20 dezembro, 2007
Sabe felicidade? Muita, muita.
Fui às compras na lojinha da rua de trás.
Comprei blusa espetacular pra amiga secreta.
Na volta, comprei um Sonho de Valsa Trufa.
Eu comeria mais cinco, fácil.
Aguarde emoções fortes.
Tão dizendo que ninguém sai daqui antes do dia amanhecer.
:|
Ainda não tenho a menor idéia do que vou comprar pra amiga secreta da firma.
Menor idéia. Menor vontade de sair.
Maior vontade é de voltar pra casa, nem as notinha do jornal Metro me animam, a não ser o fato de que o preço de uma balança doméstica de bioimpedância já baixou pra pouco mais de cem reá. Nem tudo é só desgraça, veja você.
A última vez que me pesei numa dessas, eu tinha a taxa altamente invejável de apenas e tão somente 20% de gordura corpórea.
Por isso eu não preciso comprar canga pro Verão, entende?
:O)
Ela acabou de me ligar, dizendo que se recusa a ficar com a grana referente à sua diária, só aceita a do busão e olhe lá, porque acha que estou brava. Nice é mulher teimosa.
Por mais que eu tenha argumentado que eu nem gostava tanto daquela calça, que se fosse a outra bege, aí sim, ela tava ferrada, não adiantou.
Nice não aceita mais o meu dinheiro. Está envergonhada.
Argumentei novamente, no clima do deixa disso. Sem chance.
Rendida, eu disse que iria comprar outra calça equivalente.
E que se fosse mais barata, eu deixava o troco. Isso ela aceitou.
Vejam a que ponto eu cheguei. Minha faxineira agora governa a minha vida.
Ok. Vou comprar uma calça nova, estou mesmo precisando. Aproveito a viagem e compro o do amigo secreto, que é pra amanhã.
Já conversei com o Xandão, diretor de arte, ele vai fraudar uma etiqueta de loja pra mim, num precinho bem mais em conta.
Nada como ter amigos.
Nice vai cair feito um patinho. :O)
19 dezembro, 2007

Saímos para almoçar numa cantina, literalmente, do outro lado da rua.
Éramos 8. Dividi um escalope com molho ao funghi.
Não comi o balde de mousse de chocolate tradicional da casa, pq meu estômago ainda não está completamente católico. Melhor não abusar tanto.
Foi só na hora da conta que percebemos o dilúvio.
Jogamos mais meia hora de conversa fora e nada. Tivemos que atravessar assim mesmo, praticamente a nado.
Que chuva é essa, hein? Vai ser assim pra sempre? :|
Alô você, amigo desempregado.
Na Rede TV!, Encontro Marcado, às 19h, com o Gasparetto.
Eu soube, fontes seguras, que o cara é um must entre a galera da estatística.
Sei de gente que chega a pensar seriamente em desisitir de processo seletivo pra não perder o programa diário.
Eu fico possuída com essas coisas.
[Owen é uma pessoa maravilhosa e eu o amei muito. Desejo coisas lindas para ele, saúde e tudo que ele quiser na vida.]
Declaração da atriz Kate Como-Perder-Um-Homem Em-10 Dias Hudson para a edição da Vogue norte-americana, sobre a tentativa de suicídio de Owen Wilson, seu ex-namorado.
Sei.
E! True Hollywod Story revela como ídolos de música pop começaram.
Veja como era o Mickey Mouse Club, o programa infantil culpado pela reveleção de gente do tipo Christina Aguillera e Britney Spears.
No canal E!, às 13 horas.
Aproveita que cê tá coçando.
Eu tô sem job, mas tô no trampo. :p
Faltam apenas 4 dias, contando que talvez ocorra algum
atraso no cronograma equipe/cliente.:|
Pasme, eu tenho cronogramas internos e externo, hoje em dia.
Ui.
A festa na firma rola na sexta, eu nem comprei presente e
nem tenho ideia do que comprar. (algumas coisas nao mudam
nunca, yes! :O).
Pra viagem, ainda tem quase 3 semanas e eu, um monte de
coisas a fazer, divertidas e relaxantes, tipo Vale a Pena
Ver de Novo. Eu VPVN, eh metade da razao das minhas ferias,
eu juro!
E aproveito a TV ligada pra organizar um pouco a casa,
costuma funcionar.
