica FDP75 fica estilingada pra 2009.
Ma-nhê!!!!
Tenho que sair, encarar um shopping center na peitada.
Não tem como fugir: presente pra Cissa-mãe, pra Oli, pra mais 4 crianças - a minha afilhada inventou de nascer no dia 29, o que resulta em mais 2 presentes, a caixinha de Natal pros porteiros do prédio, consulta veterinária, banhão, corte de unhas e vacina pro mala do Godzila (he,he, adoro vinganças ;p) e a facada de almoçar no shopping.
Ou seja: minha tão sonhada Mavica FDP75 fica estilingada pra 2009.
Ma-nhê!!!!
Ganhei um montão de presentes, nesta semana.
A maioria deles eu classificaria no segmento presentes existenciais.
Cá entre nós, é o melhor que existe, não? :O)
Jantar no Jabuti, o bom e velho Jabota, com a Alê Ber, totalmente Briget e repaginada mais a Rezinha, manuela, é o máximo.
Jantar? Eu teclei "jantar"?
Hum... Foi força de expressão.
Acho que foi a Rê, não lembro. Alguém pediu ao garçom: Iscas de Peixe. (eu nunca, em sã consciência, batizaria um prato com esse nome, mas, cada um com os seus pobrema, né?)
Fiquei lá, esperando.
As ditas chegaram à mesa.
Fiquei lá, olhando.
Hum.. tem alguma coisa errada.
A pergunta que não queria calar era: iscas de peixe não seriam minhocas?
Xá pra lá.
A maioria deles eu classificaria no segmento presentes existenciais.
Cá entre nós, é o melhor que existe, não? :O)
Jantar no Jabuti, o bom e velho Jabota, com a Alê Ber, totalmente Briget e repaginada mais a Rezinha, manuela, é o máximo.
Jantar? Eu teclei "jantar"?
Hum... Foi força de expressão.
Acho que foi a Rê, não lembro. Alguém pediu ao garçom: Iscas de Peixe. (eu nunca, em sã consciência, batizaria um prato com esse nome, mas, cada um com os seus pobrema, né?)
Fiquei lá, esperando.
As ditas chegaram à mesa.
Fiquei lá, olhando.
Hum.. tem alguma coisa errada.
A pergunta que não queria calar era: iscas de peixe não seriam minhocas?
Xá pra lá.
20 dezembro, 2001
A menina-lagartazul, aquela lá do www.mundissa.com/lagartazul/ , sab? Ela postou a Quinoterapia. :O)
Grande argentino, o Quino.
Um sujeito capaz de criar uma criatura com o perfil da Mafalda, só pode ter o meu profundo respeito.
Aliás, conheço grandes argentinos.
O Quino, pelos quadrinhos, e a Amália, esposa do Mau, uma criatura maravilhosa e divertidíssima.
Adoro o Quino. (eu nunca na vida o perdoarei por ter assassinado a Mafalda).
E Amália, sua batata está assando, mulé!
Manda notícias!? ;O)
Grande argentino, o Quino.
Um sujeito capaz de criar uma criatura com o perfil da Mafalda, só pode ter o meu profundo respeito.
Aliás, conheço grandes argentinos.
O Quino, pelos quadrinhos, e a Amália, esposa do Mau, uma criatura maravilhosa e divertidíssima.
Adoro o Quino. (eu nunca na vida o perdoarei por ter assassinado a Mafalda).
E Amália, sua batata está assando, mulé!
Manda notícias!? ;O)
19 dezembro, 2001
18 dezembro, 2001
Hoje é terça-feira, né?
Juro. Tô perdendo a noção de tempo. O Natal é daqui a uma semana, é isso?
Tá uma pauleira desgraçada por aqui.
A gripe me pegou de jeito, mesmo.
Eu me olho no espelho e vejo uma Jamanta Red Nose. Hunf!
Ainda não sei como será meu final de ano, se vou ter uma folga a mais, no trabalho.
O fato é: te-nho que ir ver a árvore de Natal, lá na Lagoa, encontrar meus amigos cariocas (tô morrendo de saudade deles, como por exemplo, dar um soco na Bia, na Ana Ice e na perua da Liginha, encher a lata com o Mau e renovar o repertório de piadas sobre argentinos, né Amália? Enfim, saudade deles. Vê se mandam notícias, bando de desertores :ppp)
O tempo tá passando depressa demais.
Ainda não comprei o presente da Oli, da minha mãe e do meu amigo secreto.
