04 maio, 2005

Academia
Vou recomeçar hoje, agora pra valer.
Fiz avaliação física na quinta-feira e o quadro não está tão desesperador como naquela outra vez.
Não tenho que perder nada de peso, só dar um sacode nos músculos. Bico.
Ufa!
Respondi à maioria dos comments. :O)

27 abril, 2005

[Cleptomania]
Dizem por aqui que é uma compulsão que atinge a pessoa que gosta demasiadamente de Eric Clepton (sic).
Ok.
[Diálogo insano]
Cenário: um diretor de arte com uma tosse insuportável, há mais de 6 meses e uma redatora pelas tampas com a criatura.
- Cuida dessa tosse, animal!
- Tô cuidando, mas tá foda.
- É, tá foda mesmo.
- Cof, cof, cof, raatch, plof.
- Tenho um jeito de acabar com essa tosse de uma vez por todas.
- Qual?
- Você sabe? Um passeio de barco? É época de chuva?. Uma forma muito mais natural de acabar com tudo isso, copiô? Você já até se acostumou com falta de ar. Nem vai doer, te juro.
- Ora, vá-te à porra.
[Tesoura nelas]
De uns tempos pra cá, tenho mantido minhas unhas um pouco mais longas do que o de hábito.
Ao acordar, notei pequenas manchas de sangue no travesseiro. Sonolenta, não dei bola.
Ao chegar no trabalho, fui obrigada a ouvir:
- Dormiu com uma onça, foi?
- Não, esqueci de lichar minhas unhas. Bosta.
[Essa é a Bia que eu conheço]
Adoro passar ho-ras ao telefone com essa pateta.

22 abril, 2005

[O cúmulo da solidão]
Tá. Confesso. Às vezes mando e-mail pra mim mesma, só pro mail box não ficar vazio.
Mas só às vezes.
[O marido da Bia]
Zapeando pela TV, demos de cara com um comentarista esportivo de renome.
- O marido da Bia!!!!
- É, é ele, o marido da Bia.
(o marido) - Vem cá. Ele não tem nome, não?
- Tem, mas pra nós ele é o marido da Bia e pronto.
-É, ele é só o marido e pronto.
- Mulheres...
[Comilança]
Passei o feriado na casa da Liginha, aproveitando da sua mais nova fase sushiwoman. Ela bem que leva jeito pra coisa. Preparei um riso de alho-poró com queijo brie. Né por nada não, mas ficou bom pra dedéu. Passamos o resto da tarde assistindo a episódios de Friends. Como sempre, chorei no fim.
[Não é bem assim]
Meu amigo Auki fez um questionamento interessante que achei legal.
É mais ou menos isso, Auki.
Bombom é chocolate. Chocolate é chocolate de qualquer tipo: chokito, Nestlé ao leite, sonho de valsa, serenata de amor e por aí vai.
Então, você deve ter chegado à brilhante conclusão: seguindo essa lógica, alpino é choclate, certo?
Errada a resposta. Alpino é docinho. Entendeu?

20 abril, 2005

[Questionamento pertinente]
?Por que nunca se comemora o Descobrimento do Brasil?? ? perguntou a espertinha querendo decretar feriado na sexta.
[Enforcada tô eu]
A correria tá grande, mas acho que vai ter feriado.
Claro que não vai dar pra enforcar a sexta, mas não se pode querer tudo na vida.
[Cuidado com o que diz]
Fiz uma pequena confusão com o nome de alimentos, na sexta-feira.
Bombom é bala. Canjica é curau. Mugunzá é canjica. Cuscuz é um doce com côco. Farofa é farinha pura. Cheese salada é sanduíche de carne, ovo, presunto, alface, tomate e 1/2 fatia de queijo. Dim-dim é gelinho.
Tudo aqui tem uma lógica muito própria. Portanto, você, forasteriro desavisado, se ligue. Cuidado ao pedir uma bala. Sempre há o risco de levar um tiro na nuca.

