31 agosto, 2007

Eu guardo grande amor por um anjo.
Tá certo que ele não é examente um anjo de misericórdia. Vez ou outra, baixa-lhe um espírito de porco.
Mas é um anjo.
Do filme anônimo que vi na madrugada, salvei o diálogo:
- Os seres vivos foram feitos para viver aos pares. Lembra da Arca de Noé?
- Lembra do Titanic?
Raciocínios rápidos me agradam.

30 agosto, 2007

Fui renovar minha matrícula na academia e descobri que perdi o prazo e o descontão. Achei muito injusto da parte deles e desabafei com o simpático da recepção, porque isso não é prudente, pois eles deviam cogitar que estou sendo assediada por uma academia fodona de Pilates quase que diariamente, oferecendo descontos tentadores mas, não, eu decidi renovar minha matrícula porque prefiro continuar puxando ferro com eles, e que eu merecia mais consideração e o meu desconto de volta (dispnéia + beicinho).
- Não tem como dar o desconto. Mas você quer uma mochila verde ou cor-de-rosa?
Se tem uma coisa que eu amo na vida são as pequenas gentilezas, tipo brinde-surpresa.
A mega-sena acumulou.
E lá se foi a minha chance de eu me tornar uma seqüestrável.

29 agosto, 2007

Lobão falou no UOL: o verdadeiro artista tem obrigação de trair.
E eu digo: só os verdadeiros palhaços.

27 agosto, 2007

A novela da chave.
Domingo, final de tarde, deixei Oli na casa do namorado, passei
em casa pra deixar as compras dos perecíveis da semana e
ia me mandar pra casa da amiga.
Só que cadê a chave de casa? Hein? Hein?
Desespero 1: pra conter custos, mudei o plano do meu seguro,
de modo que não tenho mais seguro residencial. Economia
porca, eu descobri.
Desespero 2: os caras da seguradora não sabem onde fica
meu bairro, de modo que só me forneceram telefones de
chaveiros localizados na Lapa ou em Santana. Ódio.
Conselho 1: quando você vir um anúncio de chaveiro com destaque 24
HORAS, saiba que é mentira. Ou, pelo menos, não vale
para as tardes/noites de domingo.
Desespero 3: a bateria do meu celular estava no talo.
Desespero 4: eu estava com muita vontade de ir ao banheiro.
E seria fortemente aconselhável que fosse o MEU banheiro.
Desesperto 5: peguei o carro e comecei a vagar sem rumo.
Quando dei por mim, estava na minha padaria predileta.
Perguntei ao moço do caixa se ele conhecia algum outro
chaveiro, porque o 24 horas do bairro, aquele vagabundo,
não atende celular aos domingos. E o moço do caixa falou
que ontem mesmo tinha passado um sujeito lá e deixado
telefones pra contato.
Desespero 6: a bateria do celular estava mesmo acabando. E o
cara que atendeu o telefone era meio surdo e falava devagar.
Desespero 7: o cara levou mais de 40 minutos para chegar. E
até que ele era um cara legal. Enquanto arrombava a fechadura,
me contou que perdeu o pai recentemente, é artista
plástico, escritor e como a gente já sabe, chaveiro nas
horas vagas, foi assaltado, levaram todas as suas
ferramentas e hoje ele usa furadeira elétrica do falecido.
Desespero 8: o cara até que legal me deu uma facada de 85
reais e um esporro por causa das condições precárias
de segurança da minha porta.
Desespero 9: o cara até que legal anotou o telefone dele e
o endereço do fotolog com suas obras de arte num pedaço de papel. Medo.
Desespero 10: hoje de manhã, tive que chamar o chaveiro do bairro, pra trocar o miolo da fechadura, de modo que soma-se ao prejuízo mais 35 reais. E eu reconheci o desgraçado: ele não atendia o maldito celular porque tava enchendo a cara na padaria, eu o reconheci.
Disso tudo conclui-se que, se depois de um fim de tarde como aquele eu não voltei a fumar, eu não volto nunca mais.

PS: e antes que me perguntem, eu digo: Não, a porra da
chave não está no freezer. Grr.
- Mãe?
- Hein.
- Existiu algum amigo da família que era bonitão, a cara do investigador de Law&Order?
- Não.
- Como não?
- Não tínhamos nenhum amigo assim.
- Tem certeza?
- Tenho.
- Pensa bem.
- Ana?
- Esquece.
Então, depois de um século, eu escrevo pro moço contando que, desde que voltei a São Paulo, engordei 10 quilos. Só que eu não entro no detalhe que cheguei fraquinha, pesando quase 45.
E nada do moço responder. Deve mesmo ter se assustado. E deve também estar imaginando se tratar da triste fábula da baleia encalhada.
E aí, era uma vez.

24 agosto, 2007

O lindo daquele outro sonho legal era esse aqui, ó.

