27 agosto, 2010
26 agosto, 2010
23 agosto, 2010
22 agosto, 2010
21 agosto, 2010
Fazer cookies (os meus) é cansativo, trabalhoso e tal. Sair pesquisar fofuchices para embalagem, derivações e brindes em potencial para clientes fiéis à marca (cof, cof), improvisar soluções para viabilizar economicamente uma promoção especial, entregar uma encomenda de responsa são coisas que podem parecer bobagem, mas enchem o meu dia de leveza e alegria.
15 agosto, 2010
O Gramado dos Cisnes
O sábado amanhece mais gélido do que o necessário. A crise respiratória na madrugada, inédita no meu rol de mal-estares caseiros, foi, no mínimo, cansativa. Eu me sinto sonolenta, com a cabeça pesada e o nariz, insuportavelmente congestionado.
Arrasto os chinelos até a cozinha, tomo suco com suplementos vitamínicos e ibuprofeno, como o penúltimo pedaço do queijo que eu ganhei. O raciocínio é lento ou quase ausente.
Durante o banho escaldante, tento realinhar meus pensamentos. Minha mente está tão embaçada quanto o espelho do banheiro. Maldito cloridrato de prometazina.
Decido que não vou riscar nada da agenda planejada, sob pena de passar os próximos dias me sentido uma inútil. Visto uma roupa sem graça e sigo para o salão da Helena, a grande fada das navalhas e pincéis. Mas ainda falta muito para as 11 horas.
O tilintar das xícaras, a mistura aconchegante de aromas de café, pães diversos e o burburinho das pessoas na padoca começam a me animar. Tomo um expresso puro, como um pãozinho na chapa e uma fatia modesta de um bolo de nozes mais bonito do que gostoso. Mas eu me sinto bem melhor mesmo assim.
A caminho do salão, não por acaso no Paraíso, sinto que minha roupa não apenas está sem graça como também inadequada. Frio, muito frio.
Encontrar Helena é sempre alegria. Passo o briefing do meu novo cabelo, escolho uma revista de fofocas e ganho um cappuccino duplo e fumegante. Entendeu porque fica no Paraíso?
Três horas depois, completamente informada a respeito do encantador e exclusivérrimo universo das celebridades, dou um abraço apertado na Helena e, jurando gratidão eterna, sigo meu rumo, confiante de que sou capaz de dominar o mundo e a pessoa mais preparada para responder qualquer pergunta a respeito do nascimento do filho da Galisteu.
Pouco mais de 16h, decido ir para casa, porque a temperatura parece estar caindo e meu modelito exige reforços. Mais meias, mais agasalhos, mais meio tablete de chocolate e pronto.
Ligeira impressão de que estou esquecendo algo mas mesmo assim, eu sigo para o parque.
Dia de show de abertura do Bourbon Street Fest. Quem é louco de perder?
Para variar, paro no portão mais longe e eu sempre me perco dentro do parque.
Sigo meio de longe o moleque acima de qualquer suspeita que acabara de estacionar o carro, bem à minha frente. Ele pergunta algo que eu suponho ser “onde é o show?” pra tia da água de coco, que gesticula algo e eu continuo o seguindo. Ele entra por um atalho. E eu o seguindo. Percebo que estou na trilha sinuosa do bosque. Começo a desconfiar que moleque pode ser um psicopata assassino e que está indo para qualquer lugar, menos para o show. Bad way.
Então, nunca sigam estranhos no parque. Esta foi a mensagem do dia.
Faço meia volta e sigo o fluxo dos transeuntes. Minha caminhada ganha um ritmo cadenciado, consigo controlar melhor a respiração. Começo a observar as pessoas. O parque está diferente. Pessoas com roupas bonitas, gorros e cachecóis coloridos, em grupos, sozinhas, com cães. Cenário bonito. Eu nunca havia ido ao Ibira em um dia tão frio.
Olho à minha esquerda, e me surpreendo ao ver um grupo de cinco cisnes negros pastando no gramado. E eu me indago: - Ué, cisnes pastam?? (algo me diz que pastar é uma atividade reservada aos quadrúpedes, estou confusa). Não localizo na minha memória registros que me revelem cisnes fora d´água. Apenas no caso do Patinho Feio, é claro, que penou um bocado, pra lá e pra cá, até encontrar o seu lugar e brilhar entre os seus iguais.
Sigo meu caminho, chego ao lugar do show, que ainda não havia começado.
O público do gargarejo já a postos, casais de namorados degustam vinho no gramado, famílias fazem pic nic. Sinto falta da minha cadeira de praia, eu sabia que tinha esquecido algo.
Vejo pessoas que me parecem familiares e sempre fico com a impressão de que foram meus colegas no cursinho. Não encontro ninguém conhecido.
Fico impressionada como as meninas conseguem se produzir bem para ir ao parque. Meias caneladas, minissaias, botas, casacos lindos. Invejinha. Sempre acho que, no parque, minha meia vai desfiar, minha bota vai estragar e eu me sinto meio que um patinho feio. Tenho preguiça.
O show começou há um tempo e ainda nem prestei atenção direito nos músicos. Ao fundo do palco, um cara usa algo que me parece um colete de lata, sobre o qual faz uma percussão interessante. O som da banda me agrada, mas não me seduz.
Continuo andando entre o público e começo a me sentir como a menina do desenho animado em P&B.
Penso que as coisas nunca voltam a ser o que eram, mas precisam ser retomadas de algum ponto ou de alguma forma, se o desejo é que a coisa evolua. Lagriminha.
[Corta]
O tempo começa a esfriar pra valer.
Tenho vontade de enrolar o cachecol na minha cabeça. Não ouse, Ana, isso é ridículo.
Decido ir embora, porque meu nariz começa a incomodar e até chegar ao carro, tem uma bela caminhada.
No contrafluxo, continuam chegando meninas de minissaias e meias caneladas, o must have da estação. Como elas aguentam, com todo este frio?
Sigo caminhando, atenta para não me perder nas bifurcações do parque, já no escuro da noite.
Num pequeno declive, antes de chegar na praça da estátua do porquinho, paro para observar o
gramado dos cisnes.
Não há mais nenhum por lá.
Será que eles dormem na água?
13 agosto, 2010
Eu sei que a vida não tá fácil pra ninguém.
Nem tô reclamando.
Apenas constatando: ô semaninha pra repensar a vida.
Nem tô reclamando.
Apenas constatando: ô semaninha pra repensar a vida.
12 agosto, 2010
11 agosto, 2010
- Na verdade, eu já sabia que (uma tal coisa bem embaçada) iria causar uma perturbação oscilatória crescente no processo.
(silêncio)
- ...Causar uma perturbação oscilária crescente no processo.... Hahahha! A-MEI! Preciso adotar isso no meu discurso diário. Assim que eu entender o que significa, é claro.
(três minutos depois....)
- Ana, “causar uma perturbação oscilatória crescente no processo” é mais ou menos isto aqui, ó.
- Caraaaaca! Aquela oscilação foi mesmo muito perturbadora, hein? Que meda!
