Acho que estou levando essa coisa de ano novo a sério demais.
Acordei cedo. 5h30.
Meleca. Em pleno domingo?
Tá bom. Se eu fosse feirante, teria acordado tarde.
18 março, 2001
15 março, 2001
Tá bom. Faz de conta que o ano tá começando mesmo agora.
Prometo que vou escrever todo dia e dar algum rumo coerente pra esta meleca.
Agora, a pergunta que não quer calar é: pq diabos não inventaram um bloquinho de rascunho pra anotações e depois postar tudo de uma vez só.
Aos espertinhos de plantão aviso: já patenteei a idéia, tá?
Prometo que vou escrever todo dia e dar algum rumo coerente pra esta meleca.
Agora, a pergunta que não quer calar é: pq diabos não inventaram um bloquinho de rascunho pra anotações e depois postar tudo de uma vez só.
Aos espertinhos de plantão aviso: já patenteei a idéia, tá?
05 março, 2001
Meleca!
Não voltei ao shopping no domingo.
Confesso, não tava com um grão de saco pra essa tarefa insana.
Como uma paulistana renegada, odeio shopping.
Não, não. Na verdade, odeio fazer compras, apenas porque é época de liquidação.
Hunf! Minha auto-crítica vai bem, obrigada!
Tá certo que falta de grana também ajuda na falta de saco, craaro.
Sim, isso explica tudo.
Ok, você pode pensar: estou ficando uma coroa mesquinha. Ou exigente demais.
Sim, concordo. Mas, enquanto a mediocridade imperar na moda, eu se recuso a sair à compras.
Pronto.
Estilo é tudo. Eu se recuso a sucumbir meus suados trocados a favor da pasteurização descartável.
(uau!!! E não é que estou conseguindo voltar a ser rebelde!? Isso é ótimo! Bom sinal, bom sinal! Hu, huuu ;O)
Não voltei ao shopping no domingo.
Confesso, não tava com um grão de saco pra essa tarefa insana.
Como uma paulistana renegada, odeio shopping.
Não, não. Na verdade, odeio fazer compras, apenas porque é época de liquidação.
Hunf! Minha auto-crítica vai bem, obrigada!
Tá certo que falta de grana também ajuda na falta de saco, craaro.
Sim, isso explica tudo.
Ok, você pode pensar: estou ficando uma coroa mesquinha. Ou exigente demais.
Sim, concordo. Mas, enquanto a mediocridade imperar na moda, eu se recuso a sair à compras.
Pronto.
Estilo é tudo. Eu se recuso a sucumbir meus suados trocados a favor da pasteurização descartável.
(uau!!! E não é que estou conseguindo voltar a ser rebelde!? Isso é ótimo! Bom sinal, bom sinal! Hu, huuu ;O)
04 março, 2001
Meleca!
Conforme o prometido, fui ao shopping hoje.
Sinal de que eu tô melhorando, hã, hã?
Tô mesmo levando a sério essa coisa de ano novo.
Mas, bosta, o povo não colabora.
Comprovem.
Liquidação de verão. Tudo a precinho camarada.
Hu, huuuu! Xá comigo!
Ok, vamos garimpar. Olho clínico. Costumo ser boa nisso.
Blusa transparente, com babadinho a 15 reá. Não uso. Eu se recuso.
Shortinho popozuda a 9 reá. Não uso. É mico federal.
Calça preta básica, cintura baixa. A princípio, me pareceu legal. Entre nós, eu diria, era de cintura pubiana, a 20 reá. Sinceramente, não dá pra usar isso, sem depilação completa. Tô fora. É vulgar. Muito over.
Top de paetê, a 5 reá. Mas, tipo assim, errr, o Carnaval, de novo, é só no ano que vem, né? Hunf!
Blaser de microfibra preto, basiquérrimo. Coisa da melhor qualidade. Era a minha cara e o meu número. A 389 reá. Buá. Num tô podendo. :/
Calça de crepe linda, básica, a 29 reá. Yeeeessss!!!!! Linda!!! Mas, err, é, tipo assim, só tem roxa?
Sim, só tinha roxa e uma magenta! Voltamos à estaca zero, portanto. Buá:/
Cês viram que eu tentei.
Amanhã, voltarei ao Shopping, de novo. E depois, garimpar algo legal lá no Rio de Janeiro. Sem estereótipos e cara de vitrine.