19 abril, 2005

[Mas será o capeta?]
Analisando friamente, esse padre novo aí tem uma cara de mau elemento que vou te contar uma coisa.
[Piada pronta]
Mas será o Benedito?
Desculpa aê.

15 abril, 2005

[Volta pro tronco, Jama]
Vou ter que trabalhar no domingo. Reunião de pré produção com cliente enjoada.
Justo agora, que eu mandei praticamente to-das minhas roupas melhorzinhas pra lavanderia.
Bárbaro
[Limpa-trilho]
Passei o dia inteirinho comendo, comendo, comendo.
Almocei Tapioca Mixtão (sic) que consiste numa tapioqueinh recheada de tucumã, queijo coalho, ovo e banana frita.
À tarde, bolo de macaxeira, pamonha com café e canjica (que é curau), como se não houvesse depois de amanhã.
Foi praticamente um arraiá.

14 abril, 2005

[Frango metido à besta.]
Te juro. Isso existe mesmo.
Tinha ontem, lá naquele restaurante que serve Torta Madalena.
O bicho é mesmo metido à besta. Uma tentativa esnobe de apresentar um frango medíocre.
Mas, pelo menos, não tem coentro. Caso tivesse, se chamaria Frango metido à besta quadrada.
[Momento mulherzinha.]
Hora de almoço, novo salão de beleza: manicure e pedicure com esfoliação e massagem. Costumo chamar de ?esquema bate e assopra?.
Tudo a 10 reá. Aceita cartão e vale-transporte.
Meus pés, até então detonados, amaram. Sinto-me outra.
[Segura a doida.]
Logo cedo, enquanto preparava meu café da manhã na cozinha, ouvia as últimas notícias do Bom Dia Brasil. Num delírio auditivo, entendi a Renata dizer: - Uma ótima sexta-feira pra você.
Hã? Dormi tanto assim?
Como não ouvi a musiquinha das imagens da semana, dei de ombros. Bobagem.
Sentei-me na varanda pra comer, enquanto assistia à mensagem edificante do dia, no pograma da Namaria. Foi quando ela disse: - Hoje, dia 15 de abril...
Caralhos me fodam. Dormi mesmo por 30 horas. Tô lascada.
Desenvolvi um quadro de confusão mental. Foi quando Louro José devolveu-me a sanidade perdida: - Hoje é 14, Namaria, 14 de abril.
Ufa! Mas, que merda. Já tava ficando feliz. Dia 15 é dia de pagamento.

11 abril, 2005

[Banana de pijama]
Final de semana de chuvas torrenciais por aqui. Saí um pouquinho no sábado. Cheguei em casa por volta das 15h30. Só saí hoje de manhã pra trabalhar. Mas, ó, li bastante e até fiz risoto gostoso.
[Mudança de rota]
Parei pela enésima vez a leitura de Um Amor Transatlântico por motivos que não vêm ao caso. Comecei a ler Relato de um Certo Oriente.
Engraçadinhas de plantão, calai-vos. Fui clara?
[Não confunda]
Esmalte de secagem rápida não significa secagem automática. Grrr.

07 abril, 2005

[Torta Madalena]
Descoberta a razão do nome: primeiro, você fica puta porque tem coentro. Depois, fica arrependida por ter colocado no prato.
Simples assim.
Do latim coriandru]
Se você não conhece, não tá perdendo nada. Aconselho, inclusive, a manter distância higiênica daquela planta glabra, da família das umbelíferas. Se bem que a família, coitada, não tem culpa. Imagino até que morra de desgosto. Essa erva psicopata pensa que engana os desavisados com suas flores róseas ou alvas, mas comigo não, vioão. Aquelas folhas usadas como condimento, exalam odor caractísco, tentam justificar. Aliás, bastante característico: de maria-fedida. E é esse sabor que o mundo quer que eu aceite goela abaixo. Morte lenta e cruel ao coentro. Vou criar uma comunidade no orkut.
[O arquiinimigo]
Ele de novo. Não me deixa em paz, por mais que eu tente evitar. Conheço bem onde costuma se esconder, mas a peste é traiçoira. Hoje ele me pegou em cheio e sofro até agora as conseqüências daquela emboscada covarde. Coentro maldito.
Mas, bem feito pra mim. Quem mandou confiar num prato chamado Torta Madalena?
Hunf.