Aliás, todo ano eu prometo a mim: nunca mais vou participar dessa porra de amigo secreto. E cá estou, de novo. Grr.
Submari-nô, lá vou e-eu! :{
(odeio shoppings)
Juro. Tô perdendo a noção de tempo. O Natal é daqui a uma semana, é isso?
Tá uma pauleira desgraçada por aqui.
A gripe me pegou de jeito, mesmo.
Eu me olho no espelho e vejo uma Jamanta Red Nose. Hunf!
Ainda não sei como será meu final de ano, se vou ter uma folga a mais, no trabalho.
O fato é: te-nho que ir ver a árvore de Natal, lá na Lagoa, encontrar meus amigos cariocas (tô morrendo de saudade deles, como por exemplo, dar um soco na Bia, na Ana Ice e na perua da Liginha, encher a lata com o Mau e renovar o repertório de piadas sobre argentinos, né Amália? Enfim, saudade deles. Vê se mandam notícias, bando de desertores :ppp)
O tempo tá passando depressa demais.
Ainda não comprei o presente da Oli, da minha mãe e do meu amigo secreto.
Aliás, todo ano eu prometo a mim: nunca mais vou participar dessa porra de amigo secreto. E cá estou, de novo. Grr.
Submari-nô, lá vou e-eu! :{
(odeio shoppings)
Chegamos em Nikiti, a bordo do santo taxista, puto nas calças, com o fedor dos gambazinhos e com a porrada de bagagem pra descarregar.
Num canto do jardim, um saco imenso de ração abrigava o corpo da pequena Yoko. Foi uma iniciativa da nossa querida Santa Carmem, que cuida como uma mãe, dos cães do Marujo.
Durante a madrugada de sexta para o sábado, uma criatura insenta de alma envenenou a minha pequena Yoko. Ela seria minha. O Marujo a tinha me dado de presente. Era uma pequena filhota, inocente, de apenas 6 meses de idade, brincalhona, divertida, incapaz de matar uma mosca, que tentava apenas imitar os adultos, a Orca e o Redinho, na guarda do portão da casa.
Yoko era quase minha.
Quando chegou em Nikiti, no início de novembro, parecia assustada. Eu a ambientei na casa. Ofereci um biscoito amigo à ela.
Atrapalhada, desconfiada e nervosa, ela abocanhava o biscoito, corria pela casa toda e me devolvia. Brinquei muito com ela, dessa forma, tentando ensiná-la. Tentando apenas mostrar à pequena Yoko que ela estava entre amigos, e que poderia comer e se deliciar com aquele biscoito. Era a minha forma de dar-lhe boas-vindas.
E ela se acostumou em casa, assim.
Não tivemos tempo hábil pra ensiná-la que não se deve aceitar comida de estranhos. Ela era uma criança e assim devem ser ensinadas as crianças: estranhos, out!
Ironicamente, Yoko morreu dessa forma. Foi envenenada por um algoz que lhe ofereceu a morte, pelo outro lado do muro.
Isso não vai ficar assim. Não mesmo.
Para o seu funeral, não tínhamos uma única flor em casa. Nem de plástico.
Tínhamos apenas um pacote de biscrock.
Escolhi o biscrock verde. E ao lado dele, a Yoko se foi, pra virar esqueleto.
Triste? É. Eu fiquei muito triste e chorei um pouco.
Mas o filho da puta que fez isso vai pagar. Ah! Já deve estar pagando. Meu São Francisco não vai deixar essa passar, assim, impunemente. Confio nele. ;O)
Num canto do jardim, um saco imenso de ração abrigava o corpo da pequena Yoko. Foi uma iniciativa da nossa querida Santa Carmem, que cuida como uma mãe, dos cães do Marujo.
Durante a madrugada de sexta para o sábado, uma criatura insenta de alma envenenou a minha pequena Yoko. Ela seria minha. O Marujo a tinha me dado de presente. Era uma pequena filhota, inocente, de apenas 6 meses de idade, brincalhona, divertida, incapaz de matar uma mosca, que tentava apenas imitar os adultos, a Orca e o Redinho, na guarda do portão da casa.
Yoko era quase minha.
Quando chegou em Nikiti, no início de novembro, parecia assustada. Eu a ambientei na casa. Ofereci um biscoito amigo à ela.
Atrapalhada, desconfiada e nervosa, ela abocanhava o biscoito, corria pela casa toda e me devolvia. Brinquei muito com ela, dessa forma, tentando ensiná-la. Tentando apenas mostrar à pequena Yoko que ela estava entre amigos, e que poderia comer e se deliciar com aquele biscoito. Era a minha forma de dar-lhe boas-vindas.
