30 março, 2007

Chego do trabalho, morta de sono e fome, às 2 da madrugada.
Ligo a TV e tá começando Happy Hour.
Tão querendo me confundir, né?

29 março, 2007

Deu no Blue Bus: Gol elimina 1a classe em vôos internacionais da Varig e mantém Smiles.
A Gol informou a extinção da 1a classe nos vôos internacionais, que terão serviços de classe econômica e executiva, segundo informações da Folha de São Paulo.
Na prática, isso significa que a galera da classe econômica continua mascando sua barrinha miserável de Nutry, 2 opções de sabor. E os bacanas da executiva vão receber classudas embalagens de Nature Valley, pensa o quê?
Acompanha suco de caixinha.

28 março, 2007

Law & Ordem SVU + stress básico = insônia primária
Insônia primária + homeopatia branda = efeito nulo
Pensamentos insanos + sono peso-pena = pesadelo
Pesadelo + insônia secundária = cabelo ruim
Cabelo ruim + excesso de job = zero à esquerda
Zero à esquerda, novisfora, na-da.

27 março, 2007

Elevador de empresa é um negócio mesmo engraçado.
Tenho vivido episódios inéditos, ultimamente.
Depois daquele lance do Coelho que nunca foi Coelho, teve o velhinho poderoso que me cutuca elogiando com o meu cabelo e implica com meu cigarro toda vez. Esse faz tempo que eu não encontro. Tenho medo dele, é verdade.
Hoje, no térreo, o elevador demorou um ano pra chegar.
Ao entrar, distraída, apertei o botão do meu andar.
- Bla,bla! (o nome da empresa onde trabalho), exclamou o cara que entrou comigo.
- Sim.
- Redatora, dá pra notar que você é uma redatora.
- Eu sou tão caricata assim? Que mensagens tão reveladoras estou enviando?
- O silêncio inquieto e o pensamento distante. Isso é típico.
Fui obrigada a concordar.
Ora, que sujeito mais observador. Coisa tão rara.
Contei pras meninas. Elas gostam das minhas histórias de elevador, sabe? Acharam que o cara estava me paquerando.
Eu acho que não.
As duas grandes tragédias da minha vida afetiva ocorreram em Quaresmas passadas.
Achei por bem não reduzir esta constação recente a apenas uma coincidência infeliz.
Melhor então eu ter cuidado com a louça e não pisar nas flores. Tô fazendo o que posso.

26 março, 2007

Sábado, academia e manicure.
Ainda estou em busca da cor perfeita. Tem sido uma longa procura.
Orientei a manicure: vermelho fechado, quase pro vinho. Ou talvez outra nuance. Estou sempre aberta à sugestões.
Então, lá veio a mulher com um monte de vidrinhos.
O que me encanta é a criatividade dos nomes:
Exótica [não orna muito comigo]
Pirata [tá zoando, né?]
Saga [cê tá de sacanagem]
Luxúria [adoraria, mas falta-me candidato]
Na falta de algo mais selvagem, acabei escolhendo um Vermelho Rústico inocente.
Me parece mais de acordo.
Tá, eu confesso.
Antes da manicure, dei uma passadinha na livraria pra tomar café.
Comprei livros. Consumo secreto. Impublicável.
É. Acho que PPSO foi pelo ralo.
Março está sendo o mês mais longo da história da humanidade.

23 março, 2007

Considerando todos os maus-tratos que sofri nos últimos dias, comi cheese-burguer do Fifties no almoço. Com fritas. Sem nadica de culpa
Mais à noite, vou esticar um treino de 2 horas, chegar em casa, pôr pijaminha bobo e caçar alguma reprise de Law&Order SVU naTV. Hägen-Dazz cairia muito bem. Tô merecendo.
Com um pouco de sorte, só acordarei no domingo, às 19, na horinha da biografia de Martha Stewart, no GNT.
Difícil pensar em algo mais profundo.
Não foi uma boa semana. Não mesmo.
Efeito cascata.
Jobs se acumulam. Muitos deles. Dezessete horas e meia de trabalho.
Chegando em casa agora.
Preciso de massagem nos ombros. Nos pés. Se não for pedir demais, no ego também.
Bocejos.

21 março, 2007

Passei boa parte da tarde de ontem e a manhã inteira de hoje fazendo descobertas incríveis sobre a importância dos elevados índices corneométricos na auto-estima e na qualidade vida das pessoas. Tudo muito científico.
Os dias têm sido muito instrutivos.
Isso não pode ser pra sempre.
Por mais que eu tente, não consigo me conformar: House sem dor na perna e sem bengala não é o meu House.
E o é aquele cabelo da Cameron, hein?
Minhas elaborações oníricas andam cada vez mais sem noção.
Chegam a dar medo.

19 março, 2007

Amanhã, tenho yoga anti-stress.
Não custa tentar.
:|
Tarde de domingo: edredom, Em Seu Lugar no telecine e 3 crises de choro. Tudo é caricato demais.
Só pra lembrar: ombros não inspiram.