Não obtive resposta. =)
(silêncio)
- ...Causar uma perturbação oscilária crescente no processo.... Hahahha! A-MEI! Preciso adotar isso no meu discurso diário. Assim que eu entender o que significa, é claro.
(três minutos depois....)
- Ana, “causar uma perturbação oscilatória crescente no processo” é mais ou menos isto aqui, ó.
- Caraaaaca! Aquela oscilação foi mesmo muito perturbadora, hein? Que meda!
Não obtive resposta. =)
10 agosto, 2010
09 agosto, 2010
06 agosto, 2010
01 agosto, 2010
Uma das brincadeiras mais marcantes e inteligentes da minha adolescência nonsense.
E sou obrigada a confessar: não sei o que seria de mim sem a memória impressionante da Mi.
Thanks! Adorei! -=)
E sou obrigada a confessar: não sei o que seria de mim sem a memória impressionante da Mi.
Thanks! Adorei! -=)
31 julho, 2010
29/07 - Quinta-feira - 21h
O encontro marcado com os amigos de um passado quase distante não deu certo. Pelo menos pra mim.
Ainda não perguntei o que houve. Ou se não houve.
Cheguei em casa um pouco contrariada com a somatória de equívocos aleatórios e famélica além do que o justo e do suportável. Estágio terminal de uma TPM era detalhe irrelevante.
Estava mesmo crente que um prato fundo de uma comida caseira autêntica, deliciosa o suficiente para dar vontade comer de colher e de joelhos, seria o padrão confort food necessário para a ocasião.
Decidi preparar um ragu de legumes com shitake fresco e um toque de pimentas.
Coisa muito simples, cujo segredo estava apenas nas proporções.
Preparei um ragu de pimentas com shitake fresco e um toque de legumes.
Ou seja.
Quem-te-ve-um-dia-pa-re-ci-do-com-o-meu-põe-o-de-do-aqui!
O encontro marcado com os amigos de um passado quase distante não deu certo. Pelo menos pra mim.
Ainda não perguntei o que houve. Ou se não houve.
Cheguei em casa um pouco contrariada com a somatória de equívocos aleatórios e famélica além do que o justo e do suportável. Estágio terminal de uma TPM era detalhe irrelevante.
Estava mesmo crente que um prato fundo de uma comida caseira autêntica, deliciosa o suficiente para dar vontade comer de colher e de joelhos, seria o padrão confort food necessário para a ocasião.
Decidi preparar um ragu de legumes com shitake fresco e um toque de pimentas.
Coisa muito simples, cujo segredo estava apenas nas proporções.
Preparei um ragu de pimentas com shitake fresco e um toque de legumes.
Ou seja.
Quem-te-ve-um-dia-pa-re-ci-do-com-o-meu-põe-o-de-do-aqui!
24 julho, 2010
- Começando Law & Order
- Sábado é dia de compras no hortifruti, prefiro chamar de sacolão, planejar cardápio, preguiça, reprises na TV muito bem paga. Deveria haver um parágrafo no Código de Defesa do Consumidor proibindo a reprise de Velozes e Furiosos (e subprodutos) nos próximos 45 anos. Ti-Ti-Ti daqui a pouco (adorando!), arrumar coisinhas aqui, outras ali.
- Existe algo de libertador na solidão.
- Sou a favor de dois sábados por semana. A vida seria muito mais produtiva.
- Domingo é um dia inútil, psicologicamente falando.
- Se tem um programa que eu amo na vida é SuperNanny. Desencanei de Law & Oder, coisa muito deprê.
- =)
- Sábado é dia de compras no hortifruti, prefiro chamar de sacolão, planejar cardápio, preguiça, reprises na TV muito bem paga. Deveria haver um parágrafo no Código de Defesa do Consumidor proibindo a reprise de Velozes e Furiosos (e subprodutos) nos próximos 45 anos. Ti-Ti-Ti daqui a pouco (adorando!), arrumar coisinhas aqui, outras ali.
- Existe algo de libertador na solidão.
- Sou a favor de dois sábados por semana. A vida seria muito mais produtiva.
- Domingo é um dia inútil, psicologicamente falando.
- Se tem um programa que eu amo na vida é SuperNanny. Desencanei de Law & Oder, coisa muito deprê.
- =)
22 julho, 2010
19 julho, 2010
Sossega Leão é um chá surpreendentemente saboroso. Tem uma cor linda e uma textura licorosa.
Parece calda de vinho pra fazer sagu.
Ok, estou péssima para definições hoje.
Observando com mais pesar minhas compras, notei que, por acaso, comprei o tal blended em duas versões:
Sossega Leão é pros meninos (hibiscus, melissa e folha de laranjeira)
Serenity é pras meninas (hibiscus, melissa e erva luiza)
O fabricante é Flor de Hibiscus. Produto orgânico e certificado.
E este não é um post patrocinado.
Parece calda de vinho pra fazer sagu.
Ok, estou péssima para definições hoje.
Observando com mais pesar minhas compras, notei que, por acaso, comprei o tal blended em duas versões:
Sossega Leão é pros meninos (hibiscus, melissa e folha de laranjeira)
Serenity é pras meninas (hibiscus, melissa e erva luiza)
O fabricante é Flor de Hibiscus. Produto orgânico e certificado.
E este não é um post patrocinado.
Gastei uma pequena fortuna em chás calmantes/relaxantes/hipnotizantes no natureba onde almoço cada vez mais raramente.
Comprei de várias espécies em diferentes combinações.
O desta noite será de hibiscus, melissa e folha de laranjeira.
A mistura se chama Sossega Leão.
Não sei se é autossugestão, mas o aroma tem notas de jaula e pelo de felinos após a chuva.
Comprei de várias espécies em diferentes combinações.
O desta noite será de hibiscus, melissa e folha de laranjeira.
A mistura se chama Sossega Leão.
Não sei se é autossugestão, mas o aroma tem notas de jaula e pelo de felinos após a chuva.
17 julho, 2010
Tá. Eu sei. Mas eu não resisto... Sorry. =]
Luciana Gimenez entrevista Lula
LG - Presidente, como você perdeu o dedo?
Lula - Foi numa prensa mecânica..
LG - O que é isso, prensa mecânica?
Lula - É uma máquina assim que serve pra prensá e que funciona de maneira mecânica.
LG - Ah, tá. Agora entendi. E doeu? Foi sem anestesia ?
Lula - Menina, eu tava com tanta cachaça na cabeça nesse dia que eu nem senti nada. Só quando eu olhei pra minha mão esquerda e vi que só tinha nove dedo que eu pensei: vixe, cadê o outro?
LG - E você ficou muito abalado?
Lula - Eu tive que repensar minha vida. Não dava mais pra conciliar o trabalho com o goró. Aí eu larguei o trabalho.
LG - Foi aí que você decidiu virar sindicalista?
Lula - Foi. Eu tava um dia jogando sinuca e o Biriba, um cumpanhêro nosso, falou que polícia tava metendo tudo que é sindicalista em cana. Como cana é comigo mesmo eu fui lá.
LG - E como é assim sair do nada e de repente virar ídolo nacional?
Lula - Olha, Luciana, eu acho que nós dois temo experiência parecidas. Eu comecei montando num jegue, e você começou montando num Jagger.