Chris Noth, nas primeiras temporadas de Law&Ordem, antes de tornar o prepotente Mr. Big.
Era ele o ser sensível e apaixonado. Só que no meu sonho ele tava beeem mais bonito.
E de delineador borrado. :O)
Pronto. Passou.
Nada, não.
Foi apenas uma semaninha meio que pra rasgar e jogar no lixo.
Noite passada, meu inconsciente resolveu quebrar minha perna e me fez sonhar mais ou menos assim:

… I was scared,
I was scared
Tired and under prepared
But I waited for it
If you go, if you go
Then leave me down here on my own
Then I'll wait for you, yeah
Yeah, how long must you wait for it?
Yeah, how long must you pay for it?
Yeah, how long must you wait for it?
For it, yeah
Sing it please, please, please
Come back and sing to me
To me, me
Come on and sing it out, now, now
Come on and sing it out, to me, me
Come back and sing.
In my place, in my place
Were lines that I couldn't change
I was lost, oh yeah…
[ColdPlay]

20 agosto, 2007


I love it!
Vou sentir falta dos meus sonhos quando o remédio acabar. ;O)
Não-fumante há 33 dias.
Eu recuso o título de ex. :O)
Um amigo da família, sósia do lindo de Law & Order, aparece na casa da minha mãe e se apaixona irremediavelmente pela minha pessoa. O cara, de uma beleza perturbadora, faz declaração de amor eterno e diz que vai cuidar bem de mim (suspiros)*. Interrompo o discurso do moço: - eu nunca disse isso a um homem antes, mas seu delineador está borrado. :|
Na mesma noite, sou atacada por um pit bull conhecido e consigo dominar o bicho no ar, segurando-o pela garganta, no exato momento em que ele tenta dar o bote na minha jugular. Um lance meio Tarantino, entende?
E de onde veio esse, tem muito mais.
Então, quando o pessoal do laboratório escreveu na bula que 1 a cada 100 pacientes apresenta sonhos anormais, eles não estavam brincando.
Acredite em mim.
* dispnéia também consta na bula.

08 agosto, 2007

Acredite, estou sem palavras.

07 agosto, 2007

Conversa de elevador.
- Namorado da minha filha comprou uma piranha.
- Piranha???
- Piranha.
- Mas piranha peixe????
- É, né. Ele não tem idade para levar uma prostituta pra casa.

06 agosto, 2007

Eu posso levantar todo o peso do mundo. Mas não me faça carregar mágoa.
Segundo o Dr. Pneumo, tecnicamente eu sou uma ex-fumante.
:O)

24 julho, 2007

Tá na bula.
|Efeitos colaterai: ...., tontura, aumento do apetite, insônia, sonhos anormais.|
Uooops. Sonhos anormais?
Isto explica tudo.

06 julho, 2007

Sou a única fumante que voltou a fumar* (só um pouquinho) obedecendo a ordens médicas. E olha que eu nem tô desenganada.
Creio.
* a data da parada definitiva já foi marcada. :)
Festa das Estrelas.
Dias 7 e 8 de agosto, na Liberdade.
Faça já o seu pedido. :O)
Vou levar meu daruma passear pra ver se o caolho refresca a memória.

26 junho, 2007

Tá marcado.
Quinta-feira, vou consultar um pneumologista.
Agora vai.

25 junho, 2007

E na noite de São João, sonhei com Mr. Ghost, que me dizia palavras doces.
Vai ver que é a tal da abstinência.
Sábado, teve arraial no colégio.
A turma do terceiro ano dançou quadrilha.
Menino vestido de menina e vice-versa. Esquemão.
Teve até um padre.
No caminho da nossa roça, perguntei à Oli:
- Filha, aquele padre é casado, hein?
- Hã?
- Analisa. Um cinqüentão que se dispõe a ser padre numa quadrilha de adolescentes transformistas merece todo meu respeito e consideração.
- Mãe!

20 junho, 2007

Meio-dia em ponto. Há 36 horas sem fumar e eu ainda não matei nem feri ninguém gravemente.
Nem me reconheço.

Dezoito em ponto. Há 42 horas sem fumar e eu sinto como se meu corpo se amotinasse, foco da pressão na minha garganta, e ordenasse: ok, você já provou do que é capaz, mô bem. Agora pára com essa palhaçada e acende logo a porra do cigarro, antes que eu fique bravo, baibe.

O mais difícil é isso. Minha garganta fica seca a cada 30 segundos.
Comporto-me como uma esponja não alcóolica.
É inacreditável o volume de água consumido desde então.
Hoje, foram 3 litros.

Largar o cigarro é mais ou menos como tentar esquecer aquele amor cachorro que te abandonou à deriva, te maltratou e tanto te fez sofrer. Do nada, você esquece a parte chata e vem a saudade imensa dos momentos inesquecíveis e felizes que você e o amor-cachorro passaram juntos, madrugadas adentro, mundo afora. Vontade incontrolável de recomeçar tudo, e tê-lo novamente entre seus dedos e seus lábios. Cof.
Abstinência é foda. Saudade é pior.