16 março, 2007

Um dia após a implementção do PPSO, recebo 3 spams:
- Matemática não é mais problema
- Planejamento e Orçamentário Financeiro
- Contas a receber e cobrança por telefone
Essa gente não trabalha, não?

15 março, 2007

Lição no pilates: Ombros não inspiram.
Ombros não inspiram.
Ombros não inspiram.
Repita.
Marque bem este dia.
Hoje, entra em vigor o meu Planejamento Provisório de Saneamento Orçamentário (PPSO).
Um método empírico superexclusivo que visa o meu ingresso no superprevisível universo dos seres economicamente responsáveis. Cada passo foi elaborado por mim mesma: sem riscos, sem investimento inicial e sem nenhuma orientação especializada.
Isso posto, ficou assim, por enquanto: com uma módica quantia diária e uma inenarrável força de vontade, garra e determinação, vou sobreviver dignamente e fechar o saldo deste mês desgraçado no azul.
Já posso até prever a evolução do sistema e sua concomitante alteração para Programa Permanente de Saúde Orçamentária. Uma estratégia bem arroz-com-feijão, entende?


Adeus, sushis. Adeus, smothies tão meigos! Lembranças minhas ao meu wrap predileto sim?
Zara, minha perdição, não me leve a mal, mas vamos dar um tempo, ok?
Bye Becky Bloom, my dear. I miss you.
Meu Departamento de Cobranças, conto com a força bruta de vocês: o japa do delivery ficou me devendo um recibo, semana passada. Preciso do reembolso.
Empório Naka, meu querido, desde o início a gente sabia que estava indo longe demais.
Vocês não tem idéia do quanto isso me dói.

14 março, 2007

ColdPlay
In my place
Preciso de uma porção eqüina de purê de batata.
Sessenta minutos de pilates, no estúdio que iria inaugurar em fevereiro. Trabalho abdominal pesado.
O professor fofo elogiou minha consciência corporal e mostrou meus pontos fracos, que nem são tantos assim. Apenas o fato de eu ser ambidestra explique alguns vícios posturais.
Pode isso?

07 março, 2007

O diabo nem chegou e já tá causando o inferno.
A Berrini vai ficar interditada na quinta e na sexta-feira, disseram no rádio. Boato?
E eu não tenho a menor idéia de como vou chegar ao trabalho.
No início da noite, consegui sair quase cedo. Precisava muito, muito de minhas endorfinas para azeitar o tranco que me aguarda.
Foram mais de 25 minutos para percorrer duas quadras.
A espera é um compasso enlouquecedor. Não suporto.
Tive que desistir da academia por hoje, amanhã e depois.
Filho-da-puta.

05 março, 2007

Minha auto-estima vai bem, obrigada. :O)
Depois de meses incontáveis, quiçá anos, de reclusão: balada.
Produçãozinha básica, modelinho Juliete Binoche quase recatado.
Pratiquei voyerismo explícito. Eu sempre me divirto um bocado com isso.
Comportamento exemplar, nenhuma unidade de álcool consumida e eu estava feliz, sã e salva no aconchego do meu lar, quase às 4 da madruga.
Se bem que se ficasse mais meia hora no recinto, eu ia pegar aquele bartender.
Tava bem no jeito.
Final de tarde e café na livraria.
Garimpagem nas prateleiras em busca de um presente ainda indefinido.
Esbarrão acidental seguido de paquerinha rápida, no estilo gato-e-rato pelos labirintos da Cultura com um deus grego de olhar (cof, cof) penetrante.
Oh God! Estou destreinada.
Dos sábados solitários decicados exclusivamente a mim, este último foi, de longe, o mais alegre e produtivo dos últimos tempos.
Providenciei cuidados pessoais elementares, tipo depil, pé e mão. Eu estava me devendo este carinho há séculos.
Fui à academia, treinei por duas horas. Comidinhas saudáveis o dia inteiro e só pra confirmar o novo vício: smoothie.
IMC atual = 19,62. Ui. Falta muito, muito pouco pra eu voltar a ser gostosa. :p

02 março, 2007

Foram 57 horas de trabalho, em 5 dias.
Zero horas de academia, em 7 dias.
E o meu nome é Caxias.

27 fevereiro, 2007

Nada a declarar.

16 fevereiro, 2007

Agora vai.
Eu tinha me esquecido do quanto minhas endorfinas são generosas comigo.
Amanhã, tudo de novo.
Pronto. Agora já tenho o que fazer no carnaval.
Não é lindo?
Você já entendeu. Fiz minha escolha entre a primeira e a segunda. Isso deu um certo trabalho. Criei critérios de segurança, economia e praticidade para o desempate.
Ficou assim: a primeira tem um estacionamento mais seguro, considerando que, algumas vezes, só vou poder treinar a partir das 21 horas. Tá bom , tá bom, o fato de ser no shoppping pesou meio ponto a favor.
A primeira oferece armário de uso exclusivo grátis. É lógico, eu sei que esse custo tá embutido, mas a segunda cobra à parte pelo serviço. Tô economizando.
A primeira oferece toalhas esterilizadas e sabonetes gratuitamente. Acabou o tormento de carregar toalha molhada de volta pra casa, esquecer dentro da mochila e demais transtornos. A segunda nem tocou neste assunto.
Portanto, a primeira academia venceu de lavada.
Hoje eu vou! Numas, né?
Por enquanto tá tranqüilo.
É. Eu faltei na aula inaugural.
Não me olhe assim. Eu fiquei muito aborrecida.
Mas era uma questão racional. Ou eu cumpro os prazos de todos os jobs ou seca a fonte para pagar a pequena fortuna semestral. Dãr.
Saí tardão do trabalho.

