19 dezembro, 2007


Bom dia é modo de dizer.
Cansada. Cansada. Cansada.
Faltam apenas 4 dias, contando que talvez ocorra algum
atraso no cronograma equipe/cliente.:|
Pasme, eu tenho cronogramas internos e externo, hoje em dia.
Ui.
A festa na firma rola na sexta, eu nem comprei presente e
nem tenho ideia do que comprar. (algumas coisas nao mudam
nunca, yes! :O).
Pra viagem, ainda tem quase 3 semanas e eu, um monte de
coisas a fazer, divertidas e relaxantes, tipo Vale a Pena
Ver de Novo. Eu VPVN, eh metade da razao das minhas ferias,
eu juro!
E aproveito a TV ligada pra organizar um pouco a casa,
costuma funcionar.
E tbm enquadro o Caveirao no esquema, porque a viatura ta
ficando uma zona, antes mesmo de completar 1.500 km rodados.
Nao posso deixar a coisa esculhambar desse jeito.
Vou preparar risoto e pure de castanhas no Natal, eu tinha
esquecido.
Hoje, quase no final da tarde, sem job, fiz um comparativo
particular
dez/06-dez/07.
Tudo muito, muito diferente.
Apesar de todos os atropelos pesaderrimos de 2007, eu me
sinto feliz.
Quase como me sentia em dez/06, com toda aquela barra que
foi e nem faz bem lembrar.
No saldo, fiz uma porrada de coisas, algumas surpreendentes
e completamente fora do roteiro original.
Estou cansada. Cansada. Muito cansada.
Parar de fumar foi, de longe, o melhor que eu poderia ter
feito por mim, hoje tenho a ideia da importancia e da
elegancia do gesto.
Melhor ainda seria eu acordar, sair de casa, trampar
funcionalmente e, no meio do dia, pegar o Caveirao no
estacionamento sem ter vontade de socar o manobrista, chegar
ao MPlace, ter uma ideia fofa de presente, antes de sucumbir
ao vale-presente, comprar a O Magazine, pq eu VI a
entrevista do Seinfeld com a Oprah no GNT. Sobre Bee Movie,
coisa mais fofa! Eu quero LER a entrevista na praia.
:O)
Cansada, eu, vcs se convenceram?
Vou fazer soninho da beleza.
Mantenham-me informada, plizz.
ZZZzzzzz.

18 dezembro, 2007

Eu só faço o furo.
Quem mata é Deus.
[taxista carioca e, provavelmente, frila do BOPE :]
Listinha de férias II:
- Levar vestidinhos para ajustes na costureira
- Comprar exemplar de novembro da “O” Magazine (Oprah entrevista J. Seinfeld), na banca do MPlace. Porque 2008 será o ano da leitura de praia. Chega de leitura de aeroporto. :p
- Comprar Episol 50
- Separar o caderno de notas
- Localizar as raquetes e bolinha de frescobol.
Vida besta. :O)
Listinha de férias I:
- Separar livros para a viagem
- Comprar 3 biquinis
- Não comprar canga, porque não é preciso (aha,ha,ha)
- Assistir Vale a Pena Ver de Novo – Coração de
Estudante, todas as tardes
- Ir para academia todas as tardes, depois do Vale a Pena
Ver de Novo
- Organizar cardápio básico para a praia
Vida besta. :O)
O psiquiatra do brucutu declarou nesta manhã, no pograma
da Namaria, que seu paciente não praticou um roubou de
carro. Ele apenas estava fugindo de seus perseguidores
imaginários.
Então tá.
Eu não acredito que faltam quatro dias.
Alguém me belisca, por favor.

17 dezembro, 2007

Maxwell"s silver hammer.
Não me sai da cabeça. :O)

Eu te-nhuuu, vc num te-eem.
Eu te-nhuuu, vc num te-eem.

Ganhei da minha mãe.
Estou completamente regredida.
:O)

16 dezembro, 2007

Ontem rolou o primeiro pic nic no Caveirao (fofo!), eu e
Oli.
A fome era muita e o prazo, nenhum.

Sorvete de bolota, sabor framboesa, da Brunella, foi o pior
que ja tomei na minha vida. Corra.

Antes disso, fomos ao cabelereiro.
Ela, cabelo. Eu, dobradinha manicure/pedicure, plizzz.
Precisavamos muito de cuidados especiais, eu tava exausta e
seriamente aborrecida com uma serie de entraves
profissionais.
Relax. Respira.
Helena cuida de nossos cabelos e, aparentemente, nos ama
incondicionalmente.
O assistente comprimenta Oli, conversa com ela e depois
anuncia, solene: agora eu vou falar com a sua irma.
No caso, eu.
:O)
Adoro gente que tem trato com as pessoas.
:O)

15 dezembro, 2007

14 dezembro, 2007

Sem hora pra sair.
A coisa tá braba.
Fui almoçar no D&D.
Só vi coisas lindas. E carésimas.
Voltei deprimidinha.

- Are you ready to meet Dr. House?
- YES, I AM! :O)

13 dezembro, 2007

Tem certas coisas que eu não sei dizer.

