12 março, 2010


                                                                        By Fabio Rex

By Mauricio Rett

                                                                      By Renato Andrade

Daqui

03 março, 2010

Tô quase voltando. Falta de assunto. E de paciência. Mas eu volto. Eu sempre volto.

11 fevereiro, 2010

Na novela, tem uma atriz cujo sobrenome é Coentro.
Morro de dó.

03 fevereiro, 2010

Pelo celular...
-Mã, tenho uma notícia boa e uma ruim.
- Ai.
- A ruim é que eu não passei.
(sensação de soco no estômago)
- A boa é que é MENTIRA!
 \o/
Então esta vai pra ela, que deve ter vivido o dia mais feliz da sua vida.
Loviu, Olívia. =)

31 janeiro, 2010

Bora  alegrar que a coisa não tá fácil.
Inté.
Mãe e filha, de volta pra casa, relembrando os velhos tempos:
- Mã, lembra quando a gente foi no parque da Água Branca e o Y. sumiu? (amiguinho da escola que foi conosco à exposição de cães)
- Ô, se lembro. Vontade de matar o pirralho.
- Cê ficou muito brava.
- Moleque era o mó tchongo. Eu dando uma dura, ele me olhando com cara de ué. E depois, se o cara some mesmo, o que eu iria falar pra mãe?
Nessa hora começam a pipocar aleatoriamente as respostas possíveis para o sumiço do pivete, numa velocidade impressionante.
- Assim, ele tava do meu lado e, puf, sumiu. Ele tá com você?
- Ele foi com a gente?
- Desencana. Fica tranquila. Vai que a Angelina adotou...
- Fala sério, vc nem gostava dele tanto assim.
- Ah, ele era tão enjoadinho. Arruma outro.
=]

30 janeiro, 2010

Na faixa de rua (Kassabi? Oi?) estava escrito: Corrida e Caminhada de Rua Oral B.
Não li o "B".
Entendeu o que eu entendi?

24 janeiro, 2010

Nem sei mais direito o que estou fazendo aqui.
Olho pro Ventilador e penso: Why?
Depois eu penso em outra coisa e  passa.
(breviário de uma pequena crise emocional)
Sempre passa.
Há de passar.

21 janeiro, 2010

18 janeiro, 2010

Saudades de Kevin Arnold e suas reflexões implacáveis.

07 janeiro, 2010

Falta de job:

- Glória Maria tá grávida?
- Sei lá. A última notícia que eu tive, ela andava
comendo ninho de passarinho.

05 janeiro, 2010

- O que ele fez pra vc?
- Ele não fez. Ele existe.
Adorei. =)

03 janeiro, 2010

Eu comecei 2009 brigando. Com os caras da oficina do carro, coisa que durou meses.
Depois brigando com os caras da reforma da banheiro.
Em seguida, com a sobrevivência.
Com a conquista de novas contas.
E com a conservação de outras.
Passei 2009 brigando. Comgas. Seguro do carro.
Não tive sossego.
Cheguei em novembro exausta.
Terminei dezembro inteira.
Em 2010 há de ser mais feminino.

24 dezembro, 2009

Dias corridos por aqui.
Enquanto isso, um Feliz Natal, meus amores tão sinceros, tão queridos.
Volto em breve.

18 dezembro, 2009

O garoto triste e a gaita perdida.

Da arte de (quase) perder amigos – Parte I.


- Eles eram muito amigos. Não aqueles amigos de longa

data. Mas foram fiéis companheiros de masmorra e açoite por

madrugadas a fio, nos tempos de trabalho árduo na

Máquina de Moer Ossos. A lealdade se estendia também aos

momentos de alento, nas maratonas improváveis, vagando

pela cidade, contando as mazelas da vida e do coração,

afogando mágoas diversas e fechando bares até o dia amanhecer, em

busca da saideira perfeita. “Não perdoe quem lhe deu uma facada nas costas, apenas porque outro alguém lhe deu dois tiros no coração depois”, ela lhe ensinara uma vez. Ele aprendeu.

Escolhas e destinos encarregaram-se de separá-los temporariamente.

Ela foi trabalhar numa obscura Mina de Carvão em um bairro

distante. Bem mais tarde, obteve a dádiva de ser convidada

a trabalhar na torre de marfim de um pequeno Castelo

Encantado, do outro lado da ponte. A vida voltou-lhe a ser gentil.

Ele, aproveitando a larga experiência em rolling playing, aprimorou-se com

esmero e competência no ofício de mentor e comandante de um pequeno

exército de jovens obstinados.


Há alguns meses, os dois amigos se reencontram numa

noite de chuva fraca, trânsito lento e temperatura amena.

Tudo tornou-se especialmente alegre, em nome dos velhos

tempos. Colocaram muitos assuntos em dia, boas histórias foram

contadas entre goles de bom vinho e longas gargalhadas. Aderiram à

prática vulgar da fofoca rasteira e do escutar conversas da mesa ao lado. Ao final de mais uma madrugada ébria, combinaram de se encontrar novamente dali a um ano.

Cada um seguiu seu rumo e, ao virar a primeira esquina a caminho de casa, ela notou que ele deixara cair acidentalmente a gaita mais estimada,

entre o banco do passageiro e o freio de mão.  

      

No primeiro dia útil em que foi possível trocarem

mensagens instantâneas, ele, temendo pela resposta,

perguntou se, por acaso, a gaita teria ficado no carro dela.

Se tivesse caído no restaurante, já era. Aliviado com a

afirmativa, ele ressaltou, enfático, que a devolução

da gaita não estava inclusa no pacote de coisas que ficaram

combinadas para o próximo encontro. - Um ano é muito

tempo, vamos deixar minha gaita fora disso, ele alegou

sabiamente.

Ela, cruel e indiferente, tripudiou da aflição do dileto

amigo. Vazou. Ficou um bom tempo sem dar as caras ou uma notícia sequer.

Assoberbada pelo excesso de afazeres ela estava. Usou uma

vez a argumentação manjada para o sumiço e a indiferença.