15 fevereiro, 2007

Começou bem.
Hoje, primeiro dia de Pilates.
Faltei.
Grr.

14 fevereiro, 2007

Ontem, fui visitar a academia concorrente, tão fodona quanto.
Comparando as duas, minha situação começa a ficar difícil.

A primeira fica, com sorte, a 10 minutos de carro [0]
A segunda, com coragem, dá pra ir a pé [1]

A segunda parece um colégio na hora do recreio [0]
A primeira é pequena e aconchegante [1]

A lanchonete da primeira é um charme [1]
A da segunda, óbvio, parece cantina de colégio [0]

A primeira tem Pilates [1]
A segunda também [1]

A segunda tem Body Balance (modalidade frank de Tai Chi, Yoga e Pilates) [1]
A primeira não tem [0]

A primeira tem homens lindos [1]
A segunda também [1]

O banheiro da segunda é meio esculhambadão [0]
O da primeira, dá vontade de morar nele [1]

A primeira é um tico mais cara [0]
A segunda, tem plano mensal [1]

Droga! Como eu desempato isso?
Conversa de elevador, entre três engravatados:
- Mas e o Coelho, como vai?
- Coelho?
- Aquele, do setor tal. O nome dele não é Coelho?
- Não. O nome dele é Marcos.
- Não é Coelho?
- Não.
- Nunca foi?
- Não
- Putz, faz 10 anos que eu chamo ele de Coelho.

13 fevereiro, 2007

Totalmente Becky Bloom.
Ao sair do trabalho, tive que passar no shopping. Não deu nada certo. Segunda-feira, normal.
Eu estava a caminho do guichê pra pagar o estacionamento e dei de cara com a academia nunca antes pesquisada. Sempre fui terminantemente contra essa palhaçada de pagar estacionamento em shopping.
Eu decidi que 2007 seria um ano delicado pra mim. Em todas as escolhas.
Não vou malhar numa cabeça-de-porco qualquer. Nem em lugar feio, sujo e malvado. Não vou.
E aquela outra bacana, do Pilates, ainda está com as obras em andamento.
Resolvi entrar, só pra matar a curiosidade.
Recepcionista simpática, sorriso meio aeróbico. Deve ser o ambiente.
Falei sobre os meus planos. Ela parecia me entender.
Não entendi direito o lance do Pilates, porque o som tava meio alto demais.
Falamos, então, de uma parte importante: custos.
[pigarros]
Well, já que estamos aqui, vamos conhecer as instalações.
Não vou precisar levar toalha, nem sabonete, tem secador potente de cabelo, um armário só pra mim, cuja chave fica em meu poder, sem nenhum custo adicional. E a parte boa vem agora: estacionamento grátis. No shopping! Pensou? :O)))
Enquanto a moça falava, eu fazia meus cálculos mentais.
Tudo vai dar certo. Basta apenas eu não gastar tanto com bobagens. Só no que vou economizar em energia elétrica, uma vez que eu não vou precisar levar toalhas; no estacionamento, já que, de agora em diante, eu posso ir ao shopping na hora que eu bem entender, está configurada uma redução considerável das minhas despesas, certo?
E eu ainda posso reciclar os sabonetes! Tenho que pensar em tudo.
Enquanto eu subia as escadas, tentando absorver todas aquelas informações, um professor de judô ou de karatê (eu ainda não entendo muito bem dessa coisa de artes marciais) estendeu o kimono para eu passar.
Olha, que fofo!
Tenho que conseguir um atestado médico, declarando que estou apta a praticar atividades físicas.
Claro que estou.
Parece coisa do destino, né?
:O)
Ass: Becky
PS: Vou parcelar o IPTU.

09 fevereiro, 2007

VISA: mire-se no exemplo.
Ah, se todos fossem iguais a você.
Recebi meu primeiro boleto da Comgas, que hoje foi pago rigorosamente em dia.
R$ 0,17.

08 fevereiro, 2007

Eu não gosto de comentar notícias que me chocam.
Mas essa do garoto de 6 anos que foi arrastado, pendurado para fora do carro pelo cinto de segurança me abalou.
De um modo geral, não sou muito adepta ao princípio da coisa, mas em casos de chifre e de crime hediondo, a Lei do Talião funciona que é uma beleza.
Tem piada que já nasce pronta.
Manchete do UOL: Burros deprimidos têm tratamento VIP em hospital no Egito.
Eles devem tomar prozac pra burro, né?

