29 novembro, 2002

Momento Leão Lobo.
Cês viram? A Namaria separou-se do bigodudo.
O mito do Guarda-Costas caiu por terra.
Quem diria, hã?
Reza a lenda que o homi vai continuar cuidando das finanças dela.
Minha mãe é contra.
Nunca duvide da sabedoria da Cissa-Mãe, essa é a lição n. 2. ;O)
Não se atrevam.

Pensando melhor, se alguma mocinha do telemarketing ligar aqui em casa pra interromper meu sono, eu não se responsabilizo. :p
Contrato alguns capangas e mando matar.
Grrr.
Meus sais de cálcio!!
Definitivamente, estou exausta.
Juro, que se nenhuma mocinha do telemarketing inventar de ligar aqui em casa, sou capaz de dormir até sábado chegar.
Tá feia a coisa por aqui.
Torturas femininas.

He,he.
Pequena Oli, depois de encarar os 55 minutos de congestionamento a que teve direito, inventou de depilar a perna.
Why not? :O)
É divertido.
Não existe beleza sem dor, essa é a lição n. 1. ;O)
What´s up. :/

Alguém pode me dizer por que diabos a cidade pára quando chove?
Puta que me pariu.
Levei 55 minutos pra percorrer um caminho que, em dias normais, faço em pouco mais de 15 minutos.
E olha que eu tava bem longe dos pontos de alagamentos que se espalharam pela cidade.
Surtei.

27 novembro, 2002

Ao que tudo indica, serei obrigada a voltar à casa da Rê, amanhã.
Fiquei de demonstrar uma receita exclusivérrima, que euzinha desenvolvi.
Tô em dívida com eles. Minha amiga tá em depressão pseudo-puerperal.
É grave, doutor?
ALê! ???? Tá me ouvindo, tchê??? :O)
Alê! Toma vergonha nessa cara e vem encontrar nóis. A gente é bagunceiro, mas somo limpinho. :ppppp
O mais legal foi narrar tudo pra Ale Ber, em tempo real. :pppp
Acabamos sendo vítimas de uma salada verde deliciosa, acompanhada de um quiche de cebola dos deuses.
De sobremesa, noblese coberto com calda de caramelo. Pra terminar a tortura, café assistindo Vale a Pena Ver de Novo.
Um must. :O)))
O Carlos tava lá pra ajudar a dar palpite.
Acabou assumindo o leme da cozinha.
Quer quarta-feira com mais cara de sábado do que essa? :O)))
E lá foi a Rê tentar esculpir um cão em massa de biscuit.
- Que tal?
- Isso é um duende?
- Era pra ser um cão. :/
- Hum.. É um duende bunitinho. Tenta acertar o focinho dele? Que tal umas pintinhas na orelha?
- E agora, melhorou????
- É um duende bunitinho. Quem sabe depois que secar a coisa mude, né??? :O))))


Abrimos uma cerveja amiga e lá fomos nós, rumo ao Projeto Guirlandas. Os detalhes disso é papo pra muita cerveja. Depois eu conto.
A Rê, de licença médica, me convenceu a ir almoçar na casa dela.
Como o diagnóstico do acunputurista foi depressão puerperal, achei que era o caso de sair correndo e ir socorrer minha dileta amiga.
Pseudociese? Agnes de Deus? Puta merda. Rê, acorda! Nada que um porre não resolva! Relax!
E lá fui eu. :O)
Dia atípico hoje: quarta-feira com cara de sábado.
Uau. Isso é raro. Aproveita, que hoje eu tô de bom humor. :O)

