22 fevereiro, 2006

Fiz caquinha.
Ok. Fiz umas alterações no template mas, do nada, sumiram todos os comentários.
Como eu consegui? Não sabo.
Alegria, alegria.
Deu no jornal.
Quinta-feira termina a ladainha do Shopping do Tururi.
Hoje ainda é quarta, é?

21 fevereiro, 2006



Bono.
Li no UOL que a menina que o Bono pegou no palco é bancária e casada. O marido avisou: se beijar o cara, o casamento acaba.
A sortuda foi lá e beijou. Dependendo do traste que a moça tem em casa, ela se deu bem.
Num tô boa.
- Tia Ana, tia Ana, estes cogumelos são venenosos?
- Descubra você mesmo. Coma logo dois.
Lição n.1 para evitar aborrecimentos:
Não faça planos. Nenhum.
As chances de você se frustar são reduzidas consideravelmente.
Aprendeu, burra?

17 fevereiro, 2006

Se essa moda pega.
Sexta-feira, 9 da matina. Alteração urgente no layout. Coisa pouca. Uma palavra. Pra ser mais exata, apenas uma vogal.
Chefe: - Quanto tempo cês levam pra mudar isso e mandar pra produção?
Dupla: - A manhã inteira. :O)
Chefe: - Sabem pra onde vou mandar vocês?
Dupla: - À merda? :O))
Chefe: - Paredão.
Dupla: - Sujô. Corre logo com essa porra.
Programação normal.
Sábado termina o horário de verão.
Em termos práticos, não pega nada. Não se mexe em ponteiro de relógio por aqui.
Apenas ficamos 2 horas a menos, em relação ao horário de Brasília.
Por exemplo, se você correr pra chegar em casa antes das 19 horas, dá tempo de pegar o finalzinho do JN. Oprha? Esqueça. Duro mesmo é ouvir a musiquinha de encerramento do Fantástico às 20h30. É triste.
Pela primeira vez, duas horas passaram a fazer uma diferença brutal na minha rotina.
Nem sei mais se agüento o próximo.
Nome aos bois.
A Rê Santa Aventureira (tô sem link) me ligou ontem. Entre outros assuntos, ela me perguntou sobre o tal Shopping do Tururi. Aproveito então pra esclarecer.
Tururi = camiseta usada pela torcida na apresentação do Boi Bumbá.
Shopping = Barraquinhas que vendem tururis espalhadas pelo estacionamento do Vivaldão.
Vivaldão = Estádio de futebol que fica a 2 quadras da minha casa.
Carro de som = Caminhão que transporta caixas de som. No caso, caixas elevadas a uma potência desumana, com o levantador cantando as toadas.
Toada = Canção que conta a saga do boi.
Levantador = o equivalente ao puxador de samba.
Enquanto isso, gato miando no espetinho e a cachaça rolando solta.
Uma putaria desgraçada.
A muvuca rola, impiedosamente, de segunda a domingo, das 20 às 23h30.
Então você pode pensar: ?Fecha a janela. ? Não adianta.
?Pensa noutra coisa que passa.? É que nem dor de dente. Não passa.
?Então, se mata. ?Ainda acho a idéia da granada de mão mais legal.

16 fevereiro, 2006

É dia 24.
Não há mal que sempre dure.
Na outra sexta-feira, temina o inferno. O Shopping do Tururi encerrará suas atividades.
E eu vou viver num paraíso cor-de-rosa. :O)

15 fevereiro, 2006

Na regressão.
Nesta semana, me deixar fazer qualquer coisa sozinha caracteriza abandono de incapaz.
Escondam as facas.
O técnico do ar-condicionado não apareceu pela segunda vez consecutiva.
A faxineira nova até que limpa tudo direitinho. E também guarda tudo direitinho. Onde estão minhas coisas?
O documento que mensalmente sou obrigada a entregar não chegou pelo correio. Sinto o cheiro da encrenca.
O novo cartão de crédito chegou dentro do prazo. O número para desbloqueio não vale para o Amazonas. O número alternativo vale, mas tira qualquer um do sério.
Maldito Shopping do Tururi.
Instinto belicoso.
Sono.
Saco cheio.
Desejo de morte matada.
Maldito Shopping do Tururi.
Bendito seja o inventor da granada de mão.

