Eu e os filhotes.
Contrariando todos os meus propósitos e comprovando que eu sou uma mulher sem a menor disciplina e auto-controle, confesso: 4 dos 8 filhotinhos da Orça já tem nome.
Saco.
Não resisti. :O)
Mas, sinta só o drama e veja se você resisitiria:
Magda – uma pequeninha, a menor da ninhada. Linda, toda vermelhinha, de luvinhas brancas nas patas dianteira e meio colar branco no pescoço. Tenta imitar o comportamento dos irmãozinhos, mas faz tuuuuudo errado. Burrinha de dar dó. ;O)
Maria Bonita – também era uma das condenadas à morte da ninhada. Nasceu pele e osso, mas conseguiu sobreviver. Adora um colo e parte pra jugular do infeliz que chegar perto quando ela tá pedindo atenção. Uma peste, a cabra.
Tony Tiger – filhote de pelagem tigrada, todo saradão. Parece um pacote de Sucrilhos.
Papão – gorduchão, guloso. Come mais que todo mundo, mama mais que todo mundo. É o bicho. :p (qualquer semelhança com o apelido do Paysandu, que derrotou o Flamengo no último domingo não é mera coincidência :p)
Você pode estar se perguntando: o que essa anta entende de futebol?
Respondo: Porra nenhuma. :p
26 agosto, 2002
Coisas que só acontecem comigo. Episódio de hoje: O Feitiço de Áquila.
Acreditem, eu não estou brincando.
Exatamente no mês em que fui chamada para trabalhar em Belém, o Marujo foi convocado para uma inspeção em Tucuruí. Ficará dez dias embarcado.
Agora, eu pergunto: mera coincidência ou pura feitiçaria??
Meleca!
Acreditem, eu não estou brincando.
Exatamente no mês em que fui chamada para trabalhar em Belém, o Marujo foi convocado para uma inspeção em Tucuruí. Ficará dez dias embarcado.
Agora, eu pergunto: mera coincidência ou pura feitiçaria??
Meleca!
Bastaram apenas 13 dias sem blogar pra eu levar uma dura da Ale – Totalmente Bridget.
Pronto. Lá vai.
Novidades no Front.
Estou em Belém desde o dia 19 último e devo ficar por aqui nas próximas 4 semanas.
O trabalho é divertido, tranqüilo. Estou gostando muito.
Estou, praticamente, falida. Mas não vou pensar nisso agora.
Pronto. Lá vai.
Novidades no Front.
Estou em Belém desde o dia 19 último e devo ficar por aqui nas próximas 4 semanas.
O trabalho é divertido, tranqüilo. Estou gostando muito.
Estou, praticamente, falida. Mas não vou pensar nisso agora.
13 agosto, 2002
Estou de saco cheio de ver TV. É impressionante o número de reprises na TV a cabo. A TV aberta, esquece.
Só não perdo :O) a Namaria e Louro José.
Aliás, tá cada dia melhor esse menino.
Outro dia, ele experimentou um prato de petit gateau, virou-se para a câmera e falou, solenemente: - Minha senhora, esta é a primeira vez que a TV brasileira mostra um papagaio comendo um gato.
Não é meigo? :O)
Só não perdo :O) a Namaria e Louro José.
Aliás, tá cada dia melhor esse menino.
Outro dia, ele experimentou um prato de petit gateau, virou-se para a câmera e falou, solenemente: - Minha senhora, esta é a primeira vez que a TV brasileira mostra um papagaio comendo um gato.
Não é meigo? :O)
27 julho, 2002
Sessão Descarrego - sob o patrocínio de Edir Macedo.
A pergunta que não quer calar é: quem foi o filho da puta que fez a porra do meu outloko travar? Vá de retro, mi si fi.
Padre Quevedo, tá na escuta, mano? Hunf!
Como nem tudo é só desgraça por aqui, tenha fé: enquanto há queijo na geladeira, há esperança.
Uma Absolut, nem pensar, né? - essa é a outra pergunta que não quer calar.
A pergunta que não quer calar é: quem foi o filho da puta que fez a porra do meu outloko travar? Vá de retro, mi si fi.
Padre Quevedo, tá na escuta, mano? Hunf!
Como nem tudo é só desgraça por aqui, tenha fé: enquanto há queijo na geladeira, há esperança.
Uma Absolut, nem pensar, né? - essa é a outra pergunta que não quer calar.
Sessão Nostalgia.
Ando tendo sonhos muito interessantes, ultimamente.
Nesta madrugada, sonhei com o Pereba.
O Pereba é um coelhinho de pano, feito de retalhos. Foi o primeiro bichinho a quem minha pequena Olìvia se apegou.
Ela o tem até hoje, guardado em segurança na casa da avó. Temor ao Godzila.
Sim, faz sentido.... :O)))
Ando tendo sonhos muito interessantes, ultimamente.
Nesta madrugada, sonhei com o Pereba.
O Pereba é um coelhinho de pano, feito de retalhos. Foi o primeiro bichinho a quem minha pequena Olìvia se apegou.
Ela o tem até hoje, guardado em segurança na casa da avó. Temor ao Godzila.
Sim, faz sentido.... :O)))
Mas, errr.., voltando à saia justa...
Alezinha, nossa redenção está a caminho, fofis.
Eu e a Rê abrimos uma saída de emergência perfeita: você acaba de ganhar um almoço exclusivérrimo, preparados por euzinha e pela Rê.
Na casa da Rê, é claro. Meu cafofo anda meio intransitável. Culpa do Godzila. :p
Eu preparo a tapioquinha com queijo, bárbara e dos deuses, com tecnologia exclusiva.
E a Rê dá conta da abóbora com camarão.
Tá, a Rê lembrou que você não gosta de camarão. Mas, abóbora com frango ou com carne seca também fica legal, né? :O)
Se você preferir, posso fazer tapioquinha com côco, de sobremesa.
Ou a gente faz doce de abóbora com côco e compra um frango na padaria. Aqui do lado, eles assam junto umas batatas, naquelas TV de cachorro. Delícia.
Ok, ok.. Sei que a minha batata está assando. Não ria, não, Rê. A sua também deve estar.
(Amigos, cês num tem noção do que é a Alê irada. Medo!)
Então ficamos assim: almoção marcado na casa da Rê e a Alê escolhe o cardápio. A pizzaria delivery, pertinho da casa da Rê também é legal. Eles têm até cigarro. Entregam cerveja. Uma maravilha. :O))))
Sessão Choradeira:
Estou sem o drive D há dois meses. O drive A pifou, faz tempo. O meu outloko inventou de realizar operações ilegais, há 3 dias. Rezo a Deus que ele não tenha se envolvido com crack.
Estou, praticamente, incomunicável.
Bosta.
Pronto, passou.
24 julho, 2002
Têm coisas, que por mais que eu tente, não consigo entender.
Eu juro que me esforço.
Mas. Hum. Por que Friends e ER é só reprise?
Por que inventeram o telemarketing?
Por que eu atendo à uma chamada telefônica, se a grande chance é de que seja uma chamada de telemarketing?
Por que as mocinhas do telemarketing falam todas em locução verbal, no gerúndio?
Por que o Quino matou a Mafalda e o Angeli matou a Rebordoza?
Saco!
Isso que dá fazer psicoterapia existencialista.
Eu juro que me esforço.
Mas. Hum. Por que Friends e ER é só reprise?
Por que inventeram o telemarketing?
Por que eu atendo à uma chamada telefônica, se a grande chance é de que seja uma chamada de telemarketing?
Por que as mocinhas do telemarketing falam todas em locução verbal, no gerúndio?
Por que o Quino matou a Mafalda e o Angeli matou a Rebordoza?
Saco!
Isso que dá fazer psicoterapia existencialista.
23 julho, 2002
21 julho, 2002
20 julho, 2002
18 julho, 2002
Uma pobreza franciscana por aqui. Coisa de dar dó.
Estou aceitando doações sinceras. Do tipo: meigas pilhas AAA pro meu Palm 100, antes que eu o anuncie no E-Bazar, por 30 conto. Precinho de ocasião. Topas?
Ração Premier, pra cães de ambientes pequenos. Godzila está comendo, emergencialmente, Pedrigree - raças pequenas. O pobrezinho já começa a me olhar com uma cara esquisita. Medo.
O próximo passo, rumo ao despreendimento total, é passar a fumar Derby, comprado por unidade, na barraquinha do camelô perto da Igreja de São Judas.
Tenho que parar de fumar.
Danou-se.
Estou aceitando doações sinceras. Do tipo: meigas pilhas AAA pro meu Palm 100, antes que eu o anuncie no E-Bazar, por 30 conto. Precinho de ocasião. Topas?
Ração Premier, pra cães de ambientes pequenos. Godzila está comendo, emergencialmente, Pedrigree - raças pequenas. O pobrezinho já começa a me olhar com uma cara esquisita. Medo.
O próximo passo, rumo ao despreendimento total, é passar a fumar Derby, comprado por unidade, na barraquinha do camelô perto da Igreja de São Judas.
Tenho que parar de fumar.
Danou-se.
11 julho, 2002
Por falar no maleta, tô com saudade.
Daqui a pouco, vou buscá-lo no hotelzinho.
Apesar de ter ficado com o coração um pouquinho apertado ao ter notícias do frio selvagem que tá fazendo por aqui, nos últimos dias, eu tava em paz. Godzila tá no hotelzinho da Simone e, mãe cuidadosa que sou, :ppp, lembrei de colocar a mantinha azul na bagagem do monstro. Não sou tão cruel quanto pareço. :O)
Daqui a pouco, vou buscá-lo no hotelzinho.
Apesar de ter ficado com o coração um pouquinho apertado ao ter notícias do frio selvagem que tá fazendo por aqui, nos últimos dias, eu tava em paz. Godzila tá no hotelzinho da Simone e, mãe cuidadosa que sou, :ppp, lembrei de colocar a mantinha azul na bagagem do monstro. Não sou tão cruel quanto pareço. :O)
Desastres gastronômicos e gastro-intestinais à parte, conheci um pouco mais de Belém, desta vez.
Transitei sozinha pela cidade, descobri caminhos diferentes, me perdi, é claro.
E aqui vai a dica: os frentistas de Belém são uma fonte segura de informação sobre caminhos seguros, caso vc se perca pela cidade.
Fiz compras na feira-livre do Ver-o-Peso como uma habitante da cidade, pechinchei - sem sucesso - o preço do mamão-papaia, comprei farinha pra fazer tapioquinha em casa. Isso sim, foi um sucesso.