E ela se acostumou em casa, assim.
Não tivemos tempo hábil pra ensiná-la que não se deve aceitar comida de estranhos. Ela era uma criança e assim devem ser ensinadas as crianças: estranhos, out!
Ironicamente, Yoko morreu dessa forma. Foi envenenada por um algoz que lhe ofereceu a morte, pelo outro lado do muro.
Isso não vai ficar assim. Não mesmo.
Para o seu funeral, não tínhamos uma única flor em casa. Nem de plástico.
Tínhamos apenas um pacote de biscrock.
Escolhi o biscrock verde. E ao lado dele, a Yoko se foi, pra virar esqueleto.
Triste? É. Eu fiquei muito triste e chorei um pouco.
Mas o filho da puta que fez isso vai pagar. Ah! Já deve estar pagando. Meu São Francisco não vai deixar essa passar, assim, impunemente. Confio nele. ;O)
O sábado chegou e, com ele, parte dos meus pesadelos se concretizaram.
1- O Marujo tinha que ir buscar os filhotinhos, para a viagem, lá na clínica onde estavam hospedados.
2- Não tínhamos comprado as passagens - um fato bastante grave - ameaçava chover torrencialmente e descobri que eu tinha perdido o cartão com o telefone do ponto de taxi.
3- Raciocinando um pouco melhor, concluí que precisaríamos, na verdade, de uma frota de taxi pra transportar aquele monte de tralha que a gente tava levando pra Nikiti e isso iria nos custar uma grana preta.
4- Marujo saiu pra buscar os filhotes e eu fiquei aqui, pra tomar banho e arrumar a bagagem pessoal
5- Procurei o arsênico, mas não encontrei. A Nice deve ter guardado no armário de cobertores, como sempre.
6- O Marujo chegou de volta, deixou os filhotes dentro do container, com a caixa enorme das caixas de som e a porra do aparelho de DVD, no pobrezinho do porta-mala do meu Cascão.
7- Tive ímpetos de ligar pra minha mãe, mas acabamos abrindo uma garrafa de Xingú, que tava de bobeira na geladeira.
8- Começou a chover. Torrencialmente.
9- Bebi a Xingú. Na verdade, duas Xingú. Long neck. Dose medicinal.
10- Hora de partir. Godzila, quieto! Tem ossinho e biscrock sobre a mesa pra você, meu filho. Fica na sua, pelamordedeus!
11- Chovia torrencialmente. Deixei o Marujo na portaria e fui lá no ponto de taxi, pra ver se uma alma caridosa daria uma solução pro nosso caso grave.
12- O Osvaldo tava no ponto de taxi. Santo Osvaldo. Osvaldo é um taxista sangue bom, que sempre me socorre quando estou em apuros. Uma vez, eu caí aqui em casa e torci o pé. Amanheci com o pé inchadaço. Uma bolota imensa. Osvaldo me levou pro hospital, teve o maior cuidado comigo. Eu confio no Osvaldo. Cheguei lá e contei minha história triste. Osvaldo é gago. Custou a eu entender qual era a solução que ele sugeria. No final das contas, acabei entendendo: ele parou um taxi e teve um papo de colega pra colega, manja? Conseguiu convercer a taxista a participar da empreitada. E continuava a chover.
13- Foi coisa de filme: dois taxis, em comboio, entrando aqui na garagem do prédio, pra dividir aquele monte de tralha em dois carros. Juntou vizinho pra ver. Foi bonito.
14- Então ficou assim: o Osvaldo levou nossa bagagem, mais o containner com os dois gambás dentro - cês não têm idéia do quanto aqueles filhotes estavam fedendo, dava medo - mais a porra da caixa enoooorme com as caixas de som e mais o pacote com o raio do aparelho do DVD.
15- Eu e o Marujo iríamos a Nalva, a taxista solidária. ;O) Eis que o porteiro sai gritando: Dona Ana, encomenda pra senhora!!! Caralhos me fodam! Chega por hoje, né? Hunf!
16- A porra do iPaq que eu tinha comprado de presente de formatura pro Marujo resolveu chegar justamente naquela hora. Meleca! O pacote era enorme. Well.. Um a mais, um a menos.. Alguém mais quer ir junto??? A gente pode apertar mais um pouco. Grrr.