10 fevereiro, 2006

Acerto de contas.
Ontem, a caminho de casa, eu, 2 redatores e 1 diretor de arte paramos no Habib?s.
Cada qual fez uma comprinha pra viagem, o diretor de arte não quis nada e todos voltamos saltitantes para casa.
No dia seguinte:
Redator: No final, o beirute do Habib?s acaba sendo bom pra caramba.
Diretor de arte: Tinha beirute?
Redator: Claro que tinha.
Diretor de arte: Por que cês não me falaram?
Eu: - Mas você tava com a gente dentro da loja.
Diretor de arte: - Mas eu não vi que tinha.
Eu- Tava lá no cardápio.
Diretor de arte: - Não vi.
(note que ele deixa a bola quicando na área)
Eu: - Era só texto. Não tinha figurinha. Vai ver que foi por isso.
Se eu for vítima de alguma emboscada, já temos um suspeito.

09 fevereiro, 2006

Não perda.
Marília Gabriela entrevistou Dr. Eduardo Ferreira Santos, autor do livro
Ciúme. O medo da perda.
Eduardo foi meu professor no cursinho. E depois, na faculdade. Por alguns meses, foi meu psicoterapeuta.
Ótimo professor. Grande profissional. Um poço de candura.
Vai rolar reprise no sábado, dia 11, às 10h30 e às 15 horas. No GNT.
Vou ver de novo.
Tudo a ver.
Assunto: cuidados com instrumentos de manicure e pedicure. Matéria bem editada, embora o conteúdo seja aquela coisa eternamente paranóica. Tudo é risco de contaminação. Até de morte. Melhor nem sair de casa. Mesmo assim, sei não.
Final da matéria, vamos aos comentários dos apresentadores.
Brito: Ana [a Hickmann], o que você acha disso?
Ana: Acho que as pessoas têm que tomar cuidado mesmo. Sempre usar alicates esterilizados na?, na?, na?
Brito: Autoclave.
Ana: Não. Autoclave é um liquidozinho que passam pra esterelizar o alicate.
Brito: :/
Misericórdia.
Nova paixão.
Lost.
Viciei. Não sei como pude viver até hoje sem conhecer.
Você deve estar se perguntando: mas só agora, lesa?
É simples: no meu pacote Sky, lamentavelmente, não tem AXN. Nem P&A.
O jeito é ver na grobo.
Sacou?
Conversas do além.
- Mr Ghost, tava sumido. Como vai a vida?
- Daquele jeito de sempre. E por aí?
- Coisas estranhas acontecendo. Objetos voltaram a sumir. Assim, do nada. Quando eu paro de procurar, eles aparecem num lugar completamente absurdo. Sinistro.
- Isso é normal, Ana. Até você se perde nesse apartamento.
- Nem vem. Você tem considerar toda a complexidade arquitetônica do imóvel. Até você se perderia aqui, num momento de distração.
- Eu não. Nunca me perdi aí.
- Isso não conta, Mr Ghost. Você é um fenômeno.
- De resto tá tudo bem?
- Tá. Aquela coisa básica de sempre.
- Nunca se sinta sozinha. Saiba que estou sempre aí e pensando em você.
- Coisa boa de saber. Vê se aparece, dia desses.
Acho que perdi o juízo de vez.

08 fevereiro, 2006

No estaleiro.
Fui cruelmente atingida por um crepe de 4 queijos com presunto. Pelo menos, ele é o principal suspeito.
Perdi um dia de trabalho, com a sensação de que quem tava virando presunto era eu.