:O))
Transitei sozinha pela cidade, descobri caminhos diferentes, me perdi, é claro.
E aqui vai a dica: os frentistas de Belém são uma fonte segura de informação sobre caminhos seguros, caso vc se perca pela cidade.
Fiz compras na feira-livre do Ver-o-Peso como uma habitante da cidade, pechinchei - sem sucesso - o preço do mamão-papaia, comprei farinha pra fazer tapioquinha em casa. Isso sim, foi um sucesso.
:O))
Deixa pra lá. Amanheci no outro dia com a sensação de que o pouco que eu tinha engordado naqueles dias, foi-se, literalmente, água abaixo.
Melhor esquecer.
Pra falar a verdade, prefiro tomar mais 5 baldes de sopa de caranguejo do restaurante do Dedão a enfrentar o frio desgraçado que tá fazendo por aqui.
Por falar nisso, aquele Napoleon que eu tinha pedido, ninguém prodvidenciou, né?
Saco!
Melhor esquecer.
Pra falar a verdade, prefiro tomar mais 5 baldes de sopa de caranguejo do restaurante do Dedão a enfrentar o frio desgraçado que tá fazendo por aqui.
Por falar nisso, aquele Napoleon que eu tinha pedido, ninguém prodvidenciou, né?
Saco!
Acordei cedinho. Feliz. Os pássaros cantavam. O céu estava azul.
Levantei. Preparei um lindo café da manhã diet.
Coloquei numa linda bandeja e levei pra cama, para acordar o Marujo, no melhor esquema " Um dia perfeito".
Eu sei. Isso é patético. O pior ainda estava por vir.
Marujo saiu pra trabalhar, honrar os impostos pago pelo contribuinte. E a Amélia aqui voltou pra cama, pra acabar de ver as aventuras de Louro José em Orlando.
Foi quando eu comecei a vislumbrar que a morte existe mesmo e ela tava olhando pra mim.
Depois da nona vez, concluí que, com o perdão do trocadilho infeliz, a morte deve ser uma merda.
Sorry.
Levantei. Preparei um lindo café da manhã diet.
Coloquei numa linda bandeja e levei pra cama, para acordar o Marujo, no melhor esquema " Um dia perfeito".
Eu sei. Isso é patético. O pior ainda estava por vir.
Marujo saiu pra trabalhar, honrar os impostos pago pelo contribuinte. E a Amélia aqui voltou pra cama, pra acabar de ver as aventuras de Louro José em Orlando.
Foi quando eu comecei a vislumbrar que a morte existe mesmo e ela tava olhando pra mim.
Depois da nona vez, concluí que, com o perdão do trocadilho infeliz, a morte deve ser uma merda.
Sorry.
O restaurante do Dedão é um lugar, posso dizer, pitoresco.
Um pé-sujão divertido: brega rolando solto na caixa de som, uma decoração que junta tudo numa coisa só, os comerciantes locais tem painéis de serviços pintados nas paredes e na tv, tava rolando um futebol. Pela atenção do Marujo, devia ser jogo do Vasco.
Fomos ao que interessava: ao cardápio de entradas.
E lá tava ela, reinando absoluta: sopa de caranguejo. O preço? Seis reá.
Praticamente, uma doação!
Aqui é o lugar. O Dedão deve ser um cara legal.
O garçom, figuraça, foi logo fazendo as honras da casa: cerpinha export pra euzinha, müchen pro Marujo e um balde de sopa de caranguejo, que, sem sacanagem, dava pra 5 pessoas comerem honestamente.
Eu comi tanto que nem deu pra registrar se o Vasco perdeu ou ganhou. Foda-se.
No dia seguinte...... :O)))
Um pé-sujão divertido: brega rolando solto na caixa de som, uma decoração que junta tudo numa coisa só, os comerciantes locais tem painéis de serviços pintados nas paredes e na tv, tava rolando um futebol. Pela atenção do Marujo, devia ser jogo do Vasco.
Fomos ao que interessava: ao cardápio de entradas.
E lá tava ela, reinando absoluta: sopa de caranguejo. O preço? Seis reá.
Praticamente, uma doação!
Aqui é o lugar. O Dedão deve ser um cara legal.
O garçom, figuraça, foi logo fazendo as honras da casa: cerpinha export pra euzinha, müchen pro Marujo e um balde de sopa de caranguejo, que, sem sacanagem, dava pra 5 pessoas comerem honestamente.
Eu comi tanto que nem deu pra registrar se o Vasco perdeu ou ganhou. Foda-se.
No dia seguinte...... :O)))
A noite da sopa de caranquejo foi divertida. O resultado foi trágico. Tragi-cômico, diria vovó.
Saímos do supermercado tardão, a bordo de comprinhas insuportavelmente saudáveis.
Volto a dizer: Marujo está numa dieta brabérrima. Já perdeu uns 8kg. :O))
A caminho de casa, ele chutou o balde: - Vamos comer lá no Dedão.
- Tá. Explica direito como é que é isso.
- Caranguejo. Sopa.
- Eu amo o Dedão! Eu quero!!!!!!
E lá fomos nós.
Saímos do supermercado tardão, a bordo de comprinhas insuportavelmente saudáveis.
Volto a dizer: Marujo está numa dieta brabérrima. Já perdeu uns 8kg. :O))
A caminho de casa, ele chutou o balde: - Vamos comer lá no Dedão.
- Tá. Explica direito como é que é isso.
- Caranguejo. Sopa.
- Eu amo o Dedão! Eu quero!!!!!!
E lá fomos nós.
Foram dias felizes, em Belém.
Dias calmos, lânguidos, repousantes.
Calor, muito calor. Adoro o calor.
Comi como uma porca. Devo ter engordado os dois e 1/2 quilos que estavam faltando na minha carcaça.
Minha dieta básica foi, digamos, heterodoxa: tapioquinha com queijo e capuccino, no café da manhã, no lanche da tarde e antes de começar o BBB II. Sorvete de açai com tapioca + granola com amêndoa e canela a cada intervalo comercial na TV. Generosas fatias de queijo de búfala entre as refeições, sopa de caranguejo - hum, tive um acidente quase fatal com uma sopa de caranguejo, mas sobrevivi.
E como sou uma pessoa disciplinada, que cuida rigorosamente da alimentação, Raris 7 cereais, frango e peixe, diariamente. Tudo com muito catchup picante e/ou shoyo, porque o Marujo tá numa dieta desgraçada. Tem que comer tudo sem um tico de sal. E eu não güento. Minha pressão arterial vai a 3X4 no calor. Tenho que comer sal, senão eu fico fraquinha. :>)
Dias calmos, lânguidos, repousantes.
Calor, muito calor. Adoro o calor.
Comi como uma porca. Devo ter engordado os dois e 1/2 quilos que estavam faltando na minha carcaça.
Minha dieta básica foi, digamos, heterodoxa: tapioquinha com queijo e capuccino, no café da manhã, no lanche da tarde e antes de começar o BBB II. Sorvete de açai com tapioca + granola com amêndoa e canela a cada intervalo comercial na TV. Generosas fatias de queijo de búfala entre as refeições, sopa de caranguejo - hum, tive um acidente quase fatal com uma sopa de caranguejo, mas sobrevivi.
E como sou uma pessoa disciplinada, que cuida rigorosamente da alimentação, Raris 7 cereais, frango e peixe, diariamente. Tudo com muito catchup picante e/ou shoyo, porque o Marujo tá numa dieta desgraçada. Tem que comer tudo sem um tico de sal. E eu não güento. Minha pressão arterial vai a 3X4 no calor. Tenho que comer sal, senão eu fico fraquinha. :>)
Não repare a falta de jeito.
Cheguei há pouco em casa. Foram mais de 7 horas de vôo, com o agravante que foi pela Vasp.
Dá um desconto.
Sem contar o choque térmico: saí de Belém com uma temperatura local em torno dos 31oC e desabei por aqui sob uma temperatura siberiana. Neurônios, músculos e ossos congelados.
Cheguei há pouco em casa. Foram mais de 7 horas de vôo, com o agravante que foi pela Vasp.
Dá um desconto.
Sem contar o choque térmico: saí de Belém com uma temperatura local em torno dos 31oC e desabei por aqui sob uma temperatura siberiana. Neurônios, músculos e ossos congelados.
24 junho, 2002
08 junho, 2002
Estou morta! Dia duro, hoje.
Acordei às 5h30 da manhã, achando que o jogo era às 6h.
Maldição!
Raios duplos: perdi o bolão, armado pela molecada aqui do prédio.
Apostei no bom e velho 2 X 1.
Lá se foram dois réa. :/
Por volta do meio-dia, segui pros lados desconhecidos de Santo André, a bordo da pequena Oli, que me fez o favor de armar uma parada suicida: ir buscar duas amiguinhas delas em suas respectivas casas, uma beeeemmm longe da outra. E chegarmos em Santo André, num lugar que eu não tinha a menor noção, às 13h30. Tudo isso pra enfrentar uma maratona de 4 horas, num amistoso de futebol de salão dos meninos da escola dela, sob um ginásio coberto com telhas de amianto, à uma tempertura de 31o C .
Topas?
Ok, quem mandou?
Agora, güenta o tranco, fofa!
E lá fomos nós...
Um calor dos diabos.
E eu com a vaga impressão de que estava errando o caminho.
Sabe-se lá como, chegamos.
Eu daria meu braço braço direito por uma cerveja gelada, mas não era o caso.
Na cantina da tal escola só tinha refrigerante, isotônicos e chá diet de limão.
E alguns pães de queijo de aparência duvidosa.
Oli olhou no fundo dos meus olhos e, sem noção de perigo, disparou ..: - Errrr. Agora que eu lembrei.. E se a gente desse um pulinho lá em casa pra pegar umas tampas de panela??? Fazer um panelaço na torcida? Hã? Tipo: "ai, ai, ai, ai, em cima, em baixo, puxa e vai". Que nem a Tina, do BBB!!!! ;O)
- Esquece. :/
E lá foram as meninas, fazer sucesso na torcida da escola.
E eu, pagando o mico: você que é mãe da Oli? Vc que trouxe as meninas? Que lindo, né? Que amizade linda a deles, né?
E eu olhava pra cima e pensava: quem foi o filho da puta que armou esse ginásio com telha de amianto, deusdocéu?
Sorry! É tudo muito meigo, mas dá um desconto.
E fizemos um vôo no stop, de Santo André rumo ao Shopping Paulista. Eu no comando. Cansada, destreinada, a bordo das 3 pré-aborrecentes, rumo ao segundo round: a festa no PlayLand.