12 dezembro, 2007

Faltam só 9 dias para as férias, percebi hoje.
Fiquei boba.
Amanhã, eu teria que tirar, mais ou menos, uns 850 ml de
sangue para a batelada de exames de sangue que Dra
Figuraça pediu, a fim de conferir a quantas anda o meu
comportamento à mesa e toda aquela saúde supostamente
promovia pelos exercícios físicos praticados com uma
certa regularidade.
Só que pra isso ocorrer, eu teria que fazer um jejum
forçado de 12 horas, que, em tese, teve início às
19h30.
Problema é que eu ainda tô na firma e o povo tá
agitando de pedir rango no japonês. Pedi uma porção de
guioza ao vapor e uma vaga para portadores de necessidades
especiais, no combinadão de 45 peças.
Fica fácil imaginar que os tais 850 ml serão sugados da
minha veias só no ano que vem.
Meu otimismo permanece inabalável.

09 dezembro, 2007

Desventuras Em Serie.
Estou assistindo, agora. Na Fox.(suspiros)
Coisa mais linda, chorei a ponto de morrer, no final.
Veja, vc. Veja.

08 dezembro, 2007

POLICE.
NOW?
Can you help me?
Now?
I love Sting.
Mais do que Eric Clapton.
E olha que Eric Clapton eh O CARA pra mim, viu?
Eu ganhei o DVD dele inclusive, de presente dos meninos,
lembram?
Mas Sting, puta merda.
Sting.
Foda-se o baterista, David.
Sting, meu pai!
E eu nao estou no Maraca.
Merda!
Sting teve a ousadia de ser sosia do meu pai. E meu pai era
um cara lindo.
Sting eh um sujeito muito petulante e tem a voz mais linda
do mundo.
I love Sting e, por ironia do destino, tenho alergia a
abelhas.
Sting tem a cara do meu pai.
Minha mae teve um imenso bom gosto, eis a grande verdade.
I hate Roxane.
:O)

07 dezembro, 2007

Comprei um par de brincos vermelhos.
Lindos.
Impulso incontrolável e perfeitamente compreensível.

06 dezembro, 2007

Eu queria tanto, tanto, tanto ver Sting.
Tanto.
Tem coisa que não dá mesmo pra tratar na base da
conversa.
Melhor é internação e medicação pesada.
Ou, como diz, só matando. Sou muito a favor.
A endócrino não é apenas ótima.
É figura.

05 dezembro, 2007

Num entendi direito a roupa da Beth Lago.
Noite de quarta-feira, Saia Justa.
Amanhã, consulta com a endódrino ótima.
Fiz listinha de perguntas. Algumas bem estúpidas, pensando
bem.
Depois de 8 quadradinhos de Crunch-que-subiu-na-vida, nada
aconteceu.
Acho que meu estômago está zero-bala. :O)

04 dezembro, 2007

Voltei ao consultório do Dr M. pra levar o resultados dos
exames.
A expectativa sempre é tensa.
Dr M. é daquele tipo cada vez mais raro de pessoa que
você fica ao lado por 3 minutos e tem a agradável
impressão de que dividia a mesa com ele, desde o maternal
I.
M. disse que eu estou magrinha (hã?), linda e com a
saúde perfeita. Sugeriu uma endócrino ótima e lamentou
o fato da próxima consulta ser só no final do ano que
vem.
Tudo indica que aquela impressão, a do maternal I, é
recíproca.
Uma consulta que vale por um passeio.
Feliz, feliz.
Contrariando as ordens do dentista, almocei meio litro de
açaí com banana e granola.
Quem avisa amigo é.
Nunca diga a um corintiano:

1- Foi bem de final de semana?

2- Culpa do Inter.

3- Qual era o nome daquele juiz?

4- Vai ser legal enfrentar novos desafios

5- Um ano passa rápidinho

6- Que zica, hein?

De amigo secreto eu pedi uma cadeira de praia.
Ninguém tá me levando a sério.
O carro novo ainda não tem nome.
Coisa mais fofa do mundo e se comportou como um lord, na
viagem até a praia.
Completamente apaixonada.
:O)
Comprei uma sacola térmica, prática e elegante, para
reduzir o uso de sacolas de plástico.
Vou ao supermercado praticamente todos os dias, de modo que
o meio ambiente deve estar agradecendo a atitude. Um bom
investimento.
Apostei num pacote de castanhas portuguesas congeladas.
Amo castanhas e eu tinha altos planos para elas.
Agora, imagino, que foi esmola demais: menos de 20 reau o
quilo. Sei não. Vou testar antes de recomendar.

03 dezembro, 2007


Bate-volta na praia, pra reconhecimento de terreno.
Amei o lugar e tenho certeza de que a gente vai se divertir um bocado.
Comemos peixe grelhado à beira-mar, dissemos bobagens, muitas bobagens.
Solucionamos a vida da paciente compulsiva por comida, que tem 47 bonecas e come um bolo de aniversário por dia.
Tão simples.
Falta muito pra janeiro, hein?
(suspiros)
Se existe uma verdade inquestionável nesta vida é
aquela, a do David: quando termina é porque acabou.
Né?
Prossigamos, então.