02 fevereiro, 2006

A casa é sua.
Parece que o pograma acertou o caminho. Contratou aquela boxeadora (ex-BBB) pra comentar a fuleragem que rola na versão BBB6.
Hoje, na falta de assunto, falaram os casais que passaram pela casa.
O locutor falava sobre o romance entre Sol e o coveiro. E encerra a matéria com a pérola da semana:? ?E então o romance entre eles acabou exatamente como o coveiro queria: morto e enterrado. ?
Eu mereço.
Esse mundo tá perdido.
As minhas idas pra casa na hora do almoço têm sido muito instrutivas. Lúdicas, inclusive.
Hoje, quase saindo de volta pra agência, me deparei com criações bizarras.
Era evidente que a matéria era paga. Pograma da Craudete, só podia.
Uma lanchonete, cujo nome eu não sei, inventou novos salgados.
O primeiro choque foi a coxinha de estrogonofe de frango. Tem gosto pra tudo.
Mas o melhor ainda estava por vir.
Tá sentado?
Uma coxinha feita com massa de quibe, recheada com frango desfiado.
Note o verdadeiro espírito empreendedor do cidadão.
Quer saber o nome do acepipe?
Preparado?
Então toma: quibixinha.
Te juro.
Fala sério.
Li outro dia, não lembro se no Uol ou O Globo, matéria fazendo um comparativo entre as séries Avassaladoras e Sex and the City.
Menos, crianças. Menos.

01 fevereiro, 2006

Indagações inquietantes.
1] Por que minha faxineira resolve desaparecer do mapa quando eu mais preciso dela?
2] Por que tenho uma vontade incontrolável de eu mesma cortar minha franja justamente quando tenho que estar mais ou menos bonitinha?
3] Por que eu não sei cortar minha franja?
4] Quanto tempo dura um litro de tucupi na geladeira?
Conjugue você também.
Eu procrastino. Tu procrastinas.
Se até ele procrastina, por que não eu?
Game over.
Se ainda restava uma esperança de rolar algum assunto pro dia seguinte na firma, tire seu cavalo da chuva. No BBB só vai sobrar choradeira e nhem-nhem-nhem.
Tô com saudade de Survivor.

31 janeiro, 2006

Sem sacanagem.
Até que a Mari tá mandando bem no modelito corna-mansa-conformada.
Eu me sinto a melhor das criaturas quando:
1- Termino o mês com o saldo no azul. Tudo bem que é um azul beeeem clarinho, mas ainda assim é azul. Raridade.
2- Consigo deixar a pia brilhando, depois de preparar o jantar.
3- Me preponho a não fazer algo e realmente não faço. Mesmo que isso me custe as vísceras e 20 cigarros a mais no pulmão.
4- Consigo dormir uma noite inteirinha de sono, sem nenhum pesadelo.
Prende a doida.
No pacote de batata frita que está olhando pra mim pode conter 3 brindes: ou tatoo ou colar ou anel. Quero tatoo, pra aplicar na nuca. :O)
Coisas que nunca imaginei na vida:
Um dia odiar Bill Bryson.
Já cheguei lá.
Algo de errado.
Este era pra ser o ano do cachorro.
Não o do cão.

30 janeiro, 2006

Miséria.
Consegui sobreviver à adversidade, com a minha fé e determinação.
Para vir trabalhar, tive que torrar 6 mangos.
Agora não tem como escapar: vou ter que pegar um táxi e ir ao banco. Operação de alto risco, note bem.
Se você puder rezar para que o sistema não tenha caído, ou o banco tenha sido assaltado, eu ficarei muito agradecida.
Alegria de pobre.
Domingo pela manhã, acordei cedão. Céu azul, sol bonito e ventinho gostoso. Era um convite irrecusável para uma leve caminhada até a Select mais próxima. Eu não saía de casa desde a noite de sexta, afinal.
Ao vestir uma calça, encontrei duas moedas que estavam ali esquecidas. Passei a ter
R$ 8, 60!! Definitivamente, era o meu dia de sorte. Ou não.
Lei de Murphie volta a atacar.
Sexta-feira, 27/01, horário de almoço. Ameaçava chover uma chuva braba. Eu tinha exatos R$ 7,35 na bolsa. Para ir ao caixa eletrônico, eu teria que pegar um táxi, o que seria uma despesa desnecessária, nessa dura fase de vacas magras. Deixei pra fazer a operação na volta pra casa, abusando da gentileza do colega que tem me dado carona. No exato instante em que eu me aproximava do que seria a salvação do meu final de semana, puf. Apagaram-se as luzes e descobri que caixa eletrônico não dispõe de um elemento de primeira necessidade para quem se diz prestar serviço de primeira qualidade: gerador de energia elétrica
Óbviamente, cheguei em casa com os mesmos R$ 7,35 e sem parte da unha do polegar direito. Não sabia que eu era capaz de roer unhas, olha só.
Num falei?
O engodo foi pro paredão, embora muito antes do que eu imaginava.
Tô com vontade de votar no pica doce, só pra ver a tortura do queridinho do Brasil se prolongar por mais algumas semanas.Vai ser divertido. Se eu fosse a patroa, já iria providenciando a venda do carango novo e escolheria uma lava-louça mais em conta, porque foto na G acho que não vai rolar, não. Ele vai voltar pro trampo lá na gerença na Pavuna e a vida vai melhorar de qualquer jeito.