Hei de conseguir!!!!! Hei de conseguir!
Aguardem! Vem aí uma Jamanta repaginada!
Conforme o prometido, fui ao shopping hoje.
Sinal de que eu tô melhorando, hã, hã?
Tô mesmo levando a sério essa coisa de ano novo.
Mas, bosta, o povo não colabora.
Comprovem.
Liquidação de verão. Tudo a precinho camarada.
Hu, huuuu! Xá comigo!
Ok, vamos garimpar. Olho clínico. Costumo ser boa nisso.
Blusa transparente, com babadinho a 15 reá. Não uso. Eu se recuso.
Shortinho popozuda a 9 reá. Não uso. É mico federal.
Calça preta básica, cintura baixa. A princípio, me pareceu legal. Entre nós, eu diria, era de cintura pubiana, a 20 reá. Sinceramente, não dá pra usar isso, sem depilação completa. Tô fora. É vulgar. Muito over.
Top de paetê, a 5 reá. Mas, tipo assim, errr, o Carnaval, de novo, é só no ano que vem, né? Hunf!
Blaser de microfibra preto, basiquérrimo. Coisa da melhor qualidade. Era a minha cara e o meu número. A 389 reá. Buá. Num tô podendo. :/
Calça de crepe linda, básica, a 29 reá. Yeeeessss!!!!! Linda!!! Mas, err, é, tipo assim, só tem roxa?
Sim, só tinha roxa e uma magenta! Voltamos à estaca zero, portanto. Buá:/
Cês viram que eu tentei.
Amanhã, voltarei ao Shopping, de novo. E depois, garimpar algo legal lá no Rio de Janeiro. Sem estereótipos e cara de vitrine.
Hei de conseguir!!!!! Hei de conseguir!
Aguardem! Vem aí uma Jamanta repaginada!
03 março, 2001
Essa vai em homenagem à minha grande amiga Rosana, que mora lá na Praia Grande.
Receitinha elementar de microondas. Essa até Godzila é capaz de fazer, com o pé nas costas.
E num tem frescura não. Um pouco de glamour faz bem à pele e à alma. ;O)
Anota aí:
Compre no supermercado um teco de queijo gorgonzola.
Tá, eu sei, ele é meio nojentão e tem um cheiro de chulé de dois dias, com o mesmo tênis, sem tomar banho. Faz de conta que não é com você. Se estiver dentro do prazo de validade, (costuma ter uma etiqueta no rótulo, nas boas casas do ramo) pode usar, ou melhor, consumir, sem pânico.
Gorgonzola tem uma cara mal ajambrada, mas é um queijão do bem. Aliás, hum, ele é muito bom.
Sejamos objetivas: a tarefa é simples.
Basta pegar um refratário pequeninho, superprático, pirequinho-de-servir-sorvete-em-casa, aquele do tipo lavou-tá-novo, e mandar duas colheres de sopa do gorgonzola nele, sem medo.
Microondas em potência média, ou em média alta. Tudo depende do humor do rapaz. Pode ser por 1,5 ou dois minutos.
Apenas o tempo suficiente pra que o queijo comece a borbulhar. Daí, não tem jeito e nem como ensinar. Tem que ficar de olho. Borbulhou, ferveu, anule a operação. Sorrateiramente, aperte o botão "desligar", assim que vc conseguir localizá-lo.
Rápida como uma flecha, despeje (blaaag, que imperativo estranho.. ;/_) , duas ou três colheres de requeijão cremoso. (daqueles normais, que a gente encontra em qualquer supermercado, padaria ou lojas de conveniência 24h.)
Misture bem até formar um creme homogêneo e sirva imediatamente, com torradas e/ou com saudáveis palitinhos de cenoura crua, ou com raminhos brócolis ou de couve-flor. (eu costumo usar aqueles maravilhosos pacotinhos de legumes congelados, que eu descongelo em 30 segundos, no próprio microondas).
É dos deuses. E, pasmem, não engorda tanto! ;O)
Dicas da Jamanta: se o patê, depois de esfriar, começar a ficar com uma consistência meio melequenta, não entre em pânico.
Nada que 30 segundos, em potência média não faça o manjar dos deuses voltar ao que era antes.