Ele seguia a vida. Porém sem nunca entender, quase dois

meses depois, porque inexplicavelmente lhe estava sendo

negada devolução da sua tão querida gaita, por sua

tão estimada amiga. Mas a vida dele seguia mesmo em

frente. E cada vez que amigos o convidavam para uma festa,

ou para uma pequena reunião, ou mesmo quando estava sozinho em casa, ele lembrava-se com saudades da gaita e com uma certa raivinha da amiga

ingrata. Ela não toca gaita, afinal. Nunca se interessou por gaitas. Não tem fetiches por gaitistas. É até provável que odeie gaitas. E gaitistas e gaiatos em geral. Chegou a cogitar que ela tivesse jogado sua gaita pela janela. Trocado por barbitúricos. Doado para a faxineira. Ou que houvessem tantas outras gaitas misturadas em sua lotada gaveta de achados e perdidos, que talvez ela nem soubesse mais qual era de quem. Vaca.


Passaram-se mais de dois meses e ela permanecia blasé com

respostas evasivas, frases clichês, acenos de encontros para devolução, lançados displicentemente do alto de sua torre.


Ele estava a um passo de começar a odiá-la com força.

Fez uma última tentativa de negociação: - Leve a

minha gaita para sua torre de marfim no pequeno Castelo

Encantado e eu mando um mensageiro buscar. Simples assim.

Cheia de orgulho e brios, a moça respondeu que ela mesma

se encarregaria de providenciar o mensageiro, fazia questão e

blá-blá.


Não se sabe até hoje se por leviandade, falta de consideração e descaso, nunca conseguia se lembrar de levar a gaita da discórdia para o Castelo Encantando, a princesinha avoada. Alegava esquecimento  e o tal do estresse. Na prática, não se importava com nada que orbitasse dois metros  adiante do seu umbigo perfeito.


Até onde se tem notícia, ele ainda se pergunta porque

ela insiste em manter confiscado um mero troféu do acaso. Sem função

e sem significado.


Enquanto ela ainda até hoje se pergunta: o que pode haver de tão

importante naquela gaita tosca? Que cara mimadinho..,


-       Mas ela devolveu a gaita?

-       Até onde eu sei, não. É bem provável que tenha trocado por barbitúricos.



17 dezembro, 2009


                                                       Daqui ó.
                                                       Valeu, Kata. =]

09 dezembro, 2009

Minha clássica Operação Enxuga Gelo foi retomada hoje,  versão 2009.
Em um dia, eu resolvi pendências postergadas há quase dois meses.
É mais ou menos como se eu tivesse removido 85 kg de peso sobre meus ombros.
Restam apenas uns 25 ou 30.

Eu quero.

06 dezembro, 2009

Eu podia estar roubando, podia estar matando, mas não. Meleca.
Estou aqui, insone, vendo Paul Rudd (suspiros) catando mariscos em Diggers.
Podia ser pior, eu sei.
Bem pior.

Paul Rudd

03 dezembro, 2009

Em vez de ir almoçar, fui às compras em petit comitê com colegas da firrrma.
Foi quando eu me deparei no meio do bazar da Cori.
De enlouquecer.
Exemplo: tubinho Pied-de-poule, de alças largas e decote dissimulado.
Estilo Jackie K. O meu predileto pro resto da vida.
O chamisier roxo. A regata salmão. O trapézio marinho.
Escalpelei-me, é fato.
Minha cabeça dói pelas peças que comprei. E pela saudade das que não comprei.
Melhor nem pensar.

02 dezembro, 2009

Caro Visionário da Cabeça Quadrada,


Agora você me deixou numa sinuca braba, sabia?
Posso perguntar, encerrando a tréplica?

Sorry, é que eu não entendi direito.

O que pegou pra você foi a parte do “jovem rapaz” ou a do “rá, perdeu!”?
Queridos,
Nunca nos quase 9 anos (!) de história deste Ventilador alguém pediu direito de resposta. Pois como para tudo na vida existe uma primeira vez, segue abaixo a réplica solicitada.
Com a palavra, Visionário da Cabeça Quadrada (?).

" Rá perdeu! Disse peremptoriamente a bela dama...

Obrigo-me a um singelo direito de resposta.
A perfeição vem da prática, afirmo novamente a batida máxima que deve ter sido posta no mundo por um pai Mesopotânico ou talvez uma mãe Anatóliana, dada a quantidade de primaveras da dita cuja.
Porém... apenas porém... a dama (reafirmar o adjetivo acima apenas serviria para incentivar a vaidade... esse pecaminoso sentimento sem a qual as mulheres seriam homens, mas condenado segundo o livro dos seguidores do Um Deus), voltando: a dama deixa-se levar pela oportunidade de um leve chiste, um lazer de leve com a minha face, como diriam nossos vizinhos cariocas mais dados aos coloquialismos, e assim deixa uma lacuna em sua tão bem redigida tese. Explico-me:
O que é a prática, a busca diante da perfeição inata de um ato?
Há aqueles que buscam constantemente. Que com o passar dos anos (talvez décadas) chegam a patamares inimagináveis em seus caminhos, com obras realmente dignas de lágrimas. Mas, haveria alguém de perguntar à grande maioria deles, os maiores mestres - e aqui refiro-me não aos geniaizinhos do dia a dia, e sim aos irrefutáveis, como Da Vinci, Verne, Platão, Aristóteles e muitos etcs, com o perdão da linha do tempo emaranhada - se eles alcançaram seu apogeu, sua dita perfeição através de tanta prática e teria como resposta - aqui me abro para um pequeno devaneio boêmio: seria capaz de que se sentasse, pedisse uma bebida contemporânea à época, e passasse algumas horas fazendo com que o infeliz se arrependesse de ter entrado numa máquina do tempo e ido pra tão longe de casa perguntar uma idiotice dessas. A perfeição é apenas vista em espelhos que não refletem a luz, cara dama; jamais é percebida pelos que a carregam.
E agora mais um ponto de concordância discutida: no suicídio não se aplica mesmo. Por que, e perdoem-me os otimistas não românticos, o suicídio é perfeito em si.
É um ato discutível, é bem verdade, porém em qualquer uma de suas muitas formas alcança sempre o mesmo objetivo. Na mesma intensidade e efeito. Transforma a vida em morte, rápida ou lenta, dolor ou não, com perfeição.
Sem mais, paro agora e saio para uma leve carraspana (sim, essa eu aprendi com vc), deixo aqui, tanto a réplica quanto a dama, para reflexão. E espero, com água na boca, a tréplica.