27 janeiro, 2006

Esfriou?
Parece que sim.
Buá.
Em São Paulo vai rolar a 1a Festa de Ano Novo Chinês, no final de semana. Entrada franca.
Detalhes no UOL [tô sem link].
Quem for lá conferir, por favor, me conta depois. Enquanto isso, eu fico aqui chupando o dedo. Ou vou ligar pro China in Box, talvez.
Pronto, falei.
A Ana Hickmann é prognata.
Repara bem.
Indagações inquietantes:
Por que não consegui até hoje assistir a um capítulo inteiro de Belíssima?
Por que assistir ao Superbonita [GNT] faz eu me sentir medonha?
Por que eu sempre pego o Mesa pro Dois no finalzinho?
Agustinho, o engodo.
Nunca fui muito com os cornos daquele sujeito. O cabra entra no sorteio, mal esquenta a bunda na cadeira e já leva o carro e a liderança, justamente numa prova de adivinhação numérica. Sei não. Desconfio de informação privilegiada. Ninguém nunca sentiu o cheiro dessa marmelada, não? O leso passa o dia no lava-e-passa, sacudindo a pança pra fazer gracinha e vira o queridinho do Brasil. Uma espécie de Bam-Bam, só com um pouco mais de experiência de vida. Quero ver no dia que ele começar a deprimir, o que não vai demorar muito. Torço por isso em silêncio Caboco vai chorar escondidinho e vai causar verdadeira comoção nacional. Quer apostar?

26 janeiro, 2006

P.N.L.
Preciso reprogramar minha mente. Tenho que parar de vislumbrar os cenários possíveis dentro de determinado impasse na vida.
De agora em diante, vou aplicar minha flexibilidade cognitiva apenas em assuntos verdadeiramente relevantes. Como BB6, por exemplo.
Tudo vai melhorar muito, creia.
Overdose.
Experimentei um teco de rapadura cremosa. Pouca coisa, do tamanho de um brigadeiro pequenininho. O suficiente para estourar a minha cota bienal de consumo de açúcar.
Coisa impressionante.
Acho que isso pode, inclusive, desobstruir a demanda de bêbados que recorrem ao SUS, em busca de glicose na veia. Bota uma lasquinha dessa rapadura embaixo da língua, que nem aqueles remédios pra pressão, e o caboco volta pra casa andando.
Frente fria já.
Rezo para que chegue logo, pra esfriar a moringa da galera do sul-maravilha.
Eles estão sofrendo muito. Dá pra notar daqui.
[bocejos]
E esse tédio que não passa, hein?

25 janeiro, 2006

Malvada, eu?
Entra o desavisado na sala e comenta algo ininteligível.
Uníssono: - Hã?
- Cheiro de banana.
Unissono: Hã?
- Cheiro de banana aqui.
Eu - Sabes que delírio olfativo pode ser sintoma de derrame cerebral?
A gente quer compartilhar a informação com o colega e dá nisso. Me chamaram de cruel.
Espírito suíno.
Certas oportunidades a gente perde na vida e depois fica se corroendo pela vacilada ou pelo súbito ataque de piedade cristã.
Ontem, por exemplo, eu estava na área de fumantes esperando meu táxi, quando reparei que no cinzeiro havia uns 7 ou 8 palitos de fósforo espetados, como se fossem velinhas num bolo de aniversário. Imaginei que fosse obra de algum fumante precavido que roubou os palitos e os deixou ali, para um momento de desespero e necessidade.
Peguei calmanente o isqueiro na bolsa no exato momento em que o carro chegou.
Guardei a arma do crime e segui meu caminho. Não incendiei os fósforos.
Aquilo não sai da minha cabeça.
Conversas do além.
- Mr Ghost? Por onde andas?
- ??.
- Mr Ghost?
- ??.
Já sei. Só pode estar na esbórnia.
São Paulo, São Paulo.
Queria estar na festa.
Buá.