Divirtam-se! ;O)
Receitinha elementar de microondas. Essa até Godzila é capaz de fazer, com o pé nas costas.
E num tem frescura não. Um pouco de glamour faz bem à pele e à alma. ;O)
Anota aí:
Compre no supermercado um teco de queijo gorgonzola.
Tá, eu sei, ele é meio nojentão e tem um cheiro de chulé de dois dias, com o mesmo tênis, sem tomar banho. Faz de conta que não é com você. Se estiver dentro do prazo de validade, (costuma ter uma etiqueta no rótulo, nas boas casas do ramo) pode usar, ou melhor, consumir, sem pânico.
Gorgonzola tem uma cara mal ajambrada, mas é um queijão do bem. Aliás, hum, ele é muito bom.
Sejamos objetivas: a tarefa é simples.
Basta pegar um refratário pequeninho, superprático, pirequinho-de-servir-sorvete-em-casa, aquele do tipo lavou-tá-novo, e mandar duas colheres de sopa do gorgonzola nele, sem medo.
Microondas em potência média, ou em média alta. Tudo depende do humor do rapaz. Pode ser por 1,5 ou dois minutos.
Apenas o tempo suficiente pra que o queijo comece a borbulhar. Daí, não tem jeito e nem como ensinar. Tem que ficar de olho. Borbulhou, ferveu, anule a operação. Sorrateiramente, aperte o botão "desligar", assim que vc conseguir localizá-lo.
Rápida como uma flecha, despeje (blaaag, que imperativo estranho.. ;/_) , duas ou três colheres de requeijão cremoso. (daqueles normais, que a gente encontra em qualquer supermercado, padaria ou lojas de conveniência 24h.)
Misture bem até formar um creme homogêneo e sirva imediatamente, com torradas e/ou com saudáveis palitinhos de cenoura crua, ou com raminhos brócolis ou de couve-flor. (eu costumo usar aqueles maravilhosos pacotinhos de legumes congelados, que eu descongelo em 30 segundos, no próprio microondas).
É dos deuses. E, pasmem, não engorda tanto! ;O)
Dicas da Jamanta: se o patê, depois de esfriar, começar a ficar com uma consistência meio melequenta, não entre em pânico.
Nada que 30 segundos, em potência média não faça o manjar dos deuses voltar ao que era antes.
Divirtam-se! ;O)
02 março, 2001
Pra não perder o costume, segue mais uma conversa. Na verdade, quase uma conferência.(não cabem adjetivações, neste caso)
Foi assim, ó: ( NT: Atenção! Isso foi ao vivo. Não, não era um chat pelo ICQ.)
Sexta-feira, calor dos diabos, por volta das 17h. Entenda-se: ninguém mais a fim de nada, a não ser ir embora pra casa, pro bar, pra casa do chapéu ou do caraio, Enfim. Final de dia morto.
Tô eu lá, matando tempo na web, porque informação é tudo, certo?
Acesso o UOL On Line. Tá bom. Nada é perfeito. Mas é sexta-feira! Dá um desconto!
A. (eu) - Xiiih! Os "taobãs" atiraram mesmo no Buda. Meleca!
B. - Hã? O Guga perdeu?
Eu - Não, no Buda.
M. - Hã? Atiraram no Duda?
D. (o Duda) - Não. O Guga ganhou do Meligen.
M. - E o que tem o Buda?
B. - Mas não era o Duda?
D. ( o Duda) - Eu tô aqui.
A. (eu) - Não, os caras deram um tiro de canhão na estátua do BUUUUDAAAA! Bu-da!
(entra o produtor gráfico na sala)
R. (o produtor gráfico, num ato falho hilariante) - Deram um tiro de caminhão no Buda, né? Eu li!
M - Um caminhão atropelou o Duda?
D. ( o Duda) - Não, o Guga atropelou o Meligem
N. - Quem foi atropelado?
M. - O Duda....
D. (o Duda) - Não, o tiro foi de canhão.
N. - No Duda?
M - Bah! Foi no Buda! Mas ele tá bem?
B. - Quem?
N. - De onde veio o caminhão?
D (o Duda). - Foi o R. que falou. Eu num sei de nada.
Eu - Meninos, parou!: Os "taobãs" deram uma porrada de tiros de canhão no BU-Da!
M - E a Hebe, tá bem?