06 abril, 2005

[Inutilidade]
Hoje é noite de tomar sopa.
[À deriva]
O cartão do banco venceu. Grana bloqueada e contas a pagar vencendo.
Onde deixei meu arsênico da última vez?

05 abril, 2005

[....]
Tem dias que nem eu me suporto.
[Sem palavra]
Noite insone. Adormeci por volta das 6 e pouco da madruga. Fui brutalmente acordada às 8. Sai de casa praticamente de pijama. Justo agora que eu tinha prometido que iria andar sempre nos trinques. É sempre nessas situações que a gente encontra quem não devia. Hunf.

04 abril, 2005

[Disputando miséria]
- É difícil morar longe de casa, né?
- Muito
- A gente estranha tudo. A gente tem até boa vontade. Mas tem coisa que é difícil. Veja o meu caso, por exemplo: tudo tem coentro. Tudo. Até no feijão. Ninguém merece.
- ......
- Coentro é sacanagem, pensa bem. Devia ser proibido. Eu sofro com isso...
- Mas pelo menos você entende o que tá escrito no cardápio.
- Ok, você venceu.
[Reclusão]
Final de semana quietinha em casa. Em respeito ao Papa.

31 março, 2005

[Diálogo insano]
A pedicure disse ao caboclo bruto:
- O sr. tem olho de peixe.
- E a sra. tem cara de puta.
Desculpa, aê. Foi mal. :O)
[Hoje é 31]
Dia mais esperado que menstruação atrasada.
Nunca vi mês tão demorado. Faltou salário, entende?

30 março, 2005

[Próximos passos. 2005 começa agora, nem vem]
1- voltar pra academia.
2- manter depilação, pés, mãos e sobrancelhas sempre nos trinques.
3- sair de casa bem arrumadinha, no mínimo. Nunca se sabe.
4- manter as correspondências em dia.
5- procurar não falar, nem escrever tanto palavrão
6- terminar de ler Um Amor Transatântico.
7- baixar a auto-exigência
8- levar o conceito de saneamento financeiro mais a sério
9- planejar melhor a vida
10- não chorar no final de Um Amor Transatlântico
Acho que por enquanto tá bom.
[Boa notícia, meninas]
Cavalheirismo ainda existe sobre a face dessa terra, mesmo que seja do outro lado do planeta. Juro que eu vi.
[Que mané-chocolate, o que?]
Presentão de Páscoa de verdade? Xá pra lá. Pensa noutra coisa que passa.
[Em casinha]
Passei a Páscoa com a família, em Sampa.
Pra variar, não fiz metade das coisas que planejei, mas do que consegui dar conta, foi bárbaro. Comi feito uma condenada à morte, preparei risoto, vi novela da tarde.
Saí às compras com Oli, fizemos pé e mão, cortamos cabelo, acendi algumas luzes, fomos a restaurantes bacanas. Perfeito, mas o fato é: estou literalmente quebrada. Que Deus me dê juízo.
[De volta.]
Olá, amiguinhos.
Perdão pela falta de notícias. Dias atribulados por aqui, mas parece que as coisas tendem a se acalmar de agora em diante. Ou não.

20 janeiro, 2005

O lado bom da coisa.