Visionário da Cabeça Quadrada."

28 novembro, 2009

Penso que a perfeição vem da prática, afirmou categoricamente o jovem rapaz.



De fato, funciona no ensaio de orquestra; na digitação de dados; nas claras em neve; nas arte marciais; no ponto de cruz; no abrir champagne com corte de facão; na patinação no gelo; no cultivo de orquídeas; no origami; no fazer chapinha e depois escova; nos grafismos em espuma de cappuccino; no descer ladeira de salto 11; na pintura em ecoline, na oratória impecável; nas barras assimétricas, nas paralelas também; no corte do sashimi e do vestido de musselina; no separar certinho o peixe da espinha, a pedra do feijão e o amor do sexo; no delineador traçado com precisão cirúrgica; na arte de fazer amigos e influenciar pessoas.
No suicídio não se aplica.


Rá! Perdeu.
= )



24 novembro, 2009

O Titio falou na rádio. Eu fui no tuiti dele e roubei. =]

23 novembro, 2009


Pensa numa mãe feliz.
o/

21 novembro, 2009

Bilhetinho do aluno ao professor do cursinho, em plena véspera da Fuvest::


“profi, vejo que no seu simulado, as respostas A são tendência. Devo segui-la também na prova de amanhã?”

Amo muito tudo isso. =]
E o Celso Pitta, hein?
É certo que não se deve falar dos mortos. Mas o que dirá Nicéia desta vez?

19 novembro, 2009

Recebi por e-mail:
"Só vou assistir o filme sobre a vida do Lula se ele morrer no final", comentou o leitor ao jornal Folha de São Paulo.

ahahahahaaha!
Valeu, Mi.

16 novembro, 2009

Ouvi logo cedo, na Eldorado, que Dona Canô quer ligar pra Presidente Molusco pedindo desculpas pelas últimas declarações de seu filho, Caetano.
A gente tá ligado que Caetano costuma mesmo falar muita bobagem. Mas das poucas vezes que seu filho acerta, a senhora vai lá pedir desculpas, só porque chamou a chefia de cafona e analfabeto?
Faz isso não, Dona Canô.
Presidente nem lê jornal. Ele diz que dá azia.
Deixa assim que tá bom.

15 novembro, 2009

Restaurante mexicano, quatro amigos à mesa.
Garçom, explicando o prato: - Pode ser de carne ou frango ou legumes.
Moça 1: - Eu não como carne.
Garçom: - Então pede de frango.
Eu: - Moço, ela não come nada que grite antes de morrer.
Silêncio.
Garçom: - Mas o boi era mudo!

=]

14 novembro, 2009

Sumida, eu.
Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.
Ando sonhando acordada.
Ontem, meu dia foi uma espécie de episódio de Seinfeld.
Perucas de anjo, harpas e lei de Murph, só pra variar.

07 novembro, 2009

Domingo, 8/11, 19 h
Baile de salsa com Heartbreakers Big Band, aqui.
De grátis.
Se der, eu vou.
Mas não sejam loucos de perder, hein?
Me contem, depois.

=]

06 novembro, 2009

Finalmente chegou o tão esperado capítulo do acidente com as modelos.
Daí que o busão tomba na estradinha precária e rola no despenhadeiro, tardão da noite, tudo escuro. Ambiente incompatível com a sobrevivência. Dois minutos depois, chegam as viaturas de resgate, bombeiro, ambulância, cones sinalizadores. Esquemão. Faltaram só as viaturas do Cidade Alerta local. Talvez estejam a caminho. Até o fim do capítulo tem chão.
Impossível não amar Manoel Carlos, hein? Amor incondicional o meu.

05 novembro, 2009

Vontade também de postar um vídeo dos Beatles.
Tenho vergonha preguiça.
Melhor eu ir dormir.
Dias tensos.
Hão de se mandar pela sombra, todos os três.
Eu sei que vão.

03 novembro, 2009

Felicidade é chegar no trabalho e encontrar um pacote de biscoito Globo sobre o teclado.

02 novembro, 2009

Quando chega Finados, penso que eu deveria ter nascido no México.
Meu inferno astral começa a se avizinhar.
Eu percebo os sinais.
Acompanhem.
Vai ser divertido.
(prometo não capotar desta vez, ok? :)

24 outubro, 2009

Parece que virou moda fazer paródia desta cena. No caso, esta só tem graça pra quem tem [ou já teve] um vestibulando em casa. Mas já vou avisando: tem palavrão, tá?
Uma singela homenagem à incansável Olívia, que hoje acordou com uma outubrite gritando forte. Smack! =]
Mama,
É aquilo mesmo: meio copinho  de água morna, em jejum.
Aumentar a dose, até 250 mL.
Meus embates com o espelho andam meio brabos por aqui.
Custa nada tentar, né?
Depois me conta. :)

=]

22 outubro, 2009

Outro dia, recebi um spam falando dos milagres da ingestão de água morna em jejum.
Poucos dias depois, a dona de uma loja de roupas me falou a mesma coisa.
Dizem que queima as gordurinhas abdominais milagrosamente.
Vai que é verdade, custa nada tentar.
Depois, fiquei pensando: "água morna em banha dura, tanto bate até que fura."
Assim nasceu meu novo mantra.
Talvez seja o princípio da coisa.

18 outubro, 2009


Ouvi no rádio, enquanto eu voltava pra casa.
Foi só uma ideia.

17 outubro, 2009

Viram o papelão da Maitê em Portugal, né?
Depois teve o pedido esfarrapado de desculpa da Louca da Fonte que, a gente sabe, não colou.
Mas olha o que os portugas responderam.
Amei. = )
(roubei tudo deles)
Fase de adaptação e de testes trapalhadas por aqui.
Desculpem a falta de jeito, sim?
Em breve, Ventilador vai voltar na voltagem de sempre. (nossa, quanto "v".)

12 outubro, 2009

04 outubro, 2009

Há 19 anos, numa hora dessas, eu tava começando a entrar
em trabalho de parto.
Parece que foi ontem. É sério.