N. - Não, quem tava na Web era a Ana (eu)
Eu, do alto de minha extrema sensibilidade, notei que aquela conversa tava tomando um rumo meio insano.
Já que é sexta-feira, resolvi chutar o balde:
A. (eu) - A gente podia aproveitar que os iaobã tão no veneno e mandar a estátua do Borba Gato pra eles aproveitarem que o canhão tá na ativa, né?
M. - É. A Hebe é um canhão.
B.- Tá. Mas como é que a gente iria mandar o Borba Gato pra lá?
N.- De caminhão, ué?
Não é simples?!
Pensando bem, até que as sextas-feiras são divertidas.
(Esta foi uma história baseada em fatos reais. Os nomes foram omitidos para preservar a integridade moral dos protagonistas.)
(B. foi beber, ali mesmo, no bar da agência. N. voltou pra casa. R. (o produtor gráfico, ficou lá esperando o cara do fotolito), D. (o Duda- nome fictício) ficou lá pra pagar o banco de horas, A. (eu) voltou pra casa e M. ficou sem carona. )
(Até agora ninguém sabe se o Guga derrotou mesmo o Meligen)
(Ninguém sabe também qual é a rota segura, de São Paulo ao Afeganistão, de caminhão)
(A estátua do Borba Gato continua plantada na Av. Santo Amaro, quase lá perto da ponte João Dias)
Foi assim, ó: ( NT: Atenção! Isso foi ao vivo. Não, não era um chat pelo ICQ.)
Sexta-feira, calor dos diabos, por volta das 17h. Entenda-se: ninguém mais a fim de nada, a não ser ir embora pra casa, pro bar, pra casa do chapéu ou do caraio, Enfim. Final de dia morto.
Tô eu lá, matando tempo na web, porque informação é tudo, certo?
Acesso o UOL On Line. Tá bom. Nada é perfeito. Mas é sexta-feira! Dá um desconto!
A. (eu) - Xiiih! Os "taobãs" atiraram mesmo no Buda. Meleca!
B. - Hã? O Guga perdeu?
Eu - Não, no Buda.
M. - Hã? Atiraram no Duda?
D. (o Duda) - Não. O Guga ganhou do Meligen.
M. - E o que tem o Buda?
B. - Mas não era o Duda?
D. ( o Duda) - Eu tô aqui.
A. (eu) - Não, os caras deram um tiro de canhão na estátua do BUUUUDAAAA! Bu-da!
(entra o produtor gráfico na sala)
R. (o produtor gráfico, num ato falho hilariante) - Deram um tiro de caminhão no Buda, né? Eu li!
M - Um caminhão atropelou o Duda?
D. ( o Duda) - Não, o Guga atropelou o Meligem
N. - Quem foi atropelado?
M. - O Duda....
D. (o Duda) - Não, o tiro foi de canhão.
N. - No Duda?
M - Bah! Foi no Buda! Mas ele tá bem?
B. - Quem?
N. - De onde veio o caminhão?
D (o Duda). - Foi o R. que falou. Eu num sei de nada.
Eu - Meninos, parou!: Os "taobãs" deram uma porrada de tiros de canhão no BU-Da!
M - E a Hebe, tá bem?
N. - Não, quem tava na Web era a Ana (eu)
Eu, do alto de minha extrema sensibilidade, notei que aquela conversa tava tomando um rumo meio insano.
Já que é sexta-feira, resolvi chutar o balde:
A. (eu) - A gente podia aproveitar que os iaobã tão no veneno e mandar a estátua do Borba Gato pra eles aproveitarem que o canhão tá na ativa, né?
M. - É. A Hebe é um canhão.
B.- Tá. Mas como é que a gente iria mandar o Borba Gato pra lá?
N.- De caminhão, ué?
Não é simples?!
Pensando bem, até que as sextas-feiras são divertidas.
(Esta foi uma história baseada em fatos reais. Os nomes foram omitidos para preservar a integridade moral dos protagonistas.)
