A Lu, lá do Solomio, gentilmente me indicou o chazinho de espinheira santa.
Thanks, Lu! :O)))
A pergunta é: onde eu encontro espinheira santa? Tem em saquinho? :O)
22 maio, 2002
21 maio, 2002
Se eu esquecer de postar, podem me cobrar três coisas:
- o purê de mandioquinha básico, pro começo da dieta.
- o caldinho de músculo básico pro consumê-levanta-defunto
- e o purê de batata de pedreiro lesado.
Sem contar que o trio mamão-pêra-banana regado a farelo de aveia perpetrua milagres à auto-estima.
Vai nessa! :O))
- o purê de mandioquinha básico, pro começo da dieta.
- o caldinho de músculo básico pro consumê-levanta-defunto
- e o purê de batata de pedreiro lesado.
Sem contar que o trio mamão-pêra-banana regado a farelo de aveia perpetrua milagres à auto-estima.
Vai nessa! :O))
O médico me atendeu.
Ouviu minha história triste com atenção.
Sem nenhum exame clínico, tipo ausculta de pulmão ou apalpação de abdome, concluiu: crise gástrica.
Me mandou pra sala do soro e lá fiquei por duas horas.
Espetada numa agulha dolorida, com um bando de gente passando mal.
Ao meu lado tinha uma velhota no bico do corvo.
A velhota tava ruim mesmo.
Tinha uma tv na sala e tentei me destrair assistindo ao Vale a Pena Ver de Novo - Uma História de Amor..
Minha concentração foi pro brejo quando a velhota da cadeira vizinha começou a vomitar, no chão.
E eu tava de sandália.
Meleca.
Respingou um bocadinho. Arghhh.
Sei lá o que o Dr. Japion mandou botar no meu soro. O fato é que eu dormi. Com a agulha espetada no braço e a velhota vomitando no meu pé.
Voltei pra casa com a Cissa-mãe de taxi, não lembro como cheguei em casa. Lembro apenas de ter lavado o pé, antes de me esticar no sofá. Sinal de que minha consciência ainda tava nos trinques.
Ufa!
Ouviu minha história triste com atenção.
Sem nenhum exame clínico, tipo ausculta de pulmão ou apalpação de abdome, concluiu: crise gástrica.
Me mandou pra sala do soro e lá fiquei por duas horas.
Espetada numa agulha dolorida, com um bando de gente passando mal.
Ao meu lado tinha uma velhota no bico do corvo.
A velhota tava ruim mesmo.
Tinha uma tv na sala e tentei me destrair assistindo ao Vale a Pena Ver de Novo - Uma História de Amor..
Minha concentração foi pro brejo quando a velhota da cadeira vizinha começou a vomitar, no chão.
E eu tava de sandália.
Meleca.
Respingou um bocadinho. Arghhh.
Sei lá o que o Dr. Japion mandou botar no meu soro. O fato é que eu dormi. Com a agulha espetada no braço e a velhota vomitando no meu pé.
Voltei pra casa com a Cissa-mãe de taxi, não lembro como cheguei em casa. Lembro apenas de ter lavado o pé, antes de me esticar no sofá. Sinal de que minha consciência ainda tava nos trinques.
Ufa!
20 maio, 2002
Chegou a minha hora.
O médico me chamou.
Um japinha gorducho.
Ouviu minha história triste com atenção.
Não fez exame clínico, não auscultou meus detonados pulmões, tampouco apalpou meu abdomem flácido.
Concluiu, brilhantemente: é uma crise gástrica.
Pensa que é só detetive??? Médico também recebe uma mãe-Dinah de frente, pensa o que?
O médico me chamou.
Um japinha gorducho.
Ouviu minha história triste com atenção.
Não fez exame clínico, não auscultou meus detonados pulmões, tampouco apalpou meu abdomem flácido.
Concluiu, brilhantemente: é uma crise gástrica.
Pensa que é só detetive??? Médico também recebe uma mãe-Dinah de frente, pensa o que?
A segunda-feira chegou e eu tava na mesma.
Não conseguia levantar. Tontura, enjôo, dor de estômago. Náusea.
Hunf!
Sono. Muito sono.
- Filha, tem certeza de que você não está grávida.
- Puta merda, manhê!!!!!! Vira essa boca pra lá!
Hunf!
Toc, toc, toc, pé de pato, mangalô, 3 vezes.
Hunf!
Por volta das 14h, távamos eu e Cissa-mãe desabando no Pronto-Socorro.
Passei pela Triagem. A enfermeira ouviu minha história triste e concordou comigo: cê tá meio abatidinha, mesmo.
Hunf! Abatidinha? Eu tô prestes a lavrar meu testamento!!! Godzila ficará com a minha mãe!
Não conseguia levantar. Tontura, enjôo, dor de estômago. Náusea.
Hunf!
Sono. Muito sono.
- Filha, tem certeza de que você não está grávida.
- Puta merda, manhê!!!!!! Vira essa boca pra lá!
Hunf!
Toc, toc, toc, pé de pato, mangalô, 3 vezes.
Hunf!
Por volta das 14h, távamos eu e Cissa-mãe desabando no Pronto-Socorro.
Passei pela Triagem. A enfermeira ouviu minha história triste e concordou comigo: cê tá meio abatidinha, mesmo.
Hunf! Abatidinha? Eu tô prestes a lavrar meu testamento!!! Godzila ficará com a minha mãe!
É.
A coisa num anda nada fácil pros meus lados.
Uma saga.
No dia das Mães, amanheci um caco.
Um lixo. Sentindo-me muito, muito mal.
Fui pra casa da Cissa-mãe de taxi.
Sem condições de dirigir.
Bosta.
Cheguei a bordo do taxi, na casa de mom.
O almoção familiar já tinha rolado e eu me arrepiando ao pensar em comida.
Desabei meu detonado esqueleto no sofá e lá fiquei.
Lembro, vagamente, da minha querida mãe, oferecendo: - Filhinha, tem um franguinho grelhado. Quer que eu faça um pratinho pro cê, com arroz e caldinho de feijão??
- Buá. Quero água.
Duas horas depois: - Filha, quer um mingau de aveia?
- Quero água. E colo. Tô com frio.
Três horas depois: desmaiei no sofá. Capotei. Dormi muito, muito.
Cinco horas depois, acordei: já era noite. Hora de voltar pra casa, a bordo da pequena Oli de muletas - ela fez uma luxação no pé e estava com o pé esquerdo engessado. Mereço.
