Dominguinho escroto este, hã?
Tá certo que teve festa de aniversário familiar, mas eu não tava me sentindo nada bem, fisicamente.
Fui de taxi à casa da Cissa-Mãe.
Agora, me diz: como se consegue um taxi, de volta, às 20h30 de um domingo que choveu torrecialmenteo dia inteiro?
Sim. Eu consegui. Os créditos vão para os anjos da guarda de plantão.
24 março, 2002
22 março, 2002
21 março, 2002
A sessão foi mais de hora e meia. Eu mereço. ;O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
Daqui a uma semana, vou voltar a Belém. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Ganhei o Toda a Mafalda de presente de aniversário. Do Nestor. Eu gostava muito do Nestor. Era amigão de um ex-namorado meu. O Heraldo. Eu gostava muito do Heraldo também. Ele era uma espécie de um irmão que eu não tive. Talvez seja por isso que a gente não tenha dado certo.
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
20 março, 2002
15 março, 2002
Ontem, experimentei preparar o risoto de cogumelo Tio João.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Na terça-feira, estava me sentindo fraquinha, fraquinha.
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Esta foi uma semana de férias forçadas.
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
09 março, 2002
Coisas que só acontecem comigo...
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
06 março, 2002
Sei não. Tem algo estranho rolando por aqui.
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
05 março, 2002
Tava eu, agora há pouco, lá o Totalmente Bridget www.leleber.blogspot.com e li que a doida terminou uma noite insana no Chicohamburguer.
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
03 março, 2002
Compramos um brinquedinho novo pro maleta.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Ontem, foi aniversário do Godzila - o demolidor de lares. Cinco aninhos. Não é meigo? :O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
23 fevereiro, 2002
publicada em 23/2/2002, às 14:00:00
MORRE CHUCK JONES, UM DOS MESTRES DO DESENHO ANIMADO
O mestre dos desenhos animados Chuck Jones, criador de personagens como Coiote e o Papa-Léguas, morreu na sexta-feira em sua casa de Corona del Mar, perto de Los Angeles, nos EUA.
Jones morreu aos 90 anos vítima de um ataque cardíaco, depois de sofrer diversos problemas de saúde nos últimos meses.
Para muitos, sua obra é considerada como uma das mais importantes no campo da animação, comparável inclusive com a do "gênio" Walt Disney.
Jones fez parte da "Idade de Ouro" da animação nos estúdios Warner e foi um dos cinco criadores de personagens imortais como Bugs Bunny (Pernalonga), Daffy Duck (Patolino) ou o porquinho Porky (Gaguinho), aos quais deu sua forma e personalidade definitiva.
Além disso, de sua mente surgiram personagens como o Coiote, sempre perseguindo o Papa-Léguas sem sucesso; o marciano Marvin; o gambá Pepe le Pew, sempre tentando namorar alguma gatinha com seu sotaque francês.
A obra deste prolífico artista cuja carreira durou mais de 60 anos durante os quais realizou 300 produções de animação, foi recompensada com numerosos prêmios, entre eles três prêmios Oscar como diretor e um Oscar de Honra que foi concedido em 1996.
Além disso, uma de suas obras mais conhecidas, o curta-metragem "What`s Opera Doc?", foi incluída em 1992 nos arquivos nacionais como "um dos filmes mais importantes de nosso tempo, tanto em nível cultural como histórico e estético".
Nascido em Spokane, Washington, Jones teve a oportunidade de observar os grandes do cinema mudo como Charles Chaplin ou Buster Keaton quando trabalhou como ator-mirim nas comédias de Mac Sennett.
Sua carreira no mundo da animação começou com ele limpando acetatos para Ub Iwerks, o criador do Mickey Mouse, uma vez que este abandonou os estúdios Disney.
Posteriormente, trabalhou para a Warner, à frente da conhecida como "terraço dos cupins", a área de trabalho desses animadores que deram ao mundo alguns dos desenhos animados mais irreverentes de todos os tempos.
Em seus últimos anos, Jones voltaria a esse mesmo edifício com seu último estúdio, com o qual voltou a dar vida a seus personagens mais populares.
No momento de sua morte, Jones estava acompanhado de sua mulher, Marian, sua filha, Linda, entre outros familiares e amigos.
As informações são do Último Segundo.
MORRE CHUCK JONES, UM DOS MESTRES DO DESENHO ANIMADO
O mestre dos desenhos animados Chuck Jones, criador de personagens como Coiote e o Papa-Léguas, morreu na sexta-feira em sua casa de Corona del Mar, perto de Los Angeles, nos EUA.
Jones morreu aos 90 anos vítima de um ataque cardíaco, depois de sofrer diversos problemas de saúde nos últimos meses.
Para muitos, sua obra é considerada como uma das mais importantes no campo da animação, comparável inclusive com a do "gênio" Walt Disney.
Jones fez parte da "Idade de Ouro" da animação nos estúdios Warner e foi um dos cinco criadores de personagens imortais como Bugs Bunny (Pernalonga), Daffy Duck (Patolino) ou o porquinho Porky (Gaguinho), aos quais deu sua forma e personalidade definitiva.
Além disso, de sua mente surgiram personagens como o Coiote, sempre perseguindo o Papa-Léguas sem sucesso; o marciano Marvin; o gambá Pepe le Pew, sempre tentando namorar alguma gatinha com seu sotaque francês.
A obra deste prolífico artista cuja carreira durou mais de 60 anos durante os quais realizou 300 produções de animação, foi recompensada com numerosos prêmios, entre eles três prêmios Oscar como diretor e um Oscar de Honra que foi concedido em 1996.
Além disso, uma de suas obras mais conhecidas, o curta-metragem "What`s Opera Doc?", foi incluída em 1992 nos arquivos nacionais como "um dos filmes mais importantes de nosso tempo, tanto em nível cultural como histórico e estético".
Nascido em Spokane, Washington, Jones teve a oportunidade de observar os grandes do cinema mudo como Charles Chaplin ou Buster Keaton quando trabalhou como ator-mirim nas comédias de Mac Sennett.
Sua carreira no mundo da animação começou com ele limpando acetatos para Ub Iwerks, o criador do Mickey Mouse, uma vez que este abandonou os estúdios Disney.
Posteriormente, trabalhou para a Warner, à frente da conhecida como "terraço dos cupins", a área de trabalho desses animadores que deram ao mundo alguns dos desenhos animados mais irreverentes de todos os tempos.
Em seus últimos anos, Jones voltaria a esse mesmo edifício com seu último estúdio, com o qual voltou a dar vida a seus personagens mais populares.
No momento de sua morte, Jones estava acompanhado de sua mulher, Marian, sua filha, Linda, entre outros familiares e amigos.
As informações são do Último Segundo.
Voltei a fazer psicoterapia, pasme você.
Talvez a isso se deva minha ausência temporária, por estas paragens.
Meus registros pessoais adotaram outro endereço. Eram íntimos demais. Sorry!
Tenho, agora, uma lição de casa a cumprir: imaginar finais felizes para as situações cotidianas que parecem ameaçadoras.
Ok. Vamos lá!
Garibaldo (o pássaro-pirulão da Vila Sésamo) reencarnou, anos depois, como um pé de abacaxi.
Isso, isso! Lindo!
O Garibaldo adorava abacaxi, vcs devem se lembrar disso.
Não me pergunte por que lembrei do Garibaldo, agora.
Talvez pelo adiantado da hora.
Ou talvez porque o Garibaldo fazia aniversário no mesmo dia que eu: 13 de dezembro.
Dia do marinheiro. Meu Marujo é marinheiro. E eu adoro abacaxi. :O)
Li, outro dia, que o Selênio, um elemento químico, presente em grande quantidade no abacaxi e na castanha-do-pará. ajuda a regular o bom humor.
Garibaldo, alegria, Vila Sésamo, abacaxi. Pará.
Belém.
Meu Marujo tá lá.
E eu posso ir e voltar. ;O)
Talvez a isso se deva minha ausência temporária, por estas paragens.
Meus registros pessoais adotaram outro endereço. Eram íntimos demais. Sorry!
Tenho, agora, uma lição de casa a cumprir: imaginar finais felizes para as situações cotidianas que parecem ameaçadoras.
Ok. Vamos lá!
Garibaldo (o pássaro-pirulão da Vila Sésamo) reencarnou, anos depois, como um pé de abacaxi.
Isso, isso! Lindo!
O Garibaldo adorava abacaxi, vcs devem se lembrar disso.
Não me pergunte por que lembrei do Garibaldo, agora.
Talvez pelo adiantado da hora.
Ou talvez porque o Garibaldo fazia aniversário no mesmo dia que eu: 13 de dezembro.
Dia do marinheiro. Meu Marujo é marinheiro. E eu adoro abacaxi. :O)
Li, outro dia, que o Selênio, um elemento químico, presente em grande quantidade no abacaxi e na castanha-do-pará. ajuda a regular o bom humor.
Garibaldo, alegria, Vila Sésamo, abacaxi. Pará.
Belém.
Meu Marujo tá lá.
