E, ó, quer saber: nunca assista Vida de Novela.
Aquilo é a coisa mais irritante que uma criatura pode ter criado.
E o pior é que vicia.
Saco!
E deve estar dando IBOPE. Três horas de programa.
Passe longe! :p
Ando assistindo toda a tarde.
Saco!
11 abril, 2002
Se tem uma coisa capaz de envenar o meu sangue é a covardia humana.
O calhorda com pobremas sexuais, voltou a atormentar minha alma. O tal do vizinho que não suporta latidos de cães, ao descer do elevador, sabe?.
Atornentou a subsíndica, desta vez.
A subsíndica, criatura solitária, interfonou aqui em casa.
Godzila nem latiu, o pobrezinho.
A coisa tá ficando feia.
Ele que se cuide,
Sobre o Godzila só se passa sobre o meu cadáver.
Falei? :O)
O calhorda com pobremas sexuais, voltou a atormentar minha alma. O tal do vizinho que não suporta latidos de cães, ao descer do elevador, sabe?.
Atornentou a subsíndica, desta vez.
A subsíndica, criatura solitária, interfonou aqui em casa.
Godzila nem latiu, o pobrezinho.
A coisa tá ficando feia.
Ele que se cuide,
Sobre o Godzila só se passa sobre o meu cadáver.
Falei? :O)
09 abril, 2002
Hoje, aprendi uma porrada de coisas.
O que eu posso aconselhar - se é que isso vale pra alguma coisa - é: mantenha uma distância segura de um programa chamado Vida de Novela. Coisa do João Kleber.
Você, desempregado, solitário, deprê: sintonise no Cartoon, desligue e TV, leve o cão pra mijar.Vá cortar o cabelo. Reaja.
Vida de Novela será a sua escravidão.
Pensa noutra coisa que passa.
O que eu posso aconselhar - se é que isso vale pra alguma coisa - é: mantenha uma distância segura de um programa chamado Vida de Novela. Coisa do João Kleber.
Você, desempregado, solitário, deprê: sintonise no Cartoon, desligue e TV, leve o cão pra mijar.Vá cortar o cabelo. Reaja.
Vida de Novela será a sua escravidão.
Pensa noutra coisa que passa.
Eu me entupiu de ovos com bacon e (grrrrrrrr....) salsinha.
Quase acabaram os ovos, ainda resta um tico de bacon, mas a salsinha..... (grrrrr.....) É irracional o que tem de salsinha na geladeira desta casa. Vou arrancar as cordas vocais do japonês do mercadinho.
Esquece. O japonês não tem nada a ver com isso. Mas num custava nada planejar uma bandeja de salsinha pra gente que mora sozinha, né? Hunf!
Quase acabaram os ovos, ainda resta um tico de bacon, mas a salsinha..... (grrrrr.....) É irracional o que tem de salsinha na geladeira desta casa. Vou arrancar as cordas vocais do japonês do mercadinho.
Esquece. O japonês não tem nada a ver com isso. Mas num custava nada planejar uma bandeja de salsinha pra gente que mora sozinha, né? Hunf!
08 abril, 2002
A Rê tinha me pedido a receita da tal da farofa.
Então, anota aí:
Sabe aquelas bandejas com legumes já cortadinhos e lavados? Pois é. Ela mesma. Compre uma.
A minha tinha cenoura, vagem e xuxu.
Separe o xuxu (que eu insisto ser com ch) , porque ele cozinha mais rapidamente.
Cebolona em rodelas.
Alho, uns 3 dentes, esmagadinhos.
Dois ovos cozidos e azeitonas pretas.
Salsinha. Uma porrada de salsinha.
Bacon.- muita calma nessa hora. Você está de dieta.
Corte o bacon em microcubinhos.
Mande pra panela, em fogo baixo, pra tostar e soltar aquela gordurinha meiga.
Já que fodeu mesmo, aproveita e manda mais uma colher de manteiga. Dá gosto. ;O)
Jogue o alho e enlouqueça os vizinhos com o aroma que irá impregnar o prédio.
Chegou a hora da cebola. Deixe dourar um bocadinho.
Jogue a cenoura e a vagem.
Tampe a panela e abra uma cerveja solidária.
Cinco minutos depois, jogue o chuchu (não fica mais bonitinho com ch? ;O)
Tudo tem que ficar al dente.
Corte meia pimenta malagueta (aquela que veio de brinde na bandeja de salsinha) e mande pra panela.
Meia cerveja depois, destampe a panela e mande pra dentro a farinha de mandioca torrada.
Aos poucos. Bem aos poucos.
Nossa farofa precisa mais de legumes do que de farinha. Ela tá na fita só pra dar liga e sustância ao prato.
Quando chegar no ponto certo, é só jogar os ovos cozindos, as azeitonas pretas picadas, a salsinha e misturar tudo com cuidado.
Isso fica o diabo!
Boa sorte! :O)
Então, anota aí:
Sabe aquelas bandejas com legumes já cortadinhos e lavados? Pois é. Ela mesma. Compre uma.
A minha tinha cenoura, vagem e xuxu.
Separe o xuxu (que eu insisto ser com ch) , porque ele cozinha mais rapidamente.
Cebolona em rodelas.
Alho, uns 3 dentes, esmagadinhos.
Dois ovos cozidos e azeitonas pretas.
Salsinha. Uma porrada de salsinha.
Bacon.- muita calma nessa hora. Você está de dieta.
Corte o bacon em microcubinhos.
Mande pra panela, em fogo baixo, pra tostar e soltar aquela gordurinha meiga.
Já que fodeu mesmo, aproveita e manda mais uma colher de manteiga. Dá gosto. ;O)
Jogue o alho e enlouqueça os vizinhos com o aroma que irá impregnar o prédio.
Chegou a hora da cebola. Deixe dourar um bocadinho.
Jogue a cenoura e a vagem.
Tampe a panela e abra uma cerveja solidária.
