22 julho, 2004

Sem lenço, sem documento..
Acordamos meio tristonhas, no domingo. Último dia é sempre meio melancólico, não reparem.
A gente tava gostando tanto daquela parada, que mais 2 dias não seria uma má idéia.
Tomamos o café da manhã animal de sempre e fomos nos arrumar para a ir à praia.
Movimentação intensa no pier. A gang dos gringos estava de partida para Manaus, acompanhada do felino com olhos de águia azuis. Gente de sorte. E a reculhamba esperando pra embarcar na nossa catraia furreca.
Enquanto via o recreio elegante se distanciar, pensei: aquilo era uma friaca dos diabos. Acompanhe meu raciocínio: bonito e carismático demais da conta, além de ser casado.
Homem bonito e carismático sempre acaba em desgraça. Já passei por isso. E depois, minha empresa de demolição de lares foi definitivamente encerrada no dia 17/04/03, eu me lembro como se fosse hoje.
Isso posto, vá com Deus, bonitão.
Pronto, passou.
Quase chegando à praia, meu coração parou.
Não posso dizer que estava sem lenço, porque tinha uma canga na bolsa, o que é praticamente a mesma coisa. Mas, estava sem documento e, puta que me pariu, sem um puto, de novo.
Cabeça-de-pudim.
PS: esqueci também a escova de cabelo e o filtro solar. :[

JamaTour News.
Episódios inéditos.

20 julho, 2004

Amanhã, a penúltima edição do JamaTour News, onde você poderão saber sobre o último dia no hotel, o passeio à praia do Tupê e a viagem de volta a Manaus. Mas, não fiquem tristes. Sábado, temos programado um passeio até o encontro das águas e, se tudo der certo, o Alce também vai. A aventura continua.
Não perda.
Espero vocês, amiguinhos. :O)
A segunda focagem.
A turma da reculhamba toda reunida, ou seja, só os brasileiros. O guia, um peruano de poucas palavras. O barqueiro, nosso herói, o bom e velho Tampinha.
Fizemos um percurso diferente da noite anterior. Mas isso não quer dizer que a gente tenha dado de cara com um jacaré. Como persistência é tudo na vida, continuamos nossas buscas. Enquanto navegávamos pelo igarapé, notei que o motor da canoa não tava lá essas coisas e que a merda estava próxima.
Gente, eu já tive um Fiat 147. Eu sei como é isso.
Entramos em um igapó e o motor começou a falhar até morrer.
Não disse?
O Tampinha deu a partida com a aquela correira de puxar e deu tudo certo. Cinco metro depois, puf.
Tampinha puxou, puxou, puxou até conseguir arrebentar a correira.
Porra, Tampinha, cê tá foda, hoje, hein?
Ficamos à deriva.
Só o barulho da água batendo na canoa e nós lá.
E, vocês sabem, numa hora dessa, cada um reage como pode.
Duas senhoras ensaiaram um pré-pânico, devidamente controlado em 5 minutos. Eu, como sempre, comecei a falar merda e a fazer piadas de humor negro. Uns 15 minutos depois, chegou nossa canoa-resgate, com 6 passageiros a bordo. Juntando os 12 do nosso grupo... Aperta que cabe.
O guia peruano queria deixar o Tampinha lá. Houve um motim a bordo. Todos exigindo que a canoa-resgate também rebocasse o Tampinha.
E assim chegamos de volta ao hotel: sem ver nenhum jacaré, mas pelo menos os meus pés estavam limpinhos.


Bubuia.
De volta ao hotel, almoço frugal: comi beterraba e batatas cozidas, cenoura crua e uma posta de dourado. Abacaxi de sobremesa.
Depois, fui para o bar da piscina escrever e Oli foi brincar com aqueles adolescentes enfezados, que já não me pareciam mais tão enfezados assim.
Enquanto escrevia, o felino de olhos de águia azuis passou por mim, sorriu e eu puxei assunto. Queria saber onde tem uma caldeirada de bodó decente (se é que isso é possível), em Manaus. Ele me falou de um lugar manjadíssimo, em Cacau Pereira, na casa do caralho, Em Manaus, falou de um lugar onde eu já fui e sei que não tem. Cheguei à triste conclusão que o felino de olhos de águia não entende porra nenhuma de caldeirada de bodó.
No final da tarde, ele voltou, e eu continuava escrevendo. Perguntou o que eu fazia, eu respondi, e aproveitei o gancho pra contar que eu iria para a focagem de jacaré, de novo. A decepção: ele não seria o guia, dessa vez.
Buá.

A trilha na selva.
Seguimos naquela fila indiana clássica, comandada pelo Tampinha e seu facão implacável.
Vimos aranhas, pássaros, conhecemos algumas plantas que têm cheiro de vick vaporub.
Tampinha cortou a folha de uma palmeira, enrolou as folhas e improvisou uma espécie de sapatilha pra subir numa palmeira de abacaba. Colheu alguns frutos pra gente experiementar no hotel. Tampinha é um cara batuta.
Com seu facão, fez uma fenda numa árvore enorme e eu experiementei leite de amapá, que tem gosto de leite de magnésia.
E o moleque pentelho atrás de mim o tempo todo, sem calar a matraca:
- Papai, os cogumelos são venenosos?
- Papai, papai, olha aqueles cogumelos!!!!!!
- Papai, por que os cogumelos são venenosos???
- Papai, posso levar aquelas folhas pra casa?
- Papai, posso levar essa árvore pra casa?
Depois de quase hora e meia, eu já tava quase dizendo:
- Lindinho, vem cá que a titia vai dar uns cogumelos bem to-to-sos pra você. Vem.
Ô, moleque mala. Olívia achou ele fofo.
A trilha acabava numa pequena praia, onde havia apenas a casa de um caboclo que montou uma vendinha, com água de côco, refri, cerveja e água.
E nós sem lenço, sem documento e.... sem um puto no bolso.
Quando eu iria imaginar que iria precisar de grana, em plena floresta?
Mancada do Tampinha. Ele bem que podia ter nos avisado.


