27 abril, 2006

Tô indo na paz.
Só pra ti lembrar.
Momento iTunes: Paralamas
? Aonde quer que vá, levo você no olhar.

12 abril, 2006

Indagação da semana. Quiçá do trimestre.
[abre aspas] Já que a gente tá aqui, o que é mais uma flecha pra São Sebastião? [fecha aspas]
Louro José.
Coisas do nada.
Manhã de sábado, eu estava na cama lendo, quando me deu vontade de comer algo diferente.
Foi quando me lembrei de um episódio ocorrido há mais de 10 anos, no trabalho.
Um diretor de arte safado, notório comedor de gente, tinha uma namorada.
Uma candura de pessoa. Viviam brigando.
Quando a coisa era feia, a inocente mandava doces, no melhor esquema [abre aspas] volta, amor [fecha aspas]. Só coisa fina.
Numa tarde corriqueira, senti fome. Saí de baia em baia buscando algo mastigável.
- E aí? Tudo certinho? Tudo bem com a patroa? Resolveram aquele lance?
- Tudo na santa paz.
- Cê não quer ligar pra ela e puxar uma briga boa?
- ????
- Tô com fome. Liga lá, vá.
Não que eu torcesse pela desarmonia entre o casal e, todos sabem, nem sou de doce. Mas ela sempre mandava docinhos da Cristallo, pô.
Novidade na geladeira.
Queijo Minas frescal de leite de búfala.
Melhor que mussarela.
Não vivo sem.
O que você tem por dentro?.
Recebi por e-mail: oferta de uma balança que mede gordura e líquido.
O texto é um primor.
[abre aspas, reticências] Com o sistema de bioimpedância, que emite uma corrente elétrica pelos pés para aferir taxas corporais de gordura e líquido, você visualiza com detalhes o que realmente compõe seu corpo. [reticências] É seu espelho por dentro.[fecha aspas]
Não vou nem falar o que eu pensei na hora.
Agora vai.
Ontem, eu fui. Primeiro dia pra valer. Circuito completo. Trabalho pesado. Animador recomeçar com a mesma carga de quando eu parei, em agosto passado.
Incrível como melhora a qualidade de sono.
Dormi como uma rocha.
Acordei como uma pedra: dura. Sem conseguir dobrar os braços.
Hoje, faltei. O dever me chamou e tive que ficar de plantão. Antes assim.
Em vez de carregar, fui ganhar peso. Almocei bem.
Incrível como a qualidade do apetite também melhora.
Pra noite, a previsão é chá de ursinho. Na veia.
Amanhã eu vou.
É só pra vê?
Alex Atala, na Trip.
[suspiros] :O)

07 abril, 2006

Redescobrindo o supino.
Instrutor seleciona 30 kg.
- Puxa pra você.
- [grunidos]
- Muito pesado?
- Táaaaaaaargh.
Instrutor alivia. Deixa por 15kg.
- Melhorou?
- Agora tá moleza.
- Ajeita o cotovelo.
Eu ajeito o cotovelo.
- Isso! Impõe uma postura.
Taí. Impõe uma postura. Gostei. Virou lema. ;O)
Fitness ? Terceira temporada.
Comecei a academia na hora do almoço.
Acho essa coisa de começar na 2a é o princípio da derrota.
Primeiro dia é sempre chato. Instrutor analisa sua ficha, analisa seu corpo pra conferir o tamanho do estrago e fica mais de meia hora escrevendo sua sentença, enquanto você fica na bicicleta, assisitindo à TV sem som.
Hoje fiz uma série reduzida, depois de 8 meses e ócio. Incrível como a musculatura volta a responder rápido. Parece que tem memória.
Desta vez, vou até o fim. Só largo a academia quando voltar definitivamente pra casa.
Não é uma promessa. É um propósito.

Abra a boca e feche os olhos.
Fiz avaliação na academia, logo cedo.
Fiquei de dp em física, é claro.
Preciso ganhar 6 e não 5 kg de massa magra. O apelido Bandeira de Pirata procede.
Isso não quer dizer que eu deva sair por aí comendo o que quiser. Eu não quero massa gorda. Tenho, sim, que abusar do consumo de proteínas magras. Equilibrar a dieta, não estressar e malhar. Vai dar trabalho.
Hoje penso que planejar a perda de 5kg, em 2004, foi mais fácil. Boca fechada. Em dois meses de malhação, ficou tudo no jeito.
Perder é mais fácil do que ganhar. Como tudo na vida, sem trocadilho.
É de cortar.
Você chega no trabalho e tem uma dupla cantando Fio de Cabelo, Nuvem de Lágrimas e vasto repertório do gênero.
É mesmo de cortar. As cordas vocais.
Dos dois.