LG - E como é ser presidente? É legal?
Lula - Deixa eu dizer uma coisa pra você. Tem hora que eu fico sozinho lá no meu gabinete, olho praquelas parede, olho o jardim lá fora e penso: Rapaz, esqueci de comprar os produto de limpeza que a Marisa me pediu.
LG - Pra terminar eu queria que você dissesse uma palavra de esperança pra quem tá assistindo a gente.
Lula - Vou dizer mais de uma. Eu estou convencido de que esse país tem jeito. A gente pode tá jogando futebol e de repente toma um gol, toma dois, toma cinco, tem dois jogador expulso, o goleiro é míope, o centroavante é perneta, o juiz é ladrão, o gandula demora pra trazer a bola, e a gente toma mais dois gol e tá tudo uma merda.., mais memo assim a esperança de que tudo vai dar certo continua lá.
LG - Nossa, que profundo.
Lula - Eu acredito, Luciana. Eu estou mutcho convencido de que aconteça o que acontecer, o amanhã sempre vai chegar...
LG - Bom, muitíssima obrigada por ter vindo aqui. É o máximo falar com o homem que governa o país.
Lula - Não tem de quê. Eu é que gostei muito de fazer um pograma com você.
LG - Opa, peraí. Eu não sou mais garota de programa.
Lula - Então tamo empatado. Eu também num governo porra nenhuma...
(recebi por e-mail. :)
Luciana Gimenez entrevista Lula
LG - Presidente, como você perdeu o dedo?
Lula - Foi numa prensa mecânica..
LG - O que é isso, prensa mecânica?
Lula - É uma máquina assim que serve pra prensá e que funciona de maneira mecânica.
LG - Ah, tá. Agora entendi. E doeu? Foi sem anestesia ?
Lula - Menina, eu tava com tanta cachaça na cabeça nesse dia que eu nem senti nada. Só quando eu olhei pra minha mão esquerda e vi que só tinha nove dedo que eu pensei: vixe, cadê o outro?
LG - E você ficou muito abalado?
Lula - Eu tive que repensar minha vida. Não dava mais pra conciliar o trabalho com o goró. Aí eu larguei o trabalho.
LG - Foi aí que você decidiu virar sindicalista?
Lula - Foi. Eu tava um dia jogando sinuca e o Biriba, um cumpanhêro nosso, falou que polícia tava metendo tudo que é sindicalista em cana. Como cana é comigo mesmo eu fui lá.
LG - E como é assim sair do nada e de repente virar ídolo nacional?
Lula - Olha, Luciana, eu acho que nós dois temo experiência parecidas. Eu comecei montando num jegue, e você começou montando num Jagger.
LG - E como é ser presidente? É legal?
Lula - Deixa eu dizer uma coisa pra você. Tem hora que eu fico sozinho lá no meu gabinete, olho praquelas parede, olho o jardim lá fora e penso: Rapaz, esqueci de comprar os produto de limpeza que a Marisa me pediu.
LG - Pra terminar eu queria que você dissesse uma palavra de esperança pra quem tá assistindo a gente.
Lula - Vou dizer mais de uma. Eu estou convencido de que esse país tem jeito. A gente pode tá jogando futebol e de repente toma um gol, toma dois, toma cinco, tem dois jogador expulso, o goleiro é míope, o centroavante é perneta, o juiz é ladrão, o gandula demora pra trazer a bola, e a gente toma mais dois gol e tá tudo uma merda.., mais memo assim a esperança de que tudo vai dar certo continua lá.
LG - Nossa, que profundo.
Lula - Eu acredito, Luciana. Eu estou mutcho convencido de que aconteça o que acontecer, o amanhã sempre vai chegar...
LG - Bom, muitíssima obrigada por ter vindo aqui. É o máximo falar com o homem que governa o país.
Lula - Não tem de quê. Eu é que gostei muito de fazer um pograma com você.
LG - Opa, peraí. Eu não sou mais garota de programa.
Lula - Então tamo empatado. Eu também num governo porra nenhuma...
(recebi por e-mail. :)
16 julho, 2010
09 julho, 2010
Amanhã, o dia promete novos agitos domésticos semelhantes.
Tenho que preparar cookies comemorativos. Domingo tem churras de aniversário da firrrma. Coleguinhas foram os meus primeiros cobaias e, indiretamente, os principais incentivadores do projeto. Merecem este singelo mimo. =)
Tem almocinho com Ciça-Mãe, pequenhas comprinhas sem compromisso, retomar a disciplina dos treinos diários, aumentar o tempo para 70 minutos.
Quero me surpreender até o final de julho.
Tenho que preparar cookies comemorativos. Domingo tem churras de aniversário da firrrma. Coleguinhas foram os meus primeiros cobaias e, indiretamente, os principais incentivadores do projeto. Merecem este singelo mimo. =)
Tem almocinho com Ciça-Mãe, pequenhas comprinhas sem compromisso, retomar a disciplina dos treinos diários, aumentar o tempo para 70 minutos.
Quero me surpreender até o final de julho.
Hoje foi um feriado produtivo como poucos, neste ano.
Acordei tardão (?), tipo 8h30, morguei, organizei coisinhas, fui a pé ao supermecado (caminhada de 2 km), preparei almoço, coloquei roupa na máquina, almocei, comi 2 cookies com sorvete. Nunca como os cookies que eu faço, para não ter perigo de enjoar deles. Mas hoje, não resisti. Di-vi-nos. Vi programa da Palmirinha, estendi roupa, descansei no sofá, preparei o jantar, cochilei no sofá, assisti Por Amor, treinei por 50 minutos, fiz alongamento, tomei banho demorado, fiz massagem nos pés, jantei, comi 4 quadradinhos de Lindt por que fui uma boa menina comigo. Deveria ser sempre assim.
Acordei tardão (?), tipo 8h30, morguei, organizei coisinhas, fui a pé ao supermecado (caminhada de 2 km), preparei almoço, coloquei roupa na máquina, almocei, comi 2 cookies com sorvete. Nunca como os cookies que eu faço, para não ter perigo de enjoar deles. Mas hoje, não resisti. Di-vi-nos. Vi programa da Palmirinha, estendi roupa, descansei no sofá, preparei o jantar, cochilei no sofá, assisti Por Amor, treinei por 50 minutos, fiz alongamento, tomei banho demorado, fiz massagem nos pés, jantei, comi 4 quadradinhos de Lindt por que fui uma boa menina comigo. Deveria ser sempre assim.
07 julho, 2010
O vaso de flores que ganhei há quase um mês continua vivo. Fato inédito na minha vida. Alguns brotinhos de flores ainda nascendo, talvez seja a última florada do inverno. O que importa é que parece que (quase) aprendi a cuidar de uma planta. Ou daquela planta em especial.
Pelo menos entendi que é preciso disciplina e uma rotina minimamente estável para a tarefa.
E vocês não têm ideia do quanto isso me deixa feliz.
Não, eu não converso com plantinhas. Não tenho assunto. Pelo menos por enquanto.
Pelo menos entendi que é preciso disciplina e uma rotina minimamente estável para a tarefa.