E eu posso ir e voltar. ;O)
15 fevereiro, 2002
Ai, ai.
Tô tãããão feliz.
Saí do trabalho, passei no supermercado e, milagrosamente, encontrei o Chá de Ursinho.
Acabou o meu tormento. Adeus, noites insones.
Chá de Ursinho é uma dádiva: uma angelical mistura de flores de camomila, folhas de menta, capim-limão, flores de tília, folhas de amora preta, flores de laranjeira, frutos de pilriteiro e fruto de roseira.
Não é meigo?
Bendito seja, Sleepytime, amém.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
Tô tãããão feliz.
Saí do trabalho, passei no supermercado e, milagrosamente, encontrei o Chá de Ursinho.
Acabou o meu tormento. Adeus, noites insones.
Chá de Ursinho é uma dádiva: uma angelical mistura de flores de camomila, folhas de menta, capim-limão, flores de tília, folhas de amora preta, flores de laranjeira, frutos de pilriteiro e fruto de roseira.
Não é meigo?
Bendito seja, Sleepytime, amém.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
14 fevereiro, 2002
Foram poucos dias por lá. Menos do que eu merecia.
Mas deu tempo de fazer um passeio de barco, conhecer aquele município que tem as cerâmicas marajoara, comer caldeirada de peixe ao tucupi, experimentar aquele prato feito da folha da mandioca - que sempre esqueço o nome, tomar litros de sorvete de castanha-do-pará e de açaí. E, sim, claro, calma, meninas: deu tempo de comprar todas aquelas encomendas ecologicamente incorretas que vocês me fizeram, viu?
O duro foi explicar pra dona Iracilda, que vende as mandingas lá no Ver o Peso, que aquilo tudo não era pra mim. Pela cara com que ela olhava pro Marujo, pelo jeito, não acreditou muito, não.
Cês me fazem passar por cada uma, francamente... :ppp
Mas deu tempo de fazer um passeio de barco, conhecer aquele município que tem as cerâmicas marajoara, comer caldeirada de peixe ao tucupi, experimentar aquele prato feito da folha da mandioca - que sempre esqueço o nome, tomar litros de sorvete de castanha-do-pará e de açaí. E, sim, claro, calma, meninas: deu tempo de comprar todas aquelas encomendas ecologicamente incorretas que vocês me fizeram, viu?
O duro foi explicar pra dona Iracilda, que vende as mandingas lá no Ver o Peso, que aquilo tudo não era pra mim. Pela cara com que ela olhava pro Marujo, pelo jeito, não acreditou muito, não.
Cês me fazem passar por cada uma, francamente... :ppp
Cheguei em Belém pouco mais das 22h30 - horário local. O Marujo não estava me esperando. grrrr.
Aguardei alguns longos 10 minutos. Tempo o suficiente para o meu pé acordar.
Ele chegou! :O) Fomos beber pra comemorar.
Amazon Bier é, realmente, a melhor cerveja do planeta. Principalmente quando acompanhada das meigas patinhas de caranguejo lá da Estação das Docas.
Por volta das 2 da matina, estávamos perdidos a caminho de casa.
Reza a lenda que Deus protege os bêbados e as criancinhas.
Faz sentido.
Aguardei alguns longos 10 minutos. Tempo o suficiente para o meu pé acordar.
Ele chegou! :O) Fomos beber pra comemorar.
Amazon Bier é, realmente, a melhor cerveja do planeta. Principalmente quando acompanhada das meigas patinhas de caranguejo lá da Estação das Docas.
Por volta das 2 da matina, estávamos perdidos a caminho de casa.
Reza a lenda que Deus protege os bêbados e as criancinhas.
Faz sentido.
No sábado, segui caminho. Apesar de ter ido pela TAM, foi um vôo meio tumultuado, cheio de escalas.
A meleca do banco da aeronave era de couro. Antes da primeira escala, minha bunda já estava quadrada e eu tava viajando no corredor. Tava doida pra roubar uma janelinha, na escala em Brasília.
Foi um crime quase perfeito. Pouco antes da decolagem, a dona da janelinha apareceu. Hunf.
Era uma garota muito simpática, mas estava visivelmente abatida. Contou-me que viajou um tempão até Porto Alegre, para embarcar para Belém. Estava em trânsito desde o dia anterior a pobrezinha. Também estava indo encontrar o namorado. Que coisa, né?
Tive ímpetos de oferecer um Lexotan à ela. Mas isso é exercício ilegal de medicina. É muito feio. Ofereci uma balinha. Ela não quis.
Certíssima. Não se deve aceitar balinhas de estranhos, por mais inocentes que pareçam.
Fomos conversando sobre as agruras dos namoros à distância. Praguejamos juntas a maldita escala em Marabá, que atrasou nossa chegada em mais meia hora - o que é uma eternidade, quando se está doida pra chegar logo e com a bunda quadrada desde Uberlândia.
Ela me deu algumas dicas preciosas sobre lugares para se conhecer em Belém. Falou de um pequeno município, acho que Ica...Icaroaci, acho. Uma cidade onde fabricam cerâmica marajoara. Falou de bons restaurantes.Coisa de quem já conhece a cidade de longa data. ;O)
Sem que a gente se desse conta, o comandante anunciou a operação de descida no aeroporto internacional de Belém.
Nada como uma boa prosa pro tempo passar mais rápido e você esquecer a sensação de que sua bunda está irremediavelmente quadrada.
Procurei meu batom pra dar um jeito na cara, que deveria estar um lixo. Minha nova amiga ofereceu um espelhinho. Nada como a boa e velha solidariedade feminina.
No desembarque, nos despedimos com uma vaga impressão de que a gente ainda vai se encontrar mais vezes nesses vôos da vida.
Vai saber.
Caminhei para a saída apenas com a certeza de que não só a minha bunda estava quadrada, como também meu pé tinha adormecido. Meleca.
A meleca do banco da aeronave era de couro. Antes da primeira escala, minha bunda já estava quadrada e eu tava viajando no corredor. Tava doida pra roubar uma janelinha, na escala em Brasília.
Foi um crime quase perfeito. Pouco antes da decolagem, a dona da janelinha apareceu. Hunf.
Era uma garota muito simpática, mas estava visivelmente abatida. Contou-me que viajou um tempão até Porto Alegre, para embarcar para Belém. Estava em trânsito desde o dia anterior a pobrezinha. Também estava indo encontrar o namorado. Que coisa, né?
Tive ímpetos de oferecer um Lexotan à ela. Mas isso é exercício ilegal de medicina. É muito feio. Ofereci uma balinha. Ela não quis.
Certíssima. Não se deve aceitar balinhas de estranhos, por mais inocentes que pareçam.
Fomos conversando sobre as agruras dos namoros à distância. Praguejamos juntas a maldita escala em Marabá, que atrasou nossa chegada em mais meia hora - o que é uma eternidade, quando se está doida pra chegar logo e com a bunda quadrada desde Uberlândia.
Ela me deu algumas dicas preciosas sobre lugares para se conhecer em Belém. Falou de um pequeno município, acho que Ica...Icaroaci, acho. Uma cidade onde fabricam cerâmica marajoara. Falou de bons restaurantes.Coisa de quem já conhece a cidade de longa data. ;O)
Sem que a gente se desse conta, o comandante anunciou a operação de descida no aeroporto internacional de Belém.
Nada como uma boa prosa pro tempo passar mais rápido e você esquecer a sensação de que sua bunda está irremediavelmente quadrada.
Procurei meu batom pra dar um jeito na cara, que deveria estar um lixo. Minha nova amiga ofereceu um espelhinho. Nada como a boa e velha solidariedade feminina.
No desembarque, nos despedimos com uma vaga impressão de que a gente ainda vai se encontrar mais vezes nesses vôos da vida.
Vai saber.
Caminhei para a saída apenas com a certeza de que não só a minha bunda estava quadrada, como também meu pé tinha adormecido. Meleca.
08 fevereiro, 2002
06 fevereiro, 2002
Mas é como eu sempre digo: amigo é tudo na vida.
Pedi socorro à Rê, e ela veio me resgatar, antes que eu morresse de inanição.
Fomos ao supermercado. Não estava me sentindo nada bem. Escolhi mamão, água de coco, suco de maçã, biscoitos integrais, queijo branco e uma bandeja de LC1. Sim, era uma espécie de Operação Levanta-Defunto.
A Rê, gentilmente, me desovou aqui e procurei me comportar como uma boa menina.
Comi um pouco de queijo, tomei suco e iogurte. O mamão tava duro. Meleca.
Amanhã vai ser melhor. Mamões costumam amadurecer de um dia pro outro, né?
Pedi socorro à Rê, e ela veio me resgatar, antes que eu morresse de inanição.
Fomos ao supermercado. Não estava me sentindo nada bem. Escolhi mamão, água de coco, suco de maçã, biscoitos integrais, queijo branco e uma bandeja de LC1. Sim, era uma espécie de Operação Levanta-Defunto.
A Rê, gentilmente, me desovou aqui e procurei me comportar como uma boa menina.