(B. foi beber, ali mesmo, no bar da agência. N. voltou pra casa. R. (o produtor gráfico, ficou lá esperando o cara do fotolito), D. (o Duda- nome fictício) ficou lá pra pagar o banco de horas, A. (eu) voltou pra casa e M. ficou sem carona. )
(Até agora ninguém sabe se o Guga derrotou mesmo o Meligen)
(Ninguém sabe também qual é a rota segura, de São Paulo ao Afeganistão, de caminhão)
(A estátua do Borba Gato continua plantada na Av. Santo Amaro, quase lá perto da ponte João Dias)
11 fevereiro, 2001
Outro diálogo flagrado por esta pobre Jamanta que vos tecla, naquele mesmo quilão meia-boca, onde a gente almoça todo dia.
(M) - Olha só. Tem chuhu. Não sei em que Deus tava pensando quando criou o chuchu.
(N) - É. O homi tava fraco naquele dia.
(M) - O que mais temos aqui: frango à milaneza. E Merluza Surpresa. Rapaz, mataram a Merluza?
(N) - Cê num soube?
(M) - E eu nunca comi a Merluza, rapaz..
(N) - A Merluza eu num cheguei a comer, mas a prima dela.. não era fraca, não.
(M) - A prima dela... A Danuza, carnão ela, né?
(N) - Tá viva ela?
(M) - Cê num soube????
Entre nós, eu mereço isso?
(M) - Olha só. Tem chuhu. Não sei em que Deus tava pensando quando criou o chuchu.
(N) - É. O homi tava fraco naquele dia.
(M) - O que mais temos aqui: frango à milaneza. E Merluza Surpresa. Rapaz, mataram a Merluza?
(N) - Cê num soube?
(M) - E eu nunca comi a Merluza, rapaz..
(N) - A Merluza eu num cheguei a comer, mas a prima dela.. não era fraca, não.
(M) - A prima dela... A Danuza, carnão ela, né?
(N) - Tá viva ela?
(M) - Cê num soube????
Entre nós, eu mereço isso?
06 fevereiro, 2001
Domingo, lá pelas 17h45.
Um calor da porra. Eu viajei 500km e vou voltar sem dar um mergulho?
Sua anta! Já pra água, pensei!!!
Fui.
Pois é. A arrebentação tava foda.
Mas consegui vencê-la! Hu, huuu! Eu sou foda!
Só então descobri que além da arrebentação também residem alguns perigos. É foda!
Ficamos conversando, eu e o Marujo, sobre a vida e nos divertindo em driblar as marolas.
Grandes.. Pula, que essa é grande.Ueba! Puta que me pariu, essa é enorme!
Caraaaaio.... não dá mais pé pra mim!!
- Pra mim também não!!
Bosta!!!!!
- Pega jacaré na marola, Jamantaaaaa!
Bosta!!!!!! Eu não consigo sair do lugar!
Não vi de onde veio. Tenho certeza que não foi do além.
Mas quando "eu se dei conta", tava sendo arrastada por um salva-vida, em direção à terra firme.
Não bebi água, não me afoguei, tampouco desmaiei.
Apenas saí da água, conduzida por um anjo da guarda vestido de vermelho, que me deixou na areia e saiu correndo pra dar uma dura no povo e mandar todo mundo sair da água. O Marujo, inclusive. E todo mundo obedeceu. Vá ter autoridade assim lá na..
A pergunta que não quer calar é: como ele consegue atravessar a arrebentação, enfrentar ondas fortes rebocando uma jamanta, sem deixar o boné cair? Ele saiu da água de boné na cabeça. Como ele consegue isso?
Um calor da porra. Eu viajei 500km e vou voltar sem dar um mergulho?
Sua anta! Já pra água, pensei!!!
Fui.
Pois é. A arrebentação tava foda.
Mas consegui vencê-la! Hu, huuu! Eu sou foda!
Só então descobri que além da arrebentação também residem alguns perigos. É foda!
Ficamos conversando, eu e o Marujo, sobre a vida e nos divertindo em driblar as marolas.
Grandes.. Pula, que essa é grande.Ueba! Puta que me pariu, essa é enorme!
Caraaaaio.... não dá mais pé pra mim!!
- Pra mim também não!!
Bosta!!!!!
- Pega jacaré na marola, Jamantaaaaa!
Bosta!!!!!! Eu não consigo sair do lugar!
Não vi de onde veio. Tenho certeza que não foi do além.
Mas quando "eu se dei conta", tava sendo arrastada por um salva-vida, em direção à terra firme.
Não bebi água, não me afoguei, tampouco desmaiei.