E vocês não têm ideia do quanto isso me deixa feliz.
Não, eu não converso com plantinhas. Não tenho assunto. Pelo menos por enquanto.
Tenho feito pães caseiros, toda semana.
Não aguento mais os pães de forma que existem no mercado. Já deu.
O integral que fiz na segunda-feira ficou quase muito bom. Bastam pequenos ajustes.
Existe algo de libertador e catártico em sovar uma massa de pão como se fosse o rosto de algum desafeto.
Recomendo fortemente.
Não aguento mais os pães de forma que existem no mercado. Já deu.
O integral que fiz na segunda-feira ficou quase muito bom. Bastam pequenos ajustes.
Existe algo de libertador e catártico em sovar uma massa de pão como se fosse o rosto de algum desafeto.
Recomendo fortemente.
06 julho, 2010
05 julho, 2010
As noites de segunda-feira não rendem. Sempre chego bem depois das oitos, é segunda, é rodízio. Mas não rendem só porque chego bem depois das oito. Não rendem porque invarialvelmente estou exausta. Porque as segundas-feiras me exaurem. São sempre assim, uma espécie de limbo existencial.
E eu corro pra tentar dar conta de tudo que eu planejei durante o dia: o rango pra levar no dia seguinte, a roupa que ficou de molho e tem que lavar e pendurar, e o pãozinho que eu quero e preciso porque eu quero, e mais as coisas que eu vou vendo e tentando fazer e/ou arrumar no pífio trajeto entre a sala e a cozinha.
Estou num momento da minha vida que não consigo abrir mão de nada. Nem da sopa, do pãozinho, do livro que não terminei, de tanta coisa e das minhas coisas. E eu fico aqui, Escrava Isaura dos meus desejos insaciados. E nem percebo que o frango desfiado com legumes ao garam massala estão prontos para serem levados, amanhã. Os pãezinhos estão dourados, e o aroma é divino.O livro está quase no fim e o que eu quero é economizar essa leitura boa.E a cozinha tá limpa e a arrumada, as roupas estendidas no varal. E eu não tenho sono, talvez a coisa que eu mais tenha precisado e nunca encontrado nos últimos meses. Oito horas de sono.
Então eu tomo quatrocentas e oitenta cinco bolotas de homeopatia com chá calmante ultraconcentrado como uma tintura de iodo.
E há quem me chame de A Mulher que Não Dorme Nunca.
Talvez alguém entenda.
E eu corro pra tentar dar conta de tudo que eu planejei durante o dia: o rango pra levar no dia seguinte, a roupa que ficou de molho e tem que lavar e pendurar, e o pãozinho que eu quero e preciso porque eu quero, e mais as coisas que eu vou vendo e tentando fazer e/ou arrumar no pífio trajeto entre a sala e a cozinha.
Estou num momento da minha vida que não consigo abrir mão de nada. Nem da sopa, do pãozinho, do livro que não terminei, de tanta coisa e das minhas coisas. E eu fico aqui, Escrava Isaura dos meus desejos insaciados. E nem percebo que o frango desfiado com legumes ao garam massala estão prontos para serem levados, amanhã. Os pãezinhos estão dourados, e o aroma é divino.O livro está quase no fim e o que eu quero é economizar essa leitura boa.E a cozinha tá limpa e a arrumada, as roupas estendidas no varal. E eu não tenho sono, talvez a coisa que eu mais tenha precisado e nunca encontrado nos últimos meses. Oito horas de sono.
Então eu tomo quatrocentas e oitenta cinco bolotas de homeopatia com chá calmante ultraconcentrado como uma tintura de iodo.
E há quem me chame de A Mulher que Não Dorme Nunca.
Talvez alguém entenda.
03 julho, 2010
A numerologia da Copa (recebi por e-mail - Valeu R.L ! :)
Mais um daqueles assuntos que sempre aparecem quando tem Copa do Mundo de Futebol...
Olha só que coisa interessante:
O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970.
Se você somar 1970 + 1994 = 3964
A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em 1978.
Somando 1978 + 1986 = 3964
Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964
Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!
Realmente, a numerologia parece funcionar...
E quem venceria a copa do mundo de 2010 na África do Sul?
Resposta: 3964 - 2010 = 1954
E quem ganhou em 1954?
Alemanha!!!!
Aposta quanto? ;)[grifo meu]
Guarde isto para você conferir no final da Copa!
Mais um daqueles assuntos que sempre aparecem quando tem Copa do Mundo de Futebol...
Olha só que coisa interessante:
O Brasil ganhou a copa do mundo em 1994, antes disso, sua última conquista do título foi em 1970.
Se você somar 1970 + 1994 = 3964
A Argentina ganhou sua última copa do mundo em 1986, antes disso, só em 1978.
Somando 1978 + 1986 = 3964
Já a Alemanha ganhou a sua última copa em 1990. Antes disso foi em 1974.
Somando 1990 + 1974 = 3964
Seguindo esta lógica, poderia se ter adivinhado o ganhador da copa do mundo de 2002, pois este teria que ter sido o vencedor da copa de 1962!
Conferindo: 3964 -2002 = 1962
E o ganhador da copa em 1962 foi o Brasil!
Realmente, a numerologia parece funcionar...
E quem venceria a copa do mundo de 2010 na África do Sul?
Resposta: 3964 - 2010 = 1954
E quem ganhou em 1954?
Alemanha!!!!
Aposta quanto? ;)[grifo meu]
Guarde isto para você conferir no final da Copa!
19 junho, 2010
Fazer compras na 25, em véspera de jogo do Brasil, é ter peito pra enfrentar o retrato do inferno.
Fiz comprinhas lindas, não consegui comprar amêndoas no Empório Sírio, lotadaço, tomei picolé Rochinha de açaí. Queria comer esfiha naquele lugar do picolé Rochinha, mas não tinha esquema. Fica pra depois.
Achei prudente voltar à Praça da Árvore e ao seu afável comércio igualmente popular.
..............
Preparei cookies pra Oli levar. Ficaram divinos.
.............
Meu celular surtou geral. Fiquei incomunicável. Tentei, tentei, tentei.
Horas depois, reagi. Dei uma invertida no dispositivo. Ele reagiu.
E pronto. (a vida tecnológica tá assim, agora: tudo na base da bicuda na costela.)
Recomendo fortemente. :)
Fiz comprinhas lindas, não consegui comprar amêndoas no Empório Sírio, lotadaço, tomei picolé Rochinha de açaí. Queria comer esfiha naquele lugar do picolé Rochinha, mas não tinha esquema. Fica pra depois.
Achei prudente voltar à Praça da Árvore e ao seu afável comércio igualmente popular.
..............
Preparei cookies pra Oli levar. Ficaram divinos.
.............
Meu celular surtou geral. Fiquei incomunicável. Tentei, tentei, tentei.
Horas depois, reagi. Dei uma invertida no dispositivo. Ele reagiu.
E pronto. (a vida tecnológica tá assim, agora: tudo na base da bicuda na costela.)
Recomendo fortemente. :)
16 junho, 2010
14 junho, 2010
13 junho, 2010
Diário de Bordo
Preparei meigos pãezinhos de mandioquinha para acompanhar a sopa.