The day after.
Acordamos completamente relaxadas. Tomamos um café da manhã magistral: suco de taperebá, goiaba e graviola, fatias de mamão e abacaxi, tenros pãezinhos de leite com presunto, queijo, ovos mexidos, tapioca com queijo, banana frita e cafézinho preto pra encerrar.
Às 9h em ponto, todos a bordo da canoa que nos levaria até a trilha, com o molequinho pentelho incluso no pacote. No comando, o Tampinha, que foi o barqueiro da focagem e agora seria o nosso guia.
Eu e Oli partimos sem lenço, sem documento e... sem um puto no bolso.

A pergunta que não quer calar: cobra tem rins?
Biólogos de plantão, manifestai-vos.

Em tempo.
O cheiro do xixi de cobra sai com um bom banho de óleo de maracujá, sim, viu Sr. Auki? ;O)

A primeira noite.
Sexta-feira, após a focagem, estávamos exaustas. Eu precisava, no mínimo, de uma cerveja e um cigarro.
Fui direto para o banho, por razões óbvias.
Capotei na cama, tentei ler pelo menos um capítulo da Becky Bloom (muito legal, viu, Cacau!), mas adormeci feito uma pedra, embalada pelo suave balanço do rio Negro.
Ou seja: dormi famélica, sem cerveja e sem cigarro.
Isso sim foi um ato de bravura.


Parada técnica
Uma pequena pausa nos relatos do Jama Tour News para uma singela homenagem ao Dia do Amigo.
Essa data me faz lembrar que há exatamente 1 ano, 20/8/03, eu estava decolando do Aeroporto de Congonhas, após despedida chorosa da minha mana-bródi Rê (tô sem menu pro link) e com o coração em frangalhos. Cinco horas depois, eu desembarcava no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, sem sequer saber o nome da criatura que estaria me esperando. Hoje, bem..., vocês sabem como eu estou.
A todos os meus amigos, beijos, beijos muitos.
Saudades.

19 julho, 2004

Well, por hoje é só.
Pra amanhã, tenho aqui algumas anotações sobre a trilha na selva, a segunda focagem de jacaré, na noite de sábado e o banho de rio na praia do Tupê.
Não perdam as próximas notícias do JamaTour News. :O)
Focagem de jacaré ? Saldo geral.
1- É diversão para todas as idades, sem restrição.
2- Bricandeiras sobre a beleza inebriante do guia à parte, os profissionais envolvidos sabem o que estão fazendo e não brincam em serviço.
3- Jacarés não vimos nenhum. Mas não são bichos contratados para pousar pra fotos. Focagem é uma loteria.
4- É uma prática que não agride o animal. Tá certo que ele pode tomar um sustão e mijar em você. Mas o cheiro asqueroso sai com um bom banho. Eu garanto. E recomendo.


Focagem de jacaré IX - Última tentativa
Atravessamos para outro igarapé. Olhos de águia azuis achou outra jibóia na árvore. Essa era mesmo linda, em nuances marrom e castanho. Eu continuo achando cobra um ser meio repugnante, mas envolta naquela mão... Hum.
Com a desculpa de registrar a focagem a cobra, acho que tirei uma foto dele. Não sei se saiu, porque eu me atrapalhei e a porra do flash disparou desenfreadamente. Tomara que tenha ficado legal.
Ele disse que já viu uma cor de esmeralda que é a coisa mais linda do mundo.
- Uma azul turquesa, da cor dos seus olhos, nem pensar, né? ? pensei.
Eram quase 22h30 e a brincadeira já tava começando a perder a graça. Ele decretou: - Bora de volta pra casa.
Ó, que fofo. Ele tem sotaque local. :O)


Focagem de jacaré VIII? Felino ferido.
Felino cm olhos de águia azuis localizou um jacaré entre cipós.
Obstinado, fez o diabo pra focá-lo.
Acabou cortando o lábio numa folha de tiririca.
Ta-di-nhô!

Focagem de jacaré VII ? Os sons da floresta.
Entramos num igapó muito irado, com mata bem fechada.
Ele apagou o holofote e o barqueiro deslicou o motor.
Silêncio. Ouvimos grilos, cigarras e rãs.
Os pássaros, como nós, também estavam em silêncio.
A luz do céu fazia com que as copas das árvors inundadas se refletissem no rio, dando impressão de estarem com a altura duplicada.
A moça do primeiro banco rompe o silêncio e indaga.
- O que a gente está ouvindo são jacarés??
- São rãs, minha senhora. Rãs.
Caralhos me fodam.