Ao avistar o cenário, confesso que comecei a sentir saudade de Godzila, do meu sofá e do meu micro.
Caraio!
Relax!
Nada pode ser tão cruel hoje que piore, amanhã.
Domingão é dia de atravessar mais trocentos quilômetros, pra visitar Cissa-Mãe. E com Godzila a bordo. Emoções fortes, pensa o quê? ;O)
Tô morrendo de saudade da Cissa-Mãe.
No fundo, no fundo, me diverti um bocado com as meninas. E torci como uma doida pela vitória mais do que merecida dos meninos.
Foi um dia divertido.
Bizarro, mas divertido.
Tenha fé! Amanhã será pior! ;O)
Acordei às 5h30 da manhã, achando que o jogo era às 6h.
Maldição!
Raios duplos: perdi o bolão, armado pela molecada aqui do prédio.
Apostei no bom e velho 2 X 1.
Lá se foram dois réa. :/
Por volta do meio-dia, segui pros lados desconhecidos de Santo André, a bordo da pequena Oli, que me fez o favor de armar uma parada suicida: ir buscar duas amiguinhas delas em suas respectivas casas, uma beeeemmm longe da outra. E chegarmos em Santo André, num lugar que eu não tinha a menor noção, às 13h30. Tudo isso pra enfrentar uma maratona de 4 horas, num amistoso de futebol de salão dos meninos da escola dela, sob um ginásio coberto com telhas de amianto, à uma tempertura de 31o C .
Topas?
Ok, quem mandou?
Agora, güenta o tranco, fofa!
E lá fomos nós...
Um calor dos diabos.
E eu com a vaga impressão de que estava errando o caminho.
Sabe-se lá como, chegamos.
Eu daria meu braço braço direito por uma cerveja gelada, mas não era o caso.
Na cantina da tal escola só tinha refrigerante, isotônicos e chá diet de limão.
E alguns pães de queijo de aparência duvidosa.
Oli olhou no fundo dos meus olhos e, sem noção de perigo, disparou ..: - Errrr. Agora que eu lembrei.. E se a gente desse um pulinho lá em casa pra pegar umas tampas de panela??? Fazer um panelaço na torcida? Hã? Tipo: "ai, ai, ai, ai, em cima, em baixo, puxa e vai". Que nem a Tina, do BBB!!!! ;O)
- Esquece. :/
E lá foram as meninas, fazer sucesso na torcida da escola.
E eu, pagando o mico: você que é mãe da Oli? Vc que trouxe as meninas? Que lindo, né? Que amizade linda a deles, né?
E eu olhava pra cima e pensava: quem foi o filho da puta que armou esse ginásio com telha de amianto, deusdocéu?
Sorry! É tudo muito meigo, mas dá um desconto.
E fizemos um vôo no stop, de Santo André rumo ao Shopping Paulista. Eu no comando. Cansada, destreinada, a bordo das 3 pré-aborrecentes, rumo ao segundo round: a festa no PlayLand.
Ao avistar o cenário, confesso que comecei a sentir saudade de Godzila, do meu sofá e do meu micro.
Caraio!
Relax!
Nada pode ser tão cruel hoje que piore, amanhã.
Domingão é dia de atravessar mais trocentos quilômetros, pra visitar Cissa-Mãe. E com Godzila a bordo. Emoções fortes, pensa o quê? ;O)
Tô morrendo de saudade da Cissa-Mãe.
No fundo, no fundo, me diverti um bocado com as meninas. E torci como uma doida pela vitória mais do que merecida dos meninos.
Foi um dia divertido.
Bizarro, mas divertido.
Tenha fé! Amanhã será pior! ;O)
05 junho, 2002
03 junho, 2002
Voltei.
Acabo de desembarcar em casa. Foram dias longos. Longos e divertidos.
Aliás, fazia tempo em que eu não tinha dias tão ativos.
Cheguei em Belém, na quarta-feira passada, às 12h30.
Isso significa que acordei às 6h00 pra arrumar tudo, não esquecer nada e embarcar às 7h30. Uma correria do cão.
A TAM e meu anjo da guarda armaram uma força-tarefa do bem e tudo deu certo, sem muito stress. Eles tavam me devendo essa, faz tempo.
Quando Marujo me encontrou no aeroporto, ele tomou um susto. Ficou muito mal impressionado com meu aspecto cadavérico.
Hunf! Saco! Perdi mais de 3 kilos naquela brincadeira da crise gástrica.
E eu tava cansada: há mais de 6 horas em trânsito. Tá certo que eu tive a sorte de pegar um assento no corredor e nenhuma criatura sentada na fileira do meio.
Aprendi o caminho e todos os truques pra não morrer de tédio, com as cinco horas de vôo: saindo de São Paulo, assista ao filminho que passa na telinha enquanto degusta o serviço de bordo. Tire uma soneca até chegar em Brasília.
Quando decolar do JK ao Val-de-Cães, leia um jornal inteirinho. Leia tu-do- editorial, agrofolha, classificados, obituário, horóscopo, o diabo. Se o vôo estiver atrasado, aproveita pra fazer palavras-cruzadas também. Passa rapidinho. :p
Marujo decretou um feriado oficial de engorda pra essa pobre Jamanta que vos tecla.
Ele me desovou em casa e seguiu de volta pra Marinha, de uniforme e quepe branco. Uau! |:O) .
Fiquei em casa. Adorei. Nem quis ficar com o carro. Tava com saudade. Na verdade, ainda não tive tempo suficiente pra assumir completamente a função de rainha daquele lar. :O)
Tudo seria perfeito se tivesse algo comestível na geladeira. Tinha água sem bolota, coca-light sem gás, 2 garrafas de vinho, queijo ralado, um camembert com validade vencida, nenhuma migalha de pão e super bonder.
A desgraça daquele lugar é que não tem nenhuma padaria ou boteco nas imediações. Quase morri de inanição.
Marujo voltou eram mais de 21h e eu tinha impressão de que eu estava uns 2kg mais esquelética. Li Freud, ouvi Jam Garbarek, assisti alguns DVDs, li alguns artigos sobre cães, evitei assistir programas de culinária, por motivos óbveis. Enfim, sobrevivi.
Ok. Vamos ficar em casa. Vamos pedir pizza e tomar vinho. Dormir cedinho, pra acordar com o dia amanhecendo e aproveitar bastante os próximos dias.
Ueba!
Cinqüenta minutos depois, e eu mais 1kg mais magra, chegou a pizza.
Uia só! A pizza é quadrada!!!!! Eu nunca tinha comido pizza quadrada, rapaz!
Então, já que é assim, passe o catchup pra cá, por favor.
(Lá em Belém eles entregam pizza quadrada com meigos sachês de catchup e maionese. Medo! )
Cheguei à brilhante conclusão que pizza quadrada com catchup e vinho é uma combinação interessante. Desde que esteja rolando um DVD de Carlos Santana na telinha, é claro. Mantenha uma distância segura do meigo sachê de maionese.
É divertido cantar Smother , com Rob Thomas em dupla com Carlos Santana, a bordo de uma pizza quadrada lotada de catchup. :O))
Acordamos relativamente cedo no dia seguinte.
A geladeira continuava apenas com a mesma água sem bolota, a coca-light sem gas, etc, etc. A diferença é que agora tinham dois pedaços de pizza quadrada, um sachê de catchup e trocencentos de maionese. E uma garrafa de vinho vazia repousando sobre a pia.
Vida dura.
Lembro de ter despertado com o som do telefone tocando. Resmunguei algo incompreensível. Talvez um "puta merda" básico.
Trinta segundos depois, o Marujo comunica, triunfante: - Levanta! A gente vai pra Salinas!
Caraios me fodam! Agora? Hã? Como assim?
Quando me dei por si, estávamos rumo a Salinópolis, a 260km de Belém, em comboio amigo, com a adorável companhia do casal Trinta - Lili e o Comandante Trinta, a bordo das gêmeas, Ju e Bel - duas garotas do balacobaco, do alto da sabedoria dos seus sete anos de idade, recém-completos.
E lá fomos nós.
Salinópolis fica na região Oceânica do Pará.
Uma cidade adorável.
E em Salinópolis tem o Farol, pelo qual o Marujo é responsável.
Notem que foi, praticamente, uma viagem a trabalho. ;O)
A tarefa do feriado era conhecer e inspecionar o Farol de Salinópolis. Unir o útil ao agradável.
Acordamos na quinta-feira, com a dura tarefa de conhecer a cidade. :O)
Comprar filtro solar, sabonete e creme dental. Nada é perfeito.
Fomos conhecer o Farol.
Tava fechado. É claro, mané! Feriado! O Faroleiro também é filho de Deus, dá um desconto, ora pois!
Em frente ao Farol, tinha uma biroska onde preparavam uma tapioquinha com queijo e café preto dos deuses. Eu precisava entrar no regime de engorda, afinal.
Na seqüência, fomos pra Atalaia, quase ali perto.
Coisa folclórica!
Uma praia linda. Geograficamente linda.
Mas com trocentos carros passando pra lá e pra cá, com sons dos mais diversos rolando, às alturas. Um sincretismo musical divertidíssimo: brega, axé, skank, uma zona federal.
E uma zona gastronômica igualmente maravilhosa.
Trouxemos porradas de cocadas: de cupuaçu, de maracujá, cocada branca, cocada queimada. Casadinhos, brigadeiros, um tal de um doce chamado de Monteiro Lopes. Delícias. Delícias!
Um sacão lotado de guloseimas.
Não sei quem, nem sei de onde anunciou: - O Monstro Pimentão vai atacar!!!!!!
E aí nasceu o mistério e a brincadeira do feriadão! :O)
Ao entardecer, saímos Atalaia à fora, de carro, eu e o Marujo, pra tirar umas fotos.
A maré tava enchendo.
Well.. Notem que isso pode dar merda. :O)
Pedi pra dirigir o carro.
Tiramos uma porrada de fotos.
A maré enchendo.
E o 4X4 da Ranger lá, no level hight.
Eu sentia a direção meio esquisita. Olhava pro retrovisor e eu via um rastro meio anormal, coisa de mais de 20cm de areia afundada.
Hum.... - Marujo, plizz, assuma o leme.
Sim, minha intuição funcionou: a gente ia mesmo atolar na areia.
Porque lá, os canais vão se enchendo, enchendo de água, amolecem o solo e quando você acorda, é tarde demais: o carro afunda! Bosta.
Marujo assumiu o leme, botou o 4x4 em slow e chegamos em casa. ;O)
Saímos pra jantar no Bife de Ouro.