Ficaram divinos.
Não posso dizer o mesmo da sopa.
Estou Estava assistindo Que Marravilha, no GNT.
Perdi o bode que eu tinha do Claude Troisgos. Que coisa.
Não posso dizer o mesmo de Olivier Anquier.
Porém, James Oliver continua reinando absoluto no meu coração.
Preparei meigos pãezinhos de mandioquinha para acompanhar a sopa.
Ficaram divinos.
Não posso dizer o mesmo da sopa.
Perdi o bode que eu tinha do Claude Troisgos. Que coisa.
Não posso dizer o mesmo de Olivier Anquier.
Porém, James Oliver continua reinando absoluto no meu coração.
03 junho, 2010
As manhãs têm sido animadas por aqui, tipo 7h50, Bom Dia, Brasil-il. Truque manjado, aquele da quebra de script. Mas quem resiste, tipo às 7h50?
Telemarketing – ligação 1.
- Sra. Ana Almgren se encontra?
- Difícil, viu? Ultimamente dona Ana não tem se encontrado muito, não.
Telemarketing – ligação 2 (no dia seguinte)
- Posso falar com a responsável pela residência?
- Tem ninguém responsável na casa, não, moça. Aqui é tudo um pior que o outro.
Telemarketing – ligação 3 (dois dias depois)
- A sra. Ana Almgren, por favor...
- Ela não se encontra.
- A que horas posso ligar para falar com ela?
- Olha, ela deve estar voltando pra casa depois das oito, nove da noite. Daí pra mais tarde. Dá seu telefone para ela estar retornando sua ligação assim que chegar. Pode estar adiantando o assunto?
- (Tum-tum-tum.tum...)
Telemarketing – ligação 1.
- Sra. Ana Almgren se encontra?
- Difícil, viu? Ultimamente dona Ana não tem se encontrado muito, não.
Telemarketing – ligação 2 (no dia seguinte)
- Posso falar com a responsável pela residência?
- Tem ninguém responsável na casa, não, moça. Aqui é tudo um pior que o outro.
Telemarketing – ligação 3 (dois dias depois)
- A sra. Ana Almgren, por favor...
- Ela não se encontra.
- A que horas posso ligar para falar com ela?
- Olha, ela deve estar voltando pra casa depois das oito, nove da noite. Daí pra mais tarde. Dá seu telefone para ela estar retornando sua ligação assim que chegar. Pode estar adiantando o assunto?
- (Tum-tum-tum.tum...)
20 maio, 2010
Amiga chamada Irmã Gêmea é uma moça cheia de predicados. Um dos maiores é ser muito devota. Outro é ser muito habilidosa. Trabalha com as imagens de um casal de santinhos a lhe fitar durante todas as 8 ou 10 horas úteis. Só tem o bendito sossego aos sábados, domingos, feriados e ironicamente nos dias santos.
Hoje, Diretor Presidente, em visita à mesa de Irmã Gêmea, observou que o santo tava todo lascado.
E não era uma metáfora.
Subitamente ele sugeriu: - Pinta todo de preto e ele vira um São Benedito.
Irmã Gêmea parou, refletiu e discordou: - Presidente, vou pintar todo de dourado, depois passarei betume e vou conseguir um lindo efeito de ouro velho.
Até então, eu estava calada, tentando me conter e me concentrar no meu trabalho.
Quando dei por mim, eu estava discursando: - Então você tem duas opções, Irmã Gêmea: dourado com betume, fica ouro velho. Preto com betume e você tem um Preto Velho. Sincretismo, entende?
Sorry. Foi mais forte do que eu...
Tá. Parei.
Hoje, Diretor Presidente, em visita à mesa de Irmã Gêmea, observou que o santo tava todo lascado.
E não era uma metáfora.
Subitamente ele sugeriu: - Pinta todo de preto e ele vira um São Benedito.
Irmã Gêmea parou, refletiu e discordou: - Presidente, vou pintar todo de dourado, depois passarei betume e vou conseguir um lindo efeito de ouro velho.
Até então, eu estava calada, tentando me conter e me concentrar no meu trabalho.
Quando dei por mim, eu estava discursando: - Então você tem duas opções, Irmã Gêmea: dourado com betume, fica ouro velho. Preto com betume e você tem um Preto Velho. Sincretismo, entende?
Sorry. Foi mais forte do que eu...
Tá. Parei.
18 maio, 2010
15 maio, 2010
06 maio, 2010
05 maio, 2010
03 maio, 2010
=)
E de resto, é melhor eu ficar quieta. Pelo menos por enquanto.
Vai que eu acordo, não quero não...
E de resto, é melhor eu ficar quieta. Pelo menos por enquanto.
Vai que eu acordo, não quero não...
20 abril, 2010
12 abril, 2010
06 abril, 2010
Era um evento exclusivo para imprensa, lançamento de uma linha chiquérrima de creminhos franceses.
Eu participei da criação de toda a campanha. Guarde esta informação.
Na entrada do restaurante bacana, a recepcionista carimbou o meu tiquet do estacionamento e me deu um papelzinho numerado.Displicente, joguei no bolso.
O tempo, que não amanheceu muito católico, foi virando aos poucos, e as roupas meia estação das moças
elegantes já não ornavam mais com o vento gélido e a garoa fina. Vi muita gente sofrer ali.
Fui pegar o celular no meu bolso, veio junto o papelzinho com o número. Nessa hora, eu me lembrei de que, claro,
teria sorteio, eu fiz o texto do convite. Uma viagem a Paris, com acompanhante, hospedagem e alimentação. SETE
DIAS!
Meu pensamento tosco avaliou: pelo histórico pessoal, segundo a lei das probabilidades, a tendência de eu ser sorteada é quase zero. Deixa.
Minha consciência profissional, madura e sensata (cof,cof)decidiu: Ana, poupe-se do mico de recusarem o prêmio a você.
Devolvi com o papel à mocinha, dizendo que não poderia participar.
Antes memorizei e pensei: 3205. Guarde bem este número.
Ao final das palestras de apresentação, sucesso absoluto, aplausos e então, rolou o sorteio.
Adivinha.
Então fica assim: - Murphy, meu pastor, percebo que o senhor tem uma quedinha forte pela minha pessoa e gosta de testar meus limites. Mas, né por nada não, desta vez o senhor foi longe demais.
Estou aqui a sofrer.
#mecortuspulsu
Eu participei da criação de toda a campanha. Guarde esta informação.
Na entrada do restaurante bacana, a recepcionista carimbou o meu tiquet do estacionamento e me deu um papelzinho numerado.Displicente, joguei no bolso.
O tempo, que não amanheceu muito católico, foi virando aos poucos, e as roupas meia estação das moças
elegantes já não ornavam mais com o vento gélido e a garoa fina. Vi muita gente sofrer ali.
Fui pegar o celular no meu bolso, veio junto o papelzinho com o número. Nessa hora, eu me lembrei de que, claro,
teria sorteio, eu fiz o texto do convite. Uma viagem a Paris, com acompanhante, hospedagem e alimentação. SETE
DIAS!