24 janeiro, 2006

Close to home
Pogramaço. Tô virando fã de carteirinha.
Vigilância sanitária.
Incrível como alguns assuntos passam a perseguir você.
Deu no Mascate*, primeira página, sábado: Surto de caganeira apavora a população.
Juro, era assim mesmo a manchete.A matéria, obviamente, falava sobre a péssima conservação dos alimentos e as condições precárias de grande parte dos restaurantes e lanchonetes da cidade.
Na hora do almoço fui pra casa. Passou um episódio de Friends na Warner. Aquele que a Phoebe conhece o mala da vigilância sanitearia e fecha tudo que é restaurante.
Na seqüência, zapenado, parei no programa da Craudete. Um especialista em conservação de alimentos falava sobre os 10 mais perigosos no verão: salsicha, carne, vinagrete, camarão, pastel de feira e por aí foi.
Misericórdia. Não se pode ter sossego nessa vida.

*Mascate é um periódico que segue uma linha editorial muito semelhante a do finado Notícias Populares.
SOS.
Acho que quero me internar na selva. Preciso passear de canoa.
Descontrol total.
Cartão de crédito bloqueado. Sim, Becky Bloom ainda insite em habitar o meu ser. Exagerei no final do ano, mas pra tudo se dá um jeito.
Lâmpadas queimadas pela casa. O xampu já era. Miojo acabou.
Desde que cheguei de volta nunca mais fui ao supermercado. Quebra de confiança. Deu no jornal: comerciantes de grandes redes estão adulterando prazo de validade de tudo quanto é produto, de carne a sabonete íntimo.
Minha casa carece de cuidados. Eu também. E esse carnaval que não chega nunca.
Meu braço direito por um pouco de paz.

23 janeiro, 2006

Teje preso. :O)
Pensa noutra coisa que passa.
Tô me guardando para quando o carnaval chegar.
Tortura chinesa.
Desde a manhã de quinta-feira até o início da noite de sábado foram 34 horas confinada numa maldita ilha de edição. Documentário de 6 minutos sobre abate e controle de qualidade de carne bovina.
Minha vida pessoal virou no avesso e estou com o humor do cão.
É bem proválvel que eu fique uns 4 meses sem comer hamburguer. E nem é por dozinho do bicho, não. O boi que se dane. Eu tô é com raiva mesmo.

13 janeiro, 2006

Ainda a cerveja com S.
Auki entendeu se tratar uma comemoração à conquista da conta da Skol. Como eu disse a ele, antes sesse. Mas quem sabe assim Fabinho descobre meu talento. Nunca se sabe.
Ale Totalmente Bridge, curiosíssima, perguntou se estava vendo um paSSarinho verde. Não exatamente. Listou uma ampla fauna verde que inicia com S. Achei por bem assumir que se trata de um sapo verde por uma questão bastante simples. Reza a lenda que você beija o sapo e leva o príncipe. Tudo muito prático. Me pareceu uma idéia sensacional.
Depois, no silêncio da noite, fiquei supondo: e se o sapo verde virar o Shreck? Vou me transformar em Fiona?
Não, não. Podemos perfeitamente mudar o rumo desse conto do vigário.
O Shreck dá uma bota na Fiona e se apaixona perdidamente por She Ra, no caso, eu, que juro, vou começar a academia na segunda-feira.
E viveram felizzzzzes para sempre.
Notem que a leseira caminha a passos largos em 2006.
Alguém tem um Serenus por aí? Se não tiver, Somalium serve.
Modos à mesa, crianças.
Comentários sobre o almoço legal no dia anterior, à mesa do restaurante escroto.
Menina 1- Ontem, foi bom. Comi um pacu inteiro, uma banda de jaraqui, um pedaço de pirarucu e outro de surubim.
Eu- Calma aí. Não era um pacuuu. Era um pacuzão.
Cretino: - Sei. Um pacuzão tipo assim Carla Peres.
Eu: - Bingo.
A inocente Menina 2: - O pacu é grande, mas quando você abre ele é fino.
Eu: - Gente, não é melhor mudar de assunto, não?
Conversa besta, a caminho do restaurante escroto.
- Ana, que cara essa?
- Nada. Sei lá, tô meio?
- Esquisita
- É, fico pensando por que os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus? Acho tudo tão confuso..
- Simples. É porque a camisa é de Vênus. Elas que fazem.
- Cretino.