Esse restaurante merece uma nota aqui, nesse cantinho gastronômico.
É do caraio!
Eu na dieta de engorda, e o Marujo de dieta de emagrecimento.
Nada incompatível, quando a gente tá lá, no Bife de Ouro.
Camarão com legumes grelhados, arroz, fritas, e farofa de mandioca amarela.
Então, anota aí: numa chapa de ferro, jogue um tico de manteiga, um punhadão de repolho em microtirinhas, com cenoura ralada no ralo grosso e cheiro verde. Deixe murchar um pouquinho. Jogue os camarões, daqueles que parecem um gancho de telefone. Nada mais que 3 minutos, plizz.
Tá feita a festa.
Comi como uma alucinada.
No dia seguinte....
Voltamos pra Atalaia e estacionamos na piscina do Hotel.
Um Hotelzão legal, que habita por lá.
Uma delícia.
Chapa de legumes e frutos de mar.
Cerpa gelada à vontade e a rodo.
E tobo - águas!
E as meninas, as gêmeas, alucinadas pra comer docinhos: brigadeiros, casadinhos. :O)
E o Monstro Pimentão atacou!
Comeu a metade dos docinhos das meninas. Mordeu o isopor da caixa de sorvete de açaí.
O Monstro Pimentão barbarizou! :O)
Ao entardecer do domingo, todos nós, a Família Trinta, eu, Marujo, com a orientação do bom e não tão velho Paulino, o Faroleiro lá de Salinópolis, subimos os 245 degraus e chegamos lá. Todo mundo, de um jeito ou de outro, tinha medo de altura.
Uma vista maravilhosa. Um trabalho maravilhoso que o Faroleiro Paulino tá fazendo por lá.
Assinamos o livro de visitas, do Farol de Salinópolis.
E o Monstro Pimentão pairava, na brincadeira.
A Ju e a Bel tavam se borrando de medo do Monstro Pimentão.
Sacanagem!
Monstro Pimentão não faz mal há ninguém! :O)
É apenas um sujeito guloso, que gosta de sorvete de açaí.
E que estar casadinho :O)
Acabo de desembarcar em casa. Foram dias longos. Longos e divertidos.
Aliás, fazia tempo em que eu não tinha dias tão ativos.
Cheguei em Belém, na quarta-feira passada, às 12h30.
Isso significa que acordei às 6h00 pra arrumar tudo, não esquecer nada e embarcar às 7h30. Uma correria do cão.
A TAM e meu anjo da guarda armaram uma força-tarefa do bem e tudo deu certo, sem muito stress. Eles tavam me devendo essa, faz tempo.
Quando Marujo me encontrou no aeroporto, ele tomou um susto. Ficou muito mal impressionado com meu aspecto cadavérico.
Hunf! Saco! Perdi mais de 3 kilos naquela brincadeira da crise gástrica.
E eu tava cansada: há mais de 6 horas em trânsito. Tá certo que eu tive a sorte de pegar um assento no corredor e nenhuma criatura sentada na fileira do meio.
Aprendi o caminho e todos os truques pra não morrer de tédio, com as cinco horas de vôo: saindo de São Paulo, assista ao filminho que passa na telinha enquanto degusta o serviço de bordo. Tire uma soneca até chegar em Brasília.
Quando decolar do JK ao Val-de-Cães, leia um jornal inteirinho. Leia tu-do- editorial, agrofolha, classificados, obituário, horóscopo, o diabo. Se o vôo estiver atrasado, aproveita pra fazer palavras-cruzadas também. Passa rapidinho. :p
Marujo decretou um feriado oficial de engorda pra essa pobre Jamanta que vos tecla.
Ele me desovou em casa e seguiu de volta pra Marinha, de uniforme e quepe branco. Uau! |:O) .
Fiquei em casa. Adorei. Nem quis ficar com o carro. Tava com saudade. Na verdade, ainda não tive tempo suficiente pra assumir completamente a função de rainha daquele lar. :O)
Tudo seria perfeito se tivesse algo comestível na geladeira. Tinha água sem bolota, coca-light sem gás, 2 garrafas de vinho, queijo ralado, um camembert com validade vencida, nenhuma migalha de pão e super bonder.
A desgraça daquele lugar é que não tem nenhuma padaria ou boteco nas imediações. Quase morri de inanição.
Marujo voltou eram mais de 21h e eu tinha impressão de que eu estava uns 2kg mais esquelética. Li Freud, ouvi Jam Garbarek, assisti alguns DVDs, li alguns artigos sobre cães, evitei assistir programas de culinária, por motivos óbveis. Enfim, sobrevivi.
Ok. Vamos ficar em casa. Vamos pedir pizza e tomar vinho. Dormir cedinho, pra acordar com o dia amanhecendo e aproveitar bastante os próximos dias.
Ueba!
Cinqüenta minutos depois, e eu mais 1kg mais magra, chegou a pizza.
Uia só! A pizza é quadrada!!!!! Eu nunca tinha comido pizza quadrada, rapaz!
Então, já que é assim, passe o catchup pra cá, por favor.
(Lá em Belém eles entregam pizza quadrada com meigos sachês de catchup e maionese. Medo! )
Cheguei à brilhante conclusão que pizza quadrada com catchup e vinho é uma combinação interessante. Desde que esteja rolando um DVD de Carlos Santana na telinha, é claro. Mantenha uma distância segura do meigo sachê de maionese.
É divertido cantar Smother , com Rob Thomas em dupla com Carlos Santana, a bordo de uma pizza quadrada lotada de catchup. :O))
Acordamos relativamente cedo no dia seguinte.
A geladeira continuava apenas com a mesma água sem bolota, a coca-light sem gas, etc, etc. A diferença é que agora tinham dois pedaços de pizza quadrada, um sachê de catchup e trocencentos de maionese. E uma garrafa de vinho vazia repousando sobre a pia.
Vida dura.
Lembro de ter despertado com o som do telefone tocando. Resmunguei algo incompreensível. Talvez um "puta merda" básico.
Trinta segundos depois, o Marujo comunica, triunfante: - Levanta! A gente vai pra Salinas!
Caraios me fodam! Agora? Hã? Como assim?
Quando me dei por si, estávamos rumo a Salinópolis, a 260km de Belém, em comboio amigo, com a adorável companhia do casal Trinta - Lili e o Comandante Trinta, a bordo das gêmeas, Ju e Bel - duas garotas do balacobaco, do alto da sabedoria dos seus sete anos de idade, recém-completos.
E lá fomos nós.
Salinópolis fica na região Oceânica do Pará.
Uma cidade adorável.
E em Salinópolis tem o Farol, pelo qual o Marujo é responsável.
Notem que foi, praticamente, uma viagem a trabalho. ;O)
A tarefa do feriado era conhecer e inspecionar o Farol de Salinópolis. Unir o útil ao agradável.
Acordamos na quinta-feira, com a dura tarefa de conhecer a cidade. :O)
Comprar filtro solar, sabonete e creme dental. Nada é perfeito.
Fomos conhecer o Farol.
Tava fechado. É claro, mané! Feriado! O Faroleiro também é filho de Deus, dá um desconto, ora pois!
Em frente ao Farol, tinha uma biroska onde preparavam uma tapioquinha com queijo e café preto dos deuses. Eu precisava entrar no regime de engorda, afinal.
Na seqüência, fomos pra Atalaia, quase ali perto.
Coisa folclórica!
Uma praia linda. Geograficamente linda.
Mas com trocentos carros passando pra lá e pra cá, com sons dos mais diversos rolando, às alturas. Um sincretismo musical divertidíssimo: brega, axé, skank, uma zona federal.
E uma zona gastronômica igualmente maravilhosa.
Trouxemos porradas de cocadas: de cupuaçu, de maracujá, cocada branca, cocada queimada. Casadinhos, brigadeiros, um tal de um doce chamado de Monteiro Lopes. Delícias. Delícias!
Um sacão lotado de guloseimas.
Não sei quem, nem sei de onde anunciou: - O Monstro Pimentão vai atacar!!!!!!
E aí nasceu o mistério e a brincadeira do feriadão! :O)
Ao entardecer, saímos Atalaia à fora, de carro, eu e o Marujo, pra tirar umas fotos.
A maré tava enchendo.
Well.. Notem que isso pode dar merda. :O)
Pedi pra dirigir o carro.
Tiramos uma porrada de fotos.
A maré enchendo.
E o 4X4 da Ranger lá, no level hight.
Eu sentia a direção meio esquisita. Olhava pro retrovisor e eu via um rastro meio anormal, coisa de mais de 20cm de areia afundada.
Hum.... - Marujo, plizz, assuma o leme.
Sim, minha intuição funcionou: a gente ia mesmo atolar na areia.
Porque lá, os canais vão se enchendo, enchendo de água, amolecem o solo e quando você acorda, é tarde demais: o carro afunda! Bosta.
Marujo assumiu o leme, botou o 4x4 em slow e chegamos em casa. ;O)
Saímos pra jantar no Bife de Ouro.
Esse restaurante merece uma nota aqui, nesse cantinho gastronômico.
É do caraio!
Eu na dieta de engorda, e o Marujo de dieta de emagrecimento.
Nada incompatível, quando a gente tá lá, no Bife de Ouro.
Camarão com legumes grelhados, arroz, fritas, e farofa de mandioca amarela.
Então, anota aí: numa chapa de ferro, jogue um tico de manteiga, um punhadão de repolho em microtirinhas, com cenoura ralada no ralo grosso e cheiro verde. Deixe murchar um pouquinho. Jogue os camarões, daqueles que parecem um gancho de telefone. Nada mais que 3 minutos, plizz.
Tá feita a festa.
Comi como uma alucinada.
No dia seguinte....
Voltamos pra Atalaia e estacionamos na piscina do Hotel.
Um Hotelzão legal, que habita por lá.
Uma delícia.
Chapa de legumes e frutos de mar.
Cerpa gelada à vontade e a rodo.
E tobo - águas!
E as meninas, as gêmeas, alucinadas pra comer docinhos: brigadeiros, casadinhos. :O)
E o Monstro Pimentão atacou!
Comeu a metade dos docinhos das meninas. Mordeu o isopor da caixa de sorvete de açaí.
O Monstro Pimentão barbarizou! :O)
Ao entardecer do domingo, todos nós, a Família Trinta, eu, Marujo, com a orientação do bom e não tão velho Paulino, o Faroleiro lá de Salinópolis, subimos os 245 degraus e chegamos lá. Todo mundo, de um jeito ou de outro, tinha medo de altura.