06 fevereiro, 2007

Sobre a marca do carnaval de São Paulo (tem no Blue Bus).
Achei por bem consultar um diretor de arte.
- Vem cá, me diz se isso é chupada ou se é implicância minha.
- Isso não é uma chupada, isso é um copy & paste.
- :O)

05 fevereiro, 2007

Momento Bridget Jones.
Perdi uma bandeja de peito de peru defumado.
Lembro-me perfeitamente da Olívia me ajudando a colocar as sacolas no carro.
Tarde da noite, dei pela falta da mercadoria.
Desci pra verificar no carro. Nada.
Já se passaram 24 horas.
Desconfio que vou localizar pelo cheiro.
Socorro!
Eu imploro: como faço para recuperar meus arquivos??
Alguém me ajuda?
Estou inconsolável. :[

04 fevereiro, 2007

Momento É Comigo a Coisa.
Nunca vi tantas viaturas juntas.
O trânsito parou, lógico.
Levei 40 minutos pra percorrer um trecho que eu faria em 10.
Quase chegando em casa, o barulho na roda do Cascão voltou.
Como diria minha amiga do Leste Europeu: ah, cala a boca!
Momento Datena.
Acidente de graves proporções na pista esquerda Ricardo Jafet, sentido Imigrantes, por volta das 20h30.
Viaturas do Corpo de Bombeiros, do Resgate e da Policia Militar foram deslocadas até o local.

02 fevereiro, 2007

- E aí? Tá namorando?
- Não, parei. Agora eu só vou de platônico.
- ???
- Namoro estraga a amizade.

Divino e maravilhoso.
A ordem natural das coisas: depois do IPVA, vem o IPTU.
E eu tinha pulado esta parte.
- Que foi?
- Nada.
- Por que esse sorriso assim, de soslaio?
- Meu sorriso não quer dizer nada. Quem fala é o meu olhar.
;O)

01 fevereiro, 2007

No post-it: calibrar os pneus.



* não me olhe assim: ignorância não é burrice.
As Marginais de São Paulo são um grande aprendizado.
Tudo ia mais ou menos bem até eu ter uma vaga sensação de que seria mesmo muito bom que eu abastecesse o carro. Não era hora de pensar em comida.
Pobrema foi que eu caí numa zona de tráfego intenso pela pista expressa da Marginal (tô me sentindo o Datena falando assim).
Só consegui passar pra pista local perto do Center Norte.
Luz da reserva gritando desesperadamente.
Eu me perdi. Quando eu dei por mim, estava entrando no estacionamento da Rodoviária do Tietê.
Achei um posto de gasolina num lugar completamente fora do trajeto.
Voltei pro bom caminho e tudo ia bem. Até que parou, quase perto do buracão gigante. Parou. Ia e parava. Ia e parava.
De repente comecei a achar que tinha ocorrido uma hecatombe, porque os carros voltavam pela contra-mão, na pista local*. Só depois fui me tocar que ali pelas bandas da ponte do Butantã, as pistas são assim mesmo, tantan.
Isso é o que eu chamo de efeito mongolisador do stress.
Acontece muito comigo.
Ao dar a partida, começaram as dificuldades pra valer.
Ponteiro de gasolina: ¼ de tanque.
Temperatura local estimada: 30 graus Celsius
Alimentos no estômago: zero
Docinho de emergência na bolsa: zero
Pressão arterial estimada: 1,5 x 3
Distância: longe pra burro
Trajeto: indefinido
Postos de gasolina entre Cumbica e Santana: zero
Pois é.
O dia prometia ser agitado e cumpriu.
Eu tinha que levar Olivia até Cumbica. V., seu grande amor, regressaria após 6 longos meses dedicados com afinco aos estudos e às técnicas de plantio e colheita de tomates.
Acordei estressada, por motivos que não interessam agora.
Ao buscar a pequena na escola, deu branco. Não conseguia avaliar se era melhor pegar a Marginal Pinheiros ou a 23. Stress.
O bedel (bedeu?) de nome perigoso me orientou.
O trânsito, pela 23, até que colaborou. A Marginal Tietê também. Incrível.
Chegamos em Cumbica e o avião já estava pousado. Continuo odiando Cumbica. Foi tenso.
Olívia ficou com os sogros e o namorado e eu voltei, louca-babando, para o trabalho.
Claro, perdi o carro no estacionamento. Lembrava que era alguma coisa 7. Podia ser B7 ou C7.
Lembrei do episódio de Seinfeld, quando eles se perdem num estacionamento do shopping.
Jerry, em seu show, aborda o tema e conclui: tudo seria muito mais fácil se as áreas tivessem nomes e não números. Tipo, minha mãe é uma vaca. Ou, meu pai é alcóolatra. Todo mundo iria lembrar.
Jerry tá certo.