Cinco minutos depois, jogue o chuchu (não fica mais bonitinho com ch? ;O)
Tudo tem que ficar al dente.
Corte meia pimenta malagueta (aquela que veio de brinde na bandeja de salsinha) e mande pra panela.
Meia cerveja depois, destampe a panela e mande pra dentro a farinha de mandioca torrada.
Aos poucos. Bem aos poucos.
Nossa farofa precisa mais de legumes do que de farinha. Ela tá na fita só pra dar liga e sustância ao prato.
Quando chegar no ponto certo, é só jogar os ovos cozindos, as azeitonas pretas picadas, a salsinha e misturar tudo com cuidado.
Isso fica o diabo!
Boa sorte! :O)
Eu e pequena Oli fizemos um revival básico, ontem, durante a chuva.
Lembramos de coisas divertidas que costumávamos fazer e ela resgatou algumas.
- Mamãe, vc tá vendo o programa da mulher que come o dia inteiro?
- Sim, fifilha, estou vendo o programa da Namaria.
- Mamãe, quero ver o programa do tio que toma café.
- Fifilha, o Jô Onze e Meia começa mais tarde.
E assim fomos..
Lembramos de coisas divertidas que costumávamos fazer e ela resgatou algumas.
- Mamãe, vc tá vendo o programa da mulher que come o dia inteiro?
- Sim, fifilha, estou vendo o programa da Namaria.
- Mamãe, quero ver o programa do tio que toma café.
- Fifilha, o Jô Onze e Meia começa mais tarde.
E assim fomos..
07 abril, 2002
O almoção aqui em casa acabou sendo muito divertido.
Tá certo que o rango foi servido lá pelas 4 e meia da tarde.
O bacalhau ficou legal. Mas, quem não sabe preparar um bacalhau que dê um tiro na cabeça, certo?
A campeã da tarde foi a farofa de legumes. Amei.
Dia desses mando a receita.
O mico da tarde foi o preparo do arroz. Confesso: não sei preparar arroz, daqueles que não sejam de saquinho ou Uncle Bens.
A Rê assumiu o leme do fogão.
Ok. Lá vou eu: tô dando dois tiros na cabeça, certo?. (sei que isso é imperdoável)
Tá certo que o rango foi servido lá pelas 4 e meia da tarde.
O bacalhau ficou legal. Mas, quem não sabe preparar um bacalhau que dê um tiro na cabeça, certo?
A campeã da tarde foi a farofa de legumes. Amei.
Dia desses mando a receita.
O mico da tarde foi o preparo do arroz. Confesso: não sei preparar arroz, daqueles que não sejam de saquinho ou Uncle Bens.
A Rê assumiu o leme do fogão.
Ok. Lá vou eu: tô dando dois tiros na cabeça, certo?. (sei que isso é imperdoável)
05 abril, 2002
A desculpa esfarrapada pro almoção é que as meninas vão me ajudar a instalar a impressora e o scanner que eu ganhei do Marujo.
Ueba! Vou poder postar fotos por aqui e imprimir novos cartões de visita de fabricação caseira. Medo, medo.
Godzila, esqueça! Vais passar o dia trancado no banheiro, misifi! :p
Ueba! Vou poder postar fotos por aqui e imprimir novos cartões de visita de fabricação caseira. Medo, medo.
Godzila, esqueça! Vais passar o dia trancado no banheiro, misifi! :p
01 abril, 2002
E cá estou.
Sem jibóia, sem Marujo, sem bóia. À deriva.
Meleca.
Hunf!
Tudo bem. Tem mês novo começando.
Reza a lenda, que o ano tá começando mesmo agora.
Que essa coisa de que o ano começa depois do Carnaval é balela.
Dizem que o bicho começa a pegar mesmo é depois da Páscoa.
Alôoo!!! Tô na gôndola!
Alguém ainda na escuta??? :O)))
Sem jibóia, sem Marujo, sem bóia. À deriva.
Meleca.
Hunf!
Tudo bem. Tem mês novo começando.
Reza a lenda, que o ano tá começando mesmo agora.
Que essa coisa de que o ano começa depois do Carnaval é balela.
Dizem que o bicho começa a pegar mesmo é depois da Páscoa.
Alôoo!!! Tô na gôndola!
Alguém ainda na escuta??? :O)))
Fui visitar minha amiga Iracilda, lá no Ver-o-Peso.
Fiquei orgulhosa de mim: Iracilda me reconheceu.
Há séculos eu não aparecia por lá.
Iracilda quer porque quer que eu traga pra casa uma jibóia.
- Iracilda, pelamordedeus, minha filha: ou uma jibóia, ou Godzila. Os dois não dá. Melhor eu ficar com Godzila. Ele é autorizado pelo Ibama. ;O)
Fiquei orgulhosa de mim: Iracilda me reconheceu.
Há séculos eu não aparecia por lá.
Iracilda quer porque quer que eu traga pra casa uma jibóia.
- Iracilda, pelamordedeus, minha filha: ou uma jibóia, ou Godzila. Os dois não dá. Melhor eu ficar com Godzila. Ele é autorizado pelo Ibama. ;O)
Foi um final de semana divertido, a despeito desse stress desgraçado.
Não deu tempo de passear de barco, muito menos de ir conhecer Salinas.
Buá.
Mas, fiz novas aventuras gastronômicas: comi filé de filhote com molho de caranguejo, camarão e farofa de pirarucu.
Conheci Mosqueiro e reafirmei minha tese de que Amazon Bier River, acompanhada de linguiça de metro recheada de queijo ou de patolas de caranguejo é a melhor receita de felicidade do planeta. ;O)
Não deu tempo de passear de barco, muito menos de ir conhecer Salinas.
Buá.
Mas, fiz novas aventuras gastronômicas: comi filé de filhote com molho de caranguejo, camarão e farofa de pirarucu.
Conheci Mosqueiro e reafirmei minha tese de que Amazon Bier River, acompanhada de linguiça de metro recheada de queijo ou de patolas de caranguejo é a melhor receita de felicidade do planeta. ;O)
Tudo perfeito.