Sejamos justos na avaliação dos acontecimentos. Se a caixa da descarga não tivesse quebrado, eu não teria sido obrigada a aproveitar a viagem e comprar logo a porra da pia logo de uma vez.
Com isso, se tudo ajudar, amanhã terei um banheiro com porcelanas e rejuntes novinhos. Isso tudo também me ajudou a descobrir que não tenho tendência a ter osteosporose. A porrada no cotovelo foi coisa pra fratura exposta.
Tá, tá, tá. Confesso: quebrei a caixa da descarga com o cotovelo.
Doeu pra burro, fez um corte de responsa, mas não quebrou. Sou dura na queda. :O)
Meu fiel amigo, o balde.

Desde o início da semana, não descarga no banheiro. A pia quebrou no ano passado.
Não que eu seja preguiçosa (ou porca) pra demorar tanto a tomar uma providência. Nada disso. É que eu sei bem a encrenca que me espera: a dor de cabeça pra lidar com fornecedor de material de construção e pedreiros indomáveis. Já ouvi depoimentos horríveis sobre isso. Uma coisa impressionante. Deu um certo desânimo, eu confesso. Ter o conforto de uma pia e descarga funcionando direitinho passou a ser uma espécie de valor pequeno-burguês, entende?
Por isso que eu gosto tanto do meu baldinho branco.

Enfeito Blondor.

As coisas andam um pouco mais atrapalhadas do que o habitual na minha vida, depois que adotei as madeixas 2 tons abaixo.
Não que tenham sido atrapalhações no nível da minha época áurea da jamantice. Coisas básicas, do tipo perder documentos vitais ou esquecer nomes de pessoas importantes. Eu já deveria ter me acustumado. Mas quebrar sozinha, numa manobra improvável, a caixa de descarga do vaso sanitário foi mesmo uma cagada federal. Francamente. Se eu estivesse acompanhada, vá lá.

11 janeiro, 2005

Buá.

Dez dias em São Paulo e nem deu tempo de ir ver o mar.
Ninguém merece.



Injustiça.

Já tem gente me chamando de Barbie por aqui.
Nunca vi tamanho exagero. ;O)


Humor negro.

Foi o livro mais violento que já li na minha vida, disse o ceguinho após ganhar um ralador de queijo.
Desculpa aê. Foi mal.

10 janeiro, 2005

Fui promovida.

Virei até presente de Natal.
Antes sesse. Antes sesse.
Voltei.

Linda. Leve. E (pasmem) Loira.
Agora fodeu de vez.

23 dezembro, 2004

Bizarrices

Sou a pessoa mais feliz do mundo.
Paguei o IPTU atrasado.
Contagem regressiva

Falta pouco, muito pouco mesmo. :O)))

18 dezembro, 2004

Não é má vontade minha, não.
Gosto de comprar coisinhas pra minha família e amigos.
Mas a ansiedade pela viagem tá inundando tudo.
Ansiedade do bem, se é que me entendem. :O)

Dia de shopping

Sábado à tarde. Shopping. Sei que é redundante dizer que está tudo lotado. Intransitável.
Comprei o que deu. E não foi nem a metade.
Amanhã vou ter que voltar lá.
Bosta.

17 dezembro, 2004

Diálogo insano:

O dono do restaurante, educadamente: O senhor já parou de comer?
O animal: Ainda não, só acabei o segundo tempo.
O dono do restaurante, muito sorridente: Então o sr. vai agora pro penalti?
O animal: Ou pra morte súbita....

Tamerdaaaa.

Peixaria Chapéu de Palha da Benção.