Focagem de jacaré VI ? Ah, não!
O japonês do primeiro banco perguntou ao italiano:
- Desde quando você gosta tanto de cobra?
- Desde criança. Eu via uma e queria pegar.
Pelamor de Deus, não. Diga que não.

Focagem de jacaré V ? Grandes emoções.
Frustrada a tentaiva da primera focagem, o felino de olhos de águia azuis localizou, sabe Deus como, uma jibóia na copa de uma árvore.
Mandou o canoeiro embrenhar o barco entre os galhos e para que pudesse alcançá-la.
Porca miséria, esse italiano é leso.
Arrancou a camisa, cortou um galho, tentou capturá-la, mas não conseguiu. Jogou a camisa de novo e pegou a pobre no muque mesmo. Gosto de gente assim: determinada.
Era uma jibóia de coloração bem clarinha. Falou sobre as características da espécie, como gente que entende mesmo do assunto. Ele percebeu meu certo incômodo e perguntou se eu queria segurá-la.
- Nem fodendo, bonitão ? pensei.
- Não, obrigada ? respondi.
Olívia quis. E eu iria fotografar a cena.
Tudo estaria certo, não fosse o fato da maldita cobra inventar de mijar bem na hora. Foi uma lambança desgraçada e muitos respingos atingiram meu pé.
Ele apenas sorriu e disse que em 12 dias o cheiro sai.
Cazzo. Fala sério.


Focagem de jacaré IV ? Localização privilegiada é tudo.
Eu e Oli nos sentamos no segundo banco da canoa. Nosso guia, em pé lá na frente, comandava tudo com extrema maestria. Vez ou outra, se aproximava do 2o banco (suspiros) para dar explicações e orientar procedimentos.
Eu localizei um jacaré ao mesmo tempo que ele. (note nossa perfeita sintonia). Ele ordenou que o barqueiro se aproximasse. E o jacaré lá, paradão. Foi quando ele notou uma malha de pesca e mandou o canoeiro recuar. Veja como ele zela pela nossa segurança, acima de qualquer coisa. Não é um amor?
Praticamente, um felino com olhos de águia azuis. (suspiros) :O)

Focagem de jacaré III ? A grande emoção.
Navegar numa canoa motorizada com 13 pessoas a bordo, na escuridão do ri Negro é o tipo da coisa que dá um certo frio na barriga, logo nos 10 minutos iniciais. Depois, você relaxa, quando entende que é um caminho sem volta.
O céu estava muito estrelado, mas sem luar. O holofote e a luz própria do guia felino deram conta da iluminação.


Focagem de jacaré II ? A bela surpresa.
Na hora do embarque, o coordenador do hotel me explicou que o passeio teria uma duração de 1h30. O que poderia tornar a jornada mais cansativa é que tinham hóspedes americanos e italianos no barco, de modo que a explicação seria em 3 idiomas. E, gentilmente, nos apresentou ao guia da focagem: sim, o póprio felino italiano poliglota.
Mamma mia!

Focagem de jacaré I ? A grande hora.
Após o jantar, a espera da aventura-mor em nossa jungle tour, com saída marcada para às 21 horas.
A expectativa era grande, assim como a movimentação dos hóspedes.
Notei um ser especialmente lindo, vangando entre o deck e o pier, conversando ora em inglês, ora em italiano. Uau.
Me Jama, you Tarzan. Você falar meu língua? ? pensei.

Por que sempre eu?
Às 19 horas, em ponto, estávamos no refeitório.
Comida variada, predominantemente regional. donde se entede: qualquer coisa pode ter coentro. Se bobear, até na banana frita. Ok. Não se pode querer tudo na vida.
Olíva comeu pepino, arroz, farofa e frango assado. Teve mais sorte.
Eu quis dar uma de esperta e me lasquei: peguei algumas rodelas de beterraba cozida, pedaços de frango com espagueti, que, surpeendentemente, continha o quê? Hã? Hã?
Puta merda.


Novo repertório II:
- Mãe, como chama isso mesmo?
- Mojica
- E o suco é tapiroba, né?
- Não.
- Taperoba?
- Ta-pe-re-bá. Repete.
- Xá pra lá.

Novos hóspedes.
Ficamos observando o entardecer e lendo à beira da piscina. Notei uma movimentação diferente. Garçons correndo com rechaus, caldeirões, conchas e cuias. Alguns correndo com baldes de gelo e champagne. Isso tá começando a ficar bacana.
Um garçom me ofereceu uma cuia de mojica. Nunca tinha experimentado. Tomei e gostei.
Olívia, pasmem, topou experiementar também. E, pasmem novamente, ela gostou. Mas, não ganhamos champagne, que estava reservada apenas para os gringos.
Buá.
Novo repertório I.
- Mãe, suco de que a gente tomou?
- Taperebá.
- Taperoba?
- Taperebá.
- Ah, tá.

Curiosidade.
Você passa, obviamente, 24 horas por dia flutuando. Dá um certa leseira, mas não enjoa.

Não tema. Com mamãe Jama não há problema.
Deixei Oli descansando no quarto e saí em busca de víveres.
Encontrei um garçom disposto a preparar um misto quente para nós.
Comecei a me apaixonar por aquele lugar.

Notícia boa.
Ao contrário do que vocês devem estar pensando, não há quase mosquitos. Ueba.