Eu estava muito mal.
Minha mãe sacou que a coisa tava feia mesmo e atravessou a cidade conosco. Pra cuidar de mim, ajudar a deixar a Oli na casa do pai e pra me levar ao Pronto Socorro.
Essa mulher é uma Santa, é o que eu sempre digo. Foi uma prova de amor e carinho dela por mim. Tava precisando disso. :O)
Cheguei em casa e dasabei.
O Pronto Socorro poderia ficar pro dia seguinte. Eu não tinha força pra descer de elevador e esperar um taxi.
Capotei.
A coisa num anda nada fácil pros meus lados.
Uma saga.
No dia das Mães, amanheci um caco.
Um lixo. Sentindo-me muito, muito mal.
Fui pra casa da Cissa-mãe de taxi.
Sem condições de dirigir.
Bosta.
Cheguei a bordo do taxi, na casa de mom.
O almoção familiar já tinha rolado e eu me arrepiando ao pensar em comida.
Desabei meu detonado esqueleto no sofá e lá fiquei.
Lembro, vagamente, da minha querida mãe, oferecendo: - Filhinha, tem um franguinho grelhado. Quer que eu faça um pratinho pro cê, com arroz e caldinho de feijão??
- Buá. Quero água.
Duas horas depois: - Filha, quer um mingau de aveia?
- Quero água. E colo. Tô com frio.
Três horas depois: desmaiei no sofá. Capotei. Dormi muito, muito.
Cinco horas depois, acordei: já era noite. Hora de voltar pra casa, a bordo da pequena Oli de muletas - ela fez uma luxação no pé e estava com o pé esquerdo engessado. Mereço.
Eu estava muito mal.
Minha mãe sacou que a coisa tava feia mesmo e atravessou a cidade conosco. Pra cuidar de mim, ajudar a deixar a Oli na casa do pai e pra me levar ao Pronto Socorro.
Essa mulher é uma Santa, é o que eu sempre digo. Foi uma prova de amor e carinho dela por mim. Tava precisando disso. :O)
Cheguei em casa e dasabei.
O Pronto Socorro poderia ficar pro dia seguinte. Eu não tinha força pra descer de elevador e esperar um taxi.
Capotei.
06 maio, 2002
Desabei em Cumbica por volta das 10h05.
Foi apenas uma hora de atraso, ora pois.
Praticamente, um atraso social. :O)))
Alguém pode explicar isso pro Marujo, plizz?
Que stress! :{
De volta a São Paulo. Quase 11h da matina.
Ambos famélicos.
Vamos almoçar?
Às 11h, no feriado?
Onde?
Sei lá.
Pizza Hut?
Brunch no Poderoso?
Tortilha na Casa do Padeiro, que tal?
Quando me dei por si, estávamos sentadinhos, candidamente, numa mesa legal lá do Fogo de Chão.
Sim, às 11h da manhã. Confesso, foi a minha primeira vez, numa hora dessas. E num é que já tinha gente por lá?
Famélicos. Saudosos. E um pouco mais relaxados, afinal.
A carraspana rolou até por volta das 17h.
Sambuca e café pra encerrar.
Na verdade, dois sambucas e dois cafés por cada. :O)
Perfeito.
Viemos pra casa e acordamos tardão, lá pelas 22h.
Fomos buscar um filminho na locadora.
Marujo queria alugar o A Noiva do Chuck.
Eu, A Fuga das Galinhas.
Marujo e eu nascemos um para o outro, percebe? ;O)
Em comum acordo, trouxemos pra casa o A Teia da Aranha, sorvete, 4 envelopes de sonrisal , um de Tylenol e duas cervejas.
O filme é bom. Mas vai um pouco na esteira inaugurada pelo Colecionador de Ossos.
Essa coisa do detetive "Mãe Dinah" dá um pouco no saco.
Dia 2 de maio. - quinta-feira.
Dia de branco. Saco! Tava tão bom o feriado. (Ö)
Uma porrada de coisas pra fazer: dia de terapia, organização da casa e do departamento Contas a Pagar. (blaag) . O Marujo tinha umas coisas pra resolver em Sampa. Meleca! Dia útil perdido.
A noite chegou: enfim sós! :O)
Hora de devolver o filme e pegar outro, se fosse o caso.
Saldo do prejuízo: 2 garrafas de vinho, com um queijo maravilhoso (depois eu conto o segredo deles, dos vinhos e do queijo ;O) . Amnésia e Briget Jones pra rolar no video.
(confesso que Briget Jones foi uma provocação. Marujo se recusou ;O)
O que eu posso dizer é: Amnésia é do grande caralho.
Num é coisa pra assistir uma vez só na vida. ;O)
Assisti O Diário de Briget Jones enquanto o Marujo dormia.
É uma bosta.
LEIA O LIVRO. NÃO VEJA O FILME.
Uma das melhores partes do livro é o episódio do preparo do jantar do aniversário dela, quando a pateta perde o atum, que reaparece, magicamente, dias depois.
No filme, ficou insípido.
Aliás, o filme todo é insípido. Como uma sopa azul.
Odiei.
Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.
Dia 3 de maio. - puta que me pariu, já é sexta-feira???? Saco!!!
Dia de curtir um pouco de preguiça em casa.
Merecemos, ué!
À tarde, Shopping Ibirapuera e Bienal do Livro.
Deus me salve! A paulistana sou eu e quem passa ho-ras no shopping é o carioca Marujo.
Ele é o meu número, percebe?
Hunf!
Sobrevivi!
Ganhei um livro de presente dele, na Bienal. Ueba!
A Oli ganhou Contos Escolhidos, de Machado de Assis.
Sim, nessa casa também habita um pouco de cultura, pensa o que? :p
Ei!!!! Pára aí??? Quem mexeu no meu queijo??????
;O)
E o sábado chegou....
Preguiça.
Paixão. (dá licença, também sou filha de Deus ;O)
Ok. Hora de acordar.
Vamos almoçar?
Ueba! Wagmar, esposa, filhos, pits bulls amigos! Bárbaro!
Adoro eles!
Churrascaria durante a tarde toda.
Pizza da Monte Alegre e TV à noite.
Eu querendo assistir Pernalonga e Patolino. Ele querendo ver sangue: Velozes e Ferozes.
Nascemos um para o outro, percebe?
Quero viver assim a vida inteira.
E assim também chegou o domingo.