29 novembro, 2007

Quando eu imagino que já vi de tudo nesta vida, no quesito cara-de-pau, o palhaço vem e se supera.
Medo dessa gente. Muito medo.

28 novembro, 2007

Então Cascão se foi.
Fez parte da minha por onze anos, conheceu três namorados, pegou estrada cinco vezes, nunca pegou onda, transportou dois pit bulls, sobreviveu a Godzila, levou cinco multas. Quebrou 18 vezes, entre 2006 e 2007.
Que o segundo dono não me rogue nenhuma praga.

27 novembro, 2007

A moça do café me perguntou:
- Ana, como eu faço para diminuir minha conta de telefone?
- Corta os pulsos.
Simples.

26 novembro, 2007

Aos poucos, os sonhos anormais estão voltando e vcs nem
imaginam o quanto isso me enche de esperança de um futuro
melhor e mais divertido.

Sonhei com um ex-amor. Encontro inesperado. Eu o estranhava.
Não conversávamos. Estávamos encostados num colchão,
vendo TV com os pés apoiados sobre uma mesa. Eu olhava e
não o reconhecia. Eu estranhava a nova armação dos
óculos, preta e retangular, não combinava. Ele me beijou
e eu quase morri de susto e paixão.

Foi bem nessa hora que a merda do telefone tocou de verdade,
eu acordei e levantei pra atender.
Era voz de mulher. E era engano. Vaca.
Ódio. Há muito ódio em meu coração.
Me joguei no sofá, liguei a TV e, no meio de uma reprise
de Everwood, ainda muito contrariada com aquela vaca
empata-foda, adormeci novamente.

Sonhei com um querido, muito querido, que eu não encontro
há quase meio século. Ele, do nada, apareceu para
trabalhar na agência, enquanto eu e todo mundo
esperávamos a pizza. Me deu um beijo chupado no queixo
(hein???) e sussurrou ao meu ouvido "acabou!", enquanto me
abraçava muito forte.
Eu queria acreditar que aquilo tinha um certo significado,
custei a entender que era se tratava de outra coisa.
Depois, o querido, muito querido, contou que iria trabalhar
com meu ex-amor, aquele do outro sonho, e eu tinha certeza
de que aquilo não ia dar muito certo.
O pior era que o ex-amor nem estava ali. Mas estava pra
chegar, novamente do nada, e eu comecei a ficar aflita.
O querido, muito querido, conversava comigo, ainda
sussurrando ao meu ouvido coisas divertidas, e eu,
desconcentrada, não conseguia lembrar da minha assinatura
para preencher o cheque da pizza que, percebam, tava
demorando pra burro pra chegar.
Emoções fortes, nem queiram saber.
A pizza chegou, tinha uma galera gigante no trampo, o
querido, muito querido evaporou-se sem dizer adeus e o
ex-amor, safado, como era de se esperar, não deu as caras.
Com a pizza, chegaram, tbm de surpresa, montão de doces em
forma de bichos e dragões de marzipan.
Minha mãe estava na sala e me ofereceu um espetinho de
bicho-de-pé, aquele brigadeiro de gelatina de morango.

Jurei nunca mais dormir com fome.
E aquela vaca do telefone me paga.

23 novembro, 2007

Era quase véspera do feriadão. Cheguei no trabalho às
nove e pouco.
Saí por volta das cinco da manhã.
Fiz as contas, foram 20 horas de trampo pesado.
Entrei em casa com o dia amanhecendo e, antes de desmaiar no
sofá, pensei:
eu mereço um carro novo.
Oi, eu parei de fumar há 4 meses, pratico musculação
com uma certa regularidade, não sou vegetariana, tenho
sonhos recorrentes, não vivo sem Häagen-Dazs e sou
viciada em seriados americanos.
Pois então, meu nome é Ana mas pode me chamar de A Louca
do Carro Preto.
Uh! \ö/
Loucurinha necessária.

22 novembro, 2007

Amanhã é o dia mais esperado do ano.
É bem provável que eu nem consiga dormir.

21 novembro, 2007

Ontem, conversei pelo telefone com a Thais, mãe do Manu.
A gente alugou a casa na praia, vcs já sabem.
O Manu é amigo de infância da Oli. Thais, mãe do
Manu, estudou no mesmo colégio que eu e nós cursamos a
mesma faculdade, olha só que coisa. Ficamos muito, muito
amigas só por causa da Olivia e do Manu, que são amigos,
muito, muito amigos, desde o minimaternal. Hoje, os dois
têm 17.
Nunca vi uma amizade tão linda e eterna como a desses
dois, Oli e Manu.
Entao eu falava pra Thais que a minha grande preocupacao era
como alimentar esse bando de gente.
Thais é mulher experiente nessas empreitadas. Ela se
preocupava mesmo com as instalações da casa.
Essa é a parte mais fácil, ora pois.
Final de semana que vem, a gente pega o carro e desce a
serra, pra inspecionar tudo, ao vivo.
Uhu!
Cês não têm idéia do quanto estou me divertindo com
esse janeiro que ainda nem chegou.
Meu treinador perguntou pq eu sumi por tanto tempo, comentou
sobre o jogo de volei que passava na TV e falou que eu
fiquei linda com o cabelo novo.
Deu quatro passos, voltou e reafirmou, olhando nos meus
olhos: vc ficou linda com esse cabelo.
E, eu juro, nao era uma cantada.
Eu amo a academia.
Passei quase a tarde inteira na academia, ontem.
Adorei cuidar de mim.
Comprei esmalte foda, secagem em 50 segundos, pincel com
tecnologia Automatic.
Tudo mentira.
Mas cor eh linda.
Tenho agora que ir ao cartorio, reconhecer firma, burocra.
Dr. Horse. Quero me livrar desse cara, mas tenho que ir,
falta pouco.
Eu vou te visitar, me aguarde.