24 novembro, 2002

O papo estava delicioso. (Acho que fazia mais de ano que eu não encontrava a Rô.)
O almoço, idem.
Rolamos de rir com o monte de merda que falamos.
Não reparem. Mulheres quando se encontram pra falar sobre a vida é sempre assim. :O)
Domingão feliz. Era tudo que eu tava precisando. Thanks! :O)
PS: Alê! Sua batata tá assando, fofa! :ppp
Entre mortos e feridos, sobrevivemos.
Chegamos à casa da Rosana em total segurança.
O Rufus ( que eu chamo carinhosamente de Rufles ;O) e a Greta Luisa fizeram as primeiras honras da casa.
Cães maravilhosos.
Adorei eles.
Saindo do supermercado, seguimos alguns metros. A Rê estacionou o carro próximo à porta de uma loja de conveniência, pra eu comprar cigarros.
Entrei, fiz minha compra, fechei a bolsa e saí da loja.
Abri a porta do carro e um cenário estranho apareceu.
Na hora, pensei: - O que a louca da Rê tá fazendo com essa porrada de litros de água na banco do passageiro? Pirou, mulé?
Só então olhei pro banco do motorista e dei de cara com uma garota, que devia ter pouco mais de 20 anos de idade, com cara de ué, olhando pra mim.
Puta que me pariu. Invadi o carro errado. Maldição!!!
Pedi perdão à criatura, que sem entender nada, começou a rir.
Meleca.
Agora, eu pergunto: porque sempre comigo? Hã? Hã?
Paguei esse mico.
Bosta.
E lá fomos nós, eu e a Rê, rumo à casa nova da Rosana.
Paramos no supermercado: comprinhas básicas. As mulheres sempre fazem isso, não reparem.
Batata palha pra acompanhar o strogonof, água de bolota, sorvete de pavê da Kibon e papel higiênico.
- Rê, esse papel é de óleo de amêndoa ou de aloe vera.
- Sei lá, só sei que tem um jogo dos sete erros no verso.
- Putz. Contei pro cê do dia que tinha uma demonstradora desse papel higiênico no supermercado. Uma boazuda de dar medo.
- E aí?
- A criatura perguntou se eu queria experiementar. Meio sem graça, perguntei: - como assim?
E a criatura mandou seu discurso pronto sobre as vantagens do uso do papel higiênico untado com vitamina E, aloe vera, e óleo de amêndoa, dependendo da necessidade.
Definitivamente, esse mundo anda meio sem noção.
O que me pareceu poucos minutos depois, o tel. tocou novamente.
- E aí, vamos?
- Caraio, meio-dia! Me dá mais cinco minutos.
Meleca!
Dormi feito uma anta no sofá. Saco.
Chuveiro rápido. Embotei-me na primeira roupa que vi pela frente.
E vamos lá.
Foi um domingo divertido.
Acordei cedo. Fiz as coisas que precisavam por aqui. Rotina, rotina.
Estiquei-me no sofá e fiquei zapeando o controle remoto.
Lá pelas 10h da madruga, a Rê me ligou: - Vamos almoçar na casa da Rô?
Ueba!

23 novembro, 2002

Vou aproveitar que a semana começará em breve.
Terei novas e boas notícias.
Se eu demorar demais, chamem a políça.
:O)
Por outro lado, tenho me acabado de rir com as novas séries da Warner e da Sony.
Pura escrotidão. Divertidíssimas.
Mas, juro que vou dar um soco no nariz do povo da Warner. Os intervalos comerciais estão com uma duração proibitiva, irritante pra quem tá pagando muito caro,arrra. Sem sacanagem. Dia desses, eu tava assistindo a um episódio de um seriado qualquer. Entrou o intervalo. Ok. Acionei o meu bom e velho controle remoto. Anotei uma receita inteira que tava passando na Gazeta. Voltei pra Warner, e ainda tava no intervalo.
Arra.. Hunf!
Assim não vale!

Não tenho feito muita coisa de interessante, desde que voltei de Belém.
A vida anda meio parada.
Ando lendo muito e, confesso, assistindo mais TV do que deveria.
Só posso concluir uma coisa: definitivamente, EU ODEIO SMALLVILLE.
Grrr.
E como diria meu bom e velho amigo Lalau: mais valem duas pedras no caminho, do que uma no rim.
Confira aqui: www.lalau.weblogger.com.br
E esperei a volta triunfante, pra comemorar o aniversário da minha Cissa-Mãe.
Como a coisa anda braba por aqui, só pude comprar um pequeno buquet de lírios brancos.
Ela ficou comovida. Confessou que há mais de duas décadas não recebia lírios de presente.
É. De vez em quando eu acerto. :O)
Pra comemorar o visuca novo do meu bróg, cortei meu cabelo, de novo.
Confesso que ainda tô estranhando essa franja cutucando "as minha vista", sãb? :p
Nada que uma tiara não resolva.
Esse visuca de garota-propaganda da Antártica dá uma trabalheira do cão. Nada é perfeito, acreditem. :O)
Antes de qualquer coisa, tenho que agradecer a minha boa e velha amiga Alê Ber, pelo visuca novo.
Thanks, Alê!
Adorei! :O)
Olá!!! Sardade daqui!
Acho que agora estou de volta. :O)
Jamanta já tem comentários! E counter também!

18 novembro, 2002

This is my new blogchalk:
Brazil, Sao Paulo, Sao Paulo, Saude, Portuguese, Ana, Female. :)

14 novembro, 2002

Estamos em obras!