Inanição II.
O impacto da chega é enorme. Confesso que até fiquei emocionada. É lindo, lindo, lindo.
Estruturas modulares flutuantes formam o pier, que se encosta no deck da piscina, e este no grande container onde fica o corpo principal do hotel. É de enlouquecer.
Fomos recepcionados por garçons sorridentes, que serviram suco de taperebá geladinho.
Embora pequenos, os quartos são confortáveis, impecavelmente limpos e bem decorados. Todos têm nome de pássaros ou peixes regionais. Um charme.
Ficamos hospedadas no quarto 18, o Papagaio. Escapamos por pouco do 16, o Piranha. :O)
Apesar desse encantamento todo, nossa situação não era nada boa: não tíhamos almoçado, o bar da piscina estava fechado e o jantar só seria servido às 19 horas.
Calma nessa hora.

O primeiro choque.
A matéria que li sobre o hotel, dizia que ficava a APENAS 40 MINUTOS de Manaus. O jornalista sofreu um rasgo de otimismo muito grande. Na verdade, o percurso é de UMA HORA E QUARENTA MINUTOS de Manaus.
Frio (sim, vento frio) e fome (quase morremos de inanição a bordo).
Aonde eu estava com a cabeça quando fui inventar essa porra?
Tarde demais. Relax.


Fuleragem pura.
Enquanto esperávamos o comandante tomar uma atitude, fiquei observando as outras embarcações. Todas bonitas, imponentes, com a tripulação uniformizada e tudo. A bordo, entravam turistas alemães, italianos, suíços. Coisa fina.
Observei a nossa situação e fui obrigada a encarar a realidade dos fatos.
Nossos companheiros de jornada eram, até então, 3 casais com cara de poucos amigos, um jovem casal meio antipático, com um moleque pentelho de uns 5 anos e outro casal de meia idade com 2 aborrecentes enfezados.
Seviço de bordo: água.
Mas, alto lá, era água mineral, pensa o quê?
E nenhum turista bonzeado.
Bosta.
Jungle tour.
Sexta-feira, 16 de julho. Embarcamos eu e Oli rumo à nossa primeira aventura na selva amazônica.
Na bagagem, apenas o estritamente necessário. Elegantérrimas.
O primeiro mico começou no pier do Tropical Hotel. Chegamos a bordo de um táxi 2 portas furreca e sob uma chuva torrencial.
Descemos carregando nossa bagagem e chegamos à embarcação com frio e os pés encharcados. Um belo começo.

15 julho, 2004

Vamos sair no tapa.
Acabamos de comprar A Lista de Casamento de Becky Bloom.
No caixa da livraria, já começou a discusão de quem vai ler antes.
Primeiro os mais velhos, é o que eu sempre digo. :O)
Cyberianas
Ops.. Perdão pelo trocadalho. :O)
Estamos aqui, no cyber do shopping, fazendo uma horinha pra seguirmos pra arrepiauer com os malucos da agência. Num vai prestar.

13 julho, 2004

Vouchers em mãos.
A partir de sexta-feira que vem, estaremos aqui, ó.
Fé, irmãos! Sobreviveremos à focagem de jacarés. Ou não. :p
Cunhã-poranga & Cunhã-baranga. Estamos nos divertindo um bocado, apesar da Olívia ter se ressentido um pouco com o calor, nos primeiros 2 dias.
Já fomos ao Teatro Amazonas e fizemos uma tentativa tímida de explorar o Mercado Municipal. O calor tava castigando até a mim, que já estou climatizada. Amanhã, a gente tenta de novo.


11 julho, 2004

Puta merda.
Olívia também quer saltar de pára-queda.
Danou-se.
Agora é definitivo.
O Sebastião não é o Caetano. Olívia falou e quem sou eu pra duvidar?
Pogramação.
Ainda não sabemos se vamos ao Mercado e depois ao Teatro Amazonas, ou se não vamos fazer porra nenhuma.
Estou desacostumada com essa coisa de estar de férias, entende?
Despressurização.
Oli ainda está se acostumando ao clima. Há que se dar um desconto. O choque é brabo. Tá um calor de lascar e a magrela tá sofrendo um bocadinho. Ontem, almoçamos no shopping. No Mc, craaaro. Fizemos algumas comprinhas básicas.
Fiquei feliz por ela ter se encantado com a sandália de couro de tambaqui. Vamos comprar em sociedade. :O)
Hoje, foi dia de bubuia completa. Fizemos sanduíches pro almoço, com morangos de sobremesa e comemos na varanda.
Dia lindo em terras manauaras.
HU-Huuuu-Huuuuuu!!!!
Até segunda ordem, estou de férias, até o dia 19. Só pra ficar minha minha filhota.
Portanto, até lá, notícias só quando der pra passar no cyber.
UH-HUUUUU!!!!!!!!
Ela chegou, mais linda do que nunca. :O))

07 julho, 2004

Frase edificante do dia:
O negócio é morrer atirando.
(autor falecido)

Falta pouco Muito pouco. :O)

Pogramação básica.
Teatro Amazonas, CIGS (Jardim Zoológico), INPA (Bosque da Ciência, onde, entre outras coisas, tem tanques de peixe-boi), Mercado Adolpho Lisboa, shopping (é craaaro), passeio de barco até o encontro das águas (com um pouco de sorte a gente pode ver o boto vermelho), Museu do Índio e um final de semana no Jungle Palace (trilhas na floresta, focagem de jacaré e um pouco de bubuia). Talvez visitar o Aeroclube e saltar de pára-queda. Vamos ver, vamos ver.