30 janeiro, 2007

Dias longos estão de volta.
São mais de 23h e ainda tô no trabalho. Naquela fase chata, quando você já fez a sua parte mas tem que esperar até que tudo fique pronto.
Enquanto isso, vou procurar música por aqui.
Vontade de ouvir Placebo.
Embromation ? A história sem fim.
- Ana, descobri outra academia aqui perto.
- Onde?
- Mas, assim, ó, é só com personal.
- Já vi tudo. Quanto?
- Peguei um papel com os planos pra você.
- Caramba! 600 PAUS?
- É que, sabe, aula individual, né?
- Vem cá, tô vendo aqui: tem opção de aula em dupla. Sai mais em conta.
- Só que se uma faltar, a outra não tem aula.
- Opção pra trio, nem pensar?
- Esquece.
- Mas, porra, 600 PAUS? Os professores são bonitos, pelo menos?
Mania de sofrer.
Passei quase a tarde toda me contorcendo de dor.
Quase no final do dia, numa demonstração de imensa solidariedade feminina, A. me ofereceu um analgésico específico aliviar o meu tormento.
E não é que, em menos de 15 minutos, eu voltei a ser feliz?
Simples.

A barrinha de cereal mais reconfortante do mundo.
Gente nova no Ventilador.
Viviane, do Alta Fidelidade, gentil e divertida, comentou que, caso fosse serrada ao meio, metade dela seria de Greg House. A outra, de Jack Bauer.
É. Vivi sabe mesmo das coisas. :O)

24 janeiro, 2007

Felicidade é: depois de 3 anos, passar o aniversário de São Paulo em São Paulo.
:O)
Embromation - A luta continua.

- Conversa com a P., porque ela foi ver aquela Yoga lá.
- Aquela? Putz, fiquei de ir na cabeça-de-porco e nem fui, ó.
- Então, é aquela que tem aquele postal bacana, lembra?
- Lembro, lembro.
- Diz que é ótima. E nem é tão longe. Sabe a fantástica fábrica de chocolate?
- Sei, sei.
- Em frente.
- Pertinho! Dá pra ir a pé. Caso não chova.
- Isso! Sem chuva, dá pra ir a pé.
- Só que o preço é quase a mesma coisa que o Pilates.
- Sacanagem. Ó, se é assim, não sei de você, mas entre Yoga e Pilates, sou muito mais Pilates.
- Lóóóóóógico. Eu também.
- Então, vamos esperar até o dia 29. Não é no dia 29 a inauguração?
- Errr. Não. Mudaram a data. Ficou pra 5 de fevereiro.
- Que palhaçada é essa?
Silencio diante dos planos que desabavam.
- Mas, vem cá: o que é 5 de fevereiro, se a gente tá enrolando com essa porra desde setembro?
- Sim, o que é 5 de fevereiro? A gente pode esperar.
- É.

22 janeiro, 2007


House é o cara.
E, no sábado, as garotas Gilmore foram às compras.
Tava na lista: 1 calça, 3 blusas e 1 sandália.
Comprei 3 calcinhas, 1 necessaire e 1 bolsa.
Minha objetividade chega a ser comovente.
Dizem que os passageiros do navio ficaram apavorados com a falta de informação. O navio encalhou à noite e o comandante Augusto Moita ficou na dele até o dia seguinte.
Captou?

19 janeiro, 2007

Besteirol a 3, na terça passada.
- Pilates deve ser legal.
- Deve ser. Tenho uma amiga que faz.
- Constava no nosso Plano B. Precisa custar tão caro assim?
- Mês de IPVA depois das Festas é triste, concordo.
- Acho que Pilates é um primo-irmão do Yoga. Versão ocidental.
- Isso é uma grande vantagem. Ninguém precisa deixar de comer carne.
- E tem mais: não deve ter muito lero-lero.
- Resultados. Isso. Uma prática de resultados.
- Eu quero!
- Será que dá pra chorar um desconto?
- Acho que sim. Eles montam pacotes com descontos especiais pra grupos, eu fui lá ver. O lugar é lindo.
- Boa. Somos três.
- Um grupo.
- Um trio.
- Um trio pode ser considerado um grupo?
- Depende. Vamos pensar: somos um trio coeso, de modo a parecer um grupo?
- Acho que não.
- E só tem horário depois das 18h.
- Na hora do almoço não tem ?
- Não.
- Que falta de visão de mercado.
- Entre 12h e 15h, não tem pra grupos.
- Somos apenas um trio. Não tem como negociar?
- Não custa tentar.
- É.
Eu conheço um cara que atropelou um presunto. Parada sinistra.
Não deu tempo de nada. Tum-tum. Passou por cima. Foi sem querer.
O cara é sangue bom. Ele nos contou como foi, no almoço de quarta-feira
Naquela mesma noite, quando eu voltava pra casa, sob chuva forte e com o peito literalmente pegando fogo, percebi um barulho esquisito e cadenciado no Cascão.
Poc-poc-poc.
Arrisquei diferentes velocidades e poc-poc-poc.Sempre ao frear.
Ao estacionar na garagem foi que me ocorreu: será alguém na roda?
Tenho andado tão distraída.