12 janeiro, 2006

Boas compras
Ganhei coisas lindas no Natal e acabei não comprando quase nada em Sampa.
Como não sou de ferro, sucumbi aos irrestíveis apelos de um protetor labial FP15,
com extrato de caviar. Já foi testado e devidamente aprovado. Pena que acabe tão rápido.
O grande achado de 2006 foi a coletânia de 4 DVDs de Mad About You, com episódios comentados, selecionados criteriosamente por Helen Hunt e Paul Reiser. Raridade. Pensa bem, se eu não comprasse iria sofrer pelo resto da minha vida e seria a mulher mais infeliz do mundo. Pretendia saborear esse mimo calmamente, mantendo a sensata média de 1 disco por semana. Não rolou. Só no sábado e domingo, assisti a 3. Tô tentando economizar o último, mas tá difícil. São Seinfeld tem me apoiado muito nessa hora difícil, tenho que reconhecer e agradecer.
Tudo bem que eles não colocaram o meu episódio predileto, aquele do aniversário no metrô. Pra compensar, tem aquele que conta como eles se conheceram e se apaixonaram. Delícia.
A grande cagada de 2006 foi a compra de uma bolsa que eu estava longe de precisar. Já foi devidamente apelidada por terceiros como gancho de rede. Tá. Compra por impulso dá nisso. Nada é perfeito.
Mas eu melhorei bastante, reconheçam.
Recado educadinho para Sr. Jorge.
Tem sido asim, ultimamente: chego no trampo ansiosa pra ler minhas mensagens, na esperança de receber notícias de amigos distantes, quem sabe até uma inesperada declaração de amor logo cedo. Mas não.
Quase todo dia ele marca presença, com uma fidelidade canina impressionante.
Já mandei mensagem educada explicando a situação. Também já parti pra ignorância, mas não tem jeito. Ele insiste. Talvez ele leia blogs. Não custa tentar.
Então, seu Jorge, a parada é a seguinte: eu não tenho interesse nenhum em comprar ou locar galpões no Brás, Móoca ou Alphaville. Nem com todas as facilidades de pagamento que só sua empresa oferece. Pega o beco, mano.
Time sheet.
Preciso terminar meu resumo das festas de final de ano em Sampa.
Fora de época? Que nada.
Se você considerar que a penúltima árvore de Natal que armei foi desmontada depois do carnaval, tô mais do que no prazo.
Aliás, o carnaval é quando mesmo, hein?
Pajelança.
Anorexia, sai desse corpo que não te pertence.
Volta lá pra Kate Moss. Bora procurar sua turma.

11 janeiro, 2006

Cerveja com S.
Dia desses, descobri que as melhores coisas da vida têm uma mesma consoante.
Silêncio na madrugada, solidão compartilhada, sonhos. Snacks, sol, saciar a sede de espumante sob lençóis, talvez de seda. Sacanagem.Sandubas de salame e salsichas preparadas com sabedoria dos santos.
São Paulo. Saudade.
Aliás, cerveja deveria ser com S, sim. Sempre.
Smack.

10 janeiro, 2006

Começou cedo.
Tô com um arquivo de mais de 6 páginas com meus registros sobre Natal e ano-novo em Sampa.
Preguiça de editar.
Pergunta cretina que recebi por e-mail.
O que você faria com alguns quilos a menos?
- Enterraria os ossos, porra!