Almocei hoje lá. Aqui, eles chamam de -rodízio de peixe-. Imaginei que fosse uma espécie de churrascaria, onde os ex-seres das águas são servidos no espeto ou em badejas por garçons enlouquecidos, que não deixam você em paz um minuto. Chegando lá, descobri que é um cê-que-serve-se básico. Paga-se 15 reá e come até espocar. Tinha uns 5 ou 6 tipos de peixe e 4 ou 5 acompanhamentos. Examinei minuciosamente o baião-de-dois, que por obra e graça divina, não tinha coentro. Isso é raro. Acabei me deparando com um negócio que não dava pra sacar se era doce ou salgado. Me contaram que era salgado. A questão passou a ser outra: se tinha ou não coentro. Ó céus. Como o troço era bonito pra burro, arrisquei e mandei bem: não tinha coentro. Notem que está sendo meu dia de sorte. Era uma torta do deuses: uma camada de banana frita, outra de pirão de peixe que servia de apoio para lascas de filé de dourado. Repete a sequência de camadas até terminar com a banana e cobertura de queijo. De comer ajoelhada, rezando. Uma Cerpa geladinha acompanharia perfeitamente a combinação de baião-de-dois, filé de pirurucu à dorê e aquela torta de dourado. Mas a casa é de crentes. Só servem refri. ô, inferno.


Diálogo insano:

- Eu te amo como uma irmã, mas não agora.
- Cretino.
Muito thanks.

Valeu, amigos queridos que se lembraram do meu niver.
Foi uma comemoração modesta com os amigos. Ganhei presentinhos meigos e voltei pra casa com a vaga lembrança de que a mensalidade do meu plano de saúde vai ficar mais caro e minha carteira de motorista continua vencida. É. A história se repete.

09 dezembro, 2004

Atenção todos os carros.

O plantão Jamanta no Ventilador informa:
segundo informações colhidas (sic), hoje é o Dia Internacional do Alcóolatra Recuperado.
Donde pode se entender que é o dia daquele bêbado que meteu o pé na jaca e acordou pronto pra outra.
Mais informações a qualquer momento.

30 novembro, 2004

Não basta ser pai. Tem que revisar.

Aconteceu com um amigo meu. O filhinho, em fase de alfabetização, tinha que fazer exames laboratoriais. O pai, muito responsável e devotado, fez questão de que o menino participasse ativamente de todo o processo e não apenas exercesse o papel passivo de um simples fornecedor do material, digamos assim. Então, lá foi o moleque etiquetar os potinhos, conforme o conteúdo. O pai seguiu pro trabalho e a mãe foi com o filho entregar o produto. Passou a maior vergonha, a pobrezinha, ao notar o olhar indignado do atendente no balcão. Em um potinho tinha ?xixi?. No outro, ?merda?.
Fitness.
Nesse ponto, até que as coisas vão bem. Falta eu perder apenas 500g para atingir a meta dos 51kg. Três quilos e meio em dois meses e meio até que tá bom. Sem dieta rigorosa, sem fazer grandes sacrifícios e sem recusar uma cerveja sequer. Acho que vou lançar o exclusivo método Jama de emagrecimento rápido. :O)

Um arsênico duplo, por favor.

Estou com uma gripe desgraçada. Ok, não é exatamente uma gripe. Uma coriza, um resfriado no capricho. Não tinha um treco desse há quase um ano. Deve ser meu inferno astral. Só pode.
Mas inferno mesmo tá a vida do povo aqui da agência. Eu não paro de espirrar, desde que cheguei. Grr...

24 novembro, 2004

Dai-me serenidade, Senhor!

Tenho andado sem muita paciência para certas coisas e pra determinados tipos de gente. Os zé-ruelas, por exemplo, eu tenho vontade de matar. Hoje quase arranquei o olho de um abestado, que tava empatando fila no caixa eletrônico. Ora, francamente.

23 novembro, 2004

Mudança de estação.
E o inverno começa a dar sinais de aproximação.
Tinha até me esquecido de como era.

22 novembro, 2004

Pensamento edificante do dia:
Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo.
Você terá toda a eternidade pra ser só osso!
(autor desconhecido)
;O)

19 novembro, 2004

That?s all folks.

Semana que vem tem mais. Acho.
Falta de tempo.

Já é final da tarde de sexta-feira.
Se você for pensar bem, este fim de semana praticamente já foi.

Pura maldade.