18 setembro, 2002

Poções mágicas.
Ontem, Marujo foi ao Ver-o-Peso e encontrou a boa e velha Iracilda. Ela mandou um abração pra mim, veja só.
Preciso fazer uma visitinha rápida à ela, com urgência.
Pelas barbas da mucura.
Carai. Hoje faz exatamente um mês que estou por aqui.
Inacreditável como passou rápido.
Começando as despedidas.
Vou sentir saudade dos meninos aqui da Criação. Tudo gente boa.
Quando eu for embora, tudo vai voltar a ser como antes.
Ou seja: eles poderão voltar a soltar pum na sala.
Talvez eles estejam sentindo falta disso.
Drink light
Sábado passado, fui à Amazon Beer.
Finalmente, experimentei o chopp de bacuri.
Dos deuses. Surpreendente. Adorei.
Faz bem à alma.
Devia vender em farmácia.

13 setembro, 2002

Coisas que você não encontra em Belém:

- Assalto em qualquer esquina
- Quatro estações do ano no mesmo dia
- Enchente, apesar da chuva
- Cigarros da Phillip Morris. Se quiser, traga de casa. Aqui é difícil de achar
Coisas que você só encontra em Belém:
- Padaria que fecha na hora do almoço.
- Barraquinha alimentação na calçada com mesinha, cadeira e TV em cores.
- Farmácia que vende doces, biscoitos, sorvetes, celular e ingresso pro jogo de futebol.
- Padaria que não vende cigarro.
- Batatas Krony
- Mussarela de búfala a preço de banana
- Dúzia de banana com 15 bananas e mais duas de brinde
- Chopp com bacuri
Bruxa, eu?????
É. Eu nasci numa sexta-feira. Era 13. E a noite era de lua cheia.
Será por causa disso que eu tenho esse jeitinho?

12 setembro, 2002


Isso ainda vai acabar em morte.

Tive que voltar pra casa antes do jogo terminar.
Marujo tava puto porque o Vasco se fodeu.
Placar: Papão sem a pilha da lanterna 2, Vasco fodido e mal pago 0.
He,he,he.

Sob ameaças contundentes de que eu teria que dormir no sofá caso não calasse a minha boca, voltei pra casa sem tecer mais nenhum comentário sobre o fiasco vascaíno no Mangueirão.
Respeito é bom e conserva os dentes, é o que eu sempre digo. :p
Sou Papão desde criancinha – Parte II

Bem, amigos da Rede Globo.
Ontem, quarta-feira, voltei ao Mangueirão, desta vez para assistir Papão X Vasco.
Marujo é vascaíno roxo.
E lá fui eu, ficar espremida entre a torcida do Vasco, tendo uma massa humana de mais de 25 mil torcedores do Papão à minha esquerda.
À minha frente, um policial, com a nobre função de manter a ordem e a segurança dos torcedores.
E num é que o soldado tava em plena torcida do Vasco torcendo pro Papãp?
Pó, seu Gualda. Achei que a imparcialidade fosse fundamental numa hora dessas.
Não se pode confiar em mais nada, hoje em dia.
O Mistério da Mucura.

A Mucura é um bicho esquisito, dizem.
Eu nunca vi.
Mas quem já viu, dizem que é o bicho de estimação do diabo.
Feio que nem ele só.

Quem encontra a mucura à noite, não consegue dormir. De medo.
Dizem que ela tem uma cara estranha. Peluda.
Rabo comprido. Peludo.
E tem o corpo esguio, solta um odor estranho.
Estranho não. Um odor terrível. Catinga desgraçada.

A mucura leva os filhotes numa bolsa sobre o ventre.
Égua! A mucura é um gambá, então. Como os cangurus, o gambá e a mucura também são marsupiais.
O Aurélio, aquele lá do dicionário, diz que a mucura é sinônimo de gambá.
Quem mora aqui, diz que a mucura também é chamada de gambá preto ou gambá da Amazônia.
Mas, quem já encarou de frente uma mucura, diz que ela é mais fedida e mais feia do que uma rebelião de gambás.
E quem sou eu pra duvidar?

Considerando que a mucura é o retrato do inferno em forma de bicho, também serve para adjetivações:
- Depois de uma semana mucurenta como esta, mereço beber até morrer.
- Isso aqui tá que é uma mucura. (n.t.: tá feia a coisa)
- A mulé é feia que só a mucura (n.t.: a mulé é uma mocréia)

Reza a lenda também que tem gente que come mucura.
Dizem que mucura ensopada é o bicho. Perdão pelo trocadilho.
Prefiro a minha parte em caranguejos. :O)
Mas já??
Cacete. Já estou quase 4 semanas em Belém.
Logo, logo, já é hora de voltar pra casa.
Meleca.

05 setembro, 2002

Aguarde, em breve, ou em edição extraordinária: O Mistério da Mucura.

Sou Paysandu desde criancinha.