Comi um pouco de queijo, tomei suco e iogurte. O mamão tava duro. Meleca.
Amanhã vai ser melhor. Mamões costumam amadurecer de um dia pro outro, né?
Estou meio doente, por isso passando uns dias de molho aqui em casa.
Não consigo cozinhar. Passei no supermercado pra umas comprinhas de urgência, ontem: sopinhas da Gerber, alguns kiwis, uma manga e algumas caixinhas de água de coco. Mais saudável, impossível. Certo?
Hum... Mais o menos.
Tudo estaria relativamente perfeito se: eu tivesse conseguido abrir a porra dos potinhos de sopa. Estavam indomáveis.
Os kiwis estavam insuportavelmente azedos. E manga inacreditavelmente verde.
Bosta. Passei o dia, literalmente, à base de pão (velho) e água de coco.
Não consigo cozinhar. Passei no supermercado pra umas comprinhas de urgência, ontem: sopinhas da Gerber, alguns kiwis, uma manga e algumas caixinhas de água de coco. Mais saudável, impossível. Certo?
Hum... Mais o menos.
Tudo estaria relativamente perfeito se: eu tivesse conseguido abrir a porra dos potinhos de sopa. Estavam indomáveis.
Os kiwis estavam insuportavelmente azedos. E manga inacreditavelmente verde.
Bosta. Passei o dia, literalmente, à base de pão (velho) e água de coco.
05 fevereiro, 2002
Mais coisas valiosas na vida. Sim, mais amigos. Não postei ontem por falta de tempo.
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
04 fevereiro, 2002
Se tem uma coisa que é realmente valiosa na vida são os amigos.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
30 janeiro, 2002
Passeamos pelas barraquinhas espremidas entre si. Buscávamos apenas uma entre elas que aparentasse ser mais confiável.
Confesso que isso levou um certo tempo. Mas finalmente, achamos: o plástico que forrava a barraca era limpinho, assim como os panos de prato que forravam o balcão do preparo da comida.
Nos empuleiramos no banco e pedimos, humildemente: - Tem Tacacá?
:O)
Um senhor nos atendeu. Ele olhou pra mim. Olhou pro Marujo.
Voltou a olhar pra mim.
Silêncio sepulcral.
Voltou a olhar pro Marujo.
Após mais um longo silêncio, respondeu: - Tem, mas vá ali naquela barraca. E apontou pro rumo.
À pouca distância, deu pra ver: era uma barraca comandada por uma velhinha que usava uma touca diferente, que parecia um pouco aquelas toucas que as enfermeiras usavam antigamente.
Aquele velhinho tinha uma certa docilidade no olhar e sem questionar nada, seguimos pra barraca da velhinha que usava aquela touca diferente.
Chegamos lá. Marujo pediu: - Tacacá? :O)))
A velhinha olhou pra mim. Olhou pra ele.
Silêncio. Longo silêncio.
Com uma voz baixa e com um sotaque que não consegui entender direito, ela fez alguns gestos. Fomos atrás dela.
Ela falava muito rápido. Difícil de entender.
Gentilmente, nos conduziu à uma plataforma, à beira do rio, onde havia um carrinho pronto pra preparar um Tacacá legal, com lugar pra sentar de costas pra um posto da Delegacia de Polícia e de frente pro rio.
Meleca! Claro, achei o atendimento nota 10!
Mas, porra, eu tenho tanta cara de turista nórdica assim? (Ö)
Confesso que isso levou um certo tempo. Mas finalmente, achamos: o plástico que forrava a barraca era limpinho, assim como os panos de prato que forravam o balcão do preparo da comida.
Nos empuleiramos no banco e pedimos, humildemente: - Tem Tacacá?
:O)
Um senhor nos atendeu. Ele olhou pra mim. Olhou pro Marujo.
Voltou a olhar pra mim.
Silêncio sepulcral.
Voltou a olhar pro Marujo.
Após mais um longo silêncio, respondeu: - Tem, mas vá ali naquela barraca. E apontou pro rumo.
À pouca distância, deu pra ver: era uma barraca comandada por uma velhinha que usava uma touca diferente, que parecia um pouco aquelas toucas que as enfermeiras usavam antigamente.
Aquele velhinho tinha uma certa docilidade no olhar e sem questionar nada, seguimos pra barraca da velhinha que usava aquela touca diferente.
Chegamos lá. Marujo pediu: - Tacacá? :O)))
A velhinha olhou pra mim. Olhou pra ele.
Silêncio. Longo silêncio.
Com uma voz baixa e com um sotaque que não consegui entender direito, ela fez alguns gestos. Fomos atrás dela.
Ela falava muito rápido. Difícil de entender.
Gentilmente, nos conduziu à uma plataforma, à beira do rio, onde havia um carrinho pronto pra preparar um Tacacá legal, com lugar pra sentar de costas pra um posto da Delegacia de Polícia e de frente pro rio.
Meleca! Claro, achei o atendimento nota 10!
Mas, porra, eu tenho tanta cara de turista nórdica assim? (Ö)
29 janeiro, 2002
Vale aqui um parênteses. Eu e o Marujo temos uma tradição, nesses anos todos, de realizar experiências gastronômicas, sem nenhum critério muito rígido.
Quem já foi capaz de enfrentar um caldinho de mocotó, num pé-sujaço ao lado do Lamas - RJ, não seria capaz de recusar uma aventura em plena Belém. Ara! Tão me estranhando?
Eu tinha em mãos duas opções: encarar um Tacacá ou avançar em território absolutamente desconhecido e arriscar um caldinho de carne em um mercadão sinistro, esse sim, suspeitíssimo da cidade.
Hum.. Já que é assim, vamos ao Tacacá.
Quem já foi capaz de enfrentar um caldinho de mocotó, num pé-sujaço ao lado do Lamas - RJ, não seria capaz de recusar uma aventura em plena Belém. Ara! Tão me estranhando?
Eu tinha em mãos duas opções: encarar um Tacacá ou avançar em território absolutamente desconhecido e arriscar um caldinho de carne em um mercadão sinistro, esse sim, suspeitíssimo da cidade.
Hum.. Já que é assim, vamos ao Tacacá.
Passado o sufoco, na manhã seguinte, era hora de explorar as novas paragens.
Consegui umas horinhas vagas pra enfrentar de frente a boa e famosa Belém. :O)
Roteiro traçado, ao acordar e antes de espreguiçar: Ver-o-Peso, Estação das Docas e a Igreja de Nossa Senhora do Nazaré, amém!
Foi tudo que eu consegui pensar.
E lá fomos nós:eu e meu bom e velho Marujo. ;O)
Desembarque 1: Mercado do Ver-o-Peso. (juro que eu não lembro se tem hífem mesmo)
Emoções fortes. Calor, muito calor.
Não sei qual o truque que os fotógrafos conseguem nas fotos jornalísticas, mas o que eu conhecia pelas matérias que eu li, o dito não era assim, tão digamos... Tá vamos aos fatos.
A parte renovada do Mercado tá bonitona. Banquinhas bonitas, ajeitadas, frutas, legumes, tipo uma feira-livre, ao redor.
O bicho começa a pegar mesmo na ala das barraquinhas de comida.
Como diria Luis Fernando Veríssimo, me pareceu algo que soa como o limite entre a vida inteligente e a vida orgânica.
Esqueça qualquer parâmetro normal de higiene ou qualquer outra regra.
Ora, bolas, relax! Nada que a visão de um churrasquinho grego com suco - tang sabor laranja - de grátis vc já não tenha visto na vida, em plena Av. São João. Larga a mão de frescura! ;O)
Consegui umas horinhas vagas pra enfrentar de frente a boa e famosa Belém. :O)
Roteiro traçado, ao acordar e antes de espreguiçar: Ver-o-Peso, Estação das Docas e a Igreja de Nossa Senhora do Nazaré, amém!
Foi tudo que eu consegui pensar.
E lá fomos nós:eu e meu bom e velho Marujo. ;O)
Desembarque 1: Mercado do Ver-o-Peso. (juro que eu não lembro se tem hífem mesmo)
Emoções fortes. Calor, muito calor.
Não sei qual o truque que os fotógrafos conseguem nas fotos jornalísticas, mas o que eu conhecia pelas matérias que eu li, o dito não era assim, tão digamos... Tá vamos aos fatos.
A parte renovada do Mercado tá bonitona. Banquinhas bonitas, ajeitadas, frutas, legumes, tipo uma feira-livre, ao redor.
O bicho começa a pegar mesmo na ala das barraquinhas de comida.
Como diria Luis Fernando Veríssimo, me pareceu algo que soa como o limite entre a vida inteligente e a vida orgânica.
Esqueça qualquer parâmetro normal de higiene ou qualquer outra regra.
Ora, bolas, relax! Nada que a visão de um churrasquinho grego com suco - tang sabor laranja - de grátis vc já não tenha visto na vida, em plena Av. São João. Larga a mão de frescura! ;O)
28 janeiro, 2002
Serviço de Utilidade Pública - ou de Futilidade Pública, se assim preferir. ;O)
Meninas, atenção!