A coisa anda braba nessa agência. Hoje, no meio da agonia, enquanto o telefone tocava histericamente, meu dupla procurava o aparelho. De sacanagem, passei o primeiro objeto preto que vi pela frente. Foi quando eu testemunhei um diretor de arte atendendo um grampeador. Yes!

Efeito Nazaré.

Em 15 dias, uma colega levou um tombaço na escada e outro quase repetiu a dose. Outra vítima quase se estatelou feio. E, pasmem vocês, eu escapei ilesa.

16 novembro, 2004

Já vou logo avisando. Chego dia 24/12 em Sampa.
Quem estiver com saudade de mim que dê seu jeito pra me encontrar porque o tempo vai ser curto.
Pretenciosa, eu? Nunca.


Já me chamaram de tudo na vida: Fratura Exposta, Pouca Carne, Bandeira de Pirata. Mas Capa de Flauta é um pouco demais, né não? Ninguém merece.
Hoje é terça-feira.
Se você for pensar bem, essa semana praticamente já foi.

08 outubro, 2004

Toc, toc, toc.
Alguém em casa?
(silêncio)

01 outubro, 2004

Tudo tem sua primeira vez.

Nunca na minha vida de eleitora tive que justificar meu voto.
Nunquinha. Sempre enfrentei fila, na boa, imbuída do meu melhor espírito cívico. Neste ano, vou ter que justificar.
Já imprimi o formulário. Mas ainda não descobri onde fica a zona mais próxima. Que por falar nisso, zona vai virar esta cidade. Transporte coletivo grátis e os motoristas ameaçando entrar em greve.
He,he. Tô pagando pra ver.

Malhação

Não é só o regime. A bike e a musculação estão mostrando seus primeiros resultados, apesar de eu não poder me considerar uma aluna exemplar. Eu poderia ser beeeeeem mais disciplinada. Não sou também um exemplo de socialização. Ainda não tenho novos amiguinhos. Tudo é uma questão de tempo. Calma.
Só sei que meu professor, o Neto, é um sujeito meio atrapalhado. Tipo assim, Jamanta. Muito atento, cuidadoso e tudo. Mas ainda não aprendeu meu nome. Cismou que sou Andrea. Já corrigi. Não adiantou. Vou começar a chamá-lo de Júnior pra ver se ele se manca. Ou começar a usar crachá.

Boas novas

Minha briga com a balança vai indo bem: tô ganhando de 2 a O.
Ontem, fui malhar e me pesei. Em 20 dias, perdi 2 quilos. Só faltam 2. :O)

Diálogo insano (entre diretor de arte e redator)

- Já jogou o texto pra mim?
- Não, mas o texto é bem pequeno... Só tô dando uma penteada nele.
- Você está penteando o testículo?
Então, passa a redatora e chuta pro gol: isso é o que se pode chamar de "a vaidade levada ao extremo.."
Corta.

Hein?

Oi. Tudo bem? Como vai?
Olha, só posso dizer que hoje o dia nem precisa terminar bem. Terminando logo já tá bom.

16 setembro, 2004

Duty Free

Duty Free.
Aproveitei o final de semana passado pra abastecer a geladeira, tendo como critério meus novos hábitos alimentares, ricos em fibras e zero de gordura. Um tédio, se você for pensar bem.
Sem sacanagem, só me lembro de ter feito compras mais saudáveis quando eu era gestante, e isso faz tempo pra burro.
Como uma mulher da neogeração saúde que sou, comprei deliciosos congelados light em espartanas porções individuais: risoto de 7 cereias, nhoque de abobrinha, suflê de cenoura com ricota e por aí vai.
O legal dessa parada é que tudo chega importado de Sampa. Ando com saudade do tempero paulistano, entende?
No final, ficou assim: uma alimetação rica em fibras, quase nada de gorduras e ZERO DE COENTRO. É tão bom que é vendido em farmácia. Ya-ba-da-ba-dooo!