Tudo bem que o amor cachorro não é da sua conta.
Mas, quanto ao abandono do vício, que ninguém aqui ouse sequer tentar sair de uma dependência química pesada sozinho. Melhor chamar os caras de branco, aqueles que têm registro em conselho regional.
Num seja louco.

18 junho, 2007

Minha ira está de volta.
Tenho imaginado cenas incríveis.
No seu lugar, eu me preocuparia. E muito.
Minha mente tem um quê de Tarantino quando estou assim.
Se cuida.

31 maio, 2007

Um ano depois, voltar ao HAOC não foi das experiências mais fáceis.
Comprei muffin de chocolate e Nature Valley para quebrar o jejum forçado.
Tive que ser forte. Ela foi muito mais. Como sempre, aliás.
Passou.

28 maio, 2007

Final de semana cheio de preguiça. O frio me engessa.
Ontem, cassoulet, brigadeiro de colher, tv, sofá e cobertor.
Ouvi frases memoráveis. Tipo assim:
- Nunca coma neve amarela. (Charlie – Two and a half men)
Pura sabedoria.
- Mais vale um sapo na mão do que um príncipe que te dá o cano. (1o episódio da 2a temporada de Mothern)
É.

Foi um domingo muito instrutivo.
Passou na 5a, reprisou no domingo.
House mostrou ser o maior calhorda de todos os tempos. Um calhorda adorável, é fato. Mas, ainda assim, um calhorda.
Fora aquele lance do cara ter que esquecer a garota na marra. Eletrochoque para deletar a memória afetiva. Achei tudo muito prático. Adorei. Eu também quero, pra ontem.

23 maio, 2007

Constatação tardia: em tempos de bota fechada, não é prudente machucar o dedo do pé.
Será um longo dia.

22 maio, 2007

Cascão voltou a fazer escâncalo.
Ontem à noite, a borracha que sustenta o escamento se soltou. Foi tenso.
Cheguei logo cedo na oficina. Aproveitei a visita e pedi pra arrumar a chave de setas e o limpador do vidro traseiro.
Tem gente achando que eu tô de caso com o mecânico.
Não tô.
Existe um movimento, criado à minha revelia, para arranjar namorado pra mim. Acho fofo da parte deles, mas.
Soube que, outro dia, um cara apareceu na agência, ficou encantado com a minha pessoa (cof, cof) e foi levantar minha ficha como a moça do café.
Já cansei de falar que alcovitagem não costuma dar certo. Namorado não se procura nem se arranja. Namorado, com alguma sorte, a gente encontra quando menos espera.
Também já falei que meu target, hoje em dia, é coroa viúvo e sem filho. Porque se é pra conviver com fantasma de ex, que seja um fantasma de verdade. Tipo morta e literalmente enterrada.
Ninguém me escuta. :O)

21 maio, 2007

Quem come o último não casa.
- Filha, minha consciência tá pesada. A máquina de lavar não tem conserto e eu gastei quase o equivalente a uma lava-roupa nova em 4 calças jeans.
- Relax, mami. Você fez o que tinha que ser feito.
- Como assim?
- Pensa. Agora você tem roupas para colocar na máquina. Quando você comprar uma.
- Olívia Bloom, sua forma de raciocinar me conforta.
- Filha, você deveria usar todo seu poder de fazer amigos e influenciar pessoas a meu favor.
- Tipo?
- Tipo, lançar a campanha Quero House Para Meu Padrasto. Que tal?
- Cê não vai agüentar o cara. Em 3 dias, você desiste.
- Cê que pensa. Na primeira que ele aprontar, eu posso fraudar o frasco de vicodin do fofo. Jogo os comprimidos na privada e coloco aspirina no lugar.
- Tic Tac é mais legal.
- Boa.
Acho que eu criei um monstro.

20 maio, 2007

Era um amor que estava escrito nas estrelas. Deu todos os sinais, por muito tempo.
O destino se distraiu. Escreveu a lápis.
Que mancada.

18 maio, 2007

O tal distúrbio.
- Mãe.
- Hã.
- Empresta o isqueiro.
- Tá maluca? Desde quando você fuma?
- Mãe.
- Dá o isqueiro, vai por mim.
- Pra quê?
- Você tá com a etiqueta da blusa nova pendurada pra fora.
: |
Meu cabelo também tá medonho. E isso vai dar mais trabalho.
Tá medonho, eu sei.
Prometo me dedicar mais ao estudo de cor. Estou aprendendo. Tudo vai melhorar.