06 abril, 2006

Coisa feita.
Acordei saltitante. Tirei alguns objetos da varanda e deixei tudo no jeito.
Fui entregar a chave pro Cosme (o Damião tava atrasado) e a casa caiu: a empregada do andar de cima faltou ontem, de modo que eles não puderam realizar o serviço na unidade. Sem isso, não adianta consertar meu teto. Só semana que vem.
Eu que tinha feito tantos planos.
Isso já tá parecendo piada. Ou virando novela.
Frase a calhar.
Não fica muito magrinho senão perde a importância.
[Luciana Gimenez para Ronaldo Esper]
:O)

Só pano e osso, não!
Lá vou eu de novo. Minha Kipling sai dos aposentos e volta a exercer sua função original, embora já tenha feito frilas inesquecíveis como bagagem de mão.
De agora em diante, a tarefa é descansar carregando pedra, entre 13 e 14h.
Puxar ferro para tornear a carne, desopilar as vísceras e relaxar o coração. A meta é resgatar
os 5 kg de massa muscular que tão em falta.Voltarei a fazer sombra.
Minha alma tá muito agradecida. :O)

05 abril, 2006


Quero a empregada da casa do Jake!
Gorda, despachada, senso crítico feroz, senso de humor idem. Não deixa passar nada. Dá palite. E tá sempre certa.
Uma semana lá em casa e ela iria colocar a minha vida pessoal nos eixos.
Aposto.
Eu amo o Jake.
Ambientação: pai, empregada e avó discutindo se o tio está usando drogas, já que tem apresentado comportamentos estranhos.
Avó despirocada: - O ecstase causa efeitos afrodisíacos incríveis.
Todos: = 0
Avó despirocada emenda: - Me disseram.
Jake: Você tem que dizer efeitos afro-americanos-disíacos. É o correto hoje em dia.
:O)
Laundry day.
Pronto. As roupas foram.
A blusa ficou. :O)

04 abril, 2006

Hoje tem.
Vou sair do trabalho em cima da hora. Rezar pra não ter trânsito.
É dia de ver o Jake. O fofo mais escroto do planeta.
Deu no Globo Online
SÃO PAULO - A temperatura mínima registrada na madrugada desta terça-feira foi a menor do ano. Segundo a Climatempo, o Mirante de Santana marcou 15,7 graus.
É, Deus sabe o que faz. :O)
Objeto transicional.
As roupas ainda não foram pra lavanderia, mas já estão separadas e devidamente ensacadas. Apenas uma blusa, ainda impregnada com notas de incenso, suor e óleo de buriti ficou de fora. Assim como Mônica tem o seu Sansão e Linus, o seu cobertorzinho, aquela blusa está sob meus travesseiros para eu relembrar aquele aroma nos momentos de saudade.
Boas sensações ele me traz ;O).
Carapanãs diários.
Apurrinhações domésticas sempre vão existir. Eu sei. Não tem pra onde correr.
Mas na briga com os leões, deixei escapar algumas obrigações básicas, como lembrar de pagar conta de luz, IPTU, mandar as roupas pra lavanderia, etc, etc. E a burra foi ao banco, ao lado da lotérica, ontem e esqueceu de levar os boletos. Fui hoje, de novo. Não adianta dizer: débito automático, internet e as demais facilidades da tecnologia moderna. Meu banco não aceita, Só lotérica.
Calma. Nem doeu. Se bem que uma secretária particular pra tratar desses assuntos não seria nada mau. Prometo que eu nem iria bater nela com o telefone e ir parar na delegacia.
A matança dos leões ? A batalha final.
1- Documentos por sedex: chegaram. Tá morto.
2- Lance da Caixa: tá na conta. Já era.
3- Reforma na varanda: agendada pra quinta-feira. Aceita seu destino, felino.
4- Hospedagem de Godzila: tá quase. Dorme mais um pouquinho, Simba.
Sinto-me outra pessoa.