Fuleragem

Acabo de conhecer uma dupla sertaneja em formação:
Churrasco de Gato & Água de Torneira.
Será que eles são brutos?


Ô, môdeus!

Lembram do italiano? O felino com olhos de águia?
No final de semana retrasado, tive o privilégio de revê-lo. (suspiros)
E graças a ação eficiente da Rê e da Liginha Papparazi, agora tenho lindos flagrantes do rapaz.
Foi um final de semana divertido, aquele. Embora não tenha rolado uma focagem de jacaré sob o camando do moço.
Descobri que a esposa felizarda é uma tremenda de uma baranga, daquelas de dar medo. Beleza. Sinal que posso ter alguma chance. Ueba.


Fitness

Meus esforços começam a mostrar os primeiros resultados. Em 1 semana, perdi 1kg de banha. Meus músculos estão se desenvolvendo e por mais que eu relute, meus neurônios estão se atrofiando. É assim mesmo, hein?

13 setembro, 2004

Cunhã-Baranga

Conforme o combinado, iniciei minhas aulas na academia.
A avaliação física foi a pior possível. Quase 4 quilos de banha mal alojados na cintura e na parte interna das coxas. Isso significa fechar definitivamente a boca e malhar pesado na hora do almoço e depois do trampo. Ta merda. Isso nunca me aconteceu antes.

Diálogo insano

- Será que vai chover, hein?
- Vai.
- Merda.
- Não. Tomara que seja água.
- Hunf.
A passagem do Rê por aqui?
Estou aguardando o diário de viagem dela chegar a Manaus para dar a minha versão dos fatos. :O)

27 agosto, 2004

Bode expiatório

Olá. Desculpem a prologada ausência.
É que estou trabalhando pra caraio, tô sem tempo, uma puta dor nas costas, sem grana, com um humor do cão e o encanamento do banheiro estourou.
Tudo culpa da Daiane, é óbvio.

17 agosto, 2004

Este foi mais um episódio da série ? Coisas que só acontecem comigo?.

Nunca vi tamanha ingratidão.

A pequena ficou lá por mais de hora e meia. Aquilo tava começando a me dar agonia. Eu, na melhor das intensões, fui levar a vasilha de água pra mais perto dela e me lasquei. A pateta se assustou e bateu asas para nunca mais voltar.
Antes assim.

Quase entrando num acordo.

Hora de conversar de novo. Tipo ?discutir a relação? , entende?
Mas ela estava irredutível. Ajeitou-se na porta do meu quarto e lá ficou.
Tudo bem, não vamos brigar por conta disso, mas uma hora você vai ter que comer alguma coisa e não tenho a menor noção do seu cardápio. Serve mamão?
Hunf.

O pulo do gato.

O lance é jogar um tico de água na cabeça do bicho que ele se anima.
Ok. Vamos ao ataque.
Fiz conforme os porteiros orientaram e a destrambelhada vôou.
De volta pra varanda. Merda. :[

Isso já está indo longe demais.

Com todo cuidado e carinho, afastei o móvel para que ela pudesse se ajeitar. Acho que já estava me apegando à ela. Bosta.
Ela correu para trás do móvel e lá ficou. Não parecia estar tão machucada, mas tava mais assustada do que eu.
Um inferno.
Liguei para a portaria e contei minha história triste.
A muito custo, os porteiros entenderam do que se tratava. A princípio acharam que eu queria que eles fossem lá pra espantar a bichinha, vejam que crueldade.
Desliguei o telefone com uma solução simples e eficaz.
Aconteceu a mesma coisa com a moça lá do 608. Eu soube.

Alguém faça isso por mim.

Fiquei lá na minha cadeira pensando onde é que eu iria desovar o cadáver. Pensei em deixar a natureza fazer seu trabalho e depois só recolher os ossos, mas desconfiei que os vizinhos iriam estranhar o cheiro e chamariam a polícia. Resolvi partir para a ação. Subi no sofá pra ver o estrago e descubri que a lesa ficou prensada entre a parede e o móvel, com a asa dobrada pra cima.
Era só o que me faltava: adotar um pássaro portador de necessidades especiais. Ninguém merece.