Eram 17h40 e a moça do check-in nos atendeu: reservas, bilhetes, autorização de embarque da "de menor". Nunca fui tão organizada. Coisa bonita de ser ver.
Até que a moça do check-in dispara: - A certidão de nascimento da menina, por favor.
Muita calma nessa hora.
- Ei-la. Tá aqui a cópia que eu SEMPRE levo na bolsa.
- Ela não pode embarcar.
- Hã?
- A cópia tem que ser autenticada.
- Mas é cópia de uma certidão autenticada. Eu que tirei.
- Num serve.
- Mas o pai autorizou o embarque da criança. Tá aqui: olha só o carimbinho do tabelião...
- Mas precisa da certidão autenticada.
- Minha filha, olha bem pra minha cara e olha pra cara da criança. Resta alguma dúvida de que ela é minha filha?
- Mas, precisa da certidão autenticada.
- Então, chama o juiz de menores aqui e vamos resolver isso já.
- Tem boletim de ocorrência?
- Como assim? Você tá me pedindo a certidão de nascimento, que tá aqui.
- É que pra chamar o juiz de menores precisa de boletim de ocorrência.
- Você quer que eu chame a polícia?
- Não. Só precisa da certidão de nascimento.
Eu tive uma vaga impressão de que a mocinha do check-in da TAM já foi mocinha do Bradesco, em outra encarnação. Melhor não discutir.
Deixei a pequena Oli e a Cissa-mãe, apavoradas, no aeroporto.
Peguei um taxi correndo pra casa, peguei a certidão de nascimento ORIGINAL da pequena, voltei pra Congonhas e me apresentei novamente no balcão.
A mocinha burocrata já tinha largado o selviço.
Eram 18h35 e as "meninas" do check-in não conseguiam localizar as nossas passagens, que tinham ficado com a mocinha burocrata, antes dela largar o tal do selviço.
Quando conseguiram localizar a porra das nossas passagens, descobriram que o nosso vôo tinha acabado de decolar.
Ui!!! Não é lindo?
Resumo da ópera: na noite de quinta-santa, quando deveríamos desembarcar em Belém, esperávamos, ansiosas pela chegada de meia pizza de catupiry e meia napolitana, com coca-cola, aqui em casa.
Bosta.
Não se pode confiar em nada mais, hoje em dia.
Se fosse pela VASP, aposto que teríamos embarcado. :pp
Eram 17h40 e a moça do check-in nos atendeu: reservas, bilhetes, autorização de embarque da "de menor". Nunca fui tão organizada. Coisa bonita de ser ver.
Até que a moça do check-in dispara: - A certidão de nascimento da menina, por favor.
Muita calma nessa hora.
- Ei-la. Tá aqui a cópia que eu SEMPRE levo na bolsa.
- Ela não pode embarcar.
- Hã?
- A cópia tem que ser autenticada.
- Mas é cópia de uma certidão autenticada. Eu que tirei.
- Num serve.
- Mas o pai autorizou o embarque da criança. Tá aqui: olha só o carimbinho do tabelião...
- Mas precisa da certidão autenticada.
- Minha filha, olha bem pra minha cara e olha pra cara da criança. Resta alguma dúvida de que ela é minha filha?
- Mas, precisa da certidão autenticada.
- Então, chama o juiz de menores aqui e vamos resolver isso já.
- Tem boletim de ocorrência?
- Como assim? Você tá me pedindo a certidão de nascimento, que tá aqui.
- É que pra chamar o juiz de menores precisa de boletim de ocorrência.
- Você quer que eu chame a polícia?
- Não. Só precisa da certidão de nascimento.
Eu tive uma vaga impressão de que a mocinha do check-in da TAM já foi mocinha do Bradesco, em outra encarnação. Melhor não discutir.
Deixei a pequena Oli e a Cissa-mãe, apavoradas, no aeroporto.
Peguei um taxi correndo pra casa, peguei a certidão de nascimento ORIGINAL da pequena, voltei pra Congonhas e me apresentei novamente no balcão.
A mocinha burocrata já tinha largado o selviço.
Eram 18h35 e as "meninas" do check-in não conseguiam localizar as nossas passagens, que tinham ficado com a mocinha burocrata, antes dela largar o tal do selviço.
Quando conseguiram localizar a porra das nossas passagens, descobriram que o nosso vôo tinha acabado de decolar.
Ui!!! Não é lindo?
Resumo da ópera: na noite de quinta-santa, quando deveríamos desembarcar em Belém, esperávamos, ansiosas pela chegada de meia pizza de catupiry e meia napolitana, com coca-cola, aqui em casa.
Bosta.
Não se pode confiar em nada mais, hoje em dia.
Se fosse pela VASP, aposto que teríamos embarcado. :pp
24 março, 2002
A caminho da casa da Cissa-Mãe, no taxi, eu folheava uma revista.
Tinha um anúncio do tal cinturão de choque elétrico, que promete milagres no desenvolvimento do tônus muscular. Pura tecnologia, manja?
Pequena Oli, brilhantemente, concluiu: - Acho que a Feiticeira andou usando essa coisa no pescoço.
O motorista tentou disfarçar o riso.
Realmente, sejamos francos: a moça tá parecendo um tubarão.
Tinha um anúncio do tal cinturão de choque elétrico, que promete milagres no desenvolvimento do tônus muscular. Pura tecnologia, manja?
Pequena Oli, brilhantemente, concluiu: - Acho que a Feiticeira andou usando essa coisa no pescoço.
O motorista tentou disfarçar o riso.
Realmente, sejamos francos: a moça tá parecendo um tubarão.
Dominguinho escroto este, hã?
Tá certo que teve festa de aniversário familiar, mas eu não tava me sentindo nada bem, fisicamente.
Fui de taxi à casa da Cissa-Mãe.
Agora, me diz: como se consegue um taxi, de volta, às 20h30 de um domingo que choveu torrecialmenteo dia inteiro?