27 setembro, 2009

Eu joguei no Twitter, mas não custa deixar por aqui tbm:
O Jovem Frankenstein, hoje, às 22h, no Telecine Cult.
Não perda! :D
E depois não diga que eu não avisei.
Beijo na testa.
E por aqui a vida segue. Mais aos trancos do que aos
barrancos.
Stress level 5, ando mais insone do que nunca nesta vida.
Minhas olheiras denunciam o delito. Minha boca não fecha,
não há meios de. Praticamente 900 calorias por
refeição. E pensar que o nome da brincadeira era É
outubro ou nada. Outubro tá logo aí e nada de eu perder
os 4 cm de cintura, minha meta principal (remoção
cirúrgica não vale).
O que me leva a concluir que não vai rolar Paúba no
próximo Verão.
Esquece.
Nhé.

26 setembro, 2009

Ventilador respira com ajuda de aparelhos.

20 setembro, 2009

Domingo nublado, começando a garoar.
Saio para almoçar na casa de Ciça-Mãe. Sempre gosto de
levar alguma coisinha.
Paro no mercado aqui perto, onde tem um pãozinho francês
integral que a gente adora. O de outras unidades da rede
não chegam aos pés. O daqui é imbatível.
Na estufa, os pãezinhos me parecem tristonhos, mas vejo
que tem uma nova fornada a caminho.
Pergunto à mocinha do caixa: - Quanto tempo pra sair o
pão fresquinho?
- Não sei. Não tem mais nenhum lá???
- Tem vários. Mas certeza que você não compraria.
Silêncio.
A mocinha do caixa grita: - Fulano, o Zé taí?
- O Zé tá lá dentro, responde Fulano.
- Pergunta pra ele quanto tempo pra sair o pãozinho.
Eu sigo Fulano, porque estou sinceramente interessada em
saber qual seria a resposta do Zé .
Noto que Fulano passa e observa o forno, que fica à vista
de todos os clientes, ao lado da estufa. Ele abre uma
cortininha de brim azul, daquelas que parecem de provador de
lojinha e some. Volta alguns segundos depois e, sorridente,
anuncia: - Sim, já vai sair.
Silêncio. Eu me controlo para não bufar. Respiro fundo.
- Tá, que vai sair eu tô vendo daqui (e aponto para o
forno). A pergunta é: quanto tempo demora? Pergunta pro
Zé, por favor?
Fulano abre a cortininha de novo, some por uns segundos e
volta, triunfante, com quem? Com ele: o seu, o meu, o nossuu
Zé.
Daí eu pergunto, como quem não quer nada: - Zé, quanto
tempo pra essa fornada ficar pronta?
Zé para, pensa, coloca a mão no queixo, olha pra cima e
profere a sentença:
- Oito minutos.

Comprei meigas baguetinhas salpicadas de parmesão, que a
gente também adora.
Na padoca da esquina.
Ciça-Mãe amou.

19 setembro, 2009

Retoquei a cor do cabelo novamente. Agora, sim, ficou show.
Showcante! :p
Eu olho o meu novo cabelo e penso: sai desse corpo que não
te pertence.
Boo!
É grave, doutor?

14 setembro, 2009

Ai, meu Deus!
E tem testemunhal no final do capítulo!
I love it!
Lilia Cabral, absoluta. Só pra variar.
Não tem como não amar Manoel Carlos.
De paixão.

12 setembro, 2009

Tarde de visita à Fada das Navalhas e dos Pincéis.
Mudança e crimes premeditados.
Cheguei numa dúvida crucial: loira? ruiva? oh, céus!
Loira, again.
Shure.Embora não radicalmente, tanto quanto eu tinha
imaginado.
Combinei com Fada das Navalhas e dos Pincéis um novo
acerto, quando as luzes se acentuarem e se definirem.
Pequenos detalhes, algumas pinceladas estratégicas.
Uma aqui, outra acolá.
Nova visita ao salão, ficou marcada.
Serei novamente chamada de irmã da Olívia.
I love it. =)

10 setembro, 2009

Momento Eu Adoro Brainstorm:
O nome da revista tinha que ter nome de tecido.
Eu sugeri Chita.
Depois, Popeline, Juta.
Fio Penteado.
Por último, Helanca.
Não rolou.
Why not? : )

07 setembro, 2009

Dia 14, estreia a nova novela de Manoel Carlos.
(suspiros)
Acho que a vida voltou a sorrir pra mim.
:)

30 agosto, 2009

Sexta-feira - 20h14, a notícia chegou pelo rádio, em
meio a um congestionamento monstro na cidade.
Torpedo 1: Liam G. deixou o Oasis. Estou abalada.
Resposta: Como assim???
Torpedo 2: Liam disse que não toca mais com Noel, nem por
mais um dia sequer, e vazou.
30 segundos depois, correção com Torpedo 3: Oups, foi
Noel, o cara do garfo com a sopa, que vazou.
Silêncio.

Entendam, eu sempre confundi Caim com Abel, nunca soube
quem matou quem até hoje.
Segundo Noel, o chute no balde é de caráter
irrevogável, num adianta legião de fãs mandando
recadinho e tal.
Game over.
Oasis acabou.
Fiquei tristinha.
Olívia também.

28 agosto, 2009

Pilates ou Yoga?
Eis a questão que me dvide,

12 agosto, 2009

- Você deu sorte de não ser um cavalo. Se fosse, teria
que ser sacrificado agora mesmo, disse o bruto ao diretor de
criação que acabara de romper o tendão de Aquiles
(urgh!), durante uma partidinha inocente de futebol.

Praticamente um Gregory House, notou?

Bourbon Street Fest 2009.
Em 2006, eu fui.
Em 2007, não deu.
Em 2008, eu me esqueci.
Neste ano, eu vou. \o/
[www.bourbonstreetfest.com.br]
Mais alguém?

08 agosto, 2009

Agora, pra mim é oficial: morrer de catapora não deve
ser tão ruim.
Eu quero.

Fui.

04 agosto, 2009

Tenho almoçado com certa frequência num café
bacaninha, perto da agência. E lá, encontro, vez ou
outra, uma ex-colega distante dos tempos da faculdade.
Raramente nos falamos, eu e Conhecida.
Um tchauzinho de longe, quando muito.
Semana passada, algo hilariante aconteceu.