Uma vista maravilhosa. Um trabalho maravilhoso que o Faroleiro Paulino tá fazendo por lá.
Assinamos o livro de visitas, do Farol de Salinópolis.
E o Monstro Pimentão pairava, na brincadeira.
A Ju e a Bel tavam se borrando de medo do Monstro Pimentão.
Sacanagem!
Monstro Pimentão não faz mal há ninguém! :O)
É apenas um sujeito guloso, que gosta de sorvete de açaí.
E que estar casadinho :O)
27 maio, 2002
A situação anda meio braba por aqui . Portanto, só vou levar alguns trocados, pra trazer umas mandingas do bem, lá da Iracilda, no Ver-o-Peso. Juro que não vou comprar a bendita jibóia, que ela vive insistindo pra eu trazer pra casa. Não quero problemas com o IBAMA, muito menos com Godzila.
Talvez eu traga na bagagem um pouco de farinha de mandioca amarela - que eu adoro, pra uma farofa de legumes básica.
E se o Marujo não me levar à Estação das Docas, pra tomar uma River, na Amazon Bier com patinhas de caranguejo, será um homem morto: nunca mais preparo quiche de shitake e purê de mandioquinha pra ele. Hunf! :p
Talvez eu traga na bagagem um pouco de farinha de mandioca amarela - que eu adoro, pra uma farofa de legumes básica.
E se o Marujo não me levar à Estação das Docas, pra tomar uma River, na Amazon Bier com patinhas de caranguejo, será um homem morto: nunca mais preparo quiche de shitake e purê de mandioquinha pra ele. Hunf! :p
Consegui a melhor tarifa pela TAM, parcelada em 6 vezes, no cartão. .
Com direito a serviço de despertador, às seis da matina, um serviço de bordo decente e com vinho honesto.
Tá certo que, de vez em quando, os aviões da TAM costumam cair, mas isso é detalhe. Pensa noutra coisa que passa. A Varig e a VASP estavam com preços pela hora da morte.
Hoje, fiz as reservas das minhas passagens aéreas. Saudade do Marujo, eu confesso. Perdendo a noção.
Quarta-feira próxima, por volta das 12h30, estarei desembarcando no aeroporto de Val-de-Cães, em Belém.
Juro, que dia desses, encontro uma criatura capaz de me explicar a origem desse nome. Tenham fé.
Quarta-feira próxima, por volta das 12h30, estarei desembarcando no aeroporto de Val-de-Cães, em Belém.
Juro, que dia desses, encontro uma criatura capaz de me explicar a origem desse nome. Tenham fé.
24 maio, 2002
Cê já comprou ovos na padaria?
Ando fazendo isso, ultimamente.
Explico: no supermercado, o mínimo que vc consegue comprar é uma caixinha com meia dúzia.
Juro que sou incapaz de consumir meia dúzias de ovos, em uma semana.
Prefiro comprar, diariamente, o que sou capaz de consumir.
Tem uma padaria aqui ao lado do prédio, e outra, um pouco mais distante, onde costumo comprar cigarros. E ovos.
A pergunta que não quer calar é: por que diabos o cara da padaria te olha com uma cara esquisita quando você chega no balcão e pede: um LM, uma água de coco, 2 ovos, um croisant e um isqueiro azul?
.
Ando fazendo isso, ultimamente.
Explico: no supermercado, o mínimo que vc consegue comprar é uma caixinha com meia dúzia.
Juro que sou incapaz de consumir meia dúzias de ovos, em uma semana.
Prefiro comprar, diariamente, o que sou capaz de consumir.
Tem uma padaria aqui ao lado do prédio, e outra, um pouco mais distante, onde costumo comprar cigarros. E ovos.
A pergunta que não quer calar é: por que diabos o cara da padaria te olha com uma cara esquisita quando você chega no balcão e pede: um LM, uma água de coco, 2 ovos, um croisant e um isqueiro azul?
.
E a Rezinha, lá do Manueladas, andou esperneando.
A panela já tá lá no fogo: músculo magrinho, cebola, cravo, cenoura e um tico de paciência pro caldinho de calne ficar pronto.
Sim.
Hoje vai ter sopão, de novo, aqui em casa.
Godzila está alucinado com o aroma.
Tomara que a Rê lembre de trazer cerveja.
Lembrei até de comprar amendoim japonês.
A panela já tá lá no fogo: músculo magrinho, cebola, cravo, cenoura e um tico de paciência pro caldinho de calne ficar pronto.
Sim.
Hoje vai ter sopão, de novo, aqui em casa.
Godzila está alucinado com o aroma.
Tomara que a Rê lembre de trazer cerveja.
Lembrei até de comprar amendoim japonês.
Definitivamente, a programação vespertina da TV aberta está caótica.
Parâmetro zero.
No mulheres, descobriram, brilhantemente, uma culinarista com uma receita de pizza na panela de pressão.
Lindo! Anota aí: você prepara a massa, manda ver o recheio e o caraio.
Daí, vc rega a panela de pressão com óleo, manda UMA PIZZA BROTINHO pra dentro, tampa a panela e espera de 3 a 4 minutos.
Então, faça as contas: pra uma família de 4 pessoas comerem, você vai gastar, no mínimo, 20 minutos.
Raios! Basta acender o forno e as pizzas estão assadas, de uma vez só, em 10 minutos.
Tem gente que não pensa, né?
Parâmetro zero.
No mulheres, descobriram, brilhantemente, uma culinarista com uma receita de pizza na panela de pressão.
Lindo! Anota aí: você prepara a massa, manda ver o recheio e o caraio.
Daí, vc rega a panela de pressão com óleo, manda UMA PIZZA BROTINHO pra dentro, tampa a panela e espera de 3 a 4 minutos.
Então, faça as contas: pra uma família de 4 pessoas comerem, você vai gastar, no mínimo, 20 minutos.
Raios! Basta acender o forno e as pizzas estão assadas, de uma vez só, em 10 minutos.
Tem gente que não pensa, né?
23 maio, 2002
E num é que a Alê Ber, Totalmente Bridget, veio mesmo jantar aqui em casa?
Tá certo que a casa tava numa zona federal. Quarta-feira é assim mesmo. Na quinta, é dia da Santa Nice. Foda-se. A Alê é de casa.
Como eu tô de dietinha, fui obrigada a submeter minha dileta amiga à minha operação-levanta-defunto: caldo de músculo, básico, preparado com salsão, cenoura, cebola e cravo. E dá-lhe folhas e legumes cozidos ao dente, somados a ovos poche.
Pra acompanhar, meigos triângulos de pão árabe (pita bread, SEMPRE) com queijo minas cremoso e mussarela. Tudo derretido na frigideira.
Modéstia a parte, ficou legal. Não fez feio, não. :O)
Tá certo que a casa tava numa zona federal. Quarta-feira é assim mesmo. Na quinta, é dia da Santa Nice. Foda-se. A Alê é de casa.
Como eu tô de dietinha, fui obrigada a submeter minha dileta amiga à minha operação-levanta-defunto: caldo de músculo, básico, preparado com salsão, cenoura, cebola e cravo. E dá-lhe folhas e legumes cozidos ao dente, somados a ovos poche.
Pra acompanhar, meigos triângulos de pão árabe (pita bread, SEMPRE) com queijo minas cremoso e mussarela. Tudo derretido na frigideira.
Modéstia a parte, ficou legal. Não fez feio, não. :O)
Coisas que eu sou obrigada a ouvir.... :
Hora do almoço. Fui buscar a pequena Oli na escola.
A caminho do McDonald´s, ela dispara, sem dó nem piedade: - Uma loira tingiu o cabelo de castanho escuro. Qual é o nome do filme?
- Faço a menor idéia.
- Inteligência Artificial.
- Cê tem dinheiro pro taxi? Vai voltar a pé. Grrrrr.
Eu mereço isso?
Hora do almoço. Fui buscar a pequena Oli na escola.
A caminho do McDonald´s, ela dispara, sem dó nem piedade: - Uma loira tingiu o cabelo de castanho escuro. Qual é o nome do filme?
- Faço a menor idéia.
- Inteligência Artificial.
- Cê tem dinheiro pro taxi? Vai voltar a pé. Grrrrr.
Eu mereço isso?
22 maio, 2002
Falando em mudanças radicais, passei um tonalizante no cabelo.
Uma tentativa deseperada de cobrir os fios brancos que insistem em cobrir, precocemente, minha cabeleira.
Usei uma nuance chamada Camurça. - piada.
Isso significa que migrei do castanho-anta pro castanho-lontra.
Notem que a evolução é notória. :ppp
Uma tentativa deseperada de cobrir os fios brancos que insistem em cobrir, precocemente, minha cabeleira.
Usei uma nuance chamada Camurça. - piada.
Isso significa que migrei do castanho-anta pro castanho-lontra.
Notem que a evolução é notória. :ppp
Preciso, urgentemente, parar de fumar.
Cortar minhas unhas.
Aparar meu cabelo.
Na verdade, ando precisando tosar meu cabelo.
Acho que vou radicalizar.
Ando assistindo muita novela, sabe?
Desejos de Mulher: vou cortar igual ao da Selma, poderosérrima, absolutamente do mal.
Uiii.
Franja longa, cabelo longo, levemente repicado.
Ando precisando de mudanças radicais. :p
Cortar minhas unhas.
Aparar meu cabelo.
Na verdade, ando precisando tosar meu cabelo.
Acho que vou radicalizar.
Ando assistindo muita novela, sabe?
Desejos de Mulher: vou cortar igual ao da Selma, poderosérrima, absolutamente do mal.
Uiii.
Franja longa, cabelo longo, levemente repicado.
Ando precisando de mudanças radicais. :p
Estou assistindo As Brumas da Avalon, no TNT.
A Princesa Morgana é a Carol, do ER, manja?
O filme é longo.
Muito longo.
Parece que filmaram mesmo os 4 volumes da saga da Marion Zimmer.
Tô desde às 10h da manhã esperando o George Clooney aparecer, mas, pelo adiantado da hora - 13h08, acho que não vai dar jogo.
O Lancelot é bonitão e o Rei Arthur até que dá um caldo.
Mas o casting poderia ser bem melhor.
Nada é perfeito.
A Princesa Morgana é a Carol, do ER, manja?
O filme é longo.
Muito longo.
Parece que filmaram mesmo os 4 volumes da saga da Marion Zimmer.
Tô desde às 10h da manhã esperando o George Clooney aparecer, mas, pelo adiantado da hora - 13h08, acho que não vai dar jogo.