19 novembro, 2007

E o namorado da Marieta, hein?
Uau.
Tudo por um feriadinho a mais.
Hoje, no site do Estadão, Tutty Vasques estava defendendo
a criação do Dia da Consciência Loura.
Eu apoio.

Desapega! :O)
De 14/11 até meados de janeiro, assumi o compromisso
pessoal de cumprir 24 treinos completos, de duas horas cada,
na academia. Já fiz dois.
Sim, porque agora eu tenho um objetivo real na minha vida:
vou passar oito dias na praia. Uhu!
Era isso que tava me faltando: um bom motivo.
Agora vai.

18 novembro, 2007

Em 17/11, quatro meses sem fumar.
Parei de contar os dias. Agora, eu conto os meses.
Buh! :)
Estou no meu segundo cabelo novo.
Meu primo/compadre, um cara que sabe das coisas, disse que
eu rejuvenesci 15 anos. Isso faz com que meu target regrida
para garotos entre 28 e 30.
Ho,ho,ho.

14 novembro, 2007

O casarão é daqueles que a gente abre a porta da frente
e despenca na praia.
Eu já escolhi, toda as noites vou adormecer contando
estrelas no meu quarto, que será na areia.
Vou procurar Iemanjá e puxar assunto sério.
À ela vou pedir um namorado.
Um fofo que combine com meu cabelo novo.
Porque chega de viver assim, né?
Penduraram a Wish List do amigo secreto no mural da firma.
Vou pedir uma cadeira de praia, porque meu living vai ser na
beira do mar. :O))))
Cheguei no trabalho ontem, 13/11, logo cedo, onde ainda
permaneço, 17 horas depois. É provável que eu saia
daqui com o dia amanhecendo. Tudo está indicando para.
Final do ano passado foi o mesmo esquemão e parece que foi
ontem.

13 novembro, 2007


[suspiros :]
Agora é sem volta.
Casa alugada, férias fechadas. Em janeiro, vou passar uns
dias na praia.
Casarão pra oito. Seremos nove: três adultos, sete
adolescentes, entre 15 e 17 anos.
Entre os adultos, pai e mãe de M.
E a caçula, eu, com idade mental já oscilando entre 17 e
18 e meio, dependendo da fase do mês e da lua. Vai ser
divertido passar uma semana com Olívia e seus melhores
amigos de tenra infância.
Se chover, a gente faz bolinho.

12 novembro, 2007

Sinto que escrevi cinto com S.
Shit.
Estou blogando por e-mail.
Depois eu conserto.
Sono.
E eu chorei no final de Cold Case pq tocou Black Balloon. E eu achei que era o meu celular tocando.
Entendeu pq preciso mesmo ver o mar? :|
E o tema final de Cold Case foi Black Balloon. E eu cantei e chorei feito boba. Preciso ver o mar. Agora.
Primeira multa da carteira nova. Na Luis Goes, num dia impossível, horário idem. Sem cinto (eu nunca ando sem cinto) e lá se foram cinco pontos. Bosta.
Final de semana praticamente tibetano.
Apenas um deslize por dia, em média.
Noite sexta, comi uma fatia de pizza da Domino's na
agência. Tá bom, duas.
Sábado, tomei um espresso na Livraria.
No domingo, fui santa.

Amanhã, começa minha última semana de tratamento.
Estou praticamente nova.
Hoje, comi uma trufa com zero de açúcar e zero trans.
Ei, e o mundo não acabou. :O)
Aos poucos, a vida e minha dieta voltam ao quase normal.
Até que nem foi tãão difícil. As principais
restrições eram: açúcar, gorduras, álcool e
condimentos.
Problema é que quando eu adoeço, tendo a achar que nunca
mais eu vou poder. E o nunca mais vira pra sempre e tudo
vira um sofrimento sincero. Depois passa.
Se eu aproveitar e seguir o esquema de apenas um deslize por
dia, capaz de eu viver pra sempre. Cês vão ter que me
agüentar. :p

11 novembro, 2007

Peugeot?
Num quero mais, nem a pau.
Um dia a verdade vai ser convidada a comparecer. |aha-ha-ha|
Te cuida.