09 janeiro, 2006

Tem dia que parece noite.
E hoje está caricato.

05 janeiro, 2006

Pra não perder o costume.
- E aê, mano, vai desfilar em alguma escola?
- Vou não.
- Vai sim. Confessa. Comissão de Frente da Viratouro.

04 janeiro, 2006

É estranho voltar pra casa (??) e descobrir que durante o tempo em que estive em Sampa, não senti saudade uma vezinha sequer.
Será um ano longo.
Tudo de novo.
Lá vou me readaptar ao fuso horário, bla, bla, bla.
Hunf.

21 dezembro, 2005

Fui fazer a unhas na hora do almoço.
Peguei chuva, daquelas que desabam de balde.
Minha sandalinha da humildade já era.
Toma outra.
[aquele amigo corno, sempre ele, chega reclamando que a grana acabou, que queria comprar um vinho, que não vai dar pra comprar um Bolla, blá, blá, blá]
- Puta merda, ia comprar um Bolla, mas tô sem grana. O jeito vai ser comprar um Sangue de
Boi mesmo.
- Pra beber ou pra transfusão?
Papai do Céu, por favor:
- Que eu não esqueça a murupi na geladeira.
- Que eu encontre pupunha e tucumã hoje à noite [não, não se trata de um dupla sertaneja].
- Que não chova torrencialmente à noite.
- Nem amanhã, se não for pedir demais.
- Que eu lembre de desligar a chave geral
- Que eu não esqueça a chave do lado de dentro da porta. Nem no freezer.
- Que a Torquato não esteja engarrafada.
- Que não role um overbook.
- Que tenha teto pra decolagem.
- Que o trem de pouso não falhe.
- Que tenha gente me esperando.
- Que o café esteja cremoso.
- Que eu tenha inspiração pra terminar o job que repousa inerte sobre minha mesa.
- Que eu tenha juízo e a paz reine absoluta.
Prometo ser uma boa menina.
Toma.
[o diretor de arte desavisado pergunta à redatora revanchista]
- Viagem é com g ou com j?
- Depende. Verbo ou substantivo?
- Tem isso, é?
- Pensa que meu trabalho é só ver figurinha, é?
Contagem regressiva.
Enfim, o pior já foi. Só quero ver com vai ser esta noite.

20 dezembro, 2005

Parauapebas.
Não consigo falar direto, sem trupicar.
Sai Parauepabas, Pareauepabas.
Qualquer coisa, menos isso.
Roda Viva.
Estou cada vez mais encantada com Alex Atala.

16 dezembro, 2005

Putaquepariu Futebol Clube
1- Todas, eu disse todas a minhas roupas estão na lavanderia. Só ficaram uma calça velha e duas blusinhas idem. Se a lavadeira não aparecer hoje, não vou ter o que vestir para a festa e amanhã, vou ter que ir ao centro da cidade usando penhoar.
2- Fiquei 25 minutos na fila do banco pra pagar duas contas em atraso. Foi então que descobri que a conta de novembro só poderia ter sido paga até 05/12 e a lesa aqui não reparou. Isso vai dar um certo trabalho e vai exigir muita paciência.
3- Diretoria deu ordens pra levar o Corote pra carrocinha. Isso vai acabar em merda. Ou em sabão.
Toma.
- Ana, um dia serás minha.
- Fica pra próxima.
- Semana?
- Encarnação, mané.
Dúvida cruel.
Quero comprar um presente pra Lana, a criatura mais genial que conheci em 2005.
Ela tem um senso de humor muito semelhante ao meu: escroto até a tampa.
Lana é uma mulher de muitos talentos: manicure de mão cheia [perdão], está se inciando no ofício de cabelereira, faz salgadinho de festa, bordado, vende Avon, Natura, lingerie de catálogo, faz frutas de parafina e o diabo. Segundo ela, só ainda não aprendeu a falsificar dinheiro por falta de tempo. Desconfio que a religião não permite.
Ou seja, fazer pé e mão significa uma hora de pura diversão, comentários ferinos e comprinhas por impulso até acabar Vale a Pena Ver de Novo.
O que eu compro, hein?
Salto agulha.
Hoje tem a boa e velha festa de confraternização na firma. Pelo menos não vai ter amigo secreto, o que é um mico a menos.
Mas estou me sentindo estranha. Já tinha me acostumado a chegar de mala e cuia, sair louca-babando e seguir pro aeroporto.
Este ano vai ser diferente. Ainda falta uma semana pra decolagem. Praticamente um século e eu não vejo a hora de pintar as unhas de vermelho. Só pra variar, entende?