O que eu nunca imaginei, aconteceu. Ontem, fui ao estágio assistir ao jogo Paysandu X Corinthians.
Público pagante: 24.104. Claro, os 104 eram os corintianos.
Incrível! Milhares de crianças, famílias inteiras, garotas adolescentes em grupos. Todo mundo torcendo e xingando na santa paz.
Adorei.
Mas o Papão perdeu de 1 X 0. O juiz robou, o time jogou na retranca e eu continuo não entendendo o que significa a porra do impedimento.
Saco!

Pelo direito à eutanásia.
Acordei às 3 da matina com uma vaga sensação de morte iminente.
Tomei um sal de fruta. Nada.
Água. Muita água.
Danou-se. Achei que eu iria explodir.
Levantei, novamente, às 4 da matina. Tomei um luftal.
Um, não. Dois.
Mais água. Minha barriga parecia abrigar um alien de 8kg.
Eu e minha maldita boca!
Adormeci. Sonhei com unhas de caranguejo. Puro pesadelo.
Às 9h da manhã, o alien de 8kg já tinha sido desovado no Rio Guamá. E meu aspecto era podre. Marujo perguntou se eu estava melhor.
- Onde eu assino? Exijo minha eutanásia. Uma morte digna e confortável. Hunf!
Passei a terça-feira em jejum, apenas tomando chá de pata-de-vaca e de folha de canela.
Isso purifica o corpo e faz a alma tomar um pouco de vergonha na cara. :p

Portanto, aprendam: nunca comam unha de caranguejo em carrinho de rua, numa segunda-feira. Existe uma grande chance dela ter sido preparada na sexta anterior. Medo!!
Unha de caranguejo mata.
Essa eu aprendi na pele.
Segunda-feira, eu, toda metida a valente, resolvi comer na rua.
Comi um risole gigante – tem outro nome por aqui, recheado de presunto e queijo.
Tava gostoso, mas eu ainda tava com uma certa fominha.
Pedi uma unha de caranguejo, que nada mais é do que uma versão regional da boa e velha coxinha de galinha.
Depois do risole gigante e da unha de caranguejo com suco de goiaba, deu vontade de comer um docinho.
Entrei na farmácia e comprei 200g de Monteiro Lopes – um biscoitinho amanteigado, com uma cobertura especial de chocolate.
É isso mesmo. Monteiro Lopes é um treco tão bom que vende até em farmácia, ao lado da prateleira de antiácidos.
À noite, o Marujo estava sem fome e não quis jantar.
Preparei meu já tradicional sanduíche de pão de fibras com queijo de búfala e arrematei o dia com um canecão de salada de frutas com sorvete de açaí com tapioca.
Antes de dormir, tomei meu chazinho de pata de vaca. Beijinho, beijinho e boa noite.
Boa noite? Como assim?

30 agosto, 2002

Tapioquinha, a marvada.
Voltei a mais esse vício.
Estava resistindo bravamente, há exatos 11 dias.
Hoje, não deu.
Devorei uma tapioquinha com manteiga, logo às 9h da matina.
Agora, fodeu de vez. Vou querer todo dia, a toda hora.
Esse troço vicia que é uma coisa.

Começo a imaginar que em Belém deva existir alguma associação, nos moldes dos A.A.
Uma espécie de Tapiocólatras Anônimos, com reunião de grupo e depoimentos emocionados dos que se libertaram do vício. Os novos integrantes devem ter padrinhos, essas coisas.

Imagino que numa noite de domingo, serei surpreendida por uma matéria no Fantástico, comandada pelo Dr. Dráusio Varela falando sobre os perigos do vício em tapioquinha.
Ele falará, em tom dramático, para a câmera: - O grande perigo da tapioquinha é que ela age diretamente no cérebro. A tapioquinina é a responsável pela sensação ilusória de prazer. Quando acaba o seu efeito, surgem as conseqüências mais cruéis: sua vítima não consegue mais parar de comer. Deixa de estudar, de ir ao cinema. Sua vida social fica comprometida.
Na próxima semana, vamos acompanhar um grupo que está confinado, tentando se desintoxicar dos efeitos da tapioquinina.
E muita atenção, senhores pais: as crianças também são vítimas potenciais da tapioquinha. Mantenha um diálogo sobre isso com seus filhos, durantes as refeições.

SOCORRO!!!!!!!


Não tem rima, mas não confunda.
Em homenagem ao Sérgio, lá do Catarro, anota essa:
Não confunda cachorro quente com hot dog.
Em Belém, isso faz uma diferença do cão.
Perdão pelo trocadilho barato.
Dellirium tremis.

Eu bem que tentei. Procurei pensar em outras coisas. Mudar meus hábitos.
Na quarta-feira, sucumbi.
Fui ao supermercado e comprei um pote de 2 litros de sorvete de açaí com tapioca só pra mim.
Foram 3 dias de abstinência. Uma resistência heróica.