Meu pensamento tosco avaliou: pelo histórico pessoal, segundo a lei das probabilidades, a tendência de eu ser sorteada é quase zero. Deixa.
Minha consciência profissional, madura e sensata (cof,cof)decidiu: Ana, poupe-se do mico de recusarem o prêmio a você.
Devolvi com o papel à mocinha, dizendo que não poderia participar.
Antes memorizei e pensei: 3205. Guarde bem este número.
Ao final das palestras de apresentação, sucesso absoluto, aplausos e então, rolou o sorteio.
Adivinha.
Então fica assim: - Murphy, meu pastor, percebo que o senhor tem uma quedinha forte pela minha pessoa e gosta de testar meus limites. Mas, né por nada não, desta vez o senhor foi longe demais.
Estou aqui a sofrer.
#mecortuspulsu
05 abril, 2010
Eu liguei pra amiga. Precisava saber o endereço da pizzaria onde iria rolar a festa.
- Ana, tá louca, mulher? A gente conversou ontem.
- Conversamos???
- Eu te falei onde era, você conhecia a rua e tal. Não lembra?
- (silêncio) Vc pode me falar de novo o endereço?
Enquanto isso, trocentas e oitenta e cinco coisas passavam pela minha cabeça, imaginando o que poderia ter acontecido e eu não tinha um fiapo de memória a respeito. Sensação ruim.
Então a amiga prossegue: - Lembra, você conhece a rua, comentou até que é perto da onde a gente teve o consultório.
Péra. Nunca tive um consultório, pensei.
- Oi, é Ana Almgren que fala..
- Uopss! Conversei com outra Ana A., que não era Almgren.Ahahaha!
É. Vamos combinar que a vida não tá fácil pra ninguém.
- Ana, tá louca, mulher? A gente conversou ontem.
- Conversamos???
- Eu te falei onde era, você conhecia a rua e tal. Não lembra?
- (silêncio) Vc pode me falar de novo o endereço?
Enquanto isso, trocentas e oitenta e cinco coisas passavam pela minha cabeça, imaginando o que poderia ter acontecido e eu não tinha um fiapo de memória a respeito. Sensação ruim.
Então a amiga prossegue: - Lembra, você conhece a rua, comentou até que é perto da onde a gente teve o consultório.
Péra. Nunca tive um consultório, pensei.
- Oi, é Ana Almgren que fala..
- Uopss! Conversei com outra Ana A., que não era Almgren.Ahahaha!
É. Vamos combinar que a vida não tá fácil pra ninguém.
03 abril, 2010
Oi, eu sou a Ogra da Caverna, fui criada por lobos, por isso estou aqui. Quer ser meu amigo mesmo assim?
A vida tá estranha. Muita, muita coisa acontecendo e curiosamente, nada a contar.
Efeito Twitter, será? Passei a pensar na vida em 140 caracteres?
Uga!
Acho que foi a primeira vez, nos 9 anos do Ventilador, que passei sem fazer um post sequer comentando o BBB.
Apenas uma constatação, nada a declarar. Eu tava sendo eu mesma, Bial.
Uga!
A novidade fake é que estou tentando mudar radicalmente a minha dieta.
Naturebei-me, numas.
Diminuí em 80%, sei lá, o consumo de produtos industrializados.
Gastando mais grana no hortifruti do que no supermercado.
Há quase dois meses, eu preparo molhos, caldos, sopas, creme de ricota, compotas.
Tudo caseiramente, com o umbigo no fogão.
Preparo minha marmita e levo pro trampo.
Slow Food mode on. I love it. :)
Barrinhas de cereais e biscoitos de banana estão no paredão.
Tá difícil eliminá-los da lista de compras.
Desisti de não comer chocolate, sejamos verdadeiros.
Troquei o ao leite* pelo chocolate amargo e vamos ser felizes.
* no caso de Bis e Deditos, a regra não se aplica, tá?
Minha naturebice é modo de dizer, eu sei. =]
Semana passada, terminou o workshop que fiz para eu aprender a falar feito gente grande.
Destravei.
Afeiçoei-me ao esporte.
Eu, Ana Almgren, recomendo fortemente*.
Se quiserem mais detalhes, eu falo. Por e-mail, tá? =)
* tô falando sério.
A ideia que rolou ano passado, num momento totalmente adverso, de parar de comprar coisas pra mim e passar a fazer coisas por mim, tem dado resultados deliciosos. O "pra você falar bem" foi a primeira.
Ainda não decidi o tema do meu próximo workshop.
Stand up comedy, gastronomia for drums, seja você uma empresária.
Tô avaliando.
Aceitando sugestões, inclusive.
Hora agora de voltar pra caverna, que os lobos estão uivando.
Mandem sinais de fumaça, sim?
(sem comentários do leitores, Ventilador desliga, ele é praticamente um catavento :. )
A vida tá estranha. Muita, muita coisa acontecendo e curiosamente, nada a contar.
Efeito Twitter, será? Passei a pensar na vida em 140 caracteres?
Uga!
Acho que foi a primeira vez, nos 9 anos do Ventilador, que passei sem fazer um post sequer comentando o BBB.
Apenas uma constatação, nada a declarar. Eu tava sendo eu mesma, Bial.
Uga!
A novidade fake é que estou tentando mudar radicalmente a minha dieta.
Naturebei-me, numas.
Diminuí em 80%, sei lá, o consumo de produtos industrializados.
Gastando mais grana no hortifruti do que no supermercado.
Há quase dois meses, eu preparo molhos, caldos, sopas, creme de ricota, compotas.
Tudo caseiramente, com o umbigo no fogão.
Preparo minha marmita e levo pro trampo.
Slow Food mode on. I love it. :)
Barrinhas de cereais e biscoitos de banana estão no paredão.
Tá difícil eliminá-los da lista de compras.
Desisti de não comer chocolate, sejamos verdadeiros.
Troquei o ao leite* pelo chocolate amargo e vamos ser felizes.
* no caso de Bis e Deditos, a regra não se aplica, tá?
Minha naturebice é modo de dizer, eu sei. =]
Semana passada, terminou o workshop que fiz para eu aprender a falar feito gente grande.
Destravei.
Afeiçoei-me ao esporte.
Eu, Ana Almgren, recomendo fortemente*.
Se quiserem mais detalhes, eu falo. Por e-mail, tá? =)
* tô falando sério.
A ideia que rolou ano passado, num momento totalmente adverso, de parar de comprar coisas pra mim e passar a fazer coisas por mim, tem dado resultados deliciosos. O "pra você falar bem" foi a primeira.
Ainda não decidi o tema do meu próximo workshop.
Stand up comedy, gastronomia for drums, seja você uma empresária.
Tô avaliando.
Aceitando sugestões, inclusive.
Hora agora de voltar pra caverna, que os lobos estão uivando.
Mandem sinais de fumaça, sim?
(sem comentários do leitores, Ventilador desliga, ele é praticamente um catavento :. )
03 fevereiro, 2010
31 janeiro, 2010
Mãe e filha, de volta pra casa, relembrando os velhos tempos:
- Mã, lembra quando a gente foi no parque da Água Branca e o Y. sumiu? (amiguinho da escola que foi conosco à exposição de cães)
- Ô, se lembro. Vontade de matar o pirralho.