E tbm enquadro o Caveirao no esquema, porque a viatura ta
ficando uma zona, antes mesmo de completar 1.500 km rodados.
Nao posso deixar a coisa esculhambar desse jeito.
Vou preparar risoto e pure de castanhas no Natal, eu tinha
esquecido.
Hoje, quase no final da tarde, sem job, fiz um comparativo
particular
dez/06-dez/07.
Tudo muito, muito diferente.
Apesar de todos os atropelos pesaderrimos de 2007, eu me
sinto feliz.
Quase como me sentia em dez/06, com toda aquela barra que
foi e nem faz bem lembrar.
No saldo, fiz uma porrada de coisas, algumas surpreendentes
e completamente fora do roteiro original.
Estou cansada. Cansada. Muito cansada.
Parar de fumar foi, de longe, o melhor que eu poderia ter
feito por mim, hoje tenho a ideia da importancia e da
elegancia do gesto.
Melhor ainda seria eu acordar, sair de casa, trampar
funcionalmente e, no meio do dia, pegar o Caveirao no
estacionamento sem ter vontade de socar o manobrista, chegar
ao MPlace, ter uma ideia fofa de presente, antes de sucumbir
ao vale-presente, comprar a O Magazine, pq eu VI a
entrevista do Seinfeld com a Oprah no GNT. Sobre Bee Movie,
coisa mais fofa! Eu quero LER a entrevista na praia.
:O)
Cansada, eu, vcs se convenceram?
Vou fazer soninho da beleza.
Mantenham-me informada, plizz.
ZZZzzzzz.
18 dezembro, 2007
- Levar vestidinhos para ajustes na costureira
- Comprar exemplar de novembro da “O” Magazine (Oprah entrevista J. Seinfeld), na banca do MPlace. Porque 2008 será o ano da leitura de praia. Chega de leitura de aeroporto. :p
- Comprar Episol 50
- Separar o caderno de notas
- Localizar as raquetes e bolinha de frescobol.
Vida besta. :O)
- Separar livros para a viagem
- Comprar 3 biquinis
- Não comprar canga, porque não é preciso (aha,ha,ha)
- Assistir Vale a Pena Ver de Novo – Coração de
Estudante, todas as tardes
- Ir para academia todas as tardes, depois do Vale a Pena
Ver de Novo
- Organizar cardápio básico para a praia
Vida besta. :O)
17 dezembro, 2007
16 dezembro, 2007
Oli.
A fome era muita e o prazo, nenhum.
Sorvete de bolota, sabor framboesa, da Brunella, foi o pior
que ja tomei na minha vida. Corra.
Antes disso, fomos ao cabelereiro.
Ela, cabelo. Eu, dobradinha manicure/pedicure, plizzz.
Precisavamos muito de cuidados especiais, eu tava exausta e
seriamente aborrecida com uma serie de entraves
profissionais.
Relax. Respira.
Helena cuida de nossos cabelos e, aparentemente, nos ama
incondicionalmente.
O assistente comprimenta Oli, conversa com ela e depois
anuncia, solene: agora eu vou falar com a sua irma.
No caso, eu.
:O)
Adoro gente que tem trato com as pessoas.
:O)
15 dezembro, 2007
13 dezembro, 2007
12 dezembro, 2007
sangue para a batelada de exames de sangue que Dra
Figuraça pediu, a fim de conferir a quantas anda o meu
comportamento à mesa e toda aquela saúde supostamente
promovia pelos exercícios físicos praticados com uma
certa regularidade.
Só que pra isso ocorrer, eu teria que fazer um jejum
forçado de 12 horas, que, em tese, teve início às
19h30.
Problema é que eu ainda tô na firma e o povo tá
agitando de pedir rango no japonês. Pedi uma porção de
guioza ao vapor e uma vaga para portadores de necessidades
especiais, no combinadão de 45 peças.
Fica fácil imaginar que os tais 850 ml serão sugados da
minha veias só no ano que vem.
Meu otimismo permanece inabalável.
09 dezembro, 2007
08 dezembro, 2007
NOW?
Can you help me?
Now?
I love Sting.
Mais do que Eric Clapton.
E olha que Eric Clapton eh O CARA pra mim, viu?