Eles querem me enlouquecer.
Eu já entendi. Tudo faz parte de um complô orquestrado pelo lobby da indústria farmacêutica para que eu me torne uma eterna dependente de tranqüilizantes e barbitúricos.
Os filhotes da Orca estão acabando com os meus nervos. Estou em frangalhos.
Na primeira noite, tenho impressão que farejaram a ausência do Marujo e resolveram, literalmente, colocar as patinhas de fora: descobriram a passagem da área de serviço para o jardim.
Ok, do jardim eles não têm como fugir para a rua. Mas minha vida se tornou um inferno desde então.
Os mais espertinhos até conseguem dar um role pelo jardim e voltar pra casa sem maiores atropelos. Mas, os menorzinhos... Grrrrr.......

Na segunda noite, todos resolveram sair.
Voltaram para o quintal dos fundos.
Fiz a contagem dos meliantes.
Faltavam dois.
Dava pra ouvir, não se sabe de onde, que gritava como um porco na hora da morte.
Consegui localizar um e resgata-lo para junto dos demais demônios.
Faltava um. Aquele, que gritava.
Procura, que procura e na-da.

Até que achei.
O menorzinho de todos.
Era ele, perdido no meio de um arbusto que não tem mais de 90cm de altura.
Na proporção, o mané dos manés parecia um anão perdido em um castanhal.
Claro, desse episódio, surgiu um novo batismo. O Mané dos Manés passou a se chamar Jambo.
Note, eu teclei Jam-bo. E não Ram-bo.
É ele: Jambo, o covarde da floresta.


Tá bom, eu confesso: Jambo é o meu predileto. ;O)))

27 agosto, 2002

O fato é que tem um canto lá da pia que tá lotado de Açoita Cavalo e Pata de Vaca.
Praticamente, um estábulo.
Hunf.
Trigliceres, colesterol, obesidade, pressão alta? Açoita Cavalo neles!
Marujo comprou e tá tomando. Ainda não dá pra saber o resultado.
Pés de elefante? Use Pata de Vaca.
Não sei o que aconteceu, semana passada.
Meus pés incharam de uma maneira assustadora.
Pés de elefante. Par de provolones. Completamente desfigurados.
Imaginei que fosse retenção de líquidos.
Comprei um pacote de folhas de Pata de Vaca. Fiz uma infusão forte, conforme as instruções da embalagem e deu certo.
Voltaram a ficar ossudos. :O)
Batata Ruffles??? Nem pensar.

Costumo com o bom e velho hábito de consumir, menos 55g de batata chips por dia.
Descobri a marca que vai dominar o mercado: as batatas Crony.
Eu juro. É assim mesmo: Cro-ny. Tá na embalagem.
Igualzinha à Ruffles, na crocância e no sabor. A diferença tá no preço: R$ 0,70 mais barata.
E quer saber mais?
Tem selo For Export e tudo. Coisa fina.
Só como batatas Crony, de agora em diante.
Sozinha em casa.



Estranhei um bocado a ausência do Marujo em casa, nesta primeira noite.
A casa é muito grande. Tem um corredor muito comprido e escuro. Faz lembrar um pouco o hotel do O Iluminado. Brrrrr. Medo.
Coloquei o mala do Redinho pra ficar tomar conta dimim. :O)))) – Se Godzila souber disso, nunca vai me perdoar. :/
A Orca ficou pra fora pra cuidar das praguinhas.
Aliás, depois eu conto o que as pequenas pestes me aprontaram esta noite.
Hunf.

O segredo dos óleos bifásicos para banho.

O frasco é lindo. O princípio é o mesmo da embalagem de 2 litros do sorvete Napolitano.
A diferença é que o sorvete Napolitano é trifásico e o meu frasco de óleo para banho é bifásico.
Tudo é muito simples: o óleo de andiroba e o óleo de maracujá fica formam duas camadas.
Você sacode o frasco e vira uma mistura só: o óleo de andiroba causa um relaxamento muscular profundo e o óleo de maracujá tem efeito calmante.
Marujo disse que eu sou otária. Que o óleo bifásico é coisa pra pegar trouxa.
Agora, volto a perguntar: o que os homens entendem de cosméticos? Hã?
Sinceramente, não sei como pude viver até hoje sem um óleo bifásico.