Num coquetel formal, evitem as empadas.
A todo custo.
Sei que isso é um sacrifício descomunal. Eu sei. Mas, pensem bem: salto alto, calor, sem ar condicionado, pés doendo. Sim, existe coisa pior. Você é capaz de resistir ao apelo de uma empada.
Fé, irmãs.
Pensem bem.
Não existe armadilha pior na vida social de uma mulher do que uma simples e inocente empadinha na bandeja.
Você olha pra ela, ela olha pra você. Você imagina aquela massa macia, esfarelenta, recheio cremoso, provavelmente de camarão ou de palmito. (se for de frango, fuja da festa. Empada de frango não está à sua altura. Você não gastou horas planejando o vestido e se maquiando pra dar de cara com uma empada de frango com milho. Hunf! )
Pensa noutra coisa que passa. Seja forte.
Lembre que aquela massa macia irá se derreter na sua boca. E vai se alojar, incomodamente, naquele espaço que existe entre seus dentes, por menor que ele seja.
Pior do que isso: Lei de Murphy existe e costuma entrar em ação exatamente nessas horas. Por exemplo, na primeira abocanhada, alguém vai dirigir a palavra a você. E você estará com aquela massa disforme, dissolvendo na sua boca e se alojando confortavelmente naqueles malditos espacinhos que existem entre seus dentes.
Constrangida, você será obrigada a grunir: Féra aí.. (enquanto, difarçadamente, tenta dar conta daquela massaroca que se formou na sua boca)
Não se iluda: não só você terá uma massaroca alojada entre seus dentes, como também um rastro constrangedor poderá ter escorrido entre a sua boca e seu queixo, sem perceber. Empadinhas são sorrateiras. Todos os guardanapos do mundo não seriam capazes de dar conta de tamanha fúria.
Pior do que isso, elas deixam marcas em sua roupa. Inocentes poeirinhas da massa podem se alojar em sua roupa. Você, desavisada, pode tentar dar um pitaco nelas. E aí, o caráter traiçoeiro da inocente empada se revela: deixa um rastro de poeira e gordura na sua roupa novinha em folha.
Sim, aceite esse fato cruel: empadinhas de buffet são traiçoeiras e podem acabar com a sua imagem.
Fujam delas.
Recuse. Resista bravamente.
Se você usa aparelho e o garçom insistir, chame a polícia. Você estará coberta de razão. ;O)
Meninas, atenção!
Num coquetel formal, evitem as empadas.
A todo custo.
Sei que isso é um sacrifício descomunal. Eu sei. Mas, pensem bem: salto alto, calor, sem ar condicionado, pés doendo. Sim, existe coisa pior. Você é capaz de resistir ao apelo de uma empada.
Fé, irmãs.
Pensem bem.
Não existe armadilha pior na vida social de uma mulher do que uma simples e inocente empadinha na bandeja.
Você olha pra ela, ela olha pra você. Você imagina aquela massa macia, esfarelenta, recheio cremoso, provavelmente de camarão ou de palmito. (se for de frango, fuja da festa. Empada de frango não está à sua altura. Você não gastou horas planejando o vestido e se maquiando pra dar de cara com uma empada de frango com milho. Hunf! )
Pensa noutra coisa que passa. Seja forte.
Lembre que aquela massa macia irá se derreter na sua boca. E vai se alojar, incomodamente, naquele espaço que existe entre seus dentes, por menor que ele seja.
Pior do que isso: Lei de Murphy existe e costuma entrar em ação exatamente nessas horas. Por exemplo, na primeira abocanhada, alguém vai dirigir a palavra a você. E você estará com aquela massa disforme, dissolvendo na sua boca e se alojando confortavelmente naqueles malditos espacinhos que existem entre seus dentes.
Constrangida, você será obrigada a grunir: Féra aí.. (enquanto, difarçadamente, tenta dar conta daquela massaroca que se formou na sua boca)
Não se iluda: não só você terá uma massaroca alojada entre seus dentes, como também um rastro constrangedor poderá ter escorrido entre a sua boca e seu queixo, sem perceber. Empadinhas são sorrateiras. Todos os guardanapos do mundo não seriam capazes de dar conta de tamanha fúria.
Pior do que isso, elas deixam marcas em sua roupa. Inocentes poeirinhas da massa podem se alojar em sua roupa. Você, desavisada, pode tentar dar um pitaco nelas. E aí, o caráter traiçoeiro da inocente empada se revela: deixa um rastro de poeira e gordura na sua roupa novinha em folha.
Sim, aceite esse fato cruel: empadinhas de buffet são traiçoeiras e podem acabar com a sua imagem.
Fujam delas.
Recuse. Resista bravamente.
Se você usa aparelho e o garçom insistir, chame a polícia. Você estará coberta de razão. ;O)
Chegou a hora do indefectível coquetel. Só para os oficiais e poucos convidados.
Calor. Sede. Meus pezinhos. Ai.
Ufa! Sofá, bebida, comida e ar condicionado.
Era tudo que eu precisava.
Um pouco mais relaxada, comecei a entender um pouco o meu novo papel.
A esposa do comandante é mesmo uma espécie de primeira-dama da Vila. Promove chás, reuniões entre as esposas dos comandantes. Eu jurava que essas coisas só existiam em novela.
A mulherada ficou surpresa ao saber que eu não iria morar lá. Disse que iria mensalmente visitar, aproveitar os feriados prolongados.
Confesso que achei tudo muito divertido e fui muito bem recebida. Óbvio que cometi algumas gafes protocolares, mas foda-se. É o meu jeitinho. :O)
Calor. Sede. Meus pezinhos. Ai.
Ufa! Sofá, bebida, comida e ar condicionado.
Era tudo que eu precisava.
Um pouco mais relaxada, comecei a entender um pouco o meu novo papel.
A esposa do comandante é mesmo uma espécie de primeira-dama da Vila. Promove chás, reuniões entre as esposas dos comandantes. Eu jurava que essas coisas só existiam em novela.
A mulherada ficou surpresa ao saber que eu não iria morar lá. Disse que iria mensalmente visitar, aproveitar os feriados prolongados.
Confesso que achei tudo muito divertido e fui muito bem recebida. Óbvio que cometi algumas gafes protocolares, mas foda-se. É o meu jeitinho. :O)
Começou a cerimônia.
Tudo muito objetivo: uma passagem comando.
Discurso do Almirante. Discurso do Comandante que está saindo e discurso do Comandante que está assumindo.
Coisa rápida. No discurso do Marujo, a minha surpresa. Ele falou da dor de se separar da família e do meu apoio irrestrito à sua decisão de assumir esse comando. Referiu-se a mim como sua esposa.
Uia! Eu casei! :O))
Fiquei extremamente comovida. De verdade. Mas tive que conter minhas lágrimas.
Eu não podia borrar a porra do meu rímel depois daquela trabalheira toda. :pp
Tudo muito objetivo: uma passagem comando.
Discurso do Almirante. Discurso do Comandante que está saindo e discurso do Comandante que está assumindo.
Coisa rápida. No discurso do Marujo, a minha surpresa. Ele falou da dor de se separar da família e do meu apoio irrestrito à sua decisão de assumir esse comando. Referiu-se a mim como sua esposa.
Uia! Eu casei! :O))
Fiquei extremamente comovida. De verdade. Mas tive que conter minhas lágrimas.
Eu não podia borrar a porra do meu rímel depois daquela trabalheira toda. :pp
Cheguei no local da cerimônia. Oficiais e a marujada toda com farda de festa: todos de branco.
Alguns convidados, uns 50. Calor, muito calor. Minha amiga me apresentou, informalmente, à algumas pessoas, como a esposa do Comandante. E num é que essa coisa de primeira-dama existe mesmo, rapaz? Eu achava que era brincadeira do Marujo.
Calor. Bosta. Num tem cadeira. Vai ser tudo de pé.
Meleca.
Procurei o Marujo. Achei.
Sim, quase desmaiei. Ele estava lin-do!
Nesses anos todos, eu nunca o tinha visto fardado, acredita?
Lin-do!!!!! Ele me viu. Veio falar comigo. Cochichou ao meu ouvido que eu estava linda. (ele é um gentleman ;O)
A pergunta que não queria calar era: pra que as luvas? É estranho ver o Marujo de luvas brancas. :O)
Alguns convidados, uns 50. Calor, muito calor. Minha amiga me apresentou, informalmente, à algumas pessoas, como a esposa do Comandante. E num é que essa coisa de primeira-dama existe mesmo, rapaz? Eu achava que era brincadeira do Marujo.
Calor. Bosta. Num tem cadeira. Vai ser tudo de pé.
Meleca.
Procurei o Marujo. Achei.
Sim, quase desmaiei. Ele estava lin-do!
Nesses anos todos, eu nunca o tinha visto fardado, acredita?
Lin-do!!!!! Ele me viu. Veio falar comigo. Cochichou ao meu ouvido que eu estava linda. (ele é um gentleman ;O)
A pergunta que não queria calar era: pra que as luvas? É estranho ver o Marujo de luvas brancas. :O)
O calor era dos diabos.