17- Chegamos em 2 taxis, ao aeroporto. Chovia. Chovia muito. E os filhotes fediam mais ainda.
18- Compramos as passagens. Pela Vasp. Merda pouca é bobagem. Relax.
19- Conseguimos despachar o containner com os gambás, a caixonas com as caixas de som e a porra do DVD. Ficamos com as bagagens de mão e a porra do pacote imenso do presente inesperado do Marujo. Meleca.
20 - Ueba! Sala do Diners existe pra essas emergências. Plano perfeito: vamos reduzir o tamanho dessa embalagem e colocá-la na minha mochila. Perfeito. Um pobrema a menos.
21- Nada como fazer aniversário. A vida ensina: de cada problema que vc se livra na vida, nascem dois, na seqüência. É, praticamente, uma progressão geométrica. Devido à chuva, Congonhas estava temporariamente fechado pra pousos e decolagens. Zuuudo bem. Não é culpa da Vasp, certo? Certo.
22- Duas horas depois.... Descobrimos que nosso avião pousou em Cumbica e levaria mais uma hora pra pousar em Congonhas. Em casos otimistas, embarcaríamos às 15h. Meleca! Os gambazinhos estavam no containner. Tadinhos! E chovia que dava dó..
23- Resumo: a Vasp, pra não perder o costume, fez uma lambança de dar medo. Juntou o que seria o nosso vôo com o seguinte. Fez uma trapalhada atrás da outra no embarque, de modo que: avisou aos passageiros, em terra, que os assentos marcados valeriam os do vôo 4012 - o nosso. E que, os assentos que restassem seriam dos passageiros do vôo seguinte. Seria perfeito se eles tivessem avisado a tripulação. Básico, não? Não, não pra VAsp.
24- Embarcamos e nossos assentos já estavam ocupados por uma família que era do vôo seguinte. Educadamente, explicamos as ordens do pessoal em terra. A família se recusou a sair do lugar. Grr...Mas não posso culpá-los por isso. Eles alegaram que receberam essa orientação, a bordo: vale a lei da selva. Chegou primeiro, senta.
Chamei a aeromoça. Expliquei o ocorrido. A puta deu de ombros. Tive ímpetos de partir pra jugular da criatura. Quem me conhece, pessoalmente, sabe que eu sou mais de abusar do cinismo, do que da força física (até porque, com esse porte todo, mal sou capaz de arrancar um pé de salsa). Ouvi algo que me soou como - Senta onde der, não posso fazer nada.
Marujo segurou a minha onda. Eu esganaria aquela aeromoça.
25- Por volta das 16h, desembarcamos na Cidade Maravilhosa eu, o Marujo, minha mochila, com o pacote do iPaq dentro, mais a mala dele, e fomos pra esteira esperar o containner com os gambás, à essa altura famélicos, talvez desmaiados, mais o caixote com as caixas de som e a porra do DVD.
26- Acredite: chovia torrencialmente. Mereço, né? Pois é.
27- Como Deus é Pai, conseguimos, rapidamente, um taxi, uma Santana Quantum, que nos levou, com tranqüilidade, até Nikiti. Tá certo que o motorista reclamou pra caraio do cheiro dos pequenos gambás. Não posso culpá-lo por isso. Até que a gente não pode reclamar da sorte. ;O)
1- O Marujo tinha que ir buscar os filhotinhos, para a viagem, lá na clínica onde estavam hospedados.
2- Não tínhamos comprado as passagens - um fato bastante grave - ameaçava chover torrencialmente e descobri que eu tinha perdido o cartão com o telefone do ponto de taxi.
3- Raciocinando um pouco melhor, concluí que precisaríamos, na verdade, de uma frota de taxi pra transportar aquele monte de tralha que a gente tava levando pra Nikiti e isso iria nos custar uma grana preta.
4- Marujo saiu pra buscar os filhotes e eu fiquei aqui, pra tomar banho e arrumar a bagagem pessoal
5- Procurei o arsênico, mas não encontrei. A Nice deve ter guardado no armário de cobertores, como sempre.
6- O Marujo chegou de volta, deixou os filhotes dentro do container, com a caixa enorme das caixas de som e a porra do aparelho de DVD, no pobrezinho do porta-mala do meu Cascão.
7- Tive ímpetos de ligar pra minha mãe, mas acabamos abrindo uma garrafa de Xingú, que tava de bobeira na geladeira.
8- Começou a chover. Torrencialmente.
9- Bebi a Xingú. Na verdade, duas Xingú. Long neck. Dose medicinal.