Simplificando os rituais de beleza.
Dias desses, eu não se contive. :pppp : comprei vários sabonetes da Sementes Amazônicas.
Vê se você seria capaz de resistir.
Copaíba: combate o excesso de oleosidade da pele e tem efeito cicatrizante.
Andiroba: ação bactericida e fungicida.
Buriti: rico em betacaroteno, deixa a pele macia e hidratada, favorecendo o bronzeamento.
Cê güenta??? :O)

Então ficou assim: uso o sabonete de copaíba à noite, para retirar o excesso de oleosidade e impurezas.
Pela manhã, uso o sabonete de andiroba nos pés e nas axilas. Funciona mesmo o desgraçado. No calor da porra que faz nesta terra, ele não deixa mesmo o chulé e a catinga tomar conta.
No corpo e no rosto, eu uso o de Buriti.
Depois do banho, eu uso o óleo bifásico de andiroba e maracujá no corpo e óleo de massagem de andiroba nos pés.
Não é simples e prático? :O)
Você pode estar se perguntando: que cazzo é óleo bifásico?
Isso é uma longa história. Senta aí.

Sementes Amazônicas.
Tenho feito grandes descobertas nestes primeiros dias.
Sementes Amazônicas é uma marca de cosméticos que tem sabonetes, sais para banho e óleos para massagem maravilhosos.

Paraenses experientes advertem..

Recebi do Fer: cuidado com o exagero no sorvete de açaí com tapioca. Se não tomar cuidado, daqui a pouco seu nariz vai deixar de ser assim :o) pra vai ficar assim :O) .
Valeu, Fer! Estou revezando o consumo de açaí com castanha-do-pará.
Boa alimentação.

Estou mudando radicalmente meus hábitos alimentares: muita fruta, sucos naturais, queijos, queijos e mais queijos, pouquíssima carne – mesmo as brancas e magras - , só pães integrais variados – de fibras, de aveia, de centeio, de semente de linhaça - , ovos e toneladas de sorvete de açaí com tapioca e de castanha-do-pará, ambos com granola.
Pra não dizer que estou uma natureba insuportável e astênica, tenho compensado com visitas semanais ao Mc Donald’s e ao Bob’s. Tudo acompanhado de muita batata frita saturada de gordura, sal e catchup de procedência duvidosa. Afinal, equilíbrio é tudo, é o que eu sempre digo. :p

26 agosto, 2002

Visuca Alto-Verão.
Demorou, mas tomei coragem.
Antes de embarcar pra Belém, fiz uma visita muito séria ao cabelereiro.
Radicalizei. Chutei o balde.
Cortei a franja, repiquei a lateral e tirei quase um palmo do comprimento.
Pra foder de vez, migrei do castanho-claro-anta para o loiro-escuro-dourado com alguns reflexos mais dourados. Praticamente, uma perua.
Olhando daqui, até que ficou legal.
Gostei.
Só quero ver quando chegar a hora de retocar as raízes.

Bosta. Tinha esquecido desse detalhe. :{
Marujo ainda não tem uma opinião completamente formada sobre o resultado. Tá em estado de choque. :O)


Eu e os filhotes.
Contrariando todos os meus propósitos e comprovando que eu sou uma mulher sem a menor disciplina e auto-controle, confesso: 4 dos 8 filhotinhos da Orça já tem nome.
Saco.
Não resisti. :O)
Mas, sinta só o drama e veja se você resisitiria:
Magda – uma pequeninha, a menor da ninhada. Linda, toda vermelhinha, de luvinhas brancas nas patas dianteira e meio colar branco no pescoço. Tenta imitar o comportamento dos irmãozinhos, mas faz tuuuuudo errado. Burrinha de dar dó. ;O)
Maria Bonita – também era uma das condenadas à morte da ninhada. Nasceu pele e osso, mas conseguiu sobreviver. Adora um colo e parte pra jugular do infeliz que chegar perto quando ela tá pedindo atenção. Uma peste, a cabra.
Tony Tiger – filhote de pelagem tigrada, todo saradão. Parece um pacote de Sucrilhos.
Papão – gorduchão, guloso. Come mais que todo mundo, mama mais que todo mundo. É o bicho. :p (qualquer semelhança com o apelido do Paysandu, que derrotou o Flamengo no último domingo não é mera coincidência :p)

Você pode estar se perguntando: o que essa anta entende de futebol?
Respondo: Porra nenhuma. :p

Coisas que só acontecem comigo. Episódio de hoje: O Feitiço de Áquila.
Acreditem, eu não estou brincando.
Exatamente no mês em que fui chamada para trabalhar em Belém, o Marujo foi convocado para uma inspeção em Tucuruí. Ficará dez dias embarcado.
Agora, eu pergunto: mera coincidência ou pura feitiçaria??
Meleca!
Bastaram apenas 13 dias sem blogar pra eu levar uma dura da Ale – Totalmente Bridget.
Pronto. Lá vai.


Novidades no Front.
Estou em Belém desde o dia 19 último e devo ficar por aqui nas próximas 4 semanas.
O trabalho é divertido, tranqüilo. Estou gostando muito.
Estou, praticamente, falida. Mas não vou pensar nisso agora.