E úmido, muito úmido.
A impressão era que eu tinha caído num grande caldeirão de sopa.
Meleca. Minha pressão costuma cair nesses casos.
Não. Eu não vou dar esse vexame. Não esse.
Por volta das 9h15, minha amiga passou em casa com a esposa de outro oficial pra seguirmos pra bendita cerimônia.
Comecei a achar que minha roupa estava básica demais, mas era tarde demais. Foda-se. Eu tava no meu estilo. Eu era a primeira-dama. Estava lançando o estilo jamanteano de se vestir. Ueba. Até que isso é divertido. ;O)
E úmido, muito úmido.
A impressão era que eu tinha caído num grande caldeirão de sopa.
Meleca. Minha pressão costuma cair nesses casos.
Não. Eu não vou dar esse vexame. Não esse.
Por volta das 9h15, minha amiga passou em casa com a esposa de outro oficial pra seguirmos pra bendita cerimônia.
Comecei a achar que minha roupa estava básica demais, mas era tarde demais. Foda-se. Eu tava no meu estilo. Eu era a primeira-dama. Estava lançando o estilo jamanteano de se vestir. Ueba. Até que isso é divertido. ;O)
O dia tão temido e esperado chegou.
Fui me arrumar onde seria a nossa nova casa.
Minha cara tava um lixo e levou deu um certo trabalho para que minha maquiagem perpetrasse algum milagre. Meleca.
Eu estava um pouco nervosa, não sei bem como me comportar nessas cerimônias lotadas de formalidades protocolares. Um pouco antes, Marujo me deu uns toques básicos, do tipo: se eu te apresentar a um oficial, por exemplo - comandante fulano e sua esposa, dona fulana. Você, necessariamente, vai se dirigir à criatura como comandante fulano e à sua esposa, como dona fulana. Você a chamará de DONA fulana, até que ela libere ser chamada pelo nome. Certo?
Certo.
Pra minha sorte, eu conhecia a esposa de uns dos oficiais. Ela me deu a maior força. Eu tava sozinha e ela passou lá pra ver se eu precisava de alguma coisa. Agradeci a atenção e disse que tava dando pra me virar sozinha. Antes de sair, virou-se pra mim e solidária perguntou: quer que eu chame um maquiador pra você? Ele vem em casa. Dá tempo. Quer?
Puta merda. Eu devia estar pior do que o espelho me mostrava. (Ö) .
Fui me arrumar onde seria a nossa nova casa.
Minha cara tava um lixo e levou deu um certo trabalho para que minha maquiagem perpetrasse algum milagre. Meleca.
Eu estava um pouco nervosa, não sei bem como me comportar nessas cerimônias lotadas de formalidades protocolares. Um pouco antes, Marujo me deu uns toques básicos, do tipo: se eu te apresentar a um oficial, por exemplo - comandante fulano e sua esposa, dona fulana. Você, necessariamente, vai se dirigir à criatura como comandante fulano e à sua esposa, como dona fulana. Você a chamará de DONA fulana, até que ela libere ser chamada pelo nome. Certo?
Certo.
Pra minha sorte, eu conhecia a esposa de uns dos oficiais. Ela me deu a maior força. Eu tava sozinha e ela passou lá pra ver se eu precisava de alguma coisa. Agradeci a atenção e disse que tava dando pra me virar sozinha. Antes de sair, virou-se pra mim e solidária perguntou: quer que eu chame um maquiador pra você? Ele vem em casa. Dá tempo. Quer?
Puta merda. Eu devia estar pior do que o espelho me mostrava. (Ö) .
Quinta-feira passada, véspera de feriadão, estava eu de malas prontas pra bendita cerimônia de posse do Marujo, em Belém.
Pra tornar tudo mais divertido, caiu uma tempestade no final da tarde. Não foi uma grande tragédia. Choveu apenas o suficiente pra interditar o aeroporto de Congonhas. Básico.
A Vasp, pra variar, manteve a tradição de fazer lambança. A aeronave que seguiria pra Belém pousou em Cumbica, de modess que houve um atraso de quase 3 horas. Se você pensar que meu vôo estava marcado pras 19h38 (piada). Eram quase 22h15 e ainda não tinham chamado para o embarque. Congonhas fecha às 23h. Se o vôo fosse cancelado, eu iria perder a meleca da cerimônia.
Que nerbios!
Embarquei às 22h30 e cheguei a Belém mais de 2h (horário local - lá não tem horário de verão). Isso significa que meu relógio biológico apontava pras 3 da matina.
Estava exausta e sem teto. O Marujo ainda estava num abrigo provisório, na Marinha.
Dormimos num motel. Na verdade, capotamos. Acordei 3 horas depois, pra me aprontar pra cerimônia.
Sinceramente, eu daria meu braço direito por mais 5 horas de sono. (Ö)
Pra tornar tudo mais divertido, caiu uma tempestade no final da tarde. Não foi uma grande tragédia. Choveu apenas o suficiente pra interditar o aeroporto de Congonhas. Básico.
A Vasp, pra variar, manteve a tradição de fazer lambança. A aeronave que seguiria pra Belém pousou em Cumbica, de modess que houve um atraso de quase 3 horas. Se você pensar que meu vôo estava marcado pras 19h38 (piada). Eram quase 22h15 e ainda não tinham chamado para o embarque. Congonhas fecha às 23h. Se o vôo fosse cancelado, eu iria perder a meleca da cerimônia.
Que nerbios!
Embarquei às 22h30 e cheguei a Belém mais de 2h (horário local - lá não tem horário de verão). Isso significa que meu relógio biológico apontava pras 3 da matina.
Estava exausta e sem teto. O Marujo ainda estava num abrigo provisório, na Marinha.
Dormimos num motel. Na verdade, capotamos. Acordei 3 horas depois, pra me aprontar pra cerimônia.
Sinceramente, eu daria meu braço direito por mais 5 horas de sono. (Ö)
21 janeiro, 2002
Um dia quase perfeito.
Acordei cedo. Cedo o suficiente para assistir ao Bom Dia São Paulo.
(mas, tarde o suficiente pra não assistir à aula de Química do Telecurso 2000, he,he)
Triste. Muito triste os fatos. Celso Daniel era uma grande figura. Adormeci ontem e acordei hoje ainda meio estarrecida com o fato.
Enfim.
Dia de rodízio.
Ueba! Dá pra ficar até mais tarde em casinha.
Segui pro trabalho sentindo uma paz que há muito eu não lembrava.
Chefe voltando de férias. Medo.
Até que ele voltou de bom humor. Mal pude acreditar.
Na hora do almoço, fui retirar meus bilhetes pra viagem a Belém. Loja da Vasp, obvs.
Eu sei. Eu sei. Eu num aprendo.
Mas, dá um desconto: eu tinha direito a um trecho de grátis. Num ia perder essa. ;O)
A operação toda durou uns 40 minutos. Vasp é Vasp também em terra, pensa o que? :p
Foi coisa do anjo da guarda. Tudo resolvido, a trapaiada que fizeram com a minha reserva foi toda acertada, paguei parte do trecho, assinei a porra do comprovante, a impressora acabou de cuspir a meleca da passagem e.. acaba a luz.
Peguei meus bilhetes (com conexão em Brasília. Isso ainda vai dar merda.. anota aí) e segui de volta pra agência.
Juro que eu achei que a energia elétrica tinha sido cortada na loja da Vasp. Não me culpe por isso. ;P
Chegando ao sagüão do prédio da agência, tá o povo todo lá. Coisa bonita. Todo mundo voltando do almoção e sem elevador.
São 15 andares pra subir.
Até então, ninguém sabendo de nada.
Fumamos um cigarrinho na área de fumantes do térreo e lá ficamos.
Chega uma hora em que a consciência começa a pesar. Melhor subir de escada, né?
É!
Legal. A iluminação de emergência estava apagada. (Ö)
Praticamente, um crime. Se um fiscal da prefeitura aparece por lá, pode interditar o prédio. (hu,huuu!!! :O)
Esquece.
O Segurança do prédio se ofereceu pra nos acompanhar até lá em cima, a bordo de uma lanterna.
Meleca! São 15 andares. No escuro, de salto alto, eu não vou conseguir.
E não é que eu consegui, rapá!?? :O)
O pior ainda estava por vir.
E a porra da energia elétrica não voltava..
Comecei a imaginar o pior: sim, err..., dia de rodízio, tanque de gasolina do carro no talo da reserva.
Soube que postos de gasolina não funcionam com falta de energia elétrica.
Grande! Como não pensei nisso antes?
Lembrei que eu tinha R$12,35 na carteira, saldo insuficiente pra voltar pra casa de táxi, se fosse o caso. E desconta-se desse montante o R$ 1,40 sagrado para o maço de cigarro.
Danou-se: caixas eletrônicos também estavam fora de cogitação, pela mesma razão.
Mãe? Manhê??
Esquece, deixa mon em paz, Jamanta! Te vira!