03 abril, 2006


Voltei a ler no domingo chuvoso.
É triste. Muito triste.
Já sei como termina, mas não tenho coragem de chegar na última página.
Declaração pública.
Eu amo a Varig.
Eu amo a Izabel, a fada madrinha. :O)
Mistérios oníricos.
Sonhei que comprava uma barra de chocolate Nestlé classico, outra coisa gostosa que não lembro e uma escova de dentes em forma de coração. Pra presente.
Retrocesso aparente.
Tava indo tudo tão bem.
Tarefas agendadas para o sábado: chamar Cosme e Damião para reforma na varanda, conversar com o cara da nova hospedagem de Godzila à tarde, colocar as leituras em dia, escrever um pouco e terminar a arrumação do armário da sala.
Só que na quinta-feira, minha agente de viagem, no caso, fada madrinha me ligou.
Descontos nas passagens aéreas de até 84%, válidos apenas para sábado e domingo.
Meu olho cresceu.
Com um descontaço desse seria o caso de pegar cadeira de praia, garrafa térmica, pacote de Cheetos, palavras cruzadas e amanhecer na porta da loja.
No sábado, acordei tardão. Tava cansada. Porém, às 14h30 eu já tinha minha senha em mãos.
Tarefa ninja. Quase 4 horas na fila dos pobres. Uma espécie de SUS dos turistas nacionais.
Suponha que você pague habitualmente pela ida (note, só pela ida) R$100,00. Pois, na promoção, a passagem de ida e volta custou R$ 30,00.
Por esse preço dava pra fazer estoque para o calendário anual de feriados prolongados. Não é mais o caso.
Optei pelo que me pareceu mais sensato e as tarefas agendadas ficaram pra depois.
O que você faria no meu lugar?
Ficaria em casa vigiando pedreiro?

31 março, 2006

Horizontes ampliados.
Ontem, ao chegar em casa, encontrei o chefe de Cosme e Damião no elevador. Foi dado o veredito: a responsa é do morador do andar de cima. O cara vai comprar tinta e rejunte, e o condomínio vai bancar a mão-de-obra. É só marcar o dia e reservar 10 reå pra Cosme e Damião porque eles são gente boa pra caramba.
Minha varanda vai voltar a ser transitável e, cá entre nós, aquele teto tava precisando de uma geral faz tempo.
Esse leão tá com os dias contados.
31 ao contrário. Bingo!
Em menos de 15 minutos, tudo resolvido.
A mocinha da Caixa nem quis conferir a averbação. E olha que eu insisti em apresentar o documento.
A merreca foi transferida.
E esse leão tá morto e enterrado.

Thiago de Mello. Hoje, 80 anos.

Arte de amar

Não faço poemas como quem chora,
nem faço versos como quem morre.
Quem teve esse gosto foi o bardo Bandeira
quando muito moço; achava que tinha
os dias contados pela tísica
e até se acanhava de namorar.
Faço poemas como quem faz amor.
É a mesma luta suave e desvairada
enquanto a rosa orvalhada
se vai entreabrindo devagar.
A gente nem se dá conta, até acha bom,
o imenso trabalho que amor dá para fazer.

Perdão, amor não se faz.
Quando muito, se desfaz.
Fazer amor é um dizer
(a metáfora é falaz)
de quem pretende vestir
com roupa austera a beleza
do corpo da primavera.
O verbo exato é foder.
A palavra fica nua
para todo mundo ver
o corpo amante cantando
a glória do seu poder.
Começou cedo.
Diretor de arte: - Ai, #@$#@*&&??!!!
Revisora: - Que foi?
Diretor de arte: - Fechei a gaveta e esqueci o dedo dentro. Dói, dói, dói.
Revisora: - Mas se foi o dedo da mão, por que tá mancando?
Diretor de arte: - Puta merda. Até minha dor você revisa.

30 março, 2006

Sem sacanagem.
Em todas minhas ida e vinda, eu nunca tive uma volta tão conturbada. Nunca.
Volta?
Nó em pingo d?água.
Vou rezar pra N. Sra. Desatadora dos Nós pra ver se ela também pode dar um jeitiho nos nós que tenho nos músculos das costas. E na garganta.
Caça aos leões. A luta continua.
Como disse, o cara dos documentos vai mandar tudo por sedex. O leão continua na jaula, mas está sedado.
Enquanto isso, corro atrás da parada na Caixa. Baixou-me uma Dita arretada, ontem à noite. Tinha que achar a averbação do divórcio. Pra isso, tive que mexer nas 485 pilhas de papéis e envelopes escondidos no armário da sala. Contas telefônicas, extratos de cartão de crédito, comprovantes de supermercado, muitos ainda de 2003! Teria sido eu um esquilo, em encarnações passadas? Joguei um volume considerável de bobagens fora. Nessas, achei não só a bendita averbação como também uma cópia autenticada. Economizei a ida ao cartório.
Trouxe toda documentação para o trabalho. Fiz uma pesquisa de campo minusciosa com os colegas. Veredito: dia 30 não é um dia legal pra ir à Caixa. Tenho que respeitar a sabedoria popular. Ficou pra amanhã. Mas, ó, melhor assim. Amanhã é sexta, 31, que é 13 ao contrário. Pode ser um bom presságio. Então, some mais um leão sedado na jaula.
Falta descobrir o que há de errado com os telefones da nova hospedagem de Godzila. E resolver a reforma no teto da varanda [suspiro]. Mas eu combinei que é um leão de cada vez.
Você manda, eu pago. Não, você paga, eu mando.
Conversei com o cara da voz de cantor de bolero. Comprovei que sou uma péssima negociadora. Então ficou assim: paguei. Ele vai mandar.
Será que manda?