13 agosto, 2002

É. A noite promete ser emocionante. Depois do Jô, vai passar uma comedinha com a Doris Day, às 3h da matina, tem Friends, provavelmente, outra reprise. Sim, e Godzila ronca como um urso no sofá.
Onde foi mesmo que eu deixei meu Lexotan?
Há duas noites, estou completamente insone.
Esqueça, Rê. Lexotan é só para emergências. E já tive a minha no sábado. ;O)
Tá certo que é legal ver o dia amanhecer. O duro é acordar ao meio-dia. Isso é muito feio.
Vou fazer meu chá de ursinho, aconchegar-me no sofá com Godzila e ver que bicho dá.
A pergunta que não quer calar é: porque diabos toda vez que alguma novidade está pra acontecer na minha vida, a Globo resolve transmitir filmes com desastres aéreos?
Façam suas apostas.
Em breve, episódio inédito da série Coisas que só acontecem comigo.
O desfecho promete ser inusitado. Aguarde.
Depois, fiquei imaginando o que ele irá dizer quando um chef for ao programa para preparar um caldo verde.
Xá pra lá..
Estou de saco cheio de ver TV. É impressionante o número de reprises na TV a cabo. A TV aberta, esquece.
Só não perdo :O) a Namaria e Louro José.
Aliás, tá cada dia melhor esse menino.
Outro dia, ele experimentou um prato de petit gateau, virou-se para a câmera e falou, solenemente: - Minha senhora, esta é a primeira vez que a TV brasileira mostra um papagaio comendo um gato.
Não é meigo? :O)
Quer saber como fazer um sanduíche de sopa de legumes?
Pergunte-me como.
Ah! Sim, lembre-se também de degustar seu sanduiche de sopa natural de legumes à uma distância segura do seu teclado. Se é que você tem alguma estima por ele.
Boa sorte.
Pra não dizer que não fiz nada de diferente, outro dia preparei um sanduiche de sopa.
Sim, de sopa de legumes.
Você pode tentar fazer isso em casa, mas aconselho a manter longe do alcance de crianças e de animais domésticos.
Não tenho feito muita coisa interessante. Total falta de assunto.
Contrariando todas as previsões, estou viva.

27 julho, 2002

Não saiam daí. Eu prometo voltar, ainda hoje.
Sim., isto é uma ameaça. :p
Sessão Descarrego - sob o patrocínio de Edir Macedo.
A pergunta que não quer calar é: quem foi o filho da puta que fez a porra do meu outloko travar? Vá de retro, mi si fi.

Padre Quevedo, tá na escuta, mano? Hunf!

Como nem tudo é só desgraça por aqui, tenha fé: enquanto há queijo na geladeira, há esperança.
Uma Absolut, nem pensar, né? - essa é a outra pergunta que não quer calar.



Sessão Nostalgia.
Ando tendo sonhos muito interessantes, ultimamente.
Nesta madrugada, sonhei com o Pereba.
O Pereba é um coelhinho de pano, feito de retalhos. Foi o primeiro bichinho a quem minha pequena Olìvia se apegou.
Ela o tem até hoje, guardado em segurança na casa da avó. Temor ao Godzila.
Sim, faz sentido.... :O)))


Mas, errr.., voltando à saia justa...
Alezinha, nossa redenção está a caminho, fofis.
Eu e a Rê abrimos uma saída de emergência perfeita: você acaba de ganhar um almoço exclusivérrimo, preparados por euzinha e pela Rê.
Na casa da Rê, é claro. Meu cafofo anda meio intransitável. Culpa do Godzila. :p

Eu preparo a tapioquinha com queijo, bárbara e dos deuses, com tecnologia exclusiva.
E a Rê dá conta da abóbora com camarão.
Tá, a Rê lembrou que você não gosta de camarão. Mas, abóbora com frango ou com carne seca também fica legal, né? :O)
Se você preferir, posso fazer tapioquinha com côco, de sobremesa.
Ou a gente faz doce de abóbora com côco e compra um frango na padaria. Aqui do lado, eles assam junto umas batatas, naquelas TV de cachorro. Delícia.

Ok, ok.. Sei que a minha batata está assando. Não ria, não, Rê. A sua também deve estar.
(Amigos, cês num tem noção do que é a Alê irada. Medo!)


Então ficamos assim: almoção marcado na casa da Rê e a Alê escolhe o cardápio. A pizzaria delivery, pertinho da casa da Rê também é legal. Eles têm até cigarro. Entregam cerveja. Uma maravilha. :O))))



Sessão Choradeira:
Estou sem o drive D há dois meses. O drive A pifou, faz tempo. O meu outloko inventou de realizar operações ilegais, há 3 dias. Rezo a Deus que ele não tenha se envolvido com crack.
Estou, praticamente, incomunicável.
Bosta.