17 maio, 2007

Um amor correspondido.
Eu tenho uma escova de cabelo anã. Daquelas que a gente compra na boca do caixa, em farmácia de bairro. Custou 3 reá. É bem vagabunda mas é perfeita para levar na bolsa para ajeitar as madeixas, em caso de emergência. Tipo, tropeçar num homem lindo. Casos de emergência têm sido cada vez mais raros por aqui, o que eu acho um desperdício.
Eu tenho também um porta-níquel. Ele é todo metido, todo cheio de brilhos e tal. Não fosse o comportamento que tem apresentado de uns tempos pra cá, eu diria que ele é gay. Ele vive na minha bolsa, porque moedinhas são itens de primeira necessidade. Mais do que a escova.
Basicamente eu tenho duas bolsas para usar no dia-a-dia. Uma bege, outra preta.
Quando eu uso a preta, nem me importo muito de não ocorrerem casos de emergência, porque não levo a escova. Não cabe. Já no dia em que decido pela bege, vira a festa do caqui: até óculos escuro viaja com estojo. E é também quando, numa espécie de Feitiço de Áquila no reino dos inanimados, o porta-níquel metrossexual encontra sua alma-gêmea, a escova vagaba.
E é aí que começam os meus problemas. Por mais que eu os coloque em lados separados, eles dão um jeito de ficar juntinhos. Eles têm vontade própria. E que vontade!
Na hora da correria, tento achar o porta-níquel, que nunca está no lugar. Vira, mexe, remexe, tá ele lá, com a escova.
Pior: tem vezes que eu pego o bendito e a vagaba vem junto, fazendo escâncalo, espalhando fios de cabelo sobre o balcão. Passo vergonha.
Porque |juntinhos| é modo de dizer. Eles vivem atracados, nas posições mais bizarras. Uma coisa quase pornográfica. Parece que rola um sentimento.
E quer mesmo saber? Chega a dar inveja.

16 maio, 2007

No vestiário, uma moça de lingerie secava os cabelos, diante do espelho.
De repente, dirigiu o jato do secador para a bunda.
Isso: para a bunda.
Segundos depois, voltou a secar os cabelos normalmente.
Na intimidade, as pessoas têm hábitos estranhos.
Tá bom. Eu conto.
Estreei a calça nova. Já mandei para os devidos ajustes. Fica pronta amanhã.
Treinei por 1h15 com a barra gigante se arrastando pelo chão.
Foi mico.
Ovacionada por recepcionistas e monitores, voltei oficialmente para a academia, ontem.
Foi lindo.
O acendedor de farol do Cascão quebrou. O farol funciona.
Mas aquela ponta da haste que aciona o comando quebrou. Nem queira saber como, que me dá nervoso.
Fui na Fiat. Apenas R$ 342,00, sem contar a mão de obra. E o explorador de desgraças não parcela no cartão.


Fui numa outra loja de auto-peças, na hora do almoço. Baixou pra R$ 120,00.
Fiquei tão animada que deu vontade de comprar duas e ainda sobraria trocão.
Ainda vou traçar um Plano C.
Ódio.
Farofa no Ventilador.
Os meninos do vale9conto tão mandando muito bem.
Link à sua direita.

15 maio, 2007

As desculpas acabaram.
Não restou um motivo racional sequer.
Tá. Eu fui tragada resolução inadiável das minhas
pendências burocraticas e completamente absorvida pelo horário de trabalho fora de órbita. Certo?
- Não, Ana, disse-me o espelho da minha consciência.
(quando minha consciência resolve ser lacônica, fodeu)
Tem feito muito frio.
O exame médico já foi providenciado, but, algo me diz que tá
faltando um carimbo.
A depilação tá com o prazo estourado, não dá pra treinar com a perna desse jeito.
Eu sei. Nada justifica.

Quando decidi que eu faria (!) de 2007 um ano mais delicado
pra mim, eu sabia que não ia ser mole.
E tava indo tudo tão bem.
E meu corpo tava ficando tão mais bonitinho.
Só que o tempo passa e o treino todo se perde, se eu bobear.
Não é um bom momento para o manjado número do auto-boicote
resolver sair da manga.
Delicadeza é também aprender com erros e fugir das
repetições. Isso a gente deveria aprender nos bancos da
escola.
Entao, foi auto-decretada minha volta a academia.
E vai ser hoje, terça-feira.
Mesmo que o PCC ataque.

Ontem à noite, eu fui apenas pra levar o atestado médico e marcar a
avaliação física, adiada desde o final de março. (a vantagem
é que, pensa, com os 2 meses de treino provisório,
eu vou sair bem melhor na foto do ANTES. :O)
E vamos combinar que segunda-feira nunca foi mesmo um dia
muito produtivo pra treinar.
Era melhor encarar trânsito desgraçado do que o espelho da
consciência. Eu não brinco mais com isso
A mocinha-toda-sorriso-sincero da academia marcou minha
avaliação para daqui a 15 dias (!!!) e me deu a folha de
procedimentos. Ui.
Deu pra notar que eles vão me virar do avesso.
Como eu não tinha muita certeza de que em 15 dias minha
depilação estará em dia, achei legal comprar duas calças
bem compridonas, já que eu não estava fazendo nada mesmo.
Não dá pra treinar ou ser virada do avesso de calça curta.