18 janeiro, 2007

Tarde da noite, voltando pra casa após um dia longo. Cigarro aceso. Note que esse péssimo hábito ainda vai me matar.
Chovia forte. Eu entrei no pátio do supermercado, abri o vidro pra pegar o raio do cartãozinho do estacionamento, sem o qual não posso sair antes de mostrar documento do carro, CIC, RG e carteira de vacina atualizada.
O mocinho da cabine, talvez com medo de molhar o bracinho, gesticulou para que eu entrasse. Na tentativa de fechar o vidro rapidamente com a mão direira, não sei o que aconteceu, não sei mesmo, mas a brasa ardente do cigarro caiu inteira no meu decote de tecido sintético. Alto risco de incêndio. No pavor, bati, abafei, gritei, blasfemei e o foco foi controlado. Dentro da loja, numa espécie de operação rescaldo improvisada, fiz compressa com uma latinha de Antarctica, que me pareceu mais gelada que a Sol.
Ardia muito.
Em casa, fiz compressas com meigos chumacinhos de algodão em bebidos em água mineral gelada. Só tinha com gás.
Separei a roupa para a reunião de logo cedo e procurei pensar em assuntos agradáveis para desviar a atenção da dor.
Acordei sonolenta, me vesti e conferi o resultado no espelho.
Conclusão: melhor trocar de blusa. Quem não me conhece pode pensar que tenho um marido violento.

17 janeiro, 2007

Três barulhos que eu não suporto:
- torneira pingando*
- porta batendo
- João Bosco cantando

* a torneira ainda pinga, mas o sifão deprê parou sozinho de chorar. :O)

15 janeiro, 2007

Segundona braba.
Por volta das 10h eu perguntei: aonde vamos almoçar?
Cinco minutos depois, a moça do café perguntou: falta muito pra dezembro, hein?

12 janeiro, 2007

Em dia de acidente nas obras do metrô, a galera aqui tá querendo ir num muquifo chamado Buraco do Tatu.
Tá bom. Happy hour temática.
O Secretário tava todo feliz, arrumando a bagagem pra levar a família pro sítio.
Seu braço direito chega sem avisar: - Secretário, tivemos um probleminha agora há pouco.
- Problema?
- Metrô. Desabamento.
- Desabamento? Foi grave?
- Er. Lembra de Cajamar?
- Cajamar?????
- Pois é.
O projeto da academia tá meio enrolado.
Hoje fui numa cabeça-de-porco aqui perto.
Aula experimental de Yoga ficou pra semana que vem.
Te juro que não é piada.
Meu coração saiu da UTI e já não respira mais com ajuda de aparelhos.
A prática de exercícios regulares é recomendada.
Melhor andar com muita calma e olhar muito bem por onde eu piso.
Encomendei um moleskine em agosto. Chegou em outubro.
Os dias têm sido leves e divertidos. Comprei até canetas novas.
É um bom momento para começar a preencher as páginas amarelinhas.
Tenho uma amiga que sempre acha que o Ray cego é o Conniff.
E eu até hoje não sei se foi o Claudinho ou o Bochecha que morreu.
O amigo que indicou um pedreiro bacana alerta:
- Tá sabendo que você vai ter que se mudar durante as obras, né?
- Dá pra parar?

* passou recentemente por obras faraônicas na casa dele. Tá escaldado.
O amigo* que indicou um pedreiro bacana pergunta:
- E aí, ligou lá?
- Não. Preciso arrumar um monte de coisas ainda.
- Quer zerar tudo antes?
- Preciso zerar. Tenho até medo de mexer no armário da sala. Nem sei o que fazer com a porcelana.
- Simples. Use.
- Jogo completo pra 12 pessoas. Vou abrir um restaurante grego.

11 janeiro, 2007

O colega me pergunta:
- Já experimentou o Brahma Black?
- Ainda não. É bom?
- Muito. Toda casa deveria ter uma torneira de Brahma Black.
Então, ficou assim: depois da ampla reforma terei 3 torneiras na pia da cozinha. Uma de água quente, uma de água fria e a outra com Brahma Black, que eu tenho certeza de que vou adorar. E na pia do banheiro terei também 3 torneiras. Uma de água quente, uma de água fria e a outra com água oxigenada.

10 janeiro, 2007

Sonhei que eu fui assaltada dentro de um shopping.
O bandido tava meio perturbado e me ameaçava com um revólver. Conversa vai, conversa vem, convenci o ladrão a se matar. Tiro no peito. Quando julguei que a coisa tava encerrada, o defunto sentou-se, afirmou que ainda não tava bem morto e deu outro tiro no peito. O de misericórdia.
Ok, ok. Comer quatro fatias de pizza antes de dormir definitivamente não foi uma grande idéia.