Pronto, passou.
Por falar nisso, Os Normais deveriam ser rebatizados como Os Insanos.
Num é por nada, não. Mas a Fernanda, a escritora, anda perdendo o tom e carregando na tinta.
Ela tá se saindo melhor no Saia Justa, lá do GNT.
Sessão Mea Culpa:
PERDÂO, DE JOELHOS, ALÊ!!!!!!!!!
Gente, eu não fui na festa do niver da ALÊ BER, Totalmente Bridget.
Eu confesso. Sucumbi ao meu stress, sorry.
Fui derrubada por um meio Lexotan, dose prescrita, logo após o episódio do Os Normais.
E a vida continua por aqui.

O inverno não parece tão longo e tenebroso como se anunciava por aqui.
De um jeito ou de outro, a gente se salva.
Thanks, mom. :O)

24 julho, 2002

Têm coisas, que por mais que eu tente, não consigo entender.
Eu juro que me esforço.
Mas. Hum. Por que Friends e ER é só reprise?
Por que inventeram o telemarketing?
Por que eu atendo à uma chamada telefônica, se a grande chance é de que seja uma chamada de telemarketing?
Por que as mocinhas do telemarketing falam todas em locução verbal, no gerúndio?
Por que o Quino matou a Mafalda e o Angeli matou a Rebordoza?
Saco!
Isso que dá fazer psicoterapia existencialista.
A Lu, do Solomio, mandou uma série de mensagens muito legal pra mim.
Thanks, Lu. Te devo mais essa. :O)
Tenho aprimorado, diariamente, minhas técnicas de preparo de tapioquinha.
A recheada de 2 queijos continua reinando, imbatível.
Até a Elba Ramalho apareceu por lá, rezando e tudo. Vi na TV.
E eu que achei que já tinha visto de tudo nessa vida.
Estou organizando excursões, a preços camaradas, para o Janelão de Ferraz de Vasconcelos.
(pelo jeito que a coisa anda, tá me parecendo uma espécie de Piscinão de Ramos Local, edição de Inverno. )
Alô, Datena?
E por falar em prazo de validade, definitivamente, eu sou uma forte candidata a ser dispensada do rodízio de carros, em Sampa.
Sou um produto perecível, afinal. :p
Não se atreva a morrer antes de ter lido O Lobo do Mar.
Peça prorrogação do seu prazo de validade ao Homi, se for o caso.
Ontem, pela enésima vez, assisti à reprise do Naufrágo, no Telecine.
É incrível como as coisas fazem sentido na minha vida.
Tenho lido alguns livros interessantes e também assistido à coisas interessantes na TV.
O Saia Justa, GNT, canal 41, pra quem assina a Net, foi bem interessante.
Papo-calcinha da noite4: técnicas exclusivas pra fazer xixi em pé, em banheiro público.
E perdão pelo trocadilho infeliz. :O)
Foda-se.
Ei! Cadê? Eles estavam por aqui. Juro que estavam.
Meleca. Lá se foram os meus arquivos, de novo.
Saco.

23 julho, 2002

Só agora que eu vi. Teclei errado.
A Orca pariu quatro meninos e quatro meninas.
São OITOS maletinhas, todos vermelhinhos, como o mala do Redinho.
Caraio.

21 julho, 2002

Eu hei de sobreviver.
:O)

20 julho, 2002

A Orca pariu: dois meninos e duas meninas.
Marujo há de sobreviver. ;O)
Essa, eu aprendi hoje.
Amigos são fundamentais. :O)

18 julho, 2002

Como nem tudo é só desgraça por aqui, ainda resta-me um certo otimismo. E uma certa dignidade, porque tenho um nome a zelar. Certo?

Grrr.

De autor desconhecido: "Em alguns casos, é melhor a angústia da dúvida, do que a certeza da dor".
E num é que faz sentido?

Hunf!
Uma pobreza franciscana por aqui. Coisa de dar dó.
Estou aceitando doações sinceras. Do tipo: meigas pilhas AAA pro meu Palm 100, antes que eu o anuncie no E-Bazar, por 30 conto. Precinho de ocasião. Topas?
Ração Premier, pra cães de ambientes pequenos. Godzila está comendo, emergencialmente, Pedrigree - raças pequenas. O pobrezinho já começa a me olhar com uma cara esquisita. Medo.

O próximo passo, rumo ao despreendimento total, é passar a fumar Derby, comprado por unidade, na barraquinha do camelô perto da Igreja de São Judas.
Tenho que parar de fumar.

Danou-se.