10- Hora de partir. Godzila, quieto! Tem ossinho e biscrock sobre a mesa pra você, meu filho. Fica na sua, pelamordedeus!
11- Chovia torrencialmente. Deixei o Marujo na portaria e fui lá no ponto de taxi, pra ver se uma alma caridosa daria uma solução pro nosso caso grave.
12- O Osvaldo tava no ponto de taxi. Santo Osvaldo. Osvaldo é um taxista sangue bom, que sempre me socorre quando estou em apuros. Uma vez, eu caí aqui em casa e torci o pé. Amanheci com o pé inchadaço. Uma bolota imensa. Osvaldo me levou pro hospital, teve o maior cuidado comigo. Eu confio no Osvaldo. Cheguei lá e contei minha história triste. Osvaldo é gago. Custou a eu entender qual era a solução que ele sugeria. No final das contas, acabei entendendo: ele parou um taxi e teve um papo de colega pra colega, manja? Conseguiu convercer a taxista a participar da empreitada. E continuava a chover.
13- Foi coisa de filme: dois taxis, em comboio, entrando aqui na garagem do prédio, pra dividir aquele monte de tralha em dois carros. Juntou vizinho pra ver. Foi bonito.
14- Então ficou assim: o Osvaldo levou nossa bagagem, mais o containner com os dois gambás dentro - cês não têm idéia do quanto aqueles filhotes estavam fedendo, dava medo - mais a porra da caixa enoooorme com as caixas de som e mais o pacote com o raio do aparelho do DVD.
15- Eu e o Marujo iríamos a Nalva, a taxista solidária. ;O) Eis que o porteiro sai gritando: Dona Ana, encomenda pra senhora!!! Caralhos me fodam! Chega por hoje, né? Hunf!
16- A porra do iPaq que eu tinha comprado de presente de formatura pro Marujo resolveu chegar justamente naquela hora. Meleca! O pacote era enorme. Well.. Um a mais, um a menos.. Alguém mais quer ir junto??? A gente pode apertar mais um pouco. Grrr.
17- Chegamos em 2 taxis, ao aeroporto. Chovia. Chovia muito. E os filhotes fediam mais ainda.
18- Compramos as passagens. Pela Vasp. Merda pouca é bobagem. Relax.
19- Conseguimos despachar o containner com os gambás, a caixonas com as caixas de som e a porra do DVD. Ficamos com as bagagens de mão e a porra do pacote imenso do presente inesperado do Marujo. Meleca.
20 - Ueba! Sala do Diners existe pra essas emergências. Plano perfeito: vamos reduzir o tamanho dessa embalagem e colocá-la na minha mochila. Perfeito. Um pobrema a menos.
21- Nada como fazer aniversário. A vida ensina: de cada problema que vc se livra na vida, nascem dois, na seqüência. É, praticamente, uma progressão geométrica. Devido à chuva, Congonhas estava temporariamente fechado pra pousos e decolagens. Zuuudo bem. Não é culpa da Vasp, certo? Certo.
22- Duas horas depois.... Descobrimos que nosso avião pousou em Cumbica e levaria mais uma hora pra pousar em Congonhas. Em casos otimistas, embarcaríamos às 15h. Meleca! Os gambazinhos estavam no containner. Tadinhos! E chovia que dava dó..
23- Resumo: a Vasp, pra não perder o costume, fez uma lambança de dar medo. Juntou o que seria o nosso vôo com o seguinte. Fez uma trapalhada atrás da outra no embarque, de modo que: avisou aos passageiros, em terra, que os assentos marcados valeriam os do vôo 4012 - o nosso. E que, os assentos que restassem seriam dos passageiros do vôo seguinte. Seria perfeito se eles tivessem avisado a tripulação. Básico, não? Não, não pra VAsp.
24- Embarcamos e nossos assentos já estavam ocupados por uma família que era do vôo seguinte. Educadamente, explicamos as ordens do pessoal em terra. A família se recusou a sair do lugar. Grr...Mas não posso culpá-los por isso. Eles alegaram que receberam essa orientação, a bordo: vale a lei da selva. Chegou primeiro, senta.
Chamei a aeromoça. Expliquei o ocorrido. A puta deu de ombros. Tive ímpetos de partir pra jugular da criatura. Quem me conhece, pessoalmente, sabe que eu sou mais de abusar do cinismo, do que da força física (até porque, com esse porte todo, mal sou capaz de arrancar um pé de salsa). Ouvi algo que me soou como - Senta onde der, não posso fazer nada.