Morro de preguiça de experimentar roupa. Prefiro comprar e trocar
depois.
Experimentei.
Decidi a compra: uma calca de ginástica entre duas iguais, P ou M, e outra mais bonitona.
Calcei a bota ¾, salto algulha 11.
Esqueci do jeans.
Tirei a bota, vesti o jeans.
Péra aê: foi a P ou a M que ficou boa?
Bem que minha mãe me ensinou a não fazer compras
com fome.

Fui comer. Comi.
Esqueci a porra do envelope do exame médico na Praça de
Alimentação.
Só fui dar pela falta quando eu estava na fila da Americanas.
Voltei. Falei do envelope.
A moça de voz pra dentro me mandou pro Achado e Perdidos.

Acho que eu preciso de um acompanhante terapêutico.

14 maio, 2007


Em junho, nos cinemas. :O))

11 maio, 2007

Eu acho o frio anti-higiênico.

10 maio, 2007

Tinha lá no Mosteiro que não é Bento.
Macarrão integral com molho de abóbora e gorgonzola. Acompanha nugget assado de carne vegetal com molho agridoce.
Até o momento, meu organismo não manifestou nenhuma reação adversa.
Eu tenho um distúrbio.
E não é um distúrbio qualquer, desses que tão na onda, que aparecem em revista de celebridades e em programa-mulherzinha na TV.
Não. Tô falando de coisa quente mesmo. Aposto que não consta nem no CID.
Um desafio à ciência e à classe médica como um todo.
É. Eu esqueci de deixar a chave para a faxineira. De novo.
E nem venha, você. Não é Alzheimer.

08 maio, 2007

A novela continua e os capítulos me parecem longe de ser decisivos.
Domingo, tive que chamar o guincho e deixar Olívia na mão. Odeio isso.
Segunda-feira, fui direto pro mecânico. De guincho e com Cascão se fazendo de morto.
Estratégia perfeita, se a gente for pensar bem. C, o mecânico-sherlok, tem que investigar o veículo em surto para confirmar suas suspeitas, mas continua com aquela mania irritante de descartar hipóteses de estranhos.
O técnico de domingo sugeriu sensor de temperatura e/ou vela suja.
C. ouviu com desdém.
Eu tô falando todo santo dia que é o sensor de rotação.
C. me ouve e provavelmente pensa: tolinha.
Ontem, no final do dia, problema aparentemente resolvido: problema no aterramento da bateria (what??) e eu levei a maior bronca dos últimos tempos:
- Eu troquei o óleo do carro.
- Que bom, tava precisando, né?
- Na verdade, eu COLOQUEI óleo no carro, porque NÃO TINHA UMA GOTA DE ÓLEO!
- É?
- E você teve muita sorte do carro não ter funcionado ontem, porque se tivesse funcionado, você sabe o que teria acontecido? VOCÊ SABE O QUE TERIA ACONTECIDO? (ele parecia estar mesmo muito contrariado)
- =:/
- NÃO TINHA NADA! SE EU NÃO TIVESSE VISTO, bla-bla-bla.
- Tá-á. Já entendi.
Foi a maior bronca que eu já levei nos últimos tempos. Acho que a última desse porte foi quando eu tinha uns 9 anos de idade.
E, desta vez, eu não podia falar nada, porque o cara tava certo. Vergonha.

Hoje, acordei feliz e saltitante, disposta a sair mais cedo de casa pra comer pão de queijo no Café, antes ir trabalhar.
Lógico que você está pensando que o maldito não deu partida. E você está absolutamente certo.
Chamei o técnico do Seguro e troquei de sapato, porque subir e descer de caminhão com salto 11 não é uma opção muito inteligente. A., um baiano decidido e casca-grossa, deu o veredicto de primeira: sensor de rotação.
Juro que eu deveria ganhar dinheiro com isso.
Com uma prática invejável em descer de veículos de grande porte, encontrei C. na porta da oficina.
- Não acredito! De novo?
- Eu pergunto: por que de novo?
No final, foi colocado um novo sensor de rotação, C. não cobrou peça nem serviço. Ao sair da oficina, C. se despediu:
- Maria Luiza, né? Qualquer problema, deixa o carro aqui de novo, hein?
Eu mereço.

04 maio, 2007

Fui comprar Nature Valley.
A moça me falou que um quadrúpede resolveu parar de fábricar o de maple.
Besta.
Atropelei um cone. Vou perder pontos?
Fui buscar a carteira de motorista. Tudo na conformidade da lei.