Sim. Eu consegui. Os créditos vão para os anjos da guarda de plantão.
Tá certo que teve festa de aniversário familiar, mas eu não tava me sentindo nada bem, fisicamente.
Fui de taxi à casa da Cissa-Mãe.
Agora, me diz: como se consegue um taxi, de volta, às 20h30 de um domingo que choveu torrecialmenteo dia inteiro?
Sim. Eu consegui. Os créditos vão para os anjos da guarda de plantão.
22 março, 2002
21 março, 2002
A sessão foi mais de hora e meia. Eu mereço. ;O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
O assunto foi minha auto-estima.
Meleca.
Sempre soube que eu era inteligente. Pra tudo ficar perfeito só faltava eu me achar bonita.
Saco! Sardenta, branquela e gorducha.
Assim, não dá jogo.
Bosta.
O Dr. Eduardo rolava de rir.
Contou que com ele foi o contrário.
Ele era um adolescente lindo. - creio nisso, fui aluna dele e ele era bonitão, há decadas.
E o ser lindão era um pobrema pra ele.
Saco!
A gente não tem por onde correr nessa vida, né? :O)
Daqui a uma semana, vou voltar a Belém. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Saudade, muita saudade da Orca.
E um tiquinho de saudade do mala do Redinho também, confesso.
Dessa vez, Cissa-Mãe e a pequena Oli vão comigo.
Vou levá-las ao Ver-o-Peso, comprar mandingas com a Iracilda, adoro ela, :O), refazer o estoque de sachês de coquinho de açaí, comprar colares que dão boa sorte, tomar sorvete de açaí grosso e desabar o esqueleto na Estação das Docas pra acabar com as patinhas de caranqueijo que habitam por lá. Um desastre ecológico.
Amazon Bier, lá vou ee-uu!!!
Falta pouco, falta pouco. ;O)
Ganhei o Toda a Mafalda de presente de aniversário. Do Nestor. Eu gostava muito do Nestor. Era amigão de um ex-namorado meu. O Heraldo. Eu gostava muito do Heraldo também. Ele era uma espécie de um irmão que eu não tive. Talvez seja por isso que a gente não tenha dado certo.
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
Por que eu me lembrei disso?
Por causa da Mafalda. Claro!
Adoro a Mafalda. :O)
20 março, 2002
15 março, 2002
Ontem, experimentei preparar o risoto de cogumelo Tio João.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Pode fazer, sem susto.
Craaaro que não chega aos pés do Risoto à Lewis Carroll que perpetramos na casa da Rê. Mas o pacotinho não faz feio não.
O único pobrema foi que eu só tinha na geladeira uma garrafa de groselha e um pacote de suco de goiaba.
Vinho tinto, nem pensar.
O jeito foi arriscar o suco de goiaba. Não se atreva a fazer isso em casa.
Definitivamente, cogumelos e goiabas não devem se sentar à mesma mesa.
Godzila odiou o risoto de cogumelo. Olhava para o prato e olhava pra minha cara como quem perguntava: - Não tem mais daquela sopinha, não?
Pensando bem, o jantar de ontem foi um fiasco.
Mas, vai por mim: o risoto de cogumelo é do bem.
Na terça-feira, estava me sentindo fraquinha, fraquinha.
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Resolvi fazer uma sopa que não fosse daquelas sintéticas, que a gente toma de canequinha, que nem presidiário.
Quis preparar uma sopa de gente do bem: legumes, frango, essas coisas que as revistas de beleza recomendam pra evitar o envelhecimento precoce, radicais livres e osteosporose.
Achei uma alternativa superprática: acho que é Bom Apetite o fabricante. É um pacote com uma porrada de legumes já picadinhos, congelados e com sachês de caldo de frango. Vem com cenoura, vagem, ervilha, aipo, batata, abobrinha, mandioquinha, o diabo.
É só preparar o caldo numa panela. Na outra, descongelar os legumes. Jogar os legumes no caldo e em 10 minutos a feitiçaria tá pronta.
Pra reforçar, coloquei uns pedaços de peito de frango no caldo.
O único defeito é que na embalagem dizia que rendia 2 porções. Pensei: eu e Godzila somos 2. Isso!
Hum.. Olhando o caldeirão pronto, realmente, serve 2 pessoas: Obelix e João Gordo.
Mas pode comprar que é bom. Godzila comeu e repetiu. :p
Esta foi uma semana de férias forçadas.
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
Resolvi relaxar e colocar a vida em dia: jogar papéis fora, organizar documentos, essas coisas.
Resolvi também fazer algumas incursões gastronômicas na minha cozinha.
É triste cozinhar sozinha. Ou cozinhar só pra mim. É melancólico.
Ok. Godzila me acompanhou na degustação.
Eu sei, seu sei. Estou criando um monstro. Cadê a novidade? :p
09 março, 2002
Coisas que só acontecem comigo...
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
Na noite de quinta, ao sair da terapia, parei no supermercado.
Ameaçava chover. Torrencialmente.
Fiz minhas comprinhas modestas.
Legal, mas cadê a porra da chave do carro?
Depois de um mico desgraçado com a gerente e com o moço do estacionamento, fui obrigada a me render: a porra da chave evaporou-se. O tipo da coisa que Deus não explica. Talvez eu deva consultar Paulo Coelho, quem sabe..
Chovia torrencialmente. E eu, debaixo de chuva, com duas sacolinhas de supermercado, saí à caça de um taxi. Cascão ficou adormecido no estacionamento.
Mereço.
Eu tinha na bolsa a pícola fortuna de 9 reá. Tudo trocadinho. Era mesmo o caso de rezar. A coisa num anda muito boa pro meu lado.
A corrida morreu em 7 reá. Ainda saí no lucro, sejamos otimistas.
Passei o dia ilhada em casa, com dor no ciático e tentando equacionar como voltar à porra do estacionamento pra resgatar o Cascão. Eram apenas 2 reá na bolsa, afinal.
Bosta.