Bosta.
Passou tão rapido...
Ok. Vamos lá no sítio do Wagmar e família ver o Peper, o filho da Ono com o mala do Redinho.
Caraiii, o Peper já tem um ano de idade. E já é papai. Carreguei esse menino no colo... Tem foto e tudo. Eu o trouxe pra São Paulo. Parece que foi ontem.
Um almoço maravilhoso.
Todo mundo junto, contando causos da vida, gargalhando.
Trocando receitas de cozinha e de felicidade.
Uma delícia!
Hora de desovar o Marujo em Cumbica.
Mulher precavida que sou, notem vocês, cuidei de chegar cedo ao aeroporto.
Chega de stress. Essa é a ordem do meu terapeuta. Certo?
Hum..
Acho que exagerei um pouco. Chegamos com duas horas e meia de antecedência.
Eu tentei. Vocês são testemunhas.
Hunf!
Cartão de embarque em mãos, uma passada na La Selva e todas as obrigações burocráticas estavam resolvidas.
Bacana. Temos duas horas e 10 minutos sobrando.
Pizza Hut? Pão de queijo?
Hum... preciso ir ao caixa eletrônico. Não tenho um puto pra pagar o estacionamento.
Legal. Agora temos duas horas e 5 minutos sobrando.
- Quer dar um tempo lá na sala vip? (notem que apesar de tudo, eu ainda tô podendo. Uia! )
- Tá com fome?
- Não muita. Comi como uma porca no sítio do Wagmar.
- Sede?
- Isso sim.
- Chopp???
- Eu te amo!
Quatro chopps depois, chegou a hora.
A mocinha do microfone chamou o vôo.
E ele voltou pra Belém.
Bosta.
Nascemos mesmo um para o outro, deu pra perceber? ;O)
Hoje, ao acordar, tinha uma chamada não atendida no meu celular.
Tá registrado que ele me ligou às 3h, lá de Belém. Ele chegou em casa, em total segurança.
Não ouvi o telefone tocar. Tava exausta. Fiz um circuito São Judas- Itapecerica da Serra - Itapecerica da Serra - Cumbica - Cumbica - São Judas. Coisa pra mais de 100km.
Dá um desconto.
Desmaiei.
Ele vai voltar, em breve.
Cheguei em casa feliz, pelos cinco dias intensamente vividos.
Saudade de Belém. :O)
Foi apenas uma hora de atraso, ora pois.
Praticamente, um atraso social. :O)))
Alguém pode explicar isso pro Marujo, plizz?
Que stress! :{
De volta a São Paulo. Quase 11h da matina.
Ambos famélicos.
Vamos almoçar?
Às 11h, no feriado?
Onde?
Sei lá.
Pizza Hut?
Brunch no Poderoso?
Tortilha na Casa do Padeiro, que tal?
Quando me dei por si, estávamos sentadinhos, candidamente, numa mesa legal lá do Fogo de Chão.
Sim, às 11h da manhã. Confesso, foi a minha primeira vez, numa hora dessas. E num é que já tinha gente por lá?
Famélicos. Saudosos. E um pouco mais relaxados, afinal.
A carraspana rolou até por volta das 17h.
Sambuca e café pra encerrar.
Na verdade, dois sambucas e dois cafés por cada. :O)
Perfeito.
Viemos pra casa e acordamos tardão, lá pelas 22h.
Fomos buscar um filminho na locadora.
Marujo queria alugar o A Noiva do Chuck.
Eu, A Fuga das Galinhas.
Marujo e eu nascemos um para o outro, percebe? ;O)
Em comum acordo, trouxemos pra casa o A Teia da Aranha, sorvete, 4 envelopes de sonrisal , um de Tylenol e duas cervejas.
O filme é bom. Mas vai um pouco na esteira inaugurada pelo Colecionador de Ossos.
Essa coisa do detetive "Mãe Dinah" dá um pouco no saco.
Dia 2 de maio. - quinta-feira.
Dia de branco. Saco! Tava tão bom o feriado. (Ö)
Uma porrada de coisas pra fazer: dia de terapia, organização da casa e do departamento Contas a Pagar. (blaag) . O Marujo tinha umas coisas pra resolver em Sampa. Meleca! Dia útil perdido.
A noite chegou: enfim sós! :O)
Hora de devolver o filme e pegar outro, se fosse o caso.
Saldo do prejuízo: 2 garrafas de vinho, com um queijo maravilhoso (depois eu conto o segredo deles, dos vinhos e do queijo ;O) . Amnésia e Briget Jones pra rolar no video.
(confesso que Briget Jones foi uma provocação. Marujo se recusou ;O)
O que eu posso dizer é: Amnésia é do grande caralho.
Num é coisa pra assistir uma vez só na vida. ;O)
Assisti O Diário de Briget Jones enquanto o Marujo dormia.
É uma bosta.
LEIA O LIVRO. NÃO VEJA O FILME.
Uma das melhores partes do livro é o episódio do preparo do jantar do aniversário dela, quando a pateta perde o atum, que reaparece, magicamente, dias depois.
No filme, ficou insípido.
Aliás, o filme todo é insípido. Como uma sopa azul.
Odiei.
Mantenha fora do alcance de crianças e de animais domésticos.
Dia 3 de maio. - puta que me pariu, já é sexta-feira???? Saco!!!
Dia de curtir um pouco de preguiça em casa.
Merecemos, ué!
À tarde, Shopping Ibirapuera e Bienal do Livro.
Deus me salve! A paulistana sou eu e quem passa ho-ras no shopping é o carioca Marujo.
Ele é o meu número, percebe?
Hunf!
Sobrevivi!
Ganhei um livro de presente dele, na Bienal. Ueba!
A Oli ganhou Contos Escolhidos, de Machado de Assis.
Sim, nessa casa também habita um pouco de cultura, pensa o que? :p
Ei!!!! Pára aí??? Quem mexeu no meu queijo??????
;O)
E o sábado chegou....
Preguiça.
Paixão. (dá licença, também sou filha de Deus ;O)
Ok. Hora de acordar.
Vamos almoçar?
Ueba! Wagmar, esposa, filhos, pits bulls amigos! Bárbaro!
Adoro eles!
Churrascaria durante a tarde toda.
Pizza da Monte Alegre e TV à noite.
Eu querendo assistir Pernalonga e Patolino. Ele querendo ver sangue: Velozes e Ferozes.
Nascemos um para o outro, percebe?