Apenas saí da água, conduzida por um anjo da guarda vestido de vermelho, que me deixou na areia e saiu correndo pra dar uma dura no povo e mandar todo mundo sair da água. O Marujo, inclusive. E todo mundo obedeceu. Vá ter autoridade assim lá na..
A pergunta que não quer calar é: como ele consegue atravessar a arrebentação, enfrentar ondas fortes rebocando uma jamanta, sem deixar o boné cair? Ele saiu da água de boné na cabeça. Como ele consegue isso?
Domingo, por volta das 17h30.
Um calor da porra e uma ressaca do cão.
Chegamos à praia e deu fominha.
Hum,, bom sinal. Melhor obedecer aos sinais do corpo e comer um pouco.
Algo consistente, nutritivo.
Saldo do brunch improvisado: uma empadinha de camarão cada e um pedação de queijo coalho grelhado cada.
Perfeito! Comecei a me sentir outra mulher.
Adoro passar as tardes de domingo no Rio. Isso me dá a impressão de que eu não tenho mais que voltar pra Sampa.
Uma sensação dos deuses!
Um calor da porra e uma ressaca do cão.
Chegamos à praia e deu fominha.
Hum,, bom sinal. Melhor obedecer aos sinais do corpo e comer um pouco.
Algo consistente, nutritivo.
Saldo do brunch improvisado: uma empadinha de camarão cada e um pedação de queijo coalho grelhado cada.
Perfeito! Comecei a me sentir outra mulher.
Adoro passar as tardes de domingo no Rio. Isso me dá a impressão de que eu não tenho mais que voltar pra Sampa.
Uma sensação dos deuses!
Domingo tava um sol de lascar.
Nada que uma nova ajeitada na agenda não desse conta.
Os cães devidamente cuidados e o canis limpos, enganamos os estômagos, castigados pelo excesso de chopp e batata frita. E dá-lhe água, pq a desidratação tava foda.
Seguimos pra praia, finalmente, lá pelas 17h00.
Comportadíssima eu. Pela sensibilidade extrema da minha tez, é o horário recomendado pelos dermatologistas de todas as crenças.
Filtro 15, pq eu não sou boba, nem sou de ferro.
Ui! Mais politicamente correta, impossível.
Uma ressaca do cão, confesso.
Bem feito! Quem mandou?
Nada que uma nova ajeitada na agenda não desse conta.
Os cães devidamente cuidados e o canis limpos, enganamos os estômagos, castigados pelo excesso de chopp e batata frita. E dá-lhe água, pq a desidratação tava foda.
Seguimos pra praia, finalmente, lá pelas 17h00.
Comportadíssima eu. Pela sensibilidade extrema da minha tez, é o horário recomendado pelos dermatologistas de todas as crenças.
Filtro 15, pq eu não sou boba, nem sou de ferro.
Ui! Mais politicamente correta, impossível.
Uma ressaca do cão, confesso.
Bem feito! Quem mandou?
3/2.
Sábado. Meio-dia e meia.
Me-le-ca!!!!! Fui dormir às 4h30.
Um sol de rachar, uma porrada de coisa pra fazer, a faxineira não vem mais aos sábados e grrr... adeus praia.
Agenda lotada: comer, tirar uma soneca, fazer preguiça na cama, levantar, cuidar dos cães, ir até o Meier comprar ração pros cães, visitas familiares e um encontro marcado com um pessoal legal que eu conheci numa lista de discussão.
Mêda! Sou tímida e estava quase decidida a declinar do pograma e trocar o encontro pela praia, que eu fiquei me devendo pela manhã.
Sábado. Meio-dia e meia.
Me-le-ca!!!!! Fui dormir às 4h30.
Um sol de rachar, uma porrada de coisa pra fazer, a faxineira não vem mais aos sábados e grrr... adeus praia.
Agenda lotada: comer, tirar uma soneca, fazer preguiça na cama, levantar, cuidar dos cães, ir até o Meier comprar ração pros cães, visitas familiares e um encontro marcado com um pessoal legal que eu conheci numa lista de discussão.
Mêda! Sou tímida e estava quase decidida a declinar do pograma e trocar o encontro pela praia, que eu fiquei me devendo pela manhã.
29 janeiro, 2001
Dicas da Jamanta!
Preguiça do cão pra encarar um fogão? Uma fome animal, assim, sem mais nem menos?