Eu não quero nem que este dia termine bem. Terminando logo já tá bom.


Diálogo insano.
- Porra, aquele tal de Hércules não pára em nenhum emprego, hein?
- Hã?
- Não é o cara que teve doze trabalhos? Doze.
Ora, francamente.

02 julho, 2004

Funk do Biruta.
Ainda está em fase de acabamento. Falta muito pouco.
Você vai se divertir com as travessuras de Paulão, o garçom anão, que não alcança a mesa e senta no colo dos clientes.
Aguardem.
Muxoxo pra vocês.
UAI ktober Fest.
Os preparatvos continuam e avançam a passos largos.
Cheddar Stone e Robert Roquefor já confimaram a presença.
E estamos fechando cotas de patrocínio com as cervejas UAIser e BudUAIser. Tudo é questão de negociar.


Nem a telefonista salva.
- Alô. Fulano taí?
- Tá.
- Então chama Sicrano.
Zuzo bem.

Ômega 3.
Acabei de comer meio caboquinho. A outra metade, eu tracei pela manhã.


É batata.
Semana inteira de sol a pino.
Sexta-feira, desaba um temporal e o céu fecha de vez.
Já vi tudo.

YA-BA-DA-BA-DOOO!!!!
Olívia chegará no dia 10.
Vou conhecer Manaus sob a ótica teenager. :O)
Ô, saudade.

01 julho, 2004

Tá bom por hoje, né?

Pesadelo.
Sonhei que tinha nariz de batatinha.
Era só o que me faltava na vida.
Em breve.
Depois do sucesso retumbante do Samba do Biruta, está em fase final a criação do Funk do Biruta. Baseado em fatos reais.
Tem até anão na parada. Você não perde por esperar.
Pergunta insana.
Anão quando vai num bordel paga meia?

Abstinência.
Estou há 10 dias sem tomar café.
Ontem, me perguntaram quando eu vou largar a cerveja.
E quando foi que eu falei em penitência, mô Deus?

UAI ktober Fest.
Será em outubro. Vai ter queijo quente, queijoada. Uma coisa de louco.
Não perdam.

Atualizações
Amigos do comments, tomei vergonha na cara e respondi alguns, tá?

Falta pouco.
Ela vem chegando. :O)))))

As perguntas que não calam:
Como o Sebastião encontrou a do Carmo e as crianças? Como eles foram parar naquele sítio? De quem é aquele sítio?
O Sebastião é o Caetano?

Ninguém merece - Fim da novela.
Esperei o quanto pude, ontem à noite.
Fui salva pela falta de luz no Biruta Café, o que fez com que alguns colegas biriteiros retornassem à agência. Peguei carona de táxi com um redator. Ainda chovia. Trânsito infernal. E quando digo isso, não me refiro a um congestionamento qualquer. Falo do comportamento selvagem do motorista manauara, agravado pela verdade universal de que todo motorista fica meio leso para dirigir sob a chuva, em qualquer lugar do mundo.
Para melhorar tudo, não tinha energia elétrica em quase toda cidade, de modo que o caixa eletrônico que tem no caminho estava desativado. Minha última opção, antes do suicídio sumário, seria o shopping. O motorista errou o caminho. Merda.
Fui desovada do táxi em frente ao shopping. Tudo resolvido. Tirei uns poucos trocados que restavam na conta e fui ao Carrefour. Era dia 30. Dia de pagamento. Bosta. Supermercado lotado. E eu, sem água e suco em casa. Lembrei da indagação edificante do meu amigo Fred: o que é um peido, quando se está todo cagado? Pois, então, o jeito era encarar. Tava tudo indo mais ou menos bem, até a hora de passar no caixa. Duas amigas, irmãs, sei lá, duas putas com o carrinho pela metade. Pensei: vai ser fácil, elas em duas, uma descarrega o carrinho, enquanto a outra embala as compras. Aquela coisa de gente normal, que não encara uma ida ao supermercado como um passeio ou exercício de poder. Ledo engano. As duas caboclas ali, paradas, observando sadicamente a pobre da moça do caixa registrar as compras e colocar tudo nas sacolinhas. Definitivamente, não foi um dia muito bom.
A bordo de minhas compras, parei na tabacaria, comprei cigarros e segui de táxi para o aconchego do meu lar, para assistir ao que restava da novela.


30 junho, 2004

Frase edificante do dia.
Quando se está no inferno, o jeito é abraçar o capeta.
Ninguém merece.
Chove torrencialmente. Claro, estou sem carro e sem carona.
Tenho R$ 0,87 na bolsa e nenhuma cédula esquecida no bolso do jeans. É dia de pagamento e o diretor responsável pelo pagamento, saiu pra uma reunião e não tem hora pra voltar. Se voltar. O que significa que estou na rua da amargura. Sinceramente, nunca passei por isso antes.

29 junho, 2004

Pensamento edificante do dia:
Nunca desperdice uma ereção. Seja ela qual for.
Por falar nisso.
Que novelão, hein?
Chorei feito criança.
Diálogo insano.
- E aê? Viu Senhora do Dstino, ontem?
- Égua, eu nem sabia que ele era casado...
Então tá.
Eliminando problemas
O vazamento do banheiro está consertado, consegui uma hospedagem bem mais em conta para Godzila e saldei algumas contas em atraso. Sinto-me bem mais leve. Parece até que minha cintura diminuiu, porque, vocês sabem, o lado psicológico conta muito nessa hora.