Marujo segurou a minha onda. Eu esganaria aquela aeromoça.
25- Por volta das 16h, desembarcamos na Cidade Maravilhosa eu, o Marujo, minha mochila, com o pacote do iPaq dentro, mais a mala dele, e fomos pra esteira esperar o containner com os gambás, à essa altura famélicos, talvez desmaiados, mais o caixote com as caixas de som e a porra do DVD.
26- Acredite: chovia torrencialmente. Mereço, né? Pois é.
27- Como Deus é Pai, conseguimos, rapidamente, um taxi, uma Santana Quantum, que nos levou, com tranqüilidade, até Nikiti. Tá certo que o motorista reclamou pra caraio do cheiro dos pequenos gambás. Não posso culpá-lo por isso. Até que a gente não pode reclamar da sorte. ;O)
17 dezembro, 2001
No sábado, pela manhã, tínhamos planejado voltar ao Rio. Eu queria passar o final de semana em Nikiti, na nossa casa, com os cães. cozinhar, ir à aldeia de pescadores, a Camboinhas. Enfim, era quase uma despedida.
Sente só a encrenca: Marujo tinha a tarefa de levar para casa dois filhotes, de 50 dias de idade. Os filhotes iriam conosco, de avião, na caixa de transporte. Ok. Uma caixa de transporte pra dois filhotes tem que ser grande. Muuuito grande.
Tuuuudo bem. Então vamos nós, a minha mochila, a mala dele, e mais a caixa muuuuito grande, com os filhotinhos.
Tá. Só que o Marujo passou a tarde de sexta no shopping. Esse era o meu medo. Voltamos lá, à noite, pra fechar o negócio da China que ele descolou. Um conjunto completo de caixas de som pra DVD por 320 reá. Sim, do grande caralho. Era mesmo um negócio imperdível. Desde que o Marujo tivesse um aparelho de DVD, o que, até então, não era o caso. O cara da loja tava mesmo a fim de fazer negócio. Deu um descontaço no tal do aparelho de DVD. Até eu compraria.
Resumo: saímos do shopping, com uma caixa gigante que continha o conjunto das caixas de som e mais um pacote com o raio do aparelho de DVD. Tudo isso mal cabia no porta-mala do Cascão.
Confesso que eu tava meio agoniada porque a pergunta que não queria calara era: como vamos, nós dois, levar com paz e serenidade ao aeroporto nossa bagagem pessoal, o container com os filhotes, a caixa gigante das caixas de som e mais o pacote com o aparelho de DVD e ainda tentar embarcar pela VASP!!!!!!!!. Me diz? Como? Hã? Hã? Juro que pensei em alugar um carreto. Era muita, muita bagagem. Fui dormir sonhando com uma dose dupla de arsênico. O dia seguinte não seria nada fácil, intuí.
Sente só a encrenca: Marujo tinha a tarefa de levar para casa dois filhotes, de 50 dias de idade. Os filhotes iriam conosco, de avião, na caixa de transporte. Ok. Uma caixa de transporte pra dois filhotes tem que ser grande. Muuuito grande.
Tuuuudo bem. Então vamos nós, a minha mochila, a mala dele, e mais a caixa muuuuito grande, com os filhotinhos.
Tá. Só que o Marujo passou a tarde de sexta no shopping. Esse era o meu medo. Voltamos lá, à noite, pra fechar o negócio da China que ele descolou. Um conjunto completo de caixas de som pra DVD por 320 reá. Sim, do grande caralho. Era mesmo um negócio imperdível. Desde que o Marujo tivesse um aparelho de DVD, o que, até então, não era o caso. O cara da loja tava mesmo a fim de fazer negócio. Deu um descontaço no tal do aparelho de DVD. Até eu compraria.
Resumo: saímos do shopping, com uma caixa gigante que continha o conjunto das caixas de som e mais um pacote com o raio do aparelho de DVD. Tudo isso mal cabia no porta-mala do Cascão.
Confesso que eu tava meio agoniada porque a pergunta que não queria calara era: como vamos, nós dois, levar com paz e serenidade ao aeroporto nossa bagagem pessoal, o container com os filhotes, a caixa gigante das caixas de som e mais o pacote com o aparelho de DVD e ainda tentar embarcar pela VASP!!!!!!!!. Me diz? Como? Hã? Hã? Juro que pensei em alugar um carreto. Era muita, muita bagagem. Fui dormir sonhando com uma dose dupla de arsênico. O dia seguinte não seria nada fácil, intuí.