O Lancelot é bonitão e o Rei Arthur até que dá um caldo.
Mas o casting poderia ser bem melhor.
Nada é perfeito.
21 maio, 2002
Se eu esquecer de postar, podem me cobrar três coisas:
- o purê de mandioquinha básico, pro começo da dieta.
- o caldinho de músculo básico pro consumê-levanta-defunto
- e o purê de batata de pedreiro lesado.
Sem contar que o trio mamão-pêra-banana regado a farelo de aveia perpetrua milagres à auto-estima.
Vai nessa! :O))
- o purê de mandioquinha básico, pro começo da dieta.
- o caldinho de músculo básico pro consumê-levanta-defunto
- e o purê de batata de pedreiro lesado.
Sem contar que o trio mamão-pêra-banana regado a farelo de aveia perpetrua milagres à auto-estima.
Vai nessa! :O))
O médico me atendeu.
Ouviu minha história triste com atenção.
Sem nenhum exame clínico, tipo ausculta de pulmão ou apalpação de abdome, concluiu: crise gástrica.
Me mandou pra sala do soro e lá fiquei por duas horas.
Espetada numa agulha dolorida, com um bando de gente passando mal.
Ao meu lado tinha uma velhota no bico do corvo.
A velhota tava ruim mesmo.
Tinha uma tv na sala e tentei me destrair assistindo ao Vale a Pena Ver de Novo - Uma História de Amor..
Minha concentração foi pro brejo quando a velhota da cadeira vizinha começou a vomitar, no chão.
E eu tava de sandália.
Meleca.
Respingou um bocadinho. Arghhh.
Sei lá o que o Dr. Japion mandou botar no meu soro. O fato é que eu dormi. Com a agulha espetada no braço e a velhota vomitando no meu pé.
Voltei pra casa com a Cissa-mãe de taxi, não lembro como cheguei em casa. Lembro apenas de ter lavado o pé, antes de me esticar no sofá. Sinal de que minha consciência ainda tava nos trinques.
Ufa!
Ouviu minha história triste com atenção.
Sem nenhum exame clínico, tipo ausculta de pulmão ou apalpação de abdome, concluiu: crise gástrica.
Me mandou pra sala do soro e lá fiquei por duas horas.
Espetada numa agulha dolorida, com um bando de gente passando mal.
Ao meu lado tinha uma velhota no bico do corvo.
A velhota tava ruim mesmo.
Tinha uma tv na sala e tentei me destrair assistindo ao Vale a Pena Ver de Novo - Uma História de Amor..
Minha concentração foi pro brejo quando a velhota da cadeira vizinha começou a vomitar, no chão.
E eu tava de sandália.
Meleca.
Respingou um bocadinho. Arghhh.
Sei lá o que o Dr. Japion mandou botar no meu soro. O fato é que eu dormi. Com a agulha espetada no braço e a velhota vomitando no meu pé.
Voltei pra casa com a Cissa-mãe de taxi, não lembro como cheguei em casa. Lembro apenas de ter lavado o pé, antes de me esticar no sofá. Sinal de que minha consciência ainda tava nos trinques.
Ufa!
20 maio, 2002
Chegou a minha hora.
O médico me chamou.
Um japinha gorducho.
Ouviu minha história triste com atenção.
Não fez exame clínico, não auscultou meus detonados pulmões, tampouco apalpou meu abdomem flácido.
Concluiu, brilhantemente: é uma crise gástrica.
Pensa que é só detetive??? Médico também recebe uma mãe-Dinah de frente, pensa o que?
O médico me chamou.
Um japinha gorducho.
Ouviu minha história triste com atenção.
Não fez exame clínico, não auscultou meus detonados pulmões, tampouco apalpou meu abdomem flácido.
Concluiu, brilhantemente: é uma crise gástrica.
Pensa que é só detetive??? Médico também recebe uma mãe-Dinah de frente, pensa o que?
A segunda-feira chegou e eu tava na mesma.
Não conseguia levantar. Tontura, enjôo, dor de estômago. Náusea.
Hunf!
Sono. Muito sono.
- Filha, tem certeza de que você não está grávida.
- Puta merda, manhê!!!!!! Vira essa boca pra lá!
Hunf!
Toc, toc, toc, pé de pato, mangalô, 3 vezes.
Hunf!
Por volta das 14h, távamos eu e Cissa-mãe desabando no Pronto-Socorro.
Passei pela Triagem. A enfermeira ouviu minha história triste e concordou comigo: cê tá meio abatidinha, mesmo.
Hunf! Abatidinha? Eu tô prestes a lavrar meu testamento!!! Godzila ficará com a minha mãe!
Não conseguia levantar. Tontura, enjôo, dor de estômago. Náusea.
Hunf!
Sono. Muito sono.
- Filha, tem certeza de que você não está grávida.
- Puta merda, manhê!!!!!! Vira essa boca pra lá!
Hunf!
Toc, toc, toc, pé de pato, mangalô, 3 vezes.
Hunf!
Por volta das 14h, távamos eu e Cissa-mãe desabando no Pronto-Socorro.
Passei pela Triagem. A enfermeira ouviu minha história triste e concordou comigo: cê tá meio abatidinha, mesmo.
Hunf! Abatidinha? Eu tô prestes a lavrar meu testamento!!! Godzila ficará com a minha mãe!
É.
A coisa num anda nada fácil pros meus lados.
Uma saga.
No dia das Mães, amanheci um caco.
Um lixo. Sentindo-me muito, muito mal.
Fui pra casa da Cissa-mãe de taxi.
Sem condições de dirigir.
Bosta.
Cheguei a bordo do taxi, na casa de mom.
O almoção familiar já tinha rolado e eu me arrepiando ao pensar em comida.
Desabei meu detonado esqueleto no sofá e lá fiquei.
Lembro, vagamente, da minha querida mãe, oferecendo: - Filhinha, tem um franguinho grelhado. Quer que eu faça um pratinho pro cê, com arroz e caldinho de feijão??
- Buá. Quero água.
Duas horas depois: - Filha, quer um mingau de aveia?
- Quero água. E colo. Tô com frio.
Três horas depois: desmaiei no sofá. Capotei. Dormi muito, muito.
Cinco horas depois, acordei: já era noite. Hora de voltar pra casa, a bordo da pequena Oli de muletas - ela fez uma luxação no pé e estava com o pé esquerdo engessado. Mereço.
Eu estava muito mal.
Minha mãe sacou que a coisa tava feia mesmo e atravessou a cidade conosco. Pra cuidar de mim, ajudar a deixar a Oli na casa do pai e pra me levar ao Pronto Socorro.
Essa mulher é uma Santa, é o que eu sempre digo. Foi uma prova de amor e carinho dela por mim. Tava precisando disso. :O)
Cheguei em casa e dasabei.
O Pronto Socorro poderia ficar pro dia seguinte. Eu não tinha força pra descer de elevador e esperar um taxi.
Capotei.
A coisa num anda nada fácil pros meus lados.
Uma saga.
No dia das Mães, amanheci um caco.
Um lixo. Sentindo-me muito, muito mal.
Fui pra casa da Cissa-mãe de taxi.
Sem condições de dirigir.
Bosta.
Cheguei a bordo do taxi, na casa de mom.
O almoção familiar já tinha rolado e eu me arrepiando ao pensar em comida.
Desabei meu detonado esqueleto no sofá e lá fiquei.
Lembro, vagamente, da minha querida mãe, oferecendo: - Filhinha, tem um franguinho grelhado. Quer que eu faça um pratinho pro cê, com arroz e caldinho de feijão??
- Buá. Quero água.
Duas horas depois: - Filha, quer um mingau de aveia?
- Quero água. E colo. Tô com frio.
Três horas depois: desmaiei no sofá. Capotei. Dormi muito, muito.
Cinco horas depois, acordei: já era noite. Hora de voltar pra casa, a bordo da pequena Oli de muletas - ela fez uma luxação no pé e estava com o pé esquerdo engessado. Mereço.
Eu estava muito mal.
Minha mãe sacou que a coisa tava feia mesmo e atravessou a cidade conosco. Pra cuidar de mim, ajudar a deixar a Oli na casa do pai e pra me levar ao Pronto Socorro.
Essa mulher é uma Santa, é o que eu sempre digo. Foi uma prova de amor e carinho dela por mim. Tava precisando disso. :O)
Cheguei em casa e dasabei.
O Pronto Socorro poderia ficar pro dia seguinte. Eu não tinha força pra descer de elevador e esperar um taxi.
Capotei.
06 maio, 2002
Desabei em Cumbica por volta das 10h05.
Foi apenas uma hora de atraso, ora pois.
Praticamente, um atraso social. :O)))
Alguém pode explicar isso pro Marujo, plizz?
Que stress! :{
De volta a São Paulo. Quase 11h da matina.
Ambos famélicos.
Vamos almoçar?
Às 11h, no feriado?
Onde?
Sei lá.
Pizza Hut?
Brunch no Poderoso?
Tortilha na Casa do Padeiro, que tal?
Quando me dei por si, estávamos sentadinhos, candidamente, numa mesa legal lá do Fogo de Chão.
Sim, às 11h da manhã. Confesso, foi a minha primeira vez, numa hora dessas. E num é que já tinha gente por lá?
Famélicos. Saudosos. E um pouco mais relaxados, afinal.
A carraspana rolou até por volta das 17h.
Sambuca e café pra encerrar.
Na verdade, dois sambucas e dois cafés por cada. :O)
Perfeito.
Viemos pra casa e acordamos tardão, lá pelas 22h.
Fomos buscar um filminho na locadora.
Marujo queria alugar o A Noiva do Chuck.
Eu, A Fuga das Galinhas.
Marujo e eu nascemos um para o outro, percebe? ;O)
Em comum acordo, trouxemos pra casa o A Teia da Aranha, sorvete, 4 envelopes de sonrisal , um de Tylenol e duas cervejas.
O filme é bom. Mas vai um pouco na esteira inaugurada pelo Colecionador de Ossos.
Essa coisa do detetive "Mãe Dinah" dá um pouco no saco.
Dia 2 de maio. - quinta-feira.
Dia de branco. Saco! Tava tão bom o feriado. (Ö)
Uma porrada de coisas pra fazer: dia de terapia, organização da casa e do departamento Contas a Pagar. (blaag) . O Marujo tinha umas coisas pra resolver em Sampa. Meleca! Dia útil perdido.
A noite chegou: enfim sós! :O)
Hora de devolver o filme e pegar outro, se fosse o caso.