09 janeiro, 2007

Amanhã, vou visitar uma designer de sobrancelhas.
É. Meus problemas acabaram.
Agora eu tenho sinal de TV em casa.
Posso assistir a novela.
Mas, vem cá: o que era aquela fantasma do Pápa-Léguas
correndo da sala pra cozinha e combustão espontânea em
pano de prato? Lassie Helena com o rabinho entre as pernas.To sentindo falta de Gilherme Fontes nesse elenco.
Ontem, teve almoço no shopping. Pra ajudar na digestão,
sempre é bom ver um pouco de vitrine.
Hoje, a amiga comenta e eu tento convencê-la:
- Aquele relógio não sai da minha cabeça.
- A., acho que você deve comprar. É lin-do!
- Muito caro, não posso gastar.
- Isso é muito relativo. Quantos presentes você se deu,
como merecimento por ter trabalhado feito uma louca, 14 ou
16 horas por dia?
- ? É, e depois, este relógio aqui eu tenho há quase
7 anos.
- Sabe que relógio de 7 anos dá o mó azar, né?
- Não é quebrar espelho que dá azar?
- Relógio, espelho. Praticamente a mesma coisa. Compra
lá :D
Acabou a moleza.
Aliás, moleza?
Descansei carregando pedra.
Pelo menos eram pedras minhas. Pedras que não podiam mais
ficar rolando.

05 janeiro, 2007

- Primeiro e-mail recebido no dia nublado: Sol em Capricórnio, era o subject. Agora eu pergunto: o que aquele viado cheio de luz tá fazendo lá com aquele corno e não tá aqui, iluminando pra secar minhas roupas no varal?
2- É. Ontem foi dia punk. A máquina foi consertada. Não pelo sujeito muito esquisito, que voltou, fingiu que terminou o serviço bem pago e não terminou. Ladrão.
3- A máquina fez cachoeira externa ao ser ligada pra valer. Chamei a PS, que além de socorrer pane de carros, atende emergências de ordem domésticas. O técnico, um fofo, consertou a cagada do filho da puta. E não gastei mais nenhum tostão.
4- Deu problema no sifão da pia da cozinha. Começou a vazar. N., a faxineira porreta, disse pra eu não ligar. Sifão de vez em quando chora e depois pára, ela me ensinou. Achei que ela tentava me consolar. Mas N. estava certa. Depois de um tempo, sifão parou de chorar. Era só o que me faltava: um sifão deprê em casa.
5- No dia em que me vi cantarolando canções babacas ouvindo rádio, achei que tava na hora de parar com essa frescura de que eu posso perfeitamente viver sem TV. Pedi pra reeinstalar a NET. Ficaram de chegar até o meio-dia. Estou aqui esperando. Rádio desligado.
6- Ontem, liguei pra Comgás, solicitando o serviço. Mais de vinte minutos pra fazer o cadastro. Mais outros cinco, até a moça conseguir estar marcando pra hoje. Mais outros dois pra ela avisar que o sistema caiu e que ligaria para estar confirmando. A vaca não ligou. Liguei hoje. A solicitação do serviço não tinha sido registrada. O rapaz disse que poderia ser feito amanhã, sábado, entre 8h e 17h. Nem fodendo, desculpa. Continuo sem fogão. Posso perfeitamente viver sem.
7- Liguei ontem pra minha mãe, pra jogar conversa fora.
Contei toda a historia e uma novidade boa:
- Mãe, descobri que a cafeteira elétrica ainda funciona, acredita?
- Mas por onde está saindo a água?
:O))
8- Os caras da NET ainda nao chegaram.

03 janeiro, 2007

Eu amo minhas férias.

Prometi que em 2007 eu seria mais delicada comigo. E isso inclui minha casa, que tem um monte de detalhes estruturais a serem cuidados.

Ontem, tive um dia paralisado pela gripe.
Ainda possuída pela gripe, acordei decidida que, de hoje, não passaria.
Trabalho pra gente grande.
Estava esperando a faxineira, desde as 8h30.
Às 9h, comecei a ficar preocupada. Nada da mocinha chegar.
Talvez, problema na condução.

Pedi ao zelador que abrisse o registro de água na área de serviço, fechado há mais de 3 anos.
Por isso, sem água na cozinha, sem máquina de lavar roupa, sem água no tanque.
Coisa triste.

Em pouco mais de 10 minutos, foi dada a minha sentença. O meu inferno estava apenas começando.
E a mocinha não chegava. A bronquite atacou o filho menorzinho, talvez.
O registro foi aberto. Liguei a máquina e, milagre, funcionou.
- Hoje, posso dizer que tenho como eu mesma lavar minha trouxa de roupa, pensei.
E eu me senti feliz.

Só que ela foi enchendo, enchendo, claro, o botão travou e tudo transbordou.
Em, poucos segundos, recebi a água fria que eu precisava para refrescar minha memória.
Era este o problema da maquina. Lembrei.

Enquanto tentava arrastar a poça gigante que inundou a área e a cozinha toda, eu me perguntava: o que aconteceu com a mocinha, aquela vaca, que não apareceu até agora??

O zelador me deu o telefone de um técnico desconhecido, sem referências no prédio.
O sujeito muito esquisito chegou em menos de 15 minutos e comecei a acreditar que as coisas iriam se resolver.
Ele avaliou a situação e, num primeiro momento, não era tão grave assim.
Num primeiro momento.

A máquina precisava ser desmontada. E os parafusos estavam emperrados pela falta de manutenção.
Depois de muita porrada, havia um desmanche na área de serviço, com peças e poças pra todo lado. Cenário bruto.
O sujeito muito esquisito avisou que iria sair pra comprar peças. E foi.