03 maio, 2007

Cronologia de uma manhã insana - Da arte de dar nó em pingo d’água.
8h10 – Saio de casa
8h15 – Estou no despachante para pegar documento do carro
8h25- Estou no supermercado comprando material de limpeza para Santa N., a faxineira porreta
8h40- Passo na portaria do prédio para deixar as compras
9h10- Para no mecânico para deixar o Cascão. É. O problema voltou
9h20- Chego ao trabalho com o frescor de quem acabou de sair do banho
9h25- Antes de começar a labuta, aproveito para conferir os lançamentos futuros em conta corrente.
Fodeu.

02 maio, 2007

Operação Enxuga Gelo II.
Minha carteira de motorista fica pronta amanhã, com inacreditáveis 3 anos e 5 meses de atraso.
E você, já renovou a sua? :p
Operação Enxuga Gelo I.
Consegui providenciar o licenciamento do Cascão com inacreditáveis 4 dias de antecedência.
Não me reconheço.
Crueldade desnecessária: erro de briefing.
Dá sorte ou azar?
Consegui quebrar sozinha um vidro de Tabasco, ontem à noite.
Não me pergunte como. Só sei dizer que o chão da cozinha ficou uma belezura.
Grrr.
Tenho andado num grau de destrambelhamento tamanho que, se eu der de cara com George Clooney no supermercado, vou pensar: - Acho que conheço esse sujeito.
Duas prateleiras adiante, vou concluir brilhantemente: - Claro, o maluco estudou comigo no cursinho.

27 abril, 2007

Operação Enxuga Gelo.
Foi uma decisão radical: ou eu começava a regularizar tudo que estava pendente na minha vida, buracraticamente falando, ou iria enlouquecer daqui a 5 minutos.
Lancei mão do recurso manjado da listinha. Era gigante.
Estabeleci as prioridades e lá fui eu.
A cada item riscado, mais dois se somavam.
Isso não vai acabar tão cedo.
Consegui ir até a auto escola para entregar o exame de vista e quase encerrar a novela da renovação da carteira.
- Seu exame já tem 15 dias e você só trouxe agora?
- Isso não é nada. Repare na data em que eu contratei a renovação.
- Novembro!
- Pois é.
- Falta de tempo é fogo.
- Isso nem é mais falta de tempo. Virou regime semi-aberto.

Seu Blogger mandou, eu obedeci. Odeio isso.
Tive que abrir mão dos comentários antigos, do contador de visitas.
O layout tá todo zoado, mas alguém há de me ajudar a dar um tapa nesse treco. Aos poucos eu me acostumo.
O que importa mesmo é que meus arquivinhos estão de volta.
Alguma coisa tinha que dar funcionar. :O)
Testando.

23 abril, 2007

Chiclete infernal.
Tem sido assim, há muitos dias. Semanas, talvez.
Acordo com bendita Little by little (Oasis) na cabeça e daqui ela não sai [Little by little
You have to give it all in all your life
And all the time I just ask myself why are you really here?] por nada deste mundo. Enquanto eu trabalho, enquanto tomo banho, enquanto estou dirigindo, então, nem se fala [But my god woke up on the wrong side of his bed
And it just don't matter now
'Cause Little by little]
Difícil viu? ['Cause Little by little]
Sessão Queima-Filme.
Início da noite de sábado, na videolocadora.
- Tem certeza de que esta cópia é legendada?
- Mãe?
- Não tá escrito em lugar nenhum, cadê?
- Mãe?
- Que foi?
- Hello-ow!
30 segundos depois: - Dãr, promete não contar pra ninguém?
Ninguém ouviu. Acho.
Contrariando todas as perdas e recusas de senha, pasmem, eu voltei.
Salve.

13 abril, 2007

Basta um telefonema e a coisa se resolve.
Para o bem ou para o mal, mas, sem sombra de dúvida, resolve para sempre.
E cadê coragem?
Logo que voltei pra São Paulo, e isso já tem lá quase uns 9 meses, eu tinha planejado ir ver O Avarento.
Lógico, não fui, por uma série de razões.
Acho que agora é tarde, né?
Pena.

12 abril, 2007

Dasdô.
Tô com dor até onde deus duvida.
Fórmula? Hoje não, obrigada.
Tudo que eu preciso é de edredom e pijaminha.
Meu nome é Maria das Dores, prazer.
Fui.
Demorô.
Hoje, finalmente, fui fazer exame de vista para renovação da CNH.
Eu tava com medo. Fico nervosa em exames, principalmente, médicos. Todo mundo sabe.
E eu passei. Sem dp.
Sei todas as respostas. Decorei todas as letrinhas. Sou mesmo muito esperta.
Tô vendo informação. Quer? :O)

11 abril, 2007


Já que não teve coelho, comprei um baldinho pra mim.