25 junho, 2004

Pensamento edificante do dia:
Pizza não engorda.
(de um obeso teimoso que só uma porra)
Diálogo sem noção.
- Alguém foi degolado, de ontem pra hoje, hein? Nem li jornal, ó.
- Égua.
- Ora, já virou rotina, não? Quando não tem, a gente até acha estranho, né?
- Se você faz questão, não seja por isso....
- Égua.
Primeiros passos.
Decidi que vou voltar à boa e velha forma. Tomei uma decisão radical: cortei o café.
Isso. Café engorda. Estou no 4o dia, e estou me saindo muito bem.
Eu me sinto uma vitoriosa, entende?
Já posso até me imaginar como autora de um livro, tipo auto-ajuda, que vai ser um campeão absoluto de vendas: O café gordo. Um caminho para a libertação. Nele, vou contar sobre todo o sofrimento com a cintura de mortadela e ansiedade constante para conseguir mais uma dose. Depois, vou contar sobre os momentos dramáticos da síndrome de abstinência e os falsos amigos que se afastaram diante da minha decisão de adotar hábitos mais saudáveis na vida, manja? Um sucesso de público e de crítica. Dinheirinho fácil.
Momento Tati.
Minhas calças estão estranhamente caindo, mas me olho no espelho e meu corpo parece um provolone. Continuo me sentindo uma baleia fora d?água.
Buá.
Previsões para o final de semana.
Não são nada boas. Só aporrinhação.
Tenho que chamar o encanador pra consertar o vazamento do banheiro, que já tá parecendo de rodoviária. Ver se o mesmo profissional consegue descobrir o que houve com a pintura da parede da sala, que espocou inteira e tá parecendo um puteiro de quinta.
Depois, levar umas calças para ajustar, ir ao centro da cidade, shopping-supermercado providenciar os víveres da semana e ver o que vai sobrar de mim. Saudades do tempo em que eu saía, assim, sem rumo, apenas pra conhecer a nova cidade. Enfim..
Rezem pra não chover. Meu guarda-chuva quebrou.

Soluções simples.
Minha cervical tá melhorando, obrigada.
Depois que descobri o Kamomê Magnetic Pillow minha vida mudou. Durante a semana, descobri a possível origem do problema. Acordei de madrugada e percebi que estava com o pescoço praticamente pra fora da cama, mesmo usando o Kamomê Magnetic Pillow. Ou seja, estava dormindo pendurada, nesse tempo todo. Agora, durmo espalhadona. Dormir sozinha tem que ter alguma vantagem, ora pois.

Infâmia:
Nova promoção exclusiva Tim para comunicação com o além:
Plano Tim Maia.

Cenas de um casamento.
A noiva: eu
O noivo: George Clooney
O padre: Fred

- George Nazareno Clooney, aceitas Ana Almgren como legítima esposa, até que a morte os separem?
(ouvem-se estampidos, muitos estampidos)
- Sim, mas, veja, ela morreu. Bala perdida...
Me lasquei.

21 junho, 2004

Momento Polishop.

Depois que passei a usar Kamomê Magnetic Pillow minha vida mudou.
As dores no pescoço melhoraram e minha postura corporal é outra. Isso porque os magnetos do Kamomê Magnetic Pilow massageam os pontos dolorosos da muscultura. Mas não é só isso. Além das dores na coluna, Kamomê Magnetic Pillow combate dores de cabeça, enxaqueca, azia, má digestão, pé-de-atleta, stress, varizes, reumatismo, erisipela, aftas, insônia e, acredite, previne cáries. Comprando hoje mesmo o seu Kamomê Magnetic Pillow você ganha um certificado de garantia e mais uma fronha com estampa superexclusiva. E tem mais: na compra de dois Kamomês Magnetic Pillow você ganha DOIS certificados de garantinhas e DUAS fronha com estampa superexclusiva. ;O)

Final de semana do bem.
Fiz porra nenhuma. Sábado, depois da chuva, fui às compras porque a pobreza da minha geladeira já havia atingido níveis franciscanos. Fiz um supermercado básico e, na saída, não resisti: comprei um travesseiro novo. Meu pescoço tem me levado à loucura.

18 junho, 2004

Pensamento edificante do dia.
Homem é um ser tão dependente que até pra ser corno ele depende da mulher.
[autor(a) desconhecido(a)]
Vanessaaaaa!!!! Perdi a piada que você mandou pra mim. :[
Atenção. Tirem as crianças da sala.
Essa foi obra da Rezinha. Confesso que eu não conhecia esse lado ingênuo do Joãozinho, em todo caso....



JOÃOZINHO, DEPOIS DE TER RECEBIDO DA SUA MÃE A ESPINHOSA MISSÃO DE VIGIAR SUA IRMÃ SUZANA QUE TEVE PERMISSÃO DA SUA SEVERA MÃE DE PODER NAMORAR SOMENTE NO SOFÁ DA SALA, FAZ SEU INGÊNUO DETALHADO RELATÓRIO DE TUDO QUE VIU, OUVIU E SENTIU:
PARA MAMÃE:
MÃE, A SUZANA E O NAMORADO APAGARAM A MAIOR PARTE DAS LUZES E SE SENTARAM NO SOFÁ. ELE CHEGOU PERTO DELA E COMEÇOU A ABRAÇÁ-LA. A SUZANA DEVE TER COMEÇADO A FICAR DOENTE, PORQUE O SEU ROSTO COMEÇOU A FICAR VERMELHO.