29 março, 2006

Eu amo o Jake II
- Um canibal condenado à morte pede comida chinesa como última refeição. Ele pode comer um chinês?
- Pare, Jake!
- Nem se o chinês também for condenado e eletrocutado antes?
:O)))
Um leão de cada vez.
Tenho porradas de aborrecimentos cotidianos e burocráticos pra resolver. Não repare. Coisa de procrastinador profissional. Tudo acumulado, atrasado. Pendências perigosas. Prazos estourando.
No desespero, tento resolver tudo ao mesmo tempo. Costuma dar merda.
Então, rezo pra N. Sra. Desatadora de Nós [no caso, Cegos] e vou matar meus leões. Um de cada vez. Estabeleço metas, cronograma de tarefas. Parece piada.
Como disciplina é tudo, dou início aos trabalhos.
Ligo novamente pro cara da hospedagem de Godzila. Celular e fixo. Não atende. Mudo a estratégia. Mando e-mail. Até agora sem resposta. Vou precisar de ajuda local. Esse leão fica solto, por enquanto.
O cara dos documentos. Tento de novo. Não consigo. Prazo: 31. Mudo a estratégia. Vou pegá-lo no pulo. Ligo logo cedo. Antes das 9. Rá! Funciona. Sujeito educado e simpático, com voz de cantor de bolero. Negocio tudo com maestria. Nem parece eu. Combino de mandar os dados necessários. Ainda não mandei. Dependo da menina do Financeiro daqui. Podemos considerar que esse leão não tá morto, mas já tá na jaula. De amanhã não passa.
Cosme e Damião. Encontro os 2 na recepção do prédio. Solicito providências [uau, tô gostando de me ver]. O problema deve ser no apartamento do andar de cima, que precisa ser inspecionado pra saber quem vai arcar com o prejuízo. Passa pra jaula, leão.
A pendência na Caixa. Parece fácil. Com a documentação certinha como está, basta ir à uma agência e transferir a grana. Não é bem assim. Tem que levar xerox autenticada da averbação do divórcio, assim que eu achar a bendita averbação do divórcio. Não faço idéia onde procurar. Final de mês. Vai ter fila gigante. Galera do INSS. Quase 5 leões em 1. Prazo: 31. Fodeu.
Sacanagem.
Já tem gente aqui achando a Mara gostosinha.
Eu amo o Jake I
- Um condenado à morte tem direito de fazer o último cocô depois da última refeição?
:O)
Faquir.
Preciso comer algo.
Bono, não.
Cansei.
Verdades da vida.
Saco vazio não pára em pé.
Saco cheio explode. Sempre na hora errada. Com a pessoa errada.
Sorry, sorry, sorry.
Quaresma longa.
Segunda-feira brabérrima, hora do almoço.
Eu em casa, esperando Cosme e Damião para consertarem o maldito teto da varanda. Aquilo tá sinistro demais.
Enquanto isso, tentava insistentemente falar com o cara dos documentos que tanto preciso, sob o risco de ficar sem salário. Ocupado. Ligo de novo. Alguém atende. O caboclo saiu.
O tempo se esgotando e nada de Cosme, nada de Damião.
Olhei pra minha imagem no espelho da sala. Deu vontade de quebrar. Lembrei dos 7 anos de azar. Quebrei um, uma vez. Já cumpri 3 anos e meio. Tô na condicional. Melhor não abusar.
Pela primeira vez, depoisde quase um ano, consegui visualizar com precisão cirúrgica os pontos que ficaram submersos na epiderme, após a remoção do cisto no rosto. Aflitivo. Barberagem do médico. Filho da puta.
Peguei a pinça. Arranquei um por um. Sem dó. Joguei methiolate. Misericórdia.
Melhorou muito.
Deu minha hora. Voltei pro trabalho. Não xinguei ninguém.
Às vezes, minha serenidade me surpreende.

28 março, 2006




Só sobrou uma.
Buá.
Bic.
Isqueiros amarelos são perfeitos para serem localizados na bolsa. Mas se perdem com uma facilidade impressionante no quarto.
Comunicação cortada.
Tento falar com o cara da nota, não consigo.
Com o cara que vai hospedar Godzila, também não.
Ligo pro 0800 do banco, necas. Pro 0300, idem.
Tento falar com minha mãe, a Telefônica informa que o n. não existe.
O teto da varanda desaba. Chamo o cara da manutenção e nada.
Melhor cortar os pulsos.
Outro spam.
Subject: Mestrado em Hospitalidade.
É comigo?
Perdoai, Senhor.
O Diabo Veste Prada.
Desconfio que até enquanto dorme.
Obituário.
Primo Carbonari morreu de novo?
[posso jurar que já li essa notícia e não foi na Veja]

27 março, 2006

A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes.
[Shakespeare]
Confimando todas as previsões, foi mesmo um final de semana mais comprido do que um dia de fome.
Longo. Chuvoso. Inútil.
Seria melhor se tivesse passado trabalhando. Viu, Auki? ;O)

24 março, 2006




Tá acabando.
Buá.
Haldol.
Recebo um spam.
Subject: Administração de Cargos e Salários.
Leio: Administração de Corpos e Salgados.
Melhor avisar a famíla.
Momento Gilmore. A padoca cor-de-rosa.
- Me mostra as coisas legais do seu bairro novo. Dei uma xeretada nas padocas. Achei a
dessa esquina com jeito bom.
- É boa. A outra também. Mas eu gosto mesmo é da padaria rosa.
- Me mostra.
- Vira ali.
- O que tem de irresistível?
- O pão não é muito legal.
- Sei..
- Eles fazem sanduíches bons.
- Num pão que é uma bosta?
- [risos] Pão de fôrma
- Sei. Padaria cujo melhor sanduíche é no pão Pullman. Fale mais sobre isso.
- [risos] Os sucos são bons também.
- De caixinha, aposto.
- [gargalhadas] É ali, ó.
- É. Vamos concordar que a fachada é bonitinha. Mas, pão de fôrma?
Vai ser um final de semana mais longo que um dia de fome.
Mas vamos em frente.

08 março, 2006

Tô indo.


If you're out on the road
Feeling lonely, and so cold
All you have to do is call my name
And I'll be there on the next train

Where you lead, I will follow
Anywhere that you tell me to
If you need, you need me to be with you
I will follow where you lead

I will follow you
Anywhere that you tell me to
If you need, you need me to be with you
I will follow where you lead


Where You Lead - Carole King e Louise Goffin
Gilmore Girls.

03 março, 2006

Previsões nebulosas.
Para o final de semana, a verba disponível é de R$ 32,75. Condução, cigarro e cerveja inclusos.
Ou seja: confinamento à vista.
Piada pronta e velha.
Tô comendo Bono.

02 março, 2006

Não paro de pensar.
Será que em Marapatá tem muito morototó?
Eu ia, mas num fui.
Segunda de carnaval teve apresentação da Banda da Fuleragem.
Achei que era piada, mas dizem que tem até carteirinha de sócio. Coisa muito séria.
O animador da Banda fica gritando ao microfone:
- Quem é fuleiro aí?
Os lesos: - Eeeeeu!
- Agora só as fuleiras?
As lesas: - EEEEHHHHHHHH!!!!
Na hora de começar, o som pifou. Tiveram que dar um jeito.
E o animador resmungando: - É muita fuleragem.
Fred Fuleirão tocou bateria.
E eu perdi essa, acredita?
Sacanagem.
O retrato do inferno.



Taí o Shopping do Tururi.
Durma com um barulho desse.
Valeu, Gabriel.

22 fevereiro, 2006

Fiz caquinha.
Ok. Fiz umas alterações no template mas, do nada, sumiram todos os comentários.
Como eu consegui? Não sabo.
Alegria, alegria.
Deu no jornal.
Quinta-feira termina a ladainha do Shopping do Tururi.
Hoje ainda é quarta, é?

21 fevereiro, 2006



Bono.
Li no UOL que a menina que o Bono pegou no palco é bancária e casada. O marido avisou: se beijar o cara, o casamento acaba.
A sortuda foi lá e beijou. Dependendo do traste que a moça tem em casa, ela se deu bem.
Num tô boa.
- Tia Ana, tia Ana, estes cogumelos são venenosos?
- Descubra você mesmo. Coma logo dois.
Lição n.1 para evitar aborrecimentos:
Não faça planos. Nenhum.
As chances de você se frustar são reduzidas consideravelmente.
Aprendeu, burra?

17 fevereiro, 2006

Se essa moda pega.
Sexta-feira, 9 da matina. Alteração urgente no layout. Coisa pouca. Uma palavra. Pra ser mais exata, apenas uma vogal.
Chefe: - Quanto tempo cês levam pra mudar isso e mandar pra produção?
Dupla: - A manhã inteira. :O)
Chefe: - Sabem pra onde vou mandar vocês?
Dupla: - À merda? :O))
Chefe: - Paredão.
Dupla: - Sujô. Corre logo com essa porra.
Programação normal.
Sábado termina o horário de verão.
Em termos práticos, não pega nada. Não se mexe em ponteiro de relógio por aqui.
Apenas ficamos 2 horas a menos, em relação ao horário de Brasília.
Por exemplo, se você correr pra chegar em casa antes das 19 horas, dá tempo de pegar o finalzinho do JN. Oprha? Esqueça. Duro mesmo é ouvir a musiquinha de encerramento do Fantástico às 20h30. É triste.
Pela primeira vez, duas horas passaram a fazer uma diferença brutal na minha rotina.
Nem sei mais se agüento o próximo.
Nome aos bois.
A Rê Santa Aventureira (tô sem link) me ligou ontem. Entre outros assuntos, ela me perguntou sobre o tal Shopping do Tururi. Aproveito então pra esclarecer.
Tururi = camiseta usada pela torcida na apresentação do Boi Bumbá.
Shopping = Barraquinhas que vendem tururis espalhadas pelo estacionamento do Vivaldão.
Vivaldão = Estádio de futebol que fica a 2 quadras da minha casa.
Carro de som = Caminhão que transporta caixas de som. No caso, caixas elevadas a uma potência desumana, com o levantador cantando as toadas.
Toada = Canção que conta a saga do boi.
Levantador = o equivalente ao puxador de samba.
Enquanto isso, gato miando no espetinho e a cachaça rolando solta.
Uma putaria desgraçada.
A muvuca rola, impiedosamente, de segunda a domingo, das 20 às 23h30.
Então você pode pensar: ?Fecha a janela. ? Não adianta.
?Pensa noutra coisa que passa.? É que nem dor de dente. Não passa.
?Então, se mata. ?Ainda acho a idéia da granada de mão mais legal.

16 fevereiro, 2006

É dia 24.
Não há mal que sempre dure.
Na outra sexta-feira, temina o inferno. O Shopping do Tururi encerrará suas atividades.
E eu vou viver num paraíso cor-de-rosa. :O)

15 fevereiro, 2006

Na regressão.
Nesta semana, me deixar fazer qualquer coisa sozinha caracteriza abandono de incapaz.
Escondam as facas.
O técnico do ar-condicionado não apareceu pela segunda vez consecutiva.
A faxineira nova até que limpa tudo direitinho. E também guarda tudo direitinho. Onde estão minhas coisas?
O documento que mensalmente sou obrigada a entregar não chegou pelo correio. Sinto o cheiro da encrenca.
O novo cartão de crédito chegou dentro do prazo. O número para desbloqueio não vale para o Amazonas. O número alternativo vale, mas tira qualquer um do sério.
Maldito Shopping do Tururi.
Instinto belicoso.
Sono.
Saco cheio.
Desejo de morte matada.
Maldito Shopping do Tururi.
Bendito seja o inventor da granada de mão.

10 fevereiro, 2006

Acerto de contas.
Ontem, a caminho de casa, eu, 2 redatores e 1 diretor de arte paramos no Habib?s.
Cada qual fez uma comprinha pra viagem, o diretor de arte não quis nada e todos voltamos saltitantes para casa.
No dia seguinte:
Redator: No final, o beirute do Habib?s acaba sendo bom pra caramba.
Diretor de arte: Tinha beirute?
Redator: Claro que tinha.
Diretor de arte: Por que cês não me falaram?
Eu: - Mas você tava com a gente dentro da loja.
Diretor de arte: - Mas eu não vi que tinha.
Eu- Tava lá no cardápio.
Diretor de arte: - Não vi.
(note que ele deixa a bola quicando na área)
Eu: - Era só texto. Não tinha figurinha. Vai ver que foi por isso.
Se eu for vítima de alguma emboscada, já temos um suspeito.

09 fevereiro, 2006

Não perda.
Marília Gabriela entrevistou Dr. Eduardo Ferreira Santos, autor do livro
Ciúme. O medo da perda.
Eduardo foi meu professor no cursinho. E depois, na faculdade. Por alguns meses, foi meu psicoterapeuta.
Ótimo professor. Grande profissional. Um poço de candura.
Vai rolar reprise no sábado, dia 11, às 10h30 e às 15 horas. No GNT.
Vou ver de novo.
Tudo a ver.
Assunto: cuidados com instrumentos de manicure e pedicure. Matéria bem editada, embora o conteúdo seja aquela coisa eternamente paranóica. Tudo é risco de contaminação. Até de morte. Melhor nem sair de casa. Mesmo assim, sei não.
Final da matéria, vamos aos comentários dos apresentadores.
Brito: Ana [a Hickmann], o que você acha disso?
Ana: Acho que as pessoas têm que tomar cuidado mesmo. Sempre usar alicates esterilizados na?, na?, na?
Brito: Autoclave.
Ana: Não. Autoclave é um liquidozinho que passam pra esterelizar o alicate.
Brito: :/
Misericórdia.
Nova paixão.
Lost.
Viciei. Não sei como pude viver até hoje sem conhecer.
Você deve estar se perguntando: mas só agora, lesa?
É simples: no meu pacote Sky, lamentavelmente, não tem AXN. Nem P&A.
O jeito é ver na grobo.
Sacou?
Conversas do além.
- Mr Ghost, tava sumido. Como vai a vida?
- Daquele jeito de sempre. E por aí?
- Coisas estranhas acontecendo. Objetos voltaram a sumir. Assim, do nada. Quando eu paro de procurar, eles aparecem num lugar completamente absurdo. Sinistro.
- Isso é normal, Ana. Até você se perde nesse apartamento.
- Nem vem. Você tem considerar toda a complexidade arquitetônica do imóvel. Até você se perderia aqui, num momento de distração.
- Eu não. Nunca me perdi aí.
- Isso não conta, Mr Ghost. Você é um fenômeno.
- De resto tá tudo bem?
- Tá. Aquela coisa básica de sempre.
- Nunca se sinta sozinha. Saiba que estou sempre aí e pensando em você.
- Coisa boa de saber. Vê se aparece, dia desses.
Acho que perdi o juízo de vez.

08 fevereiro, 2006

No estaleiro.
Fui cruelmente atingida por um crepe de 4 queijos com presunto. Pelo menos, ele é o principal suspeito.
Perdi um dia de trabalho, com a sensação de que quem tava virando presunto era eu.

02 fevereiro, 2006

A casa é sua.
Parece que o pograma acertou o caminho. Contratou aquela boxeadora (ex-BBB) pra comentar a fuleragem que rola na versão BBB6.
Hoje, na falta de assunto, falaram os casais que passaram pela casa.
O locutor falava sobre o romance entre Sol e o coveiro. E encerra a matéria com a pérola da semana:? ?E então o romance entre eles acabou exatamente como o coveiro queria: morto e enterrado. ?
Eu mereço.
Esse mundo tá perdido.
As minhas idas pra casa na hora do almoço têm sido muito instrutivas. Lúdicas, inclusive.
Hoje, quase saindo de volta pra agência, me deparei com criações bizarras.
Era evidente que a matéria era paga. Pograma da Craudete, só podia.
Uma lanchonete, cujo nome eu não sei, inventou novos salgados.
O primeiro choque foi a coxinha de estrogonofe de frango. Tem gosto pra tudo.
Mas o melhor ainda estava por vir.
Tá sentado?
Uma coxinha feita com massa de quibe, recheada com frango desfiado.
Note o verdadeiro espírito empreendedor do cidadão.
Quer saber o nome do acepipe?
Preparado?
Então toma: quibixinha.
Te juro.
Fala sério.
Li outro dia, não lembro se no Uol ou O Globo, matéria fazendo um comparativo entre as séries Avassaladoras e Sex and the City.
Menos, crianças. Menos.

01 fevereiro, 2006

Indagações inquietantes.
1] Por que minha faxineira resolve desaparecer do mapa quando eu mais preciso dela?
2] Por que tenho uma vontade incontrolável de eu mesma cortar minha franja justamente quando tenho que estar mais ou menos bonitinha?
3] Por que eu não sei cortar minha franja?
4] Quanto tempo dura um litro de tucupi na geladeira?
Conjugue você também.
Eu procrastino. Tu procrastinas.
Se até ele procrastina, por que não eu?
Game over.
Se ainda restava uma esperança de rolar algum assunto pro dia seguinte na firma, tire seu cavalo da chuva. No BBB só vai sobrar choradeira e nhem-nhem-nhem.
Tô com saudade de Survivor.

31 janeiro, 2006

Sem sacanagem.
Até que a Mari tá mandando bem no modelito corna-mansa-conformada.
Eu me sinto a melhor das criaturas quando:
1- Termino o mês com o saldo no azul. Tudo bem que é um azul beeeem clarinho, mas ainda assim é azul. Raridade.
2- Consigo deixar a pia brilhando, depois de preparar o jantar.
3- Me preponho a não fazer algo e realmente não faço. Mesmo que isso me custe as vísceras e 20 cigarros a mais no pulmão.
4- Consigo dormir uma noite inteirinha de sono, sem nenhum pesadelo.
Prende a doida.
No pacote de batata frita que está olhando pra mim pode conter 3 brindes: ou tatoo ou colar ou anel. Quero tatoo, pra aplicar na nuca. :O)
Coisas que nunca imaginei na vida:
Um dia odiar Bill Bryson.
Já cheguei lá.
Algo de errado.
Este era pra ser o ano do cachorro.
Não o do cão.

30 janeiro, 2006

Miséria.
Consegui sobreviver à adversidade, com a minha fé e determinação.
Para vir trabalhar, tive que torrar 6 mangos.
Agora não tem como escapar: vou ter que pegar um táxi e ir ao banco. Operação de alto risco, note bem.
Se você puder rezar para que o sistema não tenha caído, ou o banco tenha sido assaltado, eu ficarei muito agradecida.
Alegria de pobre.
Domingo pela manhã, acordei cedão. Céu azul, sol bonito e ventinho gostoso. Era um convite irrecusável para uma leve caminhada até a Select mais próxima. Eu não saía de casa desde a noite de sexta, afinal.
Ao vestir uma calça, encontrei duas moedas que estavam ali esquecidas. Passei a ter
R$ 8, 60!! Definitivamente, era o meu dia de sorte. Ou não.
Lei de Murphie volta a atacar.
Sexta-feira, 27/01, horário de almoço. Ameaçava chover uma chuva braba. Eu tinha exatos R$ 7,35 na bolsa. Para ir ao caixa eletrônico, eu teria que pegar um táxi, o que seria uma despesa desnecessária, nessa dura fase de vacas magras. Deixei pra fazer a operação na volta pra casa, abusando da gentileza do colega que tem me dado carona. No exato instante em que eu me aproximava do que seria a salvação do meu final de semana, puf. Apagaram-se as luzes e descobri que caixa eletrônico não dispõe de um elemento de primeira necessidade para quem se diz prestar serviço de primeira qualidade: gerador de energia elétrica
Óbviamente, cheguei em casa com os mesmos R$ 7,35 e sem parte da unha do polegar direito. Não sabia que eu era capaz de roer unhas, olha só.
Num falei?
O engodo foi pro paredão, embora muito antes do que eu imaginava.
Tô com vontade de votar no pica doce, só pra ver a tortura do queridinho do Brasil se prolongar por mais algumas semanas.Vai ser divertido. Se eu fosse a patroa, já iria providenciando a venda do carango novo e escolheria uma lava-louça mais em conta, porque foto na G acho que não vai rolar, não. Ele vai voltar pro trampo lá na gerença na Pavuna e a vida vai melhorar de qualquer jeito.

27 janeiro, 2006

Esfriou?
Parece que sim.
Buá.
Em São Paulo vai rolar a 1a Festa de Ano Novo Chinês, no final de semana. Entrada franca.
Detalhes no UOL [tô sem link].
Quem for lá conferir, por favor, me conta depois. Enquanto isso, eu fico aqui chupando o dedo. Ou vou ligar pro China in Box, talvez.
Pronto, falei.
A Ana Hickmann é prognata.
Repara bem.
Indagações inquietantes:
Por que não consegui até hoje assistir a um capítulo inteiro de Belíssima?
Por que assistir ao Superbonita [GNT] faz eu me sentir medonha?
Por que eu sempre pego o Mesa pro Dois no finalzinho?
Agustinho, o engodo.
Nunca fui muito com os cornos daquele sujeito. O cabra entra no sorteio, mal esquenta a bunda na cadeira e já leva o carro e a liderança, justamente numa prova de adivinhação numérica. Sei não. Desconfio de informação privilegiada. Ninguém nunca sentiu o cheiro dessa marmelada, não? O leso passa o dia no lava-e-passa, sacudindo a pança pra fazer gracinha e vira o queridinho do Brasil. Uma espécie de Bam-Bam, só com um pouco mais de experiência de vida. Quero ver no dia que ele começar a deprimir, o que não vai demorar muito. Torço por isso em silêncio Caboco vai chorar escondidinho e vai causar verdadeira comoção nacional. Quer apostar?