Coloque sua auto-estima no décimo nono andar e seja feliz, uma vez na vida!
Passa na padoca e tenha uma conversa muito séria com o chapeiro de plantão.
Peça pra ele passar uma camada generosa de manteiga em um pãozinho francês fresquinho.
Peça, em seguida, que ele o coloque na chapa, de modo a formar uma sutil camada de gordura nobre, deliciosamente dourada.
Aí, é hora de partir pra ignorância: pede pra colocar umas 3 fatias de queijo Minas FRIO.
O chapeiro pode olhar pra você com uma cara esquisita.
Mas, foda-se! É dos deuses!
Preguiça do cão pra encarar um fogão? Uma fome animal, assim, sem mais nem menos?
Coloque sua auto-estima no décimo nono andar e seja feliz, uma vez na vida!
Passa na padoca e tenha uma conversa muito séria com o chapeiro de plantão.
Peça pra ele passar uma camada generosa de manteiga em um pãozinho francês fresquinho.
Peça, em seguida, que ele o coloque na chapa, de modo a formar uma sutil camada de gordura nobre, deliciosamente dourada.
Aí, é hora de partir pra ignorância: pede pra colocar umas 3 fatias de queijo Minas FRIO.
O chapeiro pode olhar pra você com uma cara esquisita.
Mas, foda-se! É dos deuses!
Eu tinha jurado pra mim que esta semana seria diferente.
Ler mais e assistir menos programas trashs, na TV.
Meleca! Num resisti. Assisti a todos os lixos imagináveis da programação do início de noite.
De Monique Evans, passando por Nelson Rubens e tudo.
Hunf!
Well.. Já que fodeu mesmo, o jeito é esperar a novela começar. Fazer o que?
Ler mais e assistir menos programas trashs, na TV.
Meleca! Num resisti. Assisti a todos os lixos imagináveis da programação do início de noite.
De Monique Evans, passando por Nelson Rubens e tudo.
Hunf!
Well.. Já que fodeu mesmo, o jeito é esperar a novela começar. Fazer o que?
Diálogo presenciado por mim. Sim, euzinha, esta pobre Jamanta que vos tecla.
Dois colegas, um diretor de arte e o outro redator, dois senhores de meia-idade, quase de respeito, estavam alegremente reunidos em torno de um buffet de salada, num quilão meia-boca, onde a gente almoça todos os dias.
Hoje, foi de chorar. Confere aí.
(M) - Cê viu o casamento do Fabio Jr., rapaz?
(N) - Pois é, casou de novo, né?
(M) - Ah, mas isso num vai durar não... Ele gostava mesmo era da Gloria Pires...
(N) - Disseram que o padrasto da filha andou traçando a garota. Li no jornal.
(M) - Quem? A Glória Pires ou a filha dela?
(N) - A filha é claro!!
(M) - O marido da Lucelia Santos?
(N) - Não, o da Gloria Pires. O da Lucelia Santos é o Rubem de Falco.
(M) - Quem é o Rubem de Falco?
(N) - Aquele de bigode. Mas, dissera que a Gloria Pires se suicidou...
(M) - Quem se suicidou?
(N)- O Getúlio. Cê num soube?!
Eu mereço!!!!!
Dois colegas, um diretor de arte e o outro redator, dois senhores de meia-idade, quase de respeito, estavam alegremente reunidos em torno de um buffet de salada, num quilão meia-boca, onde a gente almoça todos os dias.
Hoje, foi de chorar. Confere aí.
(M) - Cê viu o casamento do Fabio Jr., rapaz?
(N) - Pois é, casou de novo, né?
(M) - Ah, mas isso num vai durar não... Ele gostava mesmo era da Gloria Pires...
(N) - Disseram que o padrasto da filha andou traçando a garota. Li no jornal.
(M) - Quem? A Glória Pires ou a filha dela?
(N) - A filha é claro!!
(M) - O marido da Lucelia Santos?
(N) - Não, o da Gloria Pires. O da Lucelia Santos é o Rubem de Falco.
(M) - Quem é o Rubem de Falco?
(N) - Aquele de bigode. Mas, dissera que a Gloria Pires se suicidou...
(M) - Quem se suicidou?
(N)- O Getúlio. Cê num soube?!
Eu mereço!!!!!
25 janeiro, 2001
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