O NAMORADO DELA DEVE TER PERCEBIDO QUE ELA COMEÇAVA A PASSAR MAL, PORQUE ELE COLOCOU A MÃO DENTRO DA BLUSA DELA, ACHO QUE PARA SENTIR SEU CORAÇÃO.
SÓ QUE ELE DEMOROU TANTO PARA ENCONTRÁ-LO!!! AÍ, FOI ELE QUEM COMEÇOU A FICAR DOENTE, PORQU E OS DOIS COMEÇARAM A FICAR OFEGANTES, COM POUCA   RESPIRAÇÃO.
ACHO QUE A MÃO DELE ESTAVA FRIA, PORQUE ELE A COLOCOU POR DENTRO DA SAIA DA SUZANA, QUE DEITOU NO SOFÁ DIZENDO QUE ESTAVA MUITO QUENTE.
DEPOIS DE ALGUM TEMPO, CONSEGUI VER O QUE ESTAVA DEIXANDO OS DOIS DOENTES: UMA ENGUIA ENORME TINHA SALTADO DAS CALÇAS DELE, ERA MUITO GRANDE, DEVIA TER UNS 20 CM DE COMPRIMENTO. FOI ENTÃO QUE SUZANA AGARROU A  ENGUIA COM AS DUAS MÃOS, ACHO QUE PARA EVITAR QUE ELA FUGISSE, E DISSE QUE ERA A MAIOR QUE JÁ TINHA VISTO.
DE REPENTE A SUZANA DEVE TER FICADO MALUCA, PORQUE ELA TENTOU COMER A ENGUIA, COLOCOU ELA INTEIRINHA NA BOCA.
MAS ACHO QUE DEVE SER DIFÍCIL A DIGESTÃO, PORQUE DEPOIS DE ALGUNS MINUTOS A ENGUIA SAIU DA BOCA DA SUZANA AINDA INTEIRINHA!!!
O NAMORADO DA SUZANA ENTÃO, ENFIOU A ENGUIA NUM SACO PLÁSTICO, TENTANDO SUFOCÁ-LA, DAÍ A SUZANA TENTOU AJUDÁ-LO E DEITOU, PRENDENDO A ENGUIA ENTRE AS PERNAS ENQUANTO O NAMORADO DEITAVA EM CIMA DELA ELES FICAVAM TENTANDO ESMAGAR A ENGUIA ENTRE ELES.
MÃE, EU CONFESSO QUE FIQUEI ASSUSTADO PORQUE A SUZANA GRITAVA TANTO E SE CONTORCIA TODA. DEPOIS DE MUITO TEMPO, OS DOIS SOLTARAM UM SUSPIRO DE ALÍVIO ACHO QUE ELES CONSEGUIRAM MATAR A ENGUIA, PORQUE EU A VI PENDURADA ABAIXO DA BARRIGA DO NAMORADO DA SUZANA. A SUZANA E O NAMORADO SENTARAM NO SOFÁ E COMEÇARAM A SE BEIJAR E, QUERO QUE UM RAIO CAIA NA MINHA CABEÇA, SE A ENGUIA MORTA NÃO RESSUCITOU E ELES COMEÇARAM A BATALHA NOVAMENTE. DESTA VEZ, A SUZANA TENTOU ESMAGAR A ENGUIA SENTANDO EM CIMA DELA. DEPOIS DE 40 MINUTOS A ENGUIA MORREU, PORQUE O NAMORADO DA SUZANA ESFOLOU A ENGUIA E JOGOU A PELE PELA JANELA. MÃE, EU ESTAVA PENSANDO, ACHO QUE AS ENGUIAS SÃO COMO GATOS,TÊM SETE VIDAS OU MAIS..."
Overdose de Joãozinho para um final de semana feliz. :O)

Essa foi a Milladdy quem mandou. Valeu, Mi.

Por que tem sempre que ser o Joãozinho?
Em uma escola muito heterogênea, onde estudam alunos de várias classes sociais, durante uma aula de português, a professora pergunta:
- Qual é o significado da palavra "óbvio"?
Rapidamente, Carine, rica, uma das mais aplicadas alunas da classe,  que estava sempre muito bem vestida, cheirosa e bonita, respondeu:
- Prezada professora, hoje acordei bem cedo, ao raiar da alva, depois de uma ótima noite de sono no conforto de meu quarto particular.
  Desci a enorme escadaria de nossa humilde residência e me dirigi à copa onde era servido o café.
  Depois de deliciar-me com as mais apetitosas iguarias, fui até a janela
que dá vista para o jardim de entrada e admirei aquela bela paisagem por alguns minutos, enquanto pensava como é agradável e belo o viver.
Virando-me um pouco, percebi que se encontrava guardado na garagem o automóvel BMW pertencente a meu pai.
Pensei com meus botões:
É ÓBVIO que meu pai foi ao trabalho de Mercedes-Benz.
Sem querer ficar para trás, Luiz Cláudio Wilson, de uma família de classe média, acrescentou:
- Professora, hoje eu não dormi muito bem, porque meu colchão é meio duro.
Mas eu consegui acordar assim mesmo, porque pus o despertador do  lado da cama para tocar cedo. Levantei meio zonzo, comi um pão meio muxibento e tomei café. Quando saí para a escola, vi que o Corcel II do papai estava na garagem. Imaginei:
É ÓBVIO que o papai foi trabalhar de busum.
Embalado na conversa, Joãozinho, de classe baixa, também quis responder:
- Fessora, oje eu quase num durmí, purquê teve tiroteio até tarde na favela. Só acordei di manhã purquê tava morreno di fome, mas num tinha nada pra cumê mesmo... quando oiei pela janela du barracão, vi a minha vó cum jornal dibaxo du braço e pensei:
- É ÓBVIO qui ela vai cagá. Num sabe lê !
A falta de assunto é o que me corrói.