Desencanei das poças.
Liguei pra minha mãe, pra jogar um pouco de conversa fora.
Descobri que a mocinha estava trabalhando na casa dela, porque o dia combiando pra mim foi quinta-feira.
Oh, isso explica tudo. A mocinha sempre foi mesmo uma fofa.

E o tempo passava.
E nada do sujeito muito esquisito voltar.
Comecei a acreditar que as coisas não iam nada bem.

E o tempo continuou passando, até que o telefone tocou:
- Olha, desculpa a demora, é que minha moto foi apreendida pela polícia, mas eu vou pegar um carro e já volto com as peças.
=0| .

01 janeiro, 2007

Que 2007 seja mais delicado.

22 dezembro, 2006

Eu odeio americanas.com.br
Odeio.
De morte.
Aliás, hoje é o dia perfeito para aniquilar os meus desafetos.
Com requintes de maldade.

21 dezembro, 2006

Às compras.
Pela primeira vez na semana, relaxei sem pensar em trabalho.
Junk food no Market Place e comprinhas meigas com 2 diretoras de arte.
Mais de uma hora na Livraria Cultura. Quase me aconcheguei na arquibancada fofa pra tirar uma soneca. Quase comprei agendinha, caderno de notas, DVDs, livros, livros.
Quase.
Finalmente comprei a sandália que eu tanto precisava, do jeito que eu queria.
Isso tem seu preço. No ano que vem eu penso nisso.
Isso aqui tá uma balbúrdia.
Saí às 3h da madruga, voltei às 11h e não tenho previsão de saída.
Tem neguinho por aqui que virou a noite, foi pra casa às 13h e tá voltando agora.
Sei lá como, eu superei a fase da exaustão. Sorvo café aos baldes.
Já estou entrando em fase de mania. Anjos-da-guarda talvez estejam redobrando o cuidado com a minha pessoa. Assim espero.

19 dezembro, 2006


Compressa de camomila.
Na segundona, acordei às 4h da madruga. Rodízio. Cheguei no trabalho às 7h e saí às 23h50.
Capotei às 2h, na terça, e caí da cama às 6h.
A previsão é que antes das 23h, nada de pijama.
Minhas olheiras me consomem.
Sou um Heródoto Barbeiro de saias.

18 dezembro, 2006

Domingo azul.

Manhã de compras no comércio do bairro.
Ordens expressas de Ciça-mãe para que eu não entrasse em determinada loja.
Segui saltitante e avoada. Comprei milhões de tranqueiras que não somaram 10 reá.
Faltava comprar a sandália que combinasse com o vestido da menina KC.
Vi na vitrine algo que me agradou. Eu tinha que raciocinar como uma menina de 15 anos, e eu estava sem minha assessora para esses assuntos.
Ignorando todas as recomendações, entrei.
Menino F. me atendeu com cortesia e ainda deu sábios palpites na escolha difícil.
Fiz negócio da China.

Eu tinha que comprar torta de mamona (!!) pra minha mãe, na loja mais bizarra do universo.
Eu, que passei 3 anos naquela comarca distante, já vi muita coisa esquisita, mas nada parecido com aquilo.
A disposição das mercadorias seguia critérios indecifráveis.
Quero voltar lá com mais tempo.
Vou descobrir o critério. Deve haver algum.
Já para a torta de mamona...

Voltei pela feira.
Ouvi algumas bobagens.
Conclusão da semana: é, eu engordei.

Cheguei em casa saltitante, avoada e um pouquinho exausta.
Levei bronca. Comprei sandália na loja proibida.
Eu confundi as informações.
Mas não entendo minha mãe.
F. é o cara.

Matei duas taças do vinho bom que estava vacilando na geladeira, enquanto eu preparava macarrão gostoso.
Vi o fofo do Nando Reis no programa da insuportável Fernanda e um pedacinho do Oi Mundo Afora. Nova York.
Capotei no meio da tarde. Sono profundo.

Tive o sonho do século.
Um jogo de sedução entre mim e um conhecido, com uma carga de erotismo jamais registrada pela Sétima Arte.
Meu superego foi surpreendentemente genoroso ao permitir que eu me recordasse dos detalhes. Sim, porque o jogo tinha histórinha. Uma trama complexa.
Não sei bem o motivo, mas quase 24 horas depois ainda me sinto assim, meio tonta. :O)



Anotei com cuidado o nome do frisante.
Só uma coisa é certa: já sei o que vou beber no reveillon. :D

04 dezembro, 2006

Cascao tem apenas 77.000 km.
Olhando, ninguem diz.
Carro bom, tratado no azulejo.
Precinho de ocasiao.
Efeito Zidane.
Tenho abusado do recurso.
Eu sei. Vai passar.
Chuva desnecessaria na cidade.
Mais de 95 minutos pra chegar em casa.
Sofrimento desnecessario.
O porco do George Clooney morreu.
Pobre Max.

30 novembro, 2006


Sonoterapia já! :O)
Fiz matrícula.
Voltei para os bancos da auto-escola.
Antes que eu seja chamada ao banco dos réus.