Encontrei Conhecida quando eu estava no buffet de sobremesas
e ela começava a se servir de sopa de cenoura. Ela me
perguntou no que eu trabalho atualmente.
Contei que chutei baldes na minha vida e hoje faço o que
eu faço.
Conhecida contou, com certo ar de enfado, o que faz (eu
entendi perfeitamente a razão do seu enfado) e a conversa
ficou por isso mesmo.
Voltei pra minha mesa, onde retomei uma conversa animada com
a D. , diretora de arte, dupla de criação.
Na hora de ir pra fila da conta, passei por Conhecida
novamente, que estava na fila da sobremesa.
Foi aí que Conhecida mandou a bomba do século:
- Aquela menina que sempre almoça com você é sua
filha?
- What? Qual menina? Oi? , pensei.
- Não, eu respondi numa espécie de murmúrio, quando
fomos interrompidas pela chegada triunfante de D.
E ficou aquela situação completamente besta.
Conhecida tentou consertar: - É que vcs duas têm um
jeito tããão parecido.
- É que a gente trabalha muito tempo juntas, tipo 10, 14
horas por dia, exagerei. Uma acaba pegando o jeito da outra.
É normal. Né? (e sorri o sorriso mais imbecil do
universo).
Conhecida tentando (ou não) consertar o inconsertável,
detonou o seu tiro de misericórdia:
- É que ela (no caso, a D.), olhando de longe, parece ser
beeem mais jovem do que é.
- Que bela segunda chance de ficar calada, você perdeu,
Conhecida, pensei eu.

No caminho de votla à agência, ideias começaram a
pipocar em
minha mente mortalmente ofendida e passei a dividi-las com
minha colega e dileta amiga.
Primeiro, blasfemei contra minha imperdoável ausência da
tal
presença de espírito.
No caso, de porco.

Na hora, eu poderia ter respondido, por exemplo:
- Sim, a D. é minha filha. Engravidei quando eu tinha 9
anos.
Virei estudo de caso, apareci na TV com tarja nos olhos, voz
distorcida e tudo. Foi divertido.
- Não. Somos gêmeas. Só que eu nasci um pouquinho
antes.
- Ora, que cabeça a minha, me perdoe, Conhecida. D. é
minha mãe. Ela é tipo Gloria Maria, sabe? Se alimenta de
ninho de passarinhos exóticos e toma 60 cápsulas de
vitaminas por dia pra ficar assim eternamente. Não é
incrível?

Ou a D. poderia ter respondido:
- Não é a mamãe, não é a mamãe!!!
- Você quer o cartão do meu dermatologista? Um
binóculo?
- De perto ninguém é normal, querida. E de longe
também não, ahuahuahua!!!!

Notem que as possibilidades da mais pura diversão eram
infinitas.
Que belas chances perdemos, não foi?

E Nando Reis foi no programa do Ronie Von.
Nhioom! : )
Mamma, você e suas palavras sempre tão gentis. Thanks!
Preciso mesmo romper alguns silêncios, comentar mais os
blogs que visito (o seu, inclusive :)
Monique, bom saber que você ainda vem sempre por aqui.
Beijos, meninas.

30 julho, 2009


Oi! Tudo bem?
Vocês vêm sempre aqui?

27 julho, 2009

Felicidade é:
- Ter passado duas semanas comendo o pão com coentro que o
diabo amassou, empenhada em ter A ideia, em discutir
caminhos com A equipe, entrevistar target, equalizar as
ideias, executar tudo até quando preciso fosse.
Noites insones rolaram. Praticamente 24 horas no ar, eu
passei.

- Final de tarde da sexta-feira, ser convocada, com toda
equipe a comparecer à sala de reunião. Champagne gelada.


- Cheers! [lagriminhas, minhas]
(Prazer Incomensurável!, diria meu finado Prof.
Poropopó-Bambalalão)

I love it. : )

- Cortar o cabelo, no Visage, início de tarde daquele
sábado passado, gélido e chuvoso.

- Encontrar Fada das Navalhas e Tesouras e sua Fiel
Escudeira morrendo de saudades de mim e da minha filha.
(oumm)

- Ser abraçada por uma criatura deliciosa, outro ser das
Navalhas e Tesouras, que sempre faz questão de parar tudo
que está fazendo, apenas pra dar um oi pra irmã da
Olívia. (no caso, eu ; )

- Passar uma tarde maravilhosa com eles, a despeito das
condições climáticas:
tomando capuccinno quentinho, falando bobagem e lendo
revista de fofoca. Era tudo que eu precisava.

- Sair do salão com a sensação de que o corte ficou
per-fei-to. Ficamos apenas de acertar a cor, num futuro
muito próximo. O que torna tudo bem mais divertido.

- Ir à Brunella pra comer docinho e tomar café, mãe e
filha juntas, só pra resmungar da vida, que não tá
fácil pra ninguém.

- Encontrar minha mãe, minha filha, minha família, no
domingo. Vitórias importantes, o melhor ainda virá.

A pergunta que não quer calar é: esse frio do demônio
vai embora quando mesmo?
Tenho saudades dos meus braços, sabe?
É sério.
Comecei no trampo novo, logo no começo de junho.
A gente já tá, a passos largos, rumo ao final de julho.
Não me lembro de, um dia sequer, eu ter ido trabalhar com
uma blusa que não fosse de manga comprida. É sério.
Tenho saudades sinceras dos meus braços.
Tanto do direito, quanto do esquerdo.
Ultimamente, só os vejo quando tomo banho.
E mesmo assim, bem rapidinho. Eu morro de frio.

Aposto que isso ocorre com você também.

Na boa, isso não é vida.
Né?
Eu odeio esse frio.

22 julho, 2009

Aqueles sonhos inquietantes, esquema
Quem-Dera-Fossem-Premonitórios voltaram. Eu dormia,
acordava, dormia e o enredo continuava.
Looping.
H.S., where ? :)
Acordei confortavelmente desentendida. Quase perdi a hora.
Por pouco.


Hora marcada com minha fada das tesouras e navalhas para
muito em breve. Compromisso inadiável com o espelho. Não
aguento me ver assim.
Quero novo corte, quiçá nova cor, para combinar com meus
novos planos de incendiar o mundo.


Talvez eu volte a ser ruiva. A ideia me agrada.