05 abril, 2007


Imprevistos com Coelhinho da Páscoa.
O prazo está apertado.
Só conseguiram um chinchila substituto.
Está a caminho.
Paciência.
Esfriou pra burro.
Lista de compras:
- Farinha de linhaça
- Liquidificador
- Havanna pras crianças
- Ginko biloba
A noite do apagão foi pavorosa. Ontem, passei o dia inteiro com sono e não me restava outra alternativa a não ser partir para o plano B. Minhas olheiras têm que aceitar uma verdade: ficar acordada até altas horas, com ou sem TV, não está me tornando um ser melhor enquanto pessoa, entende?
Então, faltei de novo na academia. Saí em horário de gente normal, direto pra casa.
1- Preparei jantar frugal, com 6 ingredientes da lista dos 11 alimentos poderosos* [tô ficando boa nisso]
2- Desliguei a TV às 23h, antes sucumbir à tentação ver Law & Order SVU
3- Escolhi uma mais leitura leve.
4- Adormeci pouco depois da meia-noite [milagre] e acordei às 7h15. Sete horas de sono, quem diria
5- Acordei leve e quase feliz: - Thanks God It’s Friday!
6- Quase chegando ao trabalho, o celular tocou: N., a faxineira porreta. Quinta e não sexta-feira, God. Esqueci de deixar a chave. Bosta.
7- Pra cabeça na lua não há remédio
* A Dieta do Abdômen – Ted Spiker e David Zinczenko

04 abril, 2007

Ontem, foi um dia pertubador, psicologicamente falando.
Antes de sair da agência, eu já imaginava que a barra seria pesada, mas nenhum portal online foi capaz de dar a exata dimensão dos estragos no trânsito.
Decidi não ir à academia. Eu tava cheia de sono, fome e cansaço. Queria chegar em casa, preparar algo gostoso para comer, ver TV e ler um pouco, antes de capotar nos braços de Morpheu.
Deu tudo mais ou menos errado:
1- Saí do trampo por volta das 20h. Pde Antonio travada, eu com o tanque na reserva e sem saber ao certo quais eram os pontos de lentidão no meu trajeto.
2- Notei que a coisa tava mesmo feia pro meu lado. Achei prudente cuidar da gasolina. Pinguei 10 reá no tanque* e vazei da Pde Antonio, porque aquilo não ia me levar a lugar nenhum.
3- Tentei escapar pelas travessinhas estreitas do Brooklin. Mais de 40 minutos para chegar na Bandeirantes, totalmente às escuras e mais 35 minutos para chegar ao meu bairro.
4- A poucos metros de casa, eu ainda amargava uma forte esperança de, com um pouco de sorte, haver energia elétrica na minha rua. Isso já me aconteceu antes.
5- Subi 9 andares pela escada mal-iluminada. Salto 11 cm. Isqueiros podem não salvar vidas, mas protegem tornozelos.
6- Sem eletricidade, nada de rango quente. De raiva, comi Elma Chips e ½ tablete de crunch.
7- Sem eletricidade, nada de TV. Ímpetos incontroláveis de sair para comprar um radinho de pilha.
8- Lia Veja da semana, à luz de vela.
9- Terminei um livro. Leitura inquietante. Morpheu cruzou os braços e me deu as costas. Comecei a ler outro, já com a segunda vela queimando.
10- Mais de 23h, a luz voltou. Vizinhos soltaram fogos de artifícios. Mas era alegria de pobre.
11- Novo apagão no bairro inteiro. Acendi a 3a e última vela. Quase terminei o segundo livro e nada do sono vingar.
12- Mais de 2 da madrugada, nova tempestade de boas proporções. Pensei: fodeu.
13- Noite difícil.
* soube de gente sofreu parado, com pane seca, porque os postos também ficaram sem energia elétrica.
Lista de compras:
- Isqueiro
- Radinho de pilha
- Maço de velas
- Pilhas
Tava no anúncio: Lançamento. Zarabatana. Não machuca!
Agora eu pergunto: que graça tem uma zarabatana que não machuca?
A minha eu quero com curare extra plus e mira a laser.

02 abril, 2007

E essa marra que tu tem, qualé?
You with the sad eyes
don't be discouraged
oh I realize
it's hard to take courage
in a world full of people
you can lose sight of it all
and the darkness inside you
can make you fell so small

But I see your true colors
shining through
I see your true colors
and that's why I love you
so don't be afraid to let them show
your true colors
true colors are beautiful like a rainbow

Show me a smile then
don't be unhappy, can't remember
when I last saw you laughing
if this world makes you crazy
and you've taken all you can bear
you call me up
because you know I'll be there

And I'll see your true colors
shining through
I see your true colors
and that's why I love you
so don't be afraid to let them show
your true colors
true colors are beautiful like a rainbow


(Cindy Lauper)
Dove. Campanha pela real beleza.
Cindy Lauper. True Colors.
Coisa mais linda e delicada.
Eu choro.
No freezer: Via Natural, improvável sabor pêra, e a melhor parte do meu coração.
Cold Case.
Quero ser Lilly Rush.
Agora.
Final de tarde de domingo, voltando da casa da minha mãe, o termômetro de rua indicava 47 graus Celsius.
Alguns metros adiante, o relógio de rua indicava: 17h77
E a louca sou eu.