Por volta das 17h40, a luz voltou.
Ueba! :O))
E apagou de novo, cinco minutos depois. (Ö)
Comecei a olhar em volta e pensei: vou dormir aqui. Isso! Não tem outro jeito.
Resumo: às 19h00 a luz já tinha voltado. Voltei pra casa, sem pegar trânsito. Foi lindo. Voltei cantando pra casa.
Até pensei, no elevador: lesgal, vai dar tempo de pegar o finalzinho primeiro capítulo da novela e assistir ao filme do Tela Quente. Era tudo que eu precisava. Juro.
Chego em casa e.. e.. e..? Sim, vc acertou: a Net está fora do ar. Sem sinal e sem previsão de volta.
Grrrr...
Acordei cedo. Cedo o suficiente para assistir ao Bom Dia São Paulo.
(mas, tarde o suficiente pra não assistir à aula de Química do Telecurso 2000, he,he)
Triste. Muito triste os fatos. Celso Daniel era uma grande figura. Adormeci ontem e acordei hoje ainda meio estarrecida com o fato.
Enfim.
Dia de rodízio.
Ueba! Dá pra ficar até mais tarde em casinha.
Segui pro trabalho sentindo uma paz que há muito eu não lembrava.
Chefe voltando de férias. Medo.
Até que ele voltou de bom humor. Mal pude acreditar.
Na hora do almoço, fui retirar meus bilhetes pra viagem a Belém. Loja da Vasp, obvs.
Eu sei. Eu sei. Eu num aprendo.
Mas, dá um desconto: eu tinha direito a um trecho de grátis. Num ia perder essa. ;O)
A operação toda durou uns 40 minutos. Vasp é Vasp também em terra, pensa o que? :p
Foi coisa do anjo da guarda. Tudo resolvido, a trapaiada que fizeram com a minha reserva foi toda acertada, paguei parte do trecho, assinei a porra do comprovante, a impressora acabou de cuspir a meleca da passagem e.. acaba a luz.
Peguei meus bilhetes (com conexão em Brasília. Isso ainda vai dar merda.. anota aí) e segui de volta pra agência.
Juro que eu achei que a energia elétrica tinha sido cortada na loja da Vasp. Não me culpe por isso. ;P
Chegando ao sagüão do prédio da agência, tá o povo todo lá. Coisa bonita. Todo mundo voltando do almoção e sem elevador.
São 15 andares pra subir.
Até então, ninguém sabendo de nada.
Fumamos um cigarrinho na área de fumantes do térreo e lá ficamos.
Chega uma hora em que a consciência começa a pesar. Melhor subir de escada, né?
É!
Legal. A iluminação de emergência estava apagada. (Ö)
Praticamente, um crime. Se um fiscal da prefeitura aparece por lá, pode interditar o prédio. (hu,huuu!!! :O)
Esquece.
O Segurança do prédio se ofereceu pra nos acompanhar até lá em cima, a bordo de uma lanterna.
Meleca! São 15 andares. No escuro, de salto alto, eu não vou conseguir.
E não é que eu consegui, rapá!?? :O)
O pior ainda estava por vir.
E a porra da energia elétrica não voltava..
Comecei a imaginar o pior: sim, err..., dia de rodízio, tanque de gasolina do carro no talo da reserva.
Soube que postos de gasolina não funcionam com falta de energia elétrica.
Grande! Como não pensei nisso antes?
Lembrei que eu tinha R$12,35 na carteira, saldo insuficiente pra voltar pra casa de táxi, se fosse o caso. E desconta-se desse montante o R$ 1,40 sagrado para o maço de cigarro.
Danou-se: caixas eletrônicos também estavam fora de cogitação, pela mesma razão.
Mãe? Manhê??
Esquece, deixa mon em paz, Jamanta! Te vira!
Por volta das 17h40, a luz voltou.
Ueba! :O))
E apagou de novo, cinco minutos depois. (Ö)
Comecei a olhar em volta e pensei: vou dormir aqui. Isso! Não tem outro jeito.
Resumo: às 19h00 a luz já tinha voltado. Voltei pra casa, sem pegar trânsito. Foi lindo. Voltei cantando pra casa.
Até pensei, no elevador: lesgal, vai dar tempo de pegar o finalzinho primeiro capítulo da novela e assistir ao filme do Tela Quente. Era tudo que eu precisava. Juro.
Chego em casa e.. e.. e..? Sim, vc acertou: a Net está fora do ar. Sem sinal e sem previsão de volta.
Grrrr...
Marujo ficou sem dar notícias por dois dias, semana passada, porque estava hospitalizado.
Bosta.
A longa viagem desencadeou uma crise de dor na coluna e, sem trocadilhos, teve que ir pro estaleiro.
Morri de dó. Ele lá, sozinho e eu aqui, nem sabendo de nada.
Vou fazer babaganuch pra ele, quando eu chegar a Belém.
Ele deve estar com saudade. ;O)
Bosta.
A longa viagem desencadeou uma crise de dor na coluna e, sem trocadilhos, teve que ir pro estaleiro.
Morri de dó. Ele lá, sozinho e eu aqui, nem sabendo de nada.
Vou fazer babaganuch pra ele, quando eu chegar a Belém.
Ele deve estar com saudade. ;O)
20 janeiro, 2002
Hoje, fui assistir Harry Potter..
Pequena Oli me arrastou. Bosta.
Tá, confesso: chorei no final.
Gostei da fita. :O)
E o garoto é gente boa.
Tá certo que o mirim é uma caricatura de Bill Gates, aos 11 anos: cara redonda, óculos idem e cabelo tijelinha.
Tá certo também que aquela cena da fuga do cão de 3 cabeças lembra um pouco Indiana Jones.
Mas vamos dar um desconto? Vamos? ;O)
Pequena Oli me arrastou. Bosta.
Tá, confesso: chorei no final.
Gostei da fita. :O)
E o garoto é gente boa.
Tá certo que o mirim é uma caricatura de Bill Gates, aos 11 anos: cara redonda, óculos idem e cabelo tijelinha.
Tá certo também que aquela cena da fuga do cão de 3 cabeças lembra um pouco Indiana Jones.
Mas vamos dar um desconto? Vamos? ;O)
Finalmente, o Marujo chegou a Belém, quarta-feira passada.
As ligações telefônicas são meio, digamos, difíceis. A linha cai toda hora. Ódio mortal.
Descobri que em Belém não tem horário de verão, de modess que eu vou ter que fazer uma adaptação rápida de fuso horário.
Mas, o que a gente não faz por amor, não é?
Hunf!
As ligações telefônicas são meio, digamos, difíceis. A linha cai toda hora. Ódio mortal.
Descobri que em Belém não tem horário de verão, de modess que eu vou ter que fazer uma adaptação rápida de fuso horário.
Mas, o que a gente não faz por amor, não é?
Hunf!
Fui ao dentista, semana passada.
Dr. Anselmo, do alto de sua candura, foi categórico: - Você precisa aprender a pentear a gengiva.
- Errrr.. (Ö) .. Como assim, dr. ? (Ö)
- Pentear a gengiva, como se você estive escovando seu cabelo.
- Sei.
Pentear a gengiva..
Legal. Claro que vou fazer isso. Confio muito no Dr. Anselmo, afinal.
Mas, foi inevitável: enquanto ele falava, saquei que o "pentear a gengiva" pode ser um xingamento duca!
Na mesma categoria do " vá pentear macaco", ou "vá plantar batata".
Adorei! E adotei! :O)
Dr. Anselmo, do alto de sua candura, foi categórico: - Você precisa aprender a pentear a gengiva.
- Errrr.. (Ö) .. Como assim, dr. ? (Ö)
- Pentear a gengiva, como se você estive escovando seu cabelo.
- Sei.
Pentear a gengiva..
Legal. Claro que vou fazer isso. Confio muito no Dr. Anselmo, afinal.
Mas, foi inevitável: enquanto ele falava, saquei que o "pentear a gengiva" pode ser um xingamento duca!
Na mesma categoria do " vá pentear macaco", ou "vá plantar batata".
Adorei! E adotei! :O)
16 janeiro, 2002
Pra quebrar o galho, estou me afogando num balde de chá de camomila. Acho que já tomei uns 820ml.
Mas acho que é meio tarde demais. São 6h10 e tá começando a dar soninho.
Daqui a pouco é hora de pegar caminho da roça.
Quer apostar quanto que vai dar merda e eu vou acordar às 11h40?
Melhor jogar o chá de camomila no ralo e preparar um capuccino. Pra acordar. :´/
Mas acho que é meio tarde demais. São 6h10 e tá começando a dar soninho.
Daqui a pouco é hora de pegar caminho da roça.
Quer apostar quanto que vai dar merda e eu vou acordar às 11h40?
Melhor jogar o chá de camomila no ralo e preparar um capuccino. Pra acordar. :´/
Há alguns anos, eu tomava um chazinho pra dormir que era o bicho. Tinham uns ursinhos supermeigos na latinha. Se eu não me engano chamava Sleep Time.