09 novembro, 2007


Estes eu tô autorizada a comer.
Aceito doações.
:O)
É sopa. :O)
Uh!
Missão dada é missão cumprida.
:p

08 novembro, 2007

Amanhã é o dia.
Reza aê.
- Uma das coisas que vc me falou na penúltima consulta
pesou muito na minha decisão.
- Qual?
- Aquela, de quando chegar a fase da reposição hormonal.
- Sim, e eu só iria ficar olhando pra vc sem poder fazer
na-da.
- É. Imaginei isso e fiquei com muito medo. Eu me imaginei
uma velhinha caquética, abandonada como um maracujá de
gaveta e me afogando em baldes e mais baldes de
Häagen-Dazs. Tive muito medo.
- [gargalhadas]
- Então eu decidi parar de vez.
- [mais gargalhadas] Cê tá ótima. Permaneça com o
espírito elevado.
E eu andava tão tristinha.
A consulta com Dr M. e a descoberta da barrinha de alfarroba
com banana, no restaurante natureba, foram os meus alentos
da semana.
Tava ficando difícil a falta do chocolate, é sério.
- Em que você acredita?
- Em nada.
- Nem na fadinha do dente?
- Não.
- Nem na eternidade de Elvis?
- Não.
- Loira do banheiro?
- Não.
- Que coisa.

07 novembro, 2007

K. me mandou de presente:

Às vezes despidos, às vezes loucos,
Ora como sábios, ora como parvos, (ora como burros... rs)
Assim surgem na terra
Os homens livres!

Eu precisava disso, hoje. :O)

Organoléptico.
Taí uma palavra engraçada de se pronunciar.

05 novembro, 2007

É. Para querer, basta não poder.
Hoje, 15 dias de dieta antiesofagite.
Acidez a cada dia mais controlada.
A fome cada vez mais surtada.

31 outubro, 2007

Em breve, A Matemática do Inferno.
Você não perde por esperar.
Trust me.
Meus infernos astrais deram pra ser temáticos. Muito chic,
isso.
O de 2005, acho que nem tive. Estava apaixonada demais.
O inferno de 2006 foi marcado por tragédias financeiras:
quebra de carro a cada 3 dias, táxis, despesas não
planejadas, clonagem de cartão de débito, pequena
fortuna saqueada.
Em 2007, o tema é violência urbana. Tá difícil.
Os tempos de tragédias financeiras foram bem mais mansos.


Em um intervalo de 7 dias, sofri abordagem brutal em loja de
conveniência e trote indireto de falso seqüestro, em
plena madrugada.
Como consolação, ganhei uma esofagite level 5, que se
encontra devidamente auto-medicada e completamente fora de
controle.
Preciso de um especialista, desde que me seja permitido o
consumo desenfreado de chocolate e Häagen Dazs. Quero
apenas um milagre, não é pedir demais.
Emoções fortes por aqui, perceba. E pra dezembro ainda
tem chão. Oremos.

25 outubro, 2007

E agora, Zé?

19 outubro, 2007

Quando eu afirmo que vivo em regime semi-aberto, neguinho fica achando que é draminha meu.
Hoje, entrei em uma reunião às 10h, escapei, fui sofrer no Dr Horse, voltei em meia hora e entrei em outra reunião que acabou às 19h.
Desculpa, Alê. Sobrou pra ti.

18 outubro, 2007

Coisas más acontecem a pessoas boas. Isto é incrível. Eu juro que estava tudo normal, normal quando eu saí de casa, pela manhã. Tive que voltar porque não tinha deixado a diária de Santa N.>E tudo permanecia na santa paz.Uma hora depois, Santa N. telefonou anunciando a tragédia.O cano que liga o vaso à parede se rompeu, sozinho (SIC)e a casa estava inundada.Ok. Eu já deveia ter contado com a hipótece isso ocorrer, em algum momento da minha vida. Porque, se você se recordar, não faz um mês que o chuveiro pifou e eu fiquei praguejando. Entendo agora que fui uma pessoa muito feliz naquele tempo, porque eu sofria com a água gelada, mas havia água no banheiro, o que me fornecia uma dignidade humana que só agora dou valor. Diante dos fatos, me restam algumas providências:
- Negar a realidade e fazer de conta que nada acontece
- Ir morar com a minha mãe, até essa fase difícil passar
- Me mudar pra um motel
- Dar uma de joão-sem-braço e procurar um hospital que me abrigue, porque alé;m de banho quente e TV no quarto, eles devem também servir uma sopa quentinha e eu economizo um troco.
Dentre todas coisas que têm me preocupado, como o motor do
Cascão, o encanamento do banheiro que arrebentou de vez e
a fome no mundo, a maior delas é o comportamento do colega
aqui da firma.
A mudança tem sido nítida. E não me parece que ele
está tentando ser uma pessoa melhor.
A causa: Tropa de Elite.
Eu ainda não assisti ao filme, mas tá na cara que a
história perturbou a mente do menino.
Em parte, sinto uma certa culpa. Eu passei o link do blog do
Capitão e o Teste da Tropa.
Então ele descobriu que no filme ele seria o Baiano e,
pela cara de orgulho, isso não pareceu ser boa coisa.
Numa tarde de uma outra sexta-feira, o elemento comentou que
precisava ir às compras, no sábado.
Pensei que era presente para a filhinha. Não, era coisa de
macho, tipo metralhadora e munição.
Outro dia, apareceu usando um boné altamente suspeito.
Eu tô preocupada com esse cara. Muito preocupada.