14 dezembro, 2005

Alegria indescritível e impublicável: uma caixa de Sedex, ao chegar em casa. E era pra mim. ;O)
Ganhei.
If you can walk you can dance. If you can talk you can sing.
Yes!
Ontem, recebi um monte de recadinhos no orkut e e-mails gostosos.
Dia de aniversário costuma ser meio contragedor. O jeito é pular essa parte.
Obrigada, amigos.

12 dezembro, 2005

Preciso comprar pilhas.
Tomara que seja esse o caso. ;O)

09 dezembro, 2005

Conversas do além.
- Mr. Ghost, agora é minha vez de convidá-lo para um passeio. Vamos a lugares que, talvez, você nem reconheça mais.
? Algumas horas depois, andando pela rua.
- Só Unhas? Por que tá fechado?
- Porque é feriado, Mr. Ghost.
- Mas, fecha no feriado? Ali não vende unha de caranguejo?
[ai, ai, ai]
- Não, Mr. Ghost. É um salão de manicure. Uma rede grande na cidade. Vez ou outra, fazem unha de piranha, porque não se pode discriminar a freguesia. Entendeu?
Saudade imensa.
Coisa rara.
Hoje estou me sentindo linda.

07 dezembro, 2005

Haja.
- Que dia é hoje, hein?
- Um belo dia, um belo dia?
Ah, minha colher de sobremesa numa hora dessa.
Hoje eu trabalhei feito gente grande.
Bubuia.
Amanhã é feriado. Acho que vou conseguir colocar meu sono em dia. Acho.

06 dezembro, 2005

E o mês que não passa.
Inferno III
Já que tô por aqui, o jeito é abraçar o capeta.
Misericórdia.
Inferno II
Chuva fina, sono incontrolável e gripe.
Inferno I
Noite em claro.
Carapanãs malditos.

05 dezembro, 2005

Comprei um celular.
Bárbaro. Agora eu tenho um despertador.

02 dezembro, 2005

Eu e minha grande boca. :O)
Efeito Cebolinha.
Levei, num ato de caridade, uma latinha de manteiga da melhor qualidade pra agência. Comer margarina de 2a categoria todo dia não dá.
Então, o colega com fama de corno desdenhou:
- Aviação, é?
- É o que tá escrito.
- Por que não trouxe Cabeça de Touro?
- Porque achei que você gostaria de mudar de assunto. Tolinho. :p

01 dezembro, 2005

Alucinações auditivas.
Nesta madrugada, acordei sobressaltada, com o som do telefone tocando. Um toque só. Estou ouvindo coisas.
Acho que é grave.

30 novembro, 2005

Conselho de amiga.
- Reniew para mãos e unhas - Avon
- Fortalecedor de unhas com fibras - Avon
- Protetor labial com FPS 15, aloe vera e vitamina E ? Banana Boat
Piada de mau gosto.
Domingo, 25 de dezembro, à meia-noite, no Telecine Cult vai passar A Paixão de Cristo.
Tô te falando.
Agora eu pergunto: na sexta-feira santa vai passar o que? O Milagre da Rua 34?
Sinais visíveis de pobreza.
Eu me descontrolei completamente. Com essa farra de ir almoçar em casa todo dia, estourei a verba pra condução. Voltei pra agência rezando pra não ter congestionamento, Um fusca quebrado no caminho, e eu estaria lascada.
Tô com R$ 1,75 na bolsa. O jeito vai ser voltar de carona. Ou a pé.
Quer apostar quanto que vai chover?