Saldo do prejuízo: 2 garrafas de vinho, com um queijo maravilhoso (depois eu conto o segredo deles, dos vinhos e do queijo ;O) . Amnésia e Briget Jones pra rolar no video.
(confesso que Briget Jones foi uma provocação. Marujo se recusou ;O)
O que eu posso dizer é: Amnésia é do grande caralho.
Num é coisa pra assistir uma vez só na vida. ;O)
Assisti O Diário de Briget Jones enquanto o Marujo dormia.
É uma bosta.
LEIA O LIVRO. NÃO VEJA O FILME.
Uma das melhores partes do livro é o episódio do preparo do jantar do aniversário dela, quando a pateta perde o atum, que reaparece, magicamente, dias depois.
No filme, ficou insípido.
Aliás, o filme todo é insípido. Como uma sopa azul.
Odiei.
Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.
Dia 3 de maio. - puta que me pariu, já é sexta-feira???? Saco!!!
Dia de curtir um pouco de preguiça em casa.
Merecemos, ué!
À tarde, Shopping Ibirapuera e Bienal do Livro.
Deus me salve! A paulistana sou eu e quem passa ho-ras no shopping é o carioca Marujo.
Ele é o meu número, percebe?
Hunf!
Sobrevivi!
Ganhei um livro de presente dele, na Bienal. Ueba!
A Oli ganhou Contos Escolhidos, de Machado de Assis.
Sim, nessa casa também habita um pouco de cultura, pensa o que? :p
Ei!!!! Pára aí??? Quem mexeu no meu queijo??????
;O)
E o sábado chegou....
Preguiça.
Paixão. (dá licença, também sou filha de Deus ;O)
Ok. Hora de acordar.
Vamos almoçar?
Ueba! Wagmar, esposa, filhos, pits bulls amigos! Bárbaro!
Adoro eles!
Churrascaria durante a tarde toda.
Pizza da Monte Alegre e TV à noite.
Eu querendo assistir Pernalonga e Patolino. Ele querendo ver sangue: Velozes e Ferozes.
Nascemos um para o outro, percebe?
Quero viver assim a vida inteira.
E assim também chegou o domingo.
Bosta.
Passou tão rapido...
Ok. Vamos lá no sítio do Wagmar e família ver o Peper, o filho da Ono com o mala do Redinho.
Caraiii, o Peper já tem um ano de idade. E já é papai. Carreguei esse menino no colo... Tem foto e tudo. Eu o trouxe pra São Paulo. Parece que foi ontem.
Um almoço maravilhoso.
Todo mundo junto, contando causos da vida, gargalhando.
Trocando receitas de cozinha e de felicidade.
Uma delícia!
Hora de desovar o Marujo em Cumbica.
Mulher precavida que sou, notem vocês, cuidei de chegar cedo ao aeroporto.
Chega de stress. Essa é a ordem do meu terapeuta. Certo?
Hum..
Acho que exagerei um pouco. Chegamos com duas horas e meia de antecedência.
Eu tentei. Vocês são testemunhas.
Hunf!
Cartão de embarque em mãos, uma passada na La Selva e todas as obrigações burocráticas estavam resolvidas.
Bacana. Temos duas horas e 10 minutos sobrando.
Pizza Hut? Pão de queijo?
Hum... preciso ir ao caixa eletrônico. Não tenho um puto pra pagar o estacionamento.
Legal. Agora temos duas horas e 5 minutos sobrando.
- Quer dar um tempo lá na sala vip? (notem que apesar de tudo, eu ainda tô podendo. Uia! )
- Tá com fome?
- Não muita. Comi como uma porca no sítio do Wagmar.
- Sede?
- Isso sim.
- Chopp???
- Eu te amo!
Quatro chopps depois, chegou a hora.
A mocinha do microfone chamou o vôo.
E ele voltou pra Belém.
Bosta.
Nascemos mesmo um para o outro, deu pra perceber? ;O)
Hoje, ao acordar, tinha uma chamada não atendida no meu celular.
Tá registrado que ele me ligou às 3h, lá de Belém. Ele chegou em casa, em total segurança.
Não ouvi o telefone tocar. Tava exausta. Fiz um circuito São Judas- Itapecerica da Serra - Itapecerica da Serra - Cumbica - Cumbica - São Judas. Coisa pra mais de 100km.
Dá um desconto.
Desmaiei.
Ele vai voltar, em breve.
Cheguei em casa feliz, pelos cinco dias intensamente vividos.
Saudade de Belém. :O)
Foi apenas uma hora de atraso, ora pois.
Praticamente, um atraso social. :O)))
Alguém pode explicar isso pro Marujo, plizz?
Que stress! :{
De volta a São Paulo. Quase 11h da matina.
Ambos famélicos.
Vamos almoçar?
Às 11h, no feriado?
Onde?
Sei lá.
Pizza Hut?
Brunch no Poderoso?
Tortilha na Casa do Padeiro, que tal?
Quando me dei por si, estávamos sentadinhos, candidamente, numa mesa legal lá do Fogo de Chão.
Sim, às 11h da manhã. Confesso, foi a minha primeira vez, numa hora dessas. E num é que já tinha gente por lá?
Famélicos. Saudosos. E um pouco mais relaxados, afinal.
A carraspana rolou até por volta das 17h.
Sambuca e café pra encerrar.
Na verdade, dois sambucas e dois cafés por cada. :O)
Perfeito.
Viemos pra casa e acordamos tardão, lá pelas 22h.
Fomos buscar um filminho na locadora.
Marujo queria alugar o A Noiva do Chuck.
Eu, A Fuga das Galinhas.
Marujo e eu nascemos um para o outro, percebe? ;O)
Em comum acordo, trouxemos pra casa o A Teia da Aranha, sorvete, 4 envelopes de sonrisal , um de Tylenol e duas cervejas.
O filme é bom. Mas vai um pouco na esteira inaugurada pelo Colecionador de Ossos.
Essa coisa do detetive "Mãe Dinah" dá um pouco no saco.
Dia 2 de maio. - quinta-feira.
Dia de branco. Saco! Tava tão bom o feriado. (Ö)
Uma porrada de coisas pra fazer: dia de terapia, organização da casa e do departamento Contas a Pagar. (blaag) . O Marujo tinha umas coisas pra resolver em Sampa. Meleca! Dia útil perdido.
A noite chegou: enfim sós! :O)
Hora de devolver o filme e pegar outro, se fosse o caso.
Saldo do prejuízo: 2 garrafas de vinho, com um queijo maravilhoso (depois eu conto o segredo deles, dos vinhos e do queijo ;O) . Amnésia e Briget Jones pra rolar no video.
(confesso que Briget Jones foi uma provocação. Marujo se recusou ;O)
O que eu posso dizer é: Amnésia é do grande caralho.
Num é coisa pra assistir uma vez só na vida. ;O)
Assisti O Diário de Briget Jones enquanto o Marujo dormia.
É uma bosta.
LEIA O LIVRO. NÃO VEJA O FILME.
Uma das melhores partes do livro é o episódio do preparo do jantar do aniversário dela, quando a pateta perde o atum, que reaparece, magicamente, dias depois.
No filme, ficou insípido.
Aliás, o filme todo é insípido. Como uma sopa azul.
Odiei.
Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.
Dia 3 de maio. - puta que me pariu, já é sexta-feira???? Saco!!!
Dia de curtir um pouco de preguiça em casa.
Merecemos, ué!
À tarde, Shopping Ibirapuera e Bienal do Livro.
Deus me salve! A paulistana sou eu e quem passa ho-ras no shopping é o carioca Marujo.
Ele é o meu número, percebe?
Hunf!
Sobrevivi!
Ganhei um livro de presente dele, na Bienal. Ueba!
A Oli ganhou Contos Escolhidos, de Machado de Assis.
Sim, nessa casa também habita um pouco de cultura, pensa o que? :p
Ei!!!! Pára aí??? Quem mexeu no meu queijo??????
;O)
E o sábado chegou....
Preguiça.
Paixão. (dá licença, também sou filha de Deus ;O)
Ok. Hora de acordar.
Vamos almoçar?
Ueba! Wagmar, esposa, filhos, pits bulls amigos! Bárbaro!
Adoro eles!
Churrascaria durante a tarde toda.
Pizza da Monte Alegre e TV à noite.
Eu querendo assistir Pernalonga e Patolino. Ele querendo ver sangue: Velozes e Ferozes.
Nascemos um para o outro, percebe?
Quero viver assim a vida inteira.
E assim também chegou o domingo.
Bosta.
Passou tão rapido...
Ok. Vamos lá no sítio do Wagmar e família ver o Peper, o filho da Ono com o mala do Redinho.
Caraiii, o Peper já tem um ano de idade. E já é papai. Carreguei esse menino no colo... Tem foto e tudo. Eu o trouxe pra São Paulo. Parece que foi ontem.
Um almoço maravilhoso.
Todo mundo junto, contando causos da vida, gargalhando.
Trocando receitas de cozinha e de felicidade.
Uma delícia!
Hora de desovar o Marujo em Cumbica.
Mulher precavida que sou, notem vocês, cuidei de chegar cedo ao aeroporto.
Chega de stress. Essa é a ordem do meu terapeuta. Certo?
Hum..
Acho que exagerei um pouco. Chegamos com duas horas e meia de antecedência.
Eu tentei. Vocês são testemunhas.
Hunf!
Cartão de embarque em mãos, uma passada na La Selva e todas as obrigações burocráticas estavam resolvidas.
Bacana. Temos duas horas e 10 minutos sobrando.
Pizza Hut? Pão de queijo?
Hum... preciso ir ao caixa eletrônico. Não tenho um puto pra pagar o estacionamento.
Legal. Agora temos duas horas e 5 minutos sobrando.
- Quer dar um tempo lá na sala vip? (notem que apesar de tudo, eu ainda tô podendo. Uia! )
- Tá com fome?
- Não muita. Comi como uma porca no sítio do Wagmar.
- Sede?
- Isso sim.
- Chopp???
- Eu te amo!
Quatro chopps depois, chegou a hora.
A mocinha do microfone chamou o vôo.
E ele voltou pra Belém.
Bosta.
Nascemos mesmo um para o outro, deu pra perceber? ;O)
Hoje, ao acordar, tinha uma chamada não atendida no meu celular.
Tá registrado que ele me ligou às 3h, lá de Belém. Ele chegou em casa, em total segurança.
Não ouvi o telefone tocar. Tava exausta. Fiz um circuito São Judas- Itapecerica da Serra - Itapecerica da Serra - Cumbica - Cumbica - São Judas. Coisa pra mais de 100km.