17 outubro, 2007

Eu conheço um cara que imita umbigo. É isso.
O cara imita umbigo. Vejo com que tipo de gente eu tenho
lidado.

16 outubro, 2007

Me explica essa coisa do Ze Padilha. Pq, puta merda, neh?
Deve ser culpa do sobrenome.
Me acuda.
Eu seria perfeitamente capaz de me casar pra sempre, tipo
pro resto da vida com Ze Padilha.
Puta cara fofo.
Ze Padilha eh um homem irresistivelmente sexy.

12 outubro, 2007

Luto fechado.
Por Paulo Autran

11 outubro, 2007

Sinuca para mulheres I.
Vá, é superlegal, mas não passe vergonha. Passe na manicure antes.


O acaso me surpreende a cada semana.Quinta-feira passada: chopp, pastel, bolinho, telão, jogo do São Paulo, num boteco de catigoria.
Eu não entendo xongas de futebol mas minha amiga do Leste
Europeu bem que merecia levar uma garrafada na cabeça por dar um soco nas costas do desconhecido, torcedor do Flamengo, que estava na mesa ao lado.
Terça-feira, sinuca, cerveja e rock and roll, numa pocilga singela, que aparentemente foi um puteiro num passado remoto, e a cozinha não inspirava a menor confiança. Eu nunca soube jogar.


Sinuca para mulheres II.
Pulseiras e mesa de sinuca são elementos incompativeis entre si. Nem fica bem insistir.


Sinuca para mulheres III.
Feltro é um tecido mais frágil do que aparenta.


Eu ainda não assisti a nenhum capítulo de Duas Caras e confesso que tô; sem a menor curiosidade.
Existe algo de libertador em não assistir novela. Preciso confirmar esta hipótese.


Sinuca para mulheres IV.
Nunca pergunte o que é uma sinuca de bico.
Pra isso Deus lhe deu intuição, querida.


Sinuca para mulheres V
Não seja Ross. Bola 8 e Eight Magic Ball têm funções diferentes, embora visualmente sejam idênticas. Ok?
Na dúvida, reveja Friends, 8a temporada.

Da madrugada de segunda-feira até a manhã de hoje, dormi exatas 18 horas. É pouco.
E não há razão aparente para isso.
Paixonite? Não. Coração permanece no freezer.
Problemas no trampo?
Os de sempre.
Planos para o futuro?
Nenhum. Apenas o desejo inquietante de que algo positivamente avassalador aconteça em minha vida. Hugh Laurie, por exemplo.
Mas isso não justica apenas 18 horas de sono.


Sinuca para mulheres VI:
Seu adversário olha pra vc e diz: vc me sinucou!
Como isso funciona na pratica?
É uma linguagem cheia de duplos sentidos.
Foi apenas ação da Lei da Inércia, fia.
Abstraia.


Sinuca para mulheres VII:
Cuidado com o excesso de confiança.
Sempre.


Sinuca para mulheres VIII - O resgate final.
Vá de salto agulha, se quiser, mas não seja louca de ir de saia.
Fui clara?

10 outubro, 2007

06 outubro, 2007

Eu vou sentir muita falta disso tudo. Muita, muita.

Mês passado, na semana do feriado, sala de reunião,
quase madrugada, pra fechar o conceito da campanha. Foi
tenso, muito tenso, no final cliente aprovou, deu tudo
certo. Mas durante, teve o momento brainstorm. No caso,
shitstorm.
A.1, o redator e regente da parada: - Qual a imagem?
A.2, no caso, eu: - Agulha, seringa.
D., diretor de arte - E se a gente desse um close num
ventríloquo?
A.1: - ???
A.2: - What?
D. - Vai ficar bonito. A gente mostra o ventríloquo,
página inteira, e A2 faz um puta título. Fechou.
Silencio
A.1 retoma: - Imagem?
A.2: - Putz. Tenho que pensar mais..
D.: - Por que vocês não gostaram do meu ventríloquo?
Tem tudo a ver.
A.1: - Cala a boca.
A.2: - D., cê tá bem?
D.: - Ventríloquo não é aquela válvula do
coração, tem duas, o ventríloquo direito e o
ventríloquo esquerdo?
A.2:- Puta merda, D. Hello!
A.1: Ventrículo, animal. Ventrículo.
D.: - Ventríloquo é o boneco? Não é a válvula?