No início da noite, fui salva pelo meu amigo Lalau. Ele, gentilmente, passou aqui e me deu uma carona pro supermercado.
Cascão está são e salvo lá na garagem.
A pergunta que não quer calar é: onde foi parar a bosta daquela chave?
Godzila, isso não teve a menor graça.
06 março, 2002
Sei não. Tem algo estranho rolando por aqui.
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
Há quase 15 dias, voltando do almoção legal na casa da Rê, levei um tombaço na porta do elevador. Estourei minha boca.
Foi meio animal o tombo.
Ontem, de madrugada, do nada, caí no banheiro.
Meleca. Tô com um discreto galo na testa e o nariz doendo.
Sai, Exú. :ppp
05 março, 2002
Tava eu, agora há pouco, lá o Totalmente Bridget www.leleber.blogspot.com e li que a doida terminou uma noite insana no Chicohamburguer.
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
Ô, sardade!
Sei lá o que acontece, mas o Chicohamburguer tem mesmo o poder de reunir insanos no final da noite.
Isso me trouxe boas recordações. (uau, que termos quase parnasiano! )
Lembrei-me de uma madrugada, há quase exatos 3 anos, quando o Marujo veio a São Paulo.
Éramos apenas bons amigos, na época. Uma segunda-feira que teve aquelas tempestades com o poder de entupir o túnel do Anhangabaú até a tampa. Carros boiando. O caos instalado no trânsito. O Cidade Alerta tendo orgasmos múltiplos.
E o Marujo em Sampa.
Boa amiga e boa anfitriã que eu era, marquei de encontrá-lo na Av. Paulista, por volta das 21h.
A Paulista tava travada. Meleca. Cheguei por volta das 22h.
Tentei arrastar meu amigo pro Riviera. (num repare não. Ele vinha pouca vezes a São Paulo e ele gostava do Riviera)
Segunda-feira. Num deu outra: Riviera fechado. ;O)
Levei-o ao Bar do Sacha - que na época ainda era um lugar frequentável.
Comemos e bebemos muito.
Quase 2h da matina. Era hora de desovar o Marujo no hotel onde ele estava hospedado.
À porta ho hotel, ele disparou a frase que eu temia: Quero tomar uma saideira.
E lá fui eu, boa amiga que sou. ;O)
Desci a Brigadeiro Luis (com z???) Antônio, segui caminho em direção ao Ibirapuera e tentei a barraca que vendia açaí, aquela em frente ao Viveiro do Manequinho.
Parei o carro. O Marujo desceu e voltou com uma cara assustada: - Aqui só tem suco de abaxi, cai fora.
Putz..
Acabamos por desabar nossos esqueletos no balcão do Chicohamburguer.
Foi uma noite longa. :O)
Bebemos pra caraio.
À uma dada altura, tinha um sujeito que me pareceu familiar. Eu conheço aquele cara....
- Lindomar Castilho, é ele !
- Lindomar Castilho não morreu?
- É, pode ser.
- Péra aí, Lindomar Castilho não tá preso??? Aquele que matou a mulher.
- Será que ele fugiu do Carandiru??
- Silvio Santos
- Bebeu? Ele não é o Silvio Santos.
- Não, mas ele é de lá
- De onde?
- Do Silvio Santos.
- Lindomar Castilho. Era jurado, eu lembro.
Eram 4 horas da matina e meu bom juízo lembrou que era hora de voltar pra casa.
Desovei o Marujo no hotel onde ele estava hospedado e voltei pra minha casinha.
Ele de volta ao Rio, e eu aqui em Sampa.
Cinco ou seis e-mails depois, concluímos: - Era o Pedro de Lara, pateta! Lindomar Castilho morreu.
E, assim, o Chicohamburguer, uma das casas capaz de perpetrar um dos melhores hamburguer dessa terra paulistana ficou registradada na memória de um casal insano como o Bar do Pedro de Lara.
Boas recordações. ;O)
03 março, 2002
Compramos um brinquedinho novo pro maleta.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Oli escolheu um de plástico que imita, quase que perfeitamente, uma bomba de chocolate.
Godzila adorou.
Tudo estaria perfeito se a maldita bomba de chocolate de plástico não tivesse aquele maldito assobio, que fica fazendo fiu-fiu-fiu, cada vez que o maleta morde o brinquedo.
Grrrr.
Dormi no sofá. O aniversariante passou a noite toda mastigando a bomba, que ficou fazendo fiu-fiu-fiu a noite inteira, na minha orelha.
Quase atirei os dois pela janela: Godzila e a bomba.
Mas, como era dia de niver, relevei.
Ontem, foi aniversário do Godzila - o demolidor de lares. Cinco aninhos. Não é meigo? :O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
Tivemos uma tarde gastronômica do balacobaco: eu e pequena Oli preparamos lasanha à bolonhesa, de fabricação caseira. Molho preparado em casa, com muito carinho e brincadeiras. Senti-me o próprio Jeff Smith de saias.
Hunf! Xá pra lá! ;O)
23 fevereiro, 2002
publicada em 23/2/2002, às 14:00:00
MORRE CHUCK JONES, UM DOS MESTRES DO DESENHO ANIMADO
O mestre dos desenhos animados Chuck Jones, criador de personagens como Coiote e o Papa-Léguas, morreu na sexta-feira em sua casa de Corona del Mar, perto de Los Angeles, nos EUA.
Jones morreu aos 90 anos vítima de um ataque cardíaco, depois de sofrer diversos problemas de saúde nos últimos meses.
Para muitos, sua obra é considerada como uma das mais importantes no campo da animação, comparável inclusive com a do "gênio" Walt Disney.
Jones fez parte da "Idade de Ouro" da animação nos estúdios Warner e foi um dos cinco criadores de personagens imortais como Bugs Bunny (Pernalonga), Daffy Duck (Patolino) ou o porquinho Porky (Gaguinho), aos quais deu sua forma e personalidade definitiva.