Quero viver assim a vida inteira.
E assim também chegou o domingo.
Bosta.
Passou tão rapido...
Ok. Vamos lá no sítio do Wagmar e família ver o Peper, o filho da Ono com o mala do Redinho.
Caraiii, o Peper já tem um ano de idade. E já é papai. Carreguei esse menino no colo... Tem foto e tudo. Eu o trouxe pra São Paulo. Parece que foi ontem.
Um almoço maravilhoso.
Todo mundo junto, contando causos da vida, gargalhando.
Trocando receitas de cozinha e de felicidade.
Uma delícia!
Hora de desovar o Marujo em Cumbica.
Mulher precavida que sou, notem vocês, cuidei de chegar cedo ao aeroporto.
Chega de stress. Essa é a ordem do meu terapeuta. Certo?
Hum..
Acho que exagerei um pouco. Chegamos com duas horas e meia de antecedência.
Eu tentei. Vocês são testemunhas.
Hunf!
Cartão de embarque em mãos, uma passada na La Selva e todas as obrigações burocráticas estavam resolvidas.
Bacana. Temos duas horas e 10 minutos sobrando.
Pizza Hut? Pão de queijo?
Hum... preciso ir ao caixa eletrônico. Não tenho um puto pra pagar o estacionamento.
Legal. Agora temos duas horas e 5 minutos sobrando.
- Quer dar um tempo lá na sala vip? (notem que apesar de tudo, eu ainda tô podendo. Uia! )
- Tá com fome?
- Não muita. Comi como uma porca no sítio do Wagmar.
- Sede?
- Isso sim.
- Chopp???
- Eu te amo!
Quatro chopps depois, chegou a hora.
A mocinha do microfone chamou o vôo.
E ele voltou pra Belém.
Bosta.
Nascemos mesmo um para o outro, deu pra perceber? ;O)
Hoje, ao acordar, tinha uma chamada não atendida no meu celular.
Tá registrado que ele me ligou às 3h, lá de Belém. Ele chegou em casa, em total segurança.
Não ouvi o telefone tocar. Tava exausta. Fiz um circuito São Judas- Itapecerica da Serra - Itapecerica da Serra - Cumbica - Cumbica - São Judas. Coisa pra mais de 100km.
Dá um desconto.
Desmaiei.
Ele vai voltar, em breve.
Cheguei em casa feliz, pelos cinco dias intensamente vividos.
Saudade de Belém. :O)
Às 9h10, estava eu a caminho do aeroporto: olho amassado, cabelo molhado e a bordo da primeira roupa que encontrei no armário. Era o retrato do inferno.
Sem café da manhã, sem cigarro, sem gasolina no carro e com uma vaga noção de como se chega ao aeroporto de Cumbica. Emergência 5, notem.
Eu mereço.
Meus Deuses (gregos) : por que? Por que? Por que???
Muita calma nessa hora.
Pensa em outra coisa que passa.
16 abril, 2002
Mudo de canal.
Tô na Rede TV! (até hoje não entendi o motivo da exclamação, em todo caso...)
O programa é o Casa é Sua.
Acho que até a semana passada, era apresentado pela Sonia Abraão, que parece ter picado a mula rumo ao SBT.
A nova apresentadora é a Leonor Correa, uma gorducha despachada, que não deixa nada passar batido, não. Legal ela.
Eles levam essa coisa de fofocas do mundo artístico muito a sério. Tem comentaristas. Convidados pra falar sobre determinado divórcio. Assessor de imprensa explicando o que aconteceu na verdade entre a Syang e o Sabbá. O diabo.
Eu não assisto muito à essa trolha porque no dia que eu for na manicure, não vou ter o que ler. Já vou estar sabendo de tu-do.
E dura a tarde quase toda, viu? Das 13h às 16h30.
Eu, hein?
Tô na Rede TV! (até hoje não entendi o motivo da exclamação, em todo caso...)
O programa é o Casa é Sua.
Acho que até a semana passada, era apresentado pela Sonia Abraão, que parece ter picado a mula rumo ao SBT.
A nova apresentadora é a Leonor Correa, uma gorducha despachada, que não deixa nada passar batido, não. Legal ela.
Eles levam essa coisa de fofocas do mundo artístico muito a sério. Tem comentaristas. Convidados pra falar sobre determinado divórcio. Assessor de imprensa explicando o que aconteceu na verdade entre a Syang e o Sabbá. O diabo.
Eu não assisto muito à essa trolha porque no dia que eu for na manicure, não vou ter o que ler. Já vou estar sabendo de tu-do.
E dura a tarde quase toda, viu? Das 13h às 16h30.
Eu, hein?
Peguei o controle remoto e voltei lá pra Palmirinha.
Agora, quem apresentava o programa era uma loirona, dando voz aos patrocinadores do programa. Uma mulher, morena, falava sobre as cores variadas e os efeitos terapêuticos de uma determinada tintura pra cabelo. Eu fiquei olhando aquilo.. Hum! Claro, essa mulher é aquela que vendia cartilagem de tubarão contra osteoporose, lembra?
Talvez tenha se cansado de enganar velhinhos e agora resolveu enganar loiras de todas as nuances.
Pelo jeito, já deve ter vendido até a mãe.
Tem também a moça que vende o plano pra casa própria por apenas 80 reá por mês e vc se livra do aluguel, a coroa da yogurteira Yoguterm e a moça que vende o curso de bijouteria. Você recebe o curso, a fita de videocassete com to-das as explicações, o material pra você confeccionar 36 bijouterias. E o melhor: comprando hoje, você só paga em maio. Ou seja, amiga: você recebe o curso, faz as bijouterias, vende todas as bijouterias - sim, porque elas são um espetáculo, precisa de ver, ensina até a fazer o anel da Jade e assim - você paga o curso e já começa a lucrar.
Se o dia estiver meio nublado e você meio depremidona, pode até imaginar em fazer um puxadinho na sua banca de queijadinha pra vender anel da Jade também. Criança compra.
Agora, quem apresentava o programa era uma loirona, dando voz aos patrocinadores do programa. Uma mulher, morena, falava sobre as cores variadas e os efeitos terapêuticos de uma determinada tintura pra cabelo. Eu fiquei olhando aquilo.. Hum! Claro, essa mulher é aquela que vendia cartilagem de tubarão contra osteoporose, lembra?
Talvez tenha se cansado de enganar velhinhos e agora resolveu enganar loiras de todas as nuances.
Pelo jeito, já deve ter vendido até a mãe.
Tem também a moça que vende o plano pra casa própria por apenas 80 reá por mês e vc se livra do aluguel, a coroa da yogurteira Yoguterm e a moça que vende o curso de bijouteria. Você recebe o curso, a fita de videocassete com to-das as explicações, o material pra você confeccionar 36 bijouterias. E o melhor: comprando hoje, você só paga em maio. Ou seja, amiga: você recebe o curso, faz as bijouterias, vende todas as bijouterias - sim, porque elas são um espetáculo, precisa de ver, ensina até a fazer o anel da Jade e assim - você paga o curso e já começa a lucrar.
Se o dia estiver meio nublado e você meio depremidona, pode até imaginar em fazer um puxadinho na sua banca de queijadinha pra vender anel da Jade também. Criança compra.
Descobri, outro dia, que no mesmo horário, passa "O Mundo à La Carte" no P&A.
Consegui, finalmente, ver as duas velhinhas que viajam de moto pela Europa, preparando banquetes para os mais diversos convidados. É lindo.
Peguei a coisa já tava quase terminando. Uma delas tinha acabado de preparar uma sopa cremosa, que me pareceu ser de frutos do mar. Antes de servir, uma falou: - Vou colocar mais vodka nisso daqui.
A outra, espantada: - Mais??????? (deu pra notar que ela já devia ter entornado uma porrada sobre a sopa)
A justificativa: - Vodka nunca é demais.
O programa termina com as duas enchendo a cara de vinho, assistindo ao por do sol no alto de uma colina em Portugal, e seguindo pela estrada, de moto, para preparar outro banquete, em algum outro lugar.
Isso sim é que é vida.
Consegui, finalmente, ver as duas velhinhas que viajam de moto pela Europa, preparando banquetes para os mais diversos convidados. É lindo.
Peguei a coisa já tava quase terminando. Uma delas tinha acabado de preparar uma sopa cremosa, que me pareceu ser de frutos do mar. Antes de servir, uma falou: - Vou colocar mais vodka nisso daqui.
A outra, espantada: - Mais??????? (deu pra notar que ela já devia ter entornado uma porrada sobre a sopa)
A justificativa: - Vodka nunca é demais.
O programa termina com as duas enchendo a cara de vinho, assistindo ao por do sol no alto de uma colina em Portugal, e seguindo pela estrada, de moto, para preparar outro banquete, em algum outro lugar.
Isso sim é que é vida.
Tenho assistido à muita coisa na TV.
Muitos documentários-cabeça no GNT, as amenidades-cabeça no P&A, musicais, filmes, muitos filmes e seriados, haja seriados.
Mas o que está fora de qualquer classificação, são os programas vespertinos da TV aberta.
Estou pasmada. Levei um susto. Foi duro acreditar.
A aventura começa lá pela 1h da tarde, acho que na Gazeta.
Mulheres? Será? É aquele programa que tem o Huguinho, o boneco de espuma que tem alguma inspiração no Louro José, mas o resultado é o QI do Professor Barbosa (lembra da TV Pirata?)
Pois é. O primeiro quadro é o da Palmirinha.
A Palmirinha, coitada, é uma culinarista bem velhinha, superboa gente, muito simples que sempre ensina coisas que você pode vender, pra faturar um troco. Ela é, praticamente, um serviço de utilidade pública.
Aí, começam os cálculos: - Com essa receita, amigá, você gasta 9 reais. Dá pra vender cada pedaço, a R$ 1,50.
Então, entra o Huguinho: - A R$ 1,50...
Num falei que esse Huguinho é a reencarnação do Professor Barbosa?
E você ali, em casa, vendo aquilo tudo e começa a se imaginar velhinha, com vestido estampadinho de jersey, tríceps flácidos e enrugados, vendendo queijadinha em porta de escola. A R$ 1,50, é claro.
Medo!
Muitos documentários-cabeça no GNT, as amenidades-cabeça no P&A, musicais, filmes, muitos filmes e seriados, haja seriados.
Mas o que está fora de qualquer classificação, são os programas vespertinos da TV aberta.
Estou pasmada. Levei um susto. Foi duro acreditar.
A aventura começa lá pela 1h da tarde, acho que na Gazeta.
Mulheres? Será? É aquele programa que tem o Huguinho, o boneco de espuma que tem alguma inspiração no Louro José, mas o resultado é o QI do Professor Barbosa (lembra da TV Pirata?)
Pois é. O primeiro quadro é o da Palmirinha.
A Palmirinha, coitada, é uma culinarista bem velhinha, superboa gente, muito simples que sempre ensina coisas que você pode vender, pra faturar um troco. Ela é, praticamente, um serviço de utilidade pública.
Aí, começam os cálculos: - Com essa receita, amigá, você gasta 9 reais. Dá pra vender cada pedaço, a R$ 1,50.
Então, entra o Huguinho: - A R$ 1,50...
Num falei que esse Huguinho é a reencarnação do Professor Barbosa?
E você ali, em casa, vendo aquilo tudo e começa a se imaginar velhinha, com vestido estampadinho de jersey, tríceps flácidos e enrugados, vendendo queijadinha em porta de escola. A R$ 1,50, é claro.
Medo!
Finalzinho de semana desgraçado foi este.
Pronto, passou.
Se existe uma coisa capaz de enlouquecer uma pessoa é o ócio. Pelo menos o da minha pessoa.
Estou passando por uma fase de encasulamento. Básico.
Tenho um amigo que diz, sabiamente: - No casulo, você tem duas possibilidades: ou virar uma borboleta ou virar um lencinho de seda.
Hum...
Digamos que eu esteja fazendo um lencinho básico, que vai combinar com as cores das minhas novas asas.
Até que não estou tão ociosa quanto eu imagino.
Quem sabe? ;O)
Pronto, passou.
Se existe uma coisa capaz de enlouquecer uma pessoa é o ócio. Pelo menos o da minha pessoa.
Estou passando por uma fase de encasulamento. Básico.
Tenho um amigo que diz, sabiamente: - No casulo, você tem duas possibilidades: ou virar uma borboleta ou virar um lencinho de seda.
Hum...
Digamos que eu esteja fazendo um lencinho básico, que vai combinar com as cores das minhas novas asas.
Até que não estou tão ociosa quanto eu imagino.
Quem sabe? ;O)
11 abril, 2002
Se tem uma coisa capaz de envenar o meu sangue é a covardia humana.
O calhorda com pobremas sexuais, voltou a atormentar minha alma. O tal do vizinho que não suporta latidos de cães, ao descer do elevador, sabe?.
Atornentou a subsíndica, desta vez.
A subsíndica, criatura solitária, interfonou aqui em casa.
Godzila nem latiu, o pobrezinho.
A coisa tá ficando feia.
Ele que se cuide,
Sobre o Godzila só se passa sobre o meu cadáver.
Falei? :O)
O calhorda com pobremas sexuais, voltou a atormentar minha alma. O tal do vizinho que não suporta latidos de cães, ao descer do elevador, sabe?.
Atornentou a subsíndica, desta vez.
A subsíndica, criatura solitária, interfonou aqui em casa.
Godzila nem latiu, o pobrezinho.
A coisa tá ficando feia.
Ele que se cuide,
Sobre o Godzila só se passa sobre o meu cadáver.
Falei? :O)
09 abril, 2002
Hoje, aprendi uma porrada de coisas.
O que eu posso aconselhar - se é que isso vale pra alguma coisa - é: mantenha uma distância segura de um programa chamado Vida de Novela. Coisa do João Kleber.
Você, desempregado, solitário, deprê: sintonise no Cartoon, desligue e TV, leve o cão pra mijar.Vá cortar o cabelo. Reaja.
Vida de Novela será a sua escravidão.
Pensa noutra coisa que passa.
O que eu posso aconselhar - se é que isso vale pra alguma coisa - é: mantenha uma distância segura de um programa chamado Vida de Novela. Coisa do João Kleber.
Você, desempregado, solitário, deprê: sintonise no Cartoon, desligue e TV, leve o cão pra mijar.Vá cortar o cabelo. Reaja.
Vida de Novela será a sua escravidão.
Pensa noutra coisa que passa.
Eu me entupiu de ovos com bacon e (grrrrrrrr....) salsinha.
Quase acabaram os ovos, ainda resta um tico de bacon, mas a salsinha..... (grrrrr.....) É irracional o que tem de salsinha na geladeira desta casa. Vou arrancar as cordas vocais do japonês do mercadinho.
Esquece. O japonês não tem nada a ver com isso. Mas num custava nada planejar uma bandeja de salsinha pra gente que mora sozinha, né? Hunf!
Quase acabaram os ovos, ainda resta um tico de bacon, mas a salsinha..... (grrrrr.....) É irracional o que tem de salsinha na geladeira desta casa. Vou arrancar as cordas vocais do japonês do mercadinho.
Esquece. O japonês não tem nada a ver com isso. Mas num custava nada planejar uma bandeja de salsinha pra gente que mora sozinha, né? Hunf!
08 abril, 2002
A Rê tinha me pedido a receita da tal da farofa.
Então, anota aí:
Sabe aquelas bandejas com legumes já cortadinhos e lavados? Pois é. Ela mesma. Compre uma.
A minha tinha cenoura, vagem e xuxu.
Separe o xuxu (que eu insisto ser com ch) , porque ele cozinha mais rapidamente.
Cebolona em rodelas.
Alho, uns 3 dentes, esmagadinhos.
Dois ovos cozidos e azeitonas pretas.
Salsinha. Uma porrada de salsinha.
Bacon.- muita calma nessa hora. Você está de dieta.
Corte o bacon em microcubinhos.
Mande pra panela, em fogo baixo, pra tostar e soltar aquela gordurinha meiga.
Já que fodeu mesmo, aproveita e manda mais uma colher de manteiga. Dá gosto. ;O)
Jogue o alho e enlouqueça os vizinhos com o aroma que irá impregnar o prédio.
Chegou a hora da cebola. Deixe dourar um bocadinho.
Jogue a cenoura e a vagem.
Tampe a panela e abra uma cerveja solidária.
Cinco minutos depois, jogue o chuchu (não fica mais bonitinho com ch? ;O)
Tudo tem que ficar al dente.
Corte meia pimenta malagueta (aquela que veio de brinde na bandeja de salsinha) e mande pra panela.
Meia cerveja depois, destampe a panela e mande pra dentro a farinha de mandioca torrada.
Aos poucos. Bem aos poucos.
Nossa farofa precisa mais de legumes do que de farinha. Ela tá na fita só pra dar liga e sustância ao prato.
Quando chegar no ponto certo, é só jogar os ovos cozindos, as azeitonas pretas picadas, a salsinha e misturar tudo com cuidado.
Isso fica o diabo!
Boa sorte! :O)
Então, anota aí:
Sabe aquelas bandejas com legumes já cortadinhos e lavados? Pois é. Ela mesma. Compre uma.
A minha tinha cenoura, vagem e xuxu.
Separe o xuxu (que eu insisto ser com ch) , porque ele cozinha mais rapidamente.
Cebolona em rodelas.
Alho, uns 3 dentes, esmagadinhos.
Dois ovos cozidos e azeitonas pretas.
Salsinha. Uma porrada de salsinha.
Bacon.- muita calma nessa hora. Você está de dieta.
Corte o bacon em microcubinhos.
Mande pra panela, em fogo baixo, pra tostar e soltar aquela gordurinha meiga.
Já que fodeu mesmo, aproveita e manda mais uma colher de manteiga. Dá gosto. ;O)
Jogue o alho e enlouqueça os vizinhos com o aroma que irá impregnar o prédio.
Chegou a hora da cebola. Deixe dourar um bocadinho.
Jogue a cenoura e a vagem.
Tampe a panela e abra uma cerveja solidária.
Cinco minutos depois, jogue o chuchu (não fica mais bonitinho com ch? ;O)
Tudo tem que ficar al dente.
Corte meia pimenta malagueta (aquela que veio de brinde na bandeja de salsinha) e mande pra panela.
Meia cerveja depois, destampe a panela e mande pra dentro a farinha de mandioca torrada.
Aos poucos. Bem aos poucos.
Nossa farofa precisa mais de legumes do que de farinha. Ela tá na fita só pra dar liga e sustância ao prato.
Quando chegar no ponto certo, é só jogar os ovos cozindos, as azeitonas pretas picadas, a salsinha e misturar tudo com cuidado.
Isso fica o diabo!
Boa sorte! :O)
Eu e pequena Oli fizemos um revival básico, ontem, durante a chuva.
Lembramos de coisas divertidas que costumávamos fazer e ela resgatou algumas.
- Mamãe, vc tá vendo o programa da mulher que come o dia inteiro?
- Sim, fifilha, estou vendo o programa da Namaria.
- Mamãe, quero ver o programa do tio que toma café.
- Fifilha, o Jô Onze e Meia começa mais tarde.
E assim fomos..
Lembramos de coisas divertidas que costumávamos fazer e ela resgatou algumas.
- Mamãe, vc tá vendo o programa da mulher que come o dia inteiro?
- Sim, fifilha, estou vendo o programa da Namaria.
- Mamãe, quero ver o programa do tio que toma café.
- Fifilha, o Jô Onze e Meia começa mais tarde.
E assim fomos..
07 abril, 2002
O almoção aqui em casa acabou sendo muito divertido.
Tá certo que o rango foi servido lá pelas 4 e meia da tarde.
O bacalhau ficou legal. Mas, quem não sabe preparar um bacalhau que dê um tiro na cabeça, certo?
A campeã da tarde foi a farofa de legumes. Amei.
Dia desses mando a receita.
O mico da tarde foi o preparo do arroz. Confesso: não sei preparar arroz, daqueles que não sejam de saquinho ou Uncle Bens.
A Rê assumiu o leme do fogão.
Ok. Lá vou eu: tô dando dois tiros na cabeça, certo?. (sei que isso é imperdoável)
Tá certo que o rango foi servido lá pelas 4 e meia da tarde.
O bacalhau ficou legal. Mas, quem não sabe preparar um bacalhau que dê um tiro na cabeça, certo?
A campeã da tarde foi a farofa de legumes. Amei.
Dia desses mando a receita.
O mico da tarde foi o preparo do arroz. Confesso: não sei preparar arroz, daqueles que não sejam de saquinho ou Uncle Bens.
A Rê assumiu o leme do fogão.
Ok. Lá vou eu: tô dando dois tiros na cabeça, certo?. (sei que isso é imperdoável)
05 abril, 2002
A desculpa esfarrapada pro almoção é que as meninas vão me ajudar a instalar a impressora e o scanner que eu ganhei do Marujo.
Ueba! Vou poder postar fotos por aqui e imprimir novos cartões de visita de fabricação caseira. Medo, medo.
Godzila, esqueça! Vais passar o dia trancado no banheiro, misifi! :p
Ueba! Vou poder postar fotos por aqui e imprimir novos cartões de visita de fabricação caseira. Medo, medo.
Godzila, esqueça! Vais passar o dia trancado no banheiro, misifi! :p
01 abril, 2002
E cá estou.
Sem jibóia, sem Marujo, sem bóia. À deriva.
Meleca.
Hunf!
Tudo bem. Tem mês novo começando.
Reza a lenda, que o ano tá começando mesmo agora.
Que essa coisa de que o ano começa depois do Carnaval é balela.
Dizem que o bicho começa a pegar mesmo é depois da Páscoa.
Alôoo!!! Tô na gôndola!
Alguém ainda na escuta??? :O)))
Sem jibóia, sem Marujo, sem bóia. À deriva.
Meleca.
Hunf!
Tudo bem. Tem mês novo começando.
Reza a lenda, que o ano tá começando mesmo agora.
Que essa coisa de que o ano começa depois do Carnaval é balela.
Dizem que o bicho começa a pegar mesmo é depois da Páscoa.
Alôoo!!! Tô na gôndola!
Alguém ainda na escuta??? :O)))
Fui visitar minha amiga Iracilda, lá no Ver-o-Peso.
Fiquei orgulhosa de mim: Iracilda me reconheceu.
Há séculos eu não aparecia por lá.
Iracilda quer porque quer que eu traga pra casa uma jibóia.
- Iracilda, pelamordedeus, minha filha: ou uma jibóia, ou Godzila. Os dois não dá. Melhor eu ficar com Godzila. Ele é autorizado pelo Ibama. ;O)
Fiquei orgulhosa de mim: Iracilda me reconheceu.
Há séculos eu não aparecia por lá.
Iracilda quer porque quer que eu traga pra casa uma jibóia.
- Iracilda, pelamordedeus, minha filha: ou uma jibóia, ou Godzila. Os dois não dá. Melhor eu ficar com Godzila. Ele é autorizado pelo Ibama. ;O)
Foi um final de semana divertido, a despeito desse stress desgraçado.
Não deu tempo de passear de barco, muito menos de ir conhecer Salinas.
Buá.
Mas, fiz novas aventuras gastronômicas: comi filé de filhote com molho de caranguejo, camarão e farofa de pirarucu.
Conheci Mosqueiro e reafirmei minha tese de que Amazon Bier River, acompanhada de linguiça de metro recheada de queijo ou de patolas de caranguejo é a melhor receita de felicidade do planeta. ;O)
Não deu tempo de passear de barco, muito menos de ir conhecer Salinas.
Buá.
Mas, fiz novas aventuras gastronômicas: comi filé de filhote com molho de caranguejo, camarão e farofa de pirarucu.
Conheci Mosqueiro e reafirmei minha tese de que Amazon Bier River, acompanhada de linguiça de metro recheada de queijo ou de patolas de caranguejo é a melhor receita de felicidade do planeta. ;O)
Tudo perfeito.
Eram 17h40 e a moça do check-in nos atendeu: reservas, bilhetes, autorização de embarque da "de menor". Nunca fui tão organizada. Coisa bonita de ser ver.
Até que a moça do check-in dispara: - A certidão de nascimento da menina, por favor.
Muita calma nessa hora.
- Ei-la. Tá aqui a cópia que eu SEMPRE levo na bolsa.
- Ela não pode embarcar.
- Hã?
- A cópia tem que ser autenticada.
- Mas é cópia de uma certidão autenticada. Eu que tirei.
- Num serve.
- Mas o pai autorizou o embarque da criança. Tá aqui: olha só o carimbinho do tabelião...
- Mas precisa da certidão autenticada.
- Minha filha, olha bem pra minha cara e olha pra cara da criança. Resta alguma dúvida de que ela é minha filha?
- Mas, precisa da certidão autenticada.
- Então, chama o juiz de menores aqui e vamos resolver isso já.
- Tem boletim de ocorrência?
- Como assim? Você tá me pedindo a certidão de nascimento, que tá aqui.
- É que pra chamar o juiz de menores precisa de boletim de ocorrência.
- Você quer que eu chame a polícia?
- Não. Só precisa da certidão de nascimento.
Eu tive uma vaga impressão de que a mocinha do check-in da TAM já foi mocinha do Bradesco, em outra encarnação. Melhor não discutir.
Deixei a pequena Oli e a Cissa-mãe, apavoradas, no aeroporto.
Peguei um taxi correndo pra casa, peguei a certidão de nascimento ORIGINAL da pequena, voltei pra Congonhas e me apresentei novamente no balcão.
A mocinha burocrata já tinha largado o selviço.
Eram 18h35 e as "meninas" do check-in não conseguiam localizar as nossas passagens, que tinham ficado com a mocinha burocrata, antes dela largar o tal do selviço.
Quando conseguiram localizar a porra das nossas passagens, descobriram que o nosso vôo tinha acabado de decolar.
Ui!!! Não é lindo?
Resumo da ópera: na noite de quinta-santa, quando deveríamos desembarcar em Belém, esperávamos, ansiosas pela chegada de meia pizza de catupiry e meia napolitana, com coca-cola, aqui em casa.
Bosta.
Não se pode confiar em nada mais, hoje em dia.
Se fosse pela VASP, aposto que teríamos embarcado. :pp
Eram 17h40 e a moça do check-in nos atendeu: reservas, bilhetes, autorização de embarque da "de menor". Nunca fui tão organizada. Coisa bonita de ser ver.
Até que a moça do check-in dispara: - A certidão de nascimento da menina, por favor.
Muita calma nessa hora.
- Ei-la. Tá aqui a cópia que eu SEMPRE levo na bolsa.
- Ela não pode embarcar.
- Hã?
- A cópia tem que ser autenticada.
- Mas é cópia de uma certidão autenticada. Eu que tirei.
- Num serve.
- Mas o pai autorizou o embarque da criança. Tá aqui: olha só o carimbinho do tabelião...
- Mas precisa da certidão autenticada.
- Minha filha, olha bem pra minha cara e olha pra cara da criança. Resta alguma dúvida de que ela é minha filha?
- Mas, precisa da certidão autenticada.
- Então, chama o juiz de menores aqui e vamos resolver isso já.
- Tem boletim de ocorrência?
- Como assim? Você tá me pedindo a certidão de nascimento, que tá aqui.
- É que pra chamar o juiz de menores precisa de boletim de ocorrência.
- Você quer que eu chame a polícia?
- Não. Só precisa da certidão de nascimento.
Eu tive uma vaga impressão de que a mocinha do check-in da TAM já foi mocinha do Bradesco, em outra encarnação. Melhor não discutir.
Deixei a pequena Oli e a Cissa-mãe, apavoradas, no aeroporto.
Peguei um taxi correndo pra casa, peguei a certidão de nascimento ORIGINAL da pequena, voltei pra Congonhas e me apresentei novamente no balcão.
A mocinha burocrata já tinha largado o selviço.
Eram 18h35 e as "meninas" do check-in não conseguiam localizar as nossas passagens, que tinham ficado com a mocinha burocrata, antes dela largar o tal do selviço.
Quando conseguiram localizar a porra das nossas passagens, descobriram que o nosso vôo tinha acabado de decolar.
Ui!!! Não é lindo?
Resumo da ópera: na noite de quinta-santa, quando deveríamos desembarcar em Belém, esperávamos, ansiosas pela chegada de meia pizza de catupiry e meia napolitana, com coca-cola, aqui em casa.
Bosta.
Não se pode confiar em nada mais, hoje em dia.
Se fosse pela VASP, aposto que teríamos embarcado. :pp
24 março, 2002
A caminho da casa da Cissa-Mãe, no taxi, eu folheava uma revista.
Tinha um anúncio do tal cinturão de choque elétrico, que promete milagres no desenvolvimento do tônus muscular. Pura tecnologia, manja?
Pequena Oli, brilhantemente, concluiu: - Acho que a Feiticeira andou usando essa coisa no pescoço.
O motorista tentou disfarçar o riso.
Realmente, sejamos francos: a moça tá parecendo um tubarão.
Tinha um anúncio do tal cinturão de choque elétrico, que promete milagres no desenvolvimento do tônus muscular. Pura tecnologia, manja?
Pequena Oli, brilhantemente, concluiu: - Acho que a Feiticeira andou usando essa coisa no pescoço.
O motorista tentou disfarçar o riso.
Realmente, sejamos francos: a moça tá parecendo um tubarão.
Dominguinho escroto este, hã?
Tá certo que teve festa de aniversário familiar, mas eu não tava me sentindo nada bem, fisicamente.
Fui de taxi à casa da Cissa-Mãe.
Agora, me diz: como se consegue um taxi, de volta, às 20h30 de um domingo que choveu torrecialmenteo dia inteiro?
Sim. Eu consegui. Os créditos vão para os anjos da guarda de plantão.
Tá certo que teve festa de aniversário familiar, mas eu não tava me sentindo nada bem, fisicamente.
Fui de taxi à casa da Cissa-Mãe.
Agora, me diz: como se consegue um taxi, de volta, às 20h30 de um domingo que choveu torrecialmenteo dia inteiro?
Sim. Eu consegui. Os créditos vão para os anjos da guarda de plantão.
22 março, 2002
21 março, 2002
A sessão foi mais de hora e meia. Eu mereço. ;O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
Daqui a uma semana, vou voltar a Belém. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Ganhei o Toda a Mafalda de presente de aniversário. Do Nestor. Eu gostava muito do Nestor. Era amigão de um ex-namorado meu. O Heraldo. Eu gostava muito do Heraldo também. Ele era uma espécie de um irmão que eu não tive. Talvez seja por isso que a gente não tenha dado certo.
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
20 março, 2002
15 março, 2002
Ontem, experimentei preparar o risoto de cogumelo Tio João.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Na terça-feira, estava me sentindo fraquinha, fraquinha.
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Esta foi uma semana de férias forçadas.
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
09 março, 2002
Coisas que só acontecem comigo...
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
06 março, 2002
Sei não. Tem algo estranho rolando por aqui.
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
05 março, 2002
Tava eu, agora há pouco, lá o Totalmente Bridget www.leleber.blogspot.com e li que a doida terminou uma noite insana no Chicohamburguer.
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
03 março, 2002
Compramos um brinquedinho novo pro maleta.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Ontem, foi aniversário do Godzila - o demolidor de lares. Cinco aninhos. Não é meigo? :O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
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