D. me pareceu um tanto confuso naquela noite. Todo mundo
cansado.
............
Quarta-feira desta semana, um mês depois, horário de
almoço, japa, esquema 30-reá-e-come-até-morrer. Lindo.
À mesa, D1, que era o D., o perturbado da sala de
reunião do mês passado, D2, um rapaz que eu julgava
inocente e A., no caso, eu .
D2 despeja shoyo na vasilhinha e nela mergulha um sushi
diferentão, que parecia um barquinho com o casco feito de
pão, eu nunca tinha visto aquilo.
Silêncio contemplativo. Os três de olho no shushi
diferentão, mergulhado naquele mar de shoyo.
D2, em tom quase pueril: - Olha! O mar de shoyo se abriu
para a Arca de Moisés passar!
Silêncio.
D1. e A. se entreolham, tentando concordar telepaticamente
que D2 tava zoando.
D2 continua maravilhado com a imagem do mar de shoyo que se
abriu para a Arca de Moisés passar.
Por um momento, A. teme que D2 afirme que a Arca de Moisés
transportava uma porrada de hebreus fugitivos do Egito.
Não. D2 apenas devora a Arca de Moisés, num bocado
só. E o mar de shoyo se fecha.
D1 faz questão de esclarecer, professoralmente, a D2 o
brutal equívoco histórico.
A. colabora, trazendo uma informação atual e relevante,
tipo, em breve, vai chegar ao Brasil O Todo Poderoso 2, que
trata exatamente da reconstrução a arca de NOÉ, aquela
que transportava casais de bichinhos.
E todos voltam ao trabalho quase morrendo de tanto comer. E
A., eu, intui que, em breve, um fato novo há de acontecer
para fechar todo esse ciclo de surtos bizarros.
E eu juro pra vocês que a gente nunca bebe quando tá de
serviço. Juro.Nem usamos drogas.

No dia seguinte, A ., no caso, eu, recebe um e-mail do amigo
G., que nem é de São Paulo. O cara mora longe.
Subject: A verdadeira história do sacrifício de
Abraão.
Perceba que todo um horizonte divino de merdas possíveis
vai se abrindo.
A piada, muito boa por sinal, contava que Abraão amarrou o
filho na árvore (outro equívoco histórico, né?) e na
hora que iria matar o garoto, ouviu a voz do Homi:
- Solta o moleque, Abraão! Eu só tava te testando,
rapaz!
E rolou aquela indagação toda, tipo: - Mas não foi o
Senhor mesmo que mandou?
- Solta o moleque! Deixa de leseira, Abraão!
Abraão obedece, desamarrra o filho e o dito cujo saiu
correndo.
E Abraão grita: - Filho, filho, o Senhor te perdoou.
Volta, volta, filho!
E, enquanto corria, o moleque gritava: - Perdoou, o
caralho! Se não fosse o ventríloquo, eu tava fodido!

Notou?
Desconfio que seja esta a minha função na Terra: o poder
de síntese.

Copiei a piada que G., oriundo lá do extremo Sul do
país, inocentemente mandou.
Encaminhei pra D1, o cara do ventríloquo, e pra D2, o
rapaz da Arca de Moisés.
Apenas com duas pequenas observações necessárias:.
D2, assim ó: esta parada do Abraão rolou bem depois
daquele lance da Arca de Moisés, ok?
D1, onde lê-se ventríloquo, leia-se ventrículo, tá?
Beijo.

Não obtive resposta.

04 outubro, 2007

03 outubro, 2007

Chuveiro Quente.
Por que me abandonastes? :’|

02 outubro, 2007

Como tudo na vida é uma questão do acaso, tenho
assistido a M.A.S.H. todo dia, pra equilibrar. Encontrei
zapeando.
Foi o seriado que me apresentou solenemente à
escrotidão humana, em tenra idade. Adorava. E não guardo
traumas.
Alan Alda ainda era broto. Muito broto, hoje eu avalio com
critério adulto. Ele era o capitão Hawkeye, médico
cirurgião e escroto até a tampa. Escrevia cartas fofas
ao pai, contando sobre o acampamento, durante a guerra com a
Coréia. Ele era um cara sensível, no fundo.
Hawkeye foi o primeiro homem mais velho por quem eu me
apaixonei na vida. Eu tinha 9 anos.
Porque Hawkeye era Alan Alda, na fase broto, muito broto. E
um escroto bom caráter. Caso contrário, não teria a
menor graça. Nem eu teria me apaixonado.
Passa no FX, às 7h30 da madruga.
Eu acordo cedão, todo santo dia, o que você quer que eu
faça, numa hora dessa? Que adquira discernimento pela TV?
Tá dominado. Pouco mais de 20h30, seis profissionais
altamente capacitados, que ocupam cargos importantes numa
das mais premiadas agências do Brasil, dentro do segmento,
gente com diploma do estrangeiro, assistindo Pocoyo pelo
youtube.
E juro que não fui eu quem começou. Eu só perguntei se
alguém conhecia. Juro.
Então, ficou assim: a gente vai fazer sessões, no final
do expediente. Chamaremos os colegas do andar de cima. Mas
só um episódio por dia. Um. E cada um pra sua casa,
porque todo mundo tem família.
Cogitou-se tele, com o pessoal de Nova York, mas pode rolar
um choque cultural. Melhor não.
Amanhã, veremos Olimpic Games. Um dos meus prediletos. :O)
Eu odeio tomar banho frio. O-de-i-o-ô.
Pequeno atraso no cronograma.
Quando iniciei o tratamento antitabaco, em 01/07, a meta seria a alta em 01/10, de modo a comemorar o niver da Oli com pele linda. Ocorre que eu andei esquecendo de tomar o medicamento, vez ou outra. Note que isso nem pegou nada. Desconfio que eu fui sorteada pra integrar grupo dos otários do placebo, no estudo duplo-cego :). Consegui cumprir a parada definitiva no dia marcado e assim vou seguindo, atravessando provas de fogo diversas, sem lembrar que cigarro existe. Para alegria dos leitores, ainda teremos mais 8 ou 10 dias/noites de sonhos anormais pela frente. Ainda nao sei bem como vou viver sem eles. Mas parar de fumar foi a melhor coisa que eu consegui fazer por mim, nos últimos 15 anos.