Além disso, de sua mente surgiram personagens como o Coiote, sempre perseguindo o Papa-Léguas sem sucesso; o marciano Marvin; o gambá Pepe le Pew, sempre tentando namorar alguma gatinha com seu sotaque francês.
A obra deste prolífico artista cuja carreira durou mais de 60 anos durante os quais realizou 300 produções de animação, foi recompensada com numerosos prêmios, entre eles três prêmios Oscar como diretor e um Oscar de Honra que foi concedido em 1996.
Além disso, uma de suas obras mais conhecidas, o curta-metragem "What`s Opera Doc?", foi incluída em 1992 nos arquivos nacionais como "um dos filmes mais importantes de nosso tempo, tanto em nível cultural como histórico e estético".
Nascido em Spokane, Washington, Jones teve a oportunidade de observar os grandes do cinema mudo como Charles Chaplin ou Buster Keaton quando trabalhou como ator-mirim nas comédias de Mac Sennett.
Sua carreira no mundo da animação começou com ele limpando acetatos para Ub Iwerks, o criador do Mickey Mouse, uma vez que este abandonou os estúdios Disney.
Posteriormente, trabalhou para a Warner, à frente da conhecida como "terraço dos cupins", a área de trabalho desses animadores que deram ao mundo alguns dos desenhos animados mais irreverentes de todos os tempos.
Em seus últimos anos, Jones voltaria a esse mesmo edifício com seu último estúdio, com o qual voltou a dar vida a seus personagens mais populares.
No momento de sua morte, Jones estava acompanhado de sua mulher, Marian, sua filha, Linda, entre outros familiares e amigos.
As informações são do Último Segundo.
MORRE CHUCK JONES, UM DOS MESTRES DO DESENHO ANIMADO
O mestre dos desenhos animados Chuck Jones, criador de personagens como Coiote e o Papa-Léguas, morreu na sexta-feira em sua casa de Corona del Mar, perto de Los Angeles, nos EUA.
Jones morreu aos 90 anos vítima de um ataque cardíaco, depois de sofrer diversos problemas de saúde nos últimos meses.
Para muitos, sua obra é considerada como uma das mais importantes no campo da animação, comparável inclusive com a do "gênio" Walt Disney.
Jones fez parte da "Idade de Ouro" da animação nos estúdios Warner e foi um dos cinco criadores de personagens imortais como Bugs Bunny (Pernalonga), Daffy Duck (Patolino) ou o porquinho Porky (Gaguinho), aos quais deu sua forma e personalidade definitiva.
Além disso, de sua mente surgiram personagens como o Coiote, sempre perseguindo o Papa-Léguas sem sucesso; o marciano Marvin; o gambá Pepe le Pew, sempre tentando namorar alguma gatinha com seu sotaque francês.
A obra deste prolífico artista cuja carreira durou mais de 60 anos durante os quais realizou 300 produções de animação, foi recompensada com numerosos prêmios, entre eles três prêmios Oscar como diretor e um Oscar de Honra que foi concedido em 1996.
Além disso, uma de suas obras mais conhecidas, o curta-metragem "What`s Opera Doc?", foi incluída em 1992 nos arquivos nacionais como "um dos filmes mais importantes de nosso tempo, tanto em nível cultural como histórico e estético".
Nascido em Spokane, Washington, Jones teve a oportunidade de observar os grandes do cinema mudo como Charles Chaplin ou Buster Keaton quando trabalhou como ator-mirim nas comédias de Mac Sennett.
Sua carreira no mundo da animação começou com ele limpando acetatos para Ub Iwerks, o criador do Mickey Mouse, uma vez que este abandonou os estúdios Disney.
Posteriormente, trabalhou para a Warner, à frente da conhecida como "terraço dos cupins", a área de trabalho desses animadores que deram ao mundo alguns dos desenhos animados mais irreverentes de todos os tempos.
Em seus últimos anos, Jones voltaria a esse mesmo edifício com seu último estúdio, com o qual voltou a dar vida a seus personagens mais populares.
No momento de sua morte, Jones estava acompanhado de sua mulher, Marian, sua filha, Linda, entre outros familiares e amigos.
As informações são do Último Segundo.
Voltei a fazer psicoterapia, pasme você.
Talvez a isso se deva minha ausência temporária, por estas paragens.
Meus registros pessoais adotaram outro endereço. Eram íntimos demais. Sorry!
Tenho, agora, uma lição de casa a cumprir: imaginar finais felizes para as situações cotidianas que parecem ameaçadoras.
Ok. Vamos lá!
Garibaldo (o pássaro-pirulão da Vila Sésamo) reencarnou, anos depois, como um pé de abacaxi.
Isso, isso! Lindo!
O Garibaldo adorava abacaxi, vcs devem se lembrar disso.
Não me pergunte por que lembrei do Garibaldo, agora.
Talvez pelo adiantado da hora.
Ou talvez porque o Garibaldo fazia aniversário no mesmo dia que eu: 13 de dezembro.
Dia do marinheiro. Meu Marujo é marinheiro. E eu adoro abacaxi. :O)
Li, outro dia, que o Selênio, um elemento químico, presente em grande quantidade no abacaxi e na castanha-do-pará. ajuda a regular o bom humor.
Garibaldo, alegria, Vila Sésamo, abacaxi. Pará.
Belém.
Meu Marujo tá lá.
E eu posso ir e voltar. ;O)
Talvez a isso se deva minha ausência temporária, por estas paragens.
Meus registros pessoais adotaram outro endereço. Eram íntimos demais. Sorry!
Tenho, agora, uma lição de casa a cumprir: imaginar finais felizes para as situações cotidianas que parecem ameaçadoras.
Ok. Vamos lá!
Garibaldo (o pássaro-pirulão da Vila Sésamo) reencarnou, anos depois, como um pé de abacaxi.
Isso, isso! Lindo!
O Garibaldo adorava abacaxi, vcs devem se lembrar disso.
Não me pergunte por que lembrei do Garibaldo, agora.
Talvez pelo adiantado da hora.