- Cê ficou muito brava.
- Moleque era o mó tchongo. Eu dando uma dura, ele me olhando com cara de ué. E depois, se o cara some mesmo, o que eu iria falar pra mãe?
Nessa hora começam a pipocar aleatoriamente as respostas possíveis para o sumiço do pivete, numa velocidade impressionante.
- Assim, ele tava do meu lado e, puf, sumiu. Ele tá com você?
- Ele foi com a gente?
- Desencana. Fica tranquila. Vai que a Angelina adotou...
- Fala sério, vc nem gostava dele tanto assim.
- Ah, ele era tão enjoadinho. Arruma outro.
=]
- Mã, lembra quando a gente foi no parque da Água Branca e o Y. sumiu? (amiguinho da escola que foi conosco à exposição de cães)
- Ô, se lembro. Vontade de matar o pirralho.
- Cê ficou muito brava.
- Moleque era o mó tchongo. Eu dando uma dura, ele me olhando com cara de ué. E depois, se o cara some mesmo, o que eu iria falar pra mãe?
Nessa hora começam a pipocar aleatoriamente as respostas possíveis para o sumiço do pivete, numa velocidade impressionante.
- Assim, ele tava do meu lado e, puf, sumiu. Ele tá com você?
- Ele foi com a gente?
- Desencana. Fica tranquila. Vai que a Angelina adotou...
- Fala sério, vc nem gostava dele tanto assim.
- Ah, ele era tão enjoadinho. Arruma outro.
=]
30 janeiro, 2010
24 janeiro, 2010
21 janeiro, 2010
18 janeiro, 2010
07 janeiro, 2010
03 janeiro, 2010
Eu comecei 2009 brigando. Com os caras da oficina do carro, coisa que durou meses.
Depois brigando com os caras da reforma da banheiro.
Em seguida, com a sobrevivência.
Com a conquista de novas contas.
E com a conservação de outras.
Passei 2009 brigando. Comgas. Seguro do carro.
Não tive sossego.
Cheguei em novembro exausta.
Terminei dezembro inteira.
Em 2010 há de ser mais feminino.
Depois brigando com os caras da reforma da banheiro.
Em seguida, com a sobrevivência.
Com a conquista de novas contas.
E com a conservação de outras.
Passei 2009 brigando. Comgas. Seguro do carro.
Não tive sossego.
Cheguei em novembro exausta.
Terminei dezembro inteira.
Em 2010 há de ser mais feminino.
24 dezembro, 2009
18 dezembro, 2009
O garoto triste e a gaita perdida.
Da arte de (quase) perder amigos – Parte I.
- Eles eram muito amigos. Não aqueles amigos de longa
data. Mas foram fiéis companheiros de masmorra e açoite por
madrugadas a fio, nos tempos de trabalho árduo na
Máquina de Moer Ossos. A lealdade se estendia também aos
momentos de alento, nas maratonas improváveis, vagando
pela cidade, contando as mazelas da vida e do coração,
afogando mágoas diversas e fechando bares até o dia amanhecer, em
busca da saideira perfeita. “Não perdoe quem lhe deu uma facada nas costas, apenas porque outro alguém lhe deu dois tiros no coração depois”, ela lhe ensinara uma vez. Ele aprendeu.
Escolhas e destinos encarregaram-se de separá-los temporariamente.
Ela foi trabalhar numa obscura Mina de Carvão em um bairro
distante. Bem mais tarde, obteve a dádiva de ser convidada
a trabalhar na torre de marfim de um pequeno Castelo
Encantado, do outro lado da ponte. A vida voltou-lhe a ser gentil.
Ele, aproveitando a larga experiência em rolling playing, aprimorou-se com
esmero e competência no ofício de mentor e comandante de um pequeno
exército de jovens obstinados.
Há alguns meses, os dois amigos se reencontram numa
noite de chuva fraca, trânsito lento e temperatura amena.
Tudo tornou-se especialmente alegre, em nome dos velhos
tempos. Colocaram muitos assuntos em dia, boas histórias foram
contadas entre goles de bom vinho e longas gargalhadas. Aderiram à
prática vulgar da fofoca rasteira e do escutar conversas da mesa ao lado. Ao final de mais uma madrugada ébria, combinaram de se encontrar novamente dali a um ano.
Cada um seguiu seu rumo e, ao virar a primeira esquina a caminho de casa, ela notou que ele deixara cair acidentalmente a gaita mais estimada,
entre o banco do passageiro e o freio de mão.
No primeiro dia útil em que foi possível trocarem
mensagens instantâneas, ele, temendo pela resposta,
perguntou se, por acaso, a gaita teria ficado no carro dela.
Se tivesse caído no restaurante, já era. Aliviado com a
afirmativa, ele ressaltou, enfático, que a devolução
da gaita não estava inclusa no pacote de coisas que ficaram
combinadas para o próximo encontro. - Um ano é muito
tempo, vamos deixar minha gaita fora disso, ele alegou
sabiamente.
Ela, cruel e indiferente, tripudiou da aflição do dileto
amigo. Vazou. Ficou um bom tempo sem dar as caras ou uma notícia sequer.
Assoberbada pelo excesso de afazeres ela estava. Usou uma
vez a argumentação manjada para o sumiço e a indiferença.
Ele seguia a vida. Porém sem nunca entender, quase dois
meses depois, porque inexplicavelmente lhe estava sendo
negada devolução da sua tão querida gaita, por sua
tão estimada amiga. Mas a vida dele seguia mesmo em
frente. E cada vez que amigos o convidavam para uma festa,
ou para uma pequena reunião, ou mesmo quando estava sozinho em casa, ele lembrava-se com saudades da gaita e com uma certa raivinha da amiga
ingrata. Ela não toca gaita, afinal. Nunca se interessou por gaitas. Não tem fetiches por gaitistas. É até provável que odeie gaitas. E gaitistas e gaiatos em geral. Chegou a cogitar que ela tivesse jogado sua gaita pela janela. Trocado por barbitúricos. Doado para a faxineira. Ou que houvessem tantas outras gaitas misturadas em sua lotada gaveta de achados e perdidos, que talvez ela nem soubesse mais qual era de quem. Vaca.
Passaram-se mais de dois meses e ela permanecia blasé com
respostas evasivas, frases clichês, acenos de encontros para devolução, lançados displicentemente do alto de sua torre.
Ele estava a um passo de começar a odiá-la com força.
Fez uma última tentativa de negociação: - Leve a
minha gaita para sua torre de marfim no pequeno Castelo
Encantado e eu mando um mensageiro buscar. Simples assim.
Cheia de orgulho e brios, a moça respondeu que ela mesma
se encarregaria de providenciar o mensageiro, fazia questão e
blá-blá.
Não se sabe até hoje se por leviandade, falta de consideração e descaso, nunca conseguia se lembrar de levar a gaita da discórdia para o Castelo Encantando, a princesinha avoada. Alegava esquecimento e o tal do estresse. Na prática, não se importava com nada que orbitasse dois metros adiante do seu umbigo perfeito.