Semana de comemorações intensas, por aqui.
Começou no domingo passado e terminou (buá) hoje.
Tive uma maratona gastronômica digna de nota. Saldo do prejuízo: alguns kilos a mais na cintura e muitos reais a menos na conta corrente.
Mas, foda-se. Valeu a diversão e o prazer. Da cintura eu cuido depois.
Vamos ver se eu lembro:
- Domingo: Almoço no América, com direito a muita batata frita com Heinz.
- Segunda à noite: Tábua de frios e muuuito chopp no Joan Sein. (há séculos eu não ia lá)
- Jantar de terça: improvisamos algo aqui em casa. Passamos no Pão de Açúcar da Gabriel e lotamos o carrinho: gruyere, brie, damasco seco e conservas de entrada. Prato principal: ravioli de pato com molho ao funghi by Sergio Arno. Os vinhos? Eu anotei. Mas não tô achando onde. Aliás, fiz uma anotação especial sobre os vinhos da semana. Assim que eu achar, posto por aqui, ok?
- Jantar de quarta-feira: Era um dos mais esperados da semana, pra mim. Tava doida pra experimentar. Fomos comer stone crab no Dinho´s. Umas patas de carangueijo gigantes. Enormes. Coisa impressionante e o sabor, de uma delicadeza supreendente. Quero voltar lá.
- Quinta-feira: a grande noite: o niver Jama. ;O). Tinha que ser uma noite especial. Por isso, fomos ao Rosmarino. Adoro aquele lugar.
Salada de salmão marinado, salada verde com mostarda e dill, Risoto de aspargos frescos e camarões, peixe ao curry com risotinho puxado no molho, sobre uma cestinha de batatas. Os vinhos? Lembro que foram um Chardonnay e um Sauvignon Branco. Preciso achar os nomes. Um jantar inesquecível.
- Sexta-feira, pasme, sem ressaca: a indefectível "passadinha básica no shopping" - essa é uma novela à parte - e jantar simples num árabe da praça do Mercado do Ibirabuera. Foi um jantar honesto. Nada muito memorável. Apenas honesto. Memorável mesmo foi o cenário que começou a se armar.
Eu mereço. ;O)
Começou no domingo passado e terminou (buá) hoje.
Tive uma maratona gastronômica digna de nota. Saldo do prejuízo: alguns kilos a mais na cintura e muitos reais a menos na conta corrente.
Mas, foda-se. Valeu a diversão e o prazer. Da cintura eu cuido depois.
Vamos ver se eu lembro:
- Domingo: Almoço no América, com direito a muita batata frita com Heinz.
- Segunda à noite: Tábua de frios e muuuito chopp no Joan Sein. (há séculos eu não ia lá)
- Jantar de terça: improvisamos algo aqui em casa. Passamos no Pão de Açúcar da Gabriel e lotamos o carrinho: gruyere, brie, damasco seco e conservas de entrada. Prato principal: ravioli de pato com molho ao funghi by Sergio Arno. Os vinhos? Eu anotei. Mas não tô achando onde. Aliás, fiz uma anotação especial sobre os vinhos da semana. Assim que eu achar, posto por aqui, ok?
- Jantar de quarta-feira: Era um dos mais esperados da semana, pra mim. Tava doida pra experimentar. Fomos comer stone crab no Dinho´s. Umas patas de carangueijo gigantes. Enormes. Coisa impressionante e o sabor, de uma delicadeza supreendente. Quero voltar lá.
- Quinta-feira: a grande noite: o niver Jama. ;O). Tinha que ser uma noite especial. Por isso, fomos ao Rosmarino. Adoro aquele lugar.
Salada de salmão marinado, salada verde com mostarda e dill, Risoto de aspargos frescos e camarões, peixe ao curry com risotinho puxado no molho, sobre uma cestinha de batatas. Os vinhos? Lembro que foram um Chardonnay e um Sauvignon Branco. Preciso achar os nomes. Um jantar inesquecível.
- Sexta-feira, pasme, sem ressaca: a indefectível "passadinha básica no shopping" - essa é uma novela à parte - e jantar simples num árabe da praça do Mercado do Ibirabuera. Foi um jantar honesto. Nada muito memorável. Apenas honesto. Memorável mesmo foi o cenário que começou a se armar.
Eu mereço. ;O)
12 dezembro, 2001
09 dezembro, 2001
Ok. Tudo sob controle, agora.