Ou talvez porque o Garibaldo fazia aniversário no mesmo dia que eu: 13 de dezembro.
Dia do marinheiro. Meu Marujo é marinheiro. E eu adoro abacaxi. :O)
Li, outro dia, que o Selênio, um elemento químico, presente em grande quantidade no abacaxi e na castanha-do-pará. ajuda a regular o bom humor.
Garibaldo, alegria, Vila Sésamo, abacaxi. Pará.
Belém.
Meu Marujo tá lá.
E eu posso ir e voltar. ;O)
15 fevereiro, 2002
Ai, ai.
Tô tãããão feliz.
Saí do trabalho, passei no supermercado e, milagrosamente, encontrei o Chá de Ursinho.
Acabou o meu tormento. Adeus, noites insones.
Chá de Ursinho é uma dádiva: uma angelical mistura de flores de camomila, folhas de menta, capim-limão, flores de tília, folhas de amora preta, flores de laranjeira, frutos de pilriteiro e fruto de roseira.
Não é meigo?
Bendito seja, Sleepytime, amém.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
Tô tãããão feliz.
Saí do trabalho, passei no supermercado e, milagrosamente, encontrei o Chá de Ursinho.
Acabou o meu tormento. Adeus, noites insones.
Chá de Ursinho é uma dádiva: uma angelical mistura de flores de camomila, folhas de menta, capim-limão, flores de tília, folhas de amora preta, flores de laranjeira, frutos de pilriteiro e fruto de roseira.
Não é meigo?
Bendito seja, Sleepytime, amém.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
14 fevereiro, 2002
Foram poucos dias por lá. Menos do que eu merecia.
Mas deu tempo de fazer um passeio de barco, conhecer aquele município que tem as cerâmicas marajoara, comer caldeirada de peixe ao tucupi, experimentar aquele prato feito da folha da mandioca - que sempre esqueço o nome, tomar litros de sorvete de castanha-do-pará e de açaí. E, sim, claro, calma, meninas: deu tempo de comprar todas aquelas encomendas ecologicamente incorretas que vocês me fizeram, viu?
O duro foi explicar pra dona Iracilda, que vende as mandingas lá no Ver o Peso, que aquilo tudo não era pra mim. Pela cara com que ela olhava pro Marujo, pelo jeito, não acreditou muito, não.
Cês me fazem passar por cada uma, francamente... :ppp
Mas deu tempo de fazer um passeio de barco, conhecer aquele município que tem as cerâmicas marajoara, comer caldeirada de peixe ao tucupi, experimentar aquele prato feito da folha da mandioca - que sempre esqueço o nome, tomar litros de sorvete de castanha-do-pará e de açaí. E, sim, claro, calma, meninas: deu tempo de comprar todas aquelas encomendas ecologicamente incorretas que vocês me fizeram, viu?
O duro foi explicar pra dona Iracilda, que vende as mandingas lá no Ver o Peso, que aquilo tudo não era pra mim. Pela cara com que ela olhava pro Marujo, pelo jeito, não acreditou muito, não.
Cês me fazem passar por cada uma, francamente... :ppp
Cheguei em Belém pouco mais das 22h30 - horário local. O Marujo não estava me esperando. grrrr.
Aguardei alguns longos 10 minutos. Tempo o suficiente para o meu pé acordar.
Ele chegou! :O) Fomos beber pra comemorar.
Amazon Bier é, realmente, a melhor cerveja do planeta. Principalmente quando acompanhada das meigas patinhas de caranguejo lá da Estação das Docas.
Por volta das 2 da matina, estávamos perdidos a caminho de casa.
Reza a lenda que Deus protege os bêbados e as criancinhas.
Faz sentido.
Aguardei alguns longos 10 minutos. Tempo o suficiente para o meu pé acordar.
Ele chegou! :O) Fomos beber pra comemorar.
Amazon Bier é, realmente, a melhor cerveja do planeta. Principalmente quando acompanhada das meigas patinhas de caranguejo lá da Estação das Docas.
Por volta das 2 da matina, estávamos perdidos a caminho de casa.
Reza a lenda que Deus protege os bêbados e as criancinhas.
Faz sentido.
No sábado, segui caminho. Apesar de ter ido pela TAM, foi um vôo meio tumultuado, cheio de escalas.
A meleca do banco da aeronave era de couro. Antes da primeira escala, minha bunda já estava quadrada e eu tava viajando no corredor. Tava doida pra roubar uma janelinha, na escala em Brasília.
Foi um crime quase perfeito. Pouco antes da decolagem, a dona da janelinha apareceu. Hunf.
Era uma garota muito simpática, mas estava visivelmente abatida. Contou-me que viajou um tempão até Porto Alegre, para embarcar para Belém. Estava em trânsito desde o dia anterior a pobrezinha. Também estava indo encontrar o namorado. Que coisa, né?
Tive ímpetos de oferecer um Lexotan à ela. Mas isso é exercício ilegal de medicina. É muito feio. Ofereci uma balinha. Ela não quis.
Certíssima. Não se deve aceitar balinhas de estranhos, por mais inocentes que pareçam.
Fomos conversando sobre as agruras dos namoros à distância. Praguejamos juntas a maldita escala em Marabá, que atrasou nossa chegada em mais meia hora - o que é uma eternidade, quando se está doida pra chegar logo e com a bunda quadrada desde Uberlândia.
Ela me deu algumas dicas preciosas sobre lugares para se conhecer em Belém. Falou de um pequeno município, acho que Ica...Icaroaci, acho. Uma cidade onde fabricam cerâmica marajoara. Falou de bons restaurantes.Coisa de quem já conhece a cidade de longa data. ;O)
Sem que a gente se desse conta, o comandante anunciou a operação de descida no aeroporto internacional de Belém.
Nada como uma boa prosa pro tempo passar mais rápido e você esquecer a sensação de que sua bunda está irremediavelmente quadrada.