Este frio está me matando. Não tenho mais roupa pra
vestir. É sério. Nesta semana, tive que comprar, pelo
menos, uma camisa linda e uma blusa de lã colorida. Não
comprei nada, inverno passado.


Adoro o aroma da sopa quase natural de abóbora que invade
e, de certa forma, aquece minha casa agora. Eu não tinha
percebido o quanto um fogão de verdade estava me fazendo
falta.
Ainda não testei os recursos do forno. Talvez eu prepare
meus famigerados tomates assados, reserva especial, para a
grande estreia não marcada.
Bobagem.


Dia 17 fez dois anos que parei de fumar. \O/
Dia 19, três anos que voltei definitivamente para São
Paulo.
Parece que foi ontem.
Se bem que, não.
Não mesmo. Apenas passou muito rápido.
Apenas isso. Só eu sei. :p


E não é que a sopa de abóbora ficou perfeita?
:)


E se eu tentasse sonhar aquele sonho novamente? Aquele, de
ontem.
HS me contando aquelas coisas, tipo segredo. E declarando
coisas indefinidas.
Custa nada tentar.
Adoraria.

21 julho, 2009

Vejam bem, eu estava quieta no meu canto, quando tudo isso
começou.
Coleguinha 1: - Coleguinha 2, será que rola do seu avô
ficar com a tartaruga lá de casa?
Coleguinha 2: - Num sei, mano. Tenho que perguntar pro
véio. Mas é macho ou fêmea?
Coleguinha 1: - Macho.
Coleguinha 2: - Tem certeza, mano?
Coleguinha 1: - Macho, certeza.
Fiquei pensando como é que se descobre o sexo de uma
tartaruga, assim, com uma certeza tão enfática, mas
achei melhor prosseguir quieta com meu trabalho.
Coleguinha 2: - Acho que vai ser difícil, porque o Fulano
(nome da tartaruga, no caso, tartarugo) tem 50 anos. Fulano
não vai aceitar outro macho no sítio, mano.
Juro que eu estava tentando manter-me concentrada no meu
trabalho, mas olha só o rumo que essa prosa tava tomando.
Coleguinha 1: Dá problema, é?
Coleguinha 2: Nuóóóssa, cê num tem noção, mano.
Comecei a me indagar quanto metros quadrados tem o sítio,
considerando que fossem deixar os tartarugos separados,
lógico. E a calcular mentalmente qual a velocidade média
que uma tartaruga, no caso, um tartarugo-tiozão de 50
anos, levaria pra se deslocar, mesmo estando meio puto,
noiado e cheio de adrenalina, tentando defender seu
território.
E prosseguiu Coleguinha 2: - Eles vão brigar até a
morte, certeza.
Foi nessa hora que eu não me contive e, enquanto
imaginava a disputa lânguida de duas tartarugas em luta
campal, indaguei: - Mas quanto anos isso pode levar?
- Vai ser na hora, Ana. Um vai partir pra cima do outro e
ninguém consegue separar. É violenta a coisa, afirmou
Coleguinha 2.

Não consegui visualizar Fulano, o tartarugo tiozão,
partindo pra ignorância. Sinceramente.

- Eu acho você linda. E inteligente. E você fala
baixinho. Eu acho que toda mulher deve falar baixo. Pelo
menos essa é a minha opinião masculina, me disse o
moleque que não completou nove anos de idade.
Ter que enfrentar o atendimento da Comgas é tipo de coisa que não desejo ao meu pior inimigo.
Se bem que.
Cansada de esfriar a barriga no tanque,
resolvi aquecer o umbigo no fogão.

Ele não é lindo?
: )

06 julho, 2009

Sonhei com Jim Carrey.
Enredo com começo, meio e quase fim, bem na hora em que
ele me pediu em casamento.
Vou jogar no macaco.

03 julho, 2009

E não é que tudo deu mais ou menos certo, hoje?
Não que o destino tenha colaborado tanto assim. Não.
Apenas consegui desenrolar as pendências estúpidas que
inexplicavelmente se emaranharam, ontem.
O que, dado a gravidade do embaço, já considero um
grande avanço. :)
É mais ou menos como permanecer na estaca zero, porém
com motor mais ou menos aquecido, combustíveis mais ou
menos garantidos e com mais ou menos todos os recursos
prontos para a largada.
Passei todo o dia de hoje mais ou menos evitando o excesso
de confiança.
Em casos extremos assim, prudência nunca é demais, eu
imaginei.
Reza a lenda que Deus ajuda quem cedo madruga, e isso eu
fiz.
Tudo há de se resolver amanhã, com bastante sorte, o
fator imponderável.
E, tomara, logo cedo. Porque eu já quase que não aguento
mais.

Mas como nem tudo é só desgraça ou leseira por aqui,
fomos, quatro amigos, almoçar no tchaina mais próximo.
Nesse ponto, não teve nem mais nem menos.
O rolinho primavera era tão leve e tão delicado, que
chegava a me gerar arrependimento profundo por ter pedido
apenas uma unidade.
A certeza absoluta é que eu nunca devorei um porco
agri-doce (hífen, ainda?) tão perfeito, na textura e no
equilíbrio dos sabores.
Amei a cozinha chinesa do Haudy.
[www.haudy.com.br]

Coleguinha 1, concluindo um assunto nada a ver: - Por isso
eu acho que deveriam criar uma versão brasileira do ETA,
pra acabar com essa palhaçada.
Coleguinha 2: É. Só que aqui no Brasil, iria se chamar
Eita.
Coleguinha 3: Mas se fosse na Bahia, iria se chamar Óxi.
Coleguinha 2: Se fosse na terra de Mussum, iria se chamar
Cacildis.
:)
Foi uma longa manhã, como vocês podem notar.