Eu ganhei o DVD dele inclusive, de presente dos meninos,
lembram?
Mas Sting, puta merda.
Sting.
Foda-se o baterista, David.
Sting, meu pai!
E eu nao estou no Maraca.
Merda!
Sting teve a ousadia de ser sosia do meu pai. E meu pai era
um cara lindo.
Sting eh um sujeito muito petulante e tem a voz mais linda
do mundo.
I love Sting e, por ironia do destino, tenho alergia a
abelhas.
Sting tem a cara do meu pai.
Minha mae teve um imenso bom gosto, eis a grande verdade.
I hate Roxane.
:O)
07 dezembro, 2007
06 dezembro, 2007
05 dezembro, 2007
04 dezembro, 2007
exames.
A expectativa sempre é tensa.
Dr M. é daquele tipo cada vez mais raro de pessoa que
você fica ao lado por 3 minutos e tem a agradável
impressão de que dividia a mesa com ele, desde o maternal
I.
M. disse que eu estou magrinha (hã?), linda e com a
saúde perfeita. Sugeriu uma endócrino ótima e lamentou
o fato da próxima consulta ser só no final do ano que
vem.
Tudo indica que aquela impressão, a do maternal I, é
recíproca.
Uma consulta que vale por um passeio.
Feliz, feliz.
reduzir o uso de sacolas de plástico.
Vou ao supermercado praticamente todos os dias, de modo que
o meio ambiente deve estar agradecendo a atitude. Um bom
investimento.
Apostei num pacote de castanhas portuguesas congeladas.
Amo castanhas e eu tinha altos planos para elas.
Agora, imagino, que foi esmola demais: menos de 20 reau o
quilo. Sei não. Vou testar antes de recomendar.
03 dezembro, 2007

Bate-volta na praia, pra reconhecimento de terreno.
Amei o lugar e tenho certeza de que a gente vai se divertir um bocado.
Comemos peixe grelhado à beira-mar, dissemos bobagens, muitas bobagens.
Solucionamos a vida da paciente compulsiva por comida, que tem 47 bonecas e come um bolo de aniversário por dia.
Tão simples.
Falta muito pra janeiro, hein?
(suspiros)
29 novembro, 2007
28 novembro, 2007
27 novembro, 2007
26 novembro, 2007
imaginam o quanto isso me enche de esperança de um futuro
melhor e mais divertido.
Sonhei com um ex-amor. Encontro inesperado. Eu o estranhava.
Não conversávamos. Estávamos encostados num colchão,
vendo TV com os pés apoiados sobre uma mesa. Eu olhava e
não o reconhecia. Eu estranhava a nova armação dos
óculos, preta e retangular, não combinava. Ele me beijou
e eu quase morri de susto e paixão.
Foi bem nessa hora que a merda do telefone tocou de verdade,
eu acordei e levantei pra atender.
Era voz de mulher. E era engano. Vaca.
Ódio. Há muito ódio em meu coração.
Me joguei no sofá, liguei a TV e, no meio de uma reprise
de Everwood, ainda muito contrariada com aquela vaca
empata-foda, adormeci novamente.
Sonhei com um querido, muito querido, que eu não encontro
há quase meio século. Ele, do nada, apareceu para
trabalhar na agência, enquanto eu e todo mundo
esperávamos a pizza. Me deu um beijo chupado no queixo
(hein???) e sussurrou ao meu ouvido "acabou!", enquanto me
abraçava muito forte.
Eu queria acreditar que aquilo tinha um certo significado,
custei a entender que era se tratava de outra coisa.
Depois, o querido, muito querido, contou que iria trabalhar
com meu ex-amor, aquele do outro sonho, e eu tinha certeza
de que aquilo não ia dar muito certo.
O pior era que o ex-amor nem estava ali. Mas estava pra
chegar, novamente do nada, e eu comecei a ficar aflita.
O querido, muito querido, conversava comigo, ainda
sussurrando ao meu ouvido coisas divertidas, e eu,
desconcentrada, não conseguia lembrar da minha assinatura
para preencher o cheque da pizza que, percebam, tava
demorando pra burro pra chegar.
Emoções fortes, nem queiram saber.
A pizza chegou, tinha uma galera gigante no trampo, o
querido, muito querido evaporou-se sem dizer adeus e o
ex-amor, safado, como era de se esperar, não deu as caras.