Procurei meu batom pra dar um jeito na cara, que deveria estar um lixo. Minha nova amiga ofereceu um espelhinho. Nada como a boa e velha solidariedade feminina.
No desembarque, nos despedimos com uma vaga impressão de que a gente ainda vai se encontrar mais vezes nesses vôos da vida.
Vai saber.
Caminhei para a saída apenas com a certeza de que não só a minha bunda estava quadrada, como também meu pé tinha adormecido. Meleca.
A meleca do banco da aeronave era de couro. Antes da primeira escala, minha bunda já estava quadrada e eu tava viajando no corredor. Tava doida pra roubar uma janelinha, na escala em Brasília.
Foi um crime quase perfeito. Pouco antes da decolagem, a dona da janelinha apareceu. Hunf.
Era uma garota muito simpática, mas estava visivelmente abatida. Contou-me que viajou um tempão até Porto Alegre, para embarcar para Belém. Estava em trânsito desde o dia anterior a pobrezinha. Também estava indo encontrar o namorado. Que coisa, né?
Tive ímpetos de oferecer um Lexotan à ela. Mas isso é exercício ilegal de medicina. É muito feio. Ofereci uma balinha. Ela não quis.
Certíssima. Não se deve aceitar balinhas de estranhos, por mais inocentes que pareçam.
Fomos conversando sobre as agruras dos namoros à distância. Praguejamos juntas a maldita escala em Marabá, que atrasou nossa chegada em mais meia hora - o que é uma eternidade, quando se está doida pra chegar logo e com a bunda quadrada desde Uberlândia.
Ela me deu algumas dicas preciosas sobre lugares para se conhecer em Belém. Falou de um pequeno município, acho que Ica...Icaroaci, acho. Uma cidade onde fabricam cerâmica marajoara. Falou de bons restaurantes.Coisa de quem já conhece a cidade de longa data. ;O)
Sem que a gente se desse conta, o comandante anunciou a operação de descida no aeroporto internacional de Belém.
Nada como uma boa prosa pro tempo passar mais rápido e você esquecer a sensação de que sua bunda está irremediavelmente quadrada.
Procurei meu batom pra dar um jeito na cara, que deveria estar um lixo. Minha nova amiga ofereceu um espelhinho. Nada como a boa e velha solidariedade feminina.
No desembarque, nos despedimos com uma vaga impressão de que a gente ainda vai se encontrar mais vezes nesses vôos da vida.
Vai saber.
Caminhei para a saída apenas com a certeza de que não só a minha bunda estava quadrada, como também meu pé tinha adormecido. Meleca.
08 fevereiro, 2002
06 fevereiro, 2002
Mas é como eu sempre digo: amigo é tudo na vida.
Pedi socorro à Rê, e ela veio me resgatar, antes que eu morresse de inanição.
Fomos ao supermercado. Não estava me sentindo nada bem. Escolhi mamão, água de coco, suco de maçã, biscoitos integrais, queijo branco e uma bandeja de LC1. Sim, era uma espécie de Operação Levanta-Defunto.
A Rê, gentilmente, me desovou aqui e procurei me comportar como uma boa menina.
Comi um pouco de queijo, tomei suco e iogurte. O mamão tava duro. Meleca.
Amanhã vai ser melhor. Mamões costumam amadurecer de um dia pro outro, né?
Pedi socorro à Rê, e ela veio me resgatar, antes que eu morresse de inanição.
Fomos ao supermercado. Não estava me sentindo nada bem. Escolhi mamão, água de coco, suco de maçã, biscoitos integrais, queijo branco e uma bandeja de LC1. Sim, era uma espécie de Operação Levanta-Defunto.
A Rê, gentilmente, me desovou aqui e procurei me comportar como uma boa menina.
Comi um pouco de queijo, tomei suco e iogurte. O mamão tava duro. Meleca.
Amanhã vai ser melhor. Mamões costumam amadurecer de um dia pro outro, né?
Estou meio doente, por isso passando uns dias de molho aqui em casa.
Não consigo cozinhar. Passei no supermercado pra umas comprinhas de urgência, ontem: sopinhas da Gerber, alguns kiwis, uma manga e algumas caixinhas de água de coco. Mais saudável, impossível. Certo?
Hum... Mais o menos.
Tudo estaria relativamente perfeito se: eu tivesse conseguido abrir a porra dos potinhos de sopa. Estavam indomáveis.
Os kiwis estavam insuportavelmente azedos. E manga inacreditavelmente verde.
Bosta. Passei o dia, literalmente, à base de pão (velho) e água de coco.
Não consigo cozinhar. Passei no supermercado pra umas comprinhas de urgência, ontem: sopinhas da Gerber, alguns kiwis, uma manga e algumas caixinhas de água de coco. Mais saudável, impossível. Certo?
Hum... Mais o menos.
Tudo estaria relativamente perfeito se: eu tivesse conseguido abrir a porra dos potinhos de sopa. Estavam indomáveis.
Os kiwis estavam insuportavelmente azedos. E manga inacreditavelmente verde.
Bosta. Passei o dia, literalmente, à base de pão (velho) e água de coco.
05 fevereiro, 2002
Mais coisas valiosas na vida. Sim, mais amigos. Não postei ontem por falta de tempo.
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
A Alê, do Totalmente Bridget, o Corbi - o meu bom e velho tio Corbê, o Günter e a Malu.
Uia! Quanta gente boa!
Meleca, tô sofrendo à toa.
Quem tem amigos assim não tem o direito de sofrer, ora pois. ;O)
Thanks!!!! Thanks!!! Thanks!!!
04 fevereiro, 2002
Se tem uma coisa que é realmente valiosa na vida são os amigos.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
Isso sim, são presentes raros.
Hoje, num dia difícil, tive provas disso.
A Rezinha, lá do Manueladas, o Edu, o Fer Freitas, a Sandra, Andrea, e a Carlota, lá do trampo.
:O)
Thanks!
Rê! Desculpa pela choradeira, viu? Acho que eu precisava mesmo chorar um pouco.
Bosta.
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