02 julho, 2009

Roubaram a antena do rádio do meu carro.
Aproveitaram também para forçar o vidro esquerdo, cujo
sistema de acionamento ficou bem danificado.
Choveu pra dedéu hoje, não? Foi lindo, eu sei, eu senti.
Semana passada, marquei com uma instituição para buscar
em casa, HOJE, uma doação que eu não tenho como
transportar no meu carro. Os ingratos, óbvio, não
vieram. A doação ficou o dia todo alojada numa área
comum do meu prédio e o zelador ralhou comigo, quando
voltei pra casa.
Estou desde segunda-feira tentando resolver um problema
absurdamente banal com uma prestadora de serviço de
primeira necessidade. Oito protocolos de atendimentos e 485
pulsos telefônicos depois, permaneço na estaca zero. Eu
devo ter aprendido a falar em grego enquanto dormia e o
domínio involuntário deste idioma não está me
levando a lugar algum, desconfio muito.
Minha intuição feminina experiente assopra que esta
novela não vai terminar tão cedo. Oremos para que não
haja sangue.
Ah, sim. A frente fria chegou e, sem motivo aparente, a
resistência do chuveiro queimou. Tomei um banho digno,
porém de canequinha. E quando eu estava pronta pra sair de
casa, de salto alto, trench coat, bolsona pesando 2,5 kg e a
nove andares do solo, a energia elétrica, puff!, acabou.
Na Sibéria não tem nada disso. Aposto.
...........
Cheguei no trabalho debaixo de chuva e exatos 23 minutos
atrasada.
Colega Não-Tem-Tempo-Feio-Nunca sorriu e disse - Booom
diiia!, enquanto esperava seu cappuccino ficar pronto.
- Podemos considerar que, hoje, bom dia é modo de dizer,
não é?, vociferei enquanto acomodava o meu guarda-chuva
ensopado em algum canto.
- Por que?
- Porque, no caso, é.
E eram apenas 9h23 da manhã.
..............
Foi apenas um daqueles dias com caráter zombeteiro, em que
você pode morrer de enfarto, de derrame, de morte morrida,
de desgosto ou de raiva.
De tédio, nunca.
............
Amanhã vou almoçar no restaurante China (tchaina) local.
Segundo informações que colhi previamente, vai ser
divertido.

01 julho, 2009

Reconhecimento de Terreno - modo avançado.

Hoje, fui com a D. conhecer o restaurante natureba local.
Roteiro obrigatório, sempre.
Explorar as potencialidades de um restaurante natureba local
é tão necessário e instrutivo quanto a igreja matriz e
a padoca da avenida.
Sou muito ligada às tradições, vocês sabem.
Comi arroz integral; feijão de corda; couve-flor, batata e
maçãs gratinadas; vagem, nori e moyashi ao garam
massala. Os caras são xiitas.
Porém, tudo com um quê meio indefinido e quase nada de
sabor ou sal.
Os ingredientes não conversavam entre si.
Nem se davam muito ao trabalho de brigar.
A indiferença apenas foi rompida pelo valor do prato:
inexplicáveis R$20,00.
A grata surpresa foi conhecer o empório que habita o mesmo
recinto.
Coisas bem interessantes, como a linha de sorvetes Mel.
Fiquei especialmente inclinada em adquirir um pote de 750 ml
do sabor avelã e cacau, na próxima visita. (apenas ao
empório ;)
Massas secas bem interessantes, orgânicos frescos,
docinhos sedutores, chazinhos meigos.
Vez ou outra você se depara com um precinho razoável.
Fiquei especialmente encantada por uma espécie de miojo
naturebaço, feito com nissim integral, zero trans,
blá-blá e, pasmem, tempero sabor funghi. (!!)

Comprei um exemplar apenas para conferir do que se trata.
Missão científica e de paz.

No moleskine ficou anotado, então:
X & X - potencialmente um ótimo empório.
Almoce na padoca.

Conto o resultado do miojo pseudamente naturebaço, assim
que possível.
Funghi liofilizado é piada da indústria, né?
Adorei o raciocínio/ousadia dos caras.
Sem falar que a embalagem é fofa.

Tá.
Vou dormir.

Coleguinha 1: Roubaram o estepe do carro da minha namorada,
na oficina mecânica.
Coleguinha 2: É, mano, tem que conferir tudo antes de
tirar o carro da oficina.
Coleguinha 1: Difícil lembrar de tudo, a última coisa
que a gente lembra é do estepe.
Coleguinha 2: Vantagem nessa hora é ter, tipo, uma
Ecosport, mano, o estepe tá ali, num tem como você não
ver.
Redatora: Não é bem assim. Fosse comigo, eu levaria uns
3, 4 meses para reparar na falta. Facinho.

Silêncio.

É, vamos considerar que eles ainda não entenderam
direito com quem estão lidando. Ou se recusam a.

Não troque alhos por bugalhos.
Não leve gato por lebre.
Não confunda Pires de Oliveira com pratinho de azeitona.
Nem rua Maria Paula com rua Paula Souza.
Até porque também existe a tal travessa Dona Paula.
Muita informação.

30 junho, 2009

Niver de um mês meu, no trampo novo.
Passou voando.
O que eu considero um ótimo sinal.

Cada enxadada, uma minhoca, diria meu avô.
Tem sido assim, os dias.
Benza. :)

No próximo findi, vou lá pras bandas da rua Maria Paula
comprar apetrechos
para a minha cozinha.
O Ventilador vai ficar pequeno pra tanto assunto.
(cof, cof, cof)

A chegada das férias de julho tem sido um respiro salutar
na minha rotina pela cidade. Nunca mais levei duas horas
para voltar pra casa.
Quarenta minutos, hoje, significam dois palitos.
Literalmente.
Deveria ficar assim pra sempre.

Fui convidada a fazer revisão de estilo da autobiografia
de uma psicoterapeuta.
Só o convite já foi uma honra.

E daí o Kassab quer acabar com a circulação dos
ônibus fretados.
A ideia do palhaço é entupir ainda mais as vias
públicas de carros, eu suponho.
Errei?

Theo Becker era o cara.
Só a Record não conseguiu enxergar. :p

Sexta-feira passada, 6h42 da madruga fria, av. 23 de Maio,
sentido centro.
[Velvet Morning na caixa]
- Mãe, eu queria tanto ir a um show do The Verve
(suspiros)
- Se eles tivessem o hábito de fazer algum, facilitaria um
bocado. Concorda?
- Mãe, na Inglaterra eles fazem mais shows que o Chiclete
com Banana.
- Também não precisa esculhambar desse jeito. Chiclete
com Banana foi sacanagem com os caras.
[sobe trilha e encerra]

Podia ser pior. Pensa. :)

Olívia tem demonstrado progressos surpreendentes à
direção.
No entanto, meus freios imaginários talvez já estejam
precisando de pastilhas imaginárias novas.
Eu ainda sofro muito, concretamente.
Coisa de mãe. Vai passar, eu sei.
Ela tá se saindo muito bem.