E eu não vi setembro passar. Nem a primavera chegar.

Estou insone e vou me ferrar se eu não dormir exatamente agora.

Eu e Oli estamos numa cruzada insana, em busca de adesivos, bonecos e/ou camisetas do Pocoyo.
Nada consta no mercado nacional. :/
Dri, minha chefa, grávida de 4 meses, esteve em NY, semana passada. Não encontrou nada. Está atualmente em Miami, onde também nada consta. O mundo ainda nao descobriu o verdadeiro valor de Pocoyo. :/
Pocoyo eh consumo secreto de muito marmanjo, eu sei. Poucos têm coragem de assumir publicamente. Sem querer, apenas jogando verde, eu já flagrei 3 diretores de arte fazerem carinha meiga, apenas quando eu cito: POCOYO! (pronuncia-se po-co-yô (com circunflexo no último o)
Ok, os d.as. têm filhotes pequenos, o mais velhinho deles tá no Maternal II. Mas todo mundo em casa assiste e ama. Né? Numa tarde dessas, descemos todo mundo pra tomar café no Café, como a gente faz sempre que dá jeito, e surgiu o assunto. Diretor de arte, pai do garotinho do Maternal II, bem apontou a genialidade do cenário, ou seja, a ausência de.
Isso é mesmo genial. Os elementos vão surgindo, conforme a história evolui. O cenário, em tese, é branco e o episódio termina numa grande festa de elementos coloridos. A redatora, no caso, eu, apontou para a genialidade da narrativa. Pocoyo é o garotinho mais expressivo do mundo. Tem 3, no máximo, 4 anos de idade. Pouco fala. É quase monossilábico. Tem amigos imaginários: o pato chamado (buh!) Pato e uma elefanta cor-de-rosa de mochila azul chamada Elly. Tem uma cachorrinha filhotona chamada Lolla e um passarinho que só dorme, chamado errr... Sonequita. Eles brincam todos juntos, mas Sonequita sempre dorme. E os elementos da brincadeira vão entrando no cenário, conforme eu já falei. E se a imaginação os mandar para outras paragens, eles têm uma Pokonave, que, por sinal, é muito mais legal e tem muito mais opcionais que o meu Cascão. Só que tem também um narrador, acompanhado de uma platéia imaginária de crianças um pouquinho mais experientes, tipo 5 ou 6 anos de idade, que ensinam coisas bacanas ao Pocoyo. As histórias sempre se encaminham pra aquela coisa de que o mundo sempre pode ser melhor, que é sempre bom fazer amigos e todo aquele universo do discurso edificante, tendendo pra PNL. (confesso que no episódio do aniversário da baleia eu chorei no fim).
Tem dias também que eu fico de saco cheio, porque essa merda passa às 6h30 da manhã. E nao é todo dia que você acorda achando que o mundo pode e deve ser melhor, muito pelo contrário. Eu assisto aquilo e penso: esses três roteiristas estão tentando criar toda uma geração de frouxos e despreparados para a vida. Depois eu mudo de idéia. Porque aposto que você não viu no dia que Pocoyo e Elly inventaram de criar um restaurante de mentirinha e convidam o Pato pra jantar. E o Pato chegou ao estabelecimento morrendo de fome e ficou puto da vida porque a comida era fake.
Foi do caralho. :O)
Passa todo dia, às 6h30 e reprisa às 16h, no Discovery Kids. Você vai ficar com cara de retardado, vai emitir sons regredidos, tipo Ohn, tchuco!, ohnnnnnn! Pocoyo! (com circunflexo no último o;). Acontece com todo mundo.
Assista e depois me conta.




2h15, agora, e eu vou me ferrar.

01 outubro, 2007

Noite que promete ser longa, na agência.
- Eu não gosto de comer fruta porque a gente nunca sabe se
vai estar doce ou azeda.
- Isso. Não é que nem um chokito, que a gente abre e
sabe exatamente o que vai encontrar.
É o que eu sempre digo: falta de assunto dá nisso.
Como prova de que Murphie existe e gosta de mim, o chuveiro
queimou alguns dias depois que eu solicitei o cancelamento
temporário na academia
Diante dos fatos, minhas alternativas são:
- Negar a realidade e fazer de conta que nada está
acontecendo.
- Nunca mais lavar o cabelo
- Passar a tomar banho de favor na casa dos outros (e
aproveitar a viagem pra filar um rango)
- Me mudar pra um motel
Não é por nada, não, mas sinto cheiro de inferno
astral chegando, com a antecedência exagerada de sempre.