Linda, mas burrinha, burrinha.

Tive um papo muito sério com a moça. Sei lá, cismei que ela era menina.
Disse que podia ficar ali o tempo que achasse necessário e pedi encarecidamente que não cagasse na varanda. Ofereci uma tampa de batata Pringle com água fresca e terminei de assistir a novela. Tudo estava indo muito bem, até que a infeliz resolveu levantar vôo, foi de bico na parede do fundo da sala e pareceu ter caído sobre o móvel grandão.
Agora danou-se.

Ma-nhêêêê!!!!!!!!!

Achei por bem ligar pra casa. Cissa-mãe sempre tem ótimas idéias em emergências dessa natureza.
Contei minha história triste e sua imensa sabedoria materna me aconselhou o mais sensato a fazer: - Feche todas as portas, para que ele não entre na casa e peça ajuda aos porteiros do prédio.
Puta merda, como não pensei nisso antes?

Sábado, 14 de agosto, hora da novela.

Noite quente, porém agradável. Pra não perder o costume, eu estava assintindo à novela, na varanda, jogada na cadeira, com os pés languidamente estendidos. Cerveja gelada, cigarro comprado e pão de cerveja recheado pra tirar o gosto. Gosto de que, hein?
Assim, do nada, um ser num vôo rasante pousou sob a minha cadeira.
Na hora, pensei: Caralho, é um morcego.
Com o raciocínio um pouco prejudicado pela cerveja, pelo susto e pelo cansaço da longa caminhada, concluí: - Morcego não pousa no chão, sua burra.
Resolvi conferir e dei de cara um pássaro acuado e ofegante.
Então, pensei: Caralhos me fodam, o que eu faço com essa criatura?
Jurei não ter mais nada que defeque em casa. Isso não é justo.

12 agosto, 2004

O que acontece?

Sem assunto. Sem tempo.
E o Blogger agora inventou de não publicar meus posts.
Ninguém merece.

10 agosto, 2004

Hã? Por que? Onde?

Calma.
Foi apenas um sonho ruim.
Esquece.

03 agosto, 2004

Diálogo insano.
Cenário: mesa de bar, sob uma árvore frondosa.
- Tá chovendo?
- Não. Acho que foi um passarinho.
- Não tá chovendo?
- Não. Olha a lua. É passarinho.
- O que a lua tem a ver com a chuva?
- Chuva precisa de nuvem, que encobre a lua, sacou?
- E o que o passarinho tem a ver com isso?
- Puta merda....



Quedas e tombos.
A Cacau perguntou, lá no comments, o que eu fiz pra parar de cair como antigamente. A resposta é muito simples: não parei de cair. Apenas parei de falar sobre o assunto. Sábado retrasado, por exemplo, eu toda me achando, fui sair do barco sem pedir ajuda, não tive perna e acabei deixando uma lasca da minha canela no ancoradouro. Tem coisas na gente que não dá pra mudar, entende? :p



Não ouse me convencer do contrário.
Já tentei de todas as formas, mas tudo foi em vão.
Não tem acordo.
EU ODEIO COENTRO.


As fotos.
Revelei parte delas. As que eu tirei do felino de ohos de águia azuis foram pro saco, mas Oli salvou a pátria. Tenho, portanto, meia foto do bofe segurando uma cobra. Melhor do que nada.


Quando entrar setembro.
Garanto a vocês: mês que vem eu começo a academia lá no Nacional.
Sei que estou adiando essa porra desde janeiro. Chega.
Do mês que vem não passa.

Nada consta.
Fiz porra nenhuma, no final de semana.
Nada, nada, nada.
Acho que é saudades da Olívia. Bosta.