Vamos combinar que 2009 tem sido um ano meio atribulado para
a marinha francesa, hein?

26 junho, 2009

Sobre a minha mesa havia uma pequena pilha de moedas e uma
balinha de hortelã BoaVistense.
Desconfiei do que se tratava.
- Ana, deixei pra você R$1,90 e uma balinha no valor de
R$0,10. Tudo bem?, indagou Urubu.

E quem sou eu pra discutir? Me diz.

25 junho, 2009

Daí que rolou um bolão de 2 reá por cabeça aqui na
firrrma.
Pedindo perdão pela brutal ignorância, fiz uma série
de indagações.

- Se eu apostar no 1 X 0, obrigatoriamente eu tenho que
escolher pra quem?

- Aceita ticket?

- O Brasil é o de camisa verde?

Acreditam que eu ganhei? (ho,ho,ho)

24 junho, 2009

E Viva São João!

22 junho, 2009

De volta à vida inteligente. :)
Coleguinha 1: - E Fulano? Tem falado com ele?
Coleguinha 2: - Tenho. Ele tá legal, costuma praticar
tiro ao rato num galpão abandonado lá perto de casa.
Cada ratazana do tamanho de um gato, mano. Num da pra
acreditar. E aí Fulano fica lá, gastando munição e
praticando tiro, né, mano.

Silêncio.

- Pergunta pro Fulano se ele quer fazer um frila e gastar
munição numas pombas que resolveram morar lá em casa,
disse calmamente outro colega.

Então você deve estar perguntando: - Ana, como é que
você tem essa capacidade de sempre trabalhar em lugar que
só tem figuraça desse naipe?

Ao que certamente eu vou responder: - Deve ser a tal da lei
da atração, mano. Só pode.

21 junho, 2009

Ciça-Mãe preparou um goulash especialmente pra mim, no
almoço.
Amo. Era tudo que eu precisava hoje.

- Mãe, e o Dr. S. tá bem?
- Nesta semana, completamos 32 anos de namoro. Acredita?
- Acredito que talvez este seja o namoro mais longo da
história da humanidade.
- E ele nunca me pediu em casamento.
- Mãe, tá na cara. Esse cara tá te enrolando, cai
fora. :)

Ciça-Mãe tem 77.
Dr S., 88.
Namoram há 32 anos.
Sabe-se lá por quanto tempo se paqueraram.

Acho linda essa história.

15 junho, 2009

Este foi o meu primeiro feriado do ano com a sensação de
cansaço, de descanso e do dever cumprido.
Coisas muito boas de se sentir.
Paz é a palavra.

Não fiz simpatia pra Santo Antonio. Nem fiquei triste no
dia 12.
Preguiça foi o meu principal pecado.
Apenas ensinei minha filha a preparar risoto com alguns
segredos que eu nunca conto a ninguém. Ela aprendeu.
E, ó, o evento foi um sucesso. Eu soube.
De vez em quando eu acerto.
Bem de vez em quando.

Ontem/antesdontem, 13, foi niver da minha madrinha.
Mulher mais fofa e querida do mundo, ela.
Amo-a de paixão.
Hoje/ontem, 14, teve almoção em família pra comemorar.
De presente, comprei uma mantinha azul total e igualmente
fofa, daquelas que a gente adora usar pra se cobrir no
sofá, enquanto vê TV, degustando uma sopinha de pacote
ou sucrilhos kellog´s com leite ou mingau de farinha
láctea ou brigadeiro de colher.
Confort food.
I love it.
Eu sei que ela também ama ver TV assim.
: )

Amanhã/hoje, eu vou tomar caldinho de abóbora com
linguiça, enquanto espero a hora do rodízio passar, lá
no Gogó da Ema. Ou talvez eu arrisque o de cebola. Se bem
que aquele de mandioquinha com polenguinho.
Estou achando muito divertida a ideia de ter um local pra me
ancorar do lado de lá da ponte, até o trânsito insano
da cidade se acalmar.
Não tenho conseguido chegar em casa cedo.
Horas parada no trânsito pra voltar.
Horas. Muitas horas. Quase duas é muito.

Mas chega também de falar de comida.
Tenho falado demais.
Acho que estou com frio.
Melhor eu dormir um pouco.
Tentar, pelo menos.
Eu queria tanto conseguir voltar a dormir demais.

Tá.
Além da preguiça, a gula tem sido um pecado também.
Se bem que rola uma ira importante, de vez em quando.

Aliás, a ira é o meu pecado predileto. Adoro.
Talvez por isso eu não consiga dormir.
Será?
;)

12 junho, 2009

Alguém aqui viu o primeiro episódio da última
temporada de ER?
U-au!

10 junho, 2009

São Paulo, 19h15, 295 km de congestionamento na cidade,
deu no rádio.
E eu ainda a 10 km de casa, do outro lado da ponte.
Não é uma reclamação.
Apenas uma constatação.

08 junho, 2009

O Gogó da Ema é potencialmente o meu mais novo habitat
natural.
Enquanto esperava dar 20 horas, tomei caldinho de
mandioquinha com poleguinho e croutons. Delícia,
aconchegante e bem temperadinho. Amei.
Só toma cuidado com a pimenta, que a de lá é pra
iniciados no crime.
Tem também caldinho de feijão, de abóbora com
linguiça, de cebola e mais algumas fofuchices a serem
testadas oportunamente.
Bendito seja o meu dia de rodízio.

*****
Ontem, eu e Olívia fomos almoçar na casa da
Ciça-Mãe.
Detalhe: ela foi dirigindo.
E eu fui o caminho todo pisando em ovos e no meu freio
imaginário.
Emoções fortes, viu?
Olívia tem pé de chumbo. Não sei a quem puxou, essa
menina. : )

*****
Sábado, eu fui às compras.
Investi em bolsas. Só pra variar.

Tô que não me aguento de alegria.

30 maio, 2009

Pensa numa mulher feliz.
É.
Eu mesma.
:)

26 maio, 2009

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