Desatei o nó nas madeixas da Barbie-Tenista. O Sapo-Chulé está calçado e de volta ao armário.
Arree.. A paz voltou a reinar.
Agora, pergunto: onde o cara que inventou a escova de cabelo redonda estava com a cabeça?
Meleca. Vou mandar dar um soco no moleque que mora no 2o. andar. Foi ele que tentou pentear a Barbie-Tenista. Eu lembro disso.
Desatei o nó nas madeixas da Barbie-Tenista. O Sapo-Chulé está calçado e de volta ao armário.
Arree.. A paz voltou a reinar.
Agora, pergunto: onde o cara que inventou a escova de cabelo redonda estava com a cabeça?
Meleca. Vou mandar dar um soco no moleque que mora no 2o. andar. Foi ele que tentou pentear a Barbie-Tenista. Eu lembro disso.
Hoje, será um dia duro.
Revolução geral, por aqui.
Estamos esperando o Marujo chegar, mas não sabemos, ainda, se ele virá de buzão ou de Vasp.
Tô fodida, de qualquer modo.
Enquanto as horas não passam, criei uma atividade lúdica pra pequena Olívia: separar brinquedos e roupas que ela não usa mais. É época de doar, afinal. Tem uma porrada de tralha naquele armário. Não é justo isso.
Tenho no meu colo uma Barbie-Tenista, com uma escova de cabelo redonda enroscada em suas longas madeixas de nylon.
A tarefa: desfazer a massaroca. (seria mesmo com dois ss??) . E amarrar os sapatos do Sapo-Chulé.
Merda.
Godzila tá querendo comer o Sapo-Chulé.
O Marujo não liga, pra avisar se eu devo me encaminhar ao aeroporto de Congonhas, ou à rodoviária do Tietê, Olívia acaba de desovar na minha mesa o outro tênis do Sapo-Chulé, Godzila late como um alucinado, eu não sei como desatar o nó no cabelo da Barbie-Tenista.
Em sintese: eu quero a minha mãe.
Revolução geral, por aqui.
Estamos esperando o Marujo chegar, mas não sabemos, ainda, se ele virá de buzão ou de Vasp.
Tô fodida, de qualquer modo.
Enquanto as horas não passam, criei uma atividade lúdica pra pequena Olívia: separar brinquedos e roupas que ela não usa mais. É época de doar, afinal. Tem uma porrada de tralha naquele armário. Não é justo isso.
Tenho no meu colo uma Barbie-Tenista, com uma escova de cabelo redonda enroscada em suas longas madeixas de nylon.
A tarefa: desfazer a massaroca. (seria mesmo com dois ss??) . E amarrar os sapatos do Sapo-Chulé.
Merda.
Godzila tá querendo comer o Sapo-Chulé.
O Marujo não liga, pra avisar se eu devo me encaminhar ao aeroporto de Congonhas, ou à rodoviária do Tietê, Olívia acaba de desovar na minha mesa o outro tênis do Sapo-Chulé, Godzila late como um alucinado, eu não sei como desatar o nó no cabelo da Barbie-Tenista.
Em sintese: eu quero a minha mãe.
07 dezembro, 2001
Veja só o que o desespero faz com uma pessoa.
Ontem, acabei assistindo a um episódio da Casa dos Artistas. Não entendi direito a história e quem tá comendo quem.
O fato é: achei que estava enlouquecendo ao ver, na telinha, um oligofrênico conversando com um melão.
Olhei de novo. Dessa vez, aquele monte de músculos acéfalo, o oligofrênico, tava com cara de choro, ainda conversando com o melão, que não falava nada.
Juro, achei que eu tava alucinando.
Olívia me tranquilizou: - Calma, mãe. O melão é amigo do Alexandre Frota.
Ah! Bom.
Agora, eu pergunto: qual é o prazo de validade de um melão?
Ontem, acabei assistindo a um episódio da Casa dos Artistas. Não entendi direito a história e quem tá comendo quem.
O fato é: achei que estava enlouquecendo ao ver, na telinha, um oligofrênico conversando com um melão.
Olhei de novo. Dessa vez, aquele monte de músculos acéfalo, o oligofrênico, tava com cara de choro, ainda conversando com o melão, que não falava nada.
Juro, achei que eu tava alucinando.
Olívia me tranquilizou: - Calma, mãe. O melão é amigo do Alexandre Frota.
Ah! Bom.
Agora, eu pergunto: qual é o prazo de validade de um melão?
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