Dá um desconto.
Desmaiei.
Ele vai voltar, em breve.
Cheguei em casa feliz, pelos cinco dias intensamente vividos.
Saudade de Belém. :O)
Às 9h10, estava eu a caminho do aeroporto: olho amassado, cabelo molhado e a bordo da primeira roupa que encontrei no armário. Era o retrato do inferno.
Sem café da manhã, sem cigarro, sem gasolina no carro e com uma vaga noção de como se chega ao aeroporto de Cumbica. Emergência 5, notem.
Eu mereço.
Meus Deuses (gregos) : por que? Por que? Por que???
Muita calma nessa hora.
Pensa em outra coisa que passa.
16 abril, 2002
Mudo de canal.
Tô na Rede TV! (até hoje não entendi o motivo da exclamação, em todo caso...)
O programa é o Casa é Sua.
Acho que até a semana passada, era apresentado pela Sonia Abraão, que parece ter picado a mula rumo ao SBT.
A nova apresentadora é a Leonor Correa, uma gorducha despachada, que não deixa nada passar batido, não. Legal ela.
Eles levam essa coisa de fofocas do mundo artístico muito a sério. Tem comentaristas. Convidados pra falar sobre determinado divórcio. Assessor de imprensa explicando o que aconteceu na verdade entre a Syang e o Sabbá. O diabo.
Eu não assisto muito à essa trolha porque no dia que eu for na manicure, não vou ter o que ler. Já vou estar sabendo de tu-do.
E dura a tarde quase toda, viu? Das 13h às 16h30.
Eu, hein?
Tô na Rede TV! (até hoje não entendi o motivo da exclamação, em todo caso...)
O programa é o Casa é Sua.
Acho que até a semana passada, era apresentado pela Sonia Abraão, que parece ter picado a mula rumo ao SBT.
A nova apresentadora é a Leonor Correa, uma gorducha despachada, que não deixa nada passar batido, não. Legal ela.
Eles levam essa coisa de fofocas do mundo artístico muito a sério. Tem comentaristas. Convidados pra falar sobre determinado divórcio. Assessor de imprensa explicando o que aconteceu na verdade entre a Syang e o Sabbá. O diabo.
Eu não assisto muito à essa trolha porque no dia que eu for na manicure, não vou ter o que ler. Já vou estar sabendo de tu-do.
E dura a tarde quase toda, viu? Das 13h às 16h30.
Eu, hein?
Peguei o controle remoto e voltei lá pra Palmirinha.
Agora, quem apresentava o programa era uma loirona, dando voz aos patrocinadores do programa. Uma mulher, morena, falava sobre as cores variadas e os efeitos terapêuticos de uma determinada tintura pra cabelo. Eu fiquei olhando aquilo.. Hum! Claro, essa mulher é aquela que vendia cartilagem de tubarão contra osteoporose, lembra?
Talvez tenha se cansado de enganar velhinhos e agora resolveu enganar loiras de todas as nuances.
Pelo jeito, já deve ter vendido até a mãe.
Tem também a moça que vende o plano pra casa própria por apenas 80 reá por mês e vc se livra do aluguel, a coroa da yogurteira Yoguterm e a moça que vende o curso de bijouteria. Você recebe o curso, a fita de videocassete com to-das as explicações, o material pra você confeccionar 36 bijouterias. E o melhor: comprando hoje, você só paga em maio. Ou seja, amiga: você recebe o curso, faz as bijouterias, vende todas as bijouterias - sim, porque elas são um espetáculo, precisa de ver, ensina até a fazer o anel da Jade e assim - você paga o curso e já começa a lucrar.
Se o dia estiver meio nublado e você meio depremidona, pode até imaginar em fazer um puxadinho na sua banca de queijadinha pra vender anel da Jade também. Criança compra.
Agora, quem apresentava o programa era uma loirona, dando voz aos patrocinadores do programa. Uma mulher, morena, falava sobre as cores variadas e os efeitos terapêuticos de uma determinada tintura pra cabelo. Eu fiquei olhando aquilo.. Hum! Claro, essa mulher é aquela que vendia cartilagem de tubarão contra osteoporose, lembra?
Talvez tenha se cansado de enganar velhinhos e agora resolveu enganar loiras de todas as nuances.
Pelo jeito, já deve ter vendido até a mãe.
Tem também a moça que vende o plano pra casa própria por apenas 80 reá por mês e vc se livra do aluguel, a coroa da yogurteira Yoguterm e a moça que vende o curso de bijouteria. Você recebe o curso, a fita de videocassete com to-das as explicações, o material pra você confeccionar 36 bijouterias. E o melhor: comprando hoje, você só paga em maio. Ou seja, amiga: você recebe o curso, faz as bijouterias, vende todas as bijouterias - sim, porque elas são um espetáculo, precisa de ver, ensina até a fazer o anel da Jade e assim - você paga o curso e já começa a lucrar.
Se o dia estiver meio nublado e você meio depremidona, pode até imaginar em fazer um puxadinho na sua banca de queijadinha pra vender anel da Jade também. Criança compra.
Descobri, outro dia, que no mesmo horário, passa "O Mundo à La Carte" no P&A.
Consegui, finalmente, ver as duas velhinhas que viajam de moto pela Europa, preparando banquetes para os mais diversos convidados. É lindo.
Peguei a coisa já tava quase terminando. Uma delas tinha acabado de preparar uma sopa cremosa, que me pareceu ser de frutos do mar. Antes de servir, uma falou: - Vou colocar mais vodka nisso daqui.
A outra, espantada: - Mais??????? (deu pra notar que ela já devia ter entornado uma porrada sobre a sopa)
A justificativa: - Vodka nunca é demais.
O programa termina com as duas enchendo a cara de vinho, assistindo ao por do sol no alto de uma colina em Portugal, e seguindo pela estrada, de moto, para preparar outro banquete, em algum outro lugar.
Isso sim é que é vida.
Consegui, finalmente, ver as duas velhinhas que viajam de moto pela Europa, preparando banquetes para os mais diversos convidados. É lindo.
Peguei a coisa já tava quase terminando. Uma delas tinha acabado de preparar uma sopa cremosa, que me pareceu ser de frutos do mar. Antes de servir, uma falou: - Vou colocar mais vodka nisso daqui.
A outra, espantada: - Mais??????? (deu pra notar que ela já devia ter entornado uma porrada sobre a sopa)
A justificativa: - Vodka nunca é demais.
O programa termina com as duas enchendo a cara de vinho, assistindo ao por do sol no alto de uma colina em Portugal, e seguindo pela estrada, de moto, para preparar outro banquete, em algum outro lugar.
Isso sim é que é vida.
Tenho assistido à muita coisa na TV.
Muitos documentários-cabeça no GNT, as amenidades-cabeça no P&A, musicais, filmes, muitos filmes e seriados, haja seriados.
Mas o que está fora de qualquer classificação, são os programas vespertinos da TV aberta.
Estou pasmada. Levei um susto. Foi duro acreditar.
A aventura começa lá pela 1h da tarde, acho que na Gazeta.
Mulheres? Será? É aquele programa que tem o Huguinho, o boneco de espuma que tem alguma inspiração no Louro José, mas o resultado é o QI do Professor Barbosa (lembra da TV Pirata?)
Pois é. O primeiro quadro é o da Palmirinha.
A Palmirinha, coitada, é uma culinarista bem velhinha, superboa gente, muito simples que sempre ensina coisas que você pode vender, pra faturar um troco. Ela é, praticamente, um serviço de utilidade pública.
Aí, começam os cálculos: - Com essa receita, amigá, você gasta 9 reais. Dá pra vender cada pedaço, a R$ 1,50.
Então, entra o Huguinho: - A R$ 1,50...
Num falei que esse Huguinho é a reencarnação do Professor Barbosa?
E você ali, em casa, vendo aquilo tudo e começa a se imaginar velhinha, com vestido estampadinho de jersey, tríceps flácidos e enrugados, vendendo queijadinha em porta de escola. A R$ 1,50, é claro.
Medo!
Muitos documentários-cabeça no GNT, as amenidades-cabeça no P&A, musicais, filmes, muitos filmes e seriados, haja seriados.
Mas o que está fora de qualquer classificação, são os programas vespertinos da TV aberta.
Estou pasmada. Levei um susto. Foi duro acreditar.
A aventura começa lá pela 1h da tarde, acho que na Gazeta.
Mulheres? Será? É aquele programa que tem o Huguinho, o boneco de espuma que tem alguma inspiração no Louro José, mas o resultado é o QI do Professor Barbosa (lembra da TV Pirata?)
Pois é. O primeiro quadro é o da Palmirinha.
A Palmirinha, coitada, é uma culinarista bem velhinha, superboa gente, muito simples que sempre ensina coisas que você pode vender, pra faturar um troco. Ela é, praticamente, um serviço de utilidade pública.
Aí, começam os cálculos: - Com essa receita, amigá, você gasta 9 reais. Dá pra vender cada pedaço, a R$ 1,50.
Então, entra o Huguinho: - A R$ 1,50...
Num falei que esse Huguinho é a reencarnação do Professor Barbosa?
E você ali, em casa, vendo aquilo tudo e começa a se imaginar velhinha, com vestido estampadinho de jersey, tríceps flácidos e enrugados, vendendo queijadinha em porta de escola. A R$ 1,50, é claro.
Medo!
Finalzinho de semana desgraçado foi este.
Pronto, passou.
Se existe uma coisa capaz de enlouquecer uma pessoa é o ócio. Pelo menos o da minha pessoa.
Estou passando por uma fase de encasulamento. Básico.
Tenho um amigo que diz, sabiamente: - No casulo, você tem duas possibilidades: ou virar uma borboleta ou virar um lencinho de seda.
Hum...
Digamos que eu esteja fazendo um lencinho básico, que vai combinar com as cores das minhas novas asas.
Até que não estou tão ociosa quanto eu imagino.
Quem sabe? ;O)
Pronto, passou.
Se existe uma coisa capaz de enlouquecer uma pessoa é o ócio. Pelo menos o da minha pessoa.
Estou passando por uma fase de encasulamento. Básico.
Tenho um amigo que diz, sabiamente: - No casulo, você tem duas possibilidades: ou virar uma borboleta ou virar um lencinho de seda.
Hum...
Digamos que eu esteja fazendo um lencinho básico, que vai combinar com as cores das minhas novas asas.
Até que não estou tão ociosa quanto eu imagino.
Quem sabe? ;O)
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