Eu chamava de Chá de Ursinho. Eu tomava uma dose e dormia que era uma beleza.
Se alguém souber onde vende essa porra, pelamordedeus, dá um berro.
Tô comprando 5 caixas. Ou um lote fechado, pra garantir o estoque. (Ö)
Eu chamava de Chá de Ursinho. Eu tomava uma dose e dormia que era uma beleza.
Se alguém souber onde vende essa porra, pelamordedeus, dá um berro.
Tô comprando 5 caixas. Ou um lote fechado, pra garantir o estoque. (Ö)
15 janeiro, 2002
Confesso que deu uma certa dor na consciência por ter violado uma correspondência alheia. Mas você viu que foi sem querer.
Foi culpa do incompetente do zelador.
Fico aqui, olhando pra carta do Bradesco e, juro, tenho dó do meu vizinho anônimo, viu? Acho que vou poupá-lo desse desgosto.
E, pensando bem, com que cara vou devolver na portaria uma correspondência aberta?
Isso! Melhor ir dormir.
Amanhã eu penso nisso. Ou esqueço disso. Sei lá.
Foi culpa do incompetente do zelador.
Fico aqui, olhando pra carta do Bradesco e, juro, tenho dó do meu vizinho anônimo, viu? Acho que vou poupá-lo desse desgosto.
E, pensando bem, com que cara vou devolver na portaria uma correspondência aberta?
Isso! Melhor ir dormir.
Amanhã eu penso nisso. Ou esqueço disso. Sei lá.
Logo ao chegar em casa, tinha uma correspondência à minha porta.
Do Bradesco.
Medo... :/
O golpe de misericórdia foi encontrar um envelope com a fatura do cartão de crédito, sob a porta.
Ok. Respira. Pensa noutra coisa que passa.
Comecemos pelo menos doloroso: abri o envelope do Bradesco.
Caraios. Isso não pode estar acontecendo comigo. Não comigo.
Hunf! Desculpe, foi engano. O incompetente do zelador do prédio entregou o envelope do Bradesco em ap.errado.
Sim, tudo que eu preciso na vida é de emoções fortes.
Thanks.
Do Bradesco.
Medo... :/
O golpe de misericórdia foi encontrar um envelope com a fatura do cartão de crédito, sob a porta.
Ok. Respira. Pensa noutra coisa que passa.
Comecemos pelo menos doloroso: abri o envelope do Bradesco.
Caraios. Isso não pode estar acontecendo comigo. Não comigo.
Hunf! Desculpe, foi engano. O incompetente do zelador do prédio entregou o envelope do Bradesco em ap.errado.
Sim, tudo que eu preciso na vida é de emoções fortes.
Thanks.
14 janeiro, 2002
Todo mundo me pergunta se eu já fui assistir ao Senhor dos Anéis.
E também se eu já vi Harry Potter ou Os Monstros.
Meleca! Não, não vi.
Nem li a porra da trilogia do O Senhor dos Anéis, e confesso que não consegui passar da pág. 20 do mala do Harry Potter.
Hunf!
Meu braço direito por um Wood Allen ou pela coletânea compretaça do Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado. - plizz
Shrek também. I love Shrek. ;O)
Toppo Gigio.
Garibaldo. Enio e o Beto.
Sartre. Jeff Smith. Faith Popcorn.
Louro José. Baby, o porquinho atrapalhado. Freud.
Caco - o Sapo, Animal, Pernalonga.
Tazz, Harold Loyd, Os Três Patetas.
Patolino, Mary Tyller Morre, A Mulher Biônica.
Starsk e Hucht (é assim???), Chaplin, A Bela e a Fera.
O Rei Leão, Carl Gustav Jung, Sob o Céu que nos Protege - Bertolucci, amém.
Polanski, Muppet Show.
Meleca. Acho que eu preciso dormir.
E de um pouco de paz, imploro!. ;O)
E também se eu já vi Harry Potter ou Os Monstros.
Meleca! Não, não vi.
Nem li a porra da trilogia do O Senhor dos Anéis, e confesso que não consegui passar da pág. 20 do mala do Harry Potter.
Hunf!
Meu braço direito por um Wood Allen ou pela coletânea compretaça do Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado. - plizz
Shrek também. I love Shrek. ;O)
Toppo Gigio.
Garibaldo. Enio e o Beto.
Sartre. Jeff Smith. Faith Popcorn.
Louro José. Baby, o porquinho atrapalhado. Freud.
Caco - o Sapo, Animal, Pernalonga.
Tazz, Harold Loyd, Os Três Patetas.
Patolino, Mary Tyller Morre, A Mulher Biônica.
Starsk e Hucht (é assim???), Chaplin, A Bela e a Fera.
O Rei Leão, Carl Gustav Jung, Sob o Céu que nos Protege - Bertolucci, amém.
Polanski, Muppet Show.
Meleca. Acho que eu preciso dormir.
E de um pouco de paz, imploro!. ;O)
Na noite de sábado, assistimos ao Luau MTV.
Eu, a pequena Oli e o mala do Godzila.
Um Especial com a Cássia Eller.
Só então me dei conta do que aconteceu. (falei pro cês que a vida tá muito corrida por aqui.)
Ou melhor teclando, só então me dei conta de que foi mesmo uma puta perda.
Foi também uma oportunidade de ter, praticamente, uma conversa de mulher pra mulher com minha pequena Oli.
Falamos sobre homossexualismo, drogas, enfim, ainda bem que Cissa-mãe estava na casinha dela. Provavelmente, ela teria enfartado. ;O)
Mas, pensando bem, pequena Oli tá crescendo muito e será uma linda mulher. ;O)
(este foi mais um episódio da série "Mamãe Jamanta é uma mãe-coruja insuportável" ;O)
Eu, a pequena Oli e o mala do Godzila.
Um Especial com a Cássia Eller.
Só então me dei conta do que aconteceu. (falei pro cês que a vida tá muito corrida por aqui.)
Ou melhor teclando, só então me dei conta de que foi mesmo uma puta perda.
Foi também uma oportunidade de ter, praticamente, uma conversa de mulher pra mulher com minha pequena Oli.
Falamos sobre homossexualismo, drogas, enfim, ainda bem que Cissa-mãe estava na casinha dela. Provavelmente, ela teria enfartado. ;O)
Mas, pensando bem, pequena Oli tá crescendo muito e será uma linda mulher. ;O)
(este foi mais um episódio da série "Mamãe Jamanta é uma mãe-coruja insuportável" ;O)
13 janeiro, 2002
12 janeiro, 2002
Num repara, não.
Tô meio deprimidinha.
Marujo está seguindo viagem. Neste exato momento está seguindo, rumo a Vitória e vai dormir na casa do irmão dele, o Edu.
Tô meio sem saber o que escrever. Parece que estou catatônica.
Esquece.
Já volto.
Mas, relax, Godziladen ainda não virou sabão. Note bem, eu teclei AINDA.
Dei um desconto pro maleta, que, hoje pela manhã, tentou quebrar meu cinzeiro.
Eu quero a minha mâe! (Ö)
Tô meio deprimidinha.
Marujo está seguindo viagem. Neste exato momento está seguindo, rumo a Vitória e vai dormir na casa do irmão dele, o Edu.
Tô meio sem saber o que escrever. Parece que estou catatônica.
Esquece.
Já volto.
Mas, relax, Godziladen ainda não virou sabão. Note bem, eu teclei AINDA.
Dei um desconto pro maleta, que, hoje pela manhã, tentou quebrar meu cinzeiro.
Eu quero a minha mâe! (Ö)
08 janeiro, 2002
Não prometo que a primeira imagem que vou postar por aqui, assim que eu for pra Belém buscar o scanner que eu herdei, será do Godziladen, porque estou com ódio mortal daquele infeliz.
Grrrr.
Eu tinha comprado um auto-bronzeante carésimo e o dito estava sobre a pia do banheiro.
Acredita que o terrorista desgraçado, durante a madrugada, deu um salto duplo, alcançou o frasco e teve o requinte de apenas destruir o bico do spray? Acredita que o monstro fez isso?
A porra do auto-bronzeante está completamente inutilizado. Meleca! O frasco e o conteúdo estão intactos. Mas o spray não funciona, nem a poder de feitiço.
Eu mato. Juro que eu mato!
Grrrr.
Eu tinha comprado um auto-bronzeante carésimo e o dito estava sobre a pia do banheiro.
Acredita que o terrorista desgraçado, durante a madrugada, deu um salto duplo, alcançou o frasco e teve o requinte de apenas destruir o bico do spray? Acredita que o monstro fez isso?
A porra do auto-bronzeante está completamente inutilizado. Meleca! O frasco e o conteúdo estão intactos. Mas o spray não funciona, nem a poder de feitiço.
Eu mato. Juro que eu mato!
Até onde tenho notícias, Marujo ainda não seguiu pra Belém.
Liguei pra lá, à tarde, e o pessoal da mudança tava empacotando as tralhas.
Ueba! Herdei uma impressora e um scanner.