Até onde se tem notícia, ele ainda se pergunta porque
ela insiste em manter confiscado um mero troféu do acaso. Sem função
e sem significado.
Enquanto ela ainda até hoje se pergunta: o que pode haver de tão
importante naquela gaita tosca? Que cara mimadinho..,
- Mas ela devolveu a gaita?
- Até onde eu sei, não. É bem provável que tenha trocado por barbitúricos.
17 dezembro, 2009
09 dezembro, 2009
06 dezembro, 2009
03 dezembro, 2009
Em vez de ir almoçar, fui às compras em petit comitê com colegas da firrrma.
Foi quando eu me deparei no meio do bazar da Cori.
De enlouquecer.
Exemplo: tubinho Pied-de-poule, de alças largas e decote dissimulado.
Estilo Jackie K. O meu predileto pro resto da vida.
O chamisier roxo. A regata salmão. O trapézio marinho.
Escalpelei-me, é fato.
Minha cabeça dói pelas peças que comprei. E pela saudade das que não comprei.
Melhor nem pensar.
Foi quando eu me deparei no meio do bazar da Cori.
De enlouquecer.
Exemplo: tubinho Pied-de-poule, de alças largas e decote dissimulado.
Estilo Jackie K. O meu predileto pro resto da vida.
O chamisier roxo. A regata salmão. O trapézio marinho.
Escalpelei-me, é fato.
Minha cabeça dói pelas peças que comprei. E pela saudade das que não comprei.
Melhor nem pensar.
02 dezembro, 2009
Queridos,
Nunca nos quase 9 anos (!) de história deste Ventilador alguém pediu direito de resposta. Pois como para tudo na vida existe uma primeira vez, segue abaixo a réplica solicitada.
Com a palavra, Visionário da Cabeça Quadrada (?).
" Rá perdeu! Disse peremptoriamente a bela dama...
Obrigo-me a um singelo direito de resposta.
A perfeição vem da prática, afirmo novamente a batida máxima que deve ter sido posta no mundo por um pai Mesopotânico ou talvez uma mãe Anatóliana, dada a quantidade de primaveras da dita cuja.
Porém... apenas porém... a dama (reafirmar o adjetivo acima apenas serviria para incentivar a vaidade... esse pecaminoso sentimento sem a qual as mulheres seriam homens, mas condenado segundo o livro dos seguidores do Um Deus), voltando: a dama deixa-se levar pela oportunidade de um leve chiste, um lazer de leve com a minha face, como diriam nossos vizinhos cariocas mais dados aos coloquialismos, e assim deixa uma lacuna em sua tão bem redigida tese. Explico-me:
O que é a prática, a busca diante da perfeição inata de um ato?
Há aqueles que buscam constantemente. Que com o passar dos anos (talvez décadas) chegam a patamares inimagináveis em seus caminhos, com obras realmente dignas de lágrimas. Mas, haveria alguém de perguntar à grande maioria deles, os maiores mestres - e aqui refiro-me não aos geniaizinhos do dia a dia, e sim aos irrefutáveis, como Da Vinci, Verne, Platão, Aristóteles e muitos etcs, com o perdão da linha do tempo emaranhada - se eles alcançaram seu apogeu, sua dita perfeição através de tanta prática e teria como resposta - aqui me abro para um pequeno devaneio boêmio: seria capaz de que se sentasse, pedisse uma bebida contemporânea à época, e passasse algumas horas fazendo com que o infeliz se arrependesse de ter entrado numa máquina do tempo e ido pra tão longe de casa perguntar uma idiotice dessas. A perfeição é apenas vista em espelhos que não refletem a luz, cara dama; jamais é percebida pelos que a carregam.
E agora mais um ponto de concordância discutida: no suicídio não se aplica mesmo. Por que, e perdoem-me os otimistas não românticos, o suicídio é perfeito em si.
É um ato discutível, é bem verdade, porém em qualquer uma de suas muitas formas alcança sempre o mesmo objetivo. Na mesma intensidade e efeito. Transforma a vida em morte, rápida ou lenta, dolor ou não, com perfeição.
Sem mais, paro agora e saio para uma leve carraspana (sim, essa eu aprendi com vc), deixo aqui, tanto a réplica quanto a dama, para reflexão. E espero, com água na boca, a tréplica.
Visionário da Cabeça Quadrada."
Nunca nos quase 9 anos (!) de história deste Ventilador alguém pediu direito de resposta. Pois como para tudo na vida existe uma primeira vez, segue abaixo a réplica solicitada.
Com a palavra, Visionário da Cabeça Quadrada (?).
" Rá perdeu! Disse peremptoriamente a bela dama...
Obrigo-me a um singelo direito de resposta.
A perfeição vem da prática, afirmo novamente a batida máxima que deve ter sido posta no mundo por um pai Mesopotânico ou talvez uma mãe Anatóliana, dada a quantidade de primaveras da dita cuja.
Porém... apenas porém... a dama (reafirmar o adjetivo acima apenas serviria para incentivar a vaidade... esse pecaminoso sentimento sem a qual as mulheres seriam homens, mas condenado segundo o livro dos seguidores do Um Deus), voltando: a dama deixa-se levar pela oportunidade de um leve chiste, um lazer de leve com a minha face, como diriam nossos vizinhos cariocas mais dados aos coloquialismos, e assim deixa uma lacuna em sua tão bem redigida tese. Explico-me:
O que é a prática, a busca diante da perfeição inata de um ato?
Há aqueles que buscam constantemente. Que com o passar dos anos (talvez décadas) chegam a patamares inimagináveis em seus caminhos, com obras realmente dignas de lágrimas. Mas, haveria alguém de perguntar à grande maioria deles, os maiores mestres - e aqui refiro-me não aos geniaizinhos do dia a dia, e sim aos irrefutáveis, como Da Vinci, Verne, Platão, Aristóteles e muitos etcs, com o perdão da linha do tempo emaranhada - se eles alcançaram seu apogeu, sua dita perfeição através de tanta prática e teria como resposta - aqui me abro para um pequeno devaneio boêmio: seria capaz de que se sentasse, pedisse uma bebida contemporânea à época, e passasse algumas horas fazendo com que o infeliz se arrependesse de ter entrado numa máquina do tempo e ido pra tão longe de casa perguntar uma idiotice dessas. A perfeição é apenas vista em espelhos que não refletem a luz, cara dama; jamais é percebida pelos que a carregam.
E agora mais um ponto de concordância discutida: no suicídio não se aplica mesmo. Por que, e perdoem-me os otimistas não românticos, o suicídio é perfeito em si.
É um ato discutível, é bem verdade, porém em qualquer uma de suas muitas formas alcança sempre o mesmo objetivo. Na mesma intensidade e efeito. Transforma a vida em morte, rápida ou lenta, dolor ou não, com perfeição.
Sem mais, paro agora e saio para uma leve carraspana (sim, essa eu aprendi com vc), deixo aqui, tanto a réplica quanto a dama, para reflexão. E espero, com água na boca, a tréplica.
Visionário da Cabeça Quadrada."
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