30 março, 2007

Chego do trabalho, morta de sono e fome, às 2 da madrugada.
Ligo a TV e tá começando Happy Hour.
Tão querendo me confundir, né?

29 março, 2007

Deu no Blue Bus: Gol elimina 1a classe em vôos internacionais da Varig e mantém Smiles.
A Gol informou a extinção da 1a classe nos vôos internacionais, que terão serviços de classe econômica e executiva, segundo informações da Folha de São Paulo.
Na prática, isso significa que a galera da classe econômica continua mascando sua barrinha miserável de Nutry, 2 opções de sabor. E os bacanas da executiva vão receber classudas embalagens de Nature Valley, pensa o quê?
Acompanha suco de caixinha.

28 março, 2007

Law & Ordem SVU + stress básico = insônia primária
Insônia primária + homeopatia branda = efeito nulo
Pensamentos insanos + sono peso-pena = pesadelo
Pesadelo + insônia secundária = cabelo ruim
Cabelo ruim + excesso de job = zero à esquerda
Zero à esquerda, novisfora, na-da.

27 março, 2007

Elevador de empresa é um negócio mesmo engraçado.
Tenho vivido episódios inéditos, ultimamente.
Depois daquele lance do Coelho que nunca foi Coelho, teve o velhinho poderoso que me cutuca elogiando com o meu cabelo e implica com meu cigarro toda vez. Esse faz tempo que eu não encontro. Tenho medo dele, é verdade.
Hoje, no térreo, o elevador demorou um ano pra chegar.
Ao entrar, distraída, apertei o botão do meu andar.
- Bla,bla! (o nome da empresa onde trabalho), exclamou o cara que entrou comigo.
- Sim.
- Redatora, dá pra notar que você é uma redatora.
- Eu sou tão caricata assim? Que mensagens tão reveladoras estou enviando?
- O silêncio inquieto e o pensamento distante. Isso é típico.
Fui obrigada a concordar.
Ora, que sujeito mais observador. Coisa tão rara.
Contei pras meninas. Elas gostam das minhas histórias de elevador, sabe? Acharam que o cara estava me paquerando.
Eu acho que não.
As duas grandes tragédias da minha vida afetiva ocorreram em Quaresmas passadas.
Achei por bem não reduzir esta constação recente a apenas uma coincidência infeliz.
Melhor então eu ter cuidado com a louça e não pisar nas flores. Tô fazendo o que posso.

26 março, 2007

Sábado, academia e manicure.
Ainda estou em busca da cor perfeita. Tem sido uma longa procura.
Orientei a manicure: vermelho fechado, quase pro vinho. Ou talvez outra nuance. Estou sempre aberta à sugestões.
Então, lá veio a mulher com um monte de vidrinhos.
O que me encanta é a criatividade dos nomes:
Exótica [não orna muito comigo]
Pirata [tá zoando, né?]
Saga [cê tá de sacanagem]
Luxúria [adoraria, mas falta-me candidato]
Na falta de algo mais selvagem, acabei escolhendo um Vermelho Rústico inocente.
Me parece mais de acordo.
Tá, eu confesso.
Antes da manicure, dei uma passadinha na livraria pra tomar café.
Comprei livros. Consumo secreto. Impublicável.
É. Acho que PPSO foi pelo ralo.
Março está sendo o mês mais longo da história da humanidade.

23 março, 2007

Considerando todos os maus-tratos que sofri nos últimos dias, comi cheese-burguer do Fifties no almoço. Com fritas. Sem nadica de culpa
Mais à noite, vou esticar um treino de 2 horas, chegar em casa, pôr pijaminha bobo e caçar alguma reprise de Law&Order SVU naTV. Hägen-Dazz cairia muito bem. Tô merecendo.
Com um pouco de sorte, só acordarei no domingo, às 19, na horinha da biografia de Martha Stewart, no GNT.
Difícil pensar em algo mais profundo.
Não foi uma boa semana. Não mesmo.
Efeito cascata.
Jobs se acumulam. Muitos deles. Dezessete horas e meia de trabalho.
Chegando em casa agora.
Preciso de massagem nos ombros. Nos pés. Se não for pedir demais, no ego também.
Bocejos.

21 março, 2007

Passei boa parte da tarde de ontem e a manhã inteira de hoje fazendo descobertas incríveis sobre a importância dos elevados índices corneométricos na auto-estima e na qualidade vida das pessoas. Tudo muito científico.
Os dias têm sido muito instrutivos.
Isso não pode ser pra sempre.
Por mais que eu tente, não consigo me conformar: House sem dor na perna e sem bengala não é o meu House.
E o é aquele cabelo da Cameron, hein?
Minhas elaborações oníricas andam cada vez mais sem noção.
Chegam a dar medo.

19 março, 2007

Amanhã, tenho yoga anti-stress.
Não custa tentar.