Com a pizza, chegaram, tbm de surpresa, montão de doces em
forma de bichos e dragões de marzipan.
Minha mãe estava na sala e me ofereceu um espetinho de
bicho-de-pé, aquele brigadeiro de gelatina de morango.
Jurei nunca mais dormir com fome.
E aquela vaca do telefone me paga.
23 novembro, 2007
21 novembro, 2007
A gente alugou a casa na praia, vcs já sabem.
O Manu é amigo de infância da Oli. Thais, mãe do
Manu, estudou no mesmo colégio que eu e nós cursamos a
mesma faculdade, olha só que coisa. Ficamos muito, muito
amigas só por causa da Olivia e do Manu, que são amigos,
muito, muito amigos, desde o minimaternal. Hoje, os dois
têm 17.
Nunca vi uma amizade tão linda e eterna como a desses
dois, Oli e Manu.
Entao eu falava pra Thais que a minha grande preocupacao era
como alimentar esse bando de gente.
Thais é mulher experiente nessas empreitadas. Ela se
preocupava mesmo com as instalações da casa.
Essa é a parte mais fácil, ora pois.
Final de semana que vem, a gente pega o carro e desce a
serra, pra inspecionar tudo, ao vivo.
Uhu!
Cês não têm idéia do quanto estou me divertindo com
esse janeiro que ainda nem chegou.
Adorei cuidar de mim.
Comprei esmalte foda, secagem em 50 segundos, pincel com
tecnologia Automatic.
Tudo mentira.
Mas cor eh linda.
Tenho agora que ir ao cartorio, reconhecer firma, burocra.
Dr. Horse. Quero me livrar desse cara, mas tenho que ir,
falta pouco.
Eu vou te visitar, me aguarde.
19 novembro, 2007
18 novembro, 2007
14 novembro, 2007
e despenca na praia.
Eu já escolhi, toda as noites vou adormecer contando
estrelas no meu quarto, que será na areia.
Vou procurar Iemanjá e puxar assunto sério.
À ela vou pedir um namorado.
Um fofo que combine com meu cabelo novo.
Porque chega de viver assim, né?
13 novembro, 2007
Casa alugada, férias fechadas. Em janeiro, vou passar uns
dias na praia.
Casarão pra oito. Seremos nove: três adultos, sete
adolescentes, entre 15 e 17 anos.
Entre os adultos, pai e mãe de M.
E a caçula, eu, com idade mental já oscilando entre 17 e
18 e meio, dependendo da fase do mês e da lua. Vai ser
divertido passar uma semana com Olívia e seus melhores
amigos de tenra infância.
Se chover, a gente faz bolinho.
12 novembro, 2007
Apenas um deslize por dia, em média.
Noite sexta, comi uma fatia de pizza da Domino's na
agência. Tá bom, duas.
Sábado, tomei um espresso na Livraria.
No domingo, fui santa.
Amanhã, começa minha última semana de tratamento.
Estou praticamente nova.
Hoje, comi uma trufa com zero de açúcar e zero trans.
Ei, e o mundo não acabou. :O)
Aos poucos, a vida e minha dieta voltam ao quase normal.
Até que nem foi tãão difícil. As principais
restrições eram: açúcar, gorduras, álcool e
condimentos.
Problema é que quando eu adoeço, tendo a achar que nunca
mais eu vou poder. E o nunca mais vira pra sempre e tudo
vira um sofrimento sincero. Depois passa.
Se eu aproveitar e seguir o esquema de apenas um deslize por
dia, capaz de eu viver pra sempre. Cês vão ter que me
agüentar. :p
08 novembro, 2007
pesou muito na minha decisão.
- Qual?
- Aquela, de quando chegar a fase da reposição hormonal.
- Sim, e eu só iria ficar olhando pra vc sem poder fazer
na-da.
- É. Imaginei isso e fiquei com muito medo. Eu me imaginei
uma velhinha caquética, abandonada como um maracujá de
gaveta e me afogando em baldes e mais baldes de
Häagen-Dazs. Tive muito medo.
- [gargalhadas]
- Então eu decidi parar de vez.
- [mais gargalhadas] Cê tá ótima. Permaneça com o
espírito elevado.