Lesgal. Vou aprender a postar imagens no Ventilador.
Prometo que a primeira será da Orca, combinado?
Bosta. Saudades da Orca. (Ö)
Liguei pra lá, à tarde, e o pessoal da mudança tava empacotando as tralhas.
Ueba! Herdei uma impressora e um scanner.
Lesgal. Vou aprender a postar imagens no Ventilador.
Prometo que a primeira será da Orca, combinado?
Bosta. Saudades da Orca. (Ö)
07 janeiro, 2002
06 janeiro, 2002
O meu último dia por lá chegou.
Inevitável, eu sei.
Marujo sugeriu a programação: vamos ao shopping procurar a roupa pra cerimônia de posse.
NÃO, NÃO, NÃO!!!!!
Sou, confesso e não nego, uma paulistana atípica: o-dei-o shoppings.
Por volta das 14h, estávamos nós entrando no Barra Shopping.
Well, já que estamos aqui...
Foi uma maratona que durou exatas 8 horas. Praticamente, uma jornada de trabalho.
Mas tudo foi resolvido. Pasme você, consegui comprar um modelão legal pra bosta da cerimônia de posse, com sandália nova e tudo.
Jama vai ficar elegantérrima. Não é nada do que eu tinha imaginado. Mas até que eu gostei.
Tá certo que o vestido ficou para alguns ajustes e a moça da loja vai enviar o dito cujo por Sedex.
He,he. Quer apostar quanto que isso vai dar merda? ;O)
Inevitável, eu sei.
Marujo sugeriu a programação: vamos ao shopping procurar a roupa pra cerimônia de posse.
NÃO, NÃO, NÃO!!!!!
Sou, confesso e não nego, uma paulistana atípica: o-dei-o shoppings.
Por volta das 14h, estávamos nós entrando no Barra Shopping.
Well, já que estamos aqui...
Foi uma maratona que durou exatas 8 horas. Praticamente, uma jornada de trabalho.
Mas tudo foi resolvido. Pasme você, consegui comprar um modelão legal pra bosta da cerimônia de posse, com sandália nova e tudo.
Jama vai ficar elegantérrima. Não é nada do que eu tinha imaginado. Mas até que eu gostei.
Tá certo que o vestido ficou para alguns ajustes e a moça da loja vai enviar o dito cujo por Sedex.
He,he. Quer apostar quanto que isso vai dar merda? ;O)
Acho que foi no dia 2, consegui marcar um encontro com os meus amigos, na Lagoa.
Era uma espécie de despedida. Afinal, por uns 2 anos vou ficar sem vê-los.
Chamada geral: Bia, Ana Ice, Liginha, Dani Prado, Mau e Amália e Claudia "Lord Cão" Pizzolato.
Meleca! Claudia, Mau e Amália declinaram. Desertores! :p
Não vou nem falar que a perua da Liginha não mandou notícias. Hunf! (sua batata está assando, fofa! :pp)
Foi um encontro divertido: eu, Marujo, Ana Ice, Dani e a Bia, a bordo da Chica, a poodle-rastafari mais boa gente do planeta. ;O)
Bebemos moderadamente, comemos muto bem, tiramos muitas fotos, falamos o diabo de muita gente (é uma delícia fofocar, fala a verdade ;O).
Despedi-me das meninas com uma certa melancolia. Eu as conheci na Lagoa, afinal, e foi lá que a gente teve encontros memoráveis.
Sei que a gente vai se encontrar sempre, independentemente do Marujo estar em Belém.
Antes de seguir o caminho da roça, eu e o Marujo paramos no deck, pra ver a árvore de Natal.
Fotos, fotos, muitas fotos. A árvore de Natal da Lagoa estava especialmente bonita, neste ano.
Meleca. Vou sentir saudades.
Era uma espécie de despedida. Afinal, por uns 2 anos vou ficar sem vê-los.
Chamada geral: Bia, Ana Ice, Liginha, Dani Prado, Mau e Amália e Claudia "Lord Cão" Pizzolato.
Meleca! Claudia, Mau e Amália declinaram. Desertores! :p
Não vou nem falar que a perua da Liginha não mandou notícias. Hunf! (sua batata está assando, fofa! :pp)
Foi um encontro divertido: eu, Marujo, Ana Ice, Dani e a Bia, a bordo da Chica, a poodle-rastafari mais boa gente do planeta. ;O)
Bebemos moderadamente, comemos muto bem, tiramos muitas fotos, falamos o diabo de muita gente (é uma delícia fofocar, fala a verdade ;O).
Despedi-me das meninas com uma certa melancolia. Eu as conheci na Lagoa, afinal, e foi lá que a gente teve encontros memoráveis.
Sei que a gente vai se encontrar sempre, independentemente do Marujo estar em Belém.
Antes de seguir o caminho da roça, eu e o Marujo paramos no deck, pra ver a árvore de Natal.
Fotos, fotos, muitas fotos. A árvore de Natal da Lagoa estava especialmente bonita, neste ano.
Meleca. Vou sentir saudades.
O Marujo é um sujeito completamente sem juízo.
Quando cheguei lá, tinha um filhote novo na casa: o Majid.
Majid? Hum.. nominho estranho. Não gostei. Me aguarde.
Majid é um pit bull importado do Texas. Lindo, chocolate.
Nunca tivemos um cão chocolate em casa.
Majid tava ainda meio de ressaca. O pobrezinho enfrentou muitas horas de vôo e umas 8 horas de espera no aeroporto, até que a burocracia toda da Receita Federal liberasse a carga, no dia anterior.
Uma figuraça, ele. Deitou-se comigo no sofá. Aos poucos, foi folgando e aninhou a cabeça na almofada onde eu estava.
Cinco minutos depois, apoiou a pata imensa no meu pescoço. Dormiu abraçado comigo. E ronca, o desgraçado.
Hunf!
Quando cheguei lá, tinha um filhote novo na casa: o Majid.
Majid? Hum.. nominho estranho. Não gostei. Me aguarde.
Majid é um pit bull importado do Texas. Lindo, chocolate.
Nunca tivemos um cão chocolate em casa.
Majid tava ainda meio de ressaca. O pobrezinho enfrentou muitas horas de vôo e umas 8 horas de espera no aeroporto, até que a burocracia toda da Receita Federal liberasse a carga, no dia anterior.
Uma figuraça, ele. Deitou-se comigo no sofá. Aos poucos, foi folgando e aninhou a cabeça na almofada onde eu estava.
Cinco minutos depois, apoiou a pata imensa no meu pescoço. Dormiu abraçado comigo. E ronca, o desgraçado.
Hunf!
No dia 31, esqueci de passar o filtro solar.
Não tenho por hábito, quando vou à praia, me estirar na areia para me bronzear. No máximo, dou uma caminhada para queimar a bunda. Costumo mesmo sentar na cadeira, à sombra, e me divertir observando as pessoas.
O pobrema foi que o sol tava brabo. Castigou, sem dó nem piedade.
Resultado: voltei pra casa parecendo um quadro de Mondrian, em magenta e branco.
Meleca.
Sejamos otimistas: passei o ano, literalmente, vestida de vermelho. Reza a lenda que o vermelho traz boa sorte para as paixões.
Custa nada acreditar, né?
Bosta.
Não tenho por hábito, quando vou à praia, me estirar na areia para me bronzear. No máximo, dou uma caminhada para queimar a bunda. Costumo mesmo sentar na cadeira, à sombra, e me divertir observando as pessoas.
O pobrema foi que o sol tava brabo. Castigou, sem dó nem piedade.
Resultado: voltei pra casa parecendo um quadro de Mondrian, em magenta e branco.
Meleca.
Sejamos otimistas: passei o ano, literalmente, vestida de vermelho. Reza a lenda que o vermelho traz boa sorte para as paixões.
Custa nada acreditar, né?
Bosta.
Pensando bem, eu lavei a égua: fui 4 dias à praia e me empanturrei de empada, de queijo coalho grelhado e de cerveja gelada, obvs.
Descobri que a Empada do Barbudo é incrivelmente superior à Empada da Praia.
Tá certo que é meio aflitivo comer a Empada do Barbudo. Dá a impressão de que a qualquer momento você pode dar de cara com um pêlo no creme de camarão. Mas a massa é fininha e o vendedor apostou comigo que o recheio era honesto. E não é que era mesmo? Tinham 9 camarões na minha empada. E a azeitona era sem caroço.
A Empada do Barbudo é mesmo um must. Pena que eu tenha feito essa descoberta tarde demais. (Ö)
Descobri que a Empada do Barbudo é incrivelmente superior à Empada da Praia.
Tá certo que é meio aflitivo comer a Empada do Barbudo. Dá a impressão de que a qualquer momento você pode dar de cara com um pêlo no creme de camarão. Mas a massa é fininha e o vendedor apostou comigo que o recheio era honesto. E não é que era mesmo? Tinham 9 camarões na minha empada. E a azeitona era sem caroço.
A Empada do Barbudo é mesmo um must. Pena que eu tenha feito essa descoberta tarde demais. (Ö)
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