17 junho, 2004

Não tendo mais nenhuma infâmia a contar, abrigarei minha insignifância no aconchego do meu lar. ;O)
Menos, Jama, menos.
Poucas coisas me deixam mais passadas na vida é ler que você ficou esquecida numa caixa de rascunhos de um reles programa de mensagem eletrônica.
O tempo faz dessas coisas.
E não pense que acabou.
Promoção infame da semana:
- Sabe que a Tim lançou um plano para adolescentes que costumam sair à noite?
- Ai, ai, ai.
- O Tim Balada.
Ai, uma zarabatana com mira a laser numa hora dessas....
Pegadinha infame da semana:
- Sabe qual a arma que budista usa?
- Ta merda, lá vem... Não sei.
- Armazém.
Puta que me pariu.

15 junho, 2004

O intrigante universo dos removedores de esmalte modernos.
Nunca imaginei ficar tão perdida diante de uma simples prateleira. Vocês sabem que a inexperiência e a falta de auto-conhecimento nesse assunto pode confundir um pouco. Mas, entendam a situação. Eu já sabia que a onda agora é só usar removedores de esmalte para remover, sim, esmaltes. Nesse ponto, eu já notei que a acetona caiu completamente na marginalidade. O que eu não sabia era que existem diversos tipos de agressões químicas que suas unhas e cutículas podem sofrer e que podem perfeitamente ser atenuadas ou até mnesmo curadas com o uso frequente e regular de removedor de emalte com glicerina, lanolina ou, silicone!!!
Agora, eu pergunto: glicerina para cutículas sensíveis, lanolina para unhas secas e, errr, silicone seria para unhas e cutículas flácidas? Hein? Hein?
Simpatias de Santo Antônio.
Não fiz nenhuma. Nem antipatias. Acho eu.
Feriado?
Eu não tive isso, não.

07 junho, 2004

Momento Cunhã-baranga.
Tenho comido mais do que o necessár e caminhado menos do que o obrigatório. Engordei horrores. Estou me sentindo uma baleia fora d'água.
Sinceramente, ninguém merece...
Nota do tradutor:
Focagemm de jacaré é uma diversão noturna local, que consiste num passeio de barco pelos igarapés, onde o caboclo experiente, com uma lanterna, foca o jacaré, paralizando a criatura com a intensidade da luz. Ou não. Ei. Notou o risco da operação?
O raciocínio do nobre colega foi maquiavelicamente elementar: redatores forasteiros não costumam ter muita destreza psicomotora para uma atividade tão radical. De repente, assim, do nada, a redatora pode escorregar (eu tenho todo um histórico favorável), cair na água e ter uma morte natural. É claro, ser dilacerada por um jacaré, é natural que a pessoa morra, não é mesmo?
Prometo ser uma boa menina. De verdade.
Diálogo insano.
O cenário: estava eu, pró-ativa que sou, alterando o layout do meu diretor de arte, que tinha ido, digamos, tomar um cafezinho, quando fui pega em flagrante.
- Então, quer dizer que agora é assim, redator vai fazendo o quer, é?
- Eu só tava adiantando o serviço pra você. Na boa.
- Daqui a pouco, todos os diretores de arte vão embora e só vão ficar os 3 redatores por aqui.
- Ah, nem vem? A gente vai rir do que?
Perceba um olhar ameaçador.
- Ana, você já fez focagem de jacaré?
- Ô, colega, eu te juro que não fiz por mal. Desculpa aê. Mas desculpa mesmo, tá? ;O)

Sinais visíveis de riqueza.
Você percebe que está bem de vida quando a sua coleção de piadas de Joãozinho é tremendamente maior do que a de muiraquitãs.
Simples. Piadas de Joãzinho são os amigos que mandam. Tenho várias delas acumuladas no almoxarifado do Ventilador. Serão todas postadas em momento oportuno. Thanks. ;O)

Auki, meu caro.
Adorei seu momento mãe-Dinah sobre o paradeiro improvável do meu RG. Palpite pra megasena que é bom, nada, né, fofo? ;O)

Sonho de consumo.
Zarabatana com mira a laser.
Curare, eu já tenho. ;O)

Quinzena do cabelo ruim.
Trabalho, trabalho, trabalho e, no lazer, só apurrinhação.
Tá feia a coisa. O bicho tá pegando.
TPM? Sim, aquela boa e velha tensão pré-Mastercard. Conhece?

